Como vocês leram no capítulo anterior, onde me chuparam bem a boca (http://www.poringa.net/posts/relatos/5985016/Me-cogieron-la-boca-capturas.html), fiquei com vontade de levar no cu, e finalmente aconteceu.
Depois daquela puta surra de boca que levei, já tava desesperado pra ser comido de novo, mas também no cu. Botei a mão na massa no App, coloquei uma descrição bem de putinha e deixei claro que meu cu era virgem, pra dar mais tesão.
Um mês depois disso, recebo uma mensagem no App lá pelas 3 da tarde, um cara procurando um passivo submisso pra foder na hora. Ele manda foto da rola e do corpo, sem dizer nada, e eu respondo com um "Oi" e as duas fotos que sempre mando da minha rola e do meu cu.
Ele: - Se você vier aqui em casa agora, te como. Mas tudo bem discreto, por favor.
Eu: - Tô no trampo, saio umas 18:00.
Ele: - Te passo o endereço, mas insisto na discrição, por favor.
Eu: - Sim, fica tranquilo que eu quero a mesma coisa.
Vejo o endereço dele e, literalmente, ficava a 100 metros da avenida por onde volto pra casa. Não via a hora de sair do trampo. Escrevo:
Eu: - Tô saindo do trabalho, sua casa fica no caminho, mas se você quiser, vou tomar um banho e vou. O que acha?
Ele: - Minha irmã vai chegar em casa daqui a pouco, a gente combina pra amanhã.
Por dentro pensei: "Porra, puta que pariu, justo agora que iam arrombar meu cu, a irmã aparece."
Mas por outro lado, foi bom porque no dia seguinte eu não trabalhava.
Naquele dia cheguei em casa, fui tomar banho e fiz uma punheta da porra no chuveiro, pra ser sincero. Tava muito tarado e não via a hora de chegar o dia seguinte.
Acordei cedinho, entre 7:30 e 8:00, tomei um banho como sempre ao acordar, me barbeei de quebra (sempre mantenho as bolas bem raspadas por conforto, etc).
Lá pelas 10:00 entro no App, fico uns 10-15 minutos e chega uma mensagem. Vou ver o que era e era o cara.
Ele: - Hoje vou conseguir de manhã, tenho trampo à tarde. Você vem agora?
Eu: - Sim, tô livre. Vou sem pensar duas vezes. Saio agora?
Ele: - Sim, vem que vou te foder. bem, essa bunda virgem.
Eu: -Por favor, tô morrendo de vontade de você arrombar minha bunda.
Pego minhas chaves e saio pra casa dele, era uns 700 ou 800 metros.
Eu: -Tô saindo, já tô perto do supermercado.
Ele: -Beleza, vou deixar o portão da frente da casa (as grades) aberto pra você saber qual é. Se alguém perguntar alguma coisa, diz que é o técnico que veio dar uma olhada em algo aqui em casa.
Vou chegando, caminhando e ninguém na rua. Tava tudo muito tranquilo e vejo, tipo a uns 100 metros, alguém na porta e levanta a mão como quem diz "é aqui".
Naquela hora, comecei a ficar muito nervoso e pensar: "Será que vou chupar bem de novo? Será que vai entrar na minha bunda? Será que vou gostar? Vai doer? Vou levar gozada?" um monte de coisa.
Chego no portão, ele do lado de dentro (não dá pra ver lá dentro).
Ele: -Entra, entra pra ninguém ver e, por favor, fala baixo que minha irmã mora no andar de cima, ok?
Eu: -Oi, ok, fica tranquilo.
Era um cara de 53 anos, alto igual eu, +1,80m, vestido com uma roupa esportiva típica de quem vai correr, parecia que malhava bastante e tinha cara de ser Guarda Civil (Polícia da Espanha).
Entramos na casa, ele me faz passar primeiro.
Ele: -Entra, fica à vontade. Tá nervoso?
Eu: -Com licença. Um pouco, mas tô na vontade.
Na TV da sala, tava passando porno gay. Ele fecha a porta e passa do meu lado, pegando na minha bunda.
Ele: -Bom, vamos ver o que temos aqui.
E segurando minha bunda com a mão dele (uma mão forte), se aproxima pra me beijar. Naquela hora, pensei: "Porra, não gosto de beijar", mas já tava no jogo e, bom, fechei os olhos e fui junto.
Ele começa a me beijar de língua e a apalpar bem minha bunda.
Eu, desesperado por pica (e pra parar de beijar), começo a passar a mão na pica dele por cima da roupa. Parecia um tamanho médio, nem muito comprido nem muito grosso, e começo a bater uma por cima da roupa, a dele ainda meio mole.
Ele enfia a mão por baixo da minha roupa e começa a tocar minha bunda, abrindo as bochechas, apertando forte. Cada vez que eu as abria e sentia que minha bunda ficava livre, me dava um tesão do caralho. Na hora, meti minha mão dentro pra bater uma pra ele melhor e com a outra puxei o short dele pra baixo.
Me afasto um pouco e olho pra ele.
Ele: — Vai me chupar um pouco, putinha?
Ele coloca a mão na minha cabeça como se fosse me empurrar pra baixo.
Com a cabeça, eu aceno que sim enquanto me ajoelhava.
Tendo o pau dele na minha cara, abri minha boca direto olhando pra ele e enfiei na boca, balançando a cabeça devagar até que ficasse ereto, já que tava meio duro.
Tinha um gosto muito bom, tava bem lavadinho. Comecei a saborear devagar enquanto sentia ele endurecendo na minha boca até ficar quase totalmente duro. Aí tirei da boca, dei um beijo na pontinha e desci beijando até as bolas. Chupei as bolas dele (Adoro e me excita muito a putaria de ter o pau esfregando na minha cara enquanto chupo as bolas).
Depois de beijar a pélvis, o tronco, as bolas, comecei a chupar o pau dele, balançando a cabeça cada vez mais fundo. De vez em quando, ele guiava o ritmo com a mão e eu ouvia ele gemer. Fiz umas duas ou três vezes de garganta profunda, com o pouco que tinha aprendido, e de quebra, deixei bem babado.
Chupei ele por uns 5 a 10 minutos, menos de 10 com certeza.
Ele: — Vem, vamos pro quarto. A gente tem pouco tempo.
Eu levanto e sigo ele, e entro no quarto.
Ele tira a roupa me dando outro beijo e, bom, tive que seguir o fluxo. Enquanto ele levanta minha camiseta e eu desabotoo minha calça jeans.
Ele: — Deita na cama com a bunda virada pra cá.
Eu, bem obediente, já pelada, fico de quatro na beirada da cama e vejo do meu lado esquerdo que a parede inteira era um espelho enorme. Me vejo de quatro, com a bunda pra cima, ele batendo uma olhando pra minha bunda.
Naquele momento, me ver assim me fez sentir muito puta. Uma puta fácil, dada e entregue pra fazerem o que quisessem comigo.
Ele: — Que bunda você tem, putinha.
Eu: — Vai arrombar ela? Quero que você me coma com força.
Vejo no espelho, ela se abaixa e começa a lamber minha bunda, dar tapas. Às vezes eu inclinava um pouco minha bunda pra ver ela vermelha no espelho. Nunca me senti tão tesuda, a putaria de ser a puta de alguém aleatório tava me deixando louco.
Vejo que ela levanta, me dá dois tapas na bunda e pega alguma coisa na mesa de cabeceira. Era um pouco de lubrificante, ela passa na mão, passa na pica dela e se aproxima de mim. Nessa hora os nervos voltaram de novo, mas antes de começar a me fazer perguntas pensei "isso é o que eu queria há um tempão, tenho que relaxar e aproveitar o momento, até porque não tem como me arrepender já que minha bunda já tá entregue". Apoiei meu rosto na cama, com as mãos dos lados e...
Comecei a sentir uma coisa quentinha na minha bunda, bem quentinha e molhada. Claro, chegou a hora. Era a cabeça da pica dela encostada na minha bunda.
Ela: -Não faz barulho alto, lembra que dá pra ouvir do andar de cima
Eu: -Sim, fica tranquilo (Falei já com uma voz de puta do caralho, esperando pela pica)
Sinto que ela começa a fazer pressão, já tava empurrando a pica contra minha bunda e eu arqueei as costas o máximo que pude.
Minha bunda tava muito fechada e não queria entrar. A força que ela fazia me empurrava pra frente e pensei "Ela disse que tem pouco tempo, não posso perder tempo esperando entrar devagar".
Aí empurrei minha bunda pra trás e senti como se alguma coisa tivesse cedido.
Exato, minha bunda não aguentou mais e cedeu. Como os dois tavam fazendo força, quando cedeu e entrou, de uma vez foi até a metade. Na hora senti uma dorzinha, mas o alívio de finalmente ter enfiado foi maior.
Me relaxei pra aproveitar e prestar atenção e sentir como entrava aos poucos.
Ela: -Muito bem, putinha, você mandou muito bem. Agora vou foder essa bunda gostosa que você tem
Eu: -Quero que você arrebente ela, deixa ela bem aberta
Enquanto ela falava comigo, se mexia devagar pra frente e pra trás pra dilatar bem.
Quando falei isso, ela me deu um tapa forte na bunda. (Juro que a irmã ouviu lá de cima) e ele começou a me empurrar mais forte, aumentando um pouco o ritmo.
Não sei como explicar o quanto era gostoso sentir um pau dentro do meu cu, entrando e saindo, empurrando, abrindo caminho no meu rabo e eu todo entregue como uma puta na cama. Era uma delícia. Virei o rosto para o espelho, olhei de relance para ele me olhando o cu, dando tapas na minha bunda e depois ele me encarou no espelho.
Não acreditava que estava me vendo assim, com a cara na cama, a bunda pra cima com um pau enterrado e um cara arrombando meu cu. Totalmente uma puta oferecida, tinha esperado muito por isso e estava acontecendo.
Fiquei olhando pelo espelho uns 5 minutos curtindo, ele cada vez metendo mais forte. Meu cu já era puro prazer, não sentia mais dor nenhuma.
Mas meu lado puta pedia mais forte, então comecei a rebolar, quando ele bombava meu cu, eu empurrava de volta e assim ele entrava bem forte até o fundo, sentia as bolas batendo na minha bunda. Quando ele recuava, eu também recuava e assim pegava impulso e coordenava pra gente empurrar junto.
Acho que ele já tinha esquecido da irmã, porque dava pra ouvir bem alto o ploft ploft ploft do meu cu batendo no pau dele. Eu tava por cima vendo tudo no espelho, ficava louco.
Ele: - Que puta que você é, e mentirosa. Essa não é sua primeira vez.
Eu: - É sim, por que você diz isso? (com voz de tesão)
Ele: - Já comi muitas vadias como você, você se mexe muito bem pra foder como se fosse sua primeira vez.
Eu: - É sim, é a primeira vez que arrombam meu cu e eu amoooo
Ele: - Puta mentirosa
Ele não queria acreditar, e a verdade é que eu não sentia que estava fazendo nada demais. Só estava entregando meu cu de quatro e rebolando.
Ele: - Se continuar assim, vai me fazer gozar
E sinto que numa estocada forte, ele segura meus quadris pra eu não me mexer e deixa enterrado por 3 segundos. "Ele vai me encher de porra?" pensei.
Ele: - Vira, puta, que assim você vai me fazer gozar e ainda temos uns 10 minutos.
Naquele momento, sinto ele tirar tudo, e me dá um tapa forte na bunda.
Sinto até ar entrando no meu cu. Viro, mas pro lado do espelho pra ver minha bunda no espelho de passagem, tava bem vermelha, as mãos marcadas e meu cu era um buraco negro, nunca pensei que me veria com o cu aberto.
Fico deitado, de barriga pra cima, olhando pra ele de pé com o pau bem molhado e brilhante.
Ele: — Vem, se coloca bem na beirada da cama (era uma cama alta).
Me coloco na beirada enquanto ele me pega pela cintura pra me mexer e coloca minhas pernas no ombro dele.
Com uma mão, ele move minha perna um pouco mais pra fora, como se abrindo, e com a outra pega o pau dele pra apontar pro meu cu.
Naquele momento, ele encosta o pau na entrada, faz uma pressãozinha só pra não sair do lugar, e coloca as duas mãos nas minhas panturrilhas, pra empurrar minhas pernas em direção ao meu peito. Assim meu cu ficou bem exposto, olhei no espelho e ele empurrou de uma vez e meteu até as bolas.
Ele: — Vou te dar o que você queria, promíscua.
Eu: — Vai deixar escorrendo gozo?
Ele: — Claro que sim, putinha.
Isso pareceu que excitou ele, e ele começou a meter bem forte por uns minutos, aí ele fica reto, de pé, e abre minhas pernas sem parar de bombar meu cu.
Ele pega meu pau e começa a bater uma enquanto fode meu cu. Ficou uns 5 minutos assim até que, com a tesão, não aguentei mais e gozei, enchendo a mão dele de porra.
Ele: — Já gozou, putinha, parece que você tá gostando.
Vejo ele jogar a cabeça pra trás e começar a bombar com tudo. "Agora ele vai me dar o gozo", pensei.
Exato, ele começou a me comer forte até sentir os espasmos do pau dele bombeando gozo no meu cu e ele gemendo.
Quando terminou, ele me empurrou de novo pelas panturrilhas, olhando pro meu cu com o pau todo dentro, ainda não tinha tirado.
Ele: — Aí está o que você pediu, putinha.
Ele começa a tirar devagar, fica do lado e bate uma. começo a limpar com um papel. Eu continuei deitado processando tudo que tinha acabado de acontecer e o quanto eu tinha gostado e me divertido.
Ele: -A gente tá apertado de tempo, se quiser passa no banheiro pra se limpar ou tomar um banho rápido.
Eu: -Vou, vou me limpar, com licença.
Fui no banheiro, me olhei no espelho abrindo a bunda e vi montes de porra. Toquei pra começar a limpar e era uma quantidade enorme de porra que eu tinha. Limpei por fora as nádegas, me vesti e fiquei pronto pra ir embora. Mas guardei toda a porra que tinha ficado dentro da bunda só por tesão.
Ele: -Bom, agora a gente sai e se cumprimenta normal. Eu vou pra direita e você pode ir pra esquerda. Se perguntarem, você é o técnico.
Assim fui pra casa com a bunda escorrendo porra. Foi muito bom, verdade. Entrei no banho, bati uma punheta de tesão e tirei toda a porra que ele tinha deixado na minha bunda.
Assim terminou a experiência.
Dependendo se eu tiver tempo e o quanto esse post agradar, vejo se conto a próxima experiência e última até agora. Que tinha uma pica ENORME, foi impressionante.
Depois daquela puta surra de boca que levei, já tava desesperado pra ser comido de novo, mas também no cu. Botei a mão na massa no App, coloquei uma descrição bem de putinha e deixei claro que meu cu era virgem, pra dar mais tesão.
Um mês depois disso, recebo uma mensagem no App lá pelas 3 da tarde, um cara procurando um passivo submisso pra foder na hora. Ele manda foto da rola e do corpo, sem dizer nada, e eu respondo com um "Oi" e as duas fotos que sempre mando da minha rola e do meu cu.
Ele: - Se você vier aqui em casa agora, te como. Mas tudo bem discreto, por favor.
Eu: - Tô no trampo, saio umas 18:00.
Ele: - Te passo o endereço, mas insisto na discrição, por favor.
Eu: - Sim, fica tranquilo que eu quero a mesma coisa.
Vejo o endereço dele e, literalmente, ficava a 100 metros da avenida por onde volto pra casa. Não via a hora de sair do trampo. Escrevo:
Eu: - Tô saindo do trabalho, sua casa fica no caminho, mas se você quiser, vou tomar um banho e vou. O que acha?
Ele: - Minha irmã vai chegar em casa daqui a pouco, a gente combina pra amanhã.
Por dentro pensei: "Porra, puta que pariu, justo agora que iam arrombar meu cu, a irmã aparece."
Mas por outro lado, foi bom porque no dia seguinte eu não trabalhava.
Naquele dia cheguei em casa, fui tomar banho e fiz uma punheta da porra no chuveiro, pra ser sincero. Tava muito tarado e não via a hora de chegar o dia seguinte.
Acordei cedinho, entre 7:30 e 8:00, tomei um banho como sempre ao acordar, me barbeei de quebra (sempre mantenho as bolas bem raspadas por conforto, etc).
Lá pelas 10:00 entro no App, fico uns 10-15 minutos e chega uma mensagem. Vou ver o que era e era o cara.
Ele: - Hoje vou conseguir de manhã, tenho trampo à tarde. Você vem agora?
Eu: - Sim, tô livre. Vou sem pensar duas vezes. Saio agora?
Ele: - Sim, vem que vou te foder. bem, essa bunda virgem.
Eu: -Por favor, tô morrendo de vontade de você arrombar minha bunda.
Pego minhas chaves e saio pra casa dele, era uns 700 ou 800 metros.
Eu: -Tô saindo, já tô perto do supermercado.
Ele: -Beleza, vou deixar o portão da frente da casa (as grades) aberto pra você saber qual é. Se alguém perguntar alguma coisa, diz que é o técnico que veio dar uma olhada em algo aqui em casa.
Vou chegando, caminhando e ninguém na rua. Tava tudo muito tranquilo e vejo, tipo a uns 100 metros, alguém na porta e levanta a mão como quem diz "é aqui".
Naquela hora, comecei a ficar muito nervoso e pensar: "Será que vou chupar bem de novo? Será que vai entrar na minha bunda? Será que vou gostar? Vai doer? Vou levar gozada?" um monte de coisa.
Chego no portão, ele do lado de dentro (não dá pra ver lá dentro).
Ele: -Entra, entra pra ninguém ver e, por favor, fala baixo que minha irmã mora no andar de cima, ok?
Eu: -Oi, ok, fica tranquilo.
Era um cara de 53 anos, alto igual eu, +1,80m, vestido com uma roupa esportiva típica de quem vai correr, parecia que malhava bastante e tinha cara de ser Guarda Civil (Polícia da Espanha).
Entramos na casa, ele me faz passar primeiro.
Ele: -Entra, fica à vontade. Tá nervoso?
Eu: -Com licença. Um pouco, mas tô na vontade.
Na TV da sala, tava passando porno gay. Ele fecha a porta e passa do meu lado, pegando na minha bunda.
Ele: -Bom, vamos ver o que temos aqui.
E segurando minha bunda com a mão dele (uma mão forte), se aproxima pra me beijar. Naquela hora, pensei: "Porra, não gosto de beijar", mas já tava no jogo e, bom, fechei os olhos e fui junto.
Ele começa a me beijar de língua e a apalpar bem minha bunda.
Eu, desesperado por pica (e pra parar de beijar), começo a passar a mão na pica dele por cima da roupa. Parecia um tamanho médio, nem muito comprido nem muito grosso, e começo a bater uma por cima da roupa, a dele ainda meio mole.
Ele enfia a mão por baixo da minha roupa e começa a tocar minha bunda, abrindo as bochechas, apertando forte. Cada vez que eu as abria e sentia que minha bunda ficava livre, me dava um tesão do caralho. Na hora, meti minha mão dentro pra bater uma pra ele melhor e com a outra puxei o short dele pra baixo.
Me afasto um pouco e olho pra ele.
Ele: — Vai me chupar um pouco, putinha?
Ele coloca a mão na minha cabeça como se fosse me empurrar pra baixo.
Com a cabeça, eu aceno que sim enquanto me ajoelhava.
Tendo o pau dele na minha cara, abri minha boca direto olhando pra ele e enfiei na boca, balançando a cabeça devagar até que ficasse ereto, já que tava meio duro.
Tinha um gosto muito bom, tava bem lavadinho. Comecei a saborear devagar enquanto sentia ele endurecendo na minha boca até ficar quase totalmente duro. Aí tirei da boca, dei um beijo na pontinha e desci beijando até as bolas. Chupei as bolas dele (Adoro e me excita muito a putaria de ter o pau esfregando na minha cara enquanto chupo as bolas).
Depois de beijar a pélvis, o tronco, as bolas, comecei a chupar o pau dele, balançando a cabeça cada vez mais fundo. De vez em quando, ele guiava o ritmo com a mão e eu ouvia ele gemer. Fiz umas duas ou três vezes de garganta profunda, com o pouco que tinha aprendido, e de quebra, deixei bem babado.
Chupei ele por uns 5 a 10 minutos, menos de 10 com certeza.
Ele: — Vem, vamos pro quarto. A gente tem pouco tempo.
Eu levanto e sigo ele, e entro no quarto.
Ele tira a roupa me dando outro beijo e, bom, tive que seguir o fluxo. Enquanto ele levanta minha camiseta e eu desabotoo minha calça jeans.
Ele: — Deita na cama com a bunda virada pra cá.
Eu, bem obediente, já pelada, fico de quatro na beirada da cama e vejo do meu lado esquerdo que a parede inteira era um espelho enorme. Me vejo de quatro, com a bunda pra cima, ele batendo uma olhando pra minha bunda.
Naquele momento, me ver assim me fez sentir muito puta. Uma puta fácil, dada e entregue pra fazerem o que quisessem comigo.
Ele: — Que bunda você tem, putinha.
Eu: — Vai arrombar ela? Quero que você me coma com força.
Vejo no espelho, ela se abaixa e começa a lamber minha bunda, dar tapas. Às vezes eu inclinava um pouco minha bunda pra ver ela vermelha no espelho. Nunca me senti tão tesuda, a putaria de ser a puta de alguém aleatório tava me deixando louco.
Vejo que ela levanta, me dá dois tapas na bunda e pega alguma coisa na mesa de cabeceira. Era um pouco de lubrificante, ela passa na mão, passa na pica dela e se aproxima de mim. Nessa hora os nervos voltaram de novo, mas antes de começar a me fazer perguntas pensei "isso é o que eu queria há um tempão, tenho que relaxar e aproveitar o momento, até porque não tem como me arrepender já que minha bunda já tá entregue". Apoiei meu rosto na cama, com as mãos dos lados e...
Comecei a sentir uma coisa quentinha na minha bunda, bem quentinha e molhada. Claro, chegou a hora. Era a cabeça da pica dela encostada na minha bunda.
Ela: -Não faz barulho alto, lembra que dá pra ouvir do andar de cima
Eu: -Sim, fica tranquilo (Falei já com uma voz de puta do caralho, esperando pela pica)
Sinto que ela começa a fazer pressão, já tava empurrando a pica contra minha bunda e eu arqueei as costas o máximo que pude.
Minha bunda tava muito fechada e não queria entrar. A força que ela fazia me empurrava pra frente e pensei "Ela disse que tem pouco tempo, não posso perder tempo esperando entrar devagar".
Aí empurrei minha bunda pra trás e senti como se alguma coisa tivesse cedido.
Exato, minha bunda não aguentou mais e cedeu. Como os dois tavam fazendo força, quando cedeu e entrou, de uma vez foi até a metade. Na hora senti uma dorzinha, mas o alívio de finalmente ter enfiado foi maior.
Me relaxei pra aproveitar e prestar atenção e sentir como entrava aos poucos.
Ela: -Muito bem, putinha, você mandou muito bem. Agora vou foder essa bunda gostosa que você tem
Eu: -Quero que você arrebente ela, deixa ela bem aberta
Enquanto ela falava comigo, se mexia devagar pra frente e pra trás pra dilatar bem.
Quando falei isso, ela me deu um tapa forte na bunda. (Juro que a irmã ouviu lá de cima) e ele começou a me empurrar mais forte, aumentando um pouco o ritmo.
Não sei como explicar o quanto era gostoso sentir um pau dentro do meu cu, entrando e saindo, empurrando, abrindo caminho no meu rabo e eu todo entregue como uma puta na cama. Era uma delícia. Virei o rosto para o espelho, olhei de relance para ele me olhando o cu, dando tapas na minha bunda e depois ele me encarou no espelho.
Não acreditava que estava me vendo assim, com a cara na cama, a bunda pra cima com um pau enterrado e um cara arrombando meu cu. Totalmente uma puta oferecida, tinha esperado muito por isso e estava acontecendo.
Fiquei olhando pelo espelho uns 5 minutos curtindo, ele cada vez metendo mais forte. Meu cu já era puro prazer, não sentia mais dor nenhuma.
Mas meu lado puta pedia mais forte, então comecei a rebolar, quando ele bombava meu cu, eu empurrava de volta e assim ele entrava bem forte até o fundo, sentia as bolas batendo na minha bunda. Quando ele recuava, eu também recuava e assim pegava impulso e coordenava pra gente empurrar junto.
Acho que ele já tinha esquecido da irmã, porque dava pra ouvir bem alto o ploft ploft ploft do meu cu batendo no pau dele. Eu tava por cima vendo tudo no espelho, ficava louco.
Ele: - Que puta que você é, e mentirosa. Essa não é sua primeira vez.
Eu: - É sim, por que você diz isso? (com voz de tesão)
Ele: - Já comi muitas vadias como você, você se mexe muito bem pra foder como se fosse sua primeira vez.
Eu: - É sim, é a primeira vez que arrombam meu cu e eu amoooo
Ele: - Puta mentirosa
Ele não queria acreditar, e a verdade é que eu não sentia que estava fazendo nada demais. Só estava entregando meu cu de quatro e rebolando.
Ele: - Se continuar assim, vai me fazer gozar
E sinto que numa estocada forte, ele segura meus quadris pra eu não me mexer e deixa enterrado por 3 segundos. "Ele vai me encher de porra?" pensei.
Ele: - Vira, puta, que assim você vai me fazer gozar e ainda temos uns 10 minutos.
Naquele momento, sinto ele tirar tudo, e me dá um tapa forte na bunda.
Sinto até ar entrando no meu cu. Viro, mas pro lado do espelho pra ver minha bunda no espelho de passagem, tava bem vermelha, as mãos marcadas e meu cu era um buraco negro, nunca pensei que me veria com o cu aberto.
Fico deitado, de barriga pra cima, olhando pra ele de pé com o pau bem molhado e brilhante.
Ele: — Vem, se coloca bem na beirada da cama (era uma cama alta).
Me coloco na beirada enquanto ele me pega pela cintura pra me mexer e coloca minhas pernas no ombro dele.
Com uma mão, ele move minha perna um pouco mais pra fora, como se abrindo, e com a outra pega o pau dele pra apontar pro meu cu.
Naquele momento, ele encosta o pau na entrada, faz uma pressãozinha só pra não sair do lugar, e coloca as duas mãos nas minhas panturrilhas, pra empurrar minhas pernas em direção ao meu peito. Assim meu cu ficou bem exposto, olhei no espelho e ele empurrou de uma vez e meteu até as bolas.
Ele: — Vou te dar o que você queria, promíscua.
Eu: — Vai deixar escorrendo gozo?
Ele: — Claro que sim, putinha.
Isso pareceu que excitou ele, e ele começou a meter bem forte por uns minutos, aí ele fica reto, de pé, e abre minhas pernas sem parar de bombar meu cu.
Ele pega meu pau e começa a bater uma enquanto fode meu cu. Ficou uns 5 minutos assim até que, com a tesão, não aguentei mais e gozei, enchendo a mão dele de porra.
Ele: — Já gozou, putinha, parece que você tá gostando.
Vejo ele jogar a cabeça pra trás e começar a bombar com tudo. "Agora ele vai me dar o gozo", pensei.
Exato, ele começou a me comer forte até sentir os espasmos do pau dele bombeando gozo no meu cu e ele gemendo.
Quando terminou, ele me empurrou de novo pelas panturrilhas, olhando pro meu cu com o pau todo dentro, ainda não tinha tirado.
Ele: — Aí está o que você pediu, putinha.
Ele começa a tirar devagar, fica do lado e bate uma. começo a limpar com um papel. Eu continuei deitado processando tudo que tinha acabado de acontecer e o quanto eu tinha gostado e me divertido.
Ele: -A gente tá apertado de tempo, se quiser passa no banheiro pra se limpar ou tomar um banho rápido.
Eu: -Vou, vou me limpar, com licença.
Fui no banheiro, me olhei no espelho abrindo a bunda e vi montes de porra. Toquei pra começar a limpar e era uma quantidade enorme de porra que eu tinha. Limpei por fora as nádegas, me vesti e fiquei pronto pra ir embora. Mas guardei toda a porra que tinha ficado dentro da bunda só por tesão.
Ele: -Bom, agora a gente sai e se cumprimenta normal. Eu vou pra direita e você pode ir pra esquerda. Se perguntarem, você é o técnico.
Assim fui pra casa com a bunda escorrendo porra. Foi muito bom, verdade. Entrei no banho, bati uma punheta de tesão e tirei toda a porra que ele tinha deixado na minha bunda.
Assim terminou a experiência.
Dependendo se eu tiver tempo e o quanto esse post agradar, vejo se conto a próxima experiência e última até agora. Que tinha uma pica ENORME, foi impressionante.
4 comentários - Encheu minha buceta de porra