Uns dias atrás, postei um primeiro relato sem esperar nada em troca, só pelo fato de contar uma experiência própria de como começamos com minha mina no mundo "liberal", mas recebi várias mensagens de agradecimento, outras com interesse em saber mais e algumas até confessaram ter ficado com tesão.. Por isso quero compartilhar com vocês um segundo relato.. Tudo é real, somos um casal estabelecido que aos poucos vai quebrando as barreiras do próprio estigma.
Naquela manhã de quinta-feira, eu tinha que resolver um tramite no centro, era só pegar um papel, nada que me atrasasse muito. A Naty tava em casa, então quis me acompanhar e fomos nós. Pegamos o trem, passamos no escritório, depois almoçamos alguma coisa pelo caminho e lá pelas 15h já estávamos livres. As opções eram continuar andando e visitar o centro, algo do dia a dia, ou voltar pra casa. Mas ela sabe que eu sempre tenho um ás na manga. E, esperando o momento certo, propus ir pro cinema pornô..
Eu já conhecia, já tinha ido em vários e todos mais ou menos funcionam do mesmo jeito, quem conhece sabe do que eu tô falando. Mas nunca tinha ido com uma mulher.. e naquela tarde fui com minha mina. Pagamos a entrada, descemos umas escadas, o lugar ia ficando escuro e começamos a cruzar com as primeiras pessoas. Lembro daqueles olhares de surpresa, os olhos daqueles caras pareciam injetados de testosterona, minha mina era tipo um filé numa jaula de leões famintos.
Caminhamos pelo corredor e entramos na primeira sala, era sexo gay, então voltamos na hora pro corredor com intenção de continuar explorando o lugar. Lembro que, mesmo não estando lotado, tinha gente indo e vindo pelos corredores e salas. A gente também.. em cada porta que passávamos, entrávamos pra ver do que se tratava. As primeiras 3 ou 4 salas continuavam sendo de sexo gay, então não eram muito do nosso interesse. Quando chegamos numa sala hétero, ficamos parados num canto, lá no fundo, como se fôssemos dois Convidados que chegam a uma festa onde não conhecem ninguém. Em questão de segundos a sala lotou, parecia que ia começar a estreia mais esperada do ano, os homens passavam, devoravam minha namorada com os olhos, alguns sentavam, outros ficavam parados do nosso lado, começaram a nos cercar por todos os lados.
De repente, o cinema se "heterossexualizou". A verdade é que foi uma situação meio desconfortável pra Naty, que era a primeira vez que visitava um lugar desses. Logo ela quis sair pra procurar outra sala.
Já de novo nos corredores, viramos e vimos que uma tropa de canibais estava nos seguindo. Ia ser difícil, pensei...
Entramos na segunda sala hétero e a mesma coisa, ficamos do lado da porta, era um filme de gangbang... num piscar de olhos a sala lotou de novo. Fiquei atrás da Naty, abraçando ela por trás, tentando passar um pouco de tranquilidade. Ficamos assim e começamos a ver o que rolava.
Era óbvio... todo mundo começou a pelar a pica como se nada, alguns olhavam de canto, outros batiam uma na direção da Naty, outros até olhavam da porta, que nessa altura já estava praticamente bloqueada por homens.
Comecei a beijar o pescoço da Naty, sei que é o ponto fraco dela... comecei a acariciar os peitos dela e usei a palavra: buceta, minha pica apoiada na bunda dela estava dura igual aço... ela gostava... dava pra notar que ainda estava bem desconfortável, mas não resistia. O filme tinha atravessado a tela, ela era a protagonista. Era uma mulher e 7, 8, vai saber quantas picas tinha ao redor. Todos se masturbando, esperando a Naty se ajoelhar... ela, bem molhada, no entanto, me pediu pra continuar andando pelo lugar. Então saímos e, mais uma vez, estávamos nos corredores, nervosos, mas excitados.
Encontramos uma área de cabines com gloryhole. E entramos numa... fechamos a porta, era uma cabine meio pequena com uma cadeira e uma telinha onde tinha uma espécie de Painel para escolher filmes. A Naty sentou, eu procurei um filme, me virei, levantei ela da cadeira e começamos a nos beijar apaixonadamente. Dava pra sentir a vibe do lugar, o cheiro de testosterona no ar. Um pouco de privacidade naquele momento era o que a Naty precisava. Então ela começou a chupar minha rola, depois se virou e se ajoelhou na cadeira com a cara quase na parede. Comecei a meter nela, eu tava muito tesudo, ela também tava toda molhada, gemia como se quisesse que ouvissem. Tanto que, por trás, lá embaixo no buraco, de repente vi alguém ajoelhado também gemendo. Eu tinha em primeiro plano a bunda da Naty de quatro, toda entregue, minha rola entrando na buceta molhada dela, era óbvio que ele tinha uma visão privilegiada da situação. Eu metia nela e podia ver do meu lado, lá embaixo, ele se masturbando. Eu gostava... já tava quase explodindo, mas tentava segurar pra continuar curtindo aquele tesão gostoso. Mas de repente esse cara meteu a mão pelo buraco e começou a me acariciar, querendo enfiar os dedos no meu cu... não consegui resistir mais... em questão de segundos, enchi a bunda da Naty de porra. Antes que ela se virasse e se limpasse, fechei o buraco colocando a pequena trava que eu tinha. Ela não percebeu nada porque tava de costas.
A Naty se limpou, eu também, demos um beijo, um abraço e saímos.
Já na rua, indo pegar o ônibus e conversando sobre tudo que a gente tinha vivido, contei pra ela o que rolou no gloryhole e ela confessou que algumas coisas ali tinham agradado ela. O resto é uma porta aberta pra outras aventuras...
Espero que tenham gostado do relato e que não me estendi demais. Comentem também no privado o que acharam, se gostariam que eu compartilhasse outra experiência e o que posso melhorar no relato. Toda crítica construtiva serve pra somar.
Naquela manhã de quinta-feira, eu tinha que resolver um tramite no centro, era só pegar um papel, nada que me atrasasse muito. A Naty tava em casa, então quis me acompanhar e fomos nós. Pegamos o trem, passamos no escritório, depois almoçamos alguma coisa pelo caminho e lá pelas 15h já estávamos livres. As opções eram continuar andando e visitar o centro, algo do dia a dia, ou voltar pra casa. Mas ela sabe que eu sempre tenho um ás na manga. E, esperando o momento certo, propus ir pro cinema pornô..
Eu já conhecia, já tinha ido em vários e todos mais ou menos funcionam do mesmo jeito, quem conhece sabe do que eu tô falando. Mas nunca tinha ido com uma mulher.. e naquela tarde fui com minha mina. Pagamos a entrada, descemos umas escadas, o lugar ia ficando escuro e começamos a cruzar com as primeiras pessoas. Lembro daqueles olhares de surpresa, os olhos daqueles caras pareciam injetados de testosterona, minha mina era tipo um filé numa jaula de leões famintos.
Caminhamos pelo corredor e entramos na primeira sala, era sexo gay, então voltamos na hora pro corredor com intenção de continuar explorando o lugar. Lembro que, mesmo não estando lotado, tinha gente indo e vindo pelos corredores e salas. A gente também.. em cada porta que passávamos, entrávamos pra ver do que se tratava. As primeiras 3 ou 4 salas continuavam sendo de sexo gay, então não eram muito do nosso interesse. Quando chegamos numa sala hétero, ficamos parados num canto, lá no fundo, como se fôssemos dois Convidados que chegam a uma festa onde não conhecem ninguém. Em questão de segundos a sala lotou, parecia que ia começar a estreia mais esperada do ano, os homens passavam, devoravam minha namorada com os olhos, alguns sentavam, outros ficavam parados do nosso lado, começaram a nos cercar por todos os lados.
De repente, o cinema se "heterossexualizou". A verdade é que foi uma situação meio desconfortável pra Naty, que era a primeira vez que visitava um lugar desses. Logo ela quis sair pra procurar outra sala.
Já de novo nos corredores, viramos e vimos que uma tropa de canibais estava nos seguindo. Ia ser difícil, pensei...
Entramos na segunda sala hétero e a mesma coisa, ficamos do lado da porta, era um filme de gangbang... num piscar de olhos a sala lotou de novo. Fiquei atrás da Naty, abraçando ela por trás, tentando passar um pouco de tranquilidade. Ficamos assim e começamos a ver o que rolava.
Era óbvio... todo mundo começou a pelar a pica como se nada, alguns olhavam de canto, outros batiam uma na direção da Naty, outros até olhavam da porta, que nessa altura já estava praticamente bloqueada por homens.
Comecei a beijar o pescoço da Naty, sei que é o ponto fraco dela... comecei a acariciar os peitos dela e usei a palavra: buceta, minha pica apoiada na bunda dela estava dura igual aço... ela gostava... dava pra notar que ainda estava bem desconfortável, mas não resistia. O filme tinha atravessado a tela, ela era a protagonista. Era uma mulher e 7, 8, vai saber quantas picas tinha ao redor. Todos se masturbando, esperando a Naty se ajoelhar... ela, bem molhada, no entanto, me pediu pra continuar andando pelo lugar. Então saímos e, mais uma vez, estávamos nos corredores, nervosos, mas excitados.
Encontramos uma área de cabines com gloryhole. E entramos numa... fechamos a porta, era uma cabine meio pequena com uma cadeira e uma telinha onde tinha uma espécie de Painel para escolher filmes. A Naty sentou, eu procurei um filme, me virei, levantei ela da cadeira e começamos a nos beijar apaixonadamente. Dava pra sentir a vibe do lugar, o cheiro de testosterona no ar. Um pouco de privacidade naquele momento era o que a Naty precisava. Então ela começou a chupar minha rola, depois se virou e se ajoelhou na cadeira com a cara quase na parede. Comecei a meter nela, eu tava muito tesudo, ela também tava toda molhada, gemia como se quisesse que ouvissem. Tanto que, por trás, lá embaixo no buraco, de repente vi alguém ajoelhado também gemendo. Eu tinha em primeiro plano a bunda da Naty de quatro, toda entregue, minha rola entrando na buceta molhada dela, era óbvio que ele tinha uma visão privilegiada da situação. Eu metia nela e podia ver do meu lado, lá embaixo, ele se masturbando. Eu gostava... já tava quase explodindo, mas tentava segurar pra continuar curtindo aquele tesão gostoso. Mas de repente esse cara meteu a mão pelo buraco e começou a me acariciar, querendo enfiar os dedos no meu cu... não consegui resistir mais... em questão de segundos, enchi a bunda da Naty de porra. Antes que ela se virasse e se limpasse, fechei o buraco colocando a pequena trava que eu tinha. Ela não percebeu nada porque tava de costas.
A Naty se limpou, eu também, demos um beijo, um abraço e saímos.
Já na rua, indo pegar o ônibus e conversando sobre tudo que a gente tinha vivido, contei pra ela o que rolou no gloryhole e ela confessou que algumas coisas ali tinham agradado ela. O resto é uma porta aberta pra outras aventuras...
Espero que tenham gostado do relato e que não me estendi demais. Comentem também no privado o que acharam, se gostariam que eu compartilhasse outra experiência e o que posso melhorar no relato. Toda crítica construtiva serve pra somar.
4 comentários - Primera vez en el cine porno con mi novia.