Faz dois anos que me separei, meu nome é Penélope e tenho 38 anos. Tenho um corpo muito gostoso, curvilíneo, peitos e bunda grandes e redondos, coxas grossas e definidas, cintura fina, pele bronzeada.
Mas isso não impediu que meu marido me largasse por uma aventura que teve com uma prostituta. Eu sofri pra caralho nos meses depois da separação, e meu filho Ricardo também, que na época tinha só 13 anos. Isso tem sido difícil pro meu filho, que agora tem 15 anos, e já várias vezes me ligaram da escola dele pra avisar sobre o mau comportamento e as agressões contra outros colegas, principalmente contra 5 jovens da turma dele, uns gringos que tão na sala dele há alguns meses. Essa história aconteceu no dia seguinte à última visita que tive que fazer na escola do meu filho porque ele tinha xingado feio 2 desses jovens. Assim que cheguei em casa, enchi o saco dele de novo pelo comportamento, mas ele nem ligou muito. Foi mais uma das broncas que eu já tinha dado e que não adiantaram nada. Meu filho merecia uma lição bem dada. Umas 2 horas depois, Ricardo continuava no quarto dele ouvindo música quando bateram na porta. Eu tava na cozinha preparando o jantar e, quando abri, me deparei com os 5 jovens gringos que meu filho vivia enchendo o saco. Eles entraram de uma vez e falaram que vieram falar com o Ricardo. Isso me deixou bem desconfiada, eu conhecia eles e sabia que meu filho e esses caras se odiavam, não fazia ideia do motivo da visita. Deixei eles entrarem na sala e sentaram no sofá. Fui chamar meu filho e, quando ele chegou na sala, ficou todo surpreso ao ver aqueles caras ali, começou a gritar: — "Que porra esses caras tão fazendo aqui? Sai da minha casa ou vou meter o pé na bunda de vocês!" O mais alto do grupo parecia ser o líder e foi quem respondeu pro meu filho: — "Não viemos te cumprimentar, como você pode imaginar. Viemos comer a sua mãe na sua puta cara. Tamos de saco cheio de você e pensamos que ver você humilhado enquanto assiste sua mãe sendo empalada pelas nossas picas é o que você merece, seu filho da puta." Tanto eu quanto meu filho ficamos chocados. 3 deles se jogaram Rapidamente em cima dele, eles já vinham preparados, então pegaram um rolo de fita isolante e amarraram ele enquanto imobilizavam os pés e as mãos. Pelo visto, mesmo ele enchendo o saco deles, sempre fazia isso um de cada vez, então com os 5 juntos, meu filho não conseguiu fazer nada pra evitar que deixassem ele imobilizado. Depois se viraram pra mim: — "Senhora, queremos a senhora, podemos fazer na boa ou na ruim, seu filho é um filho da puta, a senhora provavelmente não tem culpa, mas não podemos deixar ele continuar enchendo nosso saco e pensamos que nada pode doer mais pra ele do que ver a mamãe dele com a gente." Dito isso, me levaram eu e meu filho pro quarto de casal, lá deixaram meu filho num canto do quarto e me sentaram na cama, depois se pelaram completamente. Eu ainda não tinha reagido, aqueles 5 caras estavam ali pra me comer na frente do meu filho e eu não sabia o que fazer, mas ao ver eles pelados e ver 5 paus duros que nem mastros e de um tamanho bem gostoso, comecei a sentir um certo tesão, não imaginava como era possível que eu tivesse ficando com tanto fogo. Aqueles jovens estavam ali pra humilhar meu filho e pra me comer sem meu consentimento, mas desde que meu marido nos largou, já fazia 2 anos, eu não tinha ficado com nenhum outro homem e minha buceta já tava precisando de uma cenoura. Um deles comentou: — "É hora de dar uma lição, seu filho da puta." Essa palavra foi chave, uma lição era o que meu filho precisava, o que eu não tinha conseguido dar pra ele parar com o comportamento dele. Me comer por aqueles caras era uma lição bem forte, mas necessária, no fim das contas, eles iam me comer querendo eu ou não, então melhor era me entregar e tentar aproveitar a situação. Dois deles se aproximaram e tiraram minha camiseta, junto com o sutiã, deixando livres meus dois peitões, depois baixaram minha calça e a calcinha e jogaram tudo pra onde meu filho estava. Eles se surpreenderam com minha disposição em me pelar, estavam percebendo que eu estava disposta a transar com eles sem muitos impedimentos. O líder do grupo foi o primeiro a se aproximar, me deitou na cama e, abrindo as pernas, começou a chupar minha buceta com uma maestria imprópria para seus 15 anos. Com certeza, ninguém nunca tinha chupado minha buceta daquele jeito, nem mesmo meu marido. Não demorei a me deixar levar e apertava com as duas mãos a cabeça do meu amante para que sua língua fosse mais fundo. Não demorei muito para explodir num orgasmo maravilhoso, que eles aplaudiram e dedicaram ao meu filho. "Opa, opa, parece que sua mãe gostou" "Já vai ver como sua mãe vai chupar nossas picas, com certeza vai se divertir pra caralho." O mesmo que tinha lambido minha buceta me disse que agora era minha vez. Ele ficou de pé perto do meu filho, e eu me ajoelhei diante dele. Meu filho era como mais uma parte da mobília; naqueles momentos, eu só pensava nos 5 jovens que iam me dar suas picas até eu explodir. Só queria saber como devia ser gostosa aquela pica jovem. As lágrimas escorriam pelo rosto do meu filho quando me aproximei de boca aberta em direção à ferramenta daquele jovem. Peguei aquele aríete com uma das mãos e o levei à minha boca, engolindo de uma vez e começando a chupar sem parar. A festa tinha chegado a um ponto sem volta. Eu chupava aquele membro poderoso, lambendo cada canto. Outro deles se aproximou, e fiquei admirando aquela pica com cara de luxúria. De repente, acariciei a glande arroxeada daquele garoto com a ponta da língua, passando a percorrer todo o comprimento daquele membro, ensalivando-o por completo. Dos 3 que ainda olhavam, 2 deles se juntaram aos companheiros e me mostraram duas linguiças fenomenais, diante das quais fiquei de boca aberta e olhos arregalados. Ambos os membros eram de dimensões extraordinárias. Nunca tinha tido algo assim nas mãos. Era uma estaca de uns vinte e dois centímetros, que imaginei que me destruiria quando me trespassasse. Eu parti pra cima delas, chupando alternadamente, embora minha boca não desse conta dos dois paus. Mesmo assim, finalmente consegui engolir por completo o chuchu daquele garoto, chegando a tocar a garganta com a ponta da glande dele. Ainda não entendo como consegui fazer isso. Lambi aquela yummy banana do melhor jeito que sabia. Os paus quentes e duros deles tinham um gosto divino. Chupei e mordisquei com vontade até que o último que faltava pra encher minha boca com o cock dele se aproximou de mim, menor em comprimento, mas tão grosso quanto meu pulso. Engoli ele por completo até meu nariz encostar no púbis dele, com o cock dele enfiado inteiro na minha garganta, fiquei alguns segundos, podendo ver como meu filho gemia ao ver sua mãe comendo os paus dos caras que ele tanto odiava. Os 5 me cercaram e eu comecei a devorar sem parar até que não aguentaram mais e gozaram na minha cara. Vários jatos acertaram meu rosto, alguns deles foram direto pra minha garganta, que eu engoli com gosto. Nunca tinha engolido o sêmen de um homem, mas naquela hora eu tava no cio igual uma cadela. "Gozem na minha boca, quero engolir tudo, encher minhas entranhas". Não acreditava que aquelas palavras saíam da minha boca, eu tinha virado uma puta na cara do meu próprio filho. Minhas palavras foram recebidas com entusiasmo pelo grupo. "Puta que pariu, sua mãe engole bem" "Parece que ela adora a porra" "A safada não deixa escapar nem uma gota, o que você acha, Ricardinho? Sua mãe engole nossa gozada sem nem piscar". Depois disso, um deles se posicionou entre minhas nádegas e começou a chupar minha bunda, arrancando um gemido de prazer de mim. Ele umedeceu minha entrada traseira e depois sua língua ficou mais ambiciosa, penetrando no interior do meu cu. Eu tava ficando louca de prazer. Tinha certeza de que aqueles filhos da puta queriam me sodomizar. Nunca tinha experimentado isso com meu marido, mas naquela hora sabia que não seria capaz de recusar. Passar naquela prova. Nem com meu filho olhando eu ia me negar a deixar aqueles homens me comerem bem gostoso, ser enrabada era meu único desejo, com meu filho assistindo era até melhor, puta promíscua que eu tava. Subi na cama onde concebi meu filho Ricardo e me apoiei na cabeceira. O mesmo que tinha lambido minha bunda com perícia se posicionou atrás de mim e, aos poucos, foi penetrando minha bucetinha. O garoto metia com força, enfiando todo o pau até o fundo. Me deixou bem aberta de pernas e me segurava pela cintura, transpassando com muita violência. Depois me virei e um deles se aproximou com o pau na minha boca. Agarrei o boneco daquele rapaz e comecei a chupar sem parar. Me sentia confortável naquela posição, chupando aquela banana gostosa que me hipnotizava enquanto o outro me penetrava. Fiquei adorando aquela glande arroxeada que me encantava. Voltei a chupar com vontade, tentando fazer ele gozar de novo. Queria tirar todo o leite dele e dessa vez não ia deixar escapar. Ia engolir toda aquela vitalidade grossa. Me dediquei a masturbar ele, chupando o pau e balançando sem parar. De vez em quando descia até os saquinhos dele e lambia pra dar mais prazer. Eles saíram dos meus buracos e, antes que os companheiros substituíssem, me aproximei dele e agarrei o pau duro que ele tinha, começando movimentos lentos, masturbando com doçura. Trocamos um beijo apaixonado e, ao nos separar, falei no ouvido dele pra se deitar no tapete do quarto, que eu queria montar em cima. O rapaz sorriu e aceitou meu pedido, deitando de barriga pra cima, apontando o mastro duro pra cima. Eu adorava a mangueira que aquele gato tinha. Agarrei o pau dele e me coloquei de pernas abertas em cima, apoiando a boceta na cabeça poderosa, e sentei de uma vez, olhando bem pra onde meu filho estava. Soltei um suspiro longo ao sentir ele entrando centímetro por centímetro. centímetro dentro de mim. Depois de ficar uns segundos me sentindo perfurada por aquele garoto, apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a cavalgar meu macho poderoso como uma gostosa enlouquecida, enquanto ele batia nas minhas nádegas com as palmas das mãos, me fazendo gritar. — "Deus, que rabo e que peitos essa gostosa tem." Eu montei nele por alguns minutos, o suficiente para meu filho ver perfeitamente meus peitos subindo e descendo cada vez que o pau daquele jovem se cravava em mim. Depois, ele deu lugar ao companheiro, que começou a me comer no colo contra a parede, me sentava no pau dele, me fazendo soltar verdadeiros gritos de prazer. Depois, voltamos à posição anterior. Parece que o garoto tinha adorado me ver montando no amigo e queria que eu montasse nele também. Ele me ajudou a cair sobre o peito dele, mostrando minhas nádegas em todo o seu esplendor. Outro se ajoelhou atrás de mim e chupou meu cu, me dando um beijo negro dos sonhos. Eu sabia o que aquilo significava e queria ser empalada por aqueles dois machos ao mesmo tempo. Depois de deixar meu cu bem lubrificado com a saliva dele, ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou para eu relaxar, que tudo daria certo. Que eles cuidariam para que eu aproveitasse. Com certeza, até agora não tinham mentido e, apesar de dar prazer na frente do meu filho, eu estava me divertindo como nunca. O que estava me comendo por baixo ficou parado, e o outro jovem aproximou a ponta da lança do meu esfíncter, apoiando aquela cabeçuda na entrada. Aqueles dois filhos da puta iam me destruir por dentro, mas eu estava disposta a passar por aquela prova difícil. O garoto começou a introduzir a glande com suavidade e me agarrou pelas cadeiras. Apertou minhas nádegas com força contra ele, cravando o aríete enorme no meu cu. Gritei sem conseguir me controlar. A dor era insuportável. Aquilo era grande e forte demais para meu pobre cu abrigar. Estava queimando por dentro. Chorava sem aguentar a investida, mas ao mesmo tempo... Aproveitava. Ele batia as bolas dele contra minhas nádegas grandes. Finalmente tinha conseguido enfiar toda aquela tranca no meu esfíncter dolorido. O garoto ficou parado uns segundos pra me deixar assimilar aquele torpedo que tinha me atravessado. Aí o outro começou a girar o quadril me pegando no momento em que o amigo dele iniciou um metesaca enlouquecedor. Sentia lá dentro como as duas barras se uniam. Eu me encaixava no movimento dos meus dois amantes, girando minha pélvis sobre as deles. A dor deu lugar a um prazer indescritível. Agora sim eu tava na glória sendo fodida por eles. Os gemidos viraram uivos enlouquecedores da minha parte. Sentia a carne daqueles jovens enchendo meus intestinos sem remédio. Diziam pro meu filho: "Parece que a mamãe tava precisando de pica" Eu gozava como uma puta. Sentia o orgasmo chegando a passos largos. Queria atrasar o máximo possível, mas não consegui. Falei que tava gozando e que eles gozassem comigo, que enchessem meus dois buracos com os leites quentes deles. Então os dois aceleraram as investidas até ficarem parados dentro de mim, soltando gritos os três ao gozarmos como verdadeiras bestas no cio. Ao mesmo tempo, eu chupava uma pica enquanto punhetava os outros dois; os 5 tinham me comido como campeões e eu não podia deixar nenhum dos meus amantes sem me aproveitar. Não tinha buracos suficientes pra todos, mas pelo menos usava minhas mãos pra dar prazer aos que não ocupavam nenhum dos meus 3 buracos. Quando ainda sentia a porra no meu cu e na minha buceta, os três restantes descarregaram na minha boca. Eu tava com muita sede e engoli tudo. Dessa vez não desperdicei nem uma gota, devo ter engolido muito esperma naquela tarde. Quando se recuperaram, se vestiram e me deram um beijo de despedida, além de agradecerem pelo tempo que lhes fiz passar. Já falei que o prazer tinha sido meu. Soube que os 5 voltaram pro país deles naquela mesma noite. Pelo visto, planejaram tudo aproveitando que se... iam a ir. Não fiz nenhuma denúncia e meu filho não comentou nada disso com ninguém, embora não tenham ligado mais da escola dele. Agora ele parece um jovem exemplar. Eu ainda me lembro daquelas 5 pirocas vigorosas perfurando todos os meus buracos. Talvez vocês achem que a lição que dei ao meu filho foi dura demais, mas uma mãe tem que fazer o que precisa fazer pelo bem do filho, mesmo que exija esforço. E é claro que vocês precisam saber que aguentar aquelas pirocas no meu cu me exigiu muito esforço.
Mas isso não impediu que meu marido me largasse por uma aventura que teve com uma prostituta. Eu sofri pra caralho nos meses depois da separação, e meu filho Ricardo também, que na época tinha só 13 anos. Isso tem sido difícil pro meu filho, que agora tem 15 anos, e já várias vezes me ligaram da escola dele pra avisar sobre o mau comportamento e as agressões contra outros colegas, principalmente contra 5 jovens da turma dele, uns gringos que tão na sala dele há alguns meses. Essa história aconteceu no dia seguinte à última visita que tive que fazer na escola do meu filho porque ele tinha xingado feio 2 desses jovens. Assim que cheguei em casa, enchi o saco dele de novo pelo comportamento, mas ele nem ligou muito. Foi mais uma das broncas que eu já tinha dado e que não adiantaram nada. Meu filho merecia uma lição bem dada. Umas 2 horas depois, Ricardo continuava no quarto dele ouvindo música quando bateram na porta. Eu tava na cozinha preparando o jantar e, quando abri, me deparei com os 5 jovens gringos que meu filho vivia enchendo o saco. Eles entraram de uma vez e falaram que vieram falar com o Ricardo. Isso me deixou bem desconfiada, eu conhecia eles e sabia que meu filho e esses caras se odiavam, não fazia ideia do motivo da visita. Deixei eles entrarem na sala e sentaram no sofá. Fui chamar meu filho e, quando ele chegou na sala, ficou todo surpreso ao ver aqueles caras ali, começou a gritar: — "Que porra esses caras tão fazendo aqui? Sai da minha casa ou vou meter o pé na bunda de vocês!" O mais alto do grupo parecia ser o líder e foi quem respondeu pro meu filho: — "Não viemos te cumprimentar, como você pode imaginar. Viemos comer a sua mãe na sua puta cara. Tamos de saco cheio de você e pensamos que ver você humilhado enquanto assiste sua mãe sendo empalada pelas nossas picas é o que você merece, seu filho da puta." Tanto eu quanto meu filho ficamos chocados. 3 deles se jogaram Rapidamente em cima dele, eles já vinham preparados, então pegaram um rolo de fita isolante e amarraram ele enquanto imobilizavam os pés e as mãos. Pelo visto, mesmo ele enchendo o saco deles, sempre fazia isso um de cada vez, então com os 5 juntos, meu filho não conseguiu fazer nada pra evitar que deixassem ele imobilizado. Depois se viraram pra mim: — "Senhora, queremos a senhora, podemos fazer na boa ou na ruim, seu filho é um filho da puta, a senhora provavelmente não tem culpa, mas não podemos deixar ele continuar enchendo nosso saco e pensamos que nada pode doer mais pra ele do que ver a mamãe dele com a gente." Dito isso, me levaram eu e meu filho pro quarto de casal, lá deixaram meu filho num canto do quarto e me sentaram na cama, depois se pelaram completamente. Eu ainda não tinha reagido, aqueles 5 caras estavam ali pra me comer na frente do meu filho e eu não sabia o que fazer, mas ao ver eles pelados e ver 5 paus duros que nem mastros e de um tamanho bem gostoso, comecei a sentir um certo tesão, não imaginava como era possível que eu tivesse ficando com tanto fogo. Aqueles jovens estavam ali pra humilhar meu filho e pra me comer sem meu consentimento, mas desde que meu marido nos largou, já fazia 2 anos, eu não tinha ficado com nenhum outro homem e minha buceta já tava precisando de uma cenoura. Um deles comentou: — "É hora de dar uma lição, seu filho da puta." Essa palavra foi chave, uma lição era o que meu filho precisava, o que eu não tinha conseguido dar pra ele parar com o comportamento dele. Me comer por aqueles caras era uma lição bem forte, mas necessária, no fim das contas, eles iam me comer querendo eu ou não, então melhor era me entregar e tentar aproveitar a situação. Dois deles se aproximaram e tiraram minha camiseta, junto com o sutiã, deixando livres meus dois peitões, depois baixaram minha calça e a calcinha e jogaram tudo pra onde meu filho estava. Eles se surpreenderam com minha disposição em me pelar, estavam percebendo que eu estava disposta a transar com eles sem muitos impedimentos. O líder do grupo foi o primeiro a se aproximar, me deitou na cama e, abrindo as pernas, começou a chupar minha buceta com uma maestria imprópria para seus 15 anos. Com certeza, ninguém nunca tinha chupado minha buceta daquele jeito, nem mesmo meu marido. Não demorei a me deixar levar e apertava com as duas mãos a cabeça do meu amante para que sua língua fosse mais fundo. Não demorei muito para explodir num orgasmo maravilhoso, que eles aplaudiram e dedicaram ao meu filho. "Opa, opa, parece que sua mãe gostou" "Já vai ver como sua mãe vai chupar nossas picas, com certeza vai se divertir pra caralho." O mesmo que tinha lambido minha buceta me disse que agora era minha vez. Ele ficou de pé perto do meu filho, e eu me ajoelhei diante dele. Meu filho era como mais uma parte da mobília; naqueles momentos, eu só pensava nos 5 jovens que iam me dar suas picas até eu explodir. Só queria saber como devia ser gostosa aquela pica jovem. As lágrimas escorriam pelo rosto do meu filho quando me aproximei de boca aberta em direção à ferramenta daquele jovem. Peguei aquele aríete com uma das mãos e o levei à minha boca, engolindo de uma vez e começando a chupar sem parar. A festa tinha chegado a um ponto sem volta. Eu chupava aquele membro poderoso, lambendo cada canto. Outro deles se aproximou, e fiquei admirando aquela pica com cara de luxúria. De repente, acariciei a glande arroxeada daquele garoto com a ponta da língua, passando a percorrer todo o comprimento daquele membro, ensalivando-o por completo. Dos 3 que ainda olhavam, 2 deles se juntaram aos companheiros e me mostraram duas linguiças fenomenais, diante das quais fiquei de boca aberta e olhos arregalados. Ambos os membros eram de dimensões extraordinárias. Nunca tinha tido algo assim nas mãos. Era uma estaca de uns vinte e dois centímetros, que imaginei que me destruiria quando me trespassasse. Eu parti pra cima delas, chupando alternadamente, embora minha boca não desse conta dos dois paus. Mesmo assim, finalmente consegui engolir por completo o chuchu daquele garoto, chegando a tocar a garganta com a ponta da glande dele. Ainda não entendo como consegui fazer isso. Lambi aquela yummy banana do melhor jeito que sabia. Os paus quentes e duros deles tinham um gosto divino. Chupei e mordisquei com vontade até que o último que faltava pra encher minha boca com o cock dele se aproximou de mim, menor em comprimento, mas tão grosso quanto meu pulso. Engoli ele por completo até meu nariz encostar no púbis dele, com o cock dele enfiado inteiro na minha garganta, fiquei alguns segundos, podendo ver como meu filho gemia ao ver sua mãe comendo os paus dos caras que ele tanto odiava. Os 5 me cercaram e eu comecei a devorar sem parar até que não aguentaram mais e gozaram na minha cara. Vários jatos acertaram meu rosto, alguns deles foram direto pra minha garganta, que eu engoli com gosto. Nunca tinha engolido o sêmen de um homem, mas naquela hora eu tava no cio igual uma cadela. "Gozem na minha boca, quero engolir tudo, encher minhas entranhas". Não acreditava que aquelas palavras saíam da minha boca, eu tinha virado uma puta na cara do meu próprio filho. Minhas palavras foram recebidas com entusiasmo pelo grupo. "Puta que pariu, sua mãe engole bem" "Parece que ela adora a porra" "A safada não deixa escapar nem uma gota, o que você acha, Ricardinho? Sua mãe engole nossa gozada sem nem piscar". Depois disso, um deles se posicionou entre minhas nádegas e começou a chupar minha bunda, arrancando um gemido de prazer de mim. Ele umedeceu minha entrada traseira e depois sua língua ficou mais ambiciosa, penetrando no interior do meu cu. Eu tava ficando louca de prazer. Tinha certeza de que aqueles filhos da puta queriam me sodomizar. Nunca tinha experimentado isso com meu marido, mas naquela hora sabia que não seria capaz de recusar. Passar naquela prova. Nem com meu filho olhando eu ia me negar a deixar aqueles homens me comerem bem gostoso, ser enrabada era meu único desejo, com meu filho assistindo era até melhor, puta promíscua que eu tava. Subi na cama onde concebi meu filho Ricardo e me apoiei na cabeceira. O mesmo que tinha lambido minha bunda com perícia se posicionou atrás de mim e, aos poucos, foi penetrando minha bucetinha. O garoto metia com força, enfiando todo o pau até o fundo. Me deixou bem aberta de pernas e me segurava pela cintura, transpassando com muita violência. Depois me virei e um deles se aproximou com o pau na minha boca. Agarrei o boneco daquele rapaz e comecei a chupar sem parar. Me sentia confortável naquela posição, chupando aquela banana gostosa que me hipnotizava enquanto o outro me penetrava. Fiquei adorando aquela glande arroxeada que me encantava. Voltei a chupar com vontade, tentando fazer ele gozar de novo. Queria tirar todo o leite dele e dessa vez não ia deixar escapar. Ia engolir toda aquela vitalidade grossa. Me dediquei a masturbar ele, chupando o pau e balançando sem parar. De vez em quando descia até os saquinhos dele e lambia pra dar mais prazer. Eles saíram dos meus buracos e, antes que os companheiros substituíssem, me aproximei dele e agarrei o pau duro que ele tinha, começando movimentos lentos, masturbando com doçura. Trocamos um beijo apaixonado e, ao nos separar, falei no ouvido dele pra se deitar no tapete do quarto, que eu queria montar em cima. O rapaz sorriu e aceitou meu pedido, deitando de barriga pra cima, apontando o mastro duro pra cima. Eu adorava a mangueira que aquele gato tinha. Agarrei o pau dele e me coloquei de pernas abertas em cima, apoiando a boceta na cabeça poderosa, e sentei de uma vez, olhando bem pra onde meu filho estava. Soltei um suspiro longo ao sentir ele entrando centímetro por centímetro. centímetro dentro de mim. Depois de ficar uns segundos me sentindo perfurada por aquele garoto, apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a cavalgar meu macho poderoso como uma gostosa enlouquecida, enquanto ele batia nas minhas nádegas com as palmas das mãos, me fazendo gritar. — "Deus, que rabo e que peitos essa gostosa tem." Eu montei nele por alguns minutos, o suficiente para meu filho ver perfeitamente meus peitos subindo e descendo cada vez que o pau daquele jovem se cravava em mim. Depois, ele deu lugar ao companheiro, que começou a me comer no colo contra a parede, me sentava no pau dele, me fazendo soltar verdadeiros gritos de prazer. Depois, voltamos à posição anterior. Parece que o garoto tinha adorado me ver montando no amigo e queria que eu montasse nele também. Ele me ajudou a cair sobre o peito dele, mostrando minhas nádegas em todo o seu esplendor. Outro se ajoelhou atrás de mim e chupou meu cu, me dando um beijo negro dos sonhos. Eu sabia o que aquilo significava e queria ser empalada por aqueles dois machos ao mesmo tempo. Depois de deixar meu cu bem lubrificado com a saliva dele, ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou para eu relaxar, que tudo daria certo. Que eles cuidariam para que eu aproveitasse. Com certeza, até agora não tinham mentido e, apesar de dar prazer na frente do meu filho, eu estava me divertindo como nunca. O que estava me comendo por baixo ficou parado, e o outro jovem aproximou a ponta da lança do meu esfíncter, apoiando aquela cabeçuda na entrada. Aqueles dois filhos da puta iam me destruir por dentro, mas eu estava disposta a passar por aquela prova difícil. O garoto começou a introduzir a glande com suavidade e me agarrou pelas cadeiras. Apertou minhas nádegas com força contra ele, cravando o aríete enorme no meu cu. Gritei sem conseguir me controlar. A dor era insuportável. Aquilo era grande e forte demais para meu pobre cu abrigar. Estava queimando por dentro. Chorava sem aguentar a investida, mas ao mesmo tempo... Aproveitava. Ele batia as bolas dele contra minhas nádegas grandes. Finalmente tinha conseguido enfiar toda aquela tranca no meu esfíncter dolorido. O garoto ficou parado uns segundos pra me deixar assimilar aquele torpedo que tinha me atravessado. Aí o outro começou a girar o quadril me pegando no momento em que o amigo dele iniciou um metesaca enlouquecedor. Sentia lá dentro como as duas barras se uniam. Eu me encaixava no movimento dos meus dois amantes, girando minha pélvis sobre as deles. A dor deu lugar a um prazer indescritível. Agora sim eu tava na glória sendo fodida por eles. Os gemidos viraram uivos enlouquecedores da minha parte. Sentia a carne daqueles jovens enchendo meus intestinos sem remédio. Diziam pro meu filho: "Parece que a mamãe tava precisando de pica" Eu gozava como uma puta. Sentia o orgasmo chegando a passos largos. Queria atrasar o máximo possível, mas não consegui. Falei que tava gozando e que eles gozassem comigo, que enchessem meus dois buracos com os leites quentes deles. Então os dois aceleraram as investidas até ficarem parados dentro de mim, soltando gritos os três ao gozarmos como verdadeiras bestas no cio. Ao mesmo tempo, eu chupava uma pica enquanto punhetava os outros dois; os 5 tinham me comido como campeões e eu não podia deixar nenhum dos meus amantes sem me aproveitar. Não tinha buracos suficientes pra todos, mas pelo menos usava minhas mãos pra dar prazer aos que não ocupavam nenhum dos meus 3 buracos. Quando ainda sentia a porra no meu cu e na minha buceta, os três restantes descarregaram na minha boca. Eu tava com muita sede e engoli tudo. Dessa vez não desperdicei nem uma gota, devo ter engolido muito esperma naquela tarde. Quando se recuperaram, se vestiram e me deram um beijo de despedida, além de agradecerem pelo tempo que lhes fiz passar. Já falei que o prazer tinha sido meu. Soube que os 5 voltaram pro país deles naquela mesma noite. Pelo visto, planejaram tudo aproveitando que se... iam a ir. Não fiz nenhuma denúncia e meu filho não comentou nada disso com ninguém, embora não tenham ligado mais da escola dele. Agora ele parece um jovem exemplar. Eu ainda me lembro daquelas 5 pirocas vigorosas perfurando todos os meus buracos. Talvez vocês achem que a lição que dei ao meu filho foi dura demais, mas uma mãe tem que fazer o que precisa fazer pelo bem do filho, mesmo que exija esforço. E é claro que vocês precisam saber que aguentar aquelas pirocas no meu cu me exigiu muito esforço.
3 comentários - Os valentões do meu filho me comeram em casa. Relato.