Fala com todo mundo, aqui é a Carolina, sou do Peru, moro em Trujillo, onde nasci, e isso não é um conto, é uma anedota e confissão que eu precisava contar e desabafar. Primeiro, tenho que deixar claro que nunca postei uma confissão na internet, nem criei um post em lugar nenhum, então vou tentar dar o meu melhor na narrativa pra vocês entenderem de boa. Primeiro, vou me apresentar: meu nome é Carolina, tenho 29 anos, sou fisioterapeuta de profissão, tenho altura média/baixa, moro sozinha, hoje em dia tenho meu parceiro, e quanto à personalidade, sou bem jovial e alegre.
Vou começar contando pra vocês que eu exercia minha profissão normalmente, lá por 2019, me pagavam muito bem, e no geral, no centro de saúde onde eu trabalhava, tava tudo indo de boa. Tudo desabou quando a covid chegou, teve aquela pandemia longa que todo mundo sofreu na pele, ninguém ficou imune ao que foi. A chegada da covid fez o centro de saúde fechar várias especialidades, entre elas a fisioterapia, e eu fui desligada durante todo 2020. Foi uma época em que eu não conseguia emprego de jeito nenhum. No começo de 2021, uma colega me sugeriu ir trabalhar num centro de massagem. O pagamento não era o mesmo, mas algo é algo. Naquela hora, minhas economias estavam cada vez menores, e se eu não arrumasse um trampo rápido, ia ter que voltar pra casa dos meus pais, e eu não podia deixar isso acontecer. Exatamente naquele mês, um "colega" me falou de um centro de massagem que pagava bem. Pedi pra ele me passar o número pra entrar em contato e me apresentar. Sem mais, ele me passou o contato e eu esperei resposta. Demoraram, mas no final me chamaram no local pra entregar meu currículo. Chegou o dia. Naquela época, meu namorado (já não é mais) me levou de carro até o lugar. Nos despedimos com um beijo e ele foi pro trabalho dele. Eu fui fazer a entrevista, e tudo correu muito bem. A pessoa que me atendeu foi super educada e tudo ok. O problema foi quando me explicaram que não era só massagem o negócio, não. Também tinha que prestar serviços sexuais pros clientes. Mas me deixaram claro que eu tinha a palavra final sobre oferecer ou não o serviço. Então eu disse que não ia oferecer e que trabalharia do jeito convencional. Obviamente, foi uma decisão horrível. Naquele lugar, só atendiam homens de todas as idades em busca de um pouco de sexo vazio. Ninguém vinha pelas massagens em si, que era o que eu oferecia. As garotas ao meu redor ofereciam os serviços e estavam se dando muito bem. E assim as horas passavam e passavam, sem eu conseguir pegar um único cliente. Só se aproximavam, me perguntavam se podiam... faz amor comigo e, na minha negação, eles só iam embora, e assim por horas. Lá pelas 10 da noite e sem nenhum cliente à vista, decepcionada, comecei a guardar tudo no estande pra ir fechando. Nisso, ouço subindo as escadas um senhor de uns 55 anos, um pouco gordinho, com uma vibe de homem sério. Ele ficou me encarando fixo com os olhos bem abertos, como se gostasse do que via (e realmente gostou, e muito). Ele se aproximou do estande e começamos uma conversa.
Sr: Ainda tá dando massagem?
Eu: Claro que sim, quer se atender, cavalheiro?
Sr: Com certeza, adoraria.
Eu: Pode entrar, tira a camisa e deita, já já te atendo.
Sr: Muito obrigado, gentileza.
No começo, tudo foi muito formal. Eu já estava preparando os óleos pra começar, quando entro na sala de massagem. O homem só estava sentado me esperando. Falei: "Tira a camisa pra eu fazer a massagenzinha", e ele respondeu: "Quanto vai me custar?" Respondi: "100 contos custa a massagem, cavalheiro." E ele, friamente, disse: "Quando te perguntei quanto ia me custar, não tava falando da massagem, querida." Na hora, entendi o que ele queria, mas fiquei em silêncio e um pouco aterrorizada, porque a energia tão frívola dele me fazia sentir como se eu estivesse indefesa. Respondi, gaguejando um pouco: "Não ofereço esse tipo de serviço." Quando ele ouviu isso, se aproximou e disse: "Vou te dar uma última chance. Põe um preço, o que você quiser..." Já não sabia mais o que dizer. Impaciente, ele levantou a mão, abriu formando um 5 e disse: "Cada dedo que eu abaixar são 1000 contos. Você me diz quanto quer." Começou a abaixar o primeiro dedo. Eu ainda estava em choque com o quão intimidador ele parecia. Abaixou o segundo dedo, abaixou o terceiro... Até que a mão dele ficou fechada em punho, e ele disse: "5000 contos? Esse é o seu preço, então?" Foi aí que tive um pensamento rápido e disse pra mim mesma que realmente precisava daquele dinheiro. E se ele podia me dar por só uns minutos de intimidade, tinha que aproveitar. Falei: Valentemente: "Se você me pagar os 5.000 loves, eu te dou o serviço." Ela começou a rir e me disse entre risadas: "Me passa seu número de conta. Assim que eu fizer a transferência, você vai ver o que vou fazer com você." Eu, meio nervosa e um pouco intimidada, passei meu número de conta e ela me transferiu os 5.000 loves na hora. Não conseguia acreditar, como existiam homens capazes de pagar tanto pra transar com uma estranha. De repente, senti as mãos dela na minha bunda. Ela sussurrou no meu ouvido: "Onde encontro as camisinhas?" Respondi: "Tem umas na gaveta." Assim que ela foi pegar, pensei comigo mesma: "Bom, agora é minha vez de fazer a minha parte.
Ele me empurrou com força na maca de massagem, me colocou de quatro igual uma putinha, levantou meu vestido, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar, rápido, brusco e barulhento. Começou aquele clássico tapa sexual da batendo na bunda, sentia os colhões dele quicando na entrada da minha buceta. Ele começou a conversar comigo, como se quisesse saber mais de mim, me perguntava "faz quanto tempo que você trabalha com isso, hein?", "cê tá apertadinha demais, meu amor". Eu não respondia, só abafava meus gemidos pra ninguém ouvir, mas era impossível não fazer barulho porque ele se mexia tão rápido que o tapa-tapa-tapa que ele dava na minha bunda enchia a sala toda. Ele me virou, me colocou de frente pra ele, abriu minhas pernas e começou a me comer assim, enquanto chupava um dos meus peitos. Começou a cansar e falou "sobe em cima". Ele deitou de barriga pra cima, eu montei nele e comecei a rebolar. Ele dizia "que gostoso seus peitos quicam, amor". Mais uma vez fiquei em silêncio, continuei pulando em cima dele até ele começar a ofegar e soprar forte. Ele me parou, levantou, me pegou pela cintura e me colocou de quatro de novo. Pedi pra ele gozar logo porque a praça já tava fechando, e ele falou "não se preocupa, já tô terminando aqui". Começou a me comer de quatro, com força, dava tapas na minha bunda e cuspia no meu cu, não diminuía o ritmo, a gente continuava batendo forte. De repente, meu celular tocou, era meu namorado. Ele falou "atende, deve ser urgente". Atendi, e na minha distração, ele enfiou o pau de novo e começou a me comer de quatro, batendo igual tinha feito o tempo todo. Meu então namorado perguntou "ei, tô chegando, cê já vai sair, né?". Respondi meio ofegante "sim, amor, já tô saindo, me espera lá fora uns minutos". Ele falou "ok, vou estacionar por aqui, te espero". Respondi "ok, tchau, amor". Desliguei a chamada e senti o pau dele pulsando dentro de mim, tive a sensação que ele tinha gozado. Então perguntei "já terminou?" e ele respondeu "sim, foi só isso". Dei uma toalha pra ela secar o suor e eu comecei a me arrumar pra sair logo, o cara só tirou a camisinha, jogou no lixo e vazou, sem falar nada. Saí, dei um beijo no meu namorado e fomos pra casa.
Já em casa, ele começou a me beijar e perguntar como tinha sido meu dia, falei que foi super bem. Já de pijama (aqui mostro qual pijama eu tava usando naquele dia), ele se aproxima e diz: "que gostosa você tá, meu amor". Falei que ele cheirava uma delícia e que queria passar a noite com ele. Fomos pro quarto e transamos gostoso pra caralho.
Preciso esclarecer que essa história tem muitos detalhes que pulei porque não tinha muito tempo. Atualmente, tô super bem, tenho uma nova parceira, já pensando em formar uma família e mais um pouco. Espero que tenham curtido. ❤️ Fim.

Vou começar contando pra vocês que eu exercia minha profissão normalmente, lá por 2019, me pagavam muito bem, e no geral, no centro de saúde onde eu trabalhava, tava tudo indo de boa. Tudo desabou quando a covid chegou, teve aquela pandemia longa que todo mundo sofreu na pele, ninguém ficou imune ao que foi. A chegada da covid fez o centro de saúde fechar várias especialidades, entre elas a fisioterapia, e eu fui desligada durante todo 2020. Foi uma época em que eu não conseguia emprego de jeito nenhum. No começo de 2021, uma colega me sugeriu ir trabalhar num centro de massagem. O pagamento não era o mesmo, mas algo é algo. Naquela hora, minhas economias estavam cada vez menores, e se eu não arrumasse um trampo rápido, ia ter que voltar pra casa dos meus pais, e eu não podia deixar isso acontecer. Exatamente naquele mês, um "colega" me falou de um centro de massagem que pagava bem. Pedi pra ele me passar o número pra entrar em contato e me apresentar. Sem mais, ele me passou o contato e eu esperei resposta. Demoraram, mas no final me chamaram no local pra entregar meu currículo. Chegou o dia. Naquela época, meu namorado (já não é mais) me levou de carro até o lugar. Nos despedimos com um beijo e ele foi pro trabalho dele. Eu fui fazer a entrevista, e tudo correu muito bem. A pessoa que me atendeu foi super educada e tudo ok. O problema foi quando me explicaram que não era só massagem o negócio, não. Também tinha que prestar serviços sexuais pros clientes. Mas me deixaram claro que eu tinha a palavra final sobre oferecer ou não o serviço. Então eu disse que não ia oferecer e que trabalharia do jeito convencional. Obviamente, foi uma decisão horrível. Naquele lugar, só atendiam homens de todas as idades em busca de um pouco de sexo vazio. Ninguém vinha pelas massagens em si, que era o que eu oferecia. As garotas ao meu redor ofereciam os serviços e estavam se dando muito bem. E assim as horas passavam e passavam, sem eu conseguir pegar um único cliente. Só se aproximavam, me perguntavam se podiam... faz amor comigo e, na minha negação, eles só iam embora, e assim por horas. Lá pelas 10 da noite e sem nenhum cliente à vista, decepcionada, comecei a guardar tudo no estande pra ir fechando. Nisso, ouço subindo as escadas um senhor de uns 55 anos, um pouco gordinho, com uma vibe de homem sério. Ele ficou me encarando fixo com os olhos bem abertos, como se gostasse do que via (e realmente gostou, e muito). Ele se aproximou do estande e começamos uma conversa. Sr: Ainda tá dando massagem?
Eu: Claro que sim, quer se atender, cavalheiro?
Sr: Com certeza, adoraria.
Eu: Pode entrar, tira a camisa e deita, já já te atendo.
Sr: Muito obrigado, gentileza.
No começo, tudo foi muito formal. Eu já estava preparando os óleos pra começar, quando entro na sala de massagem. O homem só estava sentado me esperando. Falei: "Tira a camisa pra eu fazer a massagenzinha", e ele respondeu: "Quanto vai me custar?" Respondi: "100 contos custa a massagem, cavalheiro." E ele, friamente, disse: "Quando te perguntei quanto ia me custar, não tava falando da massagem, querida." Na hora, entendi o que ele queria, mas fiquei em silêncio e um pouco aterrorizada, porque a energia tão frívola dele me fazia sentir como se eu estivesse indefesa. Respondi, gaguejando um pouco: "Não ofereço esse tipo de serviço." Quando ele ouviu isso, se aproximou e disse: "Vou te dar uma última chance. Põe um preço, o que você quiser..." Já não sabia mais o que dizer. Impaciente, ele levantou a mão, abriu formando um 5 e disse: "Cada dedo que eu abaixar são 1000 contos. Você me diz quanto quer." Começou a abaixar o primeiro dedo. Eu ainda estava em choque com o quão intimidador ele parecia. Abaixou o segundo dedo, abaixou o terceiro... Até que a mão dele ficou fechada em punho, e ele disse: "5000 contos? Esse é o seu preço, então?" Foi aí que tive um pensamento rápido e disse pra mim mesma que realmente precisava daquele dinheiro. E se ele podia me dar por só uns minutos de intimidade, tinha que aproveitar. Falei: Valentemente: "Se você me pagar os 5.000 loves, eu te dou o serviço." Ela começou a rir e me disse entre risadas: "Me passa seu número de conta. Assim que eu fizer a transferência, você vai ver o que vou fazer com você." Eu, meio nervosa e um pouco intimidada, passei meu número de conta e ela me transferiu os 5.000 loves na hora. Não conseguia acreditar, como existiam homens capazes de pagar tanto pra transar com uma estranha. De repente, senti as mãos dela na minha bunda. Ela sussurrou no meu ouvido: "Onde encontro as camisinhas?" Respondi: "Tem umas na gaveta." Assim que ela foi pegar, pensei comigo mesma: "Bom, agora é minha vez de fazer a minha parte.
Ele me empurrou com força na maca de massagem, me colocou de quatro igual uma putinha, levantou meu vestido, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar, rápido, brusco e barulhento. Começou aquele clássico tapa sexual da batendo na bunda, sentia os colhões dele quicando na entrada da minha buceta. Ele começou a conversar comigo, como se quisesse saber mais de mim, me perguntava "faz quanto tempo que você trabalha com isso, hein?", "cê tá apertadinha demais, meu amor". Eu não respondia, só abafava meus gemidos pra ninguém ouvir, mas era impossível não fazer barulho porque ele se mexia tão rápido que o tapa-tapa-tapa que ele dava na minha bunda enchia a sala toda. Ele me virou, me colocou de frente pra ele, abriu minhas pernas e começou a me comer assim, enquanto chupava um dos meus peitos. Começou a cansar e falou "sobe em cima". Ele deitou de barriga pra cima, eu montei nele e comecei a rebolar. Ele dizia "que gostoso seus peitos quicam, amor". Mais uma vez fiquei em silêncio, continuei pulando em cima dele até ele começar a ofegar e soprar forte. Ele me parou, levantou, me pegou pela cintura e me colocou de quatro de novo. Pedi pra ele gozar logo porque a praça já tava fechando, e ele falou "não se preocupa, já tô terminando aqui". Começou a me comer de quatro, com força, dava tapas na minha bunda e cuspia no meu cu, não diminuía o ritmo, a gente continuava batendo forte. De repente, meu celular tocou, era meu namorado. Ele falou "atende, deve ser urgente". Atendi, e na minha distração, ele enfiou o pau de novo e começou a me comer de quatro, batendo igual tinha feito o tempo todo. Meu então namorado perguntou "ei, tô chegando, cê já vai sair, né?". Respondi meio ofegante "sim, amor, já tô saindo, me espera lá fora uns minutos". Ele falou "ok, vou estacionar por aqui, te espero". Respondi "ok, tchau, amor". Desliguei a chamada e senti o pau dele pulsando dentro de mim, tive a sensação que ele tinha gozado. Então perguntei "já terminou?" e ele respondeu "sim, foi só isso". Dei uma toalha pra ela secar o suor e eu comecei a me arrumar pra sair logo, o cara só tirou a camisinha, jogou no lixo e vazou, sem falar nada. Saí, dei um beijo no meu namorado e fomos pra casa.
Já em casa, ele começou a me beijar e perguntar como tinha sido meu dia, falei que foi super bem. Já de pijama (aqui mostro qual pijama eu tava usando naquele dia), ele se aproxima e diz: "que gostosa você tá, meu amor". Falei que ele cheirava uma delícia e que queria passar a noite com ele. Fomos pro quarto e transamos gostoso pra caralho.
Preciso esclarecer que essa história tem muitos detalhes que pulei porque não tinha muito tempo. Atualmente, tô super bem, tenho uma nova parceira, já pensando em formar uma família e mais um pouco. Espero que tenham curtido. ❤️ Fim.

11 comentários - Cliente que veio por mais que só massagem