Sou um homem de 34 anos e isso acabou de acontecer comigo há alguns dias, e eu precisava contar porque não posso falar com ninguém. Sou casado com uma mulher linda, minha esposa Nat tem 30 anos, e tenho um relacionamento normal, tenho um filho e tudo certo. Ela é muito gostosa, mas o que mais se destaca nela é a bunda, que é grande e redonda, com pernas também bem grossas — foi por causa disso que me apaixonei completamente por ela. Lembro que quando éramos namorados, ela me apresentou quem hoje é minha sogra, Lupita. Desde o dia que a conheci, não consegui evitar de olhar pra aquele rabão que ela tem, uma bunda muito gostosa apesar de ter 50 anos. Ela é bonita, não é magra, mas também não é gorda, tem cerca de 1,60m, é loira, cabelo meio cacheado e comprido, alegre, um pouco tímida, mas o que mais me surpreendeu nela é que na idade dela ela tem a bunda do mesmo tamanho que a da minha mulher, só que diferente da minha esposa, minha sogra tem a bunda mais empinada, o que com certeza chamou mais minha atenção e a de todos os homens que a veem.Ela é separada, se divorciou do meu sogro há muitos anos, então ficou sozinha, e minha esposa e minha cunhada são as que cuidam dela. Por isso, minha esposa e minha cunhada moram com ela ou moravam, sempre cuidaram dela porque ela não trabalha mais e nos ajuda a cuidar das crianças. Então minha esposa e minha cunhada dão pra ela as roupas que não usam mais: ela veste as legging da minha esposa e da minha cunhada, os vestidos, saias, calças de moletom que fazem ela parecer mais jovem, e claro, com aquele rabão que ela tem, tudo fica mais justo, marcando bem gostoso a bucetinha dela e o par de nádegas. Dá pra ver a calcinha por baixo, adoro ver ela com aquelas legging que eram da minha esposa e com os vestidos de tecido fino que eram da minha cunhada.
Como eu disse, diferente da minha esposa e da minha cunhada, ela tem a bunda bem empinada. Adoro ver como ela anda, quando se abaixa, ela fica uma delícia, que rabo gostoso, se eu fosse meu sogro... nunca teria deixado ela, e comeria a bunda dela todo dia, além disso, dava pra ver que ela era bem submissa no relacionamento dela.
foi assim que comecei a olhar mais pra ela, a mimar ela, a tentar ganhar a confiança dela sendo um bom genro, nunca soube que ela tivesse algum namorado ou pretendente e imaginava que era um puta desperdício aquela bunda não ser comida, como eu dizia, a gente fazia visitas mais frequentes na casa dela, uma vez lembro que estávamos na casa dela, morando com meus cunhados e minha cunhada e minha esposa.
uma vez, ao ir no banheiro da casa dela, vi que ela tinha deixado um cesto com roupa suja, rapidamente comecei a procurar e, pra minha sorte, encontrei calcinhas sujas, não sei de quem eram, se da minha cunhada ou da minha sogra, ou das duas, mas rapidamente levei elas na minha boca e no meu nariz, que cheiro gostoso, me excitei pra caralho, comecei a chupar elas, que delícia saber que tinham estado em contato com o cu e a buceta delas, enrolei elas no meu pau e fiz uma punheta com elas, deixei elas molhadas e coloquei de volta no cesto, toda vez que podia fazia a mesma coisa, por um bom tempo, não sei se perceberam, mas depois de um tempo tiraram o cesto dali e não pude mais sentir o gosto da minha sogra,
mas o relacionamento continuou normal, toda vez que tinha um encontro, eu tirava minha sogra pra dançar e adorava como ela se mexia, como mexia a bunda, era toda uma mulher, adorava quando tem alguma festa porque ela se arruma, alisa o cabelo, coloca saias justas, se maquia e coloca saltos, parece uma puta, mas uma puta fina, adoro ver como a calcinha dela marca na saia, parece que vai estourar, quando tiro ela pra dançar, tentava encostar meu pau nela, mas não tinha coragem com medo dela falar algo ou ficar brava, então só me contentava em sentir a cintura dela com minhas mãos, sempre que dançávamos, puxava conversa sobre qualquer coisa, só pra ela não perceber minhas intenções, ou perceber como eu olhava pra bunda dela, sentia ciúmes de ver que Outros caras iam olhar pra ela, ou pior ainda, que ela tivesse alguém curtindo aquele rabão dela, mas eu pouco podia fazer, sendo genro não queria fazer merda que afetasse meu relacionamento, então eu me contentava em olhar, e de vez em quando cheirar as calcinhas gostosas dela e dançar com ela, segurando na cintura, até que um dia tive uma oportunidade foda. Ela tinha que ir fazer uma consulta em Veracruz, porque era a única clínica que o convênio tinha mandado, e nenhum dos meus cunhados podia levar ela. Justo naquela semana eu tinha um tempo livre, já que trabalho de casa alguns dias por semana. E naquele dia estávamos reunidos à noite, vendo como minha sogra ia se virar, e vendo que ninguém podia levar ela, já que todos, incluindo minha esposa, trabalhavam, minha sogra disse: "Não se preocupem, vou de ônibus", e todos ficaram calados. Mas aí minha esposa me olha e fala: "Você não pode levar ela? Dá pra trabalhar de lá, é só deixar ela no hospital, entrar num café pra trabalhar, depois buscar ela e voltar." Fiquei calado, não queria, mas olhei pra minha sogra e ela só me encarou com uma carinha de pidona. Aí eu falei: "Tá bom, eu vou."
Minha sogra me olhou sorrindo e disse: "Valeu, Sebas."
"De nada, sogrinha", falei.
Então combinamos: eu passaria lá às 8 da manhã e iríamos pra Veracruz. Tínhamos que estar no hospital às 11. E foi assim. Cheguei na casa da minha sogra, liguei pra avisar.
Quando ela saiu, saiu com um legging preto que era da minha esposa e uma jaqueta curta. Tava bem à vontem, de tênis e uma mochila. Ajudei ela, abri a porta e pude ver aquele rabo empinado. Meu deus, que rabão que essa puta tem, queria rasgar a legging. Dava pra ver a marca da calcinha dela, que delícia. Que mulher de bunda grande. Entrei no carro e fomos. De olho, eu olhava as pernas dela, que figura tão excitante se marcava na buceta dela, as pernonas, a cintura. No meio do caminho, ela tirou a jaqueta. Tava com uma blusa da minha cunhada que também ficava muito bem nela. Falei pra ela que tava com sede.
Passamos num Oxxo e comprei um refri pra ela. Lembro que quando descemos, vários caras olhavam pra ela — minha sogra tava muito gostosa. Curti que olhavam pra gente como se fôssemos um casal, e sentir a inveja daqueles homens. Tava cheio de gente no Oxxo, pegamos as coisas e fomos pra fila. Minha sogra tava atrás de mim, mas quando vi que mais homens estavam se formando atrás, falei:
— Sogra, passa pra cá, na frente.
Ela me respondeu: — Obrigada, filho — com um sorriso.
Percebeu que eu tava protegendo ela e acho que gostou. Não sei há quanto tempo ela não ficava sozinha com um homem, e pelo que me contaram, meu sogro foi muito ruim com ela.
Mas, verdade seja dita, eu coloquei ela na frente pra proteger a buceta dela. Não queria que nenhum cara chegasse perto ou tentasse encostar nela com a desculpa da multidão.
Quando ela ficou na minha frente, pude ver aquele rabo lindo de novo. Fiquei excitado. Não acreditava que aquela senhora com a bunda empinada era minha sogra. Queria abraçar ela por trás e sentir aquele rabo no meu pau. Então, não pensei duas vezes e me aproximei.
— Tá cheio de gente — falei no ouvido dela.
— É — ela respondeu.
Naquele momento, encostei meu corpo e meu pau. Por Deus, que delícia quando toquei nela. Meu pau ficou no meio da bunda dela. Que grande, que macia. Senti as nádegas firmes coladas na minha pélvis. A saia dela era bem fina e senti o corpo todo. Foi só um instante, mas foi a melhor esbarrada que já dei. No começo, ela ficou parada — claro que sentiu meu pau naquele rabão — e depois de uns segundos, deu um passo pra frente. Fiquei nervoso, pensei que ela fosse se irritar.
Ela falou: — Tem cuidado, a gente tá se apertando muito.
— Sim, sogra, não se preocupa.
Depois disso, pagamos e saímos. Quando caminhávamos pro carro, ouvi um senhor que tava por perto falar: "Que puta gostosa, que rabo, que bem você come", ele disse.
Não sei se minha sogra ouviu, porque ela ficou séria, mas não falou nada. Eu olhei pro cara e ri junto, como se concordasse com o que ele disse. Era a minha velha.
Seguimos nosso caminho.
Minha sogra parecia alegre e assim fomos de novo. Durante a viagem, fazia muito calor e ela me dizia que já estava até suando. Imagina a calcinha dela, o cheiro da bunda impregnado, o gosto que teria aquela bunda suada. Eu tava com o pau a mil, queria bater uma pensando no que tinha acontecido, só lembrava como encostei meu pau na bunda dela. Mas, como eu disse, não me atrevia a mais. Chegamos no hospital e, como falei, deixei ela, nos despedimos com um beijo e fui trabalhar numa cafeteria. Já eram umas 6 da tarde e ela ainda não tinha me ligado pra buscar, e pensei que ia ficar tarde, então liguei pra minha esposa pra saber se elas tinham comentado algo, e ela disse que não.
Eu não queria voltar de noite porque falaram que a estrada é perigosa, então minha esposa disse: "Se ela demorar, melhor alugarem um quarto e passarem a noite lá, e amanhã vocês voltam."
Pra isso, minha sogra me ligou umas 7:30 da noite e disse: "Filho, vem me buscar, já saí."
Na hora fui encontrá-la e, quando cheguei, ela me deu um abraço tão forte. Foi a primeira vez que senti os peitos dela totalmente colados no meu peito. Abracei ela pela cintura, que cintura, meu Deus!
Tudo deu certo, tô muito feliz. Tava com medo de falarem algo ruim, mas deu tudo certo.
"Que bom, sogrinha", falei enquanto ainda abraçava ela. Minha cabeça tava na altura do ombro dela e olhei pra baixo, dava pra ver a bunda dela, que bunda empinada gostosa. Comecei a ter uma ereção, não sei se ela sentiu, mas depois de uns segundos nos separamos. Falei pra ela que já era tarde pra voltar, então disse que alugaríamos um airbnb e ela topou. Passamos pra comprar a janta e fomos pra casa. Lá, jantamos e falamos com a família, contamos que tinha dado tudo certo. A conversa se estendeu, papeamos mais um pouco e umas 10 da noite nos despedimos e eles mandaram a gente descansar, porque no dia seguinte viajaríamos cedo.
Depois disso, continuamos conversando um pouco e já mais relaxado. Sem pressa nenhuma, falei pra minha sogra que a gente tinha que comemorar a boa notícia com um brinde. Sabia que ela gostava de vinho, então desci no Oxxo, peguei uma garrafa e um tira-gosto. Servi ela e a gente brindou. Conversando assim, sem perceber, a gente terminou a garrafa. Vi que ela tava meio alegre e perguntei se queria mais. Já com o rosto vermelho, ela falou: "vamos". Fui buscar outra garrafa. Dessa vez, já tava quente aqui também, por causa do vinho. Quando voltei, vi que ela tinha trocado o moletom por uma saia meio curta e folgada.
"Tô com muito calor e o pants já tava me incomodando."
"Que bom, sogra. Fique à vontade", falei.
"Acho que vou me trocar também e ficar mais confortável."
E foi isso: coloquei um short e umas sandálias. Servi uma taça pra ela e a gente brindou de novo.
Perguntei se ela queria dançar. Coloquei uma cumbia e a gente dançou. Já vi que ela tava meio tonta, acho que já tava se sentindo um pouco bêbada. Pensei: "essa é a minha chance". Num giro que dei nela, aproveitei e encostei a pica de novo na bunda dela. Que gostoso, que gostoso. Dessa vez senti o contato mais direto e como minha pica foi afundando entre aquele par de bundão. Ela não falou nada, só riu e disse: "cuidado". Já tava bem quente. Decidi dar mais bebida pra ela. A gente dançava e, sempre que podia, eu encostava a pica nela. Num giro, peguei ela pela cintura e puxei com força pra mim, de frente. Senti com a pica a buceta dela. Ela ficou parada um instante e só riu. A gente continuou dançando. Já percebia ela bêbada. Dançávamos e ela já não conseguia ficar em pé direito. Eu abraçava ela e ela perdia as forças. Ela falou:
"Filho, vou dormir, já não aguento mais. Obrigada por tudo."
"Tá bem, sogrinha, descansa. Foi um dia bem longo."
E acompanhei ela até a cama. Ela tava com muito sono, percebi porque os olhos já iam fechando enquanto a gente caminhava. Quando ela deitou, ficou de bruços. A minissaia tinha subido um pouco. Fiquei olhando pra ela e meu coração começou a bater mais rápido. Eu tinha à minha mercê uma senhora de bundão, com umas nádegas redondas e... Grandes e macias, fiquei ali parado esperando ela dormir.
Passaram 10 minutos e ouvi ela começar a roncar bem baixinho, e não aguentei mais. Me aproximei dela e levantei a saia dela devagar, pra não acordar ela. Foi meio difícil porque a bunda dela atrapalhava tudo, mas consegui descobrir tudo. Que visão! Finalmente pude ver o cu dela, tinha uma calcinha fininha, bem fininha, que entrava na racha dela, parecendo uma tanga. Com certeza aquela calcinha era da outra puta da minha cunhada. Tava tão excitado que não acreditava que tinha a bunda da minha sogra à mostra, só com aquela calcinha minúscula. Era um dos meus sonhos desde que conheci ela. Aproximei meu nariz e, sem tocar, comecei a cheirar o cu dela. Que delícia o cheiro do asterisco suado dela, igual à calcinha, mas mais gostoso. Comecei a acariciar com minhas mãos devagar. Que bundas tão macias! Tavam quentinhas.
Tinham uma sensação gelatinosa. Tava louco, não acreditava na minha sorte de ter a bunda grande da minha sogra à minha mercê.
Comecei a dar beijinhos suaves na bunda dela, e ela começou a se mexer. Não sei se já tinha percebido. Parei um momento. Tentei puxar a calcinha dela pra baixo, mas ela se mexia e eu não queria acordar ela. Então, com a saia na cintura, eu abaixei meu short, tirei meu pau e coloquei ele assim no cu dela, tentando deitar em cima dela sem apertar muito. Que sensação gostosa sentir o cu dela com meu pau quente. Tava tão nervoso e tão excitado. Comecei a esfregar devagar pra não acordar ela, e que delícia. Tava fazendo uma punheta com a bunda dela. Num momento, ela levantou a bunda e eu enfiei até o fundo meu pau duro. Quando soltei a bunda dela, meu pau ficou preso no cuzão dela. Que sensação mais excitante.
Minha sogra tava me fazendo uma masturbação com a bunda dela. Não demorei muito e enchi ela de porra. Não sei se ela percebeu ou não, porque foi muita gozo, de toda a vontade que eu tinha desde de manhã, quando tinha dado aquela esfregada nela.
Tirei meu pau do cu dela. Foi a melhor gozada que eu já tive, com meu pau. ainda escorrendo, me aproximei do rosto dela e coloquei suavemente no lábio dela, comecei a esfregar. Ela estava com a boca entreaberta e vi claramente como algumas gotas do meu gozo entraram na boquinha dela. Ver aquela cena com meu pau nos lábios dela e ela com a bunda virada pro céu, a calcinha minúscula e as nádegas cheias de porra, pude ver como meu leite escorria pelas nádegas e entrava na buceta dela. Isso me deixou muito excitado e duro de novo. Queria comer ela, mas sabia que ela acordaria e poderia ser o fim do meu casamento, então resolvi bater mais uma punheta, dessa vez com a mão. Quando estava prestes a gozar, aproximei o mais que pude da boca dela, enchi os lábios e as bochechas dela de porra.
Nesse momento, ela se mexeu e não sei se pensou que era saliva dela ou se estava consciente e queria me provar, mas com a mão dela pegou todo o meu gozo das bochechas e dos lábios e colocou na boca. Uau, que gostoso ver aquela cena. Acho que ela pensou que estava babando e por isso fez isso, porque vi que fez uma careta.
Minha puta da sogra tinha engolido meu gozo. Fiquei louco, não sabia mais o que fazer. Passaram minutos e eu fiquei duro de novo. Bati umas outras quatro punhetas durante a noite toda. Gozei no cu dela, nas costas dela. Num momento, ela virou um pouco e também joguei porra nos peitos dela, e de novo no rosto, nas pernas, até na cabeça. Tirei várias fotos das bundonas dela e do rosto, que agora são meus tesouros, com meu gozo no corpo todo dela. Fiquei exausto.
Tinha adorado como usei minha sogra pior que uma puta, enchendo o corpo dela todo com meu leite, e ela também tinha bebido. E quando eram umas quatro da manhã, me deitei ao lado dela. Ela já tinha virado de lado. Abaixei devagar a saia dela, deixando como no começo, e aproximei meu pau do cu dela e assim comecei a dormir. Durante vários instantes, sentia como meu pau endurecia no cu dela, não sei se era consciente ou inconsciente, mas que gostoso, as nádegas dela estavam bem coladas. Antes que ela acordasse, levantei, fui no banheiro, me arrumei e fui pra cozinha fazer um café. Pouco depois, vi que ela levantou. Tava com um pouco de medo dela falar alguma coisa.
Ela se aproximou:
— Bom dia, filho. Dormi que nem uma pedra. O vinho me pegou um pouco, já nem conseguia dançar, kkk. Que calor, tô me sentindo toda grudenta.
Eu ri, porque sabia que aquilo tudo era meu gozo.
— É, sogra, acho que exageramos um pouco no vinho, mas foi bom. Que bom que a senhora se divertiu.
Com isso, percebi que ela não tinha notado o que a gente fez, ou tava fingindo que não. Qualquer um dos dois cenários me agradava.
— É verdade, já tava ficando feio.
— Não, sogrinha, foi tudo muito bom.
— Vou tomar um banho e aí a gente vai, ela disse.
— Não, sogra, preciso chegar o mais cedo possível em Hidalgo, tão me esperando no trabalho (isso era mentira, eu não queria que ela tirasse o sêmen do corpo e da bunda dela).
— Ah, tá bom, então vamos indo. Chegando lá, eu tomo banho.
— Valeu, sogra.
— Valeu você, Sebas. Ela me olhou com cara de amor e gratidão.
E assim eu trouxe ela. No caminho, dava pra ver que a pele dela meio que brilhava. Que delícia pensar que era meu gozo, que a bunda dela tinha sido minha, que finalmente acariciei, cheirei, beijei, que a bunda dela sentiu um pau jovem, que engoliu meu leite e que eu gozei no corpo todo dela, tratando ela como uma puta barata, e que passei metade da noite dormindo de conchinha com ela.
Quando chegamos na casa dela, nos despedimos. Ela me agradeceu de novo e me deu um beijo na bochecha. Dava pra sentir meu cheiro no corpo dela. Vou fazer de tudo pra enfiar meu pau na bunda dela de novo e transformar ela na minha puta de novo, e também minha cunhada. Mas isso é outra história. Aguardo os comentários de vocês.
3 comentários - Sogra gostosa de rabão