Relato fictícioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.não consentido, não adequado para caretas. Eu vivia com Zaida, minha mãe, uma mulher de 32 anos, cabelo loiro cacheado, olhos verdes, nariz empinado e um corpo voluptuoso. Eu admito que vivia numa bolha, alheio à beleza da mulher que me deu a vida, não sabia apreciar a tremenda gostosa que tinha ao lado. Eu a admirei e desejei como mulher, não como mãe, e tudo por causa de um acidente. Numa tarde, quando fui trabalhar como todos os dias, uma tarde em que tudo mudou. Eu tinha 13 anos e era entregador de comida de um restaurante no centro de Medellín. Entregava a comida em lugares próximos ao restaurante, minha bicicleta era meu transporte. Depois de entregar 5 pedidos, tive que levar uns pratos para uma zona boêmia. Sabia, pelos comentários dos adultos, que naquela área as mulheres se prostituíam, tinha casas de stripper, etc. Cheguei no endereço que me deram, o lugar parecia um bar. Quando entrei, vi que era um bar com dançarinas que se pelavam por dinheiro. Entreguei as comidas que tinham pedido pro gerente e pedi pra usar o banheiro pra mijar. Caminhei pelas mesas, vendo de canto de olho o show das dançarinas. Tinha minas negras, peladas, dançando pros bêbados. Tinha mulheres brancas e morenas com corpos de matar dançando pros caras por algumas moedas, se rebaixando. Me deu uma certa pena. Minha mãe sempre dizia que o trabalho honesto era o melhor. Cheguei nuns quartos verdes fluorescentes, todos fechados. Tinha um aviso em cada porta, dizendo que era um quarto privado de dançarinas de baixo nível. Um vidro separava o espectador da dançarina, o vidro de vinil espelhado impedia que a dançarina visse o espectador. Você tinha que colocar as notas por um duto e apertar um botão pra ser atendido. O banheiro ficava no fundo. Fui e mijei. Quando abaixei o zíper da minha calça, notei que meu pau tava meio duro. Quis bater uma ali. Mesmo depois de ter visto tanta mulher pelada, eu sabia como fazer, mas uma parte tarada do meu cérebro quis entrar naqueles quartos privados e me masturbar dignamente como um homem, com uma mulher de verdade dançando só pra mim, um moleque. Olhei apressado o preço de cada quarto: o mais caro pedia 40 mil pesos colombianos, ou seja, 10 dólares por uns míseros 5 minutos. Decidi me arriscar no de 10 mil pesos, ou 3 dólares, mas vi que o quarto estava ocupado. Do lado, pediam 15 mil pesos, ou 4 dólares, que era o meu pagamento do dia. Nervoso, girei a maçaneta da porta e notei que estava aberta. Entrei hesitando. Vi um espelho transparente que refletia uma cortina rosa, um buraco à direita. Em cima, num papel, dizia: "Insira o dinheiro aqui". Coloquei meu pagamento do dia no buraco e apertei um botão vermelho. Impaciente e nervoso, depois de alguns segundos, vi as cortinas se mexerem e, diante de mim, apareceu uma mulher que eu conhecia bem: era minha mãe, vestida como uma foxy. Começou a tocar uma música erótica, e ela só estava coberta por um sutiã rosa e uma tanga quase fio dental preta, no resto, nudez absoluta. Ela dançou pra mim, como uma mulher dança pro seu homem... Se movia ritmicamente, começou a desabotoar o sutiã e o tirou. Seus peitos brotaram imaculados, eram enormes e lindos, bem formados, empinados, desafiando a gravidade. As auréolas eram rosadas e os mamilos, marrons. Ela mostrou a língua de um jeito provocante e continuou dançando no ritmo da música. Fez um sinal com a mão: levantou a mão direita e começou a fazer a contagem regressiva com os dedos estendidos — primeiro 5, depois 4. Eu estava atônito e excitado, eu, só um moleque, ia ver o tesouro de uma mulher mais velha. E o último dedo levantado, abaixou. Ela sorriu safadamente e tirou a tanga. Eu me aproximei ainda mais do espelho-parede, emocionado pra ver a gloriosa e preciosa buceta da minha mãe. Era linda, aquela vagina era a coisa mais bonita que eu já tinha visto: uma racha inchada que parecia me chamar pra beijá-la, pra possuí-la. como seria bom sentir meu pau enfiado ali, enterrado naquela buceta magnífica, depois de tirar a tanga, ela continuou dançando nua na minha direção, do filho dela. por fim, ela virou de costas e encostou a bunda no vidro espelhado, pude ver safadamente o rabão nu da minha mãe, ela abriu as nádegas e se colou no vidro, o cuzinho rosado fechado dela me olhava como se pedisse pra eu enterrar meu pau nele e possuí-lo, a buceta dela era lisinha, os lábios estavam inchados e rosados, e foi ali naquele momento que a desejei como mulher, a desejei como minha, abaixei a calça e comecei a me masturbar, admirando ela como mulher, não passou nem 10 segundos quando gozei meu esperma, aquele sêmen que jorrei por ela, pela minha mãe. atordoado, vi as cortinas se fecharem e ela, minha musa, desaparecer da minha visão perturbada. Olhei pro chão e vi uma poça de porra, eu só tinha gozado pouco, quantos mais tinham se satisfeito vendo minha mãe? Quantos mais gozariam a semente deles por ela? Senti ciúmes de outros a admirarem e desejarem como mulher. Saí daquele antro de perdição, perdido nos meus pensamentos perturbados. Cheguei no apartamento de noite, que minha mãe alugava, e fui tomar banho. Enquanto me lavava, ouvi Zaida chegar, ela bateu na porta do banheiro pra me dizer pra sair pra jantar. Me enxuguei e fui pra salinha, ela estava sentada comendo como sempre, olhando o celular. Boa noite pra você também, menino mal-educado. Disse Zaida ainda olhando o celular. Sem me olhar. Boa noite, mãe! Falei meio envergonhado. Ela estava vestida com um vestido simples branco de rosas vermelhas, que ia até a panturrilha. Ela é linda, pensei. Comi em silêncio, olhando pra ela de vez em quando. Até que ela se levantou e foi dormir. Dorme bem, Fabián! Disse minha mãe ainda olhando o celular e se retirando pro quarto dela. Com quem ela conversava tão animadamente que não me dava nem atenção e me tratava com tanto desinteresse! Ela não era assim, mudou. Faz 2 semanas que ela trocou de emprego e se juntou com uma amiga chamada Rita. Minha mãe diz que trabalha o dia inteiro numa alfaiataria. Mas eu vejo que ela mente, ela trabalha na alfaiataria só até meio-dia e depois vai excitar aquele antro daqueles homens nojentos por algumas moedas. Amanhã é domingo, e eu tenho aula com um professor de inglês por 3 horas. Minha mãe diz que quando juntarmos mais dinheiro, vamos pros Estados Unidos. E eu tenho que saber inglês pra me adaptar e viver naquele país. O professor dela era um moreno de 30 anos que dava aula no apartamento dele, que ficava a 3 quarteirões de casa. Depois do café, eu ia indo, mas minha mãe me avisou que ia me acompanhar, disse que precisava conversar sobre como tava meu progresso. Ela tava vestida com um vestido roxo cheio de golfinhos azuis, que ia até a panturrilha, os pés lindos dela estavam descalços nuns chinelos vermelhos. Caminhamos pelas ruas cheias de gente, nenhum homem olhou pra ela ou virou a cabeça. Se soubessem o que esconde esse vestidinho, pensei com tesão, ela é uma deusa. Quando chegamos no prédio onde meu professor morava, ele tava lá fora no pátio esperando a gente, com o braço escondido nas costas. Ele não olhou pra mim. Quando chegamos mais perto, vi que o professor tava olhando com interesse pra minha mãe. "Zaida, que bom te ver de novo", disse o professor. "Se me permite, vamos conversar a sós sobre seu filho." "Ok", disse minha mãe com um tom indiferente. O professor guiou ela uns 40 metros pra longe de mim. Quando olhei pras costas dela, notei que no braço dele tinha uma rosa e uma caixa de chocolates. Depois de se afastar com a minha musa, o filho da puta entregou a rosa e o chocolate pra ela. Minha mãe deu umas risadinhas. Eu não tinha nada contra aquele professorzinho, mas agora tava com uma vontade do caralho de bater nele. Quem ele pensava que era pra afanar minha mãe? E ela ainda correspondia, até sorria. Conversaram por 10 minutos, não acredito que foi sobre meu progresso no inglês. Depois voltaram, ela tava com as bochechas coradas e A flor e o chocolate nas mãos. E ela se despediu de mim. Deu meia-volta e começou a ir embora, eu caminhei até o apartamento do mestre, mas vi com raiva que o babaca continuava olhando pra minha mãe, tinha um olhar de apaixonado. Não vai reparar em alguém como você, pensei hesitante. Quando minha mãe sumiu da nossa vista, o mestre deu meia-volta e bagunçou meu cabelo. O mestre nessas 3 horas me perguntou tudo sobre Zaida. Eu não respondi nada sobre minha mãe, antes o tratamento do mestrezinho era amável e atento, depois que neguei as perguntas dele, ficou rude e hostil. Voltei pra casa pensando na minha mãe e como ela era voluptuosa, como era divina, e planejando como fazer ela minha. Ela não repararia em mim, eu era um adolescente, me via como filho dela, não me olhava como homem. Mas quando você é adolescente, é ao mesmo tempo ingênuo e idiota, acha que tem o mundo nas mãos, mas o mundo te ensina na porrada a amadurecer. Eu achava que minha mãe não tinha vida sexual nem macho, mas quando cheguei em casa, todo meu mundo virou de ponta-cabeça. Entrei na minha casa, na mesinha tinha 1 garrafa de cerveja com 2 copos, o ambiente cheirava a cigarro, que merda tava rolando aqui? Caminhei até o quarto da minha mãe e encontrei a porta aberta, dentro do quarto cheirava estranho, no chão estava o vestido da manhã, uma calcinha fio-dental fúcsia e um sutiã acinzentado, ao lado da roupa da minha mãe encontrei a calça jeans de um homem, cinto, uma cueca e uma camiseta cinza. A colcha da cama estava revirada e uma camisinha amarrada estava em cima da cama, eu estava devastado, alguém, alguém muito sortudo tinha conseguido comer minha mãe, tinha conseguido fazer sua aquela puta gostosa que era minha musa. Eu estava devastado, com tremores nas pernas, caminhei até meu quarto, querendo me trancar lá, longe de tudo. Saindo do quarto de Zaida, ouvi uns aplausos vindos do banheiro, e uns gemidos de mulher que fizeram meu pau endurecer, eu estava destruído, algum macho agora estava penetrando na minha mãe. Entrei no meu quarto e fechei a porta, lá também dava pra ouvir os gemidos de puta e as batidas, sem querer puxei meu pau e me masturbei, fantasiando que era eu quem tava comendo ela, que era eu quem tava pegando ela. Depois de gozar, me enrolei na cama e tampei os ouvidos com as mãos. E assim, sofrendo pela primeira vez uma decepção de amor, dormi. Até que alguém me sacudiu e me acordou, lá parada com um pouco de culpa nos olhos estava minha mãe, vestia uma camisa vermelha com uma calça preta larga jeans e uns saltos plataforma. Ela tava, pra mim, de infartar, aqueles saltos faziam a bunda dela se levantar ainda mais. Levanta, filho, tenho uma grande surpresa pra você. Disse ela, envergonhada. Surpresa foi o que eu levei, queria gritar com ela, xingar ela, mas fiquei calado, não queria confronto, não queria brigar com ela, minha musa. Vem, bebê, alguém que quis te conhecer tá na nossa sala. Disse Zaida. Com certeza é o filho da puta, desgraçado. com quem você se deitou e não, não quero conhecer ele, falei magoado. Não fala assim com ele, querido, e não é qualquer homem. Ela gaguejou, tinha vergonha nos olhos. Ele... ele é seu pai. Não tava preparado pra isso, meu pai, de quem ela nunca falou, tava aqui. Você nunca me disse quem era meu pai, nem onde ele tava, por que agora? Falei dolorido. Ele tava na cadeia! Disse Zaida com pesar. Vamos, bebê, ele quer te conhecer. Disse ela me pegando pela mão e me levando pra sala, me deixei levar, entorpecido por tudo que tinha acontecido. Na mesinha que sempre dividi com minha mãe, agora tava um homem que não parecia um criminoso, era um homem comum, magro, moreno, de 30 anos, nada de especial fisicamente, odiei ele ao vê-lo. Ele parecia indiferente, quando me aproximei da mesa, ele não me olhou nos olhos. Este... este é seu filho, meu amor! Disse ela com emoção. É, já tá grande, disse o homem com desinteresse. Eu odiava ele, odiava aquele bastardo que tinha tirado Zaida de mim. Minha mãe, hesitante, disse que ia fazer o jantar, ele... Cara, agora ele me ignora ainda mais, tira o celular e fica olhando. Aí minha mãe trouxe três pratos pra comer, mas só tinha duas cadeiras. "Ô seu careca, vai comer no seu quarto", falou o cara num tom sem saco. "Deixa sua cadeira pra minha mulher, aqui a gente come junto." Ordenou o ex-presidiário. Vi minha mãe procurando apoio, querendo que ela botasse esse homem no lugar dele, que tava invadindo nossa casa, mas ela só me olhou com vergonha. Humilhado por não ter o apoio da minha mãe, fui andando até meu quarto com o prato. Depois de uns minutos, ouvi risadas da minha mãe e do filho da puta, e terminei de comer e fui pra cozinha. Quando passei pela sala, minha mãe tava se beijando apaixonadamente com o bastardo do meu pai. Como eu queria ser ele pra chupar a boca da minha mãe. De olho nela, deixei meu prato na cozinha e voltei pra sala, fiquei admirando ela se deixando beijar, mas aí percebi que o bastardo, com aqueles olhos escuros, tava me encarando. "Ei, ei, careca, não quero que você fique olhando a gente se beijando!" Falou possessivo. "Sim, senhor", respondi com medo. Ele me via como um intruso, aquele bastardo recém-chegado, aquele estranho agora mandava na minha casa. Passaram-se três dias e eu nem conseguia olhar pra minha mãe, o bastardo sempre me seguia com o olhar. Eu odiava ele, queria ele morto. Naquela quinta-feira, eu ia desabafar. Almocei em silêncio no meu quarto, planejando uma tarde foda. Terminei de comer e fui lavar meu prato na cozinha. Minha mãe já tinha almoçado e tava se trocando no quarto dela, pra depois ir pro trampo falso dela. Meu bastardo de pai tava sentado, bebendo uma cerveja na mesa. Enquanto eu limpava o prato e os talheres, minha mãe foi andando até o intruso. Ele tava de costas pra mim. O cabelo loiro dela tava preso num rabo de cavalo, e um vestido marrom feio e largo escondia o corpinho gostoso dela. "Se você soubesse que eu também conheço ela bem pelada, e perfeitamente, seu bastardo", pensei com gosto. "Até mais, meu amor, a gente se vê à noite", falou minha mãe pro cara. Não se despediu de mim. Nem me olho no espelho. Saí pra trabalhar meia hora depois, entreguei vários pedidos, já era quase noite e me aventurei de novo na Zona Rosa... dessa vez decidido a ver e me masturbar admirando minha mãe pelada. Entrei no puteiro, nervoso, andei pelas mesas cheias de bêbados que olhavam as strippers. Ninguém reparou em mim. Passei pros quartos de verde fluorescente, onde rolavam os shows privados. Fui direto pro quarto onde minha mãe atendia. Entrei no cubículo e vi as cortinas de vidro; no chão tinha uma poça de esperma. Quantos caras já tinham se masturbado vendo minha mãe? E pensei no bastardo territorial do meu pai: você não é o único que gosta do corpinho da sua namorada, eu gosto e outros também. Coloquei os 15 mil pesos no buraco e apertei o botão. Abaixei minha calça e tirei meu pau pra fora, me sentindo impaciente, impaciente pra vê-la. E a música erótica começou a tocar, e ela, Zaida, minha musa, apareceu vestida como uma puta. Tinha o cabelo solto e, dessa vez, usava um vestidinho rosa que ficava abaixo da virilha. Não usava calcinha; dava pra ver os peitos transparentes, e a racha e um triângulo de pelos pubianos loiros apareciam quando ela mexia os quadris. Quando ela se virou enquanto dançava, pude admirar com tesão a bunda enorme e nua da minha mãe. Ela se abaixou e eu vi de novo os lábios da buceta dela e o cuzinho rosado. Comecei a bater uma punheta, curtindo ver a gostosa da Zaida. Ela se despiu completamente, tirando o vestidinho. Vi o corpo nu e perfeito dela, e a cobiça cresceu em mim por aquela mulher, aquela mulher proibida, que era minha mãe. E olhando pra aquela mulher de anatomia impecável, ambicionei torná-la minha a qualquer custo. Ela encostou a bunda no vidro e abriu as nádegas. Ver os lábios da buceta e o cu me fizeram gozar. Ejaculei no chão e juntei meu esperma com o dos outros. E as persianas se fecharam, e ela desapareceu. O domingo chegou. Naquele dia eu completava 14 anos. Meu bastardo de pai tomava café da manhã. Na sala com minha mãe, fui pegar meu prato na cozinha. Ela estava usando um vestido longo. Quando passei por ela, olhei para seus pés delicados. Se eu a encarasse e percorresse o corpo dela com os olhos, o bastardo me recriminaria. E se ele pegasse esse meu olhar, cheio de luxúria e paixão pela mulher dele, ele me bateria e depois me expulsaria de casa, longe dela. Há alguns dias você dançou nua pra mim, meu amor. E agora só posso admirar seus lindos pés. Fui pras aulas de inglês. Depois das aulas, fui pra um bairro perigoso, onde vendiam drogas. Caminhei entre viciados e bêbados e cheguei num traficante. Era um adolescente um pouco mais velho que eu. "Cara, queria te perguntar se existe um remédio pra dopar uma pessoa?" "Sim, cara, é um comprimido que deixa a pessoa apagada por 3 horas", disse o vendedor. "Você tem? Quanto custa?" "30 mil pesos, dois comprimidinhos. Consigo pra você daqui a 1 hora." Era o que eu procurava. "Quero sim, vou esperar aqui, cara." Ele mandou uma mensagem no celular. Esperei por 1 hora até que um homem negro chegou e deu um saquinho pro vendedor. O vendedor me chamou pra perto e pediu os 30 mil pesos, o pagamento de 2 dias. Entreguei o dinheiro e ele me deu o saquinho, dentro tinha 2 comprimidos. Voltei pro apartamento decidido a cumprir meu plano. Entrando, encontrei meu bastardo de pai vendo TV. Minha mãe estava no chuveiro, tomando banho. Fui até a cozinha, onde tinha uma garrafa de cerveja, e com uma força tremenda, esmaguei os 2 comprimidos, tirei a tampa e joguei na bebida. Fui pro meu quarto esperar eles beberem a cerveja, como no domingo passado. Os minutos passaram, depois horas, e já era noite. Ouvi minha mãe me chamar pra jantar. Peguei meu prato e me surpreendi: minha mãe tinha feito bandeja paisa, meu prato favorito. Eles estavam jantando, conversando na mesa. Tinha um potinho de pimenta. Caminhei até eles e pedi pro intruso uma colherada da pimenta. "Pode se servir. Sirva-se, seu pelado", disse o filho da puta do meu pai. Vi que ele já tinha tomado um copo de cerveja, o copo da minha mãe estava pela metade. Depois de me servir um prato de molho picante, voltei andando e não dei nem dois passos. Escorreguei. O bêbado do meu pai tinha colocado o pé pra me fazer cair, e soltou uma gargalhada. "Tem que ser mais atento, seu pelado. Agora vai pro seu quarto", latiu o homem. No chão, humilhado, olhei pra aquele homem com ódio. Se tudo der certo, hoje à noite vou comer a sua mulher! Pensei, cheio de vingança. "Não, melhor: limpa essa porcaria do chão e depois some", disse ele, maliciosamente. Limpei a comida do chão. Depois fui pro meu quarto. Esperei 15 minutos e saí pra espiar eles. Ele estava bocejando e revirando os olhos de vez em quando, querendo dormir. Minha mãe parecia cansada, com o olhar perdido. Depois de alguns minutos, ele se levantou e disse pra minha mãe irem pro quarto. Ela concordou. Eu me enfiei no meu quarto, ouvi passos e uma batida de porta. Esperei impaciente por 20 minutos e saí pra cometer meu pecado. Bati na porta, com medo. Ninguém respondeu. Chamei minha mãe. Ninguém respondeu. Tentei abrir a maçaneta, e estava trancada. Caminhei até a cozinha com passos acelerados. Dentro de uma caixinha estava um molho de chaves do apartamento inteiro. Voltei pro quarto da minha mãe e abri a porta. Parecia que o tempo tinha parado. Caminhei trêmulo até a cama. Lá estava ela, deitada de bruços, ainda usando aquele vestido feio e grosso que escondia o corpo tão gostoso dela. Meu inimigo estava ao lado dela, coberto com o lençol, a cabeça de merda dele era a única coisa visível. Cheguei perto deles e belisquei a pele das pernas de cada um. Não reagiram. Fui até o homem que dizia ser meu pai e, com desprezo, cuspi na cara dele. "Agora, sua mulher, que você tanto protege, até de mim, seu filho, vai ser minha", falei, fervendo. Subi na cama, peguei o tecido e levantei aquele vestido horrível que minha mãe costumava usar aos domingos. Uma corrente de metal estava na... tornozelo direito, fui subindo e acabei vendo de perto a bunda pelada da minha mãe, a desgraçada não tava de calcinha! Abri as duas nádegas bronzeadas com as mãos e enfiei a cara no meio, cheirava fabuloso, aspirei de perto a essência dela colocando o nariz no cuzinho rosado da minha mãe, e passei a língua desde os lábios inchados da buceta até o cu. Isso tinha um gosto melhor que qualquer comida. E comi a xoxota dela, enfiava a língua, comia daquele tesouro que ela guardava pro canalha do meu pai. Esse é o melhor aniversário, mãe, falei exasperado, comer e saborear sua bunda é a melhor coisa. Quantos homens que se masturbam te vendo pelada naquele antro dariam tudo pra estar no meu lugar, quantos desses babacas queriam saborear sua bunda. Me despi rápido, joguei a roupa no chão, meu pau tava duro, peguei 2 travesseiros e coloquei debaixo dela, a bunda dela se levantou ainda mais. Encostei meu pau na xoxota da minha mãe, meu pau pulsava com vida própria, tava pronto e decidido a perder minha castidade. Guiei meu pau pros lábios dela e enfiei a cabeça. Ter parte do meu pau dentro dela, uma mulher inalcançável pra alguém como eu, era uma vitória. E de uma estocada só penetrei ela completamente, meu pau ardia dentro da bucetinha dela, que quente que tava lá dentro e como apertava, comecei a meter e tirar meu pau, palmas do barulho das minhas carnes batendo na buceta e na bunda dela ecoavam no quarto. Comecei a foder ela com força, com aquele desejo que ela provocava em mim, furava a boceta dela com vontade, dando o meu melhor, as nádegas dela quicavam na minha carne, quicando a cada estocada minha. Agora você é minha, meu docinho, agora eu te pego à força e adoro, fico fascinado, e realizo esse desejo de possuir sua carne, seu sangue, seu ser carnal, experimento e saboreio agora do fruto proibido e aproveito ele. Ela começou a gemer, enquanto eu enterrava meu pau na boceta dela, até dormindo o corpo da Zaida reconhecia o sexo bom. Ouvir os gemidos dela de mulher, e ser eu o culpado pelo ronronar da minha paixão platônica me fez descarregar minha semente dentro da buceta daquela boa mulher. Já te fiz minha, Zaida. Gritei exausto. Tirei meu pau da buceta da minha mãe e saiu da xereca dela uma torrente do meu esperma. Não joguei mais meu esperma no chão das cabines do antro, nem gozei na minha mão. Quando me masturbava, pensando nela, agora tinha gozado dentro dela, aquela buceta que me deixava louco. Tinha recebido meu pau e minha semente. Fui pegar uma toalha e limpei minha porra. Depois baixei o vestido dela. Tirei os travesseiros e cobri ela com o lençol. Saí do quarto dela e fui pro meu. Dormi aquela noite com um sorriso no rosto. Acordei cedo pra tomar banho e ir pra escola, depois do banho, andando pelo corredor, ouvi da cozinha minha mãe rindo das besteiras que o corno falava. Quando me vestia, Zaida me chamou pra pegar meu prato. Chegando na cozinha vi o bastardo do meu pai abraçando minha mãe por trás, ela tava servindo a comida. E tava com o mesmo vestido horrível da noite passada. E sim, ela não tava usando nada por baixo. Ele tava apalpando ela e cutucando a bunda de Zaida com o pau. Ontem no meu aniversário eu enfiei até o fundo da bucetinha dela, corno. Pensei com cinismo. Andei olhando pro chão e peguei meu prato. Os dias passaram e o domingo chegou, fui de novo comprar os remédios no bairro dos drogados, voltando pro apartamento, ao abrir a porta ouvi da sala o choro da minha mãe. O que aconteceu, por que você tá chorando? Perguntei preocupado. Sua avó morreu, não pergunta mais e vai pro seu quarto. Disse o bastardo do meu pai, carrancudo. Passaram 2 horas e fui na cozinha beber água, o bastardo tava na sala com uma mochila, vi minha mãe chegar com uma maleta e um vestido azul claro cheio de patinhos. Ela não falou comigo, chegando na sala o bastardo abraçou ela. Os dois foram pra porta com malas na mão. Pra onde você vai, mãe? Corri até alcançar eles. Vamos pro enterro da mãe dele, careca. Voltamos em uns dias. O corno latiu. E foi embora. Esperei dias pela minha mãe chegar, passaram 10 dias e eu vi ela de novo. Naquela quarta-feira, eu chegava da escola, sempre na esperança de encontrá-la no apartamento. Quando entrei na sala, encontrei o bastardo, furioso. Boa tarde, saudei. Nem boa nem nada, seu filho da puta de merda! O homem latiu. O que tinha aquele sujeito? Tava enlouquecido. Cadê minha mãe, perguntei? Aquela puta? Já chega. Vamos esperar ela aqui, quero que veja como eu castigo ela, disse maliciosamente. Ouvi passos e vi minha musa chegar. Agora vestia uma camisa preta com uma calça jeans larga também preta, um salto plataforma fazia a bunda esplêndida dela se destacar ainda mais. Na mão, ela segurava um teste de gravidez. Tô grávida, falou com pânico e vergonha. E de quem, seu merda? Esse filho é de quem? Diz logo, sua puta traidora? Nunca desde que cheguei você me deixou gozar dentro de você! Agora vou te encher de porrada, sua vadia suja! Ele se aproximou dela e deu um tapa, ela caiu no chão. Eu corri e me coloquei na frente dela. Na minha mãe você não encosta, seu bastardo maldito, inútil! Gritei furioso. E encarei ele nos olhos com desafio. Ele era só uns 5 cm mais alto. Não tive medo daquele homem mau, daquele ex-presidiário. Aquele filho que Zaida esperava era meu. E eu teria que proteger ele! Desde que ele entrou na vida da Zaida, eu queria ver ele morto. Toda aquela raiva que eu tinha por ele ser o mal da minha mãe explodiu naquele momento. Dei um soco na cara dele, e ele caiu no chão. Comecei a chutar o corpo dele e dar murros na cabeça até ele cair inconsciente. Depois de bater nele, fui até minha mãe, que ainda olhava do chão a surra que eu tinha dado no bastardo. Cê tá bem, mãe? E depois de tanto tempo, minha musa falou comigo. Tô sim, bebê. Tem que chamar a polícia pra levar ele embora. Disse com desprezo. Levantei ela e abracei. Ter sua musa protegida é reconfortante. Mas nunca dê pra ele. De costas para o teu inimigo!, numa briga. Não passou nem 5 segundos quando senti uma facada nas costas, depois vieram mais, e cuspi sangue pela boca. Virei pra enfrentar ele, mas o covarde já tava correndo pra porta. Desabei no chão. E a última coisa que vi antes de apagar foi o rosto lindo da minha mãe, meu amor platônico. Acordei num hospital público, a enfermeira disse que eu tava lá há 3 meses. Quando perguntei pela minha mãe, ela falou que vinha me ver todo domingo, uma vez por semana. "Ah, moço, e nesses últimos 2 domingos ela vem com um rapaz pra te visitar", disse a enfermeira. Naquela tarde, minha mãe veio me ver, mas não veio sozinha — o professorzinho de inglês tava com ela. Ela tava com o cabelo solto, loiro e cacheado, que tinha crescido mais, batendo na cintura. Não se destacava mais, mas eu sabia o que ela escondia, aquele corpinho bem dotado que me deixava babando. Ela vestia um vestido vermelho que ia até os joelhos e um salto plataforma. A primeira coisa que perguntei foi pelo meu filho. "Como tá sua gravidez?" "Tá bem, bebê, fiz tomografias e ele tá saudável", disse ela, amigável. "Que bom, que bom, fico feliz. E o que aconteceu com o filho da puta que fez isso comigo?" "Aquele homem, levaram 15 anos, já tá na cadeia, filho. Não vai mais nos fazer mal", disse ela, aliviada. "E o que meu professor tá fazendo aqui?" Perguntei. Ele tava sentado num canto. "Queria te visitar, a gente tá se conhecendo. Parece um bom homem." Deu vontade de matar ele — me livrava de um e outro aparecia pra querer roubar o amor da minha mãe. Saí do hospital dois dias depois. Desde o primeiro dia que voltei pra casa, quis comer minha mãe de novo. Naquela noite, moí os comprimidos e coloquei na bebida dela no jantar. Mas deu tudo errado: ela bocejou e foi dormir. Esperei meia hora e fui pro quarto dela. Tentei abrir, mas tava trancado. Bati na porta. Não respondeu. Chamei ela. Não respondeu. Fui como da outra vez procurar as chaves que ela guardava na caixinha, mas, porra, não achei. Eu tava furioso. Aquela noite não consegui dormir. No dia seguinte, quis pegar o molho de chaves no quarto dela, mas sempre que ela saía, trancava a porta com a chave. Perguntei por que ela cuidava tanto da porta, e ela respondeu que desde que eu não estava, sempre se trancava. Que tinha medo de ladrões, que nesses meses já tinha criado o costume de se cuidar. Três dias depois, eu tomava café da manhã com minha mãe na mesinha, na frente dela, ela estava bem atenta ao telefone, sorria de vez em quando. Com quem você tá falando, mãe? perguntei desconfiado. Com o Walter, seu professor, você não sabe como ele é agradável, é bem educado, agora ele tá me contando umas histórias dele que me fazem rir... disse ela com admiração. Esse professorzinho só quer é te comer. pensei desconfiado. Ela estava usando aquele vestido marrom feio naquela manhã. Eu sei que você tá pelada, debaixo desse vestido horrível, meu amor. Pensei. Queria pegar ela, mas não podia. Não até achar as malditas chaves, mas podia ver ela, nua de novo, e me satisfazer com uma punheta da minha tesão. Fui trabalhar à tarde, depois de entregar meus pedidos e ter os 15 mil pesos, e fui pra zona rosa. Lá entrei normal, me sentindo um homem. Cheguei até o quarto fosforescente, animado pra ver ela nua de novo. Peguei na maçaneta da porta e ela tava trancada, tentei abrir e coloquei mais força na maçaneta até que ela quebrou e a porta abriu. Lá dentro estava um homem que eu conhecia bem, era o Walter, o professor, e saindo da minha mãe, ele estava com as calças no chão e se masturbava como um louco vendo minha mãe rebolando a bunda, ela estava de costas, suada, e mexia aquele rabão nu no ritmo da música, uma saia preta abaixo da virilha balançava no ar com o movimento do quadril. Isso, sua puta gostosa! Como você é boa! Você vai ser minha, raposa! Você vai ser minha puta! exclamava agitado e com voz de doente o maldito professor. Fim da primeira parte.
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