minha nora, com umas pernas esculturais e uma cintura bem marcada que fazia ser impossível não olhar pra bunda dela toda vez que a gente se reunia nos churrascos de domingo em família, nos aniversários e nas festas. De peitos redondos e bicos bem marcados, ela sempre se vestia com blusas decotadas. Nas vezes que a vi de salto e minissaia, a pica ficou dura na hora.
Era a mulher do meu filho, então isso também me permitia ser muito educado com ela, passar a mão nos ombros dela por trás ou dar um abraço pra sentir o calor dos peitos dela no meu peito. Ela também sempre foi muito carinhosa comigo. Era uma gostosa por onde se olhasse e sempre tinha umas saídas safadas pra qualquer situação. “Se o seu filho herdasse algumas coisas suas que me contaram, meu casamento seria muito mais divertido e prazeroso”, ela me disse uma vez meio bêbada depois de um aniversário da minha esposa. Costumava acontecer que na maioria das reuniões a gente sempre acabava no sofá tomando uns uísques e ouvindo música. “Você deve se cansar de comer buceta”, ela disparou naquela noite bem bêbada. “Eu tô meio cansada de ninguém comer a minha.” Dava pra ver que o álcool tinha deixado ela excitada pra caralho. Eu senti o impacto das palavras dela porque não consegui evitar uma ereção. “Olha só o doutorzinho das mulheres”, ela disse com um sorriso. Eu fiquei sem palavras. Ou preferi não dizer nada. Eu tava ficando de pau duro com a mulher do meu filho e isso me deixava meio desconfortável. Concordei com o comentário dela com um sorriso e uma palmada no ombro.
Por sorte meu filho chegou e a situação descomprimiu. Eu cruzei as pernas pra evitar que percebessem que a Carolina tinha me deixado excitado com apenas três palavras. Por momentos senti que ela olhava pra minha virilha enquanto meu filho começava a se despedir. Algo tinha mudado na minha relação com a minha nora. E só restava saber se tinha sido uma putaria momentânea ou se essa rabuda tinha me colocado na mira pra saciar os desejos dela.
Os dias foram passando e a A coisa foi esfriando. Pelo menos com ela, porque eu fiquei com um tesão de novela. Lembrava daquelas pernas, daqueles peitos e daquela provocação, e a pica ficava dura. De vez em quando, tive que bater uma punheta, pensando na dureza que devia ter a bunda dela. Ela chegou na hora certa no meu consultório.
Conversamos um pouco pra preencher a ficha clínica. Ela veio com uma legging minúscula e uma blusa que deixava à mostra os lados internos dos peitos, que pareciam maiores e mais redondos por causa da pressão do sutiã. Tinha prendido o cabelo e, pela primeira vez, pude ver um pescoço fino nos ombros eretos dela.
Primeiro, passei ordens pra exames de rotina, sangue, urina, mamografias, ultrassons, etc., só pra justificar o que eu planejava fazer em seguida. E também pra garantir que me pagassem a consulta. “Vou pedir pra você tirar a roupa e sentar na maca.” Eu tinha preparado ela com uma inclinação perfeita, de modo que a buceta dela ficasse a centímetros do meu rosto. “Pode ser que você se sinta um pouco desconfortável, e eu entendo, mas como você mesma disse uma vez: ‘eu canso de tocar em conchas, ha ha’.”
Meu comentário aliviou uma situação tensa, e vi que, na hora, os bicos dos peitos dela ficaram duros e pontudos. Ela tinha uns peitos perfeitos, naturais, nem grandes nem pequenos, mas redondos e firmes, com uns bicos rosados e carnudos. Tinha pernas longas, a bunda firme e os abdominais definidos. Uma pele macia e recém-banhada em creme.
Ela se sentou na maca e abriu as pernas pra colocar em cada um dos apoios que a gente, ginecologista, usa. Tinha uma buceta rosada, recém-depilada e com lábios finos de um vermelho mais intenso.
“Você vai sentir um pouco de frio”, avisei quando, com um dos meus dedos, passei suavemente um pouco de gel pra lubrificar bem. Com a mínima pressão do meu dedo, os lábios dela ficaram molhados e eu percebi o clitóris dela endurecer. Passei devagar e coloquei o espéculo, que tem formato de pinça e serve pra gente enxergar bem lá dentro da buceta. Quando já tava dentro, abri as alças pra ele se abrir todo e passei o dedo no clitóris dela de novo. Pela primeira vez, ela soltou um gemido que fez efeito direto no meu pau, que ficou tão duro que aparecia por cima do avental.
Falei que não dava pra ver nenhum problema a olho nu e que ela ficasse tranquila porque tudo parecia normal, a viscosidade e a cor do corrimento também tavam perfeitas, mostrei separando dois dedos na buceta dela pra ela ver como grudava na luva. Quando tirei o espéculo, ela tava escorrendo e se contorcendo de tesão.
Ajeitei a maca pra ela deitar de barriga pra cima. Falei que ia ter que fazer um toque na região abdominal e nos peitos. Meu pau ficou a centímetros de uma das mãos dela e eu tentei que ela sentisse encostando de propósito. Ela abriu as pernas instintivamente. E eu tava pronto pra fazer um exame profundo nela.
Expliquei que pra isso era melhor não usar as luvas de látex. “Nada melhor que umas mãos boas”, ela me incentivou, mostrando que a gente tava na mesma sintonia. Só faltava um dar o passo inevitável rumo ao prazer.
Comecei a apalpar os peitos dela devagar, com todos os anos de profissão nas costas. Toquei nos lugares de sempre e apertei o máximo que pude. Quando eu tocava os bicos, ela soltava gritos de prazer. Fui descendo com uma das mãos até chegar na região do ovário. A pele dela era macia e tava... Isso arrepiou a pele dela e fez os mamilos dela explodirem.
"Com o seu filho, eu tenho dificuldade de me excitar. Não fico molhada."
"Pensa em algo que te deixe molhada", falei apertando um dos mamilos dela, e ela deslizou a mão até minha rola e apertou com força. "Isso aqui tá me deixando molhada há meses", disse e apertou meu pau com mais força. Tava duro e grosso, e ela tinha notado, porque quando enfiei dois dedos na buceta dela enquanto ela esfregava o clitóris com a outra mão.
Sem soltar o aperto, ela me obrigou a chegar perto do rosto dela, com as duas mãos libertou meu membro da calça e enfiou na boca. "É gostoso, é grosso, tá fervendo, doutor", disse e fez ele sumir na boca até o nariz dela tocar meu púbis. Apertei a cabeça dela quando tentou soltar na primeira vez, e ela deu um grito que ecoou no consultório inteiro. "Me afoga de novo, me afoga de novo com essa rola", implorou, e com um empurrão enfiei a rola de novo até ela engolir tudo e apertei por vários segundos. Com a outra mão, já tinha enfiado três dedos na buceta dela e, com o quarto, brincava com o buraquinho do cu dela, que instintivamente se dilatou quando passei a ponta do dedo no ânus. Tive que me segurar pra não encher a boca dela de porra, porque ela continuava grudada na minha rola e sem nenhuma intenção de soltar. Belisquei os mamilos dela e, quando ela soltou pra gritar, aproveitei pra tirar e voltar pra posição inicial.
Coloquei as pernas dela de volta nos apoios pra ficarem abertas e enfiei a língua até o fundo. Com as unhas, ela arranhava meu couro cabeludo e puxava levemente meu cabelo pra meu nariz também afundar naquela rachinha molhada e perfumada. Ela mesma agora beliscava os mamilos, e pude notar como ela gozou quando enfiei o dedo indicador até depois da junta. Tremia igual uma folha e escorria um fluxo morno e doce.
"O cu é minha fraqueza, doutor. Seria bom se você também... Revisa". E com uma das mãos, enfiou meu dedo até o fundo e pressionava com os quadris para enfiar mais e mais. Não resisti ao pedido dela. E quando ela pensava que eu ia penetrá-la por frente, deslizei um pouco meu pau pra baixo, pra que ele escorregasse pelo cu dela. Era apertado e foi se dilatando enquanto minha cabeça afundava e sumia dentro do cu dela. Com a outra mão, não parei de acariciar o clitóris dela até que, em algumas estocadas, meu pau entrou até o fundo. Eu tava grosso e cheio de veias. Fiquei parado uns segundos pra ela dilatar mais, mas ela mesma começou a rebolá contra meu pau, que tava duro e prestes a gozar.
"Enche meu cu de porra", ela implorou e começou a se mexer mais forte, sentando no meu pau que, na quarta estocada, descarregou toda a porra. Pela posição que a gente tava, meu pau ficou praticamente branco na hora, e ali percebi o quanto essa gostosa adorava esperma. Num pulinho, ela ajoelhou no chão e começou a chupar com maestria. "Quanta porra você tinha, sinto meu cu cheio", ela falava enquanto ia e vinha com a língua da base até a cabeça e enfiava na boca pra chupar sem parar. "Vou deixar ele seco", ela disse e conseguiu manter ele duro, mesmo depois de ter descarregado tudo no cu dela.
"Agora quero o último exame", ela falou, apoiando o rosto na maca e abrindo as nádegas, encaixando a cabeça do meu pau nos lábios da buceta dela, que ainda tava encharcada e escorrendo sucos. "Me fode, eu imploro, preciso sentir ele todo dentro", ela disse e eu enfiei de uma vez. A caverna tava quente e ela começou a gemer como uma louca enquanto apertava minhas nádegas com as duas mãos pra que meu pau entrasse mais fundo. "Não para, continua assim, esse pau tá me deixando louca", ela gritou e eu senti as pernas dela bambiarem quando gozou, se apertando contra meu pau. Ela tinha um cu perfeito. De repente, deu vontade de foder ela de pé, e eu fiz. Tirei a pica e sem perder o contato com o corpo dela, enfiei de novo no cu dela, que dessa vez não ofereceu a menor resistência.
Empurrei ela contra a parede pra que os peitos dela ficassem apertados enquanto eu bombava com força e abria ela com as duas mãos.
“Quero ele na boca”, ela disse e se agachou pra ficar na altura do meu pau. Agarrei ela pela nuca e continuei bombando igual quando tava no cu dela. “Mete, doutor, quero tudo”, ela falou enquanto com uma mão me batia uma punheta e com a outra enfiava os dedos na buceta dela, se esfregando no clitóris. Quando sentiu meu leite na língua, ela gozou também e começou a chupar devagar, até sentir que a ereção finalmente amolecia.
Não precisou de explicação nem de falar besteira depois daquela foda do caralho. Os dois estavam satisfeitos. Eu tinha dado duas lapadas na mulher do meu filho e não sentia culpa nenhuma. Pelo visto ela também não, porque sabia muito bem pra que tinha vindo no meu consultório.
“Vou fazer os exames e te vejo de novo”, ela disse com um chupão e enfiando a língua até o fundo da minha garganta. “Acho que arrumei ginecologista por um bom tempo”, brincou enquanto vestia a legging minúscula e empinava a raba pra eu olhar de novo.
Essa mulher podia fazer o que quisesse comigo. E eu tô pronto pra satisfazer ela.
Era a mulher do meu filho, então isso também me permitia ser muito educado com ela, passar a mão nos ombros dela por trás ou dar um abraço pra sentir o calor dos peitos dela no meu peito. Ela também sempre foi muito carinhosa comigo. Era uma gostosa por onde se olhasse e sempre tinha umas saídas safadas pra qualquer situação. “Se o seu filho herdasse algumas coisas suas que me contaram, meu casamento seria muito mais divertido e prazeroso”, ela me disse uma vez meio bêbada depois de um aniversário da minha esposa. Costumava acontecer que na maioria das reuniões a gente sempre acabava no sofá tomando uns uísques e ouvindo música. “Você deve se cansar de comer buceta”, ela disparou naquela noite bem bêbada. “Eu tô meio cansada de ninguém comer a minha.” Dava pra ver que o álcool tinha deixado ela excitada pra caralho. Eu senti o impacto das palavras dela porque não consegui evitar uma ereção. “Olha só o doutorzinho das mulheres”, ela disse com um sorriso. Eu fiquei sem palavras. Ou preferi não dizer nada. Eu tava ficando de pau duro com a mulher do meu filho e isso me deixava meio desconfortável. Concordei com o comentário dela com um sorriso e uma palmada no ombro.
Por sorte meu filho chegou e a situação descomprimiu. Eu cruzei as pernas pra evitar que percebessem que a Carolina tinha me deixado excitado com apenas três palavras. Por momentos senti que ela olhava pra minha virilha enquanto meu filho começava a se despedir. Algo tinha mudado na minha relação com a minha nora. E só restava saber se tinha sido uma putaria momentânea ou se essa rabuda tinha me colocado na mira pra saciar os desejos dela.
Os dias foram passando e a A coisa foi esfriando. Pelo menos com ela, porque eu fiquei com um tesão de novela. Lembrava daquelas pernas, daqueles peitos e daquela provocação, e a pica ficava dura. De vez em quando, tive que bater uma punheta, pensando na dureza que devia ter a bunda dela. Ela chegou na hora certa no meu consultório.
Conversamos um pouco pra preencher a ficha clínica. Ela veio com uma legging minúscula e uma blusa que deixava à mostra os lados internos dos peitos, que pareciam maiores e mais redondos por causa da pressão do sutiã. Tinha prendido o cabelo e, pela primeira vez, pude ver um pescoço fino nos ombros eretos dela.
Primeiro, passei ordens pra exames de rotina, sangue, urina, mamografias, ultrassons, etc., só pra justificar o que eu planejava fazer em seguida. E também pra garantir que me pagassem a consulta. “Vou pedir pra você tirar a roupa e sentar na maca.” Eu tinha preparado ela com uma inclinação perfeita, de modo que a buceta dela ficasse a centímetros do meu rosto. “Pode ser que você se sinta um pouco desconfortável, e eu entendo, mas como você mesma disse uma vez: ‘eu canso de tocar em conchas, ha ha’.”
Meu comentário aliviou uma situação tensa, e vi que, na hora, os bicos dos peitos dela ficaram duros e pontudos. Ela tinha uns peitos perfeitos, naturais, nem grandes nem pequenos, mas redondos e firmes, com uns bicos rosados e carnudos. Tinha pernas longas, a bunda firme e os abdominais definidos. Uma pele macia e recém-banhada em creme.
Ela se sentou na maca e abriu as pernas pra colocar em cada um dos apoios que a gente, ginecologista, usa. Tinha uma buceta rosada, recém-depilada e com lábios finos de um vermelho mais intenso.“Você vai sentir um pouco de frio”, avisei quando, com um dos meus dedos, passei suavemente um pouco de gel pra lubrificar bem. Com a mínima pressão do meu dedo, os lábios dela ficaram molhados e eu percebi o clitóris dela endurecer. Passei devagar e coloquei o espéculo, que tem formato de pinça e serve pra gente enxergar bem lá dentro da buceta. Quando já tava dentro, abri as alças pra ele se abrir todo e passei o dedo no clitóris dela de novo. Pela primeira vez, ela soltou um gemido que fez efeito direto no meu pau, que ficou tão duro que aparecia por cima do avental.
Falei que não dava pra ver nenhum problema a olho nu e que ela ficasse tranquila porque tudo parecia normal, a viscosidade e a cor do corrimento também tavam perfeitas, mostrei separando dois dedos na buceta dela pra ela ver como grudava na luva. Quando tirei o espéculo, ela tava escorrendo e se contorcendo de tesão.
Ajeitei a maca pra ela deitar de barriga pra cima. Falei que ia ter que fazer um toque na região abdominal e nos peitos. Meu pau ficou a centímetros de uma das mãos dela e eu tentei que ela sentisse encostando de propósito. Ela abriu as pernas instintivamente. E eu tava pronto pra fazer um exame profundo nela.
Expliquei que pra isso era melhor não usar as luvas de látex. “Nada melhor que umas mãos boas”, ela me incentivou, mostrando que a gente tava na mesma sintonia. Só faltava um dar o passo inevitável rumo ao prazer.
Comecei a apalpar os peitos dela devagar, com todos os anos de profissão nas costas. Toquei nos lugares de sempre e apertei o máximo que pude. Quando eu tocava os bicos, ela soltava gritos de prazer. Fui descendo com uma das mãos até chegar na região do ovário. A pele dela era macia e tava... Isso arrepiou a pele dela e fez os mamilos dela explodirem.
"Com o seu filho, eu tenho dificuldade de me excitar. Não fico molhada."
"Pensa em algo que te deixe molhada", falei apertando um dos mamilos dela, e ela deslizou a mão até minha rola e apertou com força. "Isso aqui tá me deixando molhada há meses", disse e apertou meu pau com mais força. Tava duro e grosso, e ela tinha notado, porque quando enfiei dois dedos na buceta dela enquanto ela esfregava o clitóris com a outra mão.
Sem soltar o aperto, ela me obrigou a chegar perto do rosto dela, com as duas mãos libertou meu membro da calça e enfiou na boca. "É gostoso, é grosso, tá fervendo, doutor", disse e fez ele sumir na boca até o nariz dela tocar meu púbis. Apertei a cabeça dela quando tentou soltar na primeira vez, e ela deu um grito que ecoou no consultório inteiro. "Me afoga de novo, me afoga de novo com essa rola", implorou, e com um empurrão enfiei a rola de novo até ela engolir tudo e apertei por vários segundos. Com a outra mão, já tinha enfiado três dedos na buceta dela e, com o quarto, brincava com o buraquinho do cu dela, que instintivamente se dilatou quando passei a ponta do dedo no ânus. Tive que me segurar pra não encher a boca dela de porra, porque ela continuava grudada na minha rola e sem nenhuma intenção de soltar. Belisquei os mamilos dela e, quando ela soltou pra gritar, aproveitei pra tirar e voltar pra posição inicial.
Coloquei as pernas dela de volta nos apoios pra ficarem abertas e enfiei a língua até o fundo. Com as unhas, ela arranhava meu couro cabeludo e puxava levemente meu cabelo pra meu nariz também afundar naquela rachinha molhada e perfumada. Ela mesma agora beliscava os mamilos, e pude notar como ela gozou quando enfiei o dedo indicador até depois da junta. Tremia igual uma folha e escorria um fluxo morno e doce.
"O cu é minha fraqueza, doutor. Seria bom se você também... Revisa". E com uma das mãos, enfiou meu dedo até o fundo e pressionava com os quadris para enfiar mais e mais. Não resisti ao pedido dela. E quando ela pensava que eu ia penetrá-la por frente, deslizei um pouco meu pau pra baixo, pra que ele escorregasse pelo cu dela. Era apertado e foi se dilatando enquanto minha cabeça afundava e sumia dentro do cu dela. Com a outra mão, não parei de acariciar o clitóris dela até que, em algumas estocadas, meu pau entrou até o fundo. Eu tava grosso e cheio de veias. Fiquei parado uns segundos pra ela dilatar mais, mas ela mesma começou a rebolá contra meu pau, que tava duro e prestes a gozar.
"Enche meu cu de porra", ela implorou e começou a se mexer mais forte, sentando no meu pau que, na quarta estocada, descarregou toda a porra. Pela posição que a gente tava, meu pau ficou praticamente branco na hora, e ali percebi o quanto essa gostosa adorava esperma. Num pulinho, ela ajoelhou no chão e começou a chupar com maestria. "Quanta porra você tinha, sinto meu cu cheio", ela falava enquanto ia e vinha com a língua da base até a cabeça e enfiava na boca pra chupar sem parar. "Vou deixar ele seco", ela disse e conseguiu manter ele duro, mesmo depois de ter descarregado tudo no cu dela.
"Agora quero o último exame", ela falou, apoiando o rosto na maca e abrindo as nádegas, encaixando a cabeça do meu pau nos lábios da buceta dela, que ainda tava encharcada e escorrendo sucos. "Me fode, eu imploro, preciso sentir ele todo dentro", ela disse e eu enfiei de uma vez. A caverna tava quente e ela começou a gemer como uma louca enquanto apertava minhas nádegas com as duas mãos pra que meu pau entrasse mais fundo. "Não para, continua assim, esse pau tá me deixando louca", ela gritou e eu senti as pernas dela bambiarem quando gozou, se apertando contra meu pau. Ela tinha um cu perfeito. De repente, deu vontade de foder ela de pé, e eu fiz. Tirei a pica e sem perder o contato com o corpo dela, enfiei de novo no cu dela, que dessa vez não ofereceu a menor resistência.
Empurrei ela contra a parede pra que os peitos dela ficassem apertados enquanto eu bombava com força e abria ela com as duas mãos.
“Quero ele na boca”, ela disse e se agachou pra ficar na altura do meu pau. Agarrei ela pela nuca e continuei bombando igual quando tava no cu dela. “Mete, doutor, quero tudo”, ela falou enquanto com uma mão me batia uma punheta e com a outra enfiava os dedos na buceta dela, se esfregando no clitóris. Quando sentiu meu leite na língua, ela gozou também e começou a chupar devagar, até sentir que a ereção finalmente amolecia.
Não precisou de explicação nem de falar besteira depois daquela foda do caralho. Os dois estavam satisfeitos. Eu tinha dado duas lapadas na mulher do meu filho e não sentia culpa nenhuma. Pelo visto ela também não, porque sabia muito bem pra que tinha vindo no meu consultório.
“Vou fazer os exames e te vejo de novo”, ela disse com um chupão e enfiando a língua até o fundo da minha garganta. “Acho que arrumei ginecologista por um bom tempo”, brincou enquanto vestia a legging minúscula e empinava a raba pra eu olhar de novo.
Essa mulher podia fazer o que quisesse comigo. E eu tô pronto pra satisfazer ela.
0 comentários - Assim que meu sogro me comeu (escrito por ele) + tesão