Há uns meses, fui a uma reunião de trabalho na capital. A reunião era quinta e sexta, e meu marido me disse que, depois de terminar a semana de trabalho, ele iria pra capital pra passar o fim de semana. Fizemos planos e compramos passagens. Eu viajei na quarta à noite e fui pra reunião, que começou bem cedo na quinta e terminou às seis da tarde. Sexta foi o mesmo horário. Como reencontrei uns colegas antigos, depois da reunião de sexta, combinamos de sair pra jantar com umas amigas. Durante o jantar, uma delas sugeriu irmos tomar algo pra continuar batendo papo, já que fazia um tempão que não nos víamos. Fomos pra uma área de bares e baladas. Antes de entrar, liguei pro meu marido, mas ele não atendeu. O voo dele era às nove da noite, e o celular parecia estar desligado. Umas oito horas, eu tava preocupada porque ele não respondia. Continuei insistindo e liguei no trabalho dele, onde me disseram que ele tinha saído às seis. Entrei na balada com as amigas e começamos a tomar coquetéis. Éramos quatro senhoras, todas casadas, e eu era a mais nova. Não parava de pensar e mandar mensagem pro meu marido, mas ele não respondia. Umas dez da noite, ele me ligou dizendo que tinha perdido o voo e que não tinha mais nenhum. Falei pra ele comprar um pra manhã seguinte, ou seja, sábado cedo, mas ele disse que não, que já tinha perdido a vontade de ir pra capital. Começamos a discutir porque os planos que a gente tinha feito foram pro saco. Desligamos muito putos. Fiquei um tempo lá fora, com vontade de chorar de tanta raiva que eu tava. Meu voo de volta era domingo à noite, então entrei na balada. Pela minha cara, elas perguntaram o que tinha acontecido. Falei que nada, só um mal-entendido com meu marido, mas que já tinha resolvido. Começamos a trocar ideia sobre nossas vidas, relacionamentos, traições, até sobre a vida sexual — papo de mulher, com perguntas indo e vindo. Quando nos confessamos com quantos homens já tínhamos ficado, eu falei que com três, um deles meu marido e os outros dois numa época que, estando de namoro, nos separamos por uns meses. Elas caíram na risada e me falaram pra parar de ser caretice, que por que tão poucos. E uma delas me pergunta se meu marido sabe disso, e eu digo que sim, e ele me contou que tinha ficado com uma garota, e eu contei que tinha ficado com dois caras. Elas riem e perguntam: "E o que seu marido disse quando você contou isso?" Nada, porque naqueles meses a gente não era nada, e mudamos de assunto. Uma delas, casada, começa a contar que está saindo com um moleque de vinte e dois anos e só se encontram pra transar. Ela menciona que a vida de casada melhorou muito, porque o que o marido não dava, esse moleque dava, e que inclusive ele vai chegar mais tarde e a gente vai conhecê-lo. Passaram as horas, a gente brindou por qualquer besteira, e eram mais ou menos umas onze da noite quando o moleque apareceu acompanhado de outros dois caras iguais a ele. Cumprimentaram super educados, bem vestidos, pareciam atraentes. Ela convidou eles pra sentar, e continuamos a reunião com eles, conversando sobre de onde vinham e o que estavam fazendo. Nisso, um deles fala: "Mas que lugar morto esse, ninguém dança, vamos pra outro lugar onde a gente possa dançar." Uma colega diz que já está tarde, e ele fala: "Conhecemos um lugar que vai até o amanhecer, e é muito bom." Uma delas diz que não, porque tem uma filha pequena. Eu digo que não, porque no outro dia tenho que ver um familiar, mas lembro que meu marido tinha me deixado na mão, e quando elas insistem, eu falo: "Vamos um pouco." Ficamos três casais, pegamos uma van taxi e fomos pra outro lugar. Era uma balada com muita gente jovem, e nos deram uma mesa num canto porque estava super lotada. Decidimos tomar tequila com laranja, limão e sal. Eu me sentia mal porque a gente estava muito elegante, com vestidos e casacos, nada a ver com o lugar. Tava Tava calor pra caralho, mas eu não tirava o casaco porque tava com vergonha. A gente começou a beber e conversar quase gritando porque a música tava muito alta. De repente, toca um mix de reggaeton clássico e um deles fala: "vamos dançar, que pra isso a gente veio". Minha amiga, sem pensar, já foi pra pista dançar, e eles insistindo pra eu e minha outra amiga irmos também. Minha amiga me chama: "vamos". Aí a gente tirou os casacos, e um dos caras fala: "mas cadê que tava escondida toda essa beleza?" Eu ri e olhei pra ele. Dançamos um tempo, depois sentamos, continuamos bebendo, e eles serviam tão rápido como se não houvesse amanhã. Acho que aquela garrafa acabou em uma hora, e eles pediram outra. Eu pensei: "vamos ficar bêbadas com esses caras". E já tava me sentindo muito alegre.
Além disso, um dos caras começou a dar em cima de mim, o que me fez sentir o centro das atenções de alguém. Esse cara me chama: "vamos dançar". Fomos pra pista, e minutos depois comecei a sentir ele encostar a pélvis na minha e descer a mão pra tocar minha bunda, mas eu segurava. Eu me aproximava do corpo dele e sentia a respiração dele bem perto do meu rosto, quase colada na minha boca. O cheiro do perfume desse cara me fascinou, e o álcool já tava fazendo efeito na minha cabeça. Quando voltamos pra mesa, ele fala: "que corpaço você tem, dá pra ver que malha". Eu sorri e falei: "já examinou meu corpo todo?" Ele responde: "é impossível não reparar". E eu falo: "além disso, tava de mão boba tentando pegar na minha bunda". Mas ele responde: "é que esse vestido justo te deixa muito gostosa, e ainda dá pra sentir sua calcinha". Eu sorri e falei: "é? E o que sentiu?" Ele diz: "um fiozinho dos lados do seu quadril". E pergunta: "não é assim?"
A gente sorriu, e eu falei: "cê tá perguntando demais, vamos parar por aqui". Mas por dentro, eu tava excitada com a conversa que tive com o cara. Nisso, toca um reggaeton, e ele me chama: "vamos dançar". Eu falei: "sim". Já tava mais solta. O cara veio por trás, me pegou pela cintura e se encostou em mim. Pego, eu tento dançar mais sexy e devagar nisso, sinto o pau dele no meio das minhas nádegas. Era impossível não sentir, mas eu gostei e deixava o cara fazer aquilo.
Viro o olhar pra mesa e noto que uma das minhas amigas não estava. Então pergunto e me dizem que ela, há cinco minutos, saiu com um dos caras. Na hora, falo pra minha outra amiga que a gente devia ir embora, e ela me responde: "Se quiser ficar de boa, fica. Eu daqui vou pra um motel." Mas vejo que ela tá muito bêbada e falo isso pra ela. Ela diz que o marido dela não está e que quer aproveitar porque ele chega só no meio da outra semana.
E me propõe: "Vamos pro motel continuar bebendo e dançando." Eu digo que sim, mas não pra um motel, pra outro lugar. Ela responde que então teria que ficar naquele lugar, mas o clima já tá bem pesado, muita gente, todo mundo muito bebado. E falo pra ela: "Se quiser, vamos pro meu hotel e você fica comigo, porque já deu." Ela me diz: "Não seja caretão, te vi dançando com aquele cara."
Eu falo: "Não fizemos nada, só dançar." E ela diz: "Vamos, vamos pro motel os quatro e continuamos a farra." Eu falo: "A única pessoa com quem fui pra um motel foi meu marido, e isso quando a gente namorava."
Ela insiste e diz: "Você vê, você decide o que quer que aconteça lá. Se não quiser nada, vai embora."
Saímos da balada e pegamos um táxi que nos levou pra um motel. No táxi, a gente ia bebendo e cantando, e o cara que tava comigo ficava dizendo: "Que gostosa você é, que cheiro bom, que sexy, que inveja do seu marido." Me elogiava o tempo todo e fala: "Você me deixou super excitado com esse corpão." E completa: "Tô doido pra te roubar um beijo." Eu sorrio e ele pergunta: "Você ficaria brava?" E eu respondo: "Não sei, nunca fizeram isso, sempre fui fiel ao meu marido."
A gente tava conversando bem pertinho, ele se aproxima e tenta me dar um beijo. Eu viro o rosto, mas não consigo evitar, e ele me beija no canto da boca. Eu falo: "Ei, que atrevido." Ele se desculpa. A gente continua conversando sobre vários assuntos, e ele fala de novo: Me dá um beijinho, não seja má. Eu digo: não sou má, só sou fiel ao meu marido, e estou acompanhando vocês pra não deixar minha amiga sozinha com vocês dois. E ele me diz: fica tranquila, a gente já saiu com ela antes e sempre nos cuidamos entre nós.
O táxi entrou no motel, a gente desceu e a intenção era supostamente continuar bebendo e dançando. Então pedimos um quarto pra nós quatro. Fiquei com muita vergonha porque a moça que estava atendendo ficou me olhando, mas pra ela isso deve ser normal. Chega alguém, nos cumprimenta e manda a gente segui-lo. A gente vai conversando com essa pessoa e ela diz que o quarto tem um valor determinado por quatro horas. Pagamos, entramos, colocaram música, começamos a beber e dançar. Minha amiga me perguntou: como é que cê tá com esse cara? Eu disse: não rolou nada, só dancei e conversei. Ela sorri e fala: bom, então vamos continuar o baile. Eu peço pra pedirmos água, tô com muita sede. O cara que tava com minha amiga chama e pede. Quando batem na porta, ele recebe o pedido e chega uma garrafa de tequila, água e camisinhas.
Eu olho e fico com vergonha, fazia muito tempo que eu não via camisinhas. Falo pra minha amiga: me diz a verdade, o que a gente vai fazer? E ela responde: fica tranquila, se você não quiser fazer nada, não faz nada, ninguém vai te obrigar. Serviram as doses e eu bebi, mas bem pouco, e deixei um resto no copo. Me zuaram e tive que tomar o que tinha deixado.
Começamos a dançar. Minha amiga vai com o cara pra um canto e eles começam a se beijar e se apalpar, já queriam transar. E o meu cara me chama: vamos dançar. Começamos a dançar um merengue, ele me aperta contra ele e eu sinto o pau dele na minha bacia e as mãos dele na minha bunda. Eu abraço ele pelo pescoço e ele me dá um beijo. Eu correspondo e ficamos uns dois minutos assim.
Nem senti quando minha amiga chegou por trás e me disse: fica tranquila, daqui não sai nada. Já com tanta bebida no corpo, eu não tava nem aí pra nada e deixei o cara tocar meu corpo inteiro.
Minha amiga tirou o vestido e ficou só de calcinha fio dental e sutiã. Eu pensava: que loucura é essa. fazendo! ela começou a tirar a roupa do cara com quem ela estava e continuaram dançando assim seminus, dava pra ver a pica daquele cara prestes a explodir e começaram a dizer que a gente tirasse a roupa, eu não estava nos meus cinco sentidos mas sabia o que estava fazendo e não queria tirar a roupa por vergonha dos outros, então o cara me diz… vamos tirar por partes eu pergunto quais partes a minha é só um vestido e então ele me diz bom, tudo, se aproxima de mim me dá um beijo e daí não nos separamos mais começamos a tirar a roupa ele tira meu vestido e fiquei de calcinha e sutiã e ele de boxer. Continuamos dançando e ele tira meu sutiã e começa a beijar meus seios eu abaixo as mãos e toco o pau dele por cima do boxer as mãos dele acariciam minha bunda aperta e separa, senti a calcinha fio dental bem enfiada no meio da minha bunda e ele elogia, senti que acariciava minha buceta e de repente me vira, fico de costas e ele me diz… que gostosa você tá, esse abdômen, essas pernas, essa raba e me dá um tapa. Depois com uma mão começa a tocar minha buceta por cima da calcinha fio dental, isso me excita e nisso vem minha amiga pra cama sem nada vestida com os peitos de fora, acho bonitos, quando sinto que meu cara afasta um pouco a calcinha e toca minha buceta diretamente. Eu coloco a mão dentro do boxer e toco o pau dele, sinto ele enorme e grosso, eu olho pra minha amiga e ela tá fazendo um oral no cara dela. Ela pega uma camisinha passa pra ele e ele coloca e ela se ajeita de quatro e começa a gemer e não era pra menos com aquele tronco enorme que o rapaz tinha. Eu me viro beijo meu cara, ele beija meus seios e toca minha buceta e enfia os dedos, eu já queria ser penetrada. Empurro ele pra cama e ele se deita eu deito em cima dele beijo e sinto o pau dele na minha buceta e me mexia pra sentir e ele tira o boxer, olho a vara desse jovem e é bem maior que a do meu marido. Por que será que os caras de hoje em dia são tão bem dotados, fiquei pensando.
Além disso, a virilidade tava bem dura, eu tento tirar a calcinha fio dental e ele me fala pra não tirar nem os saltos, que tinha essa fantasia e me fez lembrar do meu marido, adora me comer de fio dental, ele puxa a calcinha de lado e eu sinto aquele pau na minha buceta super lubrificada e quente, ele me empurra pra baixo, pro pau dele, pra eu fazer oral, eu resisto, não gosto, o único que tinha feito isso foi no meu marido, mas ele insiste e eu falo que não curto e ele diz que é só um pouquinho. Eu desço, começo a beijar e a masturbar ele, surpresa com o tamanho, comecei a fazer oral, sentia o tamanho comparado com o do meu marido, nunca imaginei que faria oral em outra pessoa que não fosse meu marido, ele me pede pra colocar a camisinha, eu coloco, mas sinceramente sou muito inexperiente, nunca tinha colocado uma e a única vez que usei foi com o cara desconhecido da balada quando tinha terminado com meu marido, de resto nunca mais usei camisinha.
Já com a camisinha, subo em cima dele, pego o pau dele, puxo a calcinha de lado e começo a sentar, ele vai me penetrando devagar, senti um pouco de pressão por ser grande, mas depois me acostumei, sentia ele pulsando dentro de mim, continuei em cima dele cavalgando e na minha frente tinha minha amiga de quatro, ela olha pra minha cara e pisca o olho, eu sorri pra ela.
O cara me fala pra ficar de quatro e ficar de frente pra minha amiga, e sinto ele meter, mas agora senti maior ainda e ele fala… que cuzinho gostoso você tem, rosadinho, e começou a tocar com o dedo, quando de repente senti ele enfiar o dedo, senti um pouco de incômodo, mas foi um incômodo gostoso, como pude me virei e ele falou… deita, e ele subiu em cima de mim e começou a me foder, no início devagar, mas foi intensificando as penetradas e eu comecei a gemer cada vez mais forte conforme minha excitação crescia e assim tive meu orgasmo, tava super molhada.
Ele me fala pra Dê o bum, eu na hora falei que não, mesmo já tendo feito umas vezes, mas falei que não. Aí ele perguntou por que não, se já tinha feito. Falei que sim, ele perguntou com quem, falei com meu marido e outra pessoa, e ele disse: "então eu vou ser a terceira pessoa a aproveitar esse bum". Eu falei: "entende que é não e para de insistir, senão vou embora". E ele falou "ok" e, de quatro, começou a foder minha buceta cada vez com mais força, a pélvis dele batendo nas minhas nádegas, parecia um aplauso o tempo todo. Ficou assim uns dez minutos até gozar bufando igual um urso.
Levantei e olhei meu celular, tinha três chamadas perdidas do meu marido e uma mensagem pedindo desculpa, dizendo que tinha comprado outro voo e chegava cedo no dia seguinte na capital. Quase desmaiei. Fui tomar banho e, quando senti o cara entrar, ele perguntou se podia acompanhar. Vi o corpo atlético dele e me excitei. Falei que sim. Ele se encostou nas minhas costas e comecei a sentir o pau dele crescendo no meio das minhas nádegas. Começou a beijar meu pescoço, me virou e a gente começou a se beijar, e ele disse que não tinha mais camisinha.
Mas a vontade de foder ele de novo falou mais alto e falei para ele meter. A gente fez bem gostoso, foi bem rápido, uns dez minutos, e assim que eu aproveitei meu orgasmo, ele perguntou onde podia gozar. Falei: "onde você quiser". Aí senti ele penetrar meu cu, meteu e tirou o pau umas quantas vezes e soltou um jato quente dentro de mim. Fiquei totalmente exausta. A gente terminou de tomar banho, me vesti e pedi um táxi. Minha amiga estava bem dormida com o cara que ela tinha fodido. O táxi chegou, me despedi do meu parceiro, ele pediu meu número de celular, falei para ele me dar o dele, que eu escreveria. A gente se deu um beijo e me despedi. Quando cheguei no hotel, me senti suja e culpada, nunca tinha feito aquilo. Tomei outro banho na banheira para tentar recuperar meu corpo e pedi que trouxessem um bom... Café da manhã pra tentar recuperar minhas condições e ficar bem quando meu marido chegasse.
Ele chegou lá pras onze da manhã, nessa hora eu já tava recuperada e pronta pra recebê-lo do melhor jeito. Quando chegou, subiu pro meu quarto e me deu um beijo bem caloroso, me beijou com paixão e pediu desculpas por ter furado o encontro do dia anterior, jurando que não ia se repetir.
Da minha parte, eu pensava: se ele soubesse tudo que rolou por causa do vacilo dele. Kkkkkkk, mas passamos um fim de semana gostoso. Quando voltei pra casa na semana seguinte, lembrei do que aconteceu com o rapaz e fiquei com vontade de chamar ele, mas vou guardar isso pra mais tarde.
Além disso, um dos caras começou a dar em cima de mim, o que me fez sentir o centro das atenções de alguém. Esse cara me chama: "vamos dançar". Fomos pra pista, e minutos depois comecei a sentir ele encostar a pélvis na minha e descer a mão pra tocar minha bunda, mas eu segurava. Eu me aproximava do corpo dele e sentia a respiração dele bem perto do meu rosto, quase colada na minha boca. O cheiro do perfume desse cara me fascinou, e o álcool já tava fazendo efeito na minha cabeça. Quando voltamos pra mesa, ele fala: "que corpaço você tem, dá pra ver que malha". Eu sorri e falei: "já examinou meu corpo todo?" Ele responde: "é impossível não reparar". E eu falo: "além disso, tava de mão boba tentando pegar na minha bunda". Mas ele responde: "é que esse vestido justo te deixa muito gostosa, e ainda dá pra sentir sua calcinha". Eu sorri e falei: "é? E o que sentiu?" Ele diz: "um fiozinho dos lados do seu quadril". E pergunta: "não é assim?"
A gente sorriu, e eu falei: "cê tá perguntando demais, vamos parar por aqui". Mas por dentro, eu tava excitada com a conversa que tive com o cara. Nisso, toca um reggaeton, e ele me chama: "vamos dançar". Eu falei: "sim". Já tava mais solta. O cara veio por trás, me pegou pela cintura e se encostou em mim. Pego, eu tento dançar mais sexy e devagar nisso, sinto o pau dele no meio das minhas nádegas. Era impossível não sentir, mas eu gostei e deixava o cara fazer aquilo.
Viro o olhar pra mesa e noto que uma das minhas amigas não estava. Então pergunto e me dizem que ela, há cinco minutos, saiu com um dos caras. Na hora, falo pra minha outra amiga que a gente devia ir embora, e ela me responde: "Se quiser ficar de boa, fica. Eu daqui vou pra um motel." Mas vejo que ela tá muito bêbada e falo isso pra ela. Ela diz que o marido dela não está e que quer aproveitar porque ele chega só no meio da outra semana.
E me propõe: "Vamos pro motel continuar bebendo e dançando." Eu digo que sim, mas não pra um motel, pra outro lugar. Ela responde que então teria que ficar naquele lugar, mas o clima já tá bem pesado, muita gente, todo mundo muito bebado. E falo pra ela: "Se quiser, vamos pro meu hotel e você fica comigo, porque já deu." Ela me diz: "Não seja caretão, te vi dançando com aquele cara."
Eu falo: "Não fizemos nada, só dançar." E ela diz: "Vamos, vamos pro motel os quatro e continuamos a farra." Eu falo: "A única pessoa com quem fui pra um motel foi meu marido, e isso quando a gente namorava."
Ela insiste e diz: "Você vê, você decide o que quer que aconteça lá. Se não quiser nada, vai embora."
Saímos da balada e pegamos um táxi que nos levou pra um motel. No táxi, a gente ia bebendo e cantando, e o cara que tava comigo ficava dizendo: "Que gostosa você é, que cheiro bom, que sexy, que inveja do seu marido." Me elogiava o tempo todo e fala: "Você me deixou super excitado com esse corpão." E completa: "Tô doido pra te roubar um beijo." Eu sorrio e ele pergunta: "Você ficaria brava?" E eu respondo: "Não sei, nunca fizeram isso, sempre fui fiel ao meu marido."
A gente tava conversando bem pertinho, ele se aproxima e tenta me dar um beijo. Eu viro o rosto, mas não consigo evitar, e ele me beija no canto da boca. Eu falo: "Ei, que atrevido." Ele se desculpa. A gente continua conversando sobre vários assuntos, e ele fala de novo: Me dá um beijinho, não seja má. Eu digo: não sou má, só sou fiel ao meu marido, e estou acompanhando vocês pra não deixar minha amiga sozinha com vocês dois. E ele me diz: fica tranquila, a gente já saiu com ela antes e sempre nos cuidamos entre nós.
O táxi entrou no motel, a gente desceu e a intenção era supostamente continuar bebendo e dançando. Então pedimos um quarto pra nós quatro. Fiquei com muita vergonha porque a moça que estava atendendo ficou me olhando, mas pra ela isso deve ser normal. Chega alguém, nos cumprimenta e manda a gente segui-lo. A gente vai conversando com essa pessoa e ela diz que o quarto tem um valor determinado por quatro horas. Pagamos, entramos, colocaram música, começamos a beber e dançar. Minha amiga me perguntou: como é que cê tá com esse cara? Eu disse: não rolou nada, só dancei e conversei. Ela sorri e fala: bom, então vamos continuar o baile. Eu peço pra pedirmos água, tô com muita sede. O cara que tava com minha amiga chama e pede. Quando batem na porta, ele recebe o pedido e chega uma garrafa de tequila, água e camisinhas.
Eu olho e fico com vergonha, fazia muito tempo que eu não via camisinhas. Falo pra minha amiga: me diz a verdade, o que a gente vai fazer? E ela responde: fica tranquila, se você não quiser fazer nada, não faz nada, ninguém vai te obrigar. Serviram as doses e eu bebi, mas bem pouco, e deixei um resto no copo. Me zuaram e tive que tomar o que tinha deixado.
Começamos a dançar. Minha amiga vai com o cara pra um canto e eles começam a se beijar e se apalpar, já queriam transar. E o meu cara me chama: vamos dançar. Começamos a dançar um merengue, ele me aperta contra ele e eu sinto o pau dele na minha bacia e as mãos dele na minha bunda. Eu abraço ele pelo pescoço e ele me dá um beijo. Eu correspondo e ficamos uns dois minutos assim.
Nem senti quando minha amiga chegou por trás e me disse: fica tranquila, daqui não sai nada. Já com tanta bebida no corpo, eu não tava nem aí pra nada e deixei o cara tocar meu corpo inteiro.
Minha amiga tirou o vestido e ficou só de calcinha fio dental e sutiã. Eu pensava: que loucura é essa. fazendo! ela começou a tirar a roupa do cara com quem ela estava e continuaram dançando assim seminus, dava pra ver a pica daquele cara prestes a explodir e começaram a dizer que a gente tirasse a roupa, eu não estava nos meus cinco sentidos mas sabia o que estava fazendo e não queria tirar a roupa por vergonha dos outros, então o cara me diz… vamos tirar por partes eu pergunto quais partes a minha é só um vestido e então ele me diz bom, tudo, se aproxima de mim me dá um beijo e daí não nos separamos mais começamos a tirar a roupa ele tira meu vestido e fiquei de calcinha e sutiã e ele de boxer. Continuamos dançando e ele tira meu sutiã e começa a beijar meus seios eu abaixo as mãos e toco o pau dele por cima do boxer as mãos dele acariciam minha bunda aperta e separa, senti a calcinha fio dental bem enfiada no meio da minha bunda e ele elogia, senti que acariciava minha buceta e de repente me vira, fico de costas e ele me diz… que gostosa você tá, esse abdômen, essas pernas, essa raba e me dá um tapa. Depois com uma mão começa a tocar minha buceta por cima da calcinha fio dental, isso me excita e nisso vem minha amiga pra cama sem nada vestida com os peitos de fora, acho bonitos, quando sinto que meu cara afasta um pouco a calcinha e toca minha buceta diretamente. Eu coloco a mão dentro do boxer e toco o pau dele, sinto ele enorme e grosso, eu olho pra minha amiga e ela tá fazendo um oral no cara dela. Ela pega uma camisinha passa pra ele e ele coloca e ela se ajeita de quatro e começa a gemer e não era pra menos com aquele tronco enorme que o rapaz tinha. Eu me viro beijo meu cara, ele beija meus seios e toca minha buceta e enfia os dedos, eu já queria ser penetrada. Empurro ele pra cama e ele se deita eu deito em cima dele beijo e sinto o pau dele na minha buceta e me mexia pra sentir e ele tira o boxer, olho a vara desse jovem e é bem maior que a do meu marido. Por que será que os caras de hoje em dia são tão bem dotados, fiquei pensando.
Além disso, a virilidade tava bem dura, eu tento tirar a calcinha fio dental e ele me fala pra não tirar nem os saltos, que tinha essa fantasia e me fez lembrar do meu marido, adora me comer de fio dental, ele puxa a calcinha de lado e eu sinto aquele pau na minha buceta super lubrificada e quente, ele me empurra pra baixo, pro pau dele, pra eu fazer oral, eu resisto, não gosto, o único que tinha feito isso foi no meu marido, mas ele insiste e eu falo que não curto e ele diz que é só um pouquinho. Eu desço, começo a beijar e a masturbar ele, surpresa com o tamanho, comecei a fazer oral, sentia o tamanho comparado com o do meu marido, nunca imaginei que faria oral em outra pessoa que não fosse meu marido, ele me pede pra colocar a camisinha, eu coloco, mas sinceramente sou muito inexperiente, nunca tinha colocado uma e a única vez que usei foi com o cara desconhecido da balada quando tinha terminado com meu marido, de resto nunca mais usei camisinha.
Já com a camisinha, subo em cima dele, pego o pau dele, puxo a calcinha de lado e começo a sentar, ele vai me penetrando devagar, senti um pouco de pressão por ser grande, mas depois me acostumei, sentia ele pulsando dentro de mim, continuei em cima dele cavalgando e na minha frente tinha minha amiga de quatro, ela olha pra minha cara e pisca o olho, eu sorri pra ela.
O cara me fala pra ficar de quatro e ficar de frente pra minha amiga, e sinto ele meter, mas agora senti maior ainda e ele fala… que cuzinho gostoso você tem, rosadinho, e começou a tocar com o dedo, quando de repente senti ele enfiar o dedo, senti um pouco de incômodo, mas foi um incômodo gostoso, como pude me virei e ele falou… deita, e ele subiu em cima de mim e começou a me foder, no início devagar, mas foi intensificando as penetradas e eu comecei a gemer cada vez mais forte conforme minha excitação crescia e assim tive meu orgasmo, tava super molhada.
Ele me fala pra Dê o bum, eu na hora falei que não, mesmo já tendo feito umas vezes, mas falei que não. Aí ele perguntou por que não, se já tinha feito. Falei que sim, ele perguntou com quem, falei com meu marido e outra pessoa, e ele disse: "então eu vou ser a terceira pessoa a aproveitar esse bum". Eu falei: "entende que é não e para de insistir, senão vou embora". E ele falou "ok" e, de quatro, começou a foder minha buceta cada vez com mais força, a pélvis dele batendo nas minhas nádegas, parecia um aplauso o tempo todo. Ficou assim uns dez minutos até gozar bufando igual um urso.
Levantei e olhei meu celular, tinha três chamadas perdidas do meu marido e uma mensagem pedindo desculpa, dizendo que tinha comprado outro voo e chegava cedo no dia seguinte na capital. Quase desmaiei. Fui tomar banho e, quando senti o cara entrar, ele perguntou se podia acompanhar. Vi o corpo atlético dele e me excitei. Falei que sim. Ele se encostou nas minhas costas e comecei a sentir o pau dele crescendo no meio das minhas nádegas. Começou a beijar meu pescoço, me virou e a gente começou a se beijar, e ele disse que não tinha mais camisinha.
Mas a vontade de foder ele de novo falou mais alto e falei para ele meter. A gente fez bem gostoso, foi bem rápido, uns dez minutos, e assim que eu aproveitei meu orgasmo, ele perguntou onde podia gozar. Falei: "onde você quiser". Aí senti ele penetrar meu cu, meteu e tirou o pau umas quantas vezes e soltou um jato quente dentro de mim. Fiquei totalmente exausta. A gente terminou de tomar banho, me vesti e pedi um táxi. Minha amiga estava bem dormida com o cara que ela tinha fodido. O táxi chegou, me despedi do meu parceiro, ele pediu meu número de celular, falei para ele me dar o dele, que eu escreveria. A gente se deu um beijo e me despedi. Quando cheguei no hotel, me senti suja e culpada, nunca tinha feito aquilo. Tomei outro banho na banheira para tentar recuperar meu corpo e pedi que trouxessem um bom... Café da manhã pra tentar recuperar minhas condições e ficar bem quando meu marido chegasse.
Ele chegou lá pras onze da manhã, nessa hora eu já tava recuperada e pronta pra recebê-lo do melhor jeito. Quando chegou, subiu pro meu quarto e me deu um beijo bem caloroso, me beijou com paixão e pediu desculpas por ter furado o encontro do dia anterior, jurando que não ia se repetir.
Da minha parte, eu pensava: se ele soubesse tudo que rolou por causa do vacilo dele. Kkkkkkk, mas passamos um fim de semana gostoso. Quando voltei pra casa na semana seguinte, lembrei do que aconteceu com o rapaz e fiquei com vontade de chamar ele, mas vou guardar isso pra mais tarde.
1 comentários - Por não viajar naquele dia, fui infiel