Trio gay

Olá, queria contar como foi minha primeira chupada de pau. Uma tarde depois da escola, fiquei na casa do Enzo, um colega, e ele me perguntou se eu queria ver um filme pornô. Falei: "Pode botar aí", e a gente começou a assistir. Eu fiquei duro na hora e percebi que o pau dele também tava marcando por cima da calça, parecia ser bem grande. Ele perguntou: "Vamos bater uma juntos?" Eu respondi: "Não sei, se você quiser, vai você". Sempre tive curiosidade quando via os vídeos, olhando pras picas e como o leite esporrava, me excitava, mas já tinha ficado com garotas, então achei interessante ver um cara se tocando do meu lado. Aí ele puxou o pau pra fora e segurou. Putz, era descomunal: comprido, grosso, quase sem pelo, uns ovos grandes pendurados. Picaço mesmo, bem reta, com uma cabeça linda. Ele começou a bater uma e falou: "Vai, faz também." Respondi: "Não, tô com vergonha, haha, o seu é muito grande." "Qual é, não seja bobo", ele disse. "Não, vai você", falei, enquanto a gente continuava vendo o filme. Eu olhava de canto e ficava excitado vendo ele acariciar o pau, mordendo os lábios enquanto a mão subia e descia. Depois de um tempo, ele parava pra segurar a gozada. Num momento, ele perguntou: "Quer que a gente se toque junto? Eu faço em você e você em mim." Eu, meio sem graça, falei: "Para de encher o saco", mas por dentro tava morrendo de vontade de pegar naquilo e senti que tava perdendo a chance de provar um pau, que era minha fantasia. Aí, tímido, falei: "Tá bom, mas eu faço em você." Ele topou na hora. Então ele tirou a calça toda e ficou só com a camisa do uniforme. Peguei o pau dele com a mão e comecei a tocar devagar, de cima pra baixo, enquanto olhava pra pica. Ele, meio deitado, mordia os lábios e começou a gemer de prazer. O pau dele era lindo, grosso, quase não fechava minha mão, e exalava um cheiro que me deixava louco, um cheiro de homem. De vez em quando eu acelerava e apertava mais forte, ele adorava e pedia: "Continua, continua." Depois eu parava e ficava acariciando. Os ovos com minha mão e perguntava se ele gostava, e ele dizia "adoro". Em um momento, pensei que ele ia me pedir pra chupar, mas não, nunca pediu. E eu também não tive coragem de fazer, não queria parecer viado, mas claramente já estava. Em um momento, senti o pau dele começando a pulsar, cada vez mais inchado e mais duro, prestes a gozar a qualquer momento. Via o pré-gozo escorrendo. Em um momento, ele pediu: "seis, seis, não para, vai que vem a gozada". Eu já não aguentava mais de tesão, então bati uma cada vez mais rápido até ver que ele não aguentava mais. Gemeu cada vez mais forte e começou a gozar. A quantidade de porra que saiu daquele pau era inacreditável, jatos e jatos de esperma bem grosso. Alguns caíram no chão e outros mancharam a camisa dele toda. Minha mão ficou cheia de porra, mas não molhada, e sim daquele tipo de porra bem grossa. Em um momento, quando terminou, ele se jogou pra trás no sofá. Perguntei se podia ir lavar a mão. "Claro", ele disse. Entrei no banheiro, fechei a porta e fiquei olhando toda a porra na minha mão. Então, de tão excitado que tava, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar enquanto, com a ponta da língua, lambia a porra que tinha sobrado e provava. Não demorou nem um minuto pra eu gozar. Quando senti que ia gozar, abri bem a boca e meti toda a porra na boca, engolindo enquanto terminava de gozar. Nesse momento, a porta abriu e ele me viu fazendo aquilo, surpreso. "Tava lambendo minha porra?", ele disse. Eu, envergonhado, respondi: "Sim". "Se tivesse me falado, eu chupava". "Não tive coragem", respondi, e ri. Então voltamos pro quarto como se nada tivesse acontecido. Ele deitou e dormiu, e eu fiz o mesmo, deitando do outro lado da cama. Não sei quanto tempo passou, e acordei com ele do meu lado, se apoiando em mim. Senti aquela pica no meu rabo. Sem dizer nada, comecei a me mexer devagar e esfregar, e ele fazia o mesmo. Pensei que ele queria me penetrar. Ele colocou a mão dentro da minha calça, pegou no meu pau e começou a me tocar, baixando minha calça lentamente. calça me deixando nu num instante, sinto ele baixar a cueca e encostar a rola na minha bunda, senti uma sensação que percorreu toda minha espinha, amei, então ele encostou um pouco e tentou colocar, começou brincando com a cabeça no meu cu devagar, mas não tinha jeito de entrar, eu era virgem, sentia ele molhar com saliva e empurrar devagar contra minha bunda, um pouquinho entrava, mas doía, sentia como se parte da cabeça penetrasse no meu cu, de repente ele sussurra no meu ouvido: "quer chupar ela?" "sim", eu disse, me virei, ele deitou de barriga pra cima e, sem hesitar, meti aquela rola imensa na boca, primeiro chupava como um sorvete, passava a língua pela cabeça, pelo tronco, que era o que ele pedia, ele dizia: "passa a linguinha na risca da cabecinha, a pontinha em círculo, e segura ela bem forte", pedia: "agora desce até as bolas e chupa elas", eu obedecia enquanto batia uma pra ele, as bolas dele, e colocava uma de cada vez na boca, ele não aguentava mais de tesão, empurrava com a mão minha cabeça pra eu descer ainda mais, queria que eu chupasse entre as bolas e a bunda, e eu fazia, tava muito excitado também, tanto que me animei a brincar com a língua no cu dele, dava uma lambida funda e subia até a ponta da rola, assim uma e outra vez, ele morria de prazer, a rola dele tava de novo prestes a explodir e disse: "agora vou te dar a porra, você vai tomar tudo", comecei a chupar sem tirar da boca, entrei na punheta e comi ela toda, ele diz num momento: "deita", eu deito de barriga pra cima num travesseiro que tinha, ficando meio inclinado, ele se aproxima, me envolve com as coxas, pega a rola, aponta na minha cara e começa a se masturbar, eu olhava aquela rola toda pra mim, de repente ele me pega pela nuca, gemendo, e diz: "abre a boca, vou te encher de porra", nessa hora o telefone dele toca e ele fala: "espera, é um WhatsApp de um dos nossos colegas, Matías", e pergunta se ele podia se juntar, eu disse: "sim, sem problema, queria Fazer um menage, parei de chupar a rola dele e esperamos uns 15 minutos. Chegou o Matías, falou: "posso entrar na festa?" Não imaginava que ele também curtia caras, então ele se juntou. Tirou a rola dele e pediu pra eu chupar. Era menor que a do Enzo, uma rola normal, uns 15 cm. Comecei a chupar, tinha um gosto mais gostoso, diferente, mas eu curtia mais. Engolia tudo até as bolas. O Enzo também aproximou a rola dele pra eu chupar, e foi assim, chupava um tempo cada um. Adorava ter os dois paus na boca. O Matías se afastou e falou: "vou te comer agora". Com o tesão que eu tava, falei: "vai, mete tudo". Ele me segurou pela cintura, encostou a rola no meu cu e começou a meter devagar. Eu morria de prazer, a dele entrava mesmo. Enquanto ele me comia, eu continuava chupando o pauzão do Enzo, que tava quase gozando a qualquer momento. De repente ele fala: "agora é minha vez, agora que o Mati abriu um pouco sua bunda, a minha vai entrar". Eu falei que sim, queria experimentar aquele pauzão. Então o Mati tirou a rola e ele começou a me comer devagar. Sentia minha bunda se abrindo com aquele pau enorme. Num instante tava tudo dentro, era um êxtase. Enquanto ele me comia, eu chupava a rola do Mati. Ficamos assim por um tempo. O Enzo começou a gemer cada vez mais forte, falando: "vou gozar, quer gozo na boca?" Falei que sim. Ele tirou a rola da minha bunda e ficou na minha frente, começou a bater punheta, pedindo pra eu abrir a boca e botar a língua pra fora. Fiz isso, esperando aquela porra toda na minha boca e no meu rosto, enquanto o Mati voltava a meter no meu cu. Num momento o Enzo fala: "vem, vem". Enfia a rola na minha boca, eu chupo e em segundos começa a gozar. Jorros e jorros de porra impressionante, encheu minha cara e boca de esperma quente e grosso. Engoli tudo sem deixar uma gota. Apertava a rola dele e ainda saía mais, eu chupava forte, tirando toda a porra. Num instante o Mati começa a gemer. Percebendo, falei: "vem, me dá seu gozo". Queria sentir. O cum dele também, mas ele não quis. Ele disse: "Vou gozar dentro de você", e foi o que fez. Ele me meteu com força e, depois de um gemido forte, gozou dentro de mim. Enfiou o pau até o talo, até as bolas, e encheu minha bunda de porra. Foi lindo sentir o sêmen escorrendo na minha bunda quando ele tirou o pau. Foi maravilhoso. Nós três caímos na cama exaustos, eu estava no paraíso, amei cada segundo. Depois dessa experiência, repetimos várias vezes, às vezes nós três, às vezes um de cada vez. Foi a melhor experiência.

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