Izuku x Momo: A Pervertida - Capítulo 1
Tudo começou porque a Momo sempre ficava até o último na sala de aula, às vezes terminando as tarefas ou algum trabalho que o Aizawa tinha passado. Mas ela guardava um segredo sujo e obscuro: era uma pervertida que adorava ser dominada. Ninguém suspeitava de nada, já que ela se mostrava forte, de personalidade forte e não se deixava levar por ninguém.
Naquele dia, ela não conseguiu se segurar mais e começou a se masturbar. Estava tão focada no que estava fazendo que nem percebeu que o Izuku, o representante da turma, tinha entrado. Só pra deixar claro: o Izuku é muito mais forte e tem muito mais confiança — confiança pra caralho — já que ele conseguiu o Quirk dele desde pequeno, que era de raios. Ele também era muito amigo do Katsuki, que não praticava bullying com ele, e era um pouco arrogante.
Ele tinha voltado pra pegar um livro que tinha esquecido, e a primeira coisa que viu foi a vice-representante do grupo se dando amor próprio. Por instinto, ele ficou duro.
— Yaoyorozu-san, o que você está fazendo? — perguntou Izuku.
Ela percebeu a presença dele e, como conseguiu, se levantou e se ajoelhou na frente do Izuku.
M — Por favor, Midoriya, por favor, não conte isso pra ninguém. Eu imploro, o que vão pensar de mim? Eu faço qualquer coisa, mas por favor, não conta pra ninguém.
I — ESPERA, ESPERA... Você acabou de dizer qualquer coisa?
M — Sim... mas só se você não contar pra ninguém.
Izuku ficou pensando por um momento e olhou de relance pra Momo. Não conseguiu evitar de olhar pra ela com luxúria. Ela percebeu e disse:
— Tá bom, eu serei sua. Vou deixar você fazer o que quiser comigo, com a condição de que não conte pra ninguém.
Hahahahahahaha! Izuku começou a rir, o que não caiu nada bem pra morena, que perguntou:
— O que é tão engraçado? Isso não é suficiente pra você? Posso te dar dinheiro ou o que você quiser, mas não conta pra ninguém.
Izuku ficou pensando por um momento e olhou de relance pra Momo. Não conseguiu evitar de olhar pra ela com luxúria. Ela percebeu e disse:
— Tá bom, eu serei sua. Vou deixar você fazer o que quiser comigo, com a condição de que não conte pra ninguém.
Hahahahahahaha! Izuku começou a rir, o que... Não caiu nas graças da morena gostosa, que perguntou: "Tão engraçados, é? Não basta isso? Posso te dar dinheiro ou o que você quiser, mas não conta pra ninguém." Eu... eu só ia pedir pra você fazer meus deveres pelo resto do ano, mas prefiro a primeira oferta, hahahaha. Nesse momento, Momo percebeu o que disse e que tinha se metido até o fundo do poço. "Bom, de agora em diante, você é minha, é minha propriedade", disse Izuku. "E já que é minha, vamos ter algumas regras, tá bem?" Momo não respondeu, e Izuku repetiu "tá bem?" de um jeito mais brusco e com um tom irritado. "M-sim, senhor, o que você mandar." "Eu- vejo que aprende rápido, e gosto disso. Esse 'senhor' é hora de estabelecer as regras. Primeira: isso vai ser nosso segredo, ninguém pode saber. Segunda: você é minha, então vai fazer o que eu mandar, na hora que eu mandar. Por enquanto, só essas. Então levanta e vamos pro meu quarto, não quero que ninguém veja que você é minha." Izuku e Momo chegaram nos quartos e encontraram a turma na sala comum. "Oi, galera, como vocês estão?" A turma toda respondeu que bem. "Que bom. Então, eu e a Yaoyorozu-san vamos pro meu quarto fazer umas coisas que o Aizawa-sensei nos pediu. Não posso contar o que é, mas se eu fosse vocês, ia treinar. Bom, a gente vai, se precisar de algo, a gente tá lá." A turma toda empalideceu e saiu correndo pro ginásio treinar, porque o Aizawa era um sádico filho da puta que fazia eles trabalharem demais. "Bem, agora que todo mundo foi, vamos pro meu quarto." Momo seguiu Izuku. Ela não admitiria, mas isso a excitava: ser dominada e controlada em todos os aspectos a deixava muito molhada. Lá dentro, Izuku mandou Momo criar algo para isolar o som do quarto, pra não serem descobertos. Ela fez. E assim que tudo ficou pronto, Izuku carregou Momo e a jogou na cama. Ela se assustou, mas não teve tempo de reagir quando Izuku já estava puxando a saia dela e começou a chupar a buceta dela. Já completamente molhada, Izuku pegou o pau dele de 25 centímetros e tirou a virgindade dela. Momo levou uma estocada simples. Aaaaa, Momo gritou de dor. Izuku deixou ela se acostumar com a dor e depois começou a foder a Momo.
Momo estava num transe, nem sabia o que tava rolando, só sabia que tava gostando pra caralho. Ser a putinha do Izuku não seria tão ruim assim.
Já estavam assim por cerca de uma hora quando Izuku se separou. Momo já tinha gozado mais de 5 vezes e se sentia sem forças. Izuku tirou o pau e ela pensou que finalmente tinha acabado. Quando tentou ir embora, foi parada por um tapa forte na bunda.
Pra onde cê vai, puta? Quem te deu permissão pra sair? De... desculpa, meu dono, achei que já tinha se cansado de mim — disse Momo enquanto lágrimas escorriam dos seus olhos. Cansar de você? Hahahaha, não fala besteira, nunca me cansei de você. Então se acostuma, porque de hoje até o dia da sua morte, você vai ser minha e de uso pessoal e exclusivo. Isso fez Momo empalidecer, mas também a excitou pra caralho.
Izuku carregou a Momo na posição de full Nelson e, sem pedir permissão, enfiou a pica no cu dela. Momo só conseguia gritar e gritar enquanto sentia o cu sendo esmagado brutalmente pela pica enorme do seu novo dono. Dessa vez, Izuku não teve pena e comeu a Momo com toda a força que podia — ela chorava de dor, embora aos poucos aquilo fosse se transformando em prazer. Depois de 3 horas dando uma surra violenta no cu da Momo, já eram 2 da manhã, e Izuku jogou a Momo na cama.
Izuku forçou Momo a chupar a rola dele onde ainda tinha sêmen e os lençóis estavam todos molhados de tanto fluido corporal, incluindo sangue de macaco, tanto do cu dela quanto da vagina que antes era virgem. Ela, por não ter experiência, não conseguiu enfiar o pau do Izuku na boca, então só ficava chupando, embora isso agradasse ele. Izuku agarrou Momo pelo queixo, forçando ela a abrir a boca, e de uma só estocada enfiou a rola. Depois de gozar, ele tirou a rola da boca de Momo e os dois trocaram os lençóis, colocando uns novos. Momo tentou ir embora, mas não foi longe, primeiro porque não conseguia ficar em pé, já que as pernas, a buceta e o cu doíam pra caralho, e ela só tremia; e segundo porque o Izuku segurou ela. — Aonde você pensa que vai? — Pro meu quarto. — Assim? E quem você acha que vai esquentar minha cama hoje?
Momo se meteu na cama e Izuku virou ela, enfiou a pica no cu dela de novo. Aaaaa, essa sua bunda é maravilhosa, Momo-chan. Que bom que você gosta, Izu-kun. Te incomoda se eu te chamar assim? Não, de jeito nenhum, me chama do jeito que você quiser, Momo-chan.
Depois de gozar, o Izuku jogou a Momo na cama e subiu em cima dela, cobrindo os dois, e enfiou o pau dele, que ainda tava duro igual pedra, no cu da Momo, pra depois dormir em cima dela. No dia seguinte, o Izuku acordou primeiro e a primeira coisa que viu foi a Momo debaixo dele. Ele se afastou dela, vendo como o cu dela tava bem vermelho, e acordou ela com um beijo e disse: "Momo, você tem que ir se trocar, a gente se vê lá embaixo. E, por sinal, vamos ver como trazer suas coisas pro meu quarto a partir de hoje — esse vai ser o nosso quarto." A Momo, que ainda tava meio dormindo, não escutou direito e só falou "sim" pro seu dono.
Tudo começou porque a Momo sempre ficava até o último na sala de aula, às vezes terminando as tarefas ou algum trabalho que o Aizawa tinha passado. Mas ela guardava um segredo sujo e obscuro: era uma pervertida que adorava ser dominada. Ninguém suspeitava de nada, já que ela se mostrava forte, de personalidade forte e não se deixava levar por ninguém.
Naquele dia, ela não conseguiu se segurar mais e começou a se masturbar. Estava tão focada no que estava fazendo que nem percebeu que o Izuku, o representante da turma, tinha entrado. Só pra deixar claro: o Izuku é muito mais forte e tem muito mais confiança — confiança pra caralho — já que ele conseguiu o Quirk dele desde pequeno, que era de raios. Ele também era muito amigo do Katsuki, que não praticava bullying com ele, e era um pouco arrogante.
Ele tinha voltado pra pegar um livro que tinha esquecido, e a primeira coisa que viu foi a vice-representante do grupo se dando amor próprio. Por instinto, ele ficou duro.
— Yaoyorozu-san, o que você está fazendo? — perguntou Izuku.
Ela percebeu a presença dele e, como conseguiu, se levantou e se ajoelhou na frente do Izuku.
M — Por favor, Midoriya, por favor, não conte isso pra ninguém. Eu imploro, o que vão pensar de mim? Eu faço qualquer coisa, mas por favor, não conta pra ninguém.
I — ESPERA, ESPERA... Você acabou de dizer qualquer coisa?
M — Sim... mas só se você não contar pra ninguém.
Izuku ficou pensando por um momento e olhou de relance pra Momo. Não conseguiu evitar de olhar pra ela com luxúria. Ela percebeu e disse:
— Tá bom, eu serei sua. Vou deixar você fazer o que quiser comigo, com a condição de que não conte pra ninguém.
Hahahahahahaha! Izuku começou a rir, o que não caiu nada bem pra morena, que perguntou:
— O que é tão engraçado? Isso não é suficiente pra você? Posso te dar dinheiro ou o que você quiser, mas não conta pra ninguém.
Izuku ficou pensando por um momento e olhou de relance pra Momo. Não conseguiu evitar de olhar pra ela com luxúria. Ela percebeu e disse:
— Tá bom, eu serei sua. Vou deixar você fazer o que quiser comigo, com a condição de que não conte pra ninguém.
Hahahahahahaha! Izuku começou a rir, o que... Não caiu nas graças da morena gostosa, que perguntou: "Tão engraçados, é? Não basta isso? Posso te dar dinheiro ou o que você quiser, mas não conta pra ninguém." Eu... eu só ia pedir pra você fazer meus deveres pelo resto do ano, mas prefiro a primeira oferta, hahahaha. Nesse momento, Momo percebeu o que disse e que tinha se metido até o fundo do poço. "Bom, de agora em diante, você é minha, é minha propriedade", disse Izuku. "E já que é minha, vamos ter algumas regras, tá bem?" Momo não respondeu, e Izuku repetiu "tá bem?" de um jeito mais brusco e com um tom irritado. "M-sim, senhor, o que você mandar." "Eu- vejo que aprende rápido, e gosto disso. Esse 'senhor' é hora de estabelecer as regras. Primeira: isso vai ser nosso segredo, ninguém pode saber. Segunda: você é minha, então vai fazer o que eu mandar, na hora que eu mandar. Por enquanto, só essas. Então levanta e vamos pro meu quarto, não quero que ninguém veja que você é minha." Izuku e Momo chegaram nos quartos e encontraram a turma na sala comum. "Oi, galera, como vocês estão?" A turma toda respondeu que bem. "Que bom. Então, eu e a Yaoyorozu-san vamos pro meu quarto fazer umas coisas que o Aizawa-sensei nos pediu. Não posso contar o que é, mas se eu fosse vocês, ia treinar. Bom, a gente vai, se precisar de algo, a gente tá lá." A turma toda empalideceu e saiu correndo pro ginásio treinar, porque o Aizawa era um sádico filho da puta que fazia eles trabalharem demais. "Bem, agora que todo mundo foi, vamos pro meu quarto." Momo seguiu Izuku. Ela não admitiria, mas isso a excitava: ser dominada e controlada em todos os aspectos a deixava muito molhada. Lá dentro, Izuku mandou Momo criar algo para isolar o som do quarto, pra não serem descobertos. Ela fez. E assim que tudo ficou pronto, Izuku carregou Momo e a jogou na cama. Ela se assustou, mas não teve tempo de reagir quando Izuku já estava puxando a saia dela e começou a chupar a buceta dela. Já completamente molhada, Izuku pegou o pau dele de 25 centímetros e tirou a virgindade dela. Momo levou uma estocada simples. Aaaaa, Momo gritou de dor. Izuku deixou ela se acostumar com a dor e depois começou a foder a Momo.
Momo estava num transe, nem sabia o que tava rolando, só sabia que tava gostando pra caralho. Ser a putinha do Izuku não seria tão ruim assim.
Já estavam assim por cerca de uma hora quando Izuku se separou. Momo já tinha gozado mais de 5 vezes e se sentia sem forças. Izuku tirou o pau e ela pensou que finalmente tinha acabado. Quando tentou ir embora, foi parada por um tapa forte na bunda.
Pra onde cê vai, puta? Quem te deu permissão pra sair? De... desculpa, meu dono, achei que já tinha se cansado de mim — disse Momo enquanto lágrimas escorriam dos seus olhos. Cansar de você? Hahahaha, não fala besteira, nunca me cansei de você. Então se acostuma, porque de hoje até o dia da sua morte, você vai ser minha e de uso pessoal e exclusivo. Isso fez Momo empalidecer, mas também a excitou pra caralho.
Izuku carregou a Momo na posição de full Nelson e, sem pedir permissão, enfiou a pica no cu dela. Momo só conseguia gritar e gritar enquanto sentia o cu sendo esmagado brutalmente pela pica enorme do seu novo dono. Dessa vez, Izuku não teve pena e comeu a Momo com toda a força que podia — ela chorava de dor, embora aos poucos aquilo fosse se transformando em prazer. Depois de 3 horas dando uma surra violenta no cu da Momo, já eram 2 da manhã, e Izuku jogou a Momo na cama.
Izuku forçou Momo a chupar a rola dele onde ainda tinha sêmen e os lençóis estavam todos molhados de tanto fluido corporal, incluindo sangue de macaco, tanto do cu dela quanto da vagina que antes era virgem. Ela, por não ter experiência, não conseguiu enfiar o pau do Izuku na boca, então só ficava chupando, embora isso agradasse ele. Izuku agarrou Momo pelo queixo, forçando ela a abrir a boca, e de uma só estocada enfiou a rola. Depois de gozar, ele tirou a rola da boca de Momo e os dois trocaram os lençóis, colocando uns novos. Momo tentou ir embora, mas não foi longe, primeiro porque não conseguia ficar em pé, já que as pernas, a buceta e o cu doíam pra caralho, e ela só tremia; e segundo porque o Izuku segurou ela. — Aonde você pensa que vai? — Pro meu quarto. — Assim? E quem você acha que vai esquentar minha cama hoje?
Momo se meteu na cama e Izuku virou ela, enfiou a pica no cu dela de novo. Aaaaa, essa sua bunda é maravilhosa, Momo-chan. Que bom que você gosta, Izu-kun. Te incomoda se eu te chamar assim? Não, de jeito nenhum, me chama do jeito que você quiser, Momo-chan.
Depois de gozar, o Izuku jogou a Momo na cama e subiu em cima dela, cobrindo os dois, e enfiou o pau dele, que ainda tava duro igual pedra, no cu da Momo, pra depois dormir em cima dela. No dia seguinte, o Izuku acordou primeiro e a primeira coisa que viu foi a Momo debaixo dele. Ele se afastou dela, vendo como o cu dela tava bem vermelho, e acordou ela com um beijo e disse: "Momo, você tem que ir se trocar, a gente se vê lá embaixo. E, por sinal, vamos ver como trazer suas coisas pro meu quarto a partir de hoje — esse vai ser o nosso quarto." A Momo, que ainda tava meio dormindo, não escutou direito e só falou "sim" pro seu dono.
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