Aventuras secretas da minha esposa

☐ Quem tem a chance de lidar com minha esposa vai pensar que ela é muito séria, tímida e quieta, e ninguém imaginaria o histórico sexual que ela tem. Pra mim, isso não é motivo de crítica, muito pelo contrário — pode-se dizer que, nesse mundo, é até um orgulho, porque tudo foi com consentimento e a grande maioria na minha frente. Já vi ela inúmeras vezes transando com outros caras, às vezes mais de um ao mesmo tempo, com vários paus na boca dela, em várias posições. Já ouvi ela gemer pra caralho e também inúmeras vezes ficar com vontade de mais. Ao mesmo tempo, tem muitas dessas ocasiões que eu gostaria de apagar da memória dela, porque é graças a essas experiências ruins que agora a gente quase não faz do jeito que eu gostaria, do jeito que ela me acompanhava em quase tudo, mas com a diferença de que agora eu tenho certeza do que não devo fazer e que a prioridade é o prazer dela. Mas enfim, a gente teve nosso tempo em que fomos muito ativos. Uma vez tentei lembrar quantos caras já comeram ela, e a conta fica entre 55 e 60 homens e umas 3 mulheres. Sendo ela assim, é difícil pra mim acreditar que naquela época em que ela era muito mais fogosa, nunca ninguém comeu ela escondido, principalmente em Bogotá, quando várias oportunidades apareceram. Mas no fundo, eu acredito nela quando diz que não, porque conhecendo meus gostos, ela não teria motivo pra esconder de mim. Muito pelo contrário, ela sabe que eu adoraria que tivesse sido assim. Mas naqueles momentos em que ela teve as oportunidades, nem ela (nem eu) tinha tão claro que essa opção também estava aberta. Mas eu gosto de soltar a imaginação e criar cenários onde ela não deixou passar nenhuma oportunidade dessas que apareceram e me botou uns chifres bem grandes. Por exemplo, em 2010, quando ela saía da aula às 9 da noite no SENA de Chapinero, tinha um colega que se oferecia pra trazer ela pra casa de moto. Sempre me perguntei se ela agradecia com uma boa sentada. de vez em quando, em alguma residência do setor ou se no caminho eles tinham o lugar reservado deles, e quantas vezes eu fui buscá-la sem saber que ela vinha cheia de porra ou pelo menos com a buceta ainda dilatada de tanta rola que deviam ter dado, e sem saber quantas vezes comeram ela e quem sabe quantos durante o tempo que estudou lá, época em que era muito safada, tímida na rua, mas sozinha era outra história completamente diferente. Imagino que colocavam ela de quatro, também pra mamar, e quem sabe se deixava dar o cu, ou se era todo dia ou de vez em quando que o cara da moto comia ela, só ela sabe e tomara que tenha sido assim. Mas tempo depois, quando fez o estágio dessa mesma faculdade na companhia aérea LAN, agora LATAM, lá também comeu uns colegas. O primeiro foi um que, num dia qualquer, estando no depósito do subsolo procurando uns arquivos, se insinuou pra ela aproveitando a solidão do lugar e o pouco movimento que tinha. No começo ela tava com medo, mas no fim se deixou levar pelas palavras dele e pela situação, aceitando só com a condição de não contar pra ninguém, não tirar a roupa completamente e tomar cuidado pra não sujar ela de nada porque o cheiro podia entregar os dois, principalmente ela. Mas como ela tava com um vestido curto e meia de lã, não precisou tirar nada, bastou baixar a meia até o tornozelo junto com a calcinha fio dental, levantar o vestido até a cintura, se apoiar um pouco numa mesa de escritório de costas pra ele e esperar pra ser penetrada. Sem dizer nada, ele baixou a calça e a cueca ao mesmo tempo e agarrou ela pela cintura enquanto trocavam beijos molhados pra esquentar, ao mesmo tempo que enfiava a mão na virilha dela, esfregando o clitóris e colocando os dedos, tirava os dedos besuntados e voltava a acariciar o clitóris dela. Isso deixou ela muito excitada e ela esfregava a bunda contra o pau duro do colega, depois pegou ele com a mão e foi enfiando aos poucos até conseguir que entrasse tudo. fundo da buceta dela, depois de alguns minutos, ela trocou de posição e colocou as mãos na parede enquanto ele continuava metendo sem parar e sem tirar um instante, não demorou muito até que o ritmo das estocadas acelerou e a umidade aumentou a ponto de molhar as pernas dos dois, fazendo ela gemer apesar de tentar não fazer isso tapando a própria boca com a mão, mas quando as penetrações foram ficando cada vez mais fortes, ela teve que deixar sair porque precisou das duas mãos na parede pra evitar bater o rosto nela por causa das fortes arremetidas que levava, até que finalmente ele parou deixando ela com as pernas meio trêmulas e inevitavelmente escorrendo, por isso teve que se limpar com o que tinha à mão, depois disso arrumaram as roupas e sem falar nada a respeito subiram pra continuar trabalhando cada um na sua área só trocando um olhar ou outro de vez em quando, com certeza lembrando do que tinha rolado, mas uns meses depois na mesma empresa, no evento de fim de ano que aconteceu fora da cidade num chalé alugado pra ocasião, onde claro tinha dança, comida e bebida, ela passou um pouco da conta e começou a dançar muito colada com um colega que por sua vez era sobrinho da senhora da cantina e com quem, apesar de terem conversado pouco, a ocasião fez ela entrar fácil na confiança, teve momentos que dançando muito juntos e com passos sugestivos ela sentia como se a entreperna molhasse, mas dava um jeito e se afastava pra não cair em tentação, depois da meia-noite a festa tava cada vez mais quente e os drinks faziam o papel deles, os mais caretas já tinham ido embora e quem ainda ficava se deixava levar pelos instintos, entre eles minha esposa que já dançava bachata e reggaeton de perna aberta com o tal sujeito e até deixava ele apertar a bunda dela pra grudar mais no pau dele e assim roçar ainda mais a buceta dela, embora ele Tentei beijá-la várias vezes, mas ela não deixou pra evitar fofoca depois. Lá pras 3 da manhã ela me ligou e disse que uma amiga ofereceu a casa dela pra ficar, porque de madrugada o transporte era difícil e meio perigoso. Eu autorizei, pensando na segurança dela, então ela aceitou o convite sem pensar muito, sem saber do plano que o sobrinho da amiga tinha. Ele aproveitou a chance pra pedir pra tia deixar ele ficar também, porque morava longe. Como a casa tinha poucos quartos e camas, e a pedido do cara, a amiga colocou os dois no mesmo quarto e na mesma cama grande. Ela só tirou as botas e deitou. Ele, ao contrário, disse que não conseguia dormir de roupa porque era muito desconfortável e não descansava direito. Ela já desconfiava das intenções, mas não reclamou. Os dois se deitaram debaixo do edredom grosso, e com a cumplicidade do frio da madrugada, a tesão que ainda guardavam e as doses de bebida, foi inevitável juntarem os corpos. Ele abraçou ela de conchinha e ela se ajeitou, podendo sentir que ele já tava com uma puta ereção tentando se enfiar entre as nádegas dela. Não demorou pra ele procurar a boca dela e começarem os beijos apaixonados e os amassos de ambos os lados. Embora ela tivesse dormido de legging e uma blusa de botões comprida, ele habilmente enfiou a mão por baixo da blusa pra acariciar os peitos dela e depois deslizou por baixo da lycra até chegar na buceta molhada dela, esfregando os dedos enquanto entrava e saía besuntado, fazendo carícias circulares no clitóris e enfiando os dedos até o fundo de novo, enquanto ela correspondia colocando a mão dentro da cueca dele e masturbando ele de cima pra baixo, ao mesmo tempo que mexia a bunda e encostava mais a raba no pau dele. Aí ele ajudou ela a tirar o pau da cueca pra ela acariciar com mais liberdade, e de quebra puxou ela pelo cabelo e tentou... Baixei a cabeça dela pra ela chupar, e mesmo não sendo o que ela mais curte, o tesão não deixou ela recusar e ela começou a mamar freneticamente por uns dois minutos. Depois, ela baixou a lycra, virou de costas pra ele, puxou a calcinha fio dental pro lado, pegou a rola com a mão e começou a enfiar devagar entre os lábios da buceta. Ela já tava uma lagoa, então com quase nenhum esforço, a pica foi até o fundo da minha esposa, confirmando o quanto ela era puta, porque mais uma vez se deixou comer por outro homem e sem camisinha, já que a safadeza falou mais alto. Ficaram de ladinho por uns minutos até que ele deitou ela de barriga pra cima, desabotoou a blusa, tirou os peitos do sutiã e começou a chupar. Depois, segurou os tornozelos dela, levantou e abriu as pernas pra começar a meter de novo, assim ele podia ver, com a luz que vinha da rua, os peitos balançando e a cara de puta que ela fazia quanto mais forte ele batia. Depois de um tempo, ela virou de bruços na cama, e ele tentou enfiar no cu. Mesmo não sendo a ideia dela, ela tentou ajudar, levantou a bunda até a ponta entrar, mas não aguentou mais que duas ou três estocadas de dor. Então ela pegou a rola com a mão de novo e guiou direto pra buceta, e assim começaram a transar sem controle. Ele metia e tirava com força o pau, enquanto ela levantava e abria a bunda com as mãos pra ele ir ainda mais fundo. Dava pra sentir a umidade por todo lado e até ouvir um "ploc" cada vez que a pélvis dele batia na bunda dela. Depois de uns 20 minutos de rola sem parar, o ritmo aumentou até que ele gozou tudo dentro dela, deixando ela escorrendo quando tirou. Por causa do cansaço, ela dormiu do jeito que ele deixou. Só de manhã lembrou do que tinha rolado, se limpou com o lençol, levantou e... Cuidado pra não acordar ele, ela se vestiu e saiu pra casa sem se despedir de ninguém. Eu tava esperando ela, meio preocupado, embora ela tivesse me avisado que dormiria fora, mas obviamente tava longe de imaginar que ela vinha transada e cheia de porra de outro cara. Uns anos depois, quando ela começou a segunda faculdade no SENA, no hotel-escola do Ricaurte, tinha um professor que não disfarçava a vontade que sentia por ela, mas nunca tinha dito nada concreto, só uns comentários de duplo sentido, sondando o terreno pra ver se ela correspondia, o que parecia ser o caso. Enfim, várias vezes ela já tinha saído pra dançar com os colegas, mas os professores nunca iam, até que uma vez o tal professor se juntou a eles. E, claro, na balada, ela era com quem ele mais dançava. Ela tava com o uniforme do curso, que era uma calça e jaqueta de tecido, uma blusa de botões de manga longa e um gravatinha dourada em forma de losango. Já de noite, no meio das bebidas e das danças coladinhas, ele foi aos poucos insinuando a vontade que sentia por ela há tempos e que o que ele mais queria era que fossem pra outro lugar na hora. Ela sentia um misto de medo e vontade, mas se preocupava com o que os colegas iam pensar. Só que, com as experiências anteriores, a bebida e o calor, o medo foi embora. Além disso, ele deu a solução pra ninguém perceber: ele iria primeiro e ficaria num bar perto; depois de alguns minutos, ela avisaria pelo celular e se encontrariam numa rua próxima. Fizeram isso, e o encontro foi meio frio. Foram andando como dois amigos direto pra um hostel da área, mas quando entraram no quarto, soltaram os instintos e começaram a se beijar com gosto, enquanto as carícias ficavam cada vez mais ousadas. Ele passou a mão por baixo da calça dela, direto pra buceta, sentindo a umidade e enfiando os dedos nela uma vez e outra. Ela apertava o pau dele por cima da roupa enquanto os beijos continuavam, com a outra mão apertava as nádegas dele e de repente soltou a fivela e o botão da própria calça até ela cair nos pés dele, baixou a cueca um pouco e ela começou a acariciar o pau dele com as duas mãos, mas ele queria mais, então se afastou um pouquinho e com o olhar fez ela entender, na hora ela já estava de joelhos com a rola do professor na boca, quase não cabia mas ela era uma expert em chupar não importava o tamanho, enquanto chupava foi tirando a jaqueta e a calça, ficando só de fio dental e desabotoou a blusa e tirou os peitos do sutiã, ia tirar tudo mas a gravatinha impediu, foi quando ele falou pra ela ficar assim porque tava muito sexy e provocante além de deixar mais claro que finalmente ele tava comendo uma das alunas dele, depois de uns minutos ela parou de chupar e ficou de pé, ele deitou ela na cama, tirou a camisa e a cueca, ficou completamente pelado e assim se jogou em cima dela, que recebeu ele de pernas abertas pra continuar os beijos no pescoço e nos peitos também, sem esperar mais ele puxou o fio dental da minha esposa pro lado e meteu direto e até o fundo o pauzão enorme fazendo ela soltar um gemido que devia ter dado pra ouvir até no corredor, mas ninguém ligou pra isso e continuaram os movimentos frenéticos, os gemidos, respiração ofegante e aquele "chapisco" que rola a cada metida quando ela tá muito arrecha e a buceta fica igual uma lagoa, o suor também fazia mais sons invadirem o quarto ao roçar pele com pele, ela envolvia ele com as pernas em volta das costas e os braços em volta do pescoço, minha esposa não queria que parasse e pedia levada pelo tesão que metesse mais forte, que queria sentir o gozo quente dentro dela, tudo isso excitava ele tanto que perguntou se ela queria que tirasse a camisinha, ela muito caliente respondeu que ele fosse logo e a enchesse de porra de uma vez, rapidamente ele tirou e meteu de novo, mas dessa vez pele com pele, o que deixou ela ainda mais excitada e fez com que, depois de alguns minutos, ele finalmente esvaziasse todo o esperma dentro dela, ficando o quarto em silêncio absoluto por uns dois minutos, ele ainda continuava em cima dela com o pau mole dentro, mas quando voltaram à realidade, ela pediu pra ele deixar ela levantar e ir ao banheiro pra expulsar tudo, já que não podia chegar em casa assim, tomou um banho do pescoço pra baixo e se vestiu, enquanto isso ele já tinha feito o mesmo e esperou ela pra sair, lá fora ele acompanhou ela até pegar um táxi e assim ela chegou em casa, de novo toda revirada, comida de buceta e com restos de sêmen dentro, mas como se nada tivesse acontecido jantou, vestiu o pijama e fomos dormir, mas na semana seguinte, não satisfeita com aquela ocasião e como ela tinha ficado com vontade de mais, um dia que não teve aula ela teve que levar uns trabalhos pendentes pra ele, depois de procurar por vários salões encontrou ele no escritório dele, depois de revisar e ter uma conversa normal, ele fechou a porta e se aproximou por trás encostando o corpo contra o dela, deu beijos suaves no pescoço dela, segurou ela pela cintura e perguntou no ouvido o que ela tinha achado da vez anterior e se ela gostaria de repetir, ela excitada com a situação respondeu que sem dúvida faria de novo, mas que ali não dava, então ele apertou ela um pouco mais contra o corpo e começou a esfregar o pau nas nádegas dela enquanto procurava a boca dela e começou a beijar, ela correspondeu a tudo mexendo os quadris e esfregando a bunda contra a ereção que sentia, depois se virou e ficaram de frente e continuaram os beijos até que ela parou tudo e disse que não continuaria porque alguém podia chegar e se vissem seria um problema sério pra ambos, então ele confessou que já tinha planejado tudo e que naquele dia ele era o único no andar, e por isso a chamou naquela hora e naquele dia específico, pra ficarem tranquilos. No fundo, ela sabia que algo ia rolar, então como não tinha aula e não precisava usar uniforme naquele dia, vestiu uma minissaia curta, mas com um véu preto que ia até os tornozelos, disfarçando um pouco as pernas, uma tanga e um casaco fino com zíper até o pescoço, mas sem blusa por baixo, só o sutiã. Então, mais uma vez, se deixou levar pela tesão e mandou ele trancar a porta. Na hora ele fez isso, voltou pra perto dela e, tomado pelo desejo, levantou a saia dela quase até o peito e puxou a tanga até o joelho. Virou ela de costas e deitou de bruços sobre a mesa, com pressa abaixou a calça jeans e a cueca e começou a esfregar o pau entre as nádegas dela, procurando abrir caminho até chegar na entrada da buceta já bem molhada, prova de que queria ser penetrada de novo. Quando deslizou pra dentro dela, ela começou a gemer, mas teve que se segurar com medo. Isso deu mais coragem pra ele agarrar os quadris dela e puxar com força pra perto, enquanto o pau entrava e saía cada vez mais lambuzado da lagoa que ela já tinha entre as pernas. Já tinham transado uma vez sem camisinha, então era besteira usar agora, já que ela era operada e nenhum dos dois parecia ter doença. Assim, o contato pele com pele fazia a lubrificação dela aumentar tanto que dava pra sentir escorrendo pela perna, e pra ele dava ainda mais prazer, fazendo acelerar o ritmo. Ela apertava forte com as mãos a borda oposta da mesa, enquanto a mesa parecia que não ia aguentar tanta agitação. Ela estava de cabeça baixa, com o cabelo todo caindo dos lados do rosto, quando ele agarrou ela pela nuca e começou a puxar, levantando a cabeça dela enquanto a penetrava cada vez mais rápido e forte. Assim, depois de uns 15 minutos, ele não aguentou mais. Mais uma vez, ele deixou todo o leite dele dentro da minha esposa, o sem-vergonha, e a putinha (falo com carinho) ficou paradinha, como se esperasse ele esvaziar tudo. Tanto que, quando ele tirou, escorreu pelas pernas dela e até caiu um pouco no chão. Mesmo ainda com muita vontade, ela deu um jeito de se limpar e foi pro banheiro do andar, ficou um tempão sentada no vaso esperando sair tudo que tinha lá dentro. Depois, se limpou o melhor que pôde, arrumou a roupa e foi pegar o Transmilenio. Na estação, não conseguia evitar de se sentir desconfortável, porque sentia algo escorrendo de dentro e o cheiro de sexo ao redor. Mas pegou o primeiro ônibus e foi pra casa. De noite, cheguei do trabalho e ela me recebeu como sempre. Já era uma expert em dar pra outros e chegar em casa como se nada tivesse acontecido. Talvez até tenha me procurado pra matar a vontade que deixaram nela, e eu, inocente, achando que ela só tinha transado com outro mais uma vez. Mas tudo bem, não reclamo. No fim, tenho que confessar que gosto que ela seja puta e que comam ela, ou melhor, que ela coma o que quiser, mas que comam bem, senão pra quê? No fim, só ela vai saber o que é verdade ou não, se fui curto ou se minha imaginação tá na medida da realidade.

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