

Faz um tempo que voltei pra minha cidade natal pra trabalhar e um dia passei pelo meu bairro antigo, onde brincava quando era criança. Fiquei surpreso, porque tava tudo mudado. Alguns dos meus amigos de infância ainda moravam lá, parei pra bater um papo e relembrar os velhos tempos. De repente, apareceu ela, Ana, 70 anos. — Oi, bom dia, você não é o filho de...? — Oi, bom dia, sim, sou eu mesmo, o mais velho. — Como você cresceu! Lembra de mim? — Olha, faz uns 35 anos, tenho uma vaga lembrança, mas não me recordo direito, me perdoa. É a idade, ha ha. — Sou a Ana, filha de... morava a duas casas de onde você morava. O que acontece é que sou 25 anos mais velha que você, muleque. — Muleque ha ha, tomara que eu já não esteja passado do ponto. Como eu tava no carro da empresa, ela sacou qual era a minha. — Ah, já vi no que você trabalha. Dá pra passar lá em casa e me dar uma consultoria? Preciso reformar minha casa. — Beleza, me passa o endereço que eu vou. Marquei uma tarde, umas 14h, e fui. — Oi, boa tarde, Ana, como cê tá? — Boa tarde, muleque, já começamos errado. Como é que vai me tratar de senhora? Me chama de Ana ou Anita, como todo mundo no bairro me chama. — Beleza, Anita, com licença, posso entrar? — Pode sim, desculpa, entra que eu te mostro. Ela me levou pro fundo, onde mostrou o que queria fazer. — Se quiser, pode ir fazendo o que quiser, que eu vou dar uma volta. — Beleza, ok. Ana foi pra dentro de casa e eu fiquei tirando medidas e fazendo um esboço pra mostrar pra ela. Lá de dentro, Ana me chamou. Fui, e ela tinha trocado de roupa: vestiu uma legging fúcsia e um top combinando. Entrei, ela chegou perto e, sem rodeios, falou: — É verdade que você tem um pauzão e por isso tem esse apelido? Acho que minha cara deve ter sido de susto, porque Ana começou a rir pra caralho. — E aí, muleque, vai responder? Olha que eu não sou de ficar enrolando. — Sei não se mentiram pra você, mas as mulheres que peguei dizem que eu tenho grande. — Se eu não vejo, não posso opinar. Ela chegou mais perto, me deu um beijo de língua na hora e passou a mão no meu pau por cima da calça. Começou a descer, desabotoou meu cinto e puxou pra baixo. calça me sobe a pica por cima da cueca e ela fala A- mmmm como isso tá ficando - começa a baixar e sai minha pica tipo morcilona e na hora começou a me fazer um boquete como se fosse a última pica que ela fosse comer A- glup glup é verdade que pica que tu tem guy glup glup o que eu vou comer agoraaaa Ana falava e balançava a cabeça enquanto minha pica sumia na boca dela. Levantei ela, tirei o top e chupei bem os peitos até os bicos ficarem duros que nem pedra. Ela tinha se molhado tanto que dava pra ver na legging, puxei pra baixo de uma vez, enfiei 2 dedos de uma só vez e saía tanto fluxo que parecia que ela tinha mijado. A- vem vamos pro quarto e me puxou pela mão. Ela se jogou em cima da cama e ficou de costas, abriu as pernas e comecei com um trabalho fino A- vem neném chupa minha buceta e meu cu, dá língua em toda a racha do cu até a buceta e parava no clitóris A- nãoooo filho da puta não pode chupar meu cu e minha buceta assimiiii FILHA DA PUTAAAAA. Me come, me comeeeeeee E continuei com a língua e língua, ela se revirava na cama e pedia pra eu comer ela. Me deu uma camisinha, coloquei, cuspi na entrada e a buceta entrou como se tivesse vaselina, pernas no ombro e batia meu corpo contra o da Ana plaf plaf plaf. Sem tirar a camisinha, viramos e fiquei de costas, ela começou a pular enfiando a pica até o saco A- AHHHH QUE PICA EU TÔ COMENDO AHHHHH. Ana falava, os dois suados do movimento sexual que a gente tava tendo. Virei ela de 4, parei na bunda carnuda que ela tem, esfreguei na entrada da buceta. A- para para neném ARROMBA MEU CU COM ESSA PICA Língua e dedo até dilatar e enfiei até a cabeça entrar A- AHHHHH FILHO DA PUTA É ENORME, FILHO DA PUTA, ARROMBA LOGO e de uma vez tudo pra dentro, como comia aquela bunda enorme, montei tipo cachorro e comecei a bombar como se quisesse quebrar ela toda, nossos gemidos Misturaram e enchi o forro de leitão. Tirei com cuidado e caímos exaustos, cada um de um lado, até recuperar o fôlego. — Nossa, que carneada gostosa você me deu, sua fama não é mentira, QUE PAU EU COMI. Disse a Ana, me levantei, fomos ao banheiro pra um banho rápido, onde nos olhamos mutuamente prometendo mais encontros.
3 comentários - Madura me encarou de frente