—Puta merda, Cinthya! —disse seu Mário, com a voz grossa e os olhos semicerrados. —Que delícia essas mamacitas! —rosnou seu Ernesto, mais perto dela — você é uma deusa.
Cinthya baixou levemente o olhar, nervosa. Mordeu o lábio inferior enquanto brincava com os dedos. Custava a sustentar o olhar, como se não acreditasse no que tinha provocado. Mas não disse nada, nem recuou. Só ficou corada enquanto olhava para o lado, o que pareceu acender ainda mais os velhos.
—O que foi, Cinthya? —disse seu Ernesto, esboçando um sorriso lascivo.
—Hmm hehe, bom, é que é a primeira vez que uso uma coisa dessas.
—Haha, mas se olha só, se você nasceu pra isso, a rabetão que você tem nessa fio dental hehe. —disse seu Ernesto enquanto a observava.
Ela riu baixinho, quase escondendo o sorriso. Cobriu as nádegas lisas com as mãos, como se quisesse se proteger, mas ao fazer isso empurrou os peitos para frente, fazendo-os se levantar ainda mais. Foi um reflexo inconsciente, talvez, mas bastou para os olhos dos dois homens brilharem diante daqueles peitos à disposição. A figura de Cinthya na frente daqueles dois desgraçados me fazia perguntar como era possível tal situação, uma beleza na frente de dois ogros vulgares que a observavam com devoção.
—Vamos, mocinha —disse seu Mário, sentando-se na borda do sofá. — Chega mais. jeje. —Vai nos fazer sofrer só de olhar? Anda, senta aqui com a gente jeje. Ela deu um passo lento, caminhou até ficar na frente deles, parou com um sorriso. Os olhos dela brilhavam entre o medo e a excitação. O vestido que ela tinha usado antes já não existia mais, e só restava essa versão da minha esposa, exposta, delicada, sensual. Dom Ernesto, vendo a dúvida que minha esposa tinha, se levantou e claramente tinha uma ereção considerável formada dentro da calça, era impossível que a Cinthya não percebesse aquilo. O velho não se importou e, com um sorriso debochado, ficou atrás dela, que não se mexeu. Dom Ernesto se deliciou com as bundas enormes da minha esposa, que continuava de pé, até que o velho a pegou pela cintura e se encostou nela. Assim que sentiu a enfiada que Dom Ernesto deu, Cinthya deu um pequeno pulinho acompanhado de uma risadinha nervosa. —Sim! Dom Ernesto, não seja safado haha. —Pois é, desculpa, big booty kkkk, não queria te machucar jeje, é que seu corpinho nos provoca. — disse o velho enquanto passava as mãos pela barriga lisa da minha esposa. —Ernesto, deixa a moça dar uma voltinha pra gente, né? Haha — falou Dom Mario. Dom Ernesto não demorou nem um segundo e se afastou da Cinthya, deixando ela livre para atender o pedido de Dom Mario. —Hmm jeje, bom, como o senhor mandar, Dom Mario jeje — Cinthya terminou de dizer isso e lentamente girou o corpo na frente deles, mostrando cada curva do seu corpo gostoso, enfiada naquela lingerie maravilhosa. A bunda dela, mal coberta por aquela calcinha fio dental minúscula, fazia os velhos não conseguirem respirar. —Mas chega mais perto, Cinthya, não tenha medo jeje — disse Dom Mario. —Claro que não haha — Cinthya se aproximou animada até ficar ao alcance dos velhos. —Outra voltinha, big booty jeje — Dom Ernesto ordenou, e com um sorriso, Cinthya automaticamente obedeceu. Lentamente, ela girou de novo no lugar, mostrando a anatomia dela em detalhes. Naquele instante, Cinthya estava de costas para os velhos e... Dom Mario, com ousadia, deu um tapa na bunda da minha esposa. Na hora, a Cinthya reclamou.
— Sim! Quem estava sorrindo terminou de se virar, enquanto esfregava o lugar onde levou o tapa. Os dois velhos caíram na gargalhada com a "travessura", enquanto observavam minha esposa reclamar sem tanta convicção.
— Ainda tão rindo, hein, quem foi? — Cinthya tentava soar irritada, mas o sorriso a entregava.
— Foi aqui, meu compadre Ernesto — mentiu o velho Mario. Pra Cinthya, isso já bastou, e feito uma adolescente, ela se jogou em cima do seu Ernesto, fingindo que ia reclamar com ele.
— Isso doeu, seu Ernesto, hein — disse ela enquanto subia no sofá e se atirava nele.
— É que tu tem um rabão danado, hein — dizia o velho enquanto era "atacado pela Cinthya", e aproveitando a posição em que estavam, dessa vez ele deu mesmo um tapa na bunda dela, o que Cinthya não levou a mal e continuou com o ataque. Na luta corporal, minha esposa não conseguia desviar o olhar do volume do seu Ernesto e começou a roçar nele "sem perceber". Fez isso várias vezes, e até apertou de leve em alguns momentos, com a complacência do meu chefe, que não perdeu um segundo para apertar a bunda e os peitos da minha mulher, com a desculpa de fazer "cócegas" pra se soltar.
Nessa altura, Cinthya já estava dentro do jogo safado, e enquanto brincava com seu Ernesto, o velho Mario se aproximou e acariciou suavemente a coxa dela, subindo pela borda da liga.
Cinthya percebeu, mas ouviu seu Mario com total descargo aprovando os carinhos, e seu Ernesto continuava amolecendo minha esposa, que já respirava ofegante em cima dele. Num dado momento, seu Ernesto tirou as mãos.
— Posso? — perguntou seu Ernesto, aproximando o rosto do dela.
Cinthya olhou pra ele, e os olhos se cruzaram.
— Claro, uai — disse Cinthya.
E então seu Ernesto a beijou pela segunda vez naquela noite. Não foi um beijo longo, nem desesperado. Foi lento, suave e molhado, mas carregado de um desejo contido. Como se selassem algo que os dois sabiam que não ia parar por ali. Ela suspirou enquanto... Ela fechou os olhos, mas isso não o impediu. E eu continuava vendo tudo; com o coração partido e as mãos apertadas. Aquele beijo entre os dois foi o suficiente pra mudar tudo. Cinthya abriu os olhos devagar quando dom Ernesto se afastou dela.
— Vamos, Mario, vamos tirar isso da big booty haha — disse dom Ernesto, apontando pra cinta-liga que estava na cintura de Cinthya. Dom Mario, sem perder tempo, começou a tentar tirar a cinta-liga de Cinthya, mas o que os dois velhos não esperavam é que minha esposa, por vontade própria, ajudasse a tirar aquela peça. Isso só mostrava que ela estava dando consentimento pra tudo que podia vir. Dom Ernesto a beijou de novo enquanto ela terminava de tirar a cinta-liga e jogava longe.
— Tá gostando, né, big booty? — disse dom Ernesto, enquanto a mão dele percorria com calma o corpo de Cinthya.
— Olha só, donazinha, no começo tão caladinha, tão recatada, hehe — acrescentou Mario, já tentando tirar o sutiã dela. — Aaah! Não digam isso, é culpa de vocês!
— Kkkk, não nos culpe, big booty, isso é o que você quer, hehe — respondeu meu chefe.
Ela estava entregue ao momento, e o velho dom Mario finalmente conseguiu liberar os peitos da minha esposa, que se mostraram desafiadores diante de dom Ernesto, que, hábil e vorazmente, começou a devorá-los. Para Cynthia, foi uma libertação total, e mostrando seu tesão, incentivou dom Ernesto a continuar.
— Ah! Siiiim! — gemeu minha esposa enquanto dom Ernesto chupava seus peitos.
— Que delícia! Dom Ernesto, ahm!
— Você gosta que eu coma seus peitos, big booty?
— Siiiim, adoro! Ahhh!
Enquanto isso, dom Mario era o espectador da primeira fila, e eu estava escondido, com meu celular gravando a prova da minha mulher infiel. Enquanto minha esposa e meu chefe estavam vidrados no momento, dom Mario se levantou e, com astúcia e a complacência de Cynthia, começou a acariciar suas nádegas redondas, de cima para baixo. Cada vez mais ousado, o velho começou a dar beijos nas costas de Cynthia, descendo perigosamente até chegar em suas nádegas, que receberam beijos molhados e sujos. Dom Mario aproveitava a parte mais desejada da minha esposa.
— Dom Mariooo, o que cê tá fazendo, hehe! — disse minha esposa, virando-se para olhá-lo.
— Só te dando um tratamento especial, donazinha, hehe — disse dom Mario enquanto dava uma leve mordida nas nádegas de Cynthia.
— Kkkkkk, com cuidado, sim!
Os dois velhos riram de forma vulgar com a resposta de Cynthia. Os três continuavam no mundinho deles, aproveitando o momento: dom Ernesto saboreando os peitos de Cynthia e dom Mario percorrendo suas nádegas carnudas à vontade. E, claro, minha esposa entre eles, curtindo as carícias no seu corpanzil.
- Você tá tão gostosa, mamacita - disse seu Ernesto. Igual quando a gente tava na água, lembra? Hehe. - Hum, seu Ernesto, aquilo era só uma brincadeira, ahh - respondeu ela, com uma malícia cada vez mais evidente, como se aqueles dois velhos, com seus elogios sujos e mãos ansiosas, tivessem despertado algo que eu não soube acender. E o pior de tudo é que minha esposa não parecia confusa, ela estava entregue ao momento. Mário deslizou os dedos dentro da calcinha fio dental de Cíntia, que se surpreendeu.
- Calma, devagar, seu Mário! - sussurrou minha esposa.
Os dois velhos se inclinaram ao mesmo tempo, beijando o pescoço e os ombros dela, a rodeavam. A adoravam, e ela deixava tudo acontecer enquanto mantinha os lábios entreabertos. E no meio de tudo isso, meu celular continuava gravando tudo que estava rolando. Testemunhando o momento exato em que minha esposa deixava de lado qualquer dúvida e se entregava por completo.
Estavam a rodeando, beijando, tocando com uma lentidão quase cerimoniosa. Cíntia não resistia e não escondia nada. Seu corpo respondia naturalmente, sua pele vibrava a cada carícia, e sua respiração falava por ela, mais do que qualquer palavra. Eu observava do meu esconderijo, sem ousar respirar muito alto. Então, eu a vi se mexer.
Foi sutil no começo. A mão dela desceu lentamente pelo peito de seu Ernesto. Os dedos deslizaram com delicadeza sobre os botões da camisa aberta dele. Ela olhou nos olhos dele. Já não era mais timidez, agora havia algo mais profundo, mais decidido. E, pela primeira vez, foi ela quem se inclinou em direção a ele.
- Eu queroo... - sussurrou, quase inaudível - Quero fazer issoo... Enquanto pegava no pau de seu Ernesto por cima da calça, com desejo.
Ela se ajoelhou na frente dele com movimentos suaves, sem parar de olhar pra ele, as mãos se apoiaram nas pernas grossas de seu Ernesto, e os lábios dela se aproximaram lentamente da virilha dele. Eu prendi a respiração, não conseguia acreditar que minha esposa estava tomando a iniciativa pra aquilo.
Mas quando estava quase chegando, seu Ernesto colocou a mão firme no ombro nu dela e a parou. -Rsrsrs O que você quer fazer, mamacita? – disse seu Ernesto, esperando a resposta, desafiando ela.
-Hmm quero… Quero ter ele na minha boca – falou enquanto claramente ficava vermelha.
-O que você quer ter na sua boca, Cinthya? – o velho continuou perguntando enquanto segurava o rostinho lindo dela.
Ela não respondeu, queria falar alguma coisa, mas quase não dava pra ouvir de tão longe que eu tava.
-Fala, big booty! – gritou o velho
-Quero… quero chupar o pau dele! – disse Cinthya olhando nos olhos dele, enquanto era apalpada por seu Mário. Na sequência, sem esperar resposta, começou a abrir a braguilha de seu Ernesto. Era a primeira vez que Cinthya ia colocar um pau na boca, e o mais foda de tudo é que não era o meu, mas sim o daquele velho. Mas de repente o próprio velho a parou.
-Não, big booty – falou com voz rouca mas firme. Não eu… primeiro o meu compadre.
Ela ficou parada olhando confusa.
-O… seu Mário?
Ernesto riu devagar, como quem curte cada segundo do controle.
-Claro… primeiro você tem que cuidar dele, ele mereceu, não acha? Tô esperando por isso desde a primeira vez que ele te viu.
-Ah mas eu queria que o senhor fosse o prim…
-Já falei que é o primeiro, big booty! – A autoridade que ele tinha sobre ela era total.
Ela não falou mais nada, Cinthya piscou, como se processasse o que acabou de ouvir. Olhou pra seu Mário, que já tava olhando ela com aquela cara cheia de desejo, com a braguilha meio aberta e os olhos cravados nela igual um lobo que finalmente tinha a presa na frente. Cinthya mordeu o lábio, as bochechas ficaram vermelhas de novo, como se uma nova onda de vergonha passasse por ela. Mas não se levantou. Não se cobriu nem recuou. Virou devagar de joelhos, ficando de frente pra ele. Os olhos dela encontraram os dele por um instante, como se precisasse confirmar que aquilo tava certo… ou que pelo menos tinha permissão dela mesma pra fazer.
—Tá bom… —sussurrou minha esposa, aceitando a ordem. Eu mal conseguia respirar. Sentia o sangue pulsando nos meus ouvidos. Quando foi que ela se tornou isso? Quando foi que parou de olhar pra trás? Quando foi que deixou de ser minha esposa doce e delicada? Vi suas mãos se aproximarem de dom Mario. E, embora fizesse isso com suavidade, seu corpo não tremia; ela se inclinava em direção a ele, fechando os olhos por um instante e começou. Meu chefe a observava com um sorriso torto, como se cada segundo fizesse parte de um plano maior. Como se aquele ato de cedê-la ao amigo primeiro fosse parte do domínio absoluto dele sobre ela.Vi ela se acomodar entre as pernas de dom Mario com uma mistura de nervosismo e obediência. Com um pouco de atrapalhação, Cinthya puxou o pau de dom Mario pra fora — era a primeira vez que ia meter na boca. Não era lá essas coisas esteticamente, meio roxo e com a cabeça grossa, típico da idade. Segurando ele nas mãos, hesitou por um segundo, mas, de imediato, sob o olhar dos velhos, começou a passar a língua como se fosse um pirulito. Isso foi no começo, até que as palavras de dom Mario a incentivaram a mais.
— Que gostoso você faz, mocinha, mas enfia na sua boquinha, ah.
Cinthya, obediente, engoliu o pau de dom Mario devagar, como se tivesse talento ou fosse uma prodígio, começou a chupar o pau do velho com habilidade — a atrapalhação inicial tinha sumido. Ela estava de olhos fechados, mas, por um ato de prazer, os abriu. Seu olhar subia de vez em quando até ele, como se buscasse uma reação, uma aprovação. Dom Mario soltou um suspiro áspero, carregado de desejo.
-Isso mesmo, gostosa… assim… muito bem… Assim que ouviu o gemido de Dom Mario, algo dentro dela pareceu se soltar. O ritmo dela ficou mais fluido, mais seguro.
E eu não conseguia me mexer, minha esposa… a mulher que antes tremia só de eu beijar seu pescoço, agora estava de joelhos na frente daquele velho, entregando algo que, até então, ela nunca tinha me deixado pedir. E fazia isso com uma entrega que eu nunca tinha visto. Como se tivesse desejado aquilo, como se tivesse sonhado com aquilo. Dom Mario gemia, a mão dele se enroscou no cabelo dela, sem apertar, só acompanhando o movimento. Ele a guiava, elogiava e murmurava frases que eu mal conseguia entender, mas que não precisava traduzir. Cinthya não parava, a respiração dela ofegante, as costas arqueadas com naturalidade.
Cada gesto dela parecia uma mistura de concentração e prazer… como se fazer aquilo fosse parte do desejo que queimava por dentro dela. E ao lado, Dom Ernesto observava, apoiado no encosto do sofá, com um sorriso satisfeito. O olhar dele não era de um espectador qualquer, era o de um homem que sabia que era dono do roteiro. Sabia que ela estava ali, naquele ponto, porque ele tinha decidido assim.
- Tá vendo o que cê provoca, rabuda? Hehe -falou ele entre os dentes, sem desviar o olhar. Abre os olhos, big booty, me olha enquanto chupa o pau do meu compadre, igualzinho uma putinha kkkk. Cinthya levantou os olhos, exatamente como ele pediu. Os lábios dela continuavam chupando a rola do seu Mario, mas o olhar agora tava cravado no seu Ernesto. Já não era mais transmissão o que ela passava. Era algo diferente e novo, os gemidos abafados com o pau do seu Mario excitavam ainda mais meu velho chefe. Glup glup! Ouvia-se no lugar. O velho Mario soltou um grunhido abafado e se reclinou pra trás, sem parar de acariciar o cabelo dela, tremendo de leve. E a Cinthya, como se sentisse, diminuiu o ritmo. Controlava ele, manipulava, já não era mais uma aprendiz e também não hesitava. -Issooo kkkk que que houve Mario, tão bom assim que a big booty faz? -enquanto ria que nem um desgraçado. Seu Ernesto se levantou devagar. Deu um passo na direção deles, seu Mario abriu os olhos e riu, ofegante. -Já é sua vez, compadre... -falou, tirando a rola velha da boquinha da minha esposa, ela deixou cair um fiozinho de saliva no canto dos lábios, resto do pau que tava mamando até aquele momento. Cinthya respirava ofegante, tentando recuperar o fôlego, limpou os lábios disfarçadamente e ergueu o olhar pro seu Ernesto. -Agora sim? Mm -perguntou ela, com a voz baixa e sorrindo. Ele olhou pra ela, se abaixou. Pegou o rosto dela com as duas mãos, com uma ternura que ela não esperava ver.
-Agora sim, big booty - foi a resposta dele. Cinthya se virou devagar, com o rosto ainda corado e os lábios úmidos, os olhos dela procuraram os de dom Ernesto com uma mistura de ansiedade e entrega. Ele já estava esperando por ela, de pé na frente dela, com aquele olhar carregado de domínio e desejo que eu tanto odiava, mas que, naquele instante, parecia ter um poder estranho sobre ela. Cinthya não disse nada no começo, só olhou pra ele como se pedisse permissão, com a respiração ofegante e ainda de joelhos, vestida só com a tanga da lingerie dela.
-Vamos ver, big booty, como você manda bem chupando a pica do seu chefe hahaha - disse dom Ernesto com a voz grave, enquanto largava o cinto.
Cinthya se levantou, mas não baixou o olhar. Dessa vez, manteve ele firme, com uma segurança trêmula, como se soubesse o que ia fazer, mas precisasse que ele confirmasse. Ela, muito excitada e com uma desesperação evidente, desabotoou a calça de dom Ernesto, enfiou a mão e pegou a pica do velho, que já estava meio dura, apontando pra ela.
Cinthya não disse nada e, enquanto olhava praquele mastro, começou a masturbar ele devagar, sem tirar os olhos de dom Ernesto. Tanta era a excitação da minha esposa que, num movimento só, enfiou a pica na boca, com os olhos cravados nos do meu chefe.
-Isso... isso aí... - murmurou dom Ernesto, apoiando uma mão na nuca dela. - Assim, big booty... assim que eu gosto. - dizia o velho, suspirando de prazer.
Ela começou devagar, com movimentos suaves, quase delicados, respirando pelo nariz. As mãos dela se apoiavam nas coxas dele pra se segurar, enquanto o corpo dela balançava naquele ritmo natural que ela conhecia tão bem. Os olhos dela se ergueram de novo por um instante, procurando a reação dele, e dom Ernesto respondeu com um suspiro longo e profundo que escapou entre os dentes.
-Uff... big booty... você nasceu pra isso - disse ele, acariciando o cabelo dela com os dedos horríveis.
Cinthya respondeu com um som leve, um que eu não soube se era um gemido ou uma tentativa de falar, mas... não parou, se ajeitou melhor, inclinando-se com mais liberdade, como se a emoção do começo estivesse se desfazendo, como se agora quisesse que aquele momento nunca acabasse.
-Ahhm, tá bom assim, seu Ernesto, mm? — perguntou ela, tirando a piroca grossa da boca, só se afastando um pouco pra olhar pra ele. — Mais que bom, rabuda… cê faz muito gostoso… não para — respondeu ele, olhando pra ela com os olhos semicerrados e um sorriso nojento, como se já tivesse quase gozando.
Ela ficou brava, de leve, e enfiou a vara de carne de novo na boca, com mais profundidade, não ligava pra dificuldade, ela fazia aquilo com total entrega.
— Cê faz muito bem, gostosa, ahh continua — seguiu seu Ernesto, baixando a voz. Cê gosta de chupar, rabuda? Cê gosta das nossas pirocas?
Ela parou de novo por um instante, só o suficiente pra olhar pra ele com as bochechas vermelhas e dizer:
— Siiiim, eu gosto, mmh!.. Adoro sua piroca, seu — enquanto enfiava de novo na boca e chupava sem parar.
Seu Ernesto não se segurou mais com essas declarações da Cinthya, agarrou ela pelo cabelo com força e começou a foder a boca dela desesperadamente, as investidas violentas faziam a Cinthya engasgar mais, as reclamações dela davam a entender isso, mas em nenhum momento ela fez algum movimento pra se livrar do carrasco, os peitões balançavam no ritmo das investidas do velho e o rostinho de princesa ficava vermelho pela falta de ar.
— Haa, rabuda, chupa tudo, essa piroca é sua! — gritava o velho.
— Jajaja, calma, compadre, deixa a gostosa descansar — dizia seu Mário rindo ao ver a Cinthya.
Foi por isso que seu Ernesto terminou o “martírio” da minha esposa. O velho se recostou no sofá enquanto ela recuperava o fôlego, ela ficou de joelhos, ainda respirando forte, nos lábios dela se desenhava um sorriso, apesar de quão violento o velho tinha sido, ela ainda sorria, arrumava o cabelo que tinha ficado bagunçado por causa do meu chefe.
— Já, rabuda, vem pra cá, para de descansar — ordenou o velho enquanto tirava o que restava da roupa e estendia a mão pra ela. Cinthya, obediente, se levantou e deu a mão pra ser guiada.
-Desculpa, compadre, mas já te dei a primeira mamada da bucetuda- ela dizia pra dom Mario, que só observava e aceitava o que foi dito, ficando no seu lugar. Ela foi guiada e deu um sorriso pra dom Mario aguentar. Ela já estava em cima de dom Ernesto, de novo prestes a foder com ele e não tinha nada que impedisse, e na verdade ela não queria que nada impedisse. A lança do velho estava desafiadora, quase na entrada da minha esposa, ela mordia o lábio e ria do roçar entre eles.-Você quer, bucetuda?
-Uhmm sim, por favor- ela sussurrava
-Você quer que eu meta, bucetuda?- dizia o velho com uma careta perversa no rosto enrugado.
-Ah, dom Ernesto, não seja mau... ahh- ela respondeu enquanto lambia os lábios.
-Você tem que pedir, rabuda hehe
-Dom, mete a piro...caaaa!- o grito da Cinthya foi longo e libertador
Meu chefe já estava dentro dela de novo, tinha conseguido ter ela outra vez, mas dessa vez não tinha nenhuma armadilha, era só ela se entregando por prazer. Cinthya estava totalmente imóvel, com a cabeça pra trás, a respiração forte fazia os peitos dela se erguerem ainda mais na frente dos olhos do velho, as costas arqueadas, a barriga lisa sobre a barriga peluda do velho não fazia nada além de surpreender pelo irreal daquela imagem.
-Ahhhh!- foi o próximo som que saiu da boca dela.
-Essa bunda gostosa sente só kkkk -Ai, não, que delícia!
-Caralho, Cinthya, como você aperta, menina.
-Seu moço, por favor, não se mexe... ahh! – implorava minha esposa.
-Kkkk, como se eu não fosse mexer, bunda gostosa kkk – respondia o velho enquanto segurava ela pela cintura delicada. O velho não ligou pros pedidos dela e começou a se mover devagar dentro dela. Cinthya era uma beleza delicada, então não tinha problema nenhum pro velho carregá-la. Pra ela, foi uma sensação de prazer total.
-Não, seu Ernesto!
-Por favorrr, devagar, ahhh!
-Que gostosoo!
-Sentiu minha falta, bunda gostosa? – perguntou o velho enquanto passava as mãos pelas costas dela.
-Umhhh, siiiim
Nisso, o velho começou a acelerar as investidas e Cinthya gemendo cada vez mais forte.
-Ai, seu moço, continuaaa!
-Adoro issooo!
As mãos do meu chefe agarraram as nádegas de Cinthya e, com mais força que antes, começou a foder ela, subindo e descendo no pau dele.
-Isso, bunda gostosa, ahh, cê gosta de ser fodida pelo chefe do seu marido! – ele gritava.
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