43📑Vacaciones en las Termas

O vapor flutuava sobre a água como um lençol preguiçoso. As termas, no alto da serra, pareciam um refúgio de outro mundo. Aquele grupo de famílias — amigos de longa data, com seus filhos já adolescentes ou jovens — tinha se instalado nas cabanas de madeira próximas, fugindo do calor do vale e buscando um descanso merecido.

Clara tinha 19 anos e estava mais gostosa do que nunca. O corpo recém-florescido tinha curvas que ela mal conseguia esconder, e um fogo interno que ninguém suspeitava. Filha única, rebelde em segredo, se entediava com os caras da idade dela. Na noite anterior, tinha dado em cima de um dos filhos dos amigos do pai, mas a atenção dela se desviou completamente na manhã seguinte.

Ela desceu cedo, enquanto os outros ainda dormiam, enrolada numa toalha curta e com um biquíni minúsculo por baixo. Queria nadar sozinha nas águas fumegantes, aproveitar o silêncio. Mas ao se aproximar da piscina natural, viu ele.

Alejandro.

O melhor amigo do pai dela.

Devia ter uns quarenta e poucos anos. Alto, corpulento, ombros largos, cabelo escuro salpicado de grisalhos, uma sombra de barba, e um corpo trabalhado sem exagero, mas com força evidente. Estava de pé dentro da água, sozinho, com os olhos fechados, respirando o vapor com prazer. E estava completamente pelado.

Clara parou atrás de um arbusto de samambaias. O coração dela batia que nem louco. Algo naquele homem sempre a intrigava: a voz grave, o jeito de olhar pra todo mundo sem pressa, a confiança tranquila. Mas o que ela tinha diante dos olhos agora mudou o corpo dela pra sempre.

A ereção dele era bestial.

Emergia da água como uma lança, grossa, dura, vibrante. Ele não tocava nela, não se mexia, simplesmente a carregava com uma naturalidade animal, como se não ligasse pro mundo. Clara engoliu saliva. Sentiu um tremor percorrer a barriga dela. Apertou as pernas, sentindo a umidade quente entre elas que não tinha nada a ver com as termas.

Ela ficou ali, espiando, até que ele finalmente mergulhou e saiu. Caminhando por uma das pedras. A água escorria pelo peito dele, descia pelos abdominais, e o pau dele continuava ali, orgulhoso, balançando entre as pernas. Nunca a viu. Nem um olhar. Nem um sinal. Mas Clara já não era a mesma. Naquela noite, na cabana, mal conseguiu dormir. Imaginou a piroca dele roçando na boca dela, nos peitos, entre as coxas. Imaginou ele agarrando ela com aquela força serena e metendo sem aviso, sem palavras. Mordeu o travesseiro. Enfiou a mão entre as pernas e se masturbou como nunca antes, pensando nele. Alejandro. O amigo do pai dela. No dia seguinte, vestiu um biquíni menor, vermelho fogo, e desceu sozinha para as termas. Sabia que ele costumava ir cedo, então fingiu surpresa quando o encontrou lá. — Tão cedo, Clara? — ele disse, gentil, sem malícia. — Não conseguia dormir — respondeu ela, baixando os olhos, mas deixando o corpo falar. Entrou na água devagar, deixando os peitos balançarem sob o pano molhado, e sentou perto. Muito perto. Ele não olhava pra ela. Falava de bobeiras. Da paisagem. Das montanhas. Mas Clara decidiu não desistir. Queria ele. Ia provocar até fazer ele ser dela. Chegou mais perto de novo, nadando feito uma sereia. — E sua esposa? — perguntou de repente, com voz suave. Ele piscou, surpreso. — O quê? — Sua esposa… não veio? — A gente se separou há um ano — respondeu ele, sem rodeios. Clara sentiu uma faísca no peito. — Sinto muito — disse, embora não fosse verdade. — Não precisa. Foi o melhor. Fez-se um silêncio. Ele se levantou. A sombra do corpo dele se impôs de novo, e mesmo com o short cobrindo, Clara percebeu o volume. Não tão evidente como naquele primeiro dia, mas presente. — Vou fazer um café. Quer um? — Quero — respondeu ela na hora, aproveitando pra andar atrás dele ao sair da água. Subiu a pedra, molhada e escorregadia. Fingiu um tropeço. Caiu, bem contra as costas dele. — Ai! Desculpa… — murmurou, rindo. O corpo dela encostou no dele por completo. O calor da pele dele, a firmeza. dos seus músculos, o roçar da bunda dela contra a coxa dele. Por um segundo, ele não se mexeu. Depois se afastou com cuidado.
—Calma. Você tá bem?
—Tô —ela sussurrou, olhando nos olhos dele pela primeira vez, de pertinho.
Ele sustentou o olhar… mas só por um segundo.
E baixou a vista.
—Vamos.

No resto do dia, ela se dedicou a provocar ele de longe. Passava na frente da cabana dele de toalha, se abaixava demais quando pegava alguma coisa, falava com ele num tom mais baixo que com os outros. Alejandro não reagia. Mas também não fugia.
Parecia que ele tava esperando ela. Medindo ela. Deixando ela brincar com fogo pra ver se ela se queimava sozinha.

Clara tava no limite.

Naquela noite, enquanto todo mundo jantava na mesa comprida debaixo do toldo de madeira, ela se aproximou e sentou do lado dele, se apertando no braço dele enquanto falava. O pai dela, uns lugares pra lá, ria com os outros, sem perceber nada.
Clara roçou ele “sem querer” com o peito enquanto passava uma taça. Depois com a perna dela debaixo da mesa.
Ele não disse nada. Mas olhou pra ela. Finalmente. Um olhar longo. Fundo.
E Clara sentiu que alguma coisa acendia dentro dele.

Talvez ainda não fosse acontecer nada. Mas a caçada tinha começado.

A noite tava morna, carregada de umidade e cheiro de pinho molhado. O grupo continuava bebendo ao redor da fogueira, rindo com histórias velhas, alheios a tudo. Clara não tinha provado nem uma gota de álcool. Não queria perder o controle. Queria pegar ele.

Alejandro tinha ido pra cabana dele depois das dez, com uma xícara de chá na mão. Tinha dado tchau com aquele sorriso calmo, discreto, e ninguém pareceu notar. Ninguém, exceto Clara.

Ela esperou uns minutos e também se levantou. Fingiu que ia no banheiro, mas em vez de ir pro módulo comum, caminhou descalça, com uma camiseta leve e um short branco que deixava as pernas dela de fora, rumo à porta da cabana dele.
Bateu uma vez.
—Sim?
—Sou eu —ela disse, segura.
Silêncio.
Depois, a porta se abriu devagar.

Ele tava sem camisa, só com uma calça de pijama folgada, o cabelo molhado do banho. Um Um cheiro limpo, masculino, encheu o ar. —Clara, tem alguma coisa? —Não. Só… queria conversar —murmurou, baixando os olhos—. Posso entrar? Ele hesitou. Mas se afastou. Ela entrou, devagar. A cabana era pequena, com uma luz quente. A cama desfeita, o vapor ainda no ar. Ela fechou a porta atrás de si. —E sobre o que você queria falar? —perguntou ele, se apoiando no batente, de braços cruzados. Ela se aproximou. Devagar. Seus pés descalços não faziam barulho na madeira. —Não sei como dizer —sussurrou—. Mas acho que você já sabe. Ela olhou nos olhos dele. A tensão era elétrica. Alejandro respirou fundo. —Clara… —disse, com voz grave—. Você não devia estar aqui. —Mas estou. E então ela fez. Sem aviso, sem hesitação, tocou ele. A palma da mão foi direto no volume que pendia sob a calça. Quente, pesado, crescendo. Agarrou com decisão, como se tivesse desejado aquilo por anos. Ele apertou a mandíbula, mas não a deteve. —Clara… não fode… —murmurou, fechando os olhos, tenso. —Não fode? —sussurrou ela, se aproximando mais, o corpo colado no dele—. Eu vi você. Lá embaixo, nas termas. Você tava duro que nem pedra e não tinha ninguém. Só você… e eu, olhando. Por entre os arbustos. Acha que eu esqueci? A mão dela continuava ali, acariciando, medindo a grossura, sentindo como crescia sob os dedos. Alejandro respirava pesado. Mas não dizia mais nada. —Não sou uma criancinha, Alejandro. Tenho 19. E tô morrendo de vontade de sentir. De te ver pelado de novo. De te tocar sem roupa. De abrir as pernas e… —Chega! —disse ele de repente, segurando o pulso dela com firmeza. Mas não era rejeição. Os olhos dele queimavam ela. A ereção dele era brutal sob a calça, pulsando. Ela olhou pra ele, desafiadora, sem medo. —Não me para se você também quer. Eles ficaram em silêncio. Ela, quase sem fôlego. Ele, com o peito ofegante. —Vai embora —disse ele finalmente, com voz rouca, soltando o pulso dela—. Se ficar mais um segundo, não me responsabilizo. Clara sorriu. E foi embora. Mas a última coisa que fez, antes de cruzar a Porta, ela lambeu a palma da mão. A mesma que tinha tocado ele. Como se fosse um manjar. Naquela noite, Clara não dormiu. Deitada na cama, com o short molhado de desejo, não pensava em outra coisa senão nele. Em como ele tremeu quando ela tocou o volume dele. Em como ele olhou pra ela, todo excitado, lutando contra algo que estava prestes a explodir. Às três da manhã, o silêncio era absoluto. As outras cabanas apagadas, a montanha dormindo. Clara se levantou, nua, e se olhou no espelho. Seus mamilos estavam duros, escuros, como se esperassem uma língua. Sua buceta, molhada e pulsante. Ela não ia esperar mais. Vestiu só um roupão curto, sem nada por baixo, e andou descalça até a cabana de Alejandro. Bateu uma vez. Silêncio. Bateu de novo. A porta se abriu. Ele estava com os olhos sonolentos, o torso nu, e a mesma calça de pijama folgada. Mas assim que a viu — só o roupão, a respiração acelerada —, franziu a testa. — Clara… de novo? Ela não respondeu. Empurrou a porta e entrou. — Te falei pra não vir — murmurou, mas a voz já não era firme. Estava rouca. Tentada. Clara parou no meio do quarto. Abriu o roupão. Deixou cair no chão. Ficou completamente nua na frente dele. A pele quente, macia, exposta. Os mamilos eriçados. A xota depilada. As pernas ligeiramente abertas. O olhar fixo nele. — Quer que eu vá embora? — perguntou baixinho. — Então olha isso antes.43📑Vacaciones en las TermasSentou na beira da cama, de pernas abertas. Uma mão foi direto pros lábios da buceta, separando eles sem vergonha. A outra subiu pras tetas, amassando o mamilo. —Olha como eu tô por sua causa… —sussurrou. Enfiou dois dedos na buceta, gemendo baixinho, e depois levou eles na boca, chupando devagar. Alejandro não se mexia. Mas os olhos dele eram fogo. A respiração, ofegante. E o volume por baixo da calça já não dava pra esconder. —Sonhei com você ontem à noite —continuou ela, se masturbando sem medo, ofegando a cada toque—. Que você me agarrava forte, que me arrebentava com essa pica enorme. Que me fazia sua, sem parar, até eu chorar de prazer… Alejandro deu um passo. Depois outro. Quando chegou na frente dela, segurou o pulso dela com força. —Você não sabe no que tá se metendo, Clara. —Claro que sei —ofegou ela—. Tô pronta. Então ele se inclinou. Os lábios dele prenderam os dela num beijo selvagem, quente, desesperado. Jogou ela na cama num movimento só, e as mãos dele viraram bichos: tetas, cintura, coxas, boca, tudo ao mesmo tempo. Abriu a calça, liberando a ereção. Ela olhou, devorando ele com os olhos. —É maior do que eu lembrava —sussurrou, tremendo. Ele abriu as pernas dela sem delicadeza, esfregou a ponta da pica contra os lábios molhados da buceta, e encarou ela. —Não tem volta —disse ele. —Me come —gemeu ela—. Agora. E ele penetrou ela com uma estocada funda, inteira, brutal. Clara arqueou as costas, gritando de prazer. O silêncio da montanha se quebrou de vez. A primeira enfiada foi um choque elétrico. Clara sentiu tudo: a grossura, a dureza, o jeito que ele abria ela como nenhum garoto tinha feito antes. Alejandro não tinha pressa, mas também não tinha pena. Olhava ela com os olhos escuros, dominantes, e cada movimento dele era preciso, selvagem, inevitável. —Era isso que você queria? —murmurou ele, enfiando até o fundo da buceta, enquanto segurava os pulsos dela. —Sim! —gritou ela, com as costas arqueadas. pernas abertas, tremendo—. Mais… mais forte… Alejandro se inclinou, chupando o pescoço dela, descendo até os peitos. A boca dele prendeu um mamilo e chupou como se quisesse esvaziá-la. A língua rodeou enquanto ela se sacudia debaixo dele, sem conseguir segurar os gemidos. —Você tem uns peitos lindos, gata —sussurrou contra a pele dela—. Vou deixar eles cheios da minha saliva. Chupou os dois mamilos, mordeu, acariciou com a palma enquanto metia o pau dentro dela, cada vez mais fundo. Clara sentia até o fundo da barriga. Mas ele não parou por aí. Se afastou de repente, deixando o pau pulsando, pingando desejo. Pegou ela pela cintura e virou de bruços. Levantou os quadris dela e abriu as nádegas com as mãos. A boca desceu sem aviso.vadia—Ah! —ofegou Clara ao sentir sua língua percorrer sua bunda e depois seu clitóris, molhada, precisa, brutal. Alejandro a devorou por trás, enfiando a língua entre os lábios da buceta, lambendo devagar e fundo, acariciando-a com a barba. Ela se contorcia, gemendo contra o travesseiro. —Você vai me fazer gozar com a língua… —Não —respondeu ele, levantando a cabeça, com a boca brilhando—. Não tão rápido. Virou ela de novo e a fez se ajoelhar na frente dele. —Agora chupa pra mim. Clara enfiou o pau na boca com fome. A mão na base, a boca até o fundo, fazendo sons molhados, olhando pra ele de baixo. Alejandro gemia, com a cabeça pra trás, segurando o cabelo dela. —Assim… engole tudo… —rosnava—. Você é uma puta gostosa… Ela gemia com o pau na boca, mais excitada do que nunca. Ele tirou de repente, todo babado. —Dá a bunda —ordenou, sem rodeios. Clara olhou pra ele, entre assustada e com tesão. Ele cuspiu na mão e lubrificou a entrada dela. —Vou te fazer minha por completo, Clara. E você não vai conseguir esquecer essa noite. Ela concordou, ofegante. Ele foi devagar no começo, depois mais fundo. Ela gritava, gemia, se agarrava aos lençóis enquanto ele a possuía por trás, segurando o pescoço, os peitos, as cadeiras. Comeu ela com as pernas no ombro. Sentou ela em cima do pau e deixou ela quicar enquanto se masturbava o clitóris. Colocou ela de lado, de costas, com as pernas abertas. Encheu ela de beijos, gemidos, ordens sujas. Clara gozou duas vezes, tremendo, chorando de prazer. E ele, no final, gozou nos peitos dela, ofegante, derramando o esperma quente nos mamilos dela. Os dois ficaram exaustos. Ela se aninhou contra o peito dele, ainda com o corpo tremendo. —Quero mais —sussurrou, sorrindo. Ele beijou a testa dela. —Isso tá só começando, gata. O sol da manhã iluminava as termas, enchendo o ar de vapor e risadas. A família e amigos relaxavam, chapinhando, conversando despreocupados, enquanto Clara e Alejandro trocavam olhares carregados de promessas. Ele a observava de longe, com aquele sorriso quase imperceptível, a testa levemente franzida como se quisesse provocá-la sem dizer uma palavra. Ela respondia com uma leve inclinação de cabeça, mordendo o lábio inferior, fingindo que ninguém notava o fogo que ardia em suas pupilas. Durante o almoço, as piadas e conversas enchiam a mesa, mas entre eles havia uma linguagem secreta. Um toque acidental de mãos ao passar o sal. Uma risada abafada quando os olhos se cruzavam de soslaio. Pequenos carinhos nas costas que pareciam casuais, mas não eram. Quando a família se dispersou para descansar, Clara procurou Alejandro com o olhar. Encontrou ele na cabana, com a porta entreaberta, deixando escapar um pouco do calor e do cheiro de pele. Sem hesitar, entrou. Seus corpos se encontraram num abraço urgente, o beijo foi breve, mas elétrico. — Não podemos continuar assim — sussurrou Alejandro, tocando o rosto dela —. Mas não consigo parar de te querer. — Então a gente tem que se esconder — respondeu Clara com um sorriso safado —. E fazer cada momento valer a pena. Se olharam, sabendo que eram um segredo guardado na sombra da montanha. Os encontros se tornaram furtivos e apaixonados. No chuveiro coletivo, com o vapor cobrindo eles como um manto protetor. Na floresta próxima, onde o barulho do rio abafava seus suspiros. Na escuridão da cabana, com a porta trancada, mas sem um único som que denunciasse o amor deles.gostosaCada roçada, cada carícia, cada gemido era uma declaração silenciosa do desejo incontrolável deles. E assim, entre olhares cúmplices e encontros secretos, as férias deles viraram um jogo de paixão e tesão que só eles entendiam. As últimas horas nas termas pareciam um suspiro escapando rápido demais. Clara e Alejandro sabiam que a volta à rotina tava chegando, mas nenhum dos dois queria apagar a chama que os consumia. Naquela noite, sozinhos na cabana, o clima tava carregado de eletricidade. Se olharam com fome e carinho, cientes de que aquela seria a última noite juntos, pelo menos por um tempo. Alejandro pegou ela no colo e levou pra cama sem pressa, mas com a urgência de quem sabe que o tempo tá acabando. Os corpos se encontraram numa dança frenética: beijos que queimavam, mãos que exploravam cada canto, respirações ofegantes. Clara chupou o pau dele com determinação, até deixar ele babado, subiu na cama, arqueou as costas, ficou de quatro, oferecendo a buceta e o rabo, cada pedaço dela, entregue e desejada.cogidaEle enfiou no cu dela e comeu gostoso, tirou e meteu na buceta, socando forte.
—Me promete que não vai ser um adeus — sussurrou ela enquanto ele penetrava fundo, firme, com a força de tudo que tinham segurado.
—Vou te procurar — respondeu Alejandro, olhando nos olhos dela —. Eu juro.
Foram estocadas cheias de fogo e desespero. Entre gemidos e suspiros, gozaram juntos, uma explosão que parecia parar o tempo.
Quando finalmente ficaram exaustos, abraçados, o mundo exterior parecia distante, insignificante.
As férias terminavam, mas algo começava.Relatos eroticos

2 comentários - 43📑Vacaciones en las Termas