A Influencer e o Feioso

Valentina era uma influenciadora do bairro: linda, arrogante, ambiciosa. Ela dispensava todo mundo que não pagasse ou não estivesse à altura do padrão dela. Já o Damião era quieto, tímido, mas inteligente. Pobre, sem muita sorte na aparência… e com um segredo. O Damião via ela passar todo dia com a jeans apertada, os óculos de marca e aquele olhar que dizia: "você não me merece". Ele já tinha falado com ela uma vez.

— Um café, Valentina?
— Com você? Qualé… nem com fome.

Doeu. Mas também motivou ele.

Ele tinha algo guardado. Um dispositivo que criou depois de anos estudando neuroprogramação. Uma mistura de sons, frequências e luz pulsada. Nada científico comprovado, mas… funcionava. Pelo menos nos testes dele.

— Vamos ver se a rainha consegue resistir a isso — pensou.

Ele esperou ela na frente da academia. Pediu só pra ela ver um vídeo no celular dele.

— É um filtro novo de beleza, Valentina. Pra você que curte coisa fina…

Ela, toda vaidosa, topou. Olhou pra tela.

E em segundos, a expressão dela mudou.

— Que…? Tô me sentindo… tesuda.

— Só escuta — falou Damião, ativando o tom grave —. Você vai fazer o que eu mandar. E vai adorar.

Ela piscou devagar. A voz ficou suave, submissa.

— Sim… o que você quiser.

No apartamentinho dele, a Valentina já não era a diva orgulhosa. Tava de joelhos, pelada, com a língua pra fora, esperando instruções.

— O que você é, Valentina?
— Sua putinha obediente, Damião…
— Quer que eu te use?
— Quero… me usa. Enfia em mim do jeito que você quiser…A Influencer e o FeiosoDamián tirou pra fora, uma rola, grossa, dura, comprida de quase 28cm enquanto ela abria a bunda e a boca ao mesmo tempo, implorando pra receber. Ele meteu até o fundo da garganta, segurando ela pelo cabelo. — Nunca pensou que ia dar pra mamar a rola do "feio", né? — Mas eu adoro... sua rola é minha, papai... — ela gemeu, enquanto chupava. Depois colocou ela de quatro, abriu bem as nádegas e meteu de uma vez, na buceta, sem piedade. Valentina gritava de prazer, cavalgava aquela rola de costas, pedia tudo: no cu, na cara, em cima da cama ou no chão sujo. — Goza na minha boca, papai. Nos meus peitos. Sou toda sua.vadiaE ele gozou como um animal no corpo perfeito dela, marcando a pele como o novo dono. Desde então, Valentina o chamava de dono. Nas redes, continuava sendo a estrela, mas em particular, era a escrava de quem um dia ignorou. Toda noite, ele ativava o áudio pra ela. E toda noite, ela caía de joelhos, pronta pra realizar as fantasias mais selvagens dele. Porque no mundo dela… já não existia orgulho. Só prazer.gostosaValentina acordou na cama do Damián. Toda dolorida. Suada. As pernas ainda tremendo do orgasmo múltiplo que deixou ela rouca na noite anterior. Tava pelada, cabelo bagunçado e maquiagem borrada.
—Que porra…?
As imagens vinham na cabeça dela como flashes: a boca dela cheia chupando a pica dele, o cu aberto recebendo ele com tudo, a voz dela implorando por mais, enquanto cavalgava que nem uma louca. Aquele cara que ela nunca teria tocado.
—Você me hipnotizou, filho da puta?
Damián olhou sério pra ela, sem negar nada.
—Sim. E não me arrependo. Mas nunca te forcei… só deixei teu corpo se expressar sem o teu ego.
Ela encarou ele por um tempão… e em vez de bater nele, suspirou.
—Filho de uma puta… o pior é que eu adorei.
—Sabe de uma coisa? —ela falou, vestindo uma camiseta dele—. Se você tivesse chegado assim desde o começo, talvez até tivesse me dado bola. Você tem algo grande… selvagem, sujo, real.
—Mas eu não tenho grana, nem aparência…
—Por enquanto —ela respondeu, sorrindo que nem uma gata—. Eu sei transformar qualquer coisa num produto quente. Você tem uma pica deliciosa, uma mente torta… e agora tem minha atenção.
Camila propôs algo que pra ele parecia impossível:
—Vamos criar conteúdo juntos. Erótico, explícito, mas artístico. Com roteiros, cenas quentes, dominação, jogos de papéis. Eu boto a câmera, a edição e o marketing. Você… me come igual ontem à noite.vadiaEm poucos meses, a conta conjunta "Val e Damián XXX" explodiu. Vídeos de roleplay intenso: ela como executiva dominadora, ele como o funcionário; depois ele como professor, ela como coleguinha submissa. Sexo anal, oral, suruba, palmadas, óleo, câmera em POV... tudo gravado com estética e paixão bruta.

Ela o vestiu melhor, treinou ele na oratória, ajeitou a barba e até ensinou ele a olhar com malícia pra câmera.
— Agora sim você parece um deus do pornô — dizia ela enquanto cavalgava o pau dele num vídeo ao vivo com milhares de espectadores.

Não foi amor à primeira vista. Foi desejo. Depois cumplicidade. E aí, fogo compartilhado.

— Você me fez sentir coisas que nenhum gostoso me deu. Ninguém me arrombou assim — confessou Valentina uma noite, acariciando o peito dele depois de gravar uma cena onde ele fez ela esguichar na cara dele.

— E você me deu o que eu achava impossível... você.

Eles se beijaram. Não como atores. Mas como o que agora eram: dois viciados em sexo... e no sucesso que construíram juntos.Relatos eroticos

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