O nome dele é Toño, é namorado da minha sobrinha. Ele começou a falar comigo e eu não gostava de ficar nos encontros quando ele tava por perto, porque era muito óbvio, muito bobo. Ele ficava nervoso quando me via, tremia, ficava vermelho, e era extremamente prestativo comigo — até minha irmã e minha sobrinha ficavam meio estranhadas, não sei se percebiam. Eu trabalhava num supermercado e tinha meus problemas, meu marido não me escutava quando eu contava as coisas do trampo, só dizia "é assim mesmo, tem que aguentar". Aí eu descia pra casa da minha irmã e o Toño, todo atencioso comigo como sempre, mas tinha aquele respeito de tia e sobrinho. Mesmo que minha sobrinha fosse uma idiota, uma menina mimada. Que me dava nos nervos. Sempre se achando e me chamando de "senhora", tirando sarro da minha idade, e isso me irritava pra caralho. Eu comecei a desabafar todos os meus problemas conversando com o Toño toda vez que a gente se via, passávamos horas batendo papo sobre trabalho e tal. Percebi que com ele eu me sentia livre pra falar de qualquer coisa, a gente tinha o mesmo humor negro e se entendia em cada duplo sentido, e ele era todo ouvidos pra mim — e isso eu gostava. Uma noite, o Toño subiu lá em casa, era onze e meia da noite e ele subiu aflito. Meu marido tava dormindo, mas eu não vi problema nenhum e deixei ele entrar, perguntando o que tinha acontecido. Triste, ele começou a me contar que o relacionamento com minha sobrinha tava indo de mal a pior, que ela quase não dava mais pra ele sexualmente. Eu tentava consolar ele, fazer ele se sentir melhor, dizendo que relacionamento é assim, que ele era muito novo e ainda tinha que aprender muita coisa. Aí ele se jogou em cima de mim e falou: "Me ensina, tia". E queria me beijar, mas eu recusei, me afastei, e ele, envergonhado, saiu da minha casa sem dizer uma palavra. Ele tinha quebrado aquele limite de tia e sobrinho. Quis me beijar, e eu fiquei em choque no começo, mas depois me senti realmente lisonjeada por um jovem como ele desejar algo comigo. E ao mesmo tempo senti um certo orgulho, porque minha sobrinha me queria. Fazer eu me sentir inferior por causa da minha idade, mas o namoradinho dele morria de vontade de me ter... Foi assim que as coisas ficaram por um tempo. Depois de meses, um dia encontrei o Toño na rua, eu estava indo malhar. E ele se ofereceu para me acompanhar, eu aceitei. Pedi pra ele segurar minhas chaves enquanto a gente corria, porque eu não tinha bolso. E ele fez isso. Eu percebia que ele ficava pra trás pra olhar minha bunda e me sentia lisonjeada, deixava ele se deliciar, até mexia mais minha bunda pra ele ver bem. Terminamos o exercício e eu tinha que ir pagar umas prestações na Elektra, então a gente se despediu. Pouco depois, a caminho do pagamento, o Toño me alcança e fala: "Você é inesquecível, tia, olha, vivo pensando na senhora, e comprei um vitamina de aveia pra você tomar depois do exercício." "Obrigada, filho", eu disse. Aí ele se jogou em cima de mim e me deu um beijão enquanto passava a mão na minha bunda por cima da legging. Falei: "Ei, que porra é essa, imbecil?" E ele responde: "É que eu te adoro, tia, tô com uma vontade danada de comer essa bunda toda, aliás, vamos pra minha casa agora mesmo." Depois de pensar um pouco, aceitei, falei: "Beleza, mas me acompanha pra pagar e de lá você me leva pra tomar o vitamina na sua casa." "Sim, tia, a senhora manda", ele respondeu. E já na casa dele, falei: "Isso é só dessa vez, Toño. Depois disso, você me esquece." "Tia, sempre sonhei com a senhora desde que te vi." Aí ele baixou minha blusa e começou a chupar meus peitos e meu pescoço, senti um tesão danado. Comecei a roçar no pau dele e já tava duro, mas senti um volume enorme entre as pernas dele, então a curiosidade falou mais alto e eu baixei a cueca dele. Uau, um pau branco do caralho, enorme, cheio de veias, retinho e com a cabeça vermelha igual maçã. Não me segurei e mostrei pra ele o que era um boquete de verdade... "Mmmmmm", ele gemia e falava: "Não, se continuar chupando meu pau assim, vai me fazer gozar, e eu quero meter o pau inteiro em você, tia." Aí ele me inclinou no sofá dele, baixou minha calça e, quando viu minha calcinha fio dental, virou de lado e começou a chupar meu cu bem gostoso. Gostosa... mas parecia um motor a língua dele, e o garoto chupando minha bunda era um tesão do caralho. Quando senti que ele colocou o pau quente, parei e falei: primeiro me dá na buceta. Sim, tia, ele obedeceu. E enquanto isso, vai enfiando o dedinho no meu cu, mas bem devagar, vai passando a ponta do dedo. Agora enfia o dedinho enquanto mete na minha buceta, agora dois dedinhos, neném, chupa meu cu. Agora coloca teu pau. Isso, bebê, assim. O menino Toñito montou direitinho na minha bunda e me agarrou pelos peitos enquanto soltava um gemido longo, e eu sentia a porra escorrendo pela minha buceta, enquanto pensava na menina da minha sobrinha... se ela soubesse que a tia, a senhora, deixou o namoradinho dela montar. Espero que ela não descubra por aqui. Haha.





6 comentários - El sobrino