Já se passavam 10 anos de casamento e minha vida tinha virado uma rotina. Acordar, trabalhar, voltar pra casa, ver TV e dormir. Eu já tinha 33, mas claramente parecia mais velho por causa do cansaço, e minha esposa não ajudava muito, digamos. O dia inteiro ela vivia de mau humor, e qualquer coisa que eu falasse irritava ela, obviamente de sexo nem se falava, só tinha o pornô pra satisfazer minhas necessidades fisiológicas. Claramente eu precisava de uma mudança de ares, uma atividade que me distraísse e me afastasse do suplício de ficar em casa. Foi meu irmão quem me recomendou fazer alguma aula ou oficina, algo que me permitisse sair e conhecer gente nova. — Que tal zumba? — ele me disse numa tarde no bar onde a gente sempre ia. — Zumba?! — perguntei estranhando — mas isso não é só pra mulher? — Pois é por isso, você vai ficar com um monte de mulher e quem sabe consegue pegar uma! duh, se liga, caralho! — Ou todas hahaha, olha, bem que preciso, e de qualquer jeito, se minha esposa vai me matar, que valha a pena. — Ela não fica brava se não souber, sabia? A gente riu os dois e continuou bebendo e falando de outras coisas, mas com certeza aquela ideia ficou ecoando na minha cabeça enquanto eu ia pra casa. Não a zumba, mas uma aventura, provavelmente era o que eu precisava, talvez uma só, pra quebrar um pouco a rotina, então decidi tentar essa tal de zumba pra conhecer mulheres. O que poderia dar errado? Chegando em casa, dei a notícia pra minha esposa. — Ei, decidi que vou procurar aulas de zumba. — Zumba? Pra quê? — ela respondeu irritada como sempre. — Bom, acho que preciso fazer alguma atividade pra... minha saúde. — Que besteira! Mas como quiser, do mesmo jeito, se você achar uma, com certeza vai ser pra um monte de senhoras e acho que não vão te aceitar, então faz o que quiser. E continuou vendo a série dela, irritada com a minha interrupção, então mais decidido do que nunca comecei a procurar no meu computador e não muito longe de casa tinha um estúdio que dava várias aulas. Anotei o endereço e resolvi ir no dia seguinte. Em seguida, esperando que algo mudasse na minha vida, e olha que coisa grande estava por vir. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Fui depois do trabalho, cheguei no estúdio ainda de terno, mas com minha roupa de academia na mochila, só por precaução, e ao entrar, a previsão da minha esposa se concretizou: umas 20 senhoras de várias idades viraram pra me olhar assim que botei o pé pra dentro. — Boa tarde, aqui é a aula de zumba, né? Onde posso pedir informações? — perguntei meio sem graça. — A professora já chega — respondeu uma das senhoras mais próximas — pode esperar ali no banco, se quiser. Sentei pra esperar, mas depois de alguns minutos comecei a me sentir meio desconfortável, notando como todas ali me olhavam curiosas e cochichavam entre si. — Cê acha que ele vai embora? — Óbvio que ele não sabe de nada — foram algumas das frases sem sentido que consegui ouvir. Já tinha esquecido como se paquera as mulheres, e se minha meta era conhecer alguém e conseguir transar com ela, não via como ia conseguir ficando ali sentado, olhando pro chão, sem dizer nem fazer nada. Já tava pensando se devia ir embora ou não quando a porta se abriu e mais alguém entrou. Um corpo magro e escultural, meio tonificado, típico de uma vida fitness, passou na minha frente. Cabelo liso, preto brilhante, meio comprido, caindo até as costas, peitos grandes, tamanho C, perfeitamente redondos e meio apertados, saindo de um top esportivo rosa, um abdômen liso e fino, cinturado, que se alargava mais embaixo nuns quadris pronunciados, combinando com uma bunda também redonda e empinada, formando um coração perfeito, e umas pernas longas e torneadas que se destacavam de um jeito hipnotizante graças ao legging de lycra preto colado. Ela parou na minha frente, de costas pra mim, sem notar minha presença, e se dirigiu às outras:
— Boa tarde, meninas! Já tão prontas pra aula?
— Boa tarde, professora — responderam quase em uníssono — já vamos.
A voz dela era suave e jovial, embora um pouco aguda, como se exagerasse de propósito ao falar alto. Uma das alunas fez um sinal com a cabeça, indicando que ela olhasse pra trás, e ela se virou. Foi aí que a gente se viu pela primeira vez. Uns olhos escuros e brilhantes me encararam, com uns cílios enormes que faziam eles se destacarem e parecerem ainda maiores. Um pouco de rubor nas bochechas que davam um ar de inocência, e uns lábios carnudos cor de pêssego. Um sorriso se desenhou no rosto dela.
— Oi! Posso ajudar?
— S-sim, queria saber sobre as aulas de zumba.
— Claro, olha, dou aula às quartas e sextas, das 8h às 9h. Posso cobrar por aula ou por mês, e você pode vir fazer uma aula experimental de graça.
— Parece ótimo, gostaria de fazer essa aula, se não for incômodo.
— Claro que não! Que bom ter você aqui, hmm...
— Ramón — falei, estendendo a mão.
— Sofia, prazer! E por favor, me trata de você — disse apertando minha mão e me dando uma piscadinha.
Fiquei completamente besta com a professora. Era uma mulher muito gostosa e provocante. Na hora, veio na minha cabeça uma imagem dela e eu nos beijando com paixão, a mulher perfeita pra minha aventura. Mas uma mão se agitando na minha frente me trouxe de volta à realidade. Olhei em volta e a turma inteira tava me encarando. Rapidão, me endireitei, meio sem graça.
— Então, Ramón, vai se juntar a nós? — perguntou Sofia, me olhando com curiosidade — embora não recomende fazer aula de terno.
— Ah, não, eu trouxe minha roupa aqui — falei, abraçando minha mochila.
— Perfeito. Lá no fundo tem o vestiário pra você trocar de roupa. Só temos um, então dá uma olhada se não tá ocupado, ok?
Entrei no vestiário com cuidado. Era um quarto comprido, com paredes altas e espelhos na parede da frente assim que você entrava. No fundo, tinha um pequeno trocador com cortina e umas prateleiras de madeira onde colocavam as mochilas. E bem no meio do... Quarto em frente ao espelho, uma única poltrona dupla de vinipreto. Troquei de roupa, coloquei um shorts folgado, camiseta e tênis, e fui pra aula, me colocando bem no fundo de todas. Durante a hora inteira, não consegui tirar os olhos da professora, era um prazer ver como ela fazia flexões pra frente, exibindo aquele rabão enorme, e como as tetas redondas dela balançavam a cada pulo e repetição. Quando a aula acabou, as senhoras começaram a entrar no vestiário pra se trocar, eu esperei todas terminarem, por razões óbvias. Continuei olhando pra professora enquanto ela conversava com uma aluna, vendo como os peitos dela subiam e desciam com a respiração e como os bicos duros do exercício marcavam o top, isso fez eu começar a ter uma ereção por baixo do shorts. De repente, ela percebeu que eu tava olhando e veio na minha direção, eu virei o olhar rapidamente pro outro lado, me cobrindo com a mão na virilha discretamente. Quando chegou perto de mim, sorriu e enxugou o suor do peito com uma toalhinha. — E aí? O que achou? Gostou da aula? — Sim, foi bem divertida — falei, sem graça, tentando com todas as forças não descer o olhar pros peitos dela. — Que bom que gostou, então espero te ver por aqui de novo. — Claro que sim, acabou de ganhar um aluno novo, sem dúvida. E sem conseguir evitar, baixei o olhar pro decote dela de forma furtiva, conseguindo ver uma nova gota de suor se perder no meio dos peitos dela. Ela, tão perto de mim e me olhando nos olhos, percebeu na hora, também desceu o olhar pros bicos duros querendo escapar do top. Mas longe de ficar brava ou se cobrir, respondeu divertida.
- Ah, desculpa, não costumo ter alunos homens, então nunca uso sutiã aqui.
- Desculpa, desculpa — falei meio sem graça e um pouco mais alto do que devia, fazendo algumas senhoras virarem pra me olhar — não foi minha intenção, eu...
- Relaxa, não tem problema, e fica tranquilo que me ver é por conta da casa — ela disse sorrindo e se afastou, me deixando meio confuso.
Fui o último a me trocar e no final só sobrou a professora no estúdio. Agradeci da porta e fui pra casa, ainda pensando na aula. Será que era coisa da minha cabeça? Ou a professora tinha acabado de dar em cima de mim? Cheguei em casa, tomei um banho e fiquei matutando sobre o que rolou.
Na aula seguinte, as outras senhoras me olhavam com ainda mais curiosidade, como se estivessem surpresas de eu ainda estar ali. A Sofia chegou e, quando me viu, abriu um sorrisão e veio direto me cumprimentar com um beijo, dizendo como tava feliz que eu continuava nas aulas dela.
Começamos e, de novo, não consegui tirar os olhos da professora a aula inteira, vendo aquele corpo escultural enquanto ela dançava e pulava. De vez em quando nossos olhares se cruzavam e ela soltava um sorriso que eu retribuía todo animado.
No final, tava esperando em pé no fundo do salão pra poder ir pro vestiário quando uma das senhoras se aproximou de mim...
- Oi, vi que você voltou.
- Ah, sim, gostei da aula e quero ver como é.
- Gostou da aula ou da professora? — ela perguntou curiosa e na lata.
- Bem... — não soube o que responder, virei pra olhar a Sofia, que tava se abanando com uma mão, e senti que fiquei vermelho na hora.
- hahaha, fica tranquilo, não tem nada de errado, mas acho que devia te avisar antes de você criar expectativas.
- Me avisar... sobre o quê?
- Olha ela com atenção e me diz se não nota algo... curioso.
Virei de novo pra olhar a professora, tentando entender o que ela queria dizer. Ela tava lá parada, com a roupa de ginástica, dessa vez com um top azul que apertava os peitos perfeitos dela e marcava os biquinhos (de novo, sem sutiã). A legging branca parecia ainda mais justa que o normal. da aula passada, já que a calcinha marcava um pouco naquela bunda redonda, era simplesmente perfeita de se ver. Comecei a sentir na hora o volume do começo de uma ereção no meu shorts.
— Olha bem ela de cima a baixo... principalmente de baixo — a senhora sussurrou pra mim. Fixei o olhar na bunda dela, pensando que não tinha nada de curioso, talvez se referindo à roupa íntima. De repente, Sofia virou um pouco e eu pude ver a tensão de um volume na frente, um que era fácil de reconhecer porque eu estava sentindo um igual naquele exato momento. Olhei pra senhora, surpreso.
— Pera, isso é...
— O pau dela — ela confirmou num sussurro — a professora é uma garota trans, você não tinha percebido? — balancei a cabeça que não — por isso que eu tava falando pra você não criar expectativas. Fiquei calado por um momento, processando a situação. Seria possível que uma mulher tão gostosa tivesse pinto?
— Mas por que você tá me contando isso?
— Porque vejo que você fica de olho nela, e já aconteceu antes com a gente... melhor te avisar logo do que você descobrir de um jeito desagradável, não acha? — E ela foi se trocar, me deixando sozinho de novo.
Cheguei em casa ainda pensando no que tinha acontecido. Como eu não tinha notado? Não conseguia acreditar, com aquele corpo tão escultural de tanto malhar, os peitos redondos e os bicos sempre duros marcando no top, a bunda empinada pela legging justa, as coxas firmes... de repente, aquela imagem ganhou um pau, um pau grande e duro escorrendo na ponta. Pra minha surpresa, o meu reagiu à imagem. Pensar na professora nua me encarando enquanto se esfregava o pau começou a me excitar. Corri pro meu computador procurar vídeos de trans. Uma infinidade de opções encheu minha tela e, sem mais, comecei a ver um, por curiosidade, e depois outro e outro até de madrugada, já seco de tanto me masturbar com o mundo que acabava de descobrir.
Na semana seguinte, procurei a senhora e perguntei pela professora. Laura (era assim que se chamava) me contou que antes de mim tinham outros dois caras que também se ligaram demais na Sofia, ela deu abertura pra eles, mas quando foram um pouco mais além e descobriram que ela é trans, saíram correndo. O último descobriu bem no meio da aula e armou um showzinho bem desagradável. — E por isso te falei logo, pra não dar rolo. — Entendi — falei, pensativo. Na hora me surpreendeu, mas naquele momento tava mais curioso do que qualquer outra coisa — mas, sinceramente, pra mim não tem problema — confessei. — Quê?! Cê curte trans? — perguntou Laura, de olho arregalado. — Bom... — Nunca tinha ficado com nenhuma, mas pensar nisso claramente me interessava — Então... cê quer pegar a professora? E assim a gente continuou conversando mais um tempo, ficando cada vez mais à vontade. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Passaram umas duas semanas, Laura e eu viramos grandes amigos e já tínhamos uma puta intimidade. Com um jeito super amigável e uma mente muito, muito aberta, ela tava por dentro da minha situação e até do meu plano de uma aventura. Toda aula ela me incentivava a fazer umas propostas indecentes pra Sofia, eu fingia que não queria e dizia que não ia rolar, mas de vez em quando batia uma pensando em umas sessões de sexo com ela, embora ficasse só nisso, em fantasia. Pelo menos até a penúltima semana de aula do ano. Era a aula de sexta-feira e, como sempre, tava hipnotizado olhando o corpo gostoso da Sofia. A música acabou e pra próxima rotina ela disse que íamos fazer alongamento em duplas. Eu me aproximei da Laura no automático, mas ela me chamou diretamente pra ajudar. Laura me deu um olhar cúmplice que claramente dizia "é tua chance" e eu caminhei pra frente. Ela me sentou no chão com as pernas esticadas e apoiou o peso dela nas minhas costas pra eu conseguir tocar meus pés, indicando pras outras fazerem o mesmo. Eu sentia os peitos macios dela se apertando contra mim. costas e essa sensação me agradava, quase podia jurar que sentia os mamilos dela duros também. Mudamos de posição e, ao me apoiar nela, pude ouvir um pequeno gemido (ahh) que escapou da boca dela, isso me excitou e também meu amigo, que começou a aparecer no shorts. No próximo exercício, sentamos de frente, juntando os pés e abrindo as pernas, e então ela segurou minhas mãos e me puxou, aproximando meu rosto da virilha dela. Nessa posição tão perto, pude ver claramente o volume de Sofia começando a marcar na calça legging, e eu já não conseguia disfarçar que estava ficando duro também. Mudamos de posição e, no momento de puxar a professora para perto de mim, tentei não olhar para baixo por vergonha, só ouvi uma risadinha. No último exercício, sentamos de frente com as pernas em borboleta e tínhamos que abrir as pernas da parceira. Sentei na frente de Sofia e coloquei meus pés juntos; nessa posição, minha ereção era mais do que evidente, já que eu só estava de shorts e não tinha como esconder. Sofia começou a esticar minhas pernas e, com o movimento dos braços, os peitos dela balançavam na minha frente. Eu não aguentava mais, porque a cada segundo que passava, minha ereção me traía ainda mais. Logo que terminou e pediu para trocar de posição, ela baixou a mão e, por acidente, roçou a ponta do meu pau, e eu soltei um gemido baixo. Trocamos. Ela juntou os pés e, ao abrir as pernas, fiquei um pouco surpreso: a ereção dela já era mais que óbvia, e se olhasse com atenção, a legging já estava um pouco molhada. Olhei nos olhos dela, e ela me sorriu de um jeito diferente, provocante, como se estivesse me convidando. (Será que o de antes não tinha sido um acidente?) Comecei a esticar as pernas dela, olhando de cima a baixo. Ela estava com os olhos fechados e a cabeça um pouco para trás; de perto, dava para ver que ela tinha uma expressão de quem estava gostando. As costas levemente arqueadas, os mamilos duros marcando no top, as coxas firmes sob minhas palmas, mas principalmente o volume dela pulsando a cada movimento da minha mão. Ver ela daquele jeito me dava tesão, meu coração começou a bater mais rápido e algo no meu cérebro me disse que ela tava esperando algo mais, então resolvi retribuir o favor e passei minha mão "sem querer" no volume dela. Ela soltou um gemido que fez algumas virarem, eu rapidamente me afastei um pouco, envergonhado. Ela só sorriu e deu a aula por encerrada.
No fundo do salão, esperava como sempre todas se trocarem. A Laura me disse pra não perder a chance, já que a gente ficava sozinho no final como sempre. Não sabia o que fazer, então não falei nada. Saí do vestiário esperando ver a Sofia, mas o salão tava vazio. Provavelmente a professora tinha ido ao banheiro por um momento, porque as coisas dela ainda estavam no vestiário. Caminhei até a saída meio triste, pensando no que eu teria dito se a encontrasse.
Depois de duas quadras, percebi que não tinha minha garrafa d'água e, se não voltasse pra pegá-la, iam jogar fora no fim de semana. Então voltei pelo mesmo caminho, torcendo pra ainda estar aberto. As luzes do salão já estavam apagadas. Empurrei a porta achando que era tarde demais, mas pra minha surpresa, ela abriu. Entrei sem fazer barulho, tentando enxergar minha garrafa no escuro. De repente, um baque seco chamou minha atenção. Virei e vi luz debaixo da porta do vestiário. Ainda tinha alguém lá. E desejando de todo coração que fosse a Sofia, fui investigar.
A porta tava entreaberta. Com todo cuidado, abri um pouquinho mais e espiei pela fresta. A Sofia tava de pé no meio do cômodo, a mochila dela aberta no sofá, e ela tava procurando alguma coisa dentro. Eu só via o reflexo dela. De repente, ela levantou a cabeça e por um momento achei que nossos olhares se cruzaram. Fiquei paralisado de susto, pensando no que dizer, mas parece que ela não me viu, porque continuou como se nada, remexendo e tirando um objeto que não consegui ver direito. Finalmente, ela se levantou de costas pra mim.
Ela tava se olhando no espelho, girando um pouco o quadril pra se ver de vários ângulos. Sorriu, suspirou fundo e levantou as mãos pra tirar o top num movimento ágil. Fiquei de boca aberta, não podia acreditar. Os peitos dela pularam soltos, felizes por finalmente estarem livres, e como sempre, ela não usava sutiã. Ela pegou eles e apertou um contra o outro, juntando pra ficarem mais grandes. grandes, depois eu levanto um pouco com as mãos dela e deixo elas balançarem mais ainda com a gravidade. Ela chupou o dedo e começou a estimular os próprios mamilos até eles ficarem durinhos, e começou a puxá-los enquanto soltava uns gemidinhos (ahh, ahh). O espetáculo era maravilhoso, ela puxava e beliscava, alternando entre um e outro, enquanto a outra mão descia até a virilha e começou a se esfregar por cima da legging. Eu não podia acreditar no que via, meu pau reagia, querendo escapar da calça. A respiração da Sofia ficava cada vez mais forte e, depois de alguns segundos, ela largou as tetas e começou a tirar a legging, devagar, como se pausasse cada movimento para eu não perder nenhum detalhe. A bunda dela apareceu na minha frente, uma calcinha preta se perdia entre as nádegas redondas, e no espelho começava a aparecer a parte da frente, com um volume maior do que eu imaginava, querendo ser liberado. Ela tirou a legging completamente e se olhou de novo no espelho, a silhueta perfeita, as tetas redondas com os mamilos médios, de um tom café escuro que parecia brilhar com a luz do teto. As pernas torneadas e a bunda em formato de coração, era uma imagem divina que eu não conseguia parar de olhar. Ela sorriu de satisfação ao se ver e se virou um pouco para o sofá. Pegou o objeto de antes e finalmente pude ver claramente: um dildo de plástico flexível, um tanto grande e bem grosso, balançou na frente dela. Ela sentou no sofá de frente para o espelho, sorriu com luxúria e começou a lamber de cima a baixo. Enquanto enfiava na boca e chupava gostoso, a outra mão desceu para a calcinha e começou a se acariciar, primeiro por cima e depois enfiando a mão. Aos poucos, vi o pau dela já duro aparecendo de lado. Era grande e fino, levemente curvado para cima, totalmente depilado. Um fiozinho de baba já saía da ponta de tanta excitação (o meu estava igual). Ela pegou com cuidado e começou a se masturbar devagar, movendo a mão de cima para baixo, deixando a ponta aparecer. Completa cada vez que descia, ao mesmo tempo que fazia sons de sucção, chupando o dildo como se a vida dependesse disso. Aos poucos, os gemidos começaram a ficar mais e mais altos, e ela começou a aumentar a velocidade. Eu estava imóvel, mal podia acreditar no que via, era muito melhor que todos os vídeos que eu tinha visto até aquele momento. Os peitos dela balançavam no ritmo da masturbação, cada vez mais rápido. Então ela parou, tirou completamente a calcinha e se ajoelhou na frente do sofá, então pude ver perfeitamente a buceta escondida entre as nádegas. Ela lambeu a parte de baixo do dildo e o fixou no chão com a ventosa de sucção, se acomodou bem na frente, levantou um pouco, passou o dedo e esfregou um pouco no cu, pronta para o que vinha. Lambeu os lábios olhando no espelho (de novo senti que nossos olhares se cruzaram) e, sem mais, sentou no dildo, enfiando tudo de uma vez, soltando um grito abafado. Ficou ali uns segundos se acostumando com o tamanho e então começou a subir e descer sem tirar tudo, e a cada movimento novo ela gemia de prazer olhando pro teto. Aumentou a respiração e a velocidade ao mesmo tempo que agarrava de novo a própria buceta dura e começava a se masturbar de novo. — Haaa, haaa, sim, papai, quero mais forte — dizia, colocando a língua para fora, cheia de êxtase. Subia e descia no ritmo que se tocava, os peitos dela pulavam deliciosamente, os gemidos já deviam estar ouvindo até na porta (ahhh, ahhh, sim, meu amor, mete tudo, mais, mais). Eu já não aguentava mais, precisava gozar ou minha pica ia explodir, e pelo visto a dela também, porque rapidamente pegou a calcinha preta e mal deu tempo de colocar na buceta quando saiu disparado um jorro de líquido branco e grosso, sujando tudo e escorrendo um pouco no chão, com um último gemido forte. Ela suava e respirava ofegante, ainda ajoelhada com o dildo enfiado e a buceta meio murcha depois de gozar. Ela tirou a calcinha pro lado e começou a chupar o esperma que ainda tinha na mão. Finalmente se levantou e pegou o dildo pra dar uma última chupada, limpando ele, passando a língua devagar por todo lado, se olhando no espelho como uma puta no cio, dando um beijo na ponta e piscando o olho. Não aguentei mais, precisava de um banho urgente, me virei tentando não fazer barulho e fui pra minha casa, lembrando do momento incrível que acabava de viver.
~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Na semana seguinte cheguei na última aula do ano, já que o estúdio ia fechar pro Natal. Diferente das outras vezes, não consegui ver a professora durante a aula inteira. A simples lembrança da semana passada, ainda fresca, já me dava uma ereção só de passar pela cabeça, algo que a Laura percebeu na hora e ficou o tempo todo perguntando. — Depois te conto — sussurrei. — Já comeu ela, ou o quê? — Não, já te explico. A aula terminou e, antes de irmos embora, a Sofia juntou todo mundo pra dar um presente. Uma caixinha com um laço pra cada um, personalizada com nosso nome. Comigo ela deixou por último, se aproximou pra me dar um abraço e um beijo bem marcado na bochecha. — Espero que goste, te espero ano que vem — sussurrou. Agradeci e, com um último olhar, nos despedimos e saímos. No caminho pro ponto, a Laura me alcançou. Decidi guardar a experiência completa pra mim, então só contei dos alongamentos e de como eu tinha visto ela tirar até a legging... — Pois eu acho que você devia ter aproveitado, ué. Ela já sabe que você gosta dela. — Acho que sim, mas e se não e eu só tivesse feito papel de trouxa? — Ah, pelo amor! Se você já viu os peitos dela e tocou na boceta dela, o que mais quer? — disse ela, tão direta como sempre. — Além disso, acho que ela te viu, só se fez de sonsa. — Cê acha? — falei, surpreso. — Óbvio! Não é à toa que ela ficou se tocando na frente do espelho. Se você tivesse ficado até o fim, quem sabe como teria terminado. Cheguei no meu ponto, me despedi da Laura (não sem antes ela me lembrar o quanto eu era gostoso) e fui pra casa. Minha esposa já tava dormindo, então liguei a TV e sentei na sala pensando nas palavras da Laura. Será que ela realmente tinha me visto? Tirei a jaqueta e senti algo duro. Era o presente da Sofia. Era leve, parecia que a caixinha tava vazia. Abri e dentro tinha um bilhete que dizia: "Espero que tenha curtido o show, a gente se vê em breve." E debaixo do bilhete, cuidadosamente dobrada, uma... tela preta, que ao puxar e esticar reconheci como uma calcinha. Fiquei parado sem acreditar no que tinha na minha frente, instintivamente levei ela até o rosto e senti um cheiro curioso, claramente era a mesma calcinha que vi cheia daquele esperma grosso. Isso me deixou com muito tesão e na hora corri pro banheiro com meu presente na mão.
Parece que a Sofía tinha me visto pelo espelho e aquele show todo foi só pra mim, o que significava que as próximas aulas iam ser muito mais divertidas... E felizmente eu não me enganei. Continua...
— Boa tarde, meninas! Já tão prontas pra aula? — Boa tarde, professora — responderam quase em uníssono — já vamos.
A voz dela era suave e jovial, embora um pouco aguda, como se exagerasse de propósito ao falar alto. Uma das alunas fez um sinal com a cabeça, indicando que ela olhasse pra trás, e ela se virou. Foi aí que a gente se viu pela primeira vez. Uns olhos escuros e brilhantes me encararam, com uns cílios enormes que faziam eles se destacarem e parecerem ainda maiores. Um pouco de rubor nas bochechas que davam um ar de inocência, e uns lábios carnudos cor de pêssego. Um sorriso se desenhou no rosto dela.
— Oi! Posso ajudar?
— S-sim, queria saber sobre as aulas de zumba.
— Claro, olha, dou aula às quartas e sextas, das 8h às 9h. Posso cobrar por aula ou por mês, e você pode vir fazer uma aula experimental de graça.
— Parece ótimo, gostaria de fazer essa aula, se não for incômodo.
— Claro que não! Que bom ter você aqui, hmm...
— Ramón — falei, estendendo a mão.
— Sofia, prazer! E por favor, me trata de você — disse apertando minha mão e me dando uma piscadinha.
Fiquei completamente besta com a professora. Era uma mulher muito gostosa e provocante. Na hora, veio na minha cabeça uma imagem dela e eu nos beijando com paixão, a mulher perfeita pra minha aventura. Mas uma mão se agitando na minha frente me trouxe de volta à realidade. Olhei em volta e a turma inteira tava me encarando. Rapidão, me endireitei, meio sem graça.
— Então, Ramón, vai se juntar a nós? — perguntou Sofia, me olhando com curiosidade — embora não recomende fazer aula de terno.
— Ah, não, eu trouxe minha roupa aqui — falei, abraçando minha mochila.
— Perfeito. Lá no fundo tem o vestiário pra você trocar de roupa. Só temos um, então dá uma olhada se não tá ocupado, ok?
Entrei no vestiário com cuidado. Era um quarto comprido, com paredes altas e espelhos na parede da frente assim que você entrava. No fundo, tinha um pequeno trocador com cortina e umas prateleiras de madeira onde colocavam as mochilas. E bem no meio do... Quarto em frente ao espelho, uma única poltrona dupla de vinipreto. Troquei de roupa, coloquei um shorts folgado, camiseta e tênis, e fui pra aula, me colocando bem no fundo de todas. Durante a hora inteira, não consegui tirar os olhos da professora, era um prazer ver como ela fazia flexões pra frente, exibindo aquele rabão enorme, e como as tetas redondas dela balançavam a cada pulo e repetição. Quando a aula acabou, as senhoras começaram a entrar no vestiário pra se trocar, eu esperei todas terminarem, por razões óbvias. Continuei olhando pra professora enquanto ela conversava com uma aluna, vendo como os peitos dela subiam e desciam com a respiração e como os bicos duros do exercício marcavam o top, isso fez eu começar a ter uma ereção por baixo do shorts. De repente, ela percebeu que eu tava olhando e veio na minha direção, eu virei o olhar rapidamente pro outro lado, me cobrindo com a mão na virilha discretamente. Quando chegou perto de mim, sorriu e enxugou o suor do peito com uma toalhinha. — E aí? O que achou? Gostou da aula? — Sim, foi bem divertida — falei, sem graça, tentando com todas as forças não descer o olhar pros peitos dela. — Que bom que gostou, então espero te ver por aqui de novo. — Claro que sim, acabou de ganhar um aluno novo, sem dúvida. E sem conseguir evitar, baixei o olhar pro decote dela de forma furtiva, conseguindo ver uma nova gota de suor se perder no meio dos peitos dela. Ela, tão perto de mim e me olhando nos olhos, percebeu na hora, também desceu o olhar pros bicos duros querendo escapar do top. Mas longe de ficar brava ou se cobrir, respondeu divertida.
- Ah, desculpa, não costumo ter alunos homens, então nunca uso sutiã aqui. - Desculpa, desculpa — falei meio sem graça e um pouco mais alto do que devia, fazendo algumas senhoras virarem pra me olhar — não foi minha intenção, eu...
- Relaxa, não tem problema, e fica tranquilo que me ver é por conta da casa — ela disse sorrindo e se afastou, me deixando meio confuso.
Fui o último a me trocar e no final só sobrou a professora no estúdio. Agradeci da porta e fui pra casa, ainda pensando na aula. Será que era coisa da minha cabeça? Ou a professora tinha acabado de dar em cima de mim? Cheguei em casa, tomei um banho e fiquei matutando sobre o que rolou.
Na aula seguinte, as outras senhoras me olhavam com ainda mais curiosidade, como se estivessem surpresas de eu ainda estar ali. A Sofia chegou e, quando me viu, abriu um sorrisão e veio direto me cumprimentar com um beijo, dizendo como tava feliz que eu continuava nas aulas dela.
Começamos e, de novo, não consegui tirar os olhos da professora a aula inteira, vendo aquele corpo escultural enquanto ela dançava e pulava. De vez em quando nossos olhares se cruzavam e ela soltava um sorriso que eu retribuía todo animado.
No final, tava esperando em pé no fundo do salão pra poder ir pro vestiário quando uma das senhoras se aproximou de mim...
- Oi, vi que você voltou.
- Ah, sim, gostei da aula e quero ver como é.
- Gostou da aula ou da professora? — ela perguntou curiosa e na lata.
- Bem... — não soube o que responder, virei pra olhar a Sofia, que tava se abanando com uma mão, e senti que fiquei vermelho na hora.
- hahaha, fica tranquilo, não tem nada de errado, mas acho que devia te avisar antes de você criar expectativas.
- Me avisar... sobre o quê?
- Olha ela com atenção e me diz se não nota algo... curioso.
Virei de novo pra olhar a professora, tentando entender o que ela queria dizer. Ela tava lá parada, com a roupa de ginástica, dessa vez com um top azul que apertava os peitos perfeitos dela e marcava os biquinhos (de novo, sem sutiã). A legging branca parecia ainda mais justa que o normal. da aula passada, já que a calcinha marcava um pouco naquela bunda redonda, era simplesmente perfeita de se ver. Comecei a sentir na hora o volume do começo de uma ereção no meu shorts.
— Olha bem ela de cima a baixo... principalmente de baixo — a senhora sussurrou pra mim. Fixei o olhar na bunda dela, pensando que não tinha nada de curioso, talvez se referindo à roupa íntima. De repente, Sofia virou um pouco e eu pude ver a tensão de um volume na frente, um que era fácil de reconhecer porque eu estava sentindo um igual naquele exato momento. Olhei pra senhora, surpreso.
— Pera, isso é...
— O pau dela — ela confirmou num sussurro — a professora é uma garota trans, você não tinha percebido? — balancei a cabeça que não — por isso que eu tava falando pra você não criar expectativas. Fiquei calado por um momento, processando a situação. Seria possível que uma mulher tão gostosa tivesse pinto?
— Mas por que você tá me contando isso?
— Porque vejo que você fica de olho nela, e já aconteceu antes com a gente... melhor te avisar logo do que você descobrir de um jeito desagradável, não acha? — E ela foi se trocar, me deixando sozinho de novo.
Cheguei em casa ainda pensando no que tinha acontecido. Como eu não tinha notado? Não conseguia acreditar, com aquele corpo tão escultural de tanto malhar, os peitos redondos e os bicos sempre duros marcando no top, a bunda empinada pela legging justa, as coxas firmes... de repente, aquela imagem ganhou um pau, um pau grande e duro escorrendo na ponta. Pra minha surpresa, o meu reagiu à imagem. Pensar na professora nua me encarando enquanto se esfregava o pau começou a me excitar. Corri pro meu computador procurar vídeos de trans. Uma infinidade de opções encheu minha tela e, sem mais, comecei a ver um, por curiosidade, e depois outro e outro até de madrugada, já seco de tanto me masturbar com o mundo que acabava de descobrir.
Na semana seguinte, procurei a senhora e perguntei pela professora. Laura (era assim que se chamava) me contou que antes de mim tinham outros dois caras que também se ligaram demais na Sofia, ela deu abertura pra eles, mas quando foram um pouco mais além e descobriram que ela é trans, saíram correndo. O último descobriu bem no meio da aula e armou um showzinho bem desagradável. — E por isso te falei logo, pra não dar rolo. — Entendi — falei, pensativo. Na hora me surpreendeu, mas naquele momento tava mais curioso do que qualquer outra coisa — mas, sinceramente, pra mim não tem problema — confessei. — Quê?! Cê curte trans? — perguntou Laura, de olho arregalado. — Bom... — Nunca tinha ficado com nenhuma, mas pensar nisso claramente me interessava — Então... cê quer pegar a professora? E assim a gente continuou conversando mais um tempo, ficando cada vez mais à vontade. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Passaram umas duas semanas, Laura e eu viramos grandes amigos e já tínhamos uma puta intimidade. Com um jeito super amigável e uma mente muito, muito aberta, ela tava por dentro da minha situação e até do meu plano de uma aventura. Toda aula ela me incentivava a fazer umas propostas indecentes pra Sofia, eu fingia que não queria e dizia que não ia rolar, mas de vez em quando batia uma pensando em umas sessões de sexo com ela, embora ficasse só nisso, em fantasia. Pelo menos até a penúltima semana de aula do ano. Era a aula de sexta-feira e, como sempre, tava hipnotizado olhando o corpo gostoso da Sofia. A música acabou e pra próxima rotina ela disse que íamos fazer alongamento em duplas. Eu me aproximei da Laura no automático, mas ela me chamou diretamente pra ajudar. Laura me deu um olhar cúmplice que claramente dizia "é tua chance" e eu caminhei pra frente. Ela me sentou no chão com as pernas esticadas e apoiou o peso dela nas minhas costas pra eu conseguir tocar meus pés, indicando pras outras fazerem o mesmo. Eu sentia os peitos macios dela se apertando contra mim. costas e essa sensação me agradava, quase podia jurar que sentia os mamilos dela duros também. Mudamos de posição e, ao me apoiar nela, pude ouvir um pequeno gemido (ahh) que escapou da boca dela, isso me excitou e também meu amigo, que começou a aparecer no shorts. No próximo exercício, sentamos de frente, juntando os pés e abrindo as pernas, e então ela segurou minhas mãos e me puxou, aproximando meu rosto da virilha dela. Nessa posição tão perto, pude ver claramente o volume de Sofia começando a marcar na calça legging, e eu já não conseguia disfarçar que estava ficando duro também. Mudamos de posição e, no momento de puxar a professora para perto de mim, tentei não olhar para baixo por vergonha, só ouvi uma risadinha. No último exercício, sentamos de frente com as pernas em borboleta e tínhamos que abrir as pernas da parceira. Sentei na frente de Sofia e coloquei meus pés juntos; nessa posição, minha ereção era mais do que evidente, já que eu só estava de shorts e não tinha como esconder. Sofia começou a esticar minhas pernas e, com o movimento dos braços, os peitos dela balançavam na minha frente. Eu não aguentava mais, porque a cada segundo que passava, minha ereção me traía ainda mais. Logo que terminou e pediu para trocar de posição, ela baixou a mão e, por acidente, roçou a ponta do meu pau, e eu soltei um gemido baixo. Trocamos. Ela juntou os pés e, ao abrir as pernas, fiquei um pouco surpreso: a ereção dela já era mais que óbvia, e se olhasse com atenção, a legging já estava um pouco molhada. Olhei nos olhos dela, e ela me sorriu de um jeito diferente, provocante, como se estivesse me convidando. (Será que o de antes não tinha sido um acidente?) Comecei a esticar as pernas dela, olhando de cima a baixo. Ela estava com os olhos fechados e a cabeça um pouco para trás; de perto, dava para ver que ela tinha uma expressão de quem estava gostando. As costas levemente arqueadas, os mamilos duros marcando no top, as coxas firmes sob minhas palmas, mas principalmente o volume dela pulsando a cada movimento da minha mão. Ver ela daquele jeito me dava tesão, meu coração começou a bater mais rápido e algo no meu cérebro me disse que ela tava esperando algo mais, então resolvi retribuir o favor e passei minha mão "sem querer" no volume dela. Ela soltou um gemido que fez algumas virarem, eu rapidamente me afastei um pouco, envergonhado. Ela só sorriu e deu a aula por encerrada.
No fundo do salão, esperava como sempre todas se trocarem. A Laura me disse pra não perder a chance, já que a gente ficava sozinho no final como sempre. Não sabia o que fazer, então não falei nada. Saí do vestiário esperando ver a Sofia, mas o salão tava vazio. Provavelmente a professora tinha ido ao banheiro por um momento, porque as coisas dela ainda estavam no vestiário. Caminhei até a saída meio triste, pensando no que eu teria dito se a encontrasse.Depois de duas quadras, percebi que não tinha minha garrafa d'água e, se não voltasse pra pegá-la, iam jogar fora no fim de semana. Então voltei pelo mesmo caminho, torcendo pra ainda estar aberto. As luzes do salão já estavam apagadas. Empurrei a porta achando que era tarde demais, mas pra minha surpresa, ela abriu. Entrei sem fazer barulho, tentando enxergar minha garrafa no escuro. De repente, um baque seco chamou minha atenção. Virei e vi luz debaixo da porta do vestiário. Ainda tinha alguém lá. E desejando de todo coração que fosse a Sofia, fui investigar.
A porta tava entreaberta. Com todo cuidado, abri um pouquinho mais e espiei pela fresta. A Sofia tava de pé no meio do cômodo, a mochila dela aberta no sofá, e ela tava procurando alguma coisa dentro. Eu só via o reflexo dela. De repente, ela levantou a cabeça e por um momento achei que nossos olhares se cruzaram. Fiquei paralisado de susto, pensando no que dizer, mas parece que ela não me viu, porque continuou como se nada, remexendo e tirando um objeto que não consegui ver direito. Finalmente, ela se levantou de costas pra mim.
Ela tava se olhando no espelho, girando um pouco o quadril pra se ver de vários ângulos. Sorriu, suspirou fundo e levantou as mãos pra tirar o top num movimento ágil. Fiquei de boca aberta, não podia acreditar. Os peitos dela pularam soltos, felizes por finalmente estarem livres, e como sempre, ela não usava sutiã. Ela pegou eles e apertou um contra o outro, juntando pra ficarem mais grandes. grandes, depois eu levanto um pouco com as mãos dela e deixo elas balançarem mais ainda com a gravidade. Ela chupou o dedo e começou a estimular os próprios mamilos até eles ficarem durinhos, e começou a puxá-los enquanto soltava uns gemidinhos (ahh, ahh). O espetáculo era maravilhoso, ela puxava e beliscava, alternando entre um e outro, enquanto a outra mão descia até a virilha e começou a se esfregar por cima da legging. Eu não podia acreditar no que via, meu pau reagia, querendo escapar da calça. A respiração da Sofia ficava cada vez mais forte e, depois de alguns segundos, ela largou as tetas e começou a tirar a legging, devagar, como se pausasse cada movimento para eu não perder nenhum detalhe. A bunda dela apareceu na minha frente, uma calcinha preta se perdia entre as nádegas redondas, e no espelho começava a aparecer a parte da frente, com um volume maior do que eu imaginava, querendo ser liberado. Ela tirou a legging completamente e se olhou de novo no espelho, a silhueta perfeita, as tetas redondas com os mamilos médios, de um tom café escuro que parecia brilhar com a luz do teto. As pernas torneadas e a bunda em formato de coração, era uma imagem divina que eu não conseguia parar de olhar. Ela sorriu de satisfação ao se ver e se virou um pouco para o sofá. Pegou o objeto de antes e finalmente pude ver claramente: um dildo de plástico flexível, um tanto grande e bem grosso, balançou na frente dela. Ela sentou no sofá de frente para o espelho, sorriu com luxúria e começou a lamber de cima a baixo. Enquanto enfiava na boca e chupava gostoso, a outra mão desceu para a calcinha e começou a se acariciar, primeiro por cima e depois enfiando a mão. Aos poucos, vi o pau dela já duro aparecendo de lado. Era grande e fino, levemente curvado para cima, totalmente depilado. Um fiozinho de baba já saía da ponta de tanta excitação (o meu estava igual). Ela pegou com cuidado e começou a se masturbar devagar, movendo a mão de cima para baixo, deixando a ponta aparecer. Completa cada vez que descia, ao mesmo tempo que fazia sons de sucção, chupando o dildo como se a vida dependesse disso. Aos poucos, os gemidos começaram a ficar mais e mais altos, e ela começou a aumentar a velocidade. Eu estava imóvel, mal podia acreditar no que via, era muito melhor que todos os vídeos que eu tinha visto até aquele momento. Os peitos dela balançavam no ritmo da masturbação, cada vez mais rápido. Então ela parou, tirou completamente a calcinha e se ajoelhou na frente do sofá, então pude ver perfeitamente a buceta escondida entre as nádegas. Ela lambeu a parte de baixo do dildo e o fixou no chão com a ventosa de sucção, se acomodou bem na frente, levantou um pouco, passou o dedo e esfregou um pouco no cu, pronta para o que vinha. Lambeu os lábios olhando no espelho (de novo senti que nossos olhares se cruzaram) e, sem mais, sentou no dildo, enfiando tudo de uma vez, soltando um grito abafado. Ficou ali uns segundos se acostumando com o tamanho e então começou a subir e descer sem tirar tudo, e a cada movimento novo ela gemia de prazer olhando pro teto. Aumentou a respiração e a velocidade ao mesmo tempo que agarrava de novo a própria buceta dura e começava a se masturbar de novo. — Haaa, haaa, sim, papai, quero mais forte — dizia, colocando a língua para fora, cheia de êxtase. Subia e descia no ritmo que se tocava, os peitos dela pulavam deliciosamente, os gemidos já deviam estar ouvindo até na porta (ahhh, ahhh, sim, meu amor, mete tudo, mais, mais). Eu já não aguentava mais, precisava gozar ou minha pica ia explodir, e pelo visto a dela também, porque rapidamente pegou a calcinha preta e mal deu tempo de colocar na buceta quando saiu disparado um jorro de líquido branco e grosso, sujando tudo e escorrendo um pouco no chão, com um último gemido forte. Ela suava e respirava ofegante, ainda ajoelhada com o dildo enfiado e a buceta meio murcha depois de gozar. Ela tirou a calcinha pro lado e começou a chupar o esperma que ainda tinha na mão. Finalmente se levantou e pegou o dildo pra dar uma última chupada, limpando ele, passando a língua devagar por todo lado, se olhando no espelho como uma puta no cio, dando um beijo na ponta e piscando o olho. Não aguentei mais, precisava de um banho urgente, me virei tentando não fazer barulho e fui pra minha casa, lembrando do momento incrível que acabava de viver.
~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Na semana seguinte cheguei na última aula do ano, já que o estúdio ia fechar pro Natal. Diferente das outras vezes, não consegui ver a professora durante a aula inteira. A simples lembrança da semana passada, ainda fresca, já me dava uma ereção só de passar pela cabeça, algo que a Laura percebeu na hora e ficou o tempo todo perguntando. — Depois te conto — sussurrei. — Já comeu ela, ou o quê? — Não, já te explico. A aula terminou e, antes de irmos embora, a Sofia juntou todo mundo pra dar um presente. Uma caixinha com um laço pra cada um, personalizada com nosso nome. Comigo ela deixou por último, se aproximou pra me dar um abraço e um beijo bem marcado na bochecha. — Espero que goste, te espero ano que vem — sussurrou. Agradeci e, com um último olhar, nos despedimos e saímos. No caminho pro ponto, a Laura me alcançou. Decidi guardar a experiência completa pra mim, então só contei dos alongamentos e de como eu tinha visto ela tirar até a legging... — Pois eu acho que você devia ter aproveitado, ué. Ela já sabe que você gosta dela. — Acho que sim, mas e se não e eu só tivesse feito papel de trouxa? — Ah, pelo amor! Se você já viu os peitos dela e tocou na boceta dela, o que mais quer? — disse ela, tão direta como sempre. — Além disso, acho que ela te viu, só se fez de sonsa. — Cê acha? — falei, surpreso. — Óbvio! Não é à toa que ela ficou se tocando na frente do espelho. Se você tivesse ficado até o fim, quem sabe como teria terminado. Cheguei no meu ponto, me despedi da Laura (não sem antes ela me lembrar o quanto eu era gostoso) e fui pra casa. Minha esposa já tava dormindo, então liguei a TV e sentei na sala pensando nas palavras da Laura. Será que ela realmente tinha me visto? Tirei a jaqueta e senti algo duro. Era o presente da Sofia. Era leve, parecia que a caixinha tava vazia. Abri e dentro tinha um bilhete que dizia: "Espero que tenha curtido o show, a gente se vê em breve." E debaixo do bilhete, cuidadosamente dobrada, uma... tela preta, que ao puxar e esticar reconheci como uma calcinha. Fiquei parado sem acreditar no que tinha na minha frente, instintivamente levei ela até o rosto e senti um cheiro curioso, claramente era a mesma calcinha que vi cheia daquele esperma grosso. Isso me deixou com muito tesão e na hora corri pro banheiro com meu presente na mão.
Parece que a Sofía tinha me visto pelo espelho e aquele show todo foi só pra mim, o que significava que as próximas aulas iam ser muito mais divertidas... E felizmente eu não me enganei. Continua...
3 comentários - Aula curiosa de zumba parte 1 (relato)