Ana 1

Sou uma mulher de quarenta e poucos anos, mas me deixe te levar de volta àqueles dias da faculdade, quando meu corpo já era uma porra de uma obra de arte. Aos 20 anos, eu tinha um rabão que não passava despercebido. Minhas nádegas eram carnudas, redondas, firmes, daquelas que parecem desafiar a gravidade. Cada passo que eu dava era um espetáculo, e eu sabia disso. Mas o que mais me lembro, o que ainda me faz tremer quando penso, são aquelas partidas de vôlei de quadra. Meu Deus, como eu ficava excitada jogando sabendo que todos os olhares estavam em mim.

Quando eu colocava aqueles shorts de lycra, era como se o tecido se rendesse ao meu bumbum. Eles eram pequenos, apertados, de um preto brilhante que grudava na minha pele como uma segunda camada. Minhas nádegas transbordavam, como se quisessem escapar da lycra. A costura do meio afundava bem entre as minhas bundas, marcando-as de um jeito tão obsceno que quase parecia ilegal. Toda vez que eu me abaixava para pegar a bola ou pulava para um ataque, sentia o tecido esticando ao máximo, mal contendo a carne das minhas nádegas. Era como se aqueles shorts gritassem: "Olha esse rabão!" E acredite, todo mundo olhava.

O top não ficava atrás. Eu tinha uns peitões grandes, cheios, daqueles que você não consegue ignorar. O top esportivo, também de lycra, os apertava tanto que parecia que iam estourar o tecido. Meus mamilos, duros pelo atrito constante e pela adrenalina do jogo, ficavam marcados sem piedade. Às vezes, quando o ar-condicionado do ginásio estava no máximo, eu sentia eles ficando ainda mais firmes, e juro que conseguia ver os caras nas arquibancadas se ajustando nas calças, tentando disfarçar. Meus peitos balançavam a cada pulo, cada movimento, e a lycra grudava no suor da minha pele, deixando pouco para a imaginação. Era como se meu corpo inteiro estivesse gritando: "Aqui estou, venham me pegar!"

E os olhares... ai, os olhares. No começo, eu fingia não perceber. Fazia de conta que era inocente, como se estivesse concentrada no jogo, mas a A verdade é que eu adorava. Sentia um formigamento na pele toda vez que via um grupo de garotos nas arquibancadas, com os olhos grudados na minha bunda enquanto eu corria de um lado para o outro da quadra. Era como se os olhares deles me tocassem, como se cada par de olhos fosse uma carícia quente percorrendo minhas nádegas, minhas coxas, meus peitos. Eu ficava molhada, admito. Havia momentos em que, ao me agachar para um saque, sentia meus shorts entrando ainda mais entre minhas nádegas, e eu sabia que todos estavam vendo o contorno perfeito do meu cuzão. Me excitava imaginar o que eles pensavam, o que queriam fazer comigo. Era um jogo sujo, e eu era a rainha.

Minhas amigas não me deixavam em paz com isso. "Olha como você tá deixando eles, big booty!" me diziam no vestiário, rindo enquanto davam uma palmada brincalhona na minha bunda. "Essa sua bunda é uma arma letal, cabrona. Você tá deixando eles babando!" E eu ria, fingindo que não era comigo, mas por dentro eu ficava toda ligada. Eu gostava de saber que meu corpo os deixava loucos. Havia uma parte de mim, essa parte safada e tesuda, que imaginava o que aconteceria se eu deixasse um daqueles garotos das arquibancadas se aproximar. O que eles fariam com minha bunda se tivessem a oportunidade? Como seria sentir as mãos deles apertando, separando, enquanto eu mordia o lábio e pedia mais?

Na quadra, o calor do jogo se misturava com o calor que eu sentia entre as pernas. O suor escorria pelas minhas costas, entre meus peitos, e se acumulava na cintura dos meus shorts, fazendo com que a lycra grudasse ainda mais na minha pele. Toda vez que eu pulava, sentia minhas nádegas balançando, meus peitos tremendo, e o atrito do tecido contra meu corpo me dava vontade de gemer. Mas eu me segurava, claro. Tinha que manter a compostura, mesmo que por dentro estivesse ardendo. Havia vezes que, depois de uma partida, eu ia para o vestiário e me tocava olhando no espelho, ainda com os shorts, vendo como meu cuzão ficava ainda mais imponente com o brilho do suor. Eu adorava essa sensação de poder, de saber que meu corpo era uma tentação ambulante.
Uma vez, depois de um jogo particularmente intenso, um dos caras da arquibancada se aproximou enquanto eu guardava minhas coisas. "Jogaço", ele disse, mas os olhos dele não estavam no meu rosto. Estavam percorrendo meu corpo, parando nos meus peitos, na curva dos meus quadris, na borda do meu short que mal cobria minha bunda. Senti um calafrio, uma corrente elétrica que percorreu meu corpo do pescoço até a buceta. Sorri, cheia de graça, e disse algo idiota como "valeu", mas por dentro eu queria arrastá-lo pro vestiário e deixar as mãos dele explorarem cada centímetro do meu corpo. Não fiz, claro, mas a fantasia me acompanhou por dias.
Esses jogos de vôlei eram meu palco, meu momento de brilhar. Meu rabão e meus peitos eram as estrelas do show, e eu sabia disso. Me mexia com uma mistura de inocência fingida e provocação descarada, deixando os olhares me devorarem. E mesmo nunca admitindo em voz alta, eu adorava cada segundo daquela atenção, cada olhar faminto, cada sussurro entre os caras que achavam que eu não ouvia. Meu corpo era um ímã, e eu curtia cada porra de momento de tê-los aos meus pés.
Na faculdade, os treinos de vôlei eram meu território, meu reino. Toda manhã, quando chegava no ginásio, sentia aquela mistura de adrenalina e desejo percorrendo meu corpo. Meu rabão, aquela bunda carnuda e firme que parecia feita pra provocar, roubava a cena. Os shorts de lycra que eu usava nos treinos eram ainda menores que os dos jogos, se é que isso era possível. O tecido preto ou azul escuro grudava na minha pele como se fosse tinta, abraçando cada curva da minha bunda a ponto da costura do meio afundar obscenamente entre as minhas nádegas. Cada vez que eu me mexia, sentia a lycra esticar, como se fosse rasgar a qualquer momento, deixando minha bunda praticamente exposta. Eu adorava aquela sensação: o atrito constante do tecido na minha pele, o suor que começava a se acumular na minha cintura e escorria para baixo, fazendo o short grudar ainda mais na minha bunda.
Meu top esportivo era igualmente escandaloso. Meus peitos, grandes, redondos e pesados, pareciam querer se libertar da lycra a cada pulo, a cada alongamento. O tecido os apertava tanto que meus mamilos, sempre sensíveis, ficavam marcados sem piedade. Às vezes, quando o ar estava frio ou quando o esforço do treino me dava arrepios, eu sentia eles endurecerem, e o atrito da lycra me fazia morder o lábio para não deixar escapar um gemido. Eu me olhava nos espelhos da academia durante o aquecimento, e juro que meu corpo era puro pecado: o contorno dos meus peitos, a curva da minha cintura e aquela bunda enorme que parecia gritar para o mundo olhar.
E depois tinha o professor. O treinador, um homem na casa dos trinta, com aquele ar de autoridade que me deixava com os nervos à flor da pele. Ele não era bonito de capa de revista, mas tinha algo: uma voz grave, uns olhos que pareciam te despir com cada olhar e um jeito de falar que sempre estava no limite do inapropriado. Ele nunca ultrapassava a linha, mas, caralho, como ele brincava com ela. Sempre arrumava uma desculpa para se aproximar de mim durante os treinos, para corrigir minha postura ou me dar "conselhos" que soavam mais como insinuações.
"Levanta mais essa bunda, você tem força de sobra aí atrás," ele dizia com um meio sorriso, enquanto eu estava na posição de saque, com as pernas abertas e as nádegas bem marcadas pelo short. Eu fingia que não entendia, lançava um sorriso provocante e dizia algo como, "Claro, professor, tudo pelo time!" Mas por dentro, meu corpo estava em chamas. Eu sentia os olhos dele cravados na minha bunda enquanto me agachava, e juro que conseguia sentir o calor do olhar dele percorrendo cada centímetro das minhas nádegas. Era como se as palavras dele me tocassem, como se cada comentário de duplo sentido fosse uma carícia lenta e deliberada.
Uma vez, durante um exercício de mobilidade, ele me pediu que eu ficasse de cócoras para "trabalhar a força das pernas". "Desce mais, essa sua bunda aguenta tudo," ele disse, com aquela voz grossa que me fazia apertar as coxas. Eu obedeci, descendo devagar, sentindo o short entrando ainda mais entre as minhas nádegas, o tecido esticando até o limite. Eu sabia que ele estava bem atrás de mim, observando, e a ideia me deixava tão excitada que eu sentia um calor úmido crescendo entre as minhas pernas. Me levantei lentamente, me certificando de arquear as costas um pouco mais do que o necessário, deixando meu rabão se exibir em todo o seu esplendor. "Assim tá melhor, né, professor?" eu disse, virando a cabeça com um sorriso safado. Ele só acenou com a cabeça, com os olhos brilhando de um jeito que me deu vontade de provocá-lo ainda mais.

Não era só o que ele dizia, era como ele dizia. Os comentários dele sempre tinham aquele tom brincalhão, aquela faísca que me fazia imaginar até onde poderia chegar se eu deixasse. "Você tem que mexer esse quadril com mais ritmo," ele me dizia durante os exercícios de deslocamento, e eu exagerava cada movimento, deixando minha bunda balançar de um lado pro outro, sabendo que ele não conseguia tirar os olhos de mim. Eu adorava esse jogo. Adorava saber que eu o tinha na corda bamba, que minhas nádegas enormes faziam ele engolir em seco, que meus peitos pulando no top o deixavam apertado.

E as sensações... Meu Deus, as sensações. Cada vez que eu sentia os olhos dele ou dos caras nas arquibancadas, era como se meu corpo inteiro pegasse fogo. Minha pele ficava hipersensível, o atrito da lycra contra meus mamilos me dava vontade de fechar os olhos e me deixar levar. O suor escorrendo pelas minhas costas, entre meus peitos, e se acumulando na cintura do meu short me deixava louca. Tinha momentos em que, no final do treino, eu ia pro vestiário e precisava ficar um tempo sozinha, respirando fundo, tentando acalmar o fogo que eu sentia entre as pernas. Me olhava no espelho, com o short encharcado de suor, o top marcando cada curva dos meus peitos, e eu imaginava o que aconteceria se deixasse o professor, ou algum daqueles garotos que me devoravam com os olhos, se aproximar mais.
Uma vez, depois de um treino particularmente intenso, o professor me chamou para "conversar sobre minha técnica". Estávamos sozinhos na academia, as outras já tinham ido para o vestiário. Eu ainda estava suada, com o cabelo grudado no pescoço, o short tão apertado que sentia o tecido roçando na minha buceta a cada passo. "Você tem um potencial incrível," ele disse, se aproximando mais do que o necessário, a voz baixa e carregada de intenção. "Mas você precisa aprender a usar todo esse... poder que tem." Os olhos dele desceram por um segundo para meus peitos, depois para meus quadris, e juro que senti um arrepio que percorreu do pescoço até a bunda. Sorri, brincalhona, e dei um passo à frente, deixando minhas nádegas se moverem um pouco mais do que o necessário. "E como faço isso, professor?" perguntei, com um tom que era pura provocação. Ele pigarreou, ajustou o boné, e murmurou algo sobre "praticar mais". Mas eu sabia que ele estava pensando em outra coisa, e a verdade é que eu também.
Esses treinos eram minha droga. A forma como meu corpo se sentia sob a lycra, o atrito constante, o suor, os olhares, os comentários do professor... tudo se misturava numa tempestade de desejo que me deixava tremendo. Eu adorava saber que meu bundão e meus peitos eram uma tentação do caralho, que cada movimento meu era uma provocação. E mesmo sem nunca cruzar a linha, eu vivia por aqueles momentos em que sentia que o controle era meu, que podia fazer qualquer um naquela academia se ajoelhar só arqueando as costas ou deixando minha bunda balançar um pouco mais.
O professor, aquele filho da puta, sabia exatamente como brincar comigo. Era um cara na casa dos trinta, com uma voz que fazia você estremecer e uns olhos que te despiam sem esforço. Nunca passava dos limites, mas, puta merda, como ele andava na corda bamba. Durante os treinos, sempre arranjava uma desculpa para se aproximar de mim, especialmente nos exercícios de alongamento. "Vamos trabalhar esses quadris, você tem muito a oferecer," ele dizia, com aquele sorriso torto que me dava vontade de mordê-lo. Eu fingia ser inocente, lançava um olhar provocante e dizia, "Claro, professor, o que o senhor mandar!" Mas por dentro, meu corpo estava em chamas. Sentia o olhar dele cravado na minha bunda enquanto me alongava, e juro que conseguia imaginar as mãos dele apertando minhas nádegas, separando-as, explorando cada centímetro.
Os alongamentos eram o pior... ou o melhor, dependendo do ponto de vista. Tinha um exercício em que eu tinha que ficar de quatro, com a bunda no ar, para "alongar a lombar". Porra, aquilo era puro pornô. Eu ficava na posição, com os joelhos afastados, arqueando as costas até minhas nádegas enormes se erguerem como uma oferenda. O short entrava tanto entre minhas nádegas que eu sentia o tecido roçando na minha buceta, molhada pelo esforço e pela pura excitação de saber que o professor estava bem atrás de mim. "Mais pra baixo, joga essa bunda mais pro ar," ele dizia, e a voz dele tinha um tom que me fazia tremer. Eu obedecia, descendo mais, sentindo minhas nádegas se abrirem um pouco, a lycra ficando tão esticada que quase rasgava. Sabia que ele estava olhando, que não conseguia tirar os olhos do meu cuzão, e isso me deixava tão molhada que eu tinha que me concentrar para não gemer.
Outro exercício que me matava era o de abrir as pernas para alongar os adutores. Eu sentava no chão, com as pernas abertas em V, e o professor ficava na minha frente, "ajudando" a empurrar. "Abre mais, você consegue," ele dizia, com aquela voz grave que ia direto pro meu clitóris. Eu me inclinava pra frente, deixando meus peitos se apertarem contra o top, marcando os mamilos como se fossem balas. O short subia tanto que eu sentia o ar roçando na minha buceta, e o suor fazia o tecido grudar ainda mais, delineando cada dobra. Ele se agachava na minha frente, supostamente para corrigir minha postura, mas seus olhos passeavam pelas minhas coxas, minha virilha, minha bunda. Uma vez, enquanto me ajudava a alongar, sua mão roçou a parte interna da minha coxa, apenas um segundo, mas foi o suficiente para um arrepio percorrer meu corpo todo. "Bom trabalho," ele murmurou, e eu sorri, mordendo o lábio, sabendo que nós dois estávamos brincando com fogo.

Minhas amigas, essas putas, não ajudavam em nada. No vestiário, depois dos treinos, elas não paravam de falar merda sobre minha bunda. "Essa raba gigante, um dia desses você vai rasgar o short!" dizia Carla, rindo enquanto dava uma palmada na minha bunda que ecoava pelo quarto. "Olha como o professor olha pra você, vadia, você vai acabar comendo ele se continuar rebolando essa rabão assim," zoava a Sofia, enquanto se trocava e me lançava um olhar cúmplice. Eu ria, fingindo que não entendia, mas a verdade é que os comentários delas me deixavam ainda mais excitada. Adorava que notassem o poder do meu corpo, que vissem como minha bunda enorme e meus peitos deixavam todo mundo maluco. Às vezes, no vestiário, eu me olhava no espelho enquanto tirava o top, deixando meus peitos balançarem livres, e imaginava o professor ou algum dos caras nas arquibancadas me vendo, com as mãos ansiosas para me tocar.

Uma vez, durante um treino, o professor pediu que eu ficasse depois para "revisar uns movimentos". O ginásio estava quase vazio, só se ouvia o eco dos nossos passos e minha respiração ofegante. Eu estava suada, com o short tão colado que sentia o tecido roçando no meu clitóris a cada passo. Ele se aproximou, perto demais, e disse, "Você precisa aprender a controlar esse corpo, porque ele está... distraindo todo mundo." A voz dele era baixa, quase um sussurro, e seus olhos se prenderam nos meus peitos, na curva da minha bunda. Eu dei um passo à frente, deixando minha bunda enorme roçar de leve no quadril dele enquanto passava ao lado para pegar minha garrafa de água. "Não sei do que está falando, professor," disse, com um sorriso que era pura provocação. Senti o olhar dele queimando a Costas enquanto me abaixava, deixando minhas nádegas se erguerem, a lycra marcando cada detalhe. Nada aconteceu, mas a tensão era tão densa que dava pra cortar com uma faca. Fui pro vestiário tremendo, com a buceta tão molhada que precisei sentar um momento no banco, respirando fundo, imaginando o que teria acontecido se eu tivesse empurrado ele contra a parede e deixado ele fazer o que seus olhos prometiam.

Esses treinos eram meu vício. Cada alongamento, cada comentário do professor, cada provocação das minhas amigas, alimentava o fogo que eu carregava dentro. Meu corpo era uma arma, e eu sabia usar. Minha bunda enorme, meus peitos, o suor, a lycra... tudo era parte de um jogo que me fazia sentir poderosa, desejada, intocável. Mas, porra, como eu adorava imaginar que alguém, talvez o professor, cruzasse essa linha e me desse o que meu corpo pedia aos berros...

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