Continuação do relato, minha namorada Sam, irmã da Estefy. Numa festa de aniversário da Estefy (minha amiga), ela me apresentou a irmã dela, a Sam, e a mãe delas. Desde que vi a Sam, eu gostei muito dela. Ela tinha feito 18 anos fazia alguns meses, era baixinha, magrinha, morena clara, peitos médios mas firmes e durinhos, e uma bunda linda e redonda. E a mãe dela era de altura média, tinha várias plásticas que o falecido tinha pagado, haha, então era uma gostosa, peituda, bunduda e magra, era a típica amante tunada de um traficante. Mas sobre ela eu conto mais pra frente...Desde que vi a Sam e ela me cumprimentou, eu gostei muito dela e fiquei conversando com ela. A Estefy não falou nada, porque nessa época ela já tinha namorado e a gente já tava há um tempo sem transar. Passei a noite toda conversando com a Sam e às vezes a gente dançava. Não tentei beijar ela ou fazer mais nada, porque não queria estragar tudo, então só fizemos isso. Quando a festa acabou, trocamos números de telefone e fui embora. A gente conversava todo dia pelo WhatsApp até que um dia chamei ela pra sair. Fomos ao cinema. Ela era muito diferente da Estefy, era mais séria e educada. A gente só se beijou lá pelo sexto encontro e viramos namorados.
Era uma relação gostosa a que a gente tinha. Fui o primeiro namorado sério dela e a primeira vez em todos os buraquinhos dela, haha. Vou contar a primeira vez que fiquei com ela. Como eu falei, a mãe dela não se metia em nada que elas faziam e, além disso, nunca estava em casa, então a Sam me chamava pra ir na casa dela ver filme, jantar, etc. A gente ia pro quarto dela ver TV e ninguém falava nada. No começo, tudo normal, só via filme e dormia, mas com o tempo, sozinhos no quarto, a gente acabava se beijando e se apalpando. Mas quando eu tentava transar com ela, ela me parava e dizia que ainda não. Depois de alguns meses, falei: "Beleza, pelo menos chupa meu pau". Ela dizia que não sabia, que nunca tinha feito. A gente continuou se beijando e se pegando, e eu... Eu tirei a rola pra fora e coloquei a mão dela nela, ela falou...
- Ela. Nossa, nunca tinha pegado numa, é tão macia, quente e dura, isso enquanto ela acariciava e puxava devagar, falando colada nos meus lábios
- Eu. Sério que nunca tocou num pau?
- Ela. Sim, é verdade, você é meu segundo namorado e com o primeiro não fiz nada, ele só apalpava meus peitos mas não deixei ele fazer mais nada
- Isso me excitava mais e eu insistia pra ela me chupar
- Ela. Não, amor, que vergonha, não sei fazer
- Eu. Ué, e daí? Melhor aprender comigo do que com outro, pra isso somos namorados, pra fazer coisas novas juntos
- Ela. Tá bom, você tem razão, mas se eu não fizer direito me avisa e eu paro, ok?
- Eu. Sim, amor, não se preocupa, só chupa como se fosse um pirulito, mas tenta não roçar os dentes.
Ela começou passando a língua por todo meu pau e com a língua chupava a cabeça da minha rola fazendo movimentos circulares, depois meteu na boca e começou a pegar ritmo balançando a cabeça, dava pra ver que era inexperiente, mas era muito gostoso. Eu falei chupa minhas bolas, amor, ela tirou meu pau da boca e começou a chupar minhas bolas enquanto me punhetava, e falou que era estranho chupar minhas bolas kkk, depois colocou de novo na boca e continuou me chupando enquanto me masturbava. Eu já tava quase gozando e falei quer provar meu leite, amor? Ela disse não sei, e se não gostar? Falei se não provar nunca vai saber, ela disse tá bom. Coloquei de novo na boca dela e comecei a meter e tirar rápido, tava fodendo a boca dela e comecei a descarregar meu gozo, ela engoliu metade enquanto o resto escorria pela boca dela. Ela se limpou e falou é meio gosmento e tem um gosto estranho kkk mas gostei, meu amor. Falei porra, me dá um beijo, não vai ficar brava? Ela disse não teria motivo, e aí a gente se beijou kkk. Naquele dia eu quis transar com ela mas ela não quis, e assim continuamos, agora nossas tardes de filme terminavam com um boquete gostoso. sexo oral até gozar na boquinha dela e, conforme o tempo foi passando, ela fazia cada vez mais e engolia todo o meu gozo. Ela também não queria que eu fizesse oral nela, tinha vergonha. Até que um dia, depois de tantas vezes que a gente tava se pegando, e depois que ela tinha me chupado, eu comecei a beijar ela e tirar toda a roupa dela, e fui beijando o corpo inteiro dela de cima pra baixo. Beijei as tetinhas gostosas dela enquanto acariciava a bucetinha dela, e ela já tava bem molhadinha e quente. Fui descendo pela barriga dela e indo direto pra buceta dela, e ela me para e fala:
- Não, love, é que me dá vergonha você me ver tão de pertinho ali, e ainda passar a língua onde eu faço xixi, hahaha.
- Eu: Não se preocupa, bebê, eu queria ser o primeiro a te provar e fazer você gozar desse jeito. Se você não gostar, é só falar e a gente para.
- Ela: Tá bom, love.
E comecei a chupar a bucetinha gostosa dela. Assim que coloquei minha língua na buceta dela, ela deu um suspiro profundo. Eu passava a língua em cada milímetro da bucetinha gostosa dela, fazia movimentos circulares com a língua no clitóris dela, e ela começou a gemer. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu continuava dando amor no clitóris dela. Depois de alguns minutos, ela começa a gemer e se contorcer, tenta me afastar e fala: "Espera, love, tô sentindo muitas cócegas." Eu falei: "Calma, love, é normal, relaxa e aproveita." Eu continuei chupando a buceta dela, e ela começou a gemer mais rápido e tentava me afastar, mas eu tava agarrado na bucetinha gostosa dela. Ela começou a se contorcer e ofegar mais rápido, tava tendo o primeiro orgasmo dela. Os fluidos dela escorriam, muito gostosos, e eu limpei com a língua, beijei ela e perguntei se ela tinha gostado. Ela disse que sim, que sentiu muitas cócegas na barriga e na buceta, mas que tinha sido muito gostoso.
Começamos a nos beijar ali, deitados, os dois pelados. Ela tava batendo uma pra mim enquanto eu acariciava o clitóris dela. Eu levantei e me posicionei. Ela: "Espera, o que cê tá fazendo?" Eu: "Calma, love, não vou fazer nada que você não queira, não vou te... Só mete e curte. Comecei a esfregar meu pau na buceta dela, e nossos fluidos se misturaram de novo, tava bem quentinho. Fiquei esfregando por uns 5 minutos, mexendo no clitóris dela, e ela se contorcia de prazer, falando:
— Love, que gostoso que tá, meu amor. Mete, não aguento mais! Quero sentir dentro, você me deixou muito molhada.
Eu continuei roçando meu pau na buceta dela e perguntei:
— Tem certeza, meu amor?
— Sim — ela respondeu. — Quero que você seja o primeiro a me fazer mulher. Te amo muito e quero que você seja o primeiro em tudo.
Beijei ela, me ajeitei melhor e comecei a meter. Fui devagar no começo, e quando a cabeça entrou, ela soltou um gemido e falou:
— Espera, love, tá doendo um pouco.
Com a cabeça já dentro, comecei a me mexer de leve e fui empurrando pra entrar mais, mas tava difícil, ela era bem apertadinha. Aos poucos foi entrando, e ela reclamando da dor. Quando entrou mais ou menos metade do meu pau, me ajeitei e comecei a beijar ela enquanto mexia devagar. Num movimento, enfiei de uma vez. Ela gritou, pedindo pra parar porque tava doendo. Beijei ela de novo e comecei a me mexer bem devagar, fazendo o vai e vem suave, e falei:
— Calma, meu amor, não tem problema. Relaxa e curte.
Ela respondeu:
— É que tá doendo um pouquinho.
— Sim, meu amor, fica tranquila, é normal — falei.
A gente continuou se beijando, e eu fui aumentando o ritmo do vai e vem. Ela misturava gemidos com reclamações. Perguntei se ela tava gostando, e ela disse que sim, que mesmo doendo um pouco, tava muito gostoso. Me ajeitei e fui acelerando. Vi meu pau manchado de sangue, mas sabia que era normal, então não liguei e continuei no meu ritmo, metendo mais rápido. Ela não parava de gemer e ofegar, e falava:
— Espera, espera! Acho que vou fazer xixi!
Eu continuei metendo, e ela começou a ofegar e gemer mais rápido, tentando me afastar, mas eu me segurava nela e continuava metendo forte. Ela gemia e ofegava sem parar. de um jeito bem agitado, ela tava tendo o primeiro orgasmo dela com meu pau dentro, e eu senti um calorzinho gostoso e continuei metendo mais rápido e senti que já ia gozar e quase não consegui tirar pra jogar a porra na barriga dela e parte da buceta. A gente se beijou e fui pegar papel higiênico pra limpar a gente, vestimos a roupa íntima e deitamos abraçados, ela falou que tinha doído no começo mas depois sentiu muito gostoso e que queria que eu metesse de novo hahaha, e depois ficou sentimental e me disse que tinha sido muito lindo que eu fui o primeiro homem dela, a gente ficou abraçado a tarde toda e noite e assim dormimos, quando acordamos a gente fez de novo e passamos o dia e a noite toda transando, e aí ela já curtiu mais sem sentir dor nenhuma. Como contei, às vezes eu ficava na casa dela, geralmente de quinta a domingo, e nesses 4 dias a gente passava o tempo todo trepando. Ela começou a ficar bem safada e a gente sempre transava ou pelo menos ela me chupava e engolia toda minha porra.
Nosso relacionamento durou uns 3 anos, onde a gente passava o tempo transando em todo lugar: lugar público, motel, em cada canto da casa dela, etc. Também tive a chance de arrebentar o cuzinho dela, isso foi no nosso primeiro aniversário de namoro. Eu sempre zoava pedindo de presente o cuzinho dela, falando que queria comer ela por ali e tal. Ela sempre dizia que não, que era nojento e que tinha vergonha de sair cocô em mim, haha. Eu dizia: "Não, isso não acontece, e se acontecer, foda-se, não dá nada." E continuava sempre brincando, mandando memes sobre sexo anal.No nosso aniversário, fomos pra um hotel com piscina pra passar um tempo gostoso, e à noite a gente ia ter um jantar romântico lá mesmo. Passamos o dia inteiro super bem. Depois do jantar, fomos pro quarto já meio bêbados, e aí começou a ação. Começamos a nos beijar, tirar a roupa, ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Falei: "Melhor vir aqui, meu amor." Deitei e pedi pra ela se posicionar pra um 69, e ficamos nessa por um bom tempo. Eu passava a língua no cuzinho dela, e ela suspirava ou gemia mais gostoso quando eu fazia isso. Depois de uns minutos, coloquei ela de papo pra cima e comecei a meter nessa posição. Dava pra ver os peitos dela pulando gostoso a cada estocada. A gente tava muito tarado. Ela começou a gemer e ofegar, sabia que tava gozando, e quando isso acontecia, eu metia mais forte pra ela gozar ainda mais gostoso.
Quando ela terminou, falou: "Espera, bebê, tenho um presentinho pra você." Eu saí de cima, ela levantou, foi até a bolsa dela e trouxe um lubrificante anal. Ela disse: "Toma, o presentinho que você tanto pediu, bebê." Meus olhos brilharam, perguntei: "É verdade?" Ela: "Sim, amor. Por isso não comi muito, pra não dar vontade de ir ao banheiro e evitar acidentes, haha." Falei: "Tá bom, meu amor." Ela se virou de bruços e colocou um travesseiro embaixo da barriga pra levantar mais a bunda. Comecei a passar lubrificante no cuzinho dela, estimular, e fui enfiando primeiro um dedo. depois de uns 2 minutos, eu falei "acho que já tá pronta" e me coloquei também na buceta dela pra deslizar melhor, haha. me acomodei e tentei enfiar, mas não entrava tão fácil. ajeitei bem minha pica e comecei a empurrar, a cabeça entrou. depois que a cabeça entrou, foi mais fácil meter, e o lubrificante fez o trabalho dele, ajudando a entrar mais suave. ela não parava de reclamar, falava "melhor não, bebê, dói muito, sinto que arde, tira". continuei empurrando até enfiar tudo. ela começou a ofegar e gemer, eu comecei com movimentos de vai e vem devagar, e ela ofegava e continuava reclamando. eu, calmo: "calma, meu amor, não tá gostando?" e dava uns tapas na bunda dela. ela: "tô sim, meu amor, mas dói". eu continuei, e aqueles gemidos viraram gritos e frases tipo "que gostoso, papai", "me dá mais", "enfia", "que gostoso, tá arrombando meu cu, me dá mais", hahaha. depois de uns minutos, senti que ia gozar e comecei a soltar meu leite no cu dela. foi tão bom. ela também falou que tava sentindo muito gostoso e sentiu o leite quente no cu dela. tirei a pica e não tinha sujado, mas quando começou a escorrer, o leite saiu meio marrom, hahaha. deu um pouco de nojo, mas foda-se, e fomos tomar banho juntos. lá no banho, minha pica subiu de novo e eu comi ela de novo no chuveiro. dessa vez foi a primeira vez dela no cu, e depois disso, toda vez que transávamos, eu também metia na bundinha dela. nós dois ficamos muito tarados e transávamos toda vez que nos víamos, e até em lugares públicos, tipo no cinema, em estacionamentos, na sala da casa dela enquanto a mãe e a irmã dormiam, etc. Era muito gostoso e a gente se divertia pra caralho.
E, como extra durante todo o tempo que fiquei com a Sam, ainda peguei a irmã dela, a Estefy, umas três vezes, mas a Sam nunca descobriu. Uma dessas vezes, a Estefy me chamou num dia, perguntando se eu podia passar pra buscá-la numa balada porque ela tava bêbada e tinha brigado com o namorado. Falei que sim, passei pra pegá-la, levei ela na casa dela e ela disse: "Não vai entrar? Pra relembrar os velhos tempos?" E me beijou, eu correspondi e fomos pro quarto dela. Eu sabia que a Sam já tava dormindo porque ela tinha me falado que ia capotar, então entrei sem preocupação. Fomos pro quarto da Estefy e começamos a trepar. Tava comendo minha cunhada enquanto minha namorada dormia no quarto ao lado — aquela adrenalina fez a gente curtir ainda mais o sexo.
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