Ao terminar, minha mãe desceu do palco e os dois entraram naquele quarto onde estavam. Eu decidi sair e voltar pra casa. Quando cheguei em casa, não aguentei e tive que bater uma pensando em tudo que tinha visto naquela noite.
Na manhã seguinte, me arrumei pra faculdade, me espiei e vi minha mãe completamente pelada dormindo junto com aquele cara. Ela ainda tinha marcas da noite anterior no corpo. Decidi ir pra faculdade e tentar não pensar em tudo que vivi.
No fim do dia, voltei pro que costumava ser meu lar e encontrei minha mãe no sofá. Como já era costume, ela estava nua, e aquele cara deu a ela um pacote com o mesmo pó branco. Minha mãe pegou desesperada e derramou na mesa.
— O que cê tá fazendo?
Mãe: — Oi, filho… ahh!
Minha mãe suspirou enquanto cheirava aquele pó branco.
— Vai continuar usando essa merda?
Ele: — Não se mete, pivete.
Mãe: — Preciso disso como você não faz ideia!
Ele: — Vai fundo, big brest, termina tudo.
Minha mãe cheirou o que restava do pó e sorriu.
Ele: — Boa putinha, agora pode chupar minha rola.
Mãe: — SIIIM!!
Minha mãe desceu do sofá de quatro e se ajoelhou na frente daquele homem pra enfiar a rola dele na boca.
Ele: — Isso, putinha.
Disse aquele sujeito enquanto começava a foder a boca da minha mãe.
Mãe: — Glock, glock, glock.
Minha mãe tinha uma expressão de prazer no rosto que me impressionava. Decidi subir pro meu quarto. Algumas horas depois, bateram na porta. Fiquei surpreso, já que fazia semanas que ninguém nos visitava. Não quis descer porque não queria ver aquela cena, mas sabia que precisava ir. Quem quer que fosse ia se deparar com uma cena digna de filme pornô, com aqueles dois fodendo como animais.
Decidi esperar um pouco. Algo dentro de mim dizia que eu devia me preocupar, mas ao mesmo tempo já tinha parado de me importar com o que acontecesse. Uns segundos depois, resolvi espiar pra ver quem era. Sabia que se fosse algum vizinho, poderíamos enfrentar um processo ou problema.
Quando me espiei, vi aquele cara na porta. com o pau à mostra para a pessoa do outro lado, eu não conseguia vê-la, mas a voz dela me soava familiar:
Voz misteriosa: Uau…
Ele: Hmm, precisa de algo, gostosa?
Voz misteriosa: B-Bem, eu…
Me inclinei um pouco mais e então a vi, era a Angélica, com uma expressão de estupefação no rosto, diante daquele homem totalmente nu e com o pau duro.
Angélica: Eu vim… caralho, que pau…
Ele: Valeu, linda, mas não fica aí, entra.
Disse o cara enquanto pegava a mão da Angélica e a fazia entrar. Não podia estar acontecendo isso comigo, primeiro minha mãe e agora a Angélica…
Mãe: Oi, Angélica.
Disse minha mãe, que descansava nua no sofá.
Angélica: Dona!
Disse Angélica, corando ao ver minha mãe pelada.
Angélica: Que vergonha! Desculpa pela intromissão… melhor eu ir…
Disse Angélica, mas então o cara falou:
Ele: Não, querida, fica tranquila, pode ficar…
Então minha mãe, corada, respondeu:
Mãe: Mas a gente tava transando!
Angélica: Mil desculpas!
Disse Angélica, e então se virou, mas deu de cara com o sujeito e o pau dele, que continuava duro.
Ele: Melhor ainda, putinha, nossa nova amiga pode se juntar…
Angélica não tirava os olhos do pau daquele cara.
Mãe: B-bem… talvez sim…
Angélica: N-não… eu só…
Ele: Não quer tocar nele? Vai em frente, toca…
Disse o cara pegando a mão da doce Angélica e colocando sobre o pau dele.
Angélica: Meu Deus, tá duríssimo e é enorme…
Ele: Já provou um pau assim antes?
Angélica: Não… nunca.
Mãe: Vou ficar com ciúmes…
Ele: Fica tranquila, putinha, tenho o suficiente pra minhas duas vadias.
Angélica levantou o olhar com desejo e angústia, dava pra ver aquela expressão, como se estivesse lutando entre o que queria e o que devia fazer. De repente, minha mãe se ajoelhou na frente do cara e disse:
Mãe: Deixa eu te mostrar como chupar esse pau delicioso…
Minha mãe tirou a mão da Angélica e pegou o pau com as duas mãos, enfiando na boca.
Mãe: Slurp, slurp, glock…
Angélica mordia o lábio enquanto via minha mamãe tava engolindo aquela piroca com desespero, tava dando o melhor de si pra dar prazer pra aquele cara
Ele: Aaah sim puta, isso aí...
Senti que a Angélica começava a ficar com tesão, as pernas dela começaram a tremer e as mãos estavam inquietas, massageando as coxas devagar, ela tava tentando não sucumbir, mas sabia que era impossível. Uns minutos depois, Angélica se ajoelhou e disse:
Angélica: Não aguento mais... eu também quero!
Angélica começou a lamber a piroca daquele cara de um lado pro outro enquanto minha mãe chupava o máximo que podia daquele imenso falo preto
Ele: Aaah sim... isso aí, aaah
Angélica: Mmhh que delícia... mmhh
Mamãe: Glub, glub, glub
Aquele cara tinha minha mãe e a Angélica completamente mergulhadas no prazer...
Na manhã seguinte, me arrumei pra faculdade, me espiei e vi minha mãe completamente pelada dormindo junto com aquele cara. Ela ainda tinha marcas da noite anterior no corpo. Decidi ir pra faculdade e tentar não pensar em tudo que vivi.
No fim do dia, voltei pro que costumava ser meu lar e encontrei minha mãe no sofá. Como já era costume, ela estava nua, e aquele cara deu a ela um pacote com o mesmo pó branco. Minha mãe pegou desesperada e derramou na mesa.
— O que cê tá fazendo?
Mãe: — Oi, filho… ahh!
Minha mãe suspirou enquanto cheirava aquele pó branco.
— Vai continuar usando essa merda?
Ele: — Não se mete, pivete.
Mãe: — Preciso disso como você não faz ideia!
Ele: — Vai fundo, big brest, termina tudo.
Minha mãe cheirou o que restava do pó e sorriu.
Ele: — Boa putinha, agora pode chupar minha rola.
Mãe: — SIIIM!!
Minha mãe desceu do sofá de quatro e se ajoelhou na frente daquele homem pra enfiar a rola dele na boca.
Ele: — Isso, putinha.
Disse aquele sujeito enquanto começava a foder a boca da minha mãe.
Mãe: — Glock, glock, glock.
Minha mãe tinha uma expressão de prazer no rosto que me impressionava. Decidi subir pro meu quarto. Algumas horas depois, bateram na porta. Fiquei surpreso, já que fazia semanas que ninguém nos visitava. Não quis descer porque não queria ver aquela cena, mas sabia que precisava ir. Quem quer que fosse ia se deparar com uma cena digna de filme pornô, com aqueles dois fodendo como animais.
Decidi esperar um pouco. Algo dentro de mim dizia que eu devia me preocupar, mas ao mesmo tempo já tinha parado de me importar com o que acontecesse. Uns segundos depois, resolvi espiar pra ver quem era. Sabia que se fosse algum vizinho, poderíamos enfrentar um processo ou problema.
Quando me espiei, vi aquele cara na porta. com o pau à mostra para a pessoa do outro lado, eu não conseguia vê-la, mas a voz dela me soava familiar:
Voz misteriosa: Uau…
Ele: Hmm, precisa de algo, gostosa?
Voz misteriosa: B-Bem, eu…
Me inclinei um pouco mais e então a vi, era a Angélica, com uma expressão de estupefação no rosto, diante daquele homem totalmente nu e com o pau duro.
Angélica: Eu vim… caralho, que pau…
Ele: Valeu, linda, mas não fica aí, entra.
Disse o cara enquanto pegava a mão da Angélica e a fazia entrar. Não podia estar acontecendo isso comigo, primeiro minha mãe e agora a Angélica…
Mãe: Oi, Angélica.
Disse minha mãe, que descansava nua no sofá.
Angélica: Dona!
Disse Angélica, corando ao ver minha mãe pelada.
Angélica: Que vergonha! Desculpa pela intromissão… melhor eu ir…
Disse Angélica, mas então o cara falou:
Ele: Não, querida, fica tranquila, pode ficar…
Então minha mãe, corada, respondeu:
Mãe: Mas a gente tava transando!
Angélica: Mil desculpas!
Disse Angélica, e então se virou, mas deu de cara com o sujeito e o pau dele, que continuava duro.
Ele: Melhor ainda, putinha, nossa nova amiga pode se juntar…
Angélica não tirava os olhos do pau daquele cara.
Mãe: B-bem… talvez sim…
Angélica: N-não… eu só…
Ele: Não quer tocar nele? Vai em frente, toca…
Disse o cara pegando a mão da doce Angélica e colocando sobre o pau dele.
Angélica: Meu Deus, tá duríssimo e é enorme…
Ele: Já provou um pau assim antes?
Angélica: Não… nunca.
Mãe: Vou ficar com ciúmes…
Ele: Fica tranquila, putinha, tenho o suficiente pra minhas duas vadias.
Angélica levantou o olhar com desejo e angústia, dava pra ver aquela expressão, como se estivesse lutando entre o que queria e o que devia fazer. De repente, minha mãe se ajoelhou na frente do cara e disse:
Mãe: Deixa eu te mostrar como chupar esse pau delicioso…
Minha mãe tirou a mão da Angélica e pegou o pau com as duas mãos, enfiando na boca.
Mãe: Slurp, slurp, glock…
Angélica mordia o lábio enquanto via minha mamãe tava engolindo aquela piroca com desespero, tava dando o melhor de si pra dar prazer pra aquele cara
Ele: Aaah sim puta, isso aí...
Senti que a Angélica começava a ficar com tesão, as pernas dela começaram a tremer e as mãos estavam inquietas, massageando as coxas devagar, ela tava tentando não sucumbir, mas sabia que era impossível. Uns minutos depois, Angélica se ajoelhou e disse:
Angélica: Não aguento mais... eu também quero!
Angélica começou a lamber a piroca daquele cara de um lado pro outro enquanto minha mãe chupava o máximo que podia daquele imenso falo preto
Ele: Aaah sim... isso aí, aaah
Angélica: Mmhh que delícia... mmhh
Mamãe: Glub, glub, glub
Aquele cara tinha minha mãe e a Angélica completamente mergulhadas no prazer...
2 comentários - Minha mãe e o negão dela (Cap. 18)