No meu trabalho, costumo ter que dar treinamentos sobre o uso dos equipamentos. Dessa vez, fui para um estado do norte do país. Quando cheguei, me informaram que o grupo, que originalmente era de 4 pessoas, na verdade era de 12. Foi muito mais complicado dar um treinamento personalizado, então me dediquei a fazer algo mais geral e só ajudar quem tinha menos experiência. Entre essas pessoas, tinha um homem e uma mulher. O rapaz, de uns 25 anos, com a atenção individualizada, entendeu bem o software. Já a Carla, uma mulher de uns trinta e poucos anos, só ficava me olhando com cara de quem não entendia nada. Aí eu falei que podia estender o horário pra treinar ela melhor. Ela disse que precisava falar com o marido, mas topou.
No primeiro dia, me dediquei ao treinamento intensivo, mas o software era muito difícil pra ela. Então sugeri que no segundo dia a gente estendesse o horário, já que no terceiro dia de manhã eu pegava o voo de volta. No primeiro dia, ela estava de uniforme, com roupas bem largonas e parecia uma mulher gordinha, sem nada que chamasse atenção. Ela tem uns 1,55m, pele branca, cabelo loiro de tintura (dava pra perceber porque as sobrancelhas eram pretas), olhos castanhos claros. O que mais se destacava eram os lábios dela, bem grossos.
No segundo dia, durante o treinamento com todo mundo, ela veio com o mesmo uniforme, mas dessa vez de tênis. Aos poucos, fui aplicando uns testes pra cada participante, e eles foram passando de bem pra melhor. Lá pelas 4 da tarde, quando o último foi embora, a Carla me disse pra darmos uma pausa, que os pés dela já estavam doendo. Eu falei que não tinha problema e que, se ela quisesse, podia tirar os sapatos pra descansar. Ela se deitou num sofá e eu fui organizar meus papéis. Terminei e perguntei se a gente continuava. Ela respondeu que sim, mas perguntou se podia trocar de roupa pra ficar mais confortável. Voltou com uma saia, um pouco acima do joelho, e as pernas... Eram ainda mais brancas e grossas do que pareciam, uma blusa sem mangas e com um decote que deixava à mostra seus peitos brancos e enormes. Claro que eu me distraía, já que era mais baixa que eu; do meu ponto de vista, conseguia ver o sutiã rosa dela. Notei que ela estava usando os tênis de novo e comentei, ao que ela respondeu: C: "Coloquei de novo porque ficou muito pequena pra você, e quando você me explica por trás de mim, sinto algo na minha lombar." Não tinha percebido que eu tinha esbarrado várias vezes o meu volume nela.
Eu: "Me desculpa, juro que não percebi."
C: "Relaxa, gosto de saber que na minha idade e depois de ser mãe, ainda causo."
Eu: "Desculpa, acho que é um mal-entendido, mas não causou nada não."
C: "Então senti ele dormindo?" Olhando fixamente pro meu pau e apontando sutilmente com o dedo da mão direita. C: "Achei que você tava de pau duro por minha causa e até coloquei esse decote pra facilitar você ver meus peitos."
Essa senhora queria me esquentar, e embora eu tivesse tentado manter tudo profissional, saber que ela queria mais me deixou bem excitado.
C: "Desculpa, mas aposto que você prefere minas mais magras e com corpo melhor."
Eu: "Pra mim você é muito gostosa e definitivamente tem uns peitos lindos pelo que dá pra ver, além de uns lábios espetaculares."
Carla sorriu safadamente. C: "Como assim você gosta dos meus lábios se nem viu eles?" enquanto soltava uma risadinha. Olhou de novo pro meu volume e disse: "Professor, dá pra ver que você tá gostando porque tá marcando mais."
Eu: "Que tal se eu te mostrar o meu e você me mostra bem esses seus lábios?"
Carla nem respondeu, se virou e se inclinou pra frente enquanto levantava a saia, deixando à mostra umas coxas enormes e uma calcinha rosa que se esforçava pra segurar aquele rabão, umas nádegas enormes e brancas. Enquanto isso, eu desabotoei meu cinto e minha calça.
C: "Vem, abaixa minha calcinha e dá uma olhada nos meus lábios pra ver se você gosta."
Parei um momento, fui trancar a porta, peguei ela pela mão e a levei. pra trás, onde não dava pra ver nada. Naquela hora já não devia ter ninguém, mas era melhor garantir pra não sermos interrompidos. Já dentro, baixei o shorts dela e ela se inclinou pra frente, abriu as pernas e dava pra ver a buceta rosada e bem depilada. Cheirava a sexo intensamente e tava super molhada. Sem pensar muito, agarrei com força cada nádega dela com minhas mãos e enfiei minha cara entre elas, direto pra encostar minha língua nos lábios dela.
C: Cuidado com essas mãos, não vai deixar marca na minha bunda que meu marido vai perceber.
Eu assenti com a cabeça e ela gemeu. Fiquei uns minutos assim, acariciando a bunda dela e brincando com o clitóris dela com meus dedos. Ela teve o primeiro orgasmo e se molhou ainda mais. Me afastei pra recuperar o fôlego, e ela também tava se recuperando. Coloquei ela de frente pra mim pra lamber a buceta dela mais um pouco, mas ela se ajoelhou, baixou minha cueca e de uma vez pegou meu pau já duro como pedra. A cara que ela fez me deixou orgulhoso. Ela lambeu os lábios lindos que tem e disse:
C: Você tem bem maior e mais grosso que meu marido. Vou ver se ele não percebe, porque você vai me deixar bem aberta.
E começou a engolir ele, até a metade, fazendo força pra entrar mais. Aqueles lábios estavam me dando um boquete foda, e eu tava curtindo tanto que comecei a gemer, coisa que quase nunca acontece.
C: Não vai gozar na minha boca, hein.
Coisa que podia acontecer do gostoso que ela tava fazendo. Perguntei onde ela queria.
C: Já vai gozar? Então me come, que quero que goze dentro da minha buceta.
Eu: Mas não trouxe camisinha.
C: Quero que encha minha buceta de porra, não se preocupa que não tem risco.
Assenti com a cabeça e fomos pra um sofá duplo. Ela sentou no meio e levantou as pernas. Sem hesitar, peguei pelos tornozelos, abri o máximo que pude e aproximei meu pau da buceta dela. Ela segurou com as duas mãos e disse:
C: Professor, mete tudo, com bola e tudo. Se não couber essa pica enorme, mete com mais força que quero sentir. Rasguei tudo, deixei ela toda de uma vez e ela deu um grito e um gemido longo: C: Papai, que pica enorme você tem, vai me deixar toda aberta. Eu: Toda aberta e cheia do meu gozo. C: Sim, dá todo seu gozo pra sua putinha, SOU SUA PUTINHA!!! COME FORTE A SUA PUTINHA!!! Atendi seus desejos, a cara dela mudou, ficou sem freio, gemia e gritava. C: Que gostoso, papai!! Bate mais forte!! Sou sua putinha!! Se tinha mais alguém no prédio, com certeza ouviu os gritos e gemidos dessa senhora putinha. Ela começou a massagear minha pica com as contrações que tinha. C: Tô gozando, papai, não para!!! Teve um orgasmo enorme junto com um grito abafado longo, mas eu não parei e continuei comendo forte, um segundo orgasmo. C: Me enche, papai, me enche de gozo!!! Com essa ordem, senti meu sêmen começar a jorrar, disparado com força dentro da Carla. C: Isso, papai!!! Gritou junto com outro orgasmo. C: Preparada, me dá tudo. Por um segundo ou menos, me desconcertou, mas me excitou, então continuei empurrando meu pau dentro dela cada vez com mais força, uma segunda gozada dentro dela terminou de inundar e começou a escorrer gozo da buceta dela. Continuei me movendo, relaxando o ritmo aos poucos até parar. Com as pernas dela, me prendeu e com as mãos nas minhas nádegas, pedia pra eu não tirar e me puxava pra ela, ainda sentia as contrações da vagina dela e nós dois ofegantes recuperando o fôlego. C: Professor!!! Entre ofegos, que puta surra de pica você me deu, vê se não me engravidou. Eu: Não disse que não tinha risco? C: Bem, não são meus dias férteis, mas com tanto gozo com certeza me deixou uma lembrancinha. Eu: E seu marido? C: Que se foda ele. Pra não me foder assim, nem tem uma pica assim. Tirei devagar, ainda meio dura, e levei até a cara dela. C: Não vai encher minha blusa de gozo. Eu: Chupa, putinha, e limpa bem. E enfiei de uma vez na boca dela, ela chupava com desespero e conseguiu endurecer de novo. C: PROFESSOR!!! JÁ VEM A SEGUNDA AULA? Eu: Se quiser, encho seu cu de gozo também. CONTINUA...
No primeiro dia, me dediquei ao treinamento intensivo, mas o software era muito difícil pra ela. Então sugeri que no segundo dia a gente estendesse o horário, já que no terceiro dia de manhã eu pegava o voo de volta. No primeiro dia, ela estava de uniforme, com roupas bem largonas e parecia uma mulher gordinha, sem nada que chamasse atenção. Ela tem uns 1,55m, pele branca, cabelo loiro de tintura (dava pra perceber porque as sobrancelhas eram pretas), olhos castanhos claros. O que mais se destacava eram os lábios dela, bem grossos.
No segundo dia, durante o treinamento com todo mundo, ela veio com o mesmo uniforme, mas dessa vez de tênis. Aos poucos, fui aplicando uns testes pra cada participante, e eles foram passando de bem pra melhor. Lá pelas 4 da tarde, quando o último foi embora, a Carla me disse pra darmos uma pausa, que os pés dela já estavam doendo. Eu falei que não tinha problema e que, se ela quisesse, podia tirar os sapatos pra descansar. Ela se deitou num sofá e eu fui organizar meus papéis. Terminei e perguntei se a gente continuava. Ela respondeu que sim, mas perguntou se podia trocar de roupa pra ficar mais confortável. Voltou com uma saia, um pouco acima do joelho, e as pernas... Eram ainda mais brancas e grossas do que pareciam, uma blusa sem mangas e com um decote que deixava à mostra seus peitos brancos e enormes. Claro que eu me distraía, já que era mais baixa que eu; do meu ponto de vista, conseguia ver o sutiã rosa dela. Notei que ela estava usando os tênis de novo e comentei, ao que ela respondeu: C: "Coloquei de novo porque ficou muito pequena pra você, e quando você me explica por trás de mim, sinto algo na minha lombar." Não tinha percebido que eu tinha esbarrado várias vezes o meu volume nela.
Eu: "Me desculpa, juro que não percebi."
C: "Relaxa, gosto de saber que na minha idade e depois de ser mãe, ainda causo."
Eu: "Desculpa, acho que é um mal-entendido, mas não causou nada não."
C: "Então senti ele dormindo?" Olhando fixamente pro meu pau e apontando sutilmente com o dedo da mão direita. C: "Achei que você tava de pau duro por minha causa e até coloquei esse decote pra facilitar você ver meus peitos."
Essa senhora queria me esquentar, e embora eu tivesse tentado manter tudo profissional, saber que ela queria mais me deixou bem excitado.
C: "Desculpa, mas aposto que você prefere minas mais magras e com corpo melhor."
Eu: "Pra mim você é muito gostosa e definitivamente tem uns peitos lindos pelo que dá pra ver, além de uns lábios espetaculares."
Carla sorriu safadamente. C: "Como assim você gosta dos meus lábios se nem viu eles?" enquanto soltava uma risadinha. Olhou de novo pro meu volume e disse: "Professor, dá pra ver que você tá gostando porque tá marcando mais."
Eu: "Que tal se eu te mostrar o meu e você me mostra bem esses seus lábios?"
Carla nem respondeu, se virou e se inclinou pra frente enquanto levantava a saia, deixando à mostra umas coxas enormes e uma calcinha rosa que se esforçava pra segurar aquele rabão, umas nádegas enormes e brancas. Enquanto isso, eu desabotoei meu cinto e minha calça.
C: "Vem, abaixa minha calcinha e dá uma olhada nos meus lábios pra ver se você gosta."
Parei um momento, fui trancar a porta, peguei ela pela mão e a levei. pra trás, onde não dava pra ver nada. Naquela hora já não devia ter ninguém, mas era melhor garantir pra não sermos interrompidos. Já dentro, baixei o shorts dela e ela se inclinou pra frente, abriu as pernas e dava pra ver a buceta rosada e bem depilada. Cheirava a sexo intensamente e tava super molhada. Sem pensar muito, agarrei com força cada nádega dela com minhas mãos e enfiei minha cara entre elas, direto pra encostar minha língua nos lábios dela.
C: Cuidado com essas mãos, não vai deixar marca na minha bunda que meu marido vai perceber.
Eu assenti com a cabeça e ela gemeu. Fiquei uns minutos assim, acariciando a bunda dela e brincando com o clitóris dela com meus dedos. Ela teve o primeiro orgasmo e se molhou ainda mais. Me afastei pra recuperar o fôlego, e ela também tava se recuperando. Coloquei ela de frente pra mim pra lamber a buceta dela mais um pouco, mas ela se ajoelhou, baixou minha cueca e de uma vez pegou meu pau já duro como pedra. A cara que ela fez me deixou orgulhoso. Ela lambeu os lábios lindos que tem e disse:
C: Você tem bem maior e mais grosso que meu marido. Vou ver se ele não percebe, porque você vai me deixar bem aberta.
E começou a engolir ele, até a metade, fazendo força pra entrar mais. Aqueles lábios estavam me dando um boquete foda, e eu tava curtindo tanto que comecei a gemer, coisa que quase nunca acontece.
C: Não vai gozar na minha boca, hein.
Coisa que podia acontecer do gostoso que ela tava fazendo. Perguntei onde ela queria.
C: Já vai gozar? Então me come, que quero que goze dentro da minha buceta.
Eu: Mas não trouxe camisinha.
C: Quero que encha minha buceta de porra, não se preocupa que não tem risco.
Assenti com a cabeça e fomos pra um sofá duplo. Ela sentou no meio e levantou as pernas. Sem hesitar, peguei pelos tornozelos, abri o máximo que pude e aproximei meu pau da buceta dela. Ela segurou com as duas mãos e disse:
C: Professor, mete tudo, com bola e tudo. Se não couber essa pica enorme, mete com mais força que quero sentir. Rasguei tudo, deixei ela toda de uma vez e ela deu um grito e um gemido longo: C: Papai, que pica enorme você tem, vai me deixar toda aberta. Eu: Toda aberta e cheia do meu gozo. C: Sim, dá todo seu gozo pra sua putinha, SOU SUA PUTINHA!!! COME FORTE A SUA PUTINHA!!! Atendi seus desejos, a cara dela mudou, ficou sem freio, gemia e gritava. C: Que gostoso, papai!! Bate mais forte!! Sou sua putinha!! Se tinha mais alguém no prédio, com certeza ouviu os gritos e gemidos dessa senhora putinha. Ela começou a massagear minha pica com as contrações que tinha. C: Tô gozando, papai, não para!!! Teve um orgasmo enorme junto com um grito abafado longo, mas eu não parei e continuei comendo forte, um segundo orgasmo. C: Me enche, papai, me enche de gozo!!! Com essa ordem, senti meu sêmen começar a jorrar, disparado com força dentro da Carla. C: Isso, papai!!! Gritou junto com outro orgasmo. C: Preparada, me dá tudo. Por um segundo ou menos, me desconcertou, mas me excitou, então continuei empurrando meu pau dentro dela cada vez com mais força, uma segunda gozada dentro dela terminou de inundar e começou a escorrer gozo da buceta dela. Continuei me movendo, relaxando o ritmo aos poucos até parar. Com as pernas dela, me prendeu e com as mãos nas minhas nádegas, pedia pra eu não tirar e me puxava pra ela, ainda sentia as contrações da vagina dela e nós dois ofegantes recuperando o fôlego. C: Professor!!! Entre ofegos, que puta surra de pica você me deu, vê se não me engravidou. Eu: Não disse que não tinha risco? C: Bem, não são meus dias férteis, mas com tanto gozo com certeza me deixou uma lembrancinha. Eu: E seu marido? C: Que se foda ele. Pra não me foder assim, nem tem uma pica assim. Tirei devagar, ainda meio dura, e levei até a cara dela. C: Não vai encher minha blusa de gozo. Eu: Chupa, putinha, e limpa bem. E enfiei de uma vez na boca dela, ela chupava com desespero e conseguiu endurecer de novo. C: PROFESSOR!!! JÁ VEM A SEGUNDA AULA? Eu: Se quiser, encho seu cu de gozo também. CONTINUA...
2 comentários - Ganhou mais que um treinamento