Gotas Puras de Deseo Prohibido 2

Gotas Puras de Deseo Prohibido 2Os dias seguintes foram um turbilhão de pensamentos para nossa protagonista. Apesar da excitação e da liberação que ela tinha sentido, uma curiosidade mais profunda tinha se enraizado nela. Não era apenas o alívio físico, mas a busca por algo mais, algo que o atrito casual do ônibus prometia. A imagem dos olhares, a tensão palpável e a descarga posterior na intimidade do seu quarto a chamavam de novo. Com a mesma premeditação, mas agora com uma confiança nascida da sua experiência, ela voltou a planejar sua saída. Desta vez, a escolha da roupa foi ainda mais ousada. Ela vestiu um shorts de lycra bem apertado, que marcava perfeitamente a curva dos seus quadris e o contorno firme dos seus glúteos. Ela sabia que seria um convite silencioso, uma provocação ainda mais evidente do que as leggings. E por baixo, levando a ousadia a um novo nível, decidiu não usar uma calcinha fio-dental convencional. Em vez disso, optou por um fio-dental de cordinha, tão mínimo que mal existia, apenas um fio fino que desaparecia entre suas nádegas, garantindo que a lycra se colasse sem obstáculos a cada centímetro da sua pele, prometendo uma sensação ainda mais direta e sem barreiras ao atrito. Desde o momento em que pus um pé na rua, senti os olhares. Não eram os habituais, mas um escrutínio mais descarado, mais faminto. Meu shorts de lycra era um ímã para os olhos, especialmente na parte de trás, onde cada curva se delineava sem concessões. Ignorei o primeiro ônibus que passou quase vazio. Meu objetivo não era chegar a lugar nenhum, mas sentir. Quando finalmente chegou um ônibus lotado, um sorriso se desenhou nos meus lábios. Este era o indicado. Havia alguns assentos livres mais à frente, mas meu corpo me empurrou para trás, onde a densidade das pessoas prometia o que eu buscava. Abri caminho, deslizando entre os corpos. O atrito dos tecidos, o calor humano, o cheiro de pele e de multidão me envolveram. Cada pequeno empurrão me aproximava mais do meu destino. A parte a parte de trás do ônibus era um formigueiro de corpos, apertados, suados, uma tela perfeita para meu experimento. Ao chegar, me posicionei no ponto mais denso, onde as pessoas estavam quase fundidas umas nas outras. A vibração do motor se unia à minha própria. Os olhares se tornaram algo mais. Comecei a notar atritos mais prolongados, não acidentais. Mãos disfarçadas, que fingiam se segurar na barra, demoravam na minha lombar, roçando a borda do meu shorts. Minha respiração ficou irregular, um gemido contido. O calor subiu pelo meu corpo, um fogo que me consumia por dentro. Então, senti o primeiro toque inconfundível. Não era um roçar, mas uma mão firme que se posou na curva da minha bunda, apertando suavemente antes de se retirar. Minha pele arrepiou. Outra mão, mais ousada, deslizou pela coxa do meu shorts, subindo milímetros pela borda, prometendo mais. Minhas nádegas, firmes e tensas, eram um alvo perfeito, e cada atrito, cada pressão, me fazia gemer por dentro. Meu fio dental, quase inexistente, oferecia uma barreira mínima, deixando cada sensação se amplificar. Me sentia exposta, vulnerável e terrivelmente excitada. Minhas coxas tremiam de expectativa, e minha buceta, já inchada, pulsava a cada contato. Sabia que isso era só o começo. A adrenalina corria nas minhas veias, cada roçar e cada mão atrevida me empurravam mais e mais. Estava mergulhada no meu próprio mundo de sensações, alheia a tudo mais. Mas então, uma voz áspera e seca me tirou bruscamente do meu transe. "Jovem, venha! Tome meu lugar." Abri os olhos e olhei. Era uma senhora mais velha, com a testa franzida e uma expressão de desaprovação. Seu olhar não estava nos homens, mas em mim, nos meus shorts de lycra que agora pareciam gritar para o mundo. Ela tinha visto algo, talvez não a mão, mas o efeito, a situação. Não queria sentar, não queria que a experiência terminasse, mas ela insistiu, com um tom que não admitia réplica. "Esses homens não têm respeito! Com Essa roupa, o que você espera? Uma moça decente não sai na rua vestida assim", ela espetou, me oferecendo o assento como se estivesse me salvando de um grande perigo. Meu coração ainda estava acelerado, mas agora era uma mistura de desejo frustrado e uma pontada de vergonha. Eu não queria o assento dela, não queria os conselhos, não queria o julgamento. Queria que a mão que mal tinha saído da minha bunda voltasse, que a brincadeira continuasse. No entanto, a insistência dela era firme. Me sentei, e a senhora, satisfeita, me deu um último olhar de advertência antes de se perder na multidão. O calor do meu corpo foi esfriando aos poucos, e a excitação deu lugar a uma sensação de oportunidade perdida.

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