Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net. Como sempre, agradeço a todo mundo pela boa energia.
Adoro escrever pra vocês e ir melhorando cada dia mais.
Como sempre, peço: não me deixem na mão e não se esqueçam.
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Sem mais enrolação, vamos começar.Hoje apresento pra vocês a Sara e a história dela, que é imperdível.
Olá, meu nome é Sara.
Agradeço a oportunidade que você me dá, querido Maury-só-eu.
De contar minha história:
Sou do Uruguai e moro perto de Montevidéu.
Tenho 26 anos, corpo normal, nem gorda nem magra. Meu cabelo é castanho e meus olhos são cor de mel.
Desde muito jovem, tive uma boa figura, uma bunda gostosa e meu grande orgulho: meus dois peitões enormes.
Aqui deixo uma foto pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Minha história se chamaria MEUS PECADOS E OS BONS PASTORES.Tudo começou quando meu pai, por causa do trabalho, nos mudamos pra perto de Montevidéu.
Outra cidade e todos os perrengues da mudança.
Minha família conseguiu escola pra mim e tava toda feliz porque a comunidade era muito atenciosa e ajudou a gente em tudo.
Caímos como uma luva pra fazer crescer aquela comunidade e o templo evangélico, muito mais bonito do que o que a gente frequentava antes.
O templo tinha dois pastores, pai e filho. Eles comandavam a vida de todo mundo e eram mais rígidos do que os que a gente conhecia antes.
Minha família é muito religiosa e o que o pastor falava, eles obedeciam, tanto minha mãe quanto meu pai.
Aí começaram meus problemas.
Eles reclamaram do meu jeito de me vestir. Diziam que não era adequado pra religião.
Não gostavam das minhas roupas justas.
Eu amava me sentir linda e gostosa.
Tive que usar saias e roupas largas, coisa que odiava. Mas tudo foi de mal a pior. Minha mãe, beata e dando ouvidos aos dois pastores, começou a me controlar mais.
Minha mãe não me deixava sair com amigos, nem mesmo os da comunidade, sem supervisão rigorosa.
No começo, não me incomodava, porque meu primo era meu melhor amigo.
Éramos tão próximos que aconteceu o inevitável.
Nossa adolescência estava no auge e reprimida pela opressão da religião.
Assim, uma coisa levou à outra e, com meu primo, encontramos uma solução para nossos problemas.
Sem supervisão por sermos parentes e com essa liberdade.
Isso nos levou a ser mais que unidos.
Como uma travessura, a gente via vídeos pornôs no celular dele.
Isso nos levou a experimentar.
Primeiro foram os beijos e as carícias.
Quando ninguém estava olhando.
Aproveitando nosso love e aliviando nossas vontades.
Aprendendo o que nossa idade pedia.
Nós adorávamos nos beijar e nos tocar, e cada vez mais gostávamos de ser namorados. Descobrindo nossos corpos e aprendendo um com o outro.
A luxúria da adolescente pedia pra gente ir cada vez mais ousados e quebrar os limites. Ele me ensinou todos os prazeres que um homem podia dar pra uma mulher.
O pornô no celular dele nos excitava cada vez mais.
Ele me fazia sexo oral e me deixava louca fazendo isso.
Que eu não me interessasse por mais nada além de sentir ele.
Cada momento a sós, a gente adorava se aproveitar.
Ele me dava prazer e curtia minha buceta quente e melada. Enquanto eu também curtia o pau dele, o sabor e o gozo.
Cada dia que passava, a gente transava e aproveitava ainda melhor.
A gente adorava se esconder de todo mundo, fingindo que tava jogando uns jogos inocentes só pra poder se pegar do jeito mais gostoso. Até que a gente decidiu cruzar a linha e transou.
Não tínhamos um lugar pra fazer e não queria fazer num terreno baldio.
Mas um dia a gente viu a oportunidade.
Minha mãe me levou no aniversário de uma vizinha, e meu tio levou ele.
A gente ia ficar lá enquanto eles iam pro Templo.
Aproveitamos que tinha um monte de criança e vazamos pra casa do meu primo, na casa ao lado.
Esse dia foi a primeira vez de nós dois.
Foi muito excitante, cheio de medo e tesão.
Quando terminamos, voltamos pra festa.
Desde aquele dia, a gente procurava qualquer desculpa pra foder e a gente se arriscava tanto que ficou na cara, tenho que admitir.
O melhor lugar era a casa dele. Já que meus tios trabalhavam os dois.
Minha tia começou a desconfiar.
Ao nos ver acalorados e até sentir o cheiro de sexo no quarto do meu primo.
Ela começou a nos controlar mais.
A gente percebeu e evitava que ela nos descobrisse.
Com mais dúvidas do que certezas, minha tia revisou o celular do meu primo e não só descobriu os pornôs que a gente trocava, mas também
algumas fotos.
Ela ficou doida quando viu que o filho dela tava mostrando a rola pra mim.
Seguido por um monte de obscenidades que a gente trocava. Várias fotos dele e, como se isso já não fosse ruim,
ele também descobriu as minhas, tipo essa.
Horrorizada, mataram ele a porrada e proibiram ele de me ver de novo. Também contaram pros meus pais.
Que fizeram o mesmo comigo.
Era um escândalo danado se a comunidade descobrisse.
Meus tios mudaram de templo por vergonha e pra nunca mais cruzar com a gente.
Os pastores ficaram sabendo e, por nada nesse mundo, me deixaram mais sozinha com ninguém.
Eles diziam que eu tinha o domínio no corpo.
Que era melhor eu nunca ficar sem vigilância.
Me fizeram acreditar nisso, porque meu corpo sentia falta do prazer do sexo que meu primo me dava.
O pastor Pedro era pai do pastor Elias.
Os dois aconselhavam meus pais sobre como me educar.
O pastor Pedro era um homem muito sério e severo, tinha uns 57 anos.
Ficava de olho na minha educação, fazendo eu ir em todas as atividades da igreja.
Dizia que perto de Deus e sob o olhar Dele, eu não pensaria em pecado.
O filho dele, Elias, era mais compreensivo, mas não perdoava minhas falhas. Tinha 28 anos e cuidava da escola dominical pros adolescentes.
Nos primeiros meses, tentei me comportar.
Mas numa distração dos meus pais e tios, encontrei meu primo.
Não deu em nada porque fomos descobertos.
De novo, castigados os dois.
O pastor Elias decidiu usar toda a experiência dele pra tirar de mim o domínio do corpo.
Junto com meus pais, conversou comigo e, com a bíblia na mão, orou pela nossa família.
Aos poucos, ele foi me marcando.
Dedicando imposição de mãos e orações.
Ficou um tempão comigo, com a bíblia e a mão na minha testa.
Enquanto isso, eu não conseguia ver outra coisa senão o volume na calça dele.
Ele percebeu quando falava comigo e eu não respondia como devia, porque tava vidrada no volume dele. O meu caso era grave segundo ele, meu demônio lascivo não me deixava me concentrar.
Sem me expor na frente dos meus pais.
Do que eu pensava.
O pastor botou a mão na massa e conversava muito comigo.
Me dando horas extras de atenção pessoal.
Sempre que ele se aproximava, meus olhos grudavam no volume dele, mesmo eu querendo evitar.
Quando ficávamos sozinhos, ele percebia meu desconforto e meu nervosismo.
Sempre me perguntava se eu ainda tinha desejos sexuais.
Eu respondia com sinceridade que sim.
Enquanto ele me aconselhava a tentar não pensar nisso.
Mas minha vontade de foder não passava, e cada vez ficava mais evidente.
Isso o preocupava.
Eu, confiante, contava tudo pra ele.
Como a falta de sexo me fazia ter mau comportamento e que odiava minha família.
Por tudo que tô passando.
Ele se mostrava compreensivo, mas ao mesmo tempo me fazia entender que o incesto familiar era uma abominação.
Embora houvesse muitos casos na Bíblia, aquilo era errado.
O pastor passou em casa uma noite, convidado pelos meus pais pra jantar.
Enquanto jantávamos, ele propôs aos meus pais um retiro espiritual pensado pra mim.
Onde eu estaria não só sob os cuidados dele, mas também dos pais dele.
Meus pais me autorizaram a ir.
Na sobremesa, alguns comentários negativos dos meus pais sobre mim.
Provocaram minha raiva.
Discutimos, xinguei eles e disse que os odiava.
Correndo, me tranquei no meu quarto.
Ele se desculpou com meus pais e foi até meu quarto.
Bateu na porta e pediu pra entrar bem docemente.
Abri a porta e ele me abraçou.
Elias: Não se irrite e se acalme.
Você precisa desse retiro que preparei pra você.
Me deixa, eu vou te acalmar.
A falta de sexo alimenta seu demônio.
Ele se colocou atrás de mim e passou as mãos pelas minhas coxas.
Enfiou a mão por baixo da minha saia e tocou bem gostoso a minha buceta.
Uns gemidos escaparam. minha boca.
Ao sentir a mão dele e depois os dedos acariciando minha buceta quente.
Sara: Ah.... Pastor, não faça isso....
Se quer acalmar meu domínio.
Elías: Não se preocupa, já entendi o que tá rolando com você. Por isso organizei esse retiro. Esse demônio vai ter que lidar comigo, ouviu?
Logo ele vai sair do seu corpo e da sua mente.
Excitada, peguei no pau dele. Mas ele me disse que não.
Que não era hora de deixar sair.
Ele saiu do meu quarto, me deixando ainda mais molhada de tesão.
Elías: Vem aqui e pede desculpas pros seus pais.
Deixa eles verem que você é uma pessoa melhor do que pensam, e com minha ajuda tudo vai ficar bem.
Eu obedeci e pedi desculpas.
Meus pais ficaram felizes.
Eu ainda confusa com o que rolou no meu quarto.
Três dias depois, chegou a sexta-feira.
Acordei cedo e vesti uma saia longa e uma camisa.
Preparei uma bolsa e, enquanto tomava café, já tava pronta.
Na hora certa, o pastor e a esposa dele vieram me buscar.
Peguei a bolsa, me despedi dos meus pais e fomos embora.
Ao chegar no sítio, os dois pastores começaram a planejar meu retiro.
Enquanto isso, a senhora me mostrava a casa e meu quarto.
Depois de comer, enquanto lavávamos a louça, tive uma conversa gostosa com a mulher do pastor Pedro. Ela me aconselhava a me abrir pra Deus e que tudo ia ficar bem.
Passamos uma tarde linda, cheia de brincadeiras e orações.
À noite, Elias pegou a Bíblia e me levou pro quarto dele.
Sentamos em cadeiras, frente a frente.
Ele começou a ler a Bíblia e, depois de orar, as coisas foram mudando.
Elías: Me fala francamente, como você tá se sentindo?
Tá pronta pra se livrar dessa mancha e desses desejos pecaminosos?
Quer que esse seu desejo incestuoso vá embora de uma vez?
Sara: Pastor, quero sim, tô nas suas mãos.
Mas meu desejo sexual me enlouquece...
Meu demônio não me deixa pensar em outra coisa.
Ele me disse que era hora de me livrar disso.
Com carícias, soltou meu cabelo, acariciando meu rosto.
Tirou minha camisa e meu sutiã, jogando tudo de lado.
Me olhava e proibiu que eu me cobrisse.
As mãos dele tocavam meu torso nu e minhas costas.
Enquanto me dizia assim:
Elías: Vamos Você mostrou domínio, ou só gosta de gente da família.
Chega mais perto de mim e mostra que tá afim.
Ele parou na minha frente, e eu pude ver como o pau dele ficou duro debaixo da calça.
Isso me excitou, e eu resolvi entrar no jogo dele.
Me aproximei dele e passei a mão na calça dele, sentindo o volume duro.
Desabotoei a calça dele.
Enquanto ele me encarava fixo.
Pensei que ele fosse me parar, mas não fez isso.
Pensando que era um teste pra ver até onde eu iria. Continuei e abaixei a calça dele, e nada.
Ele só ficou me olhando, atento.
Debaixo da calça apertada, marcando na cueca, dava pra ver uma rola de bom tamanho.
Não perdi tempo e comecei a brincar com ela primeiro com as mãos, depois com a língua.
Elias: Esse domínio... me mostra tua luxúria...
Tua língua de fogo não vai dar conta da minha rola.
Não sei se era meu domínio ou minha vontade de chupar uma pica. Que fazia ele gemer igual um pecador.
Mas eu não ia ficar na vontade.
Meu domínio se soltou e libertou a pica dele da opressão.
Peguei aquela pica grossa e cheia de veias na minha mão e, depois de lamber como se fosse um sorvete,
chupava ela do jeito que eu gostava de fazer com meu primo.
Enquanto eu chupava, ele mexia as bundas dele, fodendo minha boca.
Parece que o pastor também estava libertando o demônio dele.
Apressados, nos despimos e, quando me deitei na cama, ele se apoiou sobre mim. Minhas pernas se abriram, deixando ver minha buceta toda molhada, pronta pra receber meu pastor.
Senti ele, aos poucos, empurrando e entrando bem devagar dentro de mim.
Minha buceta doía e se dilatava, se moldando a um pau um pouco mais grosso que o do meu primo.
Sara: Ah... Ai... Pastor, devagar, seu pau é muito grande...
Mmmm... Ai... Ah... Ah...
Elias: É, Mmmm... você tá apertada...
Mas isso vai apagar essa marca incestuosa sua...
Mmmm... não vai ser fácil, mas eu vou conseguir...
Entre gemidos, meu pastor me dava prazer. Aproveitava a pica dele tanto quanto a do meu primo.
Meus orgasmos soavam como louvores no ritmo da fodida dele, cada vez mais forte.
Aproveitei cada posição que ele me submetia, eu e meu demônio.
Ele me colocou de quatro na cama dele.
Elias: Mmmm... me diz como você tá?
Tá se sentindo melhor?
Teu domínio, o que ele diz agora...
Sara: Mmmm... Pastor, meu demônio não aguenta mais, igual meu corpo.
Acho que ele tá matando ele na pica...
Elías: Aleluia, irmãzinha... Mmmm.... Isso vai ser bom pra você. Foi uma ideia genial esse retiro que preparamos com meu pai.
Você parece mais feliz, mais carinhosa, e essa vontade vai desaparecer.
Sara: Mmmm... sim, ele faz milagres, pastor... eu amo ele...
Obrigada por me tirar daquela tortura...
Ele me comia, tirava tantos orgasmos que eu nem conseguia pensar.
Mandou eu me ajoelhar e me fez chupar a rola dele.
Ela tava uma delícia, toda molhada com meus sucos.
Senti que ele tava pronto e gozou na minha boca.
Um jato de porra quente bateu no meu céu da boca e depois senti minha boca enchendo.
Seu pau desceu pela minha garganta e eu tomei tudo, ouvindo o pastor gemer de prazer e alívio. Aquela foi minha água benta, meu óleo sagrado que apagava meu pecado.
O pastor me parabenizou pela minha entrega.
Disse que meus pecados seriam bem guardados por ele e pelo pai dele.
Com a ajuda deles e de Deus.
Minha vida mudaria completamente.
Pediu que eu confiasse neles, que fariam tudo de melhor pra mim.
Que eu nunca contasse nada pra ninguém, que seria nosso segredo só pra comunidade não me julgar sem saber o que eu sofria. Minha luxúria seria acalmada e meu demônio pararia de incomodar.
Ele mandou eu me trocar e me acompanhou até meu quarto.
Se despediu e disse:
Elias: Não esquece, fica quietinha.
Amanhã continua sua limpeza.
Amanhã minha mãe vai te acordar às 8 da manhã.
Você tem que estar banhada e pronta pra tomar café.
Sara: Sim, pastor, claro, sua mãe já me falou e como prometi, isso vai ser nosso segredo.
Sei que é pro meu bem.
Mas o senhor não vai dormir comigo?
Elias: Claro que não, fica tranquila, seu demônio não vai te incomodar.
Agora descansa, amanhã vai ser um dia lindo e longo.
Ele se despediu e foi embora.
No dia seguinte, a mãe do pastor veio me buscar e eu tava banhada e pronta pra tomar café, como ele mandou.
Nós quatro tomamos café e fizemos orações juntos.
Os dois pastores elogiavam meus progressos e tinham muita fé em mim pra eu não ser mais uma pecadora.
Enquanto isso, eu já queria outra limpeza do meu pastor.
Mais do que orar, eu queria foder.
Mãe e filho se despediram e foram embora, me deixando com o pastor.
Pedro: Irmãzinha, como você tá se sentindo hoje?
Elias me disse que ontem vocês avançaram muito.
Que felicidade que me dá.
Esta manhã é minha vez de te guiar.
Sara: Tô me sentindo muito bem, pastor, muito obrigada.
Sim, ontem com seu filho eu entendi muitas coisas.
Ele pegou a bíblia e me deu outra.
Nós dois lemos alguns salmos que falavam dos pecados.
Os filhos de Adão e Eva.
Ló e suas filhas.
Como exercício, enquanto eu lia e imaginávamos sobre as situações.
Minha cabeça voava, ainda mais com o pastor e suas perguntas.
Claro que tentava não mostrar nervosismo, mas minha cabeça me perturbava.
O pastor, ao ver meu nervosismo, me acalmava e acariciava minhas pernas.
A mão dele na minha perna e a outra nas minhas costas.
Mais do que me acalmar, me provocava outras coisas.
Ele brincava com minha cabeça e minhas ideias pecaminosas. Era o que ele queria e estava conseguindo.
Eu estava toda quente e tremendo.
Fica de pé, ele ordenou.
Ele, de olhos fechados, tocou meu peito, meu coração batia forte.
Abriu minha camisa, deixando só o botão do meio preso.
Depois tocou minha barriga e rezou em voz baixa.
Em seguida, abaixou minha calcinha e minha bermuda e olhou com muita atenção pra minha buceta molhada.
Pedro: Olha como você ficou, irmã.
Parece que precisa de mais ajuda pra isso não acontecer.
Sara: Desculpa, pastor, mas é que não consigo evitar que essas coisas aconteçam.
Ontem eu falei com o pastor, mas parece que continua acontecendo.
Sem hesitar, ele passou o dedo na minha rachadinha molhada e pegajosa, me fazendo tremer. Logo em seguida, colocou na boca, saboreando meus sucos.
Pedro: hmm... gostoso e doce néctar do pecado.
Sua mancha não quer ir embora.
Parece que meu filho não conseguiu te acalmar.
Sara: Ai... Pastor, me perdoa, é que não consigo evitar.
Empurrando as Bíblias da mesa, ele me sentou nela e abriu minhas pernas.
A língua dele percorreu toda a extensão da minha buceta, me fazendo torcer de prazer.
Sara: Ai... pastor... Não faça isso, meu demônio tá acordando...
Ah... Ha... Ah...
Não... Isso não tá certo...
Sua mulher e seu filho podem chegar...
Enquanto me chupava, ele usava a palavra: buceta e me dizia assim:
Pedro: Não se preocupa, irmãzinha.
Eles não vão voltar, e eu tô encarregado de você esta manhã.
Ele me fez gozar duas vezes chupando e enfiando os dedos na minha buceta.
Gemendo e aproveitando, esqueci de tudo.
Só curtia o prazer.
Desci da mesa e, quando olhei, ele já tava com o pau maior e mais grosso que o do filho dele.
Não acreditava que um tamanho assim pudesse existir.
Minhas pernas fraquejaram, caí de joelhos diante dele.
Meus olhos não podiam acreditar no que viam, e minhas mãos agarraram aquilo pra saber se não era uma miragem da excitação.
Sara: OH... Meu Deus... Pastor, não acredito que tamanho é esse?
Acho que com uma pancada disso, pode matar meu demônio sem dúvida.
Se o pastor Elias machucou ele, isso com certeza mata...
Pedro: Amém, irmãzinha...
É isso que queremos...
Quando você estiver limpa, vamos te fazer uma membra ativa, sabia?
Você vai ser muito feliz, mas primeiro temos que tirar essa marca que você carrega.
Enquanto ele falava, eu não tirava os olhos daquela imensa vara de carne cheia de veias.
Pedro: Vamos, irmã, por que você não chupa? Sei que você gosta e faz muito bem...
Vamos em frente...
Sara: Sim, eu gosto muito, pastor...
Espero que goste do meu jeito, mas me fala se não estiver bom.
Comecei do meu jeito, sem pressa.
Passando a língua e depois chupando devagar.
Pedro: Aleluia... Mmmmm...
Isso, irmãzinha, chupa, chupa...
Mmmm...
Sai daí e chupa minha pica...
Chupava a rola grande dele. Enquanto ele gemia e curtia. O que ele falava enquanto eu chupava bem fundo.
Soava mais como blasfêmia do que como oração de pastor, mas eu gostava tanto de chupar aquilo que não ia julgar.
Enquanto eu fazia o meu com muito gosto.
Ele ia se despindo.
Me levou pro quarto, se deitou e colocou o pau dele na minha boca, e abrindo minhas pernas, chupou minha buceta. Meus orgasmos escapavam da minha boca enquanto eu chupava aquele pau lindo dele.
Que puta me fazia sentir mais que uma mulher de fé.
Num gostoso 69, a gente se dava prazer e gozo.
Enquanto o pastor enfiava a boca no meu com aquele pedaço enorme dele. A língua dele me fazia vibrar de prazer, arrancando os orgasmos mais gostosos.
Eu implorava pra ele meter, não aguentava mais.
Queria sentir um pau com vontade.
Ele me deitou na cama e abriu minhas pernas. Ajeitou a cabeçona dele nos meus lábios da buceta e começou a fazer pressão.
Eu abria minhas pernas e me preparava pra entrar aquela cabeçona.
Foi difícil, mas com um pouco de esforço e minha lubrificação, ele conseguiu avançar um pouco.
Minha buceta se inundava, ficando toda melada pra aguentar um pedaço de pau daquele.
Dava pra sentir aquela dor gostosa entrando.
Assim ele enfiou meio pau enquanto eu gritava que nem louca, mas ao mesmo tempo queria mais.
Ele tinha pena da minha bucetinha apertada. Por isso me comia devagar, sem meter tudo pra eu aproveitar.
Sara: Ai... pastor... ufs... não acredito que isso tá acontecendo...
Mmmm... dói, mas ao mesmo tempo eu adoro...
Se é assim que vai tirar o demônio de mim, não quero que ele vá embora nunca...
Pedro: Mmmm... que buceta apertada você tem. Ah... ufs...
Vou tirar seu demônio, mas isso não vai te livrar de mim... Mmmm...
Isso vai garantir que você não peque mais com seu primo... Mmmm...
Ele saiu de cima de mim e me colocou de quatro.
Eu empinava a raba pra ele entrar e me comer como uma putinha.
Ele se ajeitou e meteu de novo.
Louca de tesão, me relaxei e enquanto ele metia a pica em mim, eu me mexia sozinha pra ele não se esforçar tanto. Ele agradeceu meu gesto e curtia como eu me movia nele.
Tentando engolir a pica toda dele, eu dava empurrões com minha bunda, mas doía.
Não conseguia avançar muito.
Sara: Ai... é enorme, não consigo engolir ela toda...
Mmmm... é impossível, pastor... Ai...
Pedro: Mmmm... tô vendo que você não dá conta sozinha...
Fica quietinha que vou te ajudar... Mmmm...
Nossa, como você é apertadinha... Mmmm...
O pastor me segurou firme pelas minhas cadeiras e foi enfiando mais e mais, até bater no fundo de dentro de mim. Foi uma baita dor, mas ao mesmo tempo, todo aquele prazer foi mais longe do que ninguém jamais foi.
Isso me arrancou uns orgasmos enormes, e depois mais um, e outro.
O velho pastor se sentiu exausto, e eu resolvi tomar as rédeas e provar aquela pica na minha posição favorita.
Supliquei pra ele me deixar no comando, e então sentei em cima dele.
Me sentia empalada com a pica toda dele dentro de mim. Comecei a mexer devagar, aproveitando ele.
Primeiro com minha cintura, depois subindo e descendo.
Não sei quantos orgasmos tive naquela manhã, mas me sentia completa e exausta.
O pastor disse: "É hora de eu te dar meu gozo."
Já não aguento mais.
Quero que você me chupe.
Ela subiu em cima de mim e enfiou entre minhas tetinhas, socando ela e depois na minha boca. Chupei enquanto ele se masturbava.
De repente, começou a gemer e ficou louco.
Me preparei para o que vinha.
Ele soltou as bolas dele no meu rosto e um pouco na minha boca.Pedro: Mmmm... Pecadora, recebe meu gozo... Mmmm... Que teu domínio se alimente da minha luxúria Mmmm...
Ele passava o pau dele no meu rosto, juntando o gozo dele e colocando na minha boca.
Nós dois concordamos em manter o segredo diante da comunidade.
Que o que ele e o filho dele faziam era para o meu bem.
Depois ele se vestiu e me mandou tomar banho.
Que ele prepararia o jantar e que depois de comer eu continuaria minhas tarefas.
Ele marcou umas orações na bíblia e mandou eu cantar uns louvores.
Foi o que eu fiz, exausta pela putaria violenta do meu pastor.
Acabei dormindo na cama.
Um tempo depois, o pastor Elias veio me buscar e me acordou.
Quando cheguei na sala de jantar, os dois pastores estavam lá.
Com a mesa posta e me esperando.
Jantamos e eu perguntei pela mulher do pastor.
Pedro: Ela não vai estar aqui, teve que visitar a mãe dela.
Elias: Não se preocupa, vai ser melhor pra você e sua recuperação.
Se pudermos ficar os dois à sua total disposição.
Agradecemos antes de comer e depois comemos enquanto eles falavam dos meus avanços.
Eu pensava no que eles teriam preparado pra mim.
Que no começo eles se revezavam pra me comer, mas agora sem a senhora, o que ia rolar?
Quando terminamos de comer, eles me pediram pra servir o café e levar pra sala.
Fomos pra sala e enquanto tomávamos café.
O pastor Elias me mandou tirar a roupa. Que eles teriam que me inspecionar.
Eu não sabia o que pensar, mas obedeci na hora.
Me despi sob os olhares atentos deles.
Fiquei nua e eles tiraram as pirocas bem duras das calças.
Quase ao mesmo tempo.
Aquelas duas roças enormes e duras me esperavam.
Sob ordem deles, me ajoelhei e comecei a chupar.
Primeiro uma e depois a outra, enquanto eles curtiam e cochichavam entre si. Eles, sem pressa, aproveitavam minha língua, boca e mãos que se revezavam no prazer deles.
Eles se levantaram e, me pegando pela mão, me levaram pro quarto de casal.
Me senti um cordeiro sendo levado pro abate.
Os três pelados, de pé na frente da cama.
Eles começaram a me beijar toda.
Tava muito excitada, mas ao mesmo tempo com medo.
Os três na cama.
Me assustei e perguntei quem ia primeiro.
Mas eles responderam os dois ao mesmo tempo.
Não me deixaram nem pensar e, de repente, já tava dominada.
Enquanto o pastor Pedro abriu minhas pernas e começou a me foder,
o pastor Elias me fazia chupar a rola dele.
Minha cabeça tava a mil, minha boca cheia de pau gemia, enquanto minha buceta de novo se enchia do pauzão do velho.Depois me colocaram pra cavalgar o mais novo enquanto eu chupava o velho.
Minha boca e buceta recebiam pau e eles tiravam de mim cada vez uns orgasmos mais quentes.
Me sentia perdida no prazer, trocando de posição e de macho. Os dois me comiam bem gostoso e meus sucos molhavam tudo.
Os dois me usavam e parecia que não era a primeira vez que faziam aquilo.
O pastor Elias me mandou ficar de quatro e ordenou que eu chupasse ele, enquanto o pastor Pedro foi até o criado-mudo e pegou um copo de uísque.
Pensei que, finalmente, seríamos só dois na cama.
Enquanto o pastor descansava, minha pussy também descansava.
Mas quando o pastor matou a sede, ele voltou.
Enfiou de novo na minha pussy.
Enquanto me comia, senti algo frio cair no meu cu fechado e, em seguida, uma dor aguda.
O dedo do velho lutava pra entrar no meu ânus virgem.
Sara: Ai... Não... Ai...
Não... Pastor, isso dói... Ai...
Pedro: Sh... relaxa...
Preciso fazer isso...
Vamos, fica quieta... Sh...
O dedo dele e mais lubrificante entravam enquanto eu resistia.
Sara: Ai... Não... Não quero mais...
Chega... não, não quero...
O filho dele me segurou bem forte enquanto eu chorava e resistia.
Ele não aceitaria um não como resposta.
Enfiou a cock que senti que ia morrer.
A dor no meu cu foi horrível, gritei e chorei o mais alto que pude. Mas o velho não parou de me foder.
Quase desmaiei de tanta dor, mas ele não parou.
Ele arrebentou meu cu sem piedade e depois me fez limpar pra chupar ele.
Com um lenço e minhas lágrimas, limpei a pica dele, meu cu doía tanto que nem conseguia tocar.
O velho degenerado enfiou a pica na minha boca e mandou eu chupar.
Enquanto eu chupava, senti o gel frio escorrendo de novo no meu cu arrombado e aberto.
O filho dele enfiou, mas com mais cuidado.
Mas quando ele me fez doer, quase mordi a pica do pai.
Pronto a dor passou e uma sensação estranha tomou meu corpo. Sem parar de chupar o pau, comecei a curtir aquela foda.
Pedia a Deus que aquilo acabasse logo de uma vez.
Meu corpo já não aguentava mais a luxúria daqueles dois degenerados.
O velho se deitou e me mandou montar nele.
Minhas pernas trêmulas se ajeitaram e eu subi em cima dele.
Sara: Meu Deus, por favor, acabem com isso, não aguento mais.
Minha alma já não aguenta...
Quero parar, sim?...
Pedro: Aleluia... é isso, irmãzinha...
Finalmente você já está orando sozinha...
Já está perto da sua purificação completa.
Elias: Amém, padre, isso mostra que ela está pronta.
Já falta pouco, querida irmã...
Enquanto o velho metia fundo o pau dele.
O filho dele abriu minhas nádegas e enfiou no meu cu.
Os dois me comiam ao mesmo tempo. Meu corpo tava exausto e sem energia, mas aquelas duas rolas dentro de mim
me deixavam louca, a dor virou prazer.
Se não tivesse tão acabada e dolorida, teria aproveitado mais.
Tive dois orgasmos quase seguidos e desmaiei em cima do velho.
Deixaram eu me recuperar enquanto me acariciavam e me beijavam.
Usando minha pouca energia, me preparei pra eles terminarem.
De quatro, enquanto o velho me comia o cu, o filho dele me comia a boca, eu só me segurava pra não cair.
O padre Elias começou a grunhir como um touro. O pau dele, bem duro, encheu minha boca de porra, que minha garganta não dava conta de engolir.
Elias: Toma tudo, mmm... isso...
Mmmm... ui... ah... isso... que gostoso...
Isso... Mmmm, bem irmãzinha, assim... continua chupando...
O pai dele também zurrava e logo descarregou a porra dentro do meu cu arrebentado.
Pedro: Ufs... Mmmm... Isso é maravilhoso...
Irmãzinha, você tá salva, Mmmm...
Isso limpou sua mancha e agora você é livre...
Mas só vai dar pra gente a partir de hoje...
Sara: Queridos pastores, agradeço pelas palavras.
Mas não aguento mais. Tô doendo até a alma...
Posso ficar dormindo aqui?
Sem mais, apaguei.
Eles me deixaram dormir. Incomoda? Quero dormir.
Mas de noite me comeram de novo, e no dia seguinte também.
Assim, virei a putinha privada deles por anos.
Depois, quando casei, pensei que ia acabar.
Mas eu gostava tanto das picas deles que de vez em quando a gente se encontra pra acalmar nossos demônios.
Meus pais nunca ficaram sabendo, e meu marido também não.
-------Fim-------
PS: É assim que essa história termina. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.
Não esqueçam de deixar seus comentários mais quentes pra motivar as minas a escrever mais.
Desde já, muito obrigado.
Até a próxima,
Maury-solo-yo.
1 comentários - confesiones de mis lectoras 4. Sara.