Uma vez no carro, depois de uma viagem apertada e cheia de nervosismo pra minha esposa não olhar pra minha virilha, que tava sendo atacada por duas mulheres sem ela saber. Chegamos no restaurante, e lá eu fui super educado e cavalheiro com minha esposa, normal. Mas Sarah, Estefani e Maira sentaram na frente e do meu lado, enquanto Adriana e o marido dela sentaram de frente pra minha esposa. Todo mundo tava conversando até que a garçonete veio anotar os pedidos. Cada um fez o seu e a gente voltou a falar sobre o que fazia da vida, se conhecendo um pouco. Sendo que... eu já tinha conhecido bem três delas e ainda nem sabia no que trabalhavam.
Chegou a hora e eu precisei ir ao banheiro, então levantei, me desculpei com eles e fui pro banheiro, tudo muito normal. O que não foi normal é que depois de um tempo, a Adriana apareceu batendo na porta e falando: "Ei... me deixa entrar que eu tô com vontade e o sem graça do meu marido é um tédio". Eu hesitei por um segundo, mas acabei deixando ela entrar. Quando entrou, como se ela fosse minha dona, começou a me beijar e me masturbar. Ela baixou a calça, puxou a calcinha pro lado, se encostou na parede e disse: "Vamos, faz rápido". Sem mais delongas, lubrifiquei a buceta dela com um pouco de saliva e comecei a penetrar. Deus... ainda sentia a buceta dela melada e cheia do meu gozo daquela outra vez na casa dela. Fui metendo naquela buceta madura uma hora e outra, muito rápido e forte, apertando os quadris dela e puxando o cabelo, até que finalmente gozei de novo dentro dela. O dia ainda não tinha acabado e eu já tinha fodido três mulheres que não eram minha esposa, e já tinha gozado duas vezes dentro de uma delas. Quando gozei, ela tremeu e arranhou as paredes enquanto eu bombeava meu leite pra dentro dela. Ela soltou um gemido que, pra evitar confusão com o pessoal do restaurante, eu abafei com minhas mãos até meter nela pela última vez, bem forte. Senti o útero dela entortando minha pica, porque não tinha mais espaço. Tirei meu pau de dentro dela, ainda pulsando, e espirrei um pouco de porra e os fluidos dela na calcinha dela. Ela puxou a calcinha suja pra cima, sem se limpar, me beijou de novo e falou: "Espera um pouco e depois volta pra mesa." Saiu do banheiro e voltou pros outros. Eu, do meu lado, exatamente como ela mandou, arrumei minha roupa e saí depois de um tempo. Beijei minha esposa e pedi desculpas pela demora, ela só sorriu e disse que não tinha problema. A comida chegou e todo mundo começou a comer. Nessa hora, a Sarah, a filha mais nova do marido da Adriana, mencionou que trabalhava como garçonete num bar, e ficava me encarando enquanto contava pra todo mundo a roupa que tinha que usar. O que os outros não sabiam é que, debaixo da mesa, ela tinha posto os pés, acariciando minha perna. Por dentro, eu pensava: "Que putas... espero que minha esposa não seja tão oferecida assim" (se tão perguntando, eu tenho ela bem domesticada, ela mesma coloca a coleira). Depois de um tempo, minha esposa levantou e se desculpou, falou que queria ir ao banheiro. Assim que ela foi, a Estefani se aproximou de mim e, debaixo da mesa, começou a pegar no meu pau como se fosse dela. O marido da Adriana só olhava enquanto a Estefani mexia o braço de um jeito sugestivo. A Sarah sorria e falou pra Estefani: "Achei que você ia pular sua vez..." A Maira, por outro lado, comia e olhava pro pai dela, sem querer, imagino, disse: "Você é patético." A esposa dele, a dona Adriana, que há pouco tinha sido fodida por mim no banheiro, começou a rir dele. Ele, por outro lado, tava visivelmente irritado, mas não fez nada, só baixou a cabeça. A Sarah avisou a Estefani que minha esposa já tava saindo do banheiro, e rapidinho a Estefani soltou meu pau. Eu me arrumei de novo e esperamos ela voltar. Minha esposa sentou e sorriu ao ver todo mundo rindo de algo que ela não entendia, todo mundo menos o marido da tia dela. Terminamos de comer e simplesmente levantamos. Eu ia pagar meu prato e o da minha esposa, mas antes de conseguir tirar a carteira... Só a carteira da Adriana sorriu e disse efusivamente "relaxa, ele paga" e, tirando a carteira do marido, pegou um cartão e pagou todos os pratos com ele. Enquanto voltávamos pra casa, a Estefani olhou pro padrasto e disse "ei, ele mora longe e ela mora com vocês, por que vocês não dão uma carona pra gente? E os outros pegam um táxi pra casa?" Ou seja, a Estefani e o padrasto dela iam me levar de carro até em casa, porque lembra que a Estefani morava em outro lugar, enquanto minha esposa, a Sarah, a Maira e a Adriana pegavam um táxi pra casa. A Adriana olhou pro marido e aprovou a ideia sem pensar muito, a Sarah e a Maira fizeram como se não ligassem. Então minha esposa não teve escolha, me beijou e a gente se despediu. Todos esperamos elas pegarem o táxi e, assim que foram embora naquele táxi, a Estefani disse pro padrasto "só leva a gente na casa dele e depois você volta com a minha mãe, ok?" Ele ligou o carro, ela e eu sentamos atrás e, da forma mais descarada, ela tirou a blusa e ficou só de sutiã, olhava pelo retrovisor e dizia pro padrasto "você não olha, sabe que não pode olhar" e sorria enquanto me pegava na rola. Ela tirou do meu jeans e começou a me masturbar abertamente enquanto a gente tava em movimento, eu indiquei pra ele onde eu morava e ele, como se fosse um taxista, assentiu e começou a dirigir. A Estefani continuou me masturbando muito bem e sem medo naquele banco de trás. De vez em quando me beijava, eu apalpava os peitos dela por cima do sutiã e enfiava a mão por baixo da roupa, acariciando a buceta dela por cima da calcinha. Ela tava molhada e quente, enquanto continuava me masturbando e se deixando tocar, me dizia "e então... ela faz bem pra você?" E antes que eu respondesse, ela abaixou a cabeça e começou a me chupar. Ela se engasgava sozinha enfiando tudo na boca, sentia a língua dela lambendo e brincando nas minhas bolas enquanto a ponta da minha rola era esmagada e sufocada pela garganta dela. Era uma sensação incrível e ela não parou, mesmo com ânsia e falta de ar, continuava engolindo e chupando. De De vez em quando ela descansava, lambendo e masturbando a base e a ponta. Tava claro que ela sabia o que fazia. Eu não aguentei mais e acabei gozando na boca dela. Fiz ela engolir bastante porra, porque ela já tava me estimulando o pau com as mãos e a boca fazia um tempão. O padrasto dela olhou pelo retrovisor, vendo como eu segurava ela pelo cabelo, obrigando ela a engolir até a última gota. Ele sentiu que devia falar algo, mas ela xingou ele na hora, gritando ainda com porra escorrendo pelos lábios: "Nem pensa em falar nada, você só dirige e deixa eu me divertir, inútil!" E rapidamente voltou a chupar meu pau. Praticamente passou o caminho inteiro só me fazendo sexo oral. Quando chegou na minha casa, ela me deu um beijo no pau e olhou pro padrasto só pra rir e falar que ele já podia voltar pra esposa dele. Entramos na minha casa e ela nem vestiu a blusa pra sair do carro. Alguns vizinhos viram ela assim, só de sutiã. Ao entrar em casa, ela me perguntou: "E então, quem dá as melhores boquetas?" E só pra testar e provocar ela, respondi que minha esposa ainda era a melhor. Ela franziu a cara e começou a se despir na minha frente, ainda brava. Tirou a roupa íntima e ficou completamente nua. Ali estava ela, a prima da minha esposa, pelada no meu quarto, depois de ter conhecido a família da minha esposa. Eu sorri e, com uma ordem clara, falei: "Fica de quatro. Essa sua buceta deve estar bem usada pra não precisar de mais atenção que a do meu pau!" Ela me olhou com uma sobrancelha levantada e, mesmo assim, obedeceu, ficando de quatro na minha cama. Eu apertei as nádegas dela. O corpo dela, cor de café claro, o cabelo preto e ondulado nas costas nuas e suadas, caindo um pouco pelos ombros. Os peitos pequenos, mas lindos, com mamilos duros e morenos. As nádegas se destacando na figura dela, redondas e macias, continuando com umas coxas grossas e, mesmo sendo baixinhas, faziam das pernas dela uma obra-prima. A buceta dela, preta e queimada. e seu ânus incrivelmente bem conservado. Cravei minhas unhas nas nádegas dela e, sem piedade, comecei a meter nela uma e outra vez, ela imediatamente gemeu e continuou gemendo bem alto. Minha pica estava mais dura do que nunca, e eu estava despejando tudo isso dentro dela. Passei pelo menos uma hora metendo e castigando as nádegas dela naquela posição até que lembrei que não tinha avisado minha esposa que já estava em casa, então liguei pra ela: "Oi, meu amor, que bom que você ligou", ela disse do outro lado do telefone, enquanto do meu lado eu segurava a prima dela pelo cabelo e cravava lenta e profundamente minha pica dentro dela. Estefani tentava não fazer barulho. "Oi, meu amor, queria dizer que já cheguei em casa e agradecer pelo dia de hoje", falei pra minha esposa enquanto a prima dela começava a tremer com minha pica dentro dela. Conversamos e conversamos sobre como nos divertimos enquanto Estefani continuava tremendo e se esguichando nos meus lençóis, e minha esposa me dizendo "te amo" no telefone. Quando desliguei, Estefani começou a gemer tão alto que minha pica ficou ainda mais dura e maior do gostoso que ela gemia e gritava. Eu batia nas nádegas dela e comecei a meter em círculos, abrindo mais a buceta dela; ela gritava e implorava por mais, começando a mexer os quadris sozinha. Ela teve o segundo orgasmo e caiu tremendo na cama, quase tendo convulsões, enquanto me dizia: "Porra!!! Que gostoso..." Eu ri dela e a peguei pelo cabelo, beijando-a e sussurrando: "Vi que seu ânus ainda está intacto." Ela gritou: "Não, não, por aí não, por favor!" E sem dizer uma palavra, passei bastante sêmen e fluidos da buceta dela no ânus dela e comecei a penetrá-la bem devagar e suave, deixando que ela sentisse cada parte da minha pica enquanto eu abria o cu dela. A cena foi maravilhosa; a buceta dela começou a mijar enquanto ela virava os olhos e chorava, gritando de dor e tremendo muito forte. Nada disso acabou até que eu parei de entrar nela. Mas ela voltou a gritar e chorar enquanto eu me movia para fora. Segurei firme nos quadris e no pescoço dela e comecei a meter uma vez atrás da outra, completamente dominada na cama. A bunda dela não tinha dado muita ação e era toda minha. Continuei metendo sem parar, comecei a gozar dentro dela e, quando parei de gozar, voltei a meter no cu dela. Ela começou a gemer e implorar por misericórdia enquanto a buceta dela vibrava e escorria. Depois de umas 2 horas nessa, ela começou a gozar pelo cu, eu metia e, depois de algumas estocadas, ela gozava, assim várias vezes até que mudei de posição e a fiz sentar em cima de mim. E, para minha surpresa, ela colocou meu pau no cu dela de novo, virou de costas e me disse, puta e excitada: "então, gato... continua usando meu cu e é melhor fazer tão gostoso que eu esqueça que dói tanto..." Passei a noite toda usando a bunda apertada dela até que, quando terminamos, o cu dela não conseguia nem fechar, e meu punho cabia lá sem problemas, escorrendo porra e a buceta dela toda mijada, escorrendo porra, fluidos e o rosto vermelho com toda a maquiagem destruída, cheia de lágrimas. Levantei ela e levei para o chuveiro, ela tinha deixado meu pau todo cagado, então mandei ela lavar meu corpo no banho. Ela fez obedientemente e, depois de limpar meu pau, me deu mais um boquete daqueles bons que ela me deu no carro do padrasto. Fomos dormir e, no dia seguinte, minha esposa me escreveu: "como amanheceu meu rei?" com uma foto dos peitos dela enquanto tomava banho. Estefani viu a foto e me disse: "nossa! Sabia que era peituda, mas não tanto." Olhou para os peitos pequenos dela e riu, levantou da cama e, antes de pegar a calcinha, me perguntou com um sorriso: "quer continuar me usando assim ou... prefere que eu vá?" Eu peguei ela pelo braço e a coloquei de volta na cama, era domingo, então tava pouco me fodendo passar o dia transando com uma mina que mal sabia que era prima da minha esposa. Mas antes de largar o celular, mandei uma foto do meu pau para minha esposa, por causa da umidade e do Os fluidos da Estefani deixaram meu pau bem lubrificado e brilhando. Larguei o celular e continuei usando o cu da Estefani. E, por pura sacanagem e maldade, ficava alternando entre o cu e a buceta, uma hora na outra, enquanto sufocava ela na minha cama, que já tava toda destruída de tanto xixi e fluidos. A noite inteira e o dia todo destruindo a prima da minha esposa, e um dia antes tava usando e recebendo atenção das filhas do marido da tia dela e da própria tia no meu pau... puta que pariu, foi um fim de semana produtivo. O lado ruim? Minha esposa parou de visitar a tia porque elas brigaram, então perdi contato com elas. Com isso, a história acaba. Espero que tenham gostado.
Chegou a hora e eu precisei ir ao banheiro, então levantei, me desculpei com eles e fui pro banheiro, tudo muito normal. O que não foi normal é que depois de um tempo, a Adriana apareceu batendo na porta e falando: "Ei... me deixa entrar que eu tô com vontade e o sem graça do meu marido é um tédio". Eu hesitei por um segundo, mas acabei deixando ela entrar. Quando entrou, como se ela fosse minha dona, começou a me beijar e me masturbar. Ela baixou a calça, puxou a calcinha pro lado, se encostou na parede e disse: "Vamos, faz rápido". Sem mais delongas, lubrifiquei a buceta dela com um pouco de saliva e comecei a penetrar. Deus... ainda sentia a buceta dela melada e cheia do meu gozo daquela outra vez na casa dela. Fui metendo naquela buceta madura uma hora e outra, muito rápido e forte, apertando os quadris dela e puxando o cabelo, até que finalmente gozei de novo dentro dela. O dia ainda não tinha acabado e eu já tinha fodido três mulheres que não eram minha esposa, e já tinha gozado duas vezes dentro de uma delas. Quando gozei, ela tremeu e arranhou as paredes enquanto eu bombeava meu leite pra dentro dela. Ela soltou um gemido que, pra evitar confusão com o pessoal do restaurante, eu abafei com minhas mãos até meter nela pela última vez, bem forte. Senti o útero dela entortando minha pica, porque não tinha mais espaço. Tirei meu pau de dentro dela, ainda pulsando, e espirrei um pouco de porra e os fluidos dela na calcinha dela. Ela puxou a calcinha suja pra cima, sem se limpar, me beijou de novo e falou: "Espera um pouco e depois volta pra mesa." Saiu do banheiro e voltou pros outros. Eu, do meu lado, exatamente como ela mandou, arrumei minha roupa e saí depois de um tempo. Beijei minha esposa e pedi desculpas pela demora, ela só sorriu e disse que não tinha problema. A comida chegou e todo mundo começou a comer. Nessa hora, a Sarah, a filha mais nova do marido da Adriana, mencionou que trabalhava como garçonete num bar, e ficava me encarando enquanto contava pra todo mundo a roupa que tinha que usar. O que os outros não sabiam é que, debaixo da mesa, ela tinha posto os pés, acariciando minha perna. Por dentro, eu pensava: "Que putas... espero que minha esposa não seja tão oferecida assim" (se tão perguntando, eu tenho ela bem domesticada, ela mesma coloca a coleira). Depois de um tempo, minha esposa levantou e se desculpou, falou que queria ir ao banheiro. Assim que ela foi, a Estefani se aproximou de mim e, debaixo da mesa, começou a pegar no meu pau como se fosse dela. O marido da Adriana só olhava enquanto a Estefani mexia o braço de um jeito sugestivo. A Sarah sorria e falou pra Estefani: "Achei que você ia pular sua vez..." A Maira, por outro lado, comia e olhava pro pai dela, sem querer, imagino, disse: "Você é patético." A esposa dele, a dona Adriana, que há pouco tinha sido fodida por mim no banheiro, começou a rir dele. Ele, por outro lado, tava visivelmente irritado, mas não fez nada, só baixou a cabeça. A Sarah avisou a Estefani que minha esposa já tava saindo do banheiro, e rapidinho a Estefani soltou meu pau. Eu me arrumei de novo e esperamos ela voltar. Minha esposa sentou e sorriu ao ver todo mundo rindo de algo que ela não entendia, todo mundo menos o marido da tia dela. Terminamos de comer e simplesmente levantamos. Eu ia pagar meu prato e o da minha esposa, mas antes de conseguir tirar a carteira... Só a carteira da Adriana sorriu e disse efusivamente "relaxa, ele paga" e, tirando a carteira do marido, pegou um cartão e pagou todos os pratos com ele. Enquanto voltávamos pra casa, a Estefani olhou pro padrasto e disse "ei, ele mora longe e ela mora com vocês, por que vocês não dão uma carona pra gente? E os outros pegam um táxi pra casa?" Ou seja, a Estefani e o padrasto dela iam me levar de carro até em casa, porque lembra que a Estefani morava em outro lugar, enquanto minha esposa, a Sarah, a Maira e a Adriana pegavam um táxi pra casa. A Adriana olhou pro marido e aprovou a ideia sem pensar muito, a Sarah e a Maira fizeram como se não ligassem. Então minha esposa não teve escolha, me beijou e a gente se despediu. Todos esperamos elas pegarem o táxi e, assim que foram embora naquele táxi, a Estefani disse pro padrasto "só leva a gente na casa dele e depois você volta com a minha mãe, ok?" Ele ligou o carro, ela e eu sentamos atrás e, da forma mais descarada, ela tirou a blusa e ficou só de sutiã, olhava pelo retrovisor e dizia pro padrasto "você não olha, sabe que não pode olhar" e sorria enquanto me pegava na rola. Ela tirou do meu jeans e começou a me masturbar abertamente enquanto a gente tava em movimento, eu indiquei pra ele onde eu morava e ele, como se fosse um taxista, assentiu e começou a dirigir. A Estefani continuou me masturbando muito bem e sem medo naquele banco de trás. De vez em quando me beijava, eu apalpava os peitos dela por cima do sutiã e enfiava a mão por baixo da roupa, acariciando a buceta dela por cima da calcinha. Ela tava molhada e quente, enquanto continuava me masturbando e se deixando tocar, me dizia "e então... ela faz bem pra você?" E antes que eu respondesse, ela abaixou a cabeça e começou a me chupar. Ela se engasgava sozinha enfiando tudo na boca, sentia a língua dela lambendo e brincando nas minhas bolas enquanto a ponta da minha rola era esmagada e sufocada pela garganta dela. Era uma sensação incrível e ela não parou, mesmo com ânsia e falta de ar, continuava engolindo e chupando. De De vez em quando ela descansava, lambendo e masturbando a base e a ponta. Tava claro que ela sabia o que fazia. Eu não aguentei mais e acabei gozando na boca dela. Fiz ela engolir bastante porra, porque ela já tava me estimulando o pau com as mãos e a boca fazia um tempão. O padrasto dela olhou pelo retrovisor, vendo como eu segurava ela pelo cabelo, obrigando ela a engolir até a última gota. Ele sentiu que devia falar algo, mas ela xingou ele na hora, gritando ainda com porra escorrendo pelos lábios: "Nem pensa em falar nada, você só dirige e deixa eu me divertir, inútil!" E rapidamente voltou a chupar meu pau. Praticamente passou o caminho inteiro só me fazendo sexo oral. Quando chegou na minha casa, ela me deu um beijo no pau e olhou pro padrasto só pra rir e falar que ele já podia voltar pra esposa dele. Entramos na minha casa e ela nem vestiu a blusa pra sair do carro. Alguns vizinhos viram ela assim, só de sutiã. Ao entrar em casa, ela me perguntou: "E então, quem dá as melhores boquetas?" E só pra testar e provocar ela, respondi que minha esposa ainda era a melhor. Ela franziu a cara e começou a se despir na minha frente, ainda brava. Tirou a roupa íntima e ficou completamente nua. Ali estava ela, a prima da minha esposa, pelada no meu quarto, depois de ter conhecido a família da minha esposa. Eu sorri e, com uma ordem clara, falei: "Fica de quatro. Essa sua buceta deve estar bem usada pra não precisar de mais atenção que a do meu pau!" Ela me olhou com uma sobrancelha levantada e, mesmo assim, obedeceu, ficando de quatro na minha cama. Eu apertei as nádegas dela. O corpo dela, cor de café claro, o cabelo preto e ondulado nas costas nuas e suadas, caindo um pouco pelos ombros. Os peitos pequenos, mas lindos, com mamilos duros e morenos. As nádegas se destacando na figura dela, redondas e macias, continuando com umas coxas grossas e, mesmo sendo baixinhas, faziam das pernas dela uma obra-prima. A buceta dela, preta e queimada. e seu ânus incrivelmente bem conservado. Cravei minhas unhas nas nádegas dela e, sem piedade, comecei a meter nela uma e outra vez, ela imediatamente gemeu e continuou gemendo bem alto. Minha pica estava mais dura do que nunca, e eu estava despejando tudo isso dentro dela. Passei pelo menos uma hora metendo e castigando as nádegas dela naquela posição até que lembrei que não tinha avisado minha esposa que já estava em casa, então liguei pra ela: "Oi, meu amor, que bom que você ligou", ela disse do outro lado do telefone, enquanto do meu lado eu segurava a prima dela pelo cabelo e cravava lenta e profundamente minha pica dentro dela. Estefani tentava não fazer barulho. "Oi, meu amor, queria dizer que já cheguei em casa e agradecer pelo dia de hoje", falei pra minha esposa enquanto a prima dela começava a tremer com minha pica dentro dela. Conversamos e conversamos sobre como nos divertimos enquanto Estefani continuava tremendo e se esguichando nos meus lençóis, e minha esposa me dizendo "te amo" no telefone. Quando desliguei, Estefani começou a gemer tão alto que minha pica ficou ainda mais dura e maior do gostoso que ela gemia e gritava. Eu batia nas nádegas dela e comecei a meter em círculos, abrindo mais a buceta dela; ela gritava e implorava por mais, começando a mexer os quadris sozinha. Ela teve o segundo orgasmo e caiu tremendo na cama, quase tendo convulsões, enquanto me dizia: "Porra!!! Que gostoso..." Eu ri dela e a peguei pelo cabelo, beijando-a e sussurrando: "Vi que seu ânus ainda está intacto." Ela gritou: "Não, não, por aí não, por favor!" E sem dizer uma palavra, passei bastante sêmen e fluidos da buceta dela no ânus dela e comecei a penetrá-la bem devagar e suave, deixando que ela sentisse cada parte da minha pica enquanto eu abria o cu dela. A cena foi maravilhosa; a buceta dela começou a mijar enquanto ela virava os olhos e chorava, gritando de dor e tremendo muito forte. Nada disso acabou até que eu parei de entrar nela. Mas ela voltou a gritar e chorar enquanto eu me movia para fora. Segurei firme nos quadris e no pescoço dela e comecei a meter uma vez atrás da outra, completamente dominada na cama. A bunda dela não tinha dado muita ação e era toda minha. Continuei metendo sem parar, comecei a gozar dentro dela e, quando parei de gozar, voltei a meter no cu dela. Ela começou a gemer e implorar por misericórdia enquanto a buceta dela vibrava e escorria. Depois de umas 2 horas nessa, ela começou a gozar pelo cu, eu metia e, depois de algumas estocadas, ela gozava, assim várias vezes até que mudei de posição e a fiz sentar em cima de mim. E, para minha surpresa, ela colocou meu pau no cu dela de novo, virou de costas e me disse, puta e excitada: "então, gato... continua usando meu cu e é melhor fazer tão gostoso que eu esqueça que dói tanto..." Passei a noite toda usando a bunda apertada dela até que, quando terminamos, o cu dela não conseguia nem fechar, e meu punho cabia lá sem problemas, escorrendo porra e a buceta dela toda mijada, escorrendo porra, fluidos e o rosto vermelho com toda a maquiagem destruída, cheia de lágrimas. Levantei ela e levei para o chuveiro, ela tinha deixado meu pau todo cagado, então mandei ela lavar meu corpo no banho. Ela fez obedientemente e, depois de limpar meu pau, me deu mais um boquete daqueles bons que ela me deu no carro do padrasto. Fomos dormir e, no dia seguinte, minha esposa me escreveu: "como amanheceu meu rei?" com uma foto dos peitos dela enquanto tomava banho. Estefani viu a foto e me disse: "nossa! Sabia que era peituda, mas não tanto." Olhou para os peitos pequenos dela e riu, levantou da cama e, antes de pegar a calcinha, me perguntou com um sorriso: "quer continuar me usando assim ou... prefere que eu vá?" Eu peguei ela pelo braço e a coloquei de volta na cama, era domingo, então tava pouco me fodendo passar o dia transando com uma mina que mal sabia que era prima da minha esposa. Mas antes de largar o celular, mandei uma foto do meu pau para minha esposa, por causa da umidade e do Os fluidos da Estefani deixaram meu pau bem lubrificado e brilhando. Larguei o celular e continuei usando o cu da Estefani. E, por pura sacanagem e maldade, ficava alternando entre o cu e a buceta, uma hora na outra, enquanto sufocava ela na minha cama, que já tava toda destruída de tanto xixi e fluidos. A noite inteira e o dia todo destruindo a prima da minha esposa, e um dia antes tava usando e recebendo atenção das filhas do marido da tia dela e da própria tia no meu pau... puta que pariu, foi um fim de semana produtivo. O lado ruim? Minha esposa parou de visitar a tia porque elas brigaram, então perdi contato com elas. Com isso, a história acaba. Espero que tenham gostado.
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