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Compêndio IIIBOM COM AS MÃOS E A FERRAMENTA I
Em fevereiro, a atmosfera na casa da Verónica tinha mudado sutilmente. Durante o dia, a Marisol e eu continuávamos como sempre com as nossas meninas e o Jacinto na casa dos meus velhos: levávamos elas pra passear e brincar, fazíamos excursão pra praia ou pro campo, visitávamos museus e passávamos o tempo com meus pais. Resumindo, a gente se esforçava pra caralho pra que elas curtissem cada dia da estadia.
Mas ao entardecer, teve uma mudança na casa da minha sogra. Foi como se o ar ficasse carregado de alguma forma, por eu ser o único homem da casa, redirecionando silenciosamente a atenção das moradoras.
A Verónica não era ingênua. Ela percebia como a Violeta arrumava o cabelo e o sutiã (se é que ainda usava) toda tarde quando a gente via Netflix e sentava pra jantar. Até notava o leve mancar dela ao andar, mas tendo vivido aquilo onze anos atrás, voltou a ficar de boca fechada.
Talvez fosse porque toda vez que lavávamos a louça, fazíamos o mesmo que com as filhas dela na cozinha. O que valia destacar, isso sim, é que a Verónica ressaltava numa voz cheia de ternura que "eu tenho ela um pouco mais comprida que a do 'meu memito', mas mais grossa e dura"... então dava pra perceber que, apesar de tudo, a Verónica gosta mesmo do Guillermo.
Mas no final do dia, minha rouxinol me esperava, minha Marisol.Entendo que muitos casais digam que o sexo vira rotina com a esposa depois de 10 anos, mas pra alguém que desenvolve tendências obsessivo-compulsivas como eu, transar vira uma necessidade essencial pra fechar o dia. Apesar de a gente já ter tentado, tanto eu quanto ela acabamos cedendo e no fim a gente sempre faz, não importa se um dos dois tá doente (a não ser que seja algo grave), de chico ou simplesmente exaustos. Basicamente, se a gente não faz, não consegue dormir em paz.
Talvez, ela ficasse até mais gostosa nesses dias: me esperando de pernas abertas, se masturbando com o vibradorzinho dela, sabendo que eu ia dar o último das minhas forças e que ia fazê-la gritar ainda mais apaixonada, esquentando os ânimos da mãe e da irmã dela no processo.
Ainda assim, minha irritação com o Ramiro é de outro tipo. E peço paciência, caro leitor, porque tenho muito a dizer sobre ele antes de chegar na parte boa.Não estou dizendo que meço a masculinidade só pela habilidade das mãos dele… ou talvez sim, até certo ponto. Não é que eu me veja como um macho alfa ou algo do tipo, mas pra mim, ser capaz de cuidar da própria casa e das pessoas que você ama diz muito sobre o quão responsável você é como pessoa. Não vou negar o quanto me irritam meus colegas de trabalho atuais que nem conseguem trocar uma lâmpada sem chamar outra pessoa.
Mas com o Ramiro, minha frustração é mais profunda.Vejam, eu acho que ele não percebe que está sendo manipulado como um fantoche pelos próprios parentes.
Ou seja, ele tem um cargo administrativo na empresa da família e também lhe deram a casa dele. Mas não é nenhum presente uma casa velha e caindo aos pedaços num bairro perigoso que ainda por cima desmorona. Muito menos pagarem um salário de merda pra manter a companhia funcionando. Não é generosidade, é abuso. E a pior parte? Que o Ramiro não percebe ou prefere ignorar.
Acreditem, o que mais me irritou naquela tarde no churrasco com meu pai e meu irmão foram as desculpas dele. Ele nos contou que não tem tempo, conhecimento ou dinheiro pra consertar a casa sozinho ou pra pagar alguém. Eu, meu irmão e meu pai tivemos que morder a língua: também estávamos cheios de trabalho. Mas quando você tem uma família pra sustentar, você se vira.
Quando a Marisol e eu começamos a morar juntos, estávamos apertados de grana. Eu trabalhava e estudava pra tirar meu mestrado, e a Marisol estudava direto pra manter as bolsas da faculdade, então a gente tentava fazer cada nota durar.
Mas pra mim (assim como pro meu velho e pro meu irmão), cansaço não é desculpa. A gente não tinha muito, mas de algum jeito a gente se virava: eu consertava cada torneira pingando, remendava qualquer goteira que achava e até, com a Marisol, a gente limpava as calhas pra chuva. Não porque a gente se divertia com isso, mas porque a gente tava defendendo o pouco que a gente tinha. Pra mim, o conforto dela, a segurança dela, a paz de espírito dela eram tudo, e o que acontecesse comigo, eu mal ligava.E eu tinha orgulho disso. Ficava feliz (e ainda fico) de poder fazer alguma coisa, qualquer coisinha, pra fazer ela sentir que eu a amo e que posso protegê-la.
Mesmo quando a vida melhorou pra gente, quando a gente se mudou pra cá pra Austrália e finalmente conseguimos dar um respiro financeiro, eu não deixei de lado essa autossuficiência. Na real, naquela visita rápida em setembro anos atrás, quando pude ver meus velhos de novo, pedi pro meu pai me dar um intensivão de instalações elétricas. Eu não queria que minhas gêmeas se eletrocutassem ou se machucassem porque eu não conseguia instalar uma tomada de um jeito decente. Pra mim, isso era inaceitável.
Então talvez, sim, eu meça a qualidade de um cara pelo quanto ele tá disposto a sacrificar, não só no trabalho dele, mas com a família dele.
E não vou negar: o Ramiro, entre todas as boas qualidades dele de ser um pai responsável e um marido decente, parece não perceber como os parentes dele o manipulam. Ficam fazendo ele vigiar as finanças o tempo todo só porque "ele foi pra universidade". E enquanto ele se arrebenta por eles, a casa dele tá caindo aos pedaços.
Talvez, o que mais me irrita ainda é que o orgulho idiota dele também tá segurando a Amélia. Ela tirou o diploma com honras como tradutora intérprete, adoraria trabalhar e, embora com certeza o Ramiro seria "mais corno" se ela trabalhasse, ele não deixa.
Não porque eu seja um tirano ou ciumento, mas porque ele ainda tem aqueles valores antigos de responsabilidade: que o homem deve prover e a mulher, cuidar da casa e dos filhos.Admito que eu também cresci com esse tipo de valor (porque, assim como eu, o Ramiro também cresceu na igreja evangélica), mas chegou um ponto em que eu mesmo percebi que se agarrar cegamente a esses valores limita seu crescimento e, pior ainda, o crescimento e a autossuficiência de quem você ama.
Eu sei que a Amelia e os filhos dela merecem mais. A Marisol também sabe. E eu quero acreditar que o Ramiro, até certo ponto, sabe também, só que falta coragem pra ele exigir isso.
Por isso me incomodava estacionar o carro que aluguei na rua dele, onde a chance de me roubarem dependia do dia e da hora. E mesmo que eu pudesse pagar o seguro e eventualmente substituí-lo se acontecesse, não era essa a questão.
O problema era que eu não devia estar ali. Eu só estava cedo naquela manhã naquele lugar pra acalmar minha passarinhа. E porque a Amelia também é família. Então, mesmo que o marido dela fosse um inútil que não pudesse ajudar, eu tinha que ocupar o lugar dele...
Pelo visto, peguei a Amelia ainda dormindo. Esperei alguns minutos, o som da campainha ecoando pela casa. Ela abriu a porta vestindo um moletom e umas leggings que me deixaram pasmo, realçando a silhueta dela.
Não vou negar que meu corpo reagiu na hora, contemplando sua beleza madura, então tive que forçar um sorriso e tirar meus pensamentos pecaminosos da cabeça.- Oi, Amélia! – a cumprimentei com uma voz esganiçada, trazendo a caixa de ferramentas que meu pai me emprestou. – Vim fazer os reparos?
E acredite, caro leitor, que não sei o que ela viu em mim, mas ela soltou um suspiro suave, suas bochechas ficaram vermelhas e as esmeraldas nos olhos dela deram um brilho cativante, o sorriso dela me hipnotizando como um idiota.
• Ai, Marco! Você não avisou! – ela me respondeu, me dando um beijo carinhoso na bochecha, os peitos dela, macios e fartos, se espremendo contra meus ombros. – Nem consegui tomar banho.
- Desculpa. Se você tem outras coisas pra fazer... – me arrependi, como se tivesse levado um choque.
Ela me segurou pelo braço.
• Não, não! Como assim? – perguntou, como se não quisesse me deixar escapar. – É que eu não esperava que você viesse tão cedo.
Pra contextualizar, eram umas 10 da manhã, uma hora que eu achava razoável. Ela me convidou pra entrar e me ofereceu um café, me colocando a par dos reparos.
• Olha, Marco. A que mais me incomoda é a torneira da cozinha. Pinga como uma condenada e, toda vez, não fecha nunca. – ela me mostrou, enquanto preparava nosso café.
Pra ser sincero, não lembro de tudo que conversamos. O peito da Amélia balançava enorme a cada movimento. E embora a Marisol tenha um belo par de peitos firmes que desenvolveu depois da gravidez, os melões da Amélia já eram generosos desde a época em que eu e a Marisol namorávamos, crescendo ainda mais depois do nascimento do Miguel e do Davi, que eu lembro bem quando ela me disse que tinham ido pra piscina municipal por estarem matriculados em aulas de natação e que não voltariam até a tarde.
Ela me contou sobre os reparos enquanto provávamos o café: umas tomadas que soltavam faíscas quando você ligava alguma coisa, lâmpadas que piscavam e coisas assim. Mas eu também percebia que ela me olhava e sorria de vez em quando.• A que mais me preocupa é a tomada do quarto. — comentou enquanto subia as escadas, rebolando aquele rabo firme e delicioso enquanto falava. — Toda vez que ligo o aspirador, saltam faíscas e fico com medo de pegar fogo ou levar um choque.
Embora o quarto estivesse bagunçado, a cama de casal estava desfeita, parecendo quase uma luz de neon sugerindo o proibido.Comecei a trabalhar, desparafusando a placa e revisando a fiação. Amelia me observava atenta, seus peitos enormes balançando como sinos de igreja. Ela contemplava, muito interessada, o jeito que minhas mãos e meus dedos trabalhavam na fiação. Mãos e dedos que tinham explorado cada contorno do corpo dela, fazendo-a gozar onze anos atrás…
E enquanto eu ia trabalhando, a conversa ficou mais safada. Enquanto eu revisava a tomada, os peitos dela me pressionaram pelas costas e, num sussurro quente, ela confessou:
• Sabe? Sempre gostei das coisas que você faz com as suas mãos…
Me virei pra olhar ela, nossos olhos se encontraram, os lábios dela a meros centímetros dos meus.
- Ah, é? - respondi, perdido naquelas esmeraldas doces e inocentes.
Nos olhamos por alguns segundos, até que os fios soltaram uma faísca ao fazer contato e derrubaram o fusível. Amelia fingiu endireitar um quadro e eu me lembrei de que lidava com eletricidade.
Mesmo assim, o ar estava pesado e as paredes pareciam nos encurralar. Os dois sabíamos o que ia rolar e a ansiedade era incontrolável.
Me concentrei em ajustar o plugue com precisão e agilidade e fui até a caixa de fusíveis pra religar a eletricidade.
- Acho que tá pronto. – falei, terminando de apertar os parafusos da placa um pouco mais. – Agora funciona.
Amelia se aproximou, conectou um carregador de celular e percebeu que não acontecia nada.
• Obrigada! – respondeu, a voz suave como um carinho. - Agora, tem outra coisa que você precisa consertar!
E sem dizer mais nada, me agarrou o pacote na calça, deixando claro do que ela tava falando.
Tentei recuar, tentando manter a sanidade…
- Amelia, não é uma boa ideia. - respondi nervoso, minha mente processando a mil por hora as possibilidades de as crianças ou o Ramiro voltarem pra casa antes da hora.
Mas tudo Perdi as contas quando ela tirou o moletom, revelando aqueles peitos enormes, firmes e cheios de tesão.
• Não se preocupe! - ronronou a gata capturando sua presa, se aproximando e me abraçando. – Ramiro não volta até a noite e as crianças vão ficar a tarde toda na piscina.A mão dela desceu até agarrar minha ereção, me fazendo gemer. Não consegui resistir aos encantos dela, sabendo que era errado, mas o desejo que tinha ficado entre nós por tanto tempo tinha voltado com vingança, um inferno que queria nos queimar juntos.
Nos beijamos com uma paixão que parecia queimar ao mesmo tempo, nossas línguas soltas como se nunca tivéssemos nos separado. Minhas mãos percorriam o corpo dela, reconhecendo cada curva e contorno, enquanto Amelia desafivelava meu cinto e puxava minha calça, liberando minha ereção.
Não podia acreditar no tamanho dos peitos dela, tão grandes, carnudos, quentes e firmes, mesmo com o passar dos anos. Peguei eles nas minhas mãos, apertando os mamilos eretos, sentindo o calor do desejo dela. Amelia soltou um suspiro sensual e encostou o corpo favorecendo meu toque, a mão dela nunca largando a firmeza da vara entre minhas pernas.
Ela abriu a boca hipnotizada. Eu soltei um gemido. A língua dela era quente, a saliva pegajosa e refrescante. Amelia começou a me chupar com gosto. Comparado com o do Ramiro, meu pau era um oásis no deserto: grosso, comprido e duro.
Agarrei seus cachos segurando a cabeça dela enquanto me afundava mais fundo. Dava pra sentir a umidade crescendo entre as pernas dela e meu pau ficou ainda mais duro só de pensar em estar dentro dela de novo. Me inclinei pra acariciar a bunda dela, sentindo os músculos firmes por baixo do tecido fino da legging.A Amelia só tava focada em chupar. Igual às irmãs e à prima dela, ela adorava meu gosto: o jeito que esticava a boca dela era uma delícia; a forma como a ponta tocava o fundo da garganta dela era excitante.
Consegui remover suas leggings, deslizando por baixo das suas calcinhas delicadas e castas. Passei a mão na sua umidade, meus dedos explorando suas dobras. Encontrei seu botãozinho e comecei a esfregar devagar, fazendo círculos, arrancando gemidos dela ao redor do meu pau. Dava pra sentir a tensão do corpo dela crescendo, do jeito que ela reagia ao meu toque como se tivesse esperado aquele momento desde o começo.Os peitos enormes e caídos da Amelia me lembravam um par de peitos gigantes, balançando suavemente enquanto minha cunhada trabalhava na minha vara até me fazer franzir a testa.
Perdi a alma no momento em que ela me engoliu inteiro, as bochechas dela se contraindo a cada movimento.
Pra ela, era uma iguaria, já que o Ramiro tinha uma aversão total a boquetes. Eu tinha esquecido o quanto a Amelia adorava chupar paus, e o jeito que ela fazia me trazia de volta aquelas tardes quentes no jardim dela no norte.
Dava pra sentir a ganância dela, tentando me engolir inteiro, fazendo meu cérebro derreter. Por uns minutos, achei que ela tinha virado uma vampira ou um súcubo, sugando minha essência. Mas na real, era que a Amelia tava desesperada: a necessidade dela por intimidade era alarmante.
Me abaixei e peguei ela pela cintura, girando ela de um jeito que ficou dobrada sobre a cama. Arranquei as calças dela com fúria, revelando a bunda redonda e carnuda. A visão da buceta pulsante dela me fez querer ainda mais, e me aproximei, alinhando meu pau com a entrada molhada dela.
O fato de a cama de casal estar desarrumada acendia os dois. O pensamento mórbido de profanar a Amelia na mesma cama que ela dividia com o Ramiro era irresistível. Pra ela, a ideia de receber a rola que ela mais desejou naquele lugar parecia quase uma vitória.
Não perdi tempo com palavras. Agarrei ela pela cintura e puxei pra mim. Com uma estocada firme, enterrei meu pau dentro dela, preenchendo completamente. Amelia ofegou, a sensação... De sentir-se cheia de repente tirou-lhe o fôlego. Fazia muito tempo que ela não se sentia tão viva e desejada.
A buceta dela estava tão apertada e molhada, me agarrando como uma pinça quente e refrescante. Comecei a meter nela, minhas cadeiras balançando num ritmo firme e constante que mandava ondas de prazer chocando contra o corpo dela. Ela gemia como uma condenada, enterrando a cara no travesseiro pra abafar os gemidos, mas era inútil. A cama velha começou a ranger e reclamar sob o nosso peso apaixonado.Por uns segundos, cogitei a ideia de usar camisinha. Mas todos os meus medos de engravidar a Amelia sumiram no instante em que fui preenchendo ela. As entranhas dela estavam quentes, apertadas e tentadoras. A bunda dela tava incrível. E quisesse eu ou não, Amelia tava gostosa pra caralho, o céu era o nosso limite.
Começamos a meter com força e sem dó, sem tempo pra carícias. Era um desejo sexual puro, cru e animalesco. Eu metia como um campeão e Amelia me amava por isso.
Os gemidos dela ficaram mais altos e ela sabia que a gente tava se arriscando, mas a tensão só aumentava a intensidade do encontro. Segurei o pescoço dela, firmando com força enquanto continuava metendo forte. Dava pra sentir meu hálito quente na orelha dela enquanto eu sussurrava.- Você sentia falta disso, né, putinha?
Ela assentiu, sem conseguir falar, o corpo dela respondendo à minha voz e ao meu corpo.
Os peitos dela quicavam freneticamente, então eu tentava agarrá-los. Pareciam macios e quentinhos por cima do moletom, mas eu precisava tocá-los diretamente. Consegui apalpar ela como um louco. A proximidade dos meus braços no corpo dela fazia a Amelia sentir ondas de prazer.Minhas investidas ficaram mais agressivas, nossa respiração mais ofegante. Eu me sentia como um animal enjaulado escapando da prisão e voltando à sua natureza. Amelia se jogava para trás, encontrando cada investida com a dela, o corpo dela implorando por mais.
Nossos movimentos ficaram mais frenéticos, a cama rangendo em protesto. Os fluidos de Amelia escorriam como um rio, encharcando os lençóis debaixo da gente. Ela sentia que meu pau ficava ainda maior e lembrava muito bem quando eu estava prestes a gozar.Mas o que mais excitava Amelia era a ideia de que Ramiro nunca a comeu tão forte naquela cama antes. Mesmo quando eles faziam amor, era só um arranhão comparado com a cavalgada devastadora que a gente estava montando. Amelia gemia sem controle, o colo do útero finalmente cheio e satisfeito pelo meu pau. Um grito ao céu agradecendo aos deuses que suas preces secretas finalmente foram atendidas escapou dos lábios dela.
Senti como a buceta dela se apertava em volta do meu pau, me avisando que ela também ia gozar. Passei a mão e belisquei o clitóris dela, deixando ela louca. A Amélia gritou no travesseiro, o corpo dela convulsionando enquanto a onda de prazer a engolia. A sensação foi tão intensa que ela chegou a ver estrelas.Eu, por outro lado, não me segurei. Meti ainda mais forte, sabendo que eu também não aguentava muito. Dava pra sentir minhas bolas incharem e sabia que era questão de segundos. Segurei ela pela cintura uma última vez, puxando ela pra mim até dar a última estocada, me enterrando nela até o talo.
O grito dela foi intenso e devastador, enquanto eu enchia ela de gozada quente, tiro após tiro. Até nisso, comparado com o Ramiro, era de lascar: minha porra era pelo menos quatro vezes mais volumosa que a dele.
Amelia teve uma sensação de euforia tomando conta dela ao me sentir enchendo ela com minha semente quente. Era uma sensação que ela sentia falta há muito tempo, uma sensação que lhe foi negada por anos. Ela desabou na cama, o corpo tremendo com as réplicas do orgasmo. Eu desabei também, meu peso pressionando ela contra o colchão enquanto beijava seu pescoço e mordiscava sua orelha.Ficamos ali descansando por uns momentos, nossa respiração se acalmando, nossos corpos ainda conectados. O quarto estava cheio da essência do sexo, um aroma intrigante que parecia pairar no ar como um segredo culpado e discreto. Apesar do coração de Amelia estar acelerado, ela tinha uma estranha sensação de calma. Era como se ela tivesse recuperado algo que nem sabia que tinha perdido.
•Obrigada! – ela conseguiu dizer, finalmente recuperando o fôlego. – Isso foi incrível.
- Quando você quiser. – respondi humilde, ainda segurando os peitos dela.
Quando finalmente conseguimos nos separar, os olhos de Amelia brilharam: meu pau continuava duro como pedra. Era algo que também faltava no Ramiro: uma vez que ele gozava, o pau dele murchava. Mas o meu, mal se abalava.
Um silêncio constrangedor nos envolveu. Não havia dúvida de que os dois queríamos fazer de novo. Porém, os dois sabíamos dos riscos que isso trazia: os filhos da Amelia podiam voltar ou até o Ramiro podia chegar do trabalho se a gente repetisse.
Mesmo assim, Amelia me olhava em silêncio enquanto eu tomava banho, os olhos verdes dela focados no meu pau. Isso fazia minha ereção ficar literalmente mais difícil de controlar, o pensamento de que Amelia estava faminta por sexo não saía da minha cabeça.
Depois que me vesti, me aproximei dela pra me despedir, seus olhos verdes suaves ainda fixos no volume longo, inchado e duro na minha virilha.- Então... te vejo amanhã. – falei hesitante, como se tivesse sem fôlego.
Amelia só parou de olhar pra minha virilha quando cheguei perto o bastante pra ela não conseguir mais ver com clareza. Foi aí que ela olhou nos meus olhos e ficou vermelha.
• Sim, a gente se vê amanhã! – respondeu com a voz nervosa. – Se quiser... pode vir mais cedo.
Esse convite me fez engolir seco. Claramente, Amelia queria de novo, então o beijo no rosto pra nos despedirmos foi tenso, os dois sabendo que se a gente se beijasse na boca, voltaríamos a gozar na cama.

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