No sábado, tomei banho, me vesti, lingerie nova, bem perfumadinha. Chegou o Jorge e me disse: "Que gostosa que você tá, gatinha, como cê tá?" Nervosa, tesuda, não sei o que vai rolar. "E o que cê acha que vai rolar? Você vai levar uma bela de uma foda hoje, hahaha." E ele entrou no banheiro pra tomar banho.
Saímos, chegamos rapidinho, fomos ao bar e lá estava o Sweetie, pessoalmente era mais gostoso. A gente se cumprimentou, pedimos um café e entre eles acertaram tudo o que ia rolar. Se eu falasse não pra algo, era não, tudo ok. Saímos e fomos pra um hotel na Panamericana.
Entramos no quarto e Jorge sentou numa poltrona, olhou pra gente e disse: "vocês comecem, depois eu me junto com vocês".
Olhei pro magrelo, o nome dele é José, ele se aproximou, segurou meu rosto com as mãos e me deu um beijo cheio de vontade, que eu respondi com ainda mais vontade que ele. Nossas línguas se entrelaçaram, senti as mãos dele nos meus peitos, ele abriu minha camiseta, chupou meus peitos, me beijou e me levou pra cama. Eu tava meio atordoada, não entendia como o Jorge aguentava me ver daquele jeito, mas eu também tava muito excitada e sentia como eu me molhava toda. Ele foi me despindo e, ao tirar minha calcinha fio dental, se agarrou pra chupar minha buceta, ufffffff, gozei na hora. Ele continuava brincando com a língua e roçava meu cu, eu tremia toda. Ele tirou a calça, ao tirar a cueca, o pau dele pulou bem duro, um pouco menor que o do Jorge, do qual eu nem lembrava mais que tava ali. Ele segurou minha cabeça e eu me agarrei pra chupar ele todo. Ele me jogou na cama, se ajeitou embaixo, eu em cima, mas na posição de 69, a gente se chupou loucamente. Não podia acreditar no que tava fazendo. Ele se agarrou pra chupar meu cu e eu repeti a mesma coisa, chupava o pau dele e lambia o cu dele, ufffffffff, era incrível! Num momento, senti algo estranho, ele enfiou um dedo no meu cu, explodi automaticamente e, sem mais, mandei um dedo no cu dele também. Senti o pau dele que ia estourar, eu, sim, eu enfiando um dedo no cu dele e falei: "Por favor, mete tudo dentro". Ele virou e, sem mais, meteu de uma vez, ufffffffffff, foi sentir o paraíso. Ele me bombou uns 15 minutos, não sei quantas gozadas eu tive. Ele beijava meus peitos, comia minha boca e eu senti o pau dele inchar e explodir bem dentro, foi o máximo! Ahhhhhhhhhhh, lindo. O Jorge se aproximou e colocou o pau dele na minha cara, eu peguei e chupei, chupei como nunca. O José tirou ele e começou a chupar meus peitos e desceu lambendo minha barriga, chegou na virilha e se ajeitou pra chupar minha buceta e cu, enfiava um dedo, tirava, eu tava no paraíso. Ele enfiou dois dedos na minha bunda e eu Diz, me dá a bunda gostosa? Sem nem pensar, tirei a pica do Jorge da boca, fiquei de quatro e continuei chupando a pica dele. José, devagarzinho, você seria o primeiro a entrar. Olhei pro Jorge e trocamos um sorriso, e José começou a trabalhar no meu cu com a língua e os dedos. Depois de um tempo, senti ele saindo de trás e José falou: "Vamos tentar, se doer, me fala que eu paro". E sim, foi assim. Ele encostou, mas com tantos dedos e língua na minha bunda, um pouquinho de força e lá foi. Em cinco minutos, tava toda dentro. Doeu? Doeu um pouco, mas eu tava morrendo de vontade que entrasse, e ele me deu uma fodida no cu daquelas. Jorge me olhava e não acreditava no que via, meu cu tava sendo comido por outro antes dele. E assim, sem mais, ele encheu minha boca de porra, que, como presente pro Jorge, engoli tudo, e José mandou uns jatos de porra bem quentinha no meu cu. Ficamos os três largados na cama. José foi tomar banho, Jorge me perguntou como tinha sido. "Genial, nunca me senti tão bem". Essa resposta, sei que não agradou muito. Tomamos banho e fomos embora.
Por uns dias a gente conversou sobre o que a gente tinha feito, tava tudo bem entre nós, felizes, eu mais feliz que ele. Ele pergunta: "Repetimos? O que você acha?" "Eu, se você não tiver problema, repito." "Ok, te aviso quando encontrar algo.
Arranja um cara magro e maneiro, de preferência que tenha um pouquinho maior, igual o teu, né? Então, beleza. Passou quase um mês e a gente se encontrou de novo com outro cara, esse era mais velho, 45 anos. O encontro foi na casa dele. Ele me comeu pra caralho, tinha a pica igual a do Jorge, só que mais torta, mas muito doce na cama. E eu, sozinha, num momento pedi pra ele meter na minha buceta. Ele deixou meu cu aberto e eu aproveitei pra falar pro Jorge meter quando o Ruben tirasse. Então, pela primeira vez, Jorge comeu meu cu, entrou como se fosse num cano, me deu dois minutos e gozou. A gente foi embora e voltou mais três ou quatro vezes com o Ruben.
Passaram uns três meses e uma noite eu perguntei pro Jorge se ele não queria um ménage, aaaaaah parece que você gostou, putinha, gostei um pouquinho, então, amor, vou arrumar alguém pra você.
Uns dias depois, ela vem e me fala: "Achei um cara, o que você acha?" Jorge, posso te pedir uma coisa? "Sim, meu amor, o que você quer?" "Você não procura um negão? Que não seja descomunal." Ela ficou me olhando, como se não entendesse nada, mas me disse: "Foda-se, vai na vontade.
Dias depois, ela me diz: já resolvi, dessa vez o encontro vai ser em casa.
No sábado, os caras na casa da mãe, umas 22h chegou o Manu, um negão, senegalês mesmo, nos cumprimentamos, abrimos uma cerveja e em 20 minutos ele já tava pelado no sofá, com o negão grudado nas minhas tetas e na minha boca igual um bicho. Tirei a cueca dele e saltou um mastrão duro como pedra, uns 25 cm, não tão grosso, e eu me joguei pra chupar aquela beleza. O Jorge, mais participativo, chupando minha buceta e enfiando o dedo no meu cu. Não aguentei mais e falei pro Jorge meter no meu cu, pra abrir caminho pro Manu. Em 15 minutos, o Manu tava tentando entrar na minha raba. Eu tava tão molhada, quase desesperada pra ele entrar, e sim, uffffffffffff, custou mas entrou inteira. Merda, doeu pra caralho, mas já percebo que curto mais pelo cu do que pela buceta. Eles gozaram em todos os meus buracos e eu engoli o que dava. Me sinto uma putinha sortuda, meu marido aguenta todas as minhas loucuras como ninguém, amo ele!!
Uma manhã saí de casa, Jorge foi pra Mar del Plata a trabalho. Fui comprar um presente pra uma amiga, pela Cabildo. Andando, vejo uma barraca de uns senegaleses e lá estava o Manu. A gente se cumprimentou e ele perguntou: "Procurando algum serviço?" Hmm, sim, mas queria algo mais pesado. "Seu amigo?" Não, já vou chamar o Echem. Ele foi uns metros adiante até outra barraca e me fez sinal. Chego lá, um negão lindo, me abraçou e me apertou contra o corpo dele. Foi de propósito, pra eu sentir o pau dele, enorme, senti demais. Ele diz: "Então tá procurando serviço, senhora? São três mil." Falei: "Beleza, ok." Dei o dinheiro, não podia acreditar, tava pagando pra ser comida. Mas que me importa? Saímos andando, ele fala: "A três quadras tem um hotel." Liguei pra minha mãe pra ela buscar os meninos na escola.
Entramos no hotel, que eu também paguei, e começou o apalpamento, os beijos, as chupadas de peito. Tirei a cock dele, era um monstro, acho que mais de 26 cm, cabeçuda e muito grossa, me deu um medinho, mas quando me dei conta, ele já tinha me levantado no colo e eu sozinha peguei aquela estaca e guiei pro centro da minha pussy, e foi entrando bem devagarinho, sentia que tava me partindo ao meio. Ficamos um tempo assim, ele controlando a velocidade e a profundidade, me deitou na cama e me virava pra todo lado como um papelzinho, me enfiava do jeito que queria, sentia que tava me partindo em dois. Ele diz: "vou gozar, vou gozar", e eu: "sim, me enche toda", e sentia os jatos de leite bem profundos, enfiados até o fundo, sentia o calor dos ovos dele no meu culo. Ufffffffff, mortal. Ele foi tirando, me virou, me colocou de quatro, começou a chupar meu culo, não sei quanto tempo ficou me chupando e enfiando aquele dedo enorme. Num momento ele falou: "já tá grande, vou meter agora", e eu: "por favor, devagar, sim?". E ele apoiou no meu culo semiaberto, todo babado, passou gel anal e entrou com muita dor. Agora sim tava me partindo em dois, não aguentava mais. "Para, para, por favor", ele parava de empurrar, mas a dor era imensa. Ele empurrou de novo e eu não aguentei, desmaiei.
Dá pra ver que ele continuou metendo em mim, voltei a mim e sentia aquele pau no meu cu que ardia, sentia fogo no cu, ele tava mete e tira, mete e tira, lágrimas escorrendo, ele gozou bem dentro do meu cu, depois disso foi tirando, ao tirar sentia meu cu bem aberto, fiquei toda arrebentada, não conseguia nem levantar, a gente toma banho? Não sei se consigo me levantar, ele me pegou por baixo dos braços, me levantou e assim foi me levando pro banheiro, não sem antes enterrar de novo na minha buceta, com as mãos dele me subia e descia no pau dele, não aguentava mais, ele gozou de novo, me abaixou, a gente tomou banho e saiu, peguei um táxi e voltei pra casa, meu cu ardia, minha buceta estava toda destruída, naquela noite os meninos ficaram com a minha mãe.
A Echem eu continuo vendo, já não me cobra mais, agora quem tá puto é o Jorgito, porque ele diz que meu cu esticou, que é como comer minha buceta pelo cu, que ele gostava mais apertadinho, apertadinho fica pra Echem, percebi que adoro ter o cu bem preenchido, é o que mais me excita.
1 comentários - Cada dia mais viciados