A história nunca contada 4

Aqui vai a próxima parte dessa história.


Espero que vocês curtam muito.




OBRIGADO POR ME LER


POR ME SEGUIR


E PELOS PONTOS








Depois dessas confissões da Clara, percebi o quanto eu tinha perdido por me dedicar tanto ao trabalho. Agora eu tinha mais dúvidas do que certezas, principalmente se minhas filhas eram realmente minhas filhas e por que eram tão putas. Agora eu só queria ver o quão vadia a Susana era, mesmo que o Luisinho me desse um tesão, mas eu não contava pra Clara. Só queria que ela continuasse me contando sobre minhas galhadas, e assim a gente seguiu fazendo quase toda noite, já que isso tinha virado costume.


E depois de foder, quem continuou?


Clara, e quem disse que acabou com o Fer? Nada disso, ele continuou vindo me visitar e me comer, mas sempre sozinho. Mas é, foi se afastando, vinha cada vez mais espaçado até que um dia parou de vir. Por essa época, eu me animei a dar o butico pra você, e você nunca disse nada. Pelo contrário, ficava muito feliz, com certeza pensou que tinha desvirginado minha bunda e nunca percebeu que já estava aberta, mesmo eu tendo ajudado um pouquinho pra você não notar. Doeu bastante o seu pau quando entrou, mas por sorte meu cu já estava aberto, senão acho que não teria aguentado. Mesmo assim, gritei pra caralho e deu certo. Depois, neguei de novo pra você não se acostumar tanto. Gostava de me fazer de difícil. E então chegaram as férias. Lembra daquelas férias? Porque não foram tantas, você nunca tirava férias, sempre queria trabalhar. Imagina, eu sozinha naquele condomínio a semana inteira esperando você chegar na sexta à noite e ir embora no domingo de madrugada.


Quantas você já comeu, né?


Clara não tava contando, céu, mas depois disso veio a Susana.


Por acaso eu não sou o pai?


Clara não é gostosa de jeito nenhum.


Não acredito, mais corno impossível de ser.


Clara, conheço mais corno que você, bebê, mas continuo te contando daquele acampamento? Bom, você sabe que já naquela época eu adorava dar a buceta e era difícil pra mim resistir a uma pica e, bom, aí conheci o Carlos, o encarregado, você sabe como são os homens, ainda mais quando veem uma mulher sozinha. No outro dia depois de você ir embora, a gente começou a beber e acabou na cama. Desde aquela noite, fui a putinha dele. O bom é que ninguém me conhecia.


E aí, aquele Carlos te comeu gostoso?


Clara é uma maravilha, céu, mas o que ela mais fazia era pegar nos meus peitos, adorava deixá-los cheios de porra, embora eu também transasse gostoso. Assim, ficamos nos encontrando umas quantas noites até que ela me apresentou ao jardineiro. Bom, eu já tinha visto ele desde o primeiro momento e tinha achado ele gostoso, principalmente o volume entre as pernas dele. Logo começamos a conversar. Carlos tinha me apresentado como uma amiga, e no dia seguinte eu o convidei para jantar. O que menos fizemos foi comer. A verdade é que o jardineiro tinha uma pica enorme e sabia usar muito bem, mas era pervertido. Naquela noite, ele foi embora me deixando toda acabada, e no dia seguinte ele voltou querendo mais, quando eu estava tomando sol na piscina. Ele queria me comer a todo custo, e depois de insistir muito, eu disse que não tinha gostado nada do jeito que ele me tratou e, principalmente, das coisas que ele falava de você.


E o que ele dizia de mim? Com certeza tava tirando onda porque tinha uma rola melhor que a minha.


Clara, bom, nisso ele tinha razão. O que me irritou foi ele me chamar de puta. Ele jurava que só um puto não comeria uma gostosa daquelas toda noite e que por isso eu era tão vadia. Depois de conversar umas vezes, já que ele ia e voltava, ele acabou me convencendo a ir pro vestiário e esperar ele lá. A verdade é que, de tanto me elogiar e lembrar como ele tinha me comido, eu tava muito excitada e me entreguei. Podia ter marcado com ele pra outra noite, mas não, dei ouvidos a ele. Péssima ideia pra mim. Entrei no vestiário e ele entrou logo em seguida. Puxou o pau pra fora enquanto chupava meus peitos, que eu já tinha tirado da malha. Ajoelhei na frente do pau dele e comecei a chupar. Pra você ter uma ideia, o pau dele mal cabia na minha boca e passava pela minha garganta quando ele metia tudo. Isso me dava ânsia e, mesmo não curtindo, não podia fazer nada além de deixar ele fazer o que quisesse. Ele me jogou no chão e tomou conta da minha bunda. Você não tem noção do forte que ele me comeu. Eu sabia que pedir pra ele comer mais devagar não adiantaria nada; pelo contrário, ele ia meter mais forte. Então preferi gemer e não falar nada. A verdade é que eu adorava como ele comia meu cu e, quando gozou, tirou o pau do meu cu e encheu minhas nádegas de porra. Pensei que tinha acabado, mas aí ele me disse:


Jardineiro, que obediente você é, pra você agora tenho uma surpresa, não me decepcione, putinha, a partir de agora sou seu dono.


Clara estava aos seus pés, sentia que só podia obedecer, e nisso entrou outro cara que eu não tinha visto. Ele se aproximou de mim e puxou o pau pra fora. O jardineiro me ordenou que o satisfizesse. Novamente, comecei a chupar o pau de um desconhecido. Me senti uma verdadeira puta, sendo usada como tal. De novo, fiquei com os peitos e o rosto cheios de porra. Pensei que ali terminava tudo, mas eu queria mais e pedia pra ele me comer. Ele me virou no chão e arrombou minha buceta. Tive dois orgasmos, e ele não parou até me encher toda enquanto eu chupava o pau do jardineiro. Quando terminei com o desconhecido, fiquei sozinha. Quando estava me levantando pra sair, entrou um cara. Era o filho do jardineiro, que assim que me viu puxou o pau pra fora e me mostrou. Era parecido com o do pai. Tentei recusar, mas fiquei tão excitada vendo aquele pau tão duro que me aproximei dele e disse.


Clara, você também quer me comer? Mas não conta pra ninguém, isso fica entre eu e você.


Me ajoelhei e chupei a pica dele, o cara não parava de soltar porra e não só me fez engolir como também gozou na minha cara. Virei e abri minhas pernas, o cara não hesitou, meteu com força na minha buceta e começou a me comer com muita raiva enquanto eu reclamava e gemia. O cara me fez gozar duas vezes e me encheu de porra, mas não bastou, porque logo depois me enrabou e enquanto me arrombava o cu eu gritava.


Clara, o que cê tá fazendo, cara? Não me arrebenta a buceta, tira essa pica daí, ai ai ai ai, dói, seu idiota.


Cara, cala a boca, puta, essa buceta quer muita pica e se você continuar enchendo o saco, amanhã eu venho com meus amigos e a gente te come todo mundo junto.


Clara, ah não, isso não, por favorrr ahhh ahhh ahhh


Clara, o cara me comeu com tanta força que me fez gozar enquanto me comia pelo cu, fiquei destruída, e ainda por cima ele não terminava nunca, um prazer imenso, mesmo eles me usando e até me desprezando, o que me deixava ainda mais excitada. Quando o cara finalmente gozou, depois de um bom tempo, arrumei minha sunga e saí do vestiário pra ir pra minha cabana. Só quando cheguei é que percebi como eu estava: a sunga, meus peitos e até meu cabelo completamente leitosos. Assim alguns visitantes devem ter me visto. Não saí da cabana pelo resto do dia.


Mas que puta surra de buceta que te deram, foi assim que se recebeu de puta no condomínio.


Clara se ama, quase sem querer, mas sem perceber que você tava se formando em corno.


E aí, o que aconteceu depois? No final, os caras te comeram?


Clara, claro que sim, amor, não ia perder isso não. O prazer com o cara foi muito bom, mas isso eu te conto depois. Agora quero que você me coma como comeria uma puta igual a mim.


Tava tão tesuda que peguei ela com muita força e depois, já exausto, a gente continuou conversando.


Quero que você me conte o que rolou com os caras.


Clara, sem amor, antes vou te contar o que aconteceu depois, porque não foram só eles que me comeram. Como te falei, vários me viram voltar pra casa feito uma puta destruída, e claro que isso se paga. Como eu podia negar que já era a puta do condomínio? Impossível, meu bem. Tava doendo tudo, principalmente o cu — eles tinham se empenhado em arrebentar ele. Tive que passar um creminho pra acalmar um pouco, mas me sentia tão bem, adorava ser usada assim por aqueles machos de pica grande. Só de pensar nas picas deles, eu ficava toda molhada. Mas melhor a gente começar a falar da Susana. Esse sábado à noite eles vêm jantar e acho que não vão dormir na casa deles.


Então você vai ter que me dar a buceta de novo, sua puta.


Clara sim, amor, mas toma cuidado com o José, ele não é bobo. Eu sei que não vai ser difícil pra você pegar ela, mas desconfio do José.


Por quê?


Parece que o Luisito saiu pra rua, Clara.


Você tá dizendo que o José também é promíscuo?


Clara, por umas coisas que a Susy me contou, se ele não for viado, ele dá uma surra de pau nele, céu. Quem sabe, no fim, você acaba comendo os dois juntos.


Você gostaria disso?


Clara, você não sabe como

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