Limpeza Gostosa - Parte 3

O novo apartamento era espaçoso, moderno, com janelões que davam pro centro da cidade. Martín tava lá há três semanas sozinho, esperando o dia em que a Camila chegasse. E quando ela entrou por aquela porta, ele soube que não tinha mais volta. Naquela tarde, a Camila saiu do quarto com um aventalzinho minúsculo, branco com renda preta, sem nada por baixo. Salto alto e um sorriso safado. — Seu engenheiro… vim fazer a limpeza pra você — falou, deixando cair uma espanador entre os peitos dela.Limpeza Gostosa - Parte 3Martín ficou paralisado, a pica crescendo como se a reconhecesse antes dele. —Tá brincando com fogo, Camila… —Então queima —ela sussurrou, virando-se e mostrando aquela bunda perfeita, aberta, tentadora. Ele pegou ela na hora. Arrastou pra cozinha, dobrou ela sobre a bancada de mármore, abriu a bunda dela com as duas mãos e cuspiu no meio, esfregando a pica com um desejo feroz. —Hoje eu te fodo por todos os lados, até você não saber mais seu nome. —Faz isso! Me come como sua… que esse país inteiro saiba que eu vim pra ficar! Ele enfiou a pica primeiro na buceta, molhada igual um rio, fundo, quente. Fodeu ela com força, com as mãos apertando os quadris dela, o avental pendurado inutilmente nas costas. Camila gritava, gemia, com aquela voz suja que ele amava. —Me dá tudo! Arrebenta minha buceta, me faz gozar! Quando já tava gozando, Martín tirou, cuspiu no cu dela e foi abrindo com os dedos. —Quer por trás, putinha? —Sim! Me come pelo cu! Me dá tudo, sou sua!vadiaEnfiou o pau duro nela com uma só estocada, fundo, até o talo. Camila gritou de prazer e dor misturados. Ele comeu ela como um animal, quicando naquela bunda perfeita. Deu tapas, cuspiu, puxou o cabelo. Camila gozou enquanto ele metia no cu, molhando as pernas dela, gritando igual uma louca. — Te amo, Martín! Você é meu, só meu! — E você é minha, pra sempre — ele ofegou, gozando dentro, sem freio, enchendo ela até as pernas tremerem. Ficaram largados no chão da cozinha, suados, grudados, rindo que nem doidos. Camila olhou nos olhos dele, a maquiagem borrada, o corpo usado. — Ninguém nunca me comeu assim. E ninguém vai conseguir, porque sou toda sua. Martín beijou ela fundo. — E eu, seu escravo. Vamos começar nossa nova vida… de quatro, na cozinha, onde for.quentesAinda ofegante no chão da cozinha, Camila se arrastou nua sobre Martín, lambeu seu pescoço, seu peito, desceu devagar até encontrar a piroca molhada, brilhando com a própria porra misturada com o cu dela. E chupou. Devagarinho no começo, como uma gata lambendo a presa. Depois, mamando mais fundo, com barulhos molhados, a língua envolvendo ela toda, cuspindo, engolindo até a garganta. Martín gemia de olhos fechados, o corpo mole, mas o desejo renascia a cada investida da boca dela. — Quem chupa sua piroca assim, hein? — murmurou ela olhando pra ele de baixo. — Quem engole com sua porra dentro? — Só você, minha putinha linda… só você. Camila subiu nele, encaixou ela inteira. Sentou com a buceta naquela piroca dura e começou a cavalgar com fúria, com os peitos balançando e a raba batendo na pélvis dele. Gritava, arranhava ele, se enfiava sozinha, gozando enquanto montava. — Isso! Assim! Me come com essa piroca divina, me enche toda! Martín segurou ela pela cintura, virou num movimento rápido e colocou ela de quatro na cama. — Agora vou te foder como você pediu.Use a palavra bucetaE enfiou de novo. Forte. Brutal. Na buceta primeiro, escorrendo. Depois cuspiu no cu dela de novo e enfiou também, com um dedo, depois dois, enquanto continuava comendo ela sem parar. Camila tava doida. —Assim! Por todos os lados! Me usa toda! Sou sua, Martín, me come até eu não aguentar andar! Fez ela gritar, tremer, gozar de novo. Quando tava quase gozando, jogou ela de costas, apontou pra boca e ofereceu. Camila olhou pra ele com os olhos brilhando, abriu bem e colocou a língua pra fora.comendo—Me dá tudo. Enche minha boca, quero ficar com teu gosto até amanhã. Martín bateu duas punhetas e gozou. Ela olhava fixo enquanto engolia tudo. Não deixou nem uma gota. Lambeu o pau dele com a língua. Passou a língua nos lábios. —Pronto, engenheiro. Agora sim... essa cidade já sabe quem manda na sua pica.Relatos eroticosMartín se deixou cair. Ela se deitou sobre o peito dele, tranquila, com o gosto dele na boca e um sorriso feliz. — Te amo, Camila — ele sussurrou. — E eu também te amo. E amanhã te acordo com outro boquete.muito gostosa

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