Acontece que minha melhor amiga "N" ia ter a segunda filha dela e, como a mãe dela não podia vir cuidar da filha mais velha, ela me pediu pra cuidar da menina por um dia e uma noite até a mãe dela chegar.
Cheguei à tarde, fui buscar a filha dela na escola e fomos pra casa dela.
À noite chegou o marido dela, Mauro, bonito e muito brincalhão. Tem um corpo bom porque malha, mas nunca reparei nele como homem porque nos encontros e aniversários eu sempre ia acompanhada do meu falecido marido.
Naquela noite, a gente jantou numa boa e, quando ficou tarde, levei a menina pra dormir. Depois disso, tomei um banho e já ia me deitar no quarto de hóspedes quando o Mauro me perguntou se eu queria tomar uma cerveja. Tava um calorão, então topei.
Sentamos na sala, nós dois no sofá, na frente da TV, tomando cerveja. Eu saí pra fumar na varanda, ele foi junto e a gente conversou sobre tudo. Eu tava usando uma blusa preta bem justinha, de verão, que eu usava pra dormir, e uma legging preta, com uma fio-dental.
Como tinha tomado banho fazia pouco e meu cabelo ainda tava molhado, o top ficou úmido na altura dos peitos e os bicos apareceram bem marcados.
Tava sendo mó legal, batendo um papo até que o assunto sexual chegou. Contei pra ele que até pouco tempo eu era acompanhante, que tava tendo sorte porque tava pegando uns caras legais, cavalheiros, de pauzão e casados, que sempre queriam um trampo extra que eu fizesse, já que precisava da grana porque fiquei viúva faz pouco e ainda não conseguia receber a pensão.
Aí o Mauro me contou que tava há 3 meses sem foder por causa da gravidez da minha amiga. Que não aguentava mais de tesão.
Eu falei pra ele, meio na brincadeira, por que ele não batia uma punheta, e ele ficou dizendo que não era a mesma coisa, e tal e tal.
Enquanto a gente conversava, dava pra ver a pica dele marcando, e ela tinha apoiado a mão por cima da calça.
Nisso ela solta que tava mó tesuda, que tava uma hora olhando pras minhas tetas, e eu só ri.
Ele se levanta e vai pegar mais cerveja, e quando volta, se joga em cima de mim, ali no sofá. Eu fiquei com as pernas abertas, e minha buceta apoiada na pica dele. Comecei a brigar com ele porque achava que era muito errado, mas ele ficava esfregando a pica na minha buceta e dizendo que eu sempre o deixava louco de tesão, que eu era gostosa. Eu não falava nada, só desviava dos beijos dele.
Os movimentos dele me deixavam doida, e enquanto eu falava "não, Mauro", eu puxei a calça dele pra baixo e tirei a pica pra fora. Afastei a tanga e ele enfiou de uma vez, eu tava toda molhada. Ele começou a me foder como um louco, metia forte e abafava meus gemidos com os beijos dele. Ele puxou um peito pra fora do top e apertou. Foram uns 25 minutos, mais ou menos, mas foi um sexo pesado, ele metia com tudo até gozar tudo dentro de mim, e eu também gozei. Ele literalmente me encheu.
E fui dormir. Que boa foda que eu levei, haha.
De madrugada, uns beijos nas minhas costas me acordam, era o Mauro de novo, de camiseta e jeans antes de ir pro trampo e com a pica durona. Ele falou: "Chupa ela, Lau, que vou gravar um vídeo pra mostrar pros meus colegas de serviço.
Depois de uma chupada gostosa pra caralho! Eu tava putona e, enquanto gemia, ele parou de me comer e me virou de quatro pra meter de novo com força. Eu afundava a cara no travesseiro, gozava que nem uma puta e ele me enchia de leite de novo.
No outro dia, a gente acordou cedo pra tomar café, eu já tinha me trocado pra voltar pra casa, porque a sogra dele ia chegar a qualquer hora. Eu tava lavando as xícaras de café quando senti a pica dele encostando na minha bunda. Sem pensar muito, falei: "Mete em mim, Mauro, fode minha buceta, adoro que me comam a buceta! Ninguém me comia desde que fiquei viúva!"
Ele me levou pro quarto de casal, me colocou de quatro, abaixou minha legging e começou a chupar minha buceta enquanto eu me tocava na xereca depilada. Deixou minha buceta bem lubrificada e começou a meter devagar, mas sem parar, aí, que gostoso, meu deus. Eu já tinha gozado uma vez com a mão enquanto ele chupava minha buceta. Pedia pra ele falar: "Lau, gata prostituta", isso me deixava doida. Ele metia devagar, bem fundo, bem lá dentro até encher minha buceta com o leite quente dele. Assim, de quatro e com a pica dele dentro de mim, me masturbei de novo até gozar outra vez. Que foda, meu deus.
Ele despejou uma boa quantidade de porra na minha boca. Eu também tava quase gozando, então continuei com o pau na boca até acabar, feito uma gata vadia sedenta de leite de um lobo casado.
A gente se vestiu, e daí a pouco chegou a mãe da minha amiga. Eu vim pra minha casa cheia da porra do marido dela.
Cheguei à tarde, fui buscar a filha dela na escola e fomos pra casa dela.
À noite chegou o marido dela, Mauro, bonito e muito brincalhão. Tem um corpo bom porque malha, mas nunca reparei nele como homem porque nos encontros e aniversários eu sempre ia acompanhada do meu falecido marido.
Naquela noite, a gente jantou numa boa e, quando ficou tarde, levei a menina pra dormir. Depois disso, tomei um banho e já ia me deitar no quarto de hóspedes quando o Mauro me perguntou se eu queria tomar uma cerveja. Tava um calorão, então topei.
Sentamos na sala, nós dois no sofá, na frente da TV, tomando cerveja. Eu saí pra fumar na varanda, ele foi junto e a gente conversou sobre tudo. Eu tava usando uma blusa preta bem justinha, de verão, que eu usava pra dormir, e uma legging preta, com uma fio-dental.
Como tinha tomado banho fazia pouco e meu cabelo ainda tava molhado, o top ficou úmido na altura dos peitos e os bicos apareceram bem marcados.
Tava sendo mó legal, batendo um papo até que o assunto sexual chegou. Contei pra ele que até pouco tempo eu era acompanhante, que tava tendo sorte porque tava pegando uns caras legais, cavalheiros, de pauzão e casados, que sempre queriam um trampo extra que eu fizesse, já que precisava da grana porque fiquei viúva faz pouco e ainda não conseguia receber a pensão.
Aí o Mauro me contou que tava há 3 meses sem foder por causa da gravidez da minha amiga. Que não aguentava mais de tesão.
Eu falei pra ele, meio na brincadeira, por que ele não batia uma punheta, e ele ficou dizendo que não era a mesma coisa, e tal e tal.
Enquanto a gente conversava, dava pra ver a pica dele marcando, e ela tinha apoiado a mão por cima da calça.
Nisso ela solta que tava mó tesuda, que tava uma hora olhando pras minhas tetas, e eu só ri.
Ele se levanta e vai pegar mais cerveja, e quando volta, se joga em cima de mim, ali no sofá. Eu fiquei com as pernas abertas, e minha buceta apoiada na pica dele. Comecei a brigar com ele porque achava que era muito errado, mas ele ficava esfregando a pica na minha buceta e dizendo que eu sempre o deixava louco de tesão, que eu era gostosa. Eu não falava nada, só desviava dos beijos dele.
Os movimentos dele me deixavam doida, e enquanto eu falava "não, Mauro", eu puxei a calça dele pra baixo e tirei a pica pra fora. Afastei a tanga e ele enfiou de uma vez, eu tava toda molhada. Ele começou a me foder como um louco, metia forte e abafava meus gemidos com os beijos dele. Ele puxou um peito pra fora do top e apertou. Foram uns 25 minutos, mais ou menos, mas foi um sexo pesado, ele metia com tudo até gozar tudo dentro de mim, e eu também gozei. Ele literalmente me encheu.
E fui dormir. Que boa foda que eu levei, haha.
De madrugada, uns beijos nas minhas costas me acordam, era o Mauro de novo, de camiseta e jeans antes de ir pro trampo e com a pica durona. Ele falou: "Chupa ela, Lau, que vou gravar um vídeo pra mostrar pros meus colegas de serviço.

Depois de uma chupada gostosa pra caralho! Eu tava putona e, enquanto gemia, ele parou de me comer e me virou de quatro pra meter de novo com força. Eu afundava a cara no travesseiro, gozava que nem uma puta e ele me enchia de leite de novo.No outro dia, a gente acordou cedo pra tomar café, eu já tinha me trocado pra voltar pra casa, porque a sogra dele ia chegar a qualquer hora. Eu tava lavando as xícaras de café quando senti a pica dele encostando na minha bunda. Sem pensar muito, falei: "Mete em mim, Mauro, fode minha buceta, adoro que me comam a buceta! Ninguém me comia desde que fiquei viúva!"
Ele me levou pro quarto de casal, me colocou de quatro, abaixou minha legging e começou a chupar minha buceta enquanto eu me tocava na xereca depilada. Deixou minha buceta bem lubrificada e começou a meter devagar, mas sem parar, aí, que gostoso, meu deus. Eu já tinha gozado uma vez com a mão enquanto ele chupava minha buceta. Pedia pra ele falar: "Lau, gata prostituta", isso me deixava doida. Ele metia devagar, bem fundo, bem lá dentro até encher minha buceta com o leite quente dele. Assim, de quatro e com a pica dele dentro de mim, me masturbei de novo até gozar outra vez. Que foda, meu deus.
Ele despejou uma boa quantidade de porra na minha boca. Eu também tava quase gozando, então continuei com o pau na boca até acabar, feito uma gata vadia sedenta de leite de um lobo casado.A gente se vestiu, e daí a pouco chegou a mãe da minha amiga. Eu vim pra minha casa cheia da porra do marido dela.
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