desculpa pela demora
espero compensar vocês com esse conto que segue contando essa história
espero que vocês curtam muito
e obrigado por me ler, pelos seus pontos e por me seguir
No dia seguinte, eu morria de vontade de saber o que tinha rolado depois daquela festa do caralho, era o único jeito de fazer minha pica parar de latejar. Agora eu sabia que nenhuma das minhas duas filhas era minha, mas sim do meu chifrudo gigante, e além de tudo isso, elas eram tão putas quanto a mãe e quanto o maior otário do mundo, que nunca percebeu nada. Eram tão vagabundas que dividiam os namorados com a mãe, parecia que tavam numa competição pra ver qual das três era a mais puta. Mas a putaria delas era diferente ao mesmo tempo: a Romi seguia os passos da mãe, conseguiu a mesma coisa que ela — um marido corno que não sabia das aventuras dela e uma filha tão puta quanto ela. Já a Susy foi além, conseguiu o que nem a irmã nem a mãe conseguiram: fazer do marido um corno não foi difícil pra ela, mas transformar ele num corno muito viado — essa foi a maior vitória dela. Mesmo que o preço tenha sido alto, ela também tornou o filho dela um viadinho, um maricona que eu mesmo descabaçei. Ficou claro que, apesar de ser um corno de merda, eu era o único homem da família, pelo menos por enquanto, já que a Clara, aproveitando que eu tava todo excitado, enfiou uns dedos no meu cu como se fosse a pica dela. Não sei por que, mas aquilo foi muito doentio e satisfatório tanto pra mim quanto pra ela, e desde então não foi mais tão difícil convencê-la a me contar cada detalhe dos meus chifres, porque toda vez que terminava de contar, a gente transava e ela enfiava os dedos cada vez mais forte. Assim, as coisas mudaram: agora era ela quem se oferecia pra contar as aventuras sexuais dela.
Clara, velho, cê quer saber o que rolou depois com os caras? Olha, no dia seguinte eu não sabia o que fazer, só de pensar no que tinha acontecido já me deixava tão tesuda que não conseguia evitar de me tocar, sonhava com aquelas picas, juro, tinha adorado ser usada e descartada daquele jeito. Além disso, estávamos tão longe de casa que a exposição não seria problema. Sabia muito bem que todo mundo já me conhecia como a puta do lugar, a puta fácil que qualquer um podia usar só de mostrar a rola. Por isso, naquele dia não quis sair de casa, não tava em condições de ser comida por ninguém. Naquela noite dormi totalmente pelada, não aguentava nem o roçar da calcinha fio dental. Os caras tinham sido muito brutos comigo, ainda não sabia como tinha conseguido chegar em casa daquele jeito. Foi assim que passei uns dias trancada. Com certeza os caras tavam fazendo piada, e olha que eles tinham toda razão. Pouco tempo depois você chegou de novo, insistiu muito pra ir pra piscina, então tive que ir. Na hora percebi como eles te olhavam, aí soube que já tinha na testa marcado o que eu realmente era, só que você não via minha placa de puta, assim como também não percebia como te olhavam. O pior foi quando o jardineiro veio nos cumprimentar, pensei que ali ia tudo pro caralho, mas você gostou dele e até convidou pra jantar pra conversar sobre umas coisas que queria fazer na nossa casa. Só rezava pra você não contratar ele. Naquela noite sabia que ele ia me comer, mas não queria que você percebesse nada. Tudo tinha que ser rápido, então nem coloquei a calcinha fio dental. Jantamos e depois vocês conversaram.
Se eu lembro disso, me instruí pra caralho sobre jardinagem, mas depois a gente ficou falando de você. A verdade é que ele te admirava pra cacete e, mesmo dando pra ver a vontade que ele tinha de te pegar, não fiquei com ciúme nem desconfiei de nada. O que eu lembro é que a gente bebeu pra caralho e eu já vinha cansado da viagem. Lembro que me despedi dele e fui pra cama, enquanto você fazia o mesmo.
Clara, claro corno manso, você foi dormir e ficou apagado, nem ouviu meus gemidos, não sabe com que fúria ele me comeu naquela noite, ficou muito excitado em me comer escondido de você, zoava de como você era otário e da puta que tinha como esposa. Sabe o que ele fez pra me comer em casa? Só mostrou o pau quando você foi pra cama e assim conseguiu que eu chupasse ele, que engolisse o leite dele e deixasse ele arrebentar meu cu. Do jeito que ele me deixou, eu me meti na cama ainda mais quente, sabendo que você não tinha percebido nada. No domingo arrumamos as malas já que voltávamos pra casa, você quis que eu aproveitasse meu último dia de férias e ficou arrumando tudo enquanto me mandou pra piscina. Imagina o que aconteceu.
Não, amor, quero que você me conte.
Clara fez fila pra me comer no vestiário pra onde um dos caras me levou. Dessa vez os quatro me trataram melhor e, como despedida, me deram uma bela fodida. Quando me soltaram, apareceu teu amigo.
Que amigo?
Clara, aquele velho que você não suportava, aquele que você vivia falando que ficava tirando sarro de você, você não tem ideia de como ele me comeu. Esse velho tem uma pica, enorme. Enquanto me comia, agora sim ele tirava sarro da sua chifruda. Eu pedia pra ele não falar essas coisas de você, e ele, entre uma pirocada e outra, só ria. Por sorte, quando cheguei em casa, fui direto pro banheiro e depois a gente saiu.
E eu achava que você não se divertia sozinha no condomínio.
Clara, amor, lembra que você me prometeu voltar porque não ia mais trabalhar nas férias de novo?
Sim, sim, eu lembro, mas aí a Susy apareceu bem na hora.
Clara, ah, cala a boca, tu não faz ideia do medo que eu tava de você descobrir que não tinha nada a ver com essa gravidez. Mas fazer o quê, pra minha sorte, deu tudo certo.
E quem de todos te engravidou, hein? Que corno manso que eu sou.
Clara, não faço ideia, amor, mas a verdade é que nem eu sei se foi algum deles.
Como assim, cê não sabe?
Clara, claro, bebê. Depois que voltei das férias, tava certa que podia continuar com minhas safadezas, e claro que continuei. Lembra que naquela época a gente mal transava.
E quem era o sortudo, meu céu?
Clara, lembra do teu chefe? O dono da empresa que tu me apresentou na festa de fim de ano antes das férias? Esse foi um deles, o outro foi teu tio, teu primo e até teu pai, mas isso eu te conto depois. Agora vamos foder, olha como tu tá molhadinha, bebê.
Tinha razão, até gozei sem nem me tocar na minha cueca, só de ouvir ela sendo comida pelos outros. A gente foi pra cama e, como já era costume, fizemos um sessenta e nove do caralho, onde, como sempre, Clara acabava brincando com os dedos no meu cu, fingindo que tava me comendo. Esse jogo já tava me deixando viciado, não dava pra evitar, era muito gostoso. No dia seguinte, Clara, sem eu nem pedir, me levou pra cama e começou a me contar sobre meu ex-chefe naquela festa de fim de ano onde tudo começou.
Clara, nessa época já estava suzy e, como você queria que eu fosse de qualquer jeito, deixamos ela com seus pais, já que era uma sexta à noite e no sábado a gente passaria com eles. Quando chegamos, você me apresentou seus colegas e, entre eles, estava seu chefe, com quem você tinha contato direto. Não sei o que ele viu em mim, mas logo começamos a conversar. Acho que causei uma boa impressão. Comemos com ele sentado entre nós dois. Tudo estava normal até que eu senti a perna dele roçando a minha. Não falei nada, deixei ele fazer aquilo enquanto você estava do meu lado. Me excitou a ideia de o velho querer me comer estando você ali. O roçar ficou cada vez mais forte e, claro, eu correspondi. Pensei que poderia tirar vantagem da situação — um bom aumento para você não cairia nada mal. Então me levantei e, ao fazer isso, passei minha mão na entreperna dele sem ninguém notar e disse que precisava ir ao banheiro. Fiquei lá, esperando. Sabia que o velho tinha entendido e viria atrás de mim. Foi o que aconteceu: pouco depois, ele bateu na porta e perguntou se eu estava bem, ao mesmo tempo em que a abria.
Clara, agora sim estou melhor.
O velho chegou perto de mim, não disse nada, só me abraçou e foi atrás da minha boca, onde deixei ele me beijar. As mãos dele já brincavam com minha bunda, coisa que eu não resisti, só me veio um gemido.
Chefe, tu tá tão gostosa quanto eu, tá na hora de gozar com isso.
Clara, não, por favor, não, o que meu marido vai pensar, ele tá na mesa, a qualquer momento pode aparecer.
Chefe, ele tá bem entretido com o parceiro dele tomando um bom gole, e além disso, a gente vai ser rápido, não pode me deixar na mão assim.
Clara já passava as mãos na minha buceta por baixo da saia e da calcinha fio dental, logo descobriu o quanto eu estava molhada. Aí eu fui direto pra baixar a calça dela, e na minha frente apareceu algo tremendo: uma pica enorme prestes a explodir. Eu sabia que ela ia me maltratar com aquilo, mas tava tão tesuda que nem liguei. Ela levantou minha saia enquanto eu levava a pica até minha entrada e, em segundos, me penetrou e começou a me comer. Não foi bruta de jeito nenhum, fazia com paixão.
Clara, você tá comendo a esposa do seu braço direito, como é que vai compensar isso? Isso é muito errado, ahhh ahhh ahhh não para, não para, eu te proíbo de parar, ahhhh ahhh ahhh, que pica que você tem, tomara que ele tivesse uma igual.
Chefe, dá pra ver que o cuck não te dá atenção, só vive trabalhando. Agora sou eu quem vou te cuidar. Toma, toma meu leiteeeee, é todo seuuuu.
Clara, o velho me encheu de porra, eu já tinha gozado e quando ele tirou o pau, nem pensei duas vezes, me ajoelhei aos pés dele e chupei ele, chupei tanto que deixei bem limpinho. Ele vestiu a calça e foi embora. Esperei uns minutos, me arrumei um pouco e fui até a mesa onde você estava. Nunca percebi que nas minhas pernas tinha a porra do seu chefe. Tenho certeza que só o garçom notou. A gente continuou na festa como se nada tivesse acontecido. Na hora, achei que meu plano tinha falhado, mas não foi assim. Na terça, depois do almoço, seu chefe veio em casa. Você estava trabalhando. Tava na cara que ele vinha me comer. A gente já tomou um café.
Clara, o que você tá fazendo por aqui? Aquela parada da festa foi só um momento de tesão, não pode rolar de novo.
Chefe, e por que não, se ela te enlouqueceu
Clara, claro que me enlouqueceu, mas a gente não pode fazer isso. O que eu vou falar pro meu marido?
Chefe, ele acha que vim por uma pasta. Qual é o problema?
Clara, o problema é que agora temos uma filha pra criar e isso custa grana, muita grana mesmo.
Chefe, eu já sei e por isso recompensei ele muito bem. Aconteça o que acontecer entre nós dois, ele não te contou?
Clara, para de falar nisso, melhor a gente ir pra cama, afinal foi pra isso que você veio, não foi?
Entramos no quarto, cê sabe como eu ando em casa, ele tirou meu vestido e na hora fiquei de peito de fora, eu tirei a calça dele de novo e enquanto ele tirava a camisa, eu chupava a pica dele do jeito que dava, já te falei que era uma das maiores que eu já tinha visto, foi endurecendo até quase me sufocar, comecei a lamber e ele me levantou
Chefe, agora sim temos tempo pra tudo.
Subimos na cama e começamos a foder, ter aquela pica dentro de mim me enchia de dor e prazer, dessa vez eu queria sexo forte e falei pra ele, foi assim que ele não se fez de rogado, a resposta dele foi tremenda, senti como se estivesse rasgando minha buceta enquanto eu tinha meu primeiro orgasmo, foi aí que o velho aproveitou pra me virar e colocar seu travesseiro debaixo da minha barriga, quase não tive tempo de reagir, lá estava eu com meu cu aberto e entregue, sabia que ia ser difícil aguentar uma pica daquelas penetrando meu cuzinho apertado, pedi pra ele não fazer, mas sem muita convicção, você não sabe o que foi sentir aquela pica arrebentando meu cu, por sorte já estava bem aberto, mas o velho abriu muito mais e não parou até encher ele de porra, quando terminou ele me disse
Chefe, agora sim você é minha. Uma mulher é propriedade de quem arrebenta a buceta dela, e pode crer que eu arrebentei a sua. Agora tô voltando porque isso ainda não acabou.
Clara foi pro banheiro, lavou a buceta dela e voltou pra mais. Eu já tava exausta e dolorida, mas não queria negar.
Chefe, vira pra cá, esses peitos só servem pra isso mesmo e tenho certeza que o corno nunca fez isso, vai ver como você vai gostar.
Clara colocou a pica enorme dela entre meus peitos, eu sabia o que ela queria fazer, então apertei eles e comecei a bater uma pra ela, sentir o pau dela entre meus peitos era muito bom, além disso tinha uma vantagem: ela não ia continuar me comendo ou arrombando meu cu, isso eu com certeza não aguentaria. Ficamos assim por um bom tempo até que, sei lá se por causa do tesão, ela gozou de um jeito que o leite dela espirrou na minha cara e veio mais um monte, e foi assim que fiquei lambuzada da cara até os peitos, toda melada. Susy começou a chorar no berço dela.
Chefe, anda, atende sua filha. Eu vou embora, mas volto pra buscar mais.
espero compensar vocês com esse conto que segue contando essa história
espero que vocês curtam muito
e obrigado por me ler, pelos seus pontos e por me seguir
No dia seguinte, eu morria de vontade de saber o que tinha rolado depois daquela festa do caralho, era o único jeito de fazer minha pica parar de latejar. Agora eu sabia que nenhuma das minhas duas filhas era minha, mas sim do meu chifrudo gigante, e além de tudo isso, elas eram tão putas quanto a mãe e quanto o maior otário do mundo, que nunca percebeu nada. Eram tão vagabundas que dividiam os namorados com a mãe, parecia que tavam numa competição pra ver qual das três era a mais puta. Mas a putaria delas era diferente ao mesmo tempo: a Romi seguia os passos da mãe, conseguiu a mesma coisa que ela — um marido corno que não sabia das aventuras dela e uma filha tão puta quanto ela. Já a Susy foi além, conseguiu o que nem a irmã nem a mãe conseguiram: fazer do marido um corno não foi difícil pra ela, mas transformar ele num corno muito viado — essa foi a maior vitória dela. Mesmo que o preço tenha sido alto, ela também tornou o filho dela um viadinho, um maricona que eu mesmo descabaçei. Ficou claro que, apesar de ser um corno de merda, eu era o único homem da família, pelo menos por enquanto, já que a Clara, aproveitando que eu tava todo excitado, enfiou uns dedos no meu cu como se fosse a pica dela. Não sei por que, mas aquilo foi muito doentio e satisfatório tanto pra mim quanto pra ela, e desde então não foi mais tão difícil convencê-la a me contar cada detalhe dos meus chifres, porque toda vez que terminava de contar, a gente transava e ela enfiava os dedos cada vez mais forte. Assim, as coisas mudaram: agora era ela quem se oferecia pra contar as aventuras sexuais dela.
Clara, velho, cê quer saber o que rolou depois com os caras? Olha, no dia seguinte eu não sabia o que fazer, só de pensar no que tinha acontecido já me deixava tão tesuda que não conseguia evitar de me tocar, sonhava com aquelas picas, juro, tinha adorado ser usada e descartada daquele jeito. Além disso, estávamos tão longe de casa que a exposição não seria problema. Sabia muito bem que todo mundo já me conhecia como a puta do lugar, a puta fácil que qualquer um podia usar só de mostrar a rola. Por isso, naquele dia não quis sair de casa, não tava em condições de ser comida por ninguém. Naquela noite dormi totalmente pelada, não aguentava nem o roçar da calcinha fio dental. Os caras tinham sido muito brutos comigo, ainda não sabia como tinha conseguido chegar em casa daquele jeito. Foi assim que passei uns dias trancada. Com certeza os caras tavam fazendo piada, e olha que eles tinham toda razão. Pouco tempo depois você chegou de novo, insistiu muito pra ir pra piscina, então tive que ir. Na hora percebi como eles te olhavam, aí soube que já tinha na testa marcado o que eu realmente era, só que você não via minha placa de puta, assim como também não percebia como te olhavam. O pior foi quando o jardineiro veio nos cumprimentar, pensei que ali ia tudo pro caralho, mas você gostou dele e até convidou pra jantar pra conversar sobre umas coisas que queria fazer na nossa casa. Só rezava pra você não contratar ele. Naquela noite sabia que ele ia me comer, mas não queria que você percebesse nada. Tudo tinha que ser rápido, então nem coloquei a calcinha fio dental. Jantamos e depois vocês conversaram.
Se eu lembro disso, me instruí pra caralho sobre jardinagem, mas depois a gente ficou falando de você. A verdade é que ele te admirava pra cacete e, mesmo dando pra ver a vontade que ele tinha de te pegar, não fiquei com ciúme nem desconfiei de nada. O que eu lembro é que a gente bebeu pra caralho e eu já vinha cansado da viagem. Lembro que me despedi dele e fui pra cama, enquanto você fazia o mesmo.
Clara, claro corno manso, você foi dormir e ficou apagado, nem ouviu meus gemidos, não sabe com que fúria ele me comeu naquela noite, ficou muito excitado em me comer escondido de você, zoava de como você era otário e da puta que tinha como esposa. Sabe o que ele fez pra me comer em casa? Só mostrou o pau quando você foi pra cama e assim conseguiu que eu chupasse ele, que engolisse o leite dele e deixasse ele arrebentar meu cu. Do jeito que ele me deixou, eu me meti na cama ainda mais quente, sabendo que você não tinha percebido nada. No domingo arrumamos as malas já que voltávamos pra casa, você quis que eu aproveitasse meu último dia de férias e ficou arrumando tudo enquanto me mandou pra piscina. Imagina o que aconteceu.
Não, amor, quero que você me conte.
Clara fez fila pra me comer no vestiário pra onde um dos caras me levou. Dessa vez os quatro me trataram melhor e, como despedida, me deram uma bela fodida. Quando me soltaram, apareceu teu amigo.
Que amigo?
Clara, aquele velho que você não suportava, aquele que você vivia falando que ficava tirando sarro de você, você não tem ideia de como ele me comeu. Esse velho tem uma pica, enorme. Enquanto me comia, agora sim ele tirava sarro da sua chifruda. Eu pedia pra ele não falar essas coisas de você, e ele, entre uma pirocada e outra, só ria. Por sorte, quando cheguei em casa, fui direto pro banheiro e depois a gente saiu.
E eu achava que você não se divertia sozinha no condomínio.
Clara, amor, lembra que você me prometeu voltar porque não ia mais trabalhar nas férias de novo?
Sim, sim, eu lembro, mas aí a Susy apareceu bem na hora.
Clara, ah, cala a boca, tu não faz ideia do medo que eu tava de você descobrir que não tinha nada a ver com essa gravidez. Mas fazer o quê, pra minha sorte, deu tudo certo.
E quem de todos te engravidou, hein? Que corno manso que eu sou.
Clara, não faço ideia, amor, mas a verdade é que nem eu sei se foi algum deles.
Como assim, cê não sabe?
Clara, claro, bebê. Depois que voltei das férias, tava certa que podia continuar com minhas safadezas, e claro que continuei. Lembra que naquela época a gente mal transava.
E quem era o sortudo, meu céu?
Clara, lembra do teu chefe? O dono da empresa que tu me apresentou na festa de fim de ano antes das férias? Esse foi um deles, o outro foi teu tio, teu primo e até teu pai, mas isso eu te conto depois. Agora vamos foder, olha como tu tá molhadinha, bebê.
Tinha razão, até gozei sem nem me tocar na minha cueca, só de ouvir ela sendo comida pelos outros. A gente foi pra cama e, como já era costume, fizemos um sessenta e nove do caralho, onde, como sempre, Clara acabava brincando com os dedos no meu cu, fingindo que tava me comendo. Esse jogo já tava me deixando viciado, não dava pra evitar, era muito gostoso. No dia seguinte, Clara, sem eu nem pedir, me levou pra cama e começou a me contar sobre meu ex-chefe naquela festa de fim de ano onde tudo começou.
Clara, nessa época já estava suzy e, como você queria que eu fosse de qualquer jeito, deixamos ela com seus pais, já que era uma sexta à noite e no sábado a gente passaria com eles. Quando chegamos, você me apresentou seus colegas e, entre eles, estava seu chefe, com quem você tinha contato direto. Não sei o que ele viu em mim, mas logo começamos a conversar. Acho que causei uma boa impressão. Comemos com ele sentado entre nós dois. Tudo estava normal até que eu senti a perna dele roçando a minha. Não falei nada, deixei ele fazer aquilo enquanto você estava do meu lado. Me excitou a ideia de o velho querer me comer estando você ali. O roçar ficou cada vez mais forte e, claro, eu correspondi. Pensei que poderia tirar vantagem da situação — um bom aumento para você não cairia nada mal. Então me levantei e, ao fazer isso, passei minha mão na entreperna dele sem ninguém notar e disse que precisava ir ao banheiro. Fiquei lá, esperando. Sabia que o velho tinha entendido e viria atrás de mim. Foi o que aconteceu: pouco depois, ele bateu na porta e perguntou se eu estava bem, ao mesmo tempo em que a abria.
Clara, agora sim estou melhor.
O velho chegou perto de mim, não disse nada, só me abraçou e foi atrás da minha boca, onde deixei ele me beijar. As mãos dele já brincavam com minha bunda, coisa que eu não resisti, só me veio um gemido.
Chefe, tu tá tão gostosa quanto eu, tá na hora de gozar com isso.
Clara, não, por favor, não, o que meu marido vai pensar, ele tá na mesa, a qualquer momento pode aparecer.
Chefe, ele tá bem entretido com o parceiro dele tomando um bom gole, e além disso, a gente vai ser rápido, não pode me deixar na mão assim.
Clara já passava as mãos na minha buceta por baixo da saia e da calcinha fio dental, logo descobriu o quanto eu estava molhada. Aí eu fui direto pra baixar a calça dela, e na minha frente apareceu algo tremendo: uma pica enorme prestes a explodir. Eu sabia que ela ia me maltratar com aquilo, mas tava tão tesuda que nem liguei. Ela levantou minha saia enquanto eu levava a pica até minha entrada e, em segundos, me penetrou e começou a me comer. Não foi bruta de jeito nenhum, fazia com paixão.
Clara, você tá comendo a esposa do seu braço direito, como é que vai compensar isso? Isso é muito errado, ahhh ahhh ahhh não para, não para, eu te proíbo de parar, ahhhh ahhh ahhh, que pica que você tem, tomara que ele tivesse uma igual.
Chefe, dá pra ver que o cuck não te dá atenção, só vive trabalhando. Agora sou eu quem vou te cuidar. Toma, toma meu leiteeeee, é todo seuuuu.
Clara, o velho me encheu de porra, eu já tinha gozado e quando ele tirou o pau, nem pensei duas vezes, me ajoelhei aos pés dele e chupei ele, chupei tanto que deixei bem limpinho. Ele vestiu a calça e foi embora. Esperei uns minutos, me arrumei um pouco e fui até a mesa onde você estava. Nunca percebi que nas minhas pernas tinha a porra do seu chefe. Tenho certeza que só o garçom notou. A gente continuou na festa como se nada tivesse acontecido. Na hora, achei que meu plano tinha falhado, mas não foi assim. Na terça, depois do almoço, seu chefe veio em casa. Você estava trabalhando. Tava na cara que ele vinha me comer. A gente já tomou um café.
Clara, o que você tá fazendo por aqui? Aquela parada da festa foi só um momento de tesão, não pode rolar de novo.
Chefe, e por que não, se ela te enlouqueceu
Clara, claro que me enlouqueceu, mas a gente não pode fazer isso. O que eu vou falar pro meu marido?
Chefe, ele acha que vim por uma pasta. Qual é o problema?
Clara, o problema é que agora temos uma filha pra criar e isso custa grana, muita grana mesmo.
Chefe, eu já sei e por isso recompensei ele muito bem. Aconteça o que acontecer entre nós dois, ele não te contou?
Clara, para de falar nisso, melhor a gente ir pra cama, afinal foi pra isso que você veio, não foi?
Entramos no quarto, cê sabe como eu ando em casa, ele tirou meu vestido e na hora fiquei de peito de fora, eu tirei a calça dele de novo e enquanto ele tirava a camisa, eu chupava a pica dele do jeito que dava, já te falei que era uma das maiores que eu já tinha visto, foi endurecendo até quase me sufocar, comecei a lamber e ele me levantou
Chefe, agora sim temos tempo pra tudo.
Subimos na cama e começamos a foder, ter aquela pica dentro de mim me enchia de dor e prazer, dessa vez eu queria sexo forte e falei pra ele, foi assim que ele não se fez de rogado, a resposta dele foi tremenda, senti como se estivesse rasgando minha buceta enquanto eu tinha meu primeiro orgasmo, foi aí que o velho aproveitou pra me virar e colocar seu travesseiro debaixo da minha barriga, quase não tive tempo de reagir, lá estava eu com meu cu aberto e entregue, sabia que ia ser difícil aguentar uma pica daquelas penetrando meu cuzinho apertado, pedi pra ele não fazer, mas sem muita convicção, você não sabe o que foi sentir aquela pica arrebentando meu cu, por sorte já estava bem aberto, mas o velho abriu muito mais e não parou até encher ele de porra, quando terminou ele me disse
Chefe, agora sim você é minha. Uma mulher é propriedade de quem arrebenta a buceta dela, e pode crer que eu arrebentei a sua. Agora tô voltando porque isso ainda não acabou.
Clara foi pro banheiro, lavou a buceta dela e voltou pra mais. Eu já tava exausta e dolorida, mas não queria negar.
Chefe, vira pra cá, esses peitos só servem pra isso mesmo e tenho certeza que o corno nunca fez isso, vai ver como você vai gostar.
Clara colocou a pica enorme dela entre meus peitos, eu sabia o que ela queria fazer, então apertei eles e comecei a bater uma pra ela, sentir o pau dela entre meus peitos era muito bom, além disso tinha uma vantagem: ela não ia continuar me comendo ou arrombando meu cu, isso eu com certeza não aguentaria. Ficamos assim por um bom tempo até que, sei lá se por causa do tesão, ela gozou de um jeito que o leite dela espirrou na minha cara e veio mais um monte, e foi assim que fiquei lambuzada da cara até os peitos, toda melada. Susy começou a chorar no berço dela.
Chefe, anda, atende sua filha. Eu vou embora, mas volto pra buscar mais.
2 comentários - Minha esposa e meu chefe, a chifrada continua