O Mecânico 26📑

O carro da Paula parou no meio da estrada, debaixo de chuva, no meio do nada. O capô soltava fumaça e o celular dela não tinha sinal. Ela xingou, frustrada, molhada, na sua blusa branca, que já deixava à mostra os mamilos endurecidos pelo frio. Dez minutos depois, uma caminhonete velha parou na frente dela. Desceu um homem com jeans sujo, braços tatuados e uma camiseta justa. Alto, moreno, com uma barba de dois dias. Tinha os olhos mais intensos que ela já tinha visto na vida.

— Precisa de ajuda? — perguntou com voz grave.

— Parece que o motor superaqueceu — disse ela, tremendo.

Ele não falou mais nada. Abriu o capô e começou a trabalhar rápido. Paula observava ele se movendo debaixo da chuva, molhado, os músculos marcando sob a roupa encharcada.

— Sou o Leo — disse ele, sem olhar pra ela —. Tenho uma oficina a cinco minutos daqui. Posso te rebocar.

Ela aceitou.

Na oficina, ele ofereceu uma toalha, uma camiseta velha e um café. Paula foi ao banheiro se trocar. Tirou a roupa molhada, se secou o melhor que pôde e vestiu a camiseta dele: chegava no meio das coxas, cheirava a ele, a graxa e a homem. Ela se olhou no espelho. Fazia tempo que não se sentia assim: desejada, viva.

Ao sair, Leo a observou em silêncio. O olhar dele percorria cada centímetro de pele exposta. Ela também olhou pra ele, sem disfarçar.

— E o que você vai fazer enquanto eu espero? — perguntou ela.

— Tô pensando em você — respondeu ele, direto.

Paula se aproximou, o coração batendo forte.

— E o que você pensa?

Leo não disse mais nada. Pegou ela pela cintura e beijou com uma fúria contida. Levantou ela com facilidade e sentou na mesa da oficina. Ela arfava enquanto ele levantava a camiseta dela. Os mamilos dela estavam duros, o corpo molhado, quente por dentro.

— Você tá uma delícia do caralho — grunhiu Leo, beijando o pescoço dela, descendo pelas tetas, chupando cada uma com fome.

— Quero que você me coma — sussurrou ela, com as pernas abertas —. Toda.O Mecânico 26📑Ele se ajoelhou na frente dela e lambeu a buceta dela, lento, profundo, com a língua firme e precisa. Paula se arqueava, gemia, se agarrava na cabeça dele com desespero. Ele levou ela até o limite várias vezes, até ela gozar na boca dele, tremendo. Leo se levantou, abaixou o zíper e liberou a ereção dele. Enorme, dura. Ela olhou com fome e chupou devagar, sentindo o poder de ter ele tremendo entre os lábios dela. Ele parou ela antes de gozar.

—Quero gozar dentro de você.

Ele penetrou ela com um único empurrão, profundo, enquanto ela gritava de prazer. Ele comia ela com força, segurando a cintura dela, com um ritmo brutal e delicioso. Cada estocada fazia ela gemer mais alto. A mesa rangia. A oficina cheirava a sexo, a chuva, a pele molhada.

—Isso! Me dá mais! —ela gritava.

Eles gozaram juntos, gritando, com os corpos suados e os corações acelerados. Ele abraçou ela forte depois, beijando o pescoço dela com ternura.

—Você não é como as outras —disse ele, acariciando ela—. Quero te ver de novo.

Ela sorriu pra ele, ainda ofegante.

—Eu também.

Semanas depois, Paula vendeu o carro dela e voltou pra oficina. Não por problemas mecânicos, mas por amor. Ela se mudou pra cidade, abriu um café na esquina, e toda noite, depois do fechamento, Leo esperava ela de braços abertos… e a mesa da oficina pronta pra fazer ela dele de novo.

O café da Paula virou um pequeno sucesso na cidade. As pessoas entravam por curiosidade e ficavam pelo aroma, o clima acolhedor… e porque todo mundo queria ver a mulher que tinha domado o solitário da oficina. Leo passava toda manhã pra tomar um café e roubar um beijo na cozinha. Às vezes, ele empurrava ela contra a bancada e enfiava os dedos entre as pernas dela enquanto ela tentava não soltar um gemido na frente dos clientes.

As noites, porém, eram deles.

Naquela noite, a oficina já estava fechada. A chuva batia no telhado de zinco. Paula chegou com uma garrafa de vinho e sem calcinha por baixo do casaco. Quando ele viu ela, trancou a porta e levantou ela nos braços, sem dizer uma palavra. Ele a beijou com desespero, como se tivesse passado uma eternidade. Levou-a para o depósito e a apoiou sobre uma moto velha coberta por uma lona. Abriu o casaco dela e a contemplou nua, mordendo o lábio.vadia— Olha o que você me faz... — ele rosnou.
Ajoelhou-se e devorou a buceta dela de novo, com a mesma fome do primeiro dia. Paula tremia, se agarrava no guidão, mexia os quadris, desesperada.
— Leo, por favor...! — ela gemeu —. Você vai me enlouquecer...
Ele a levantou de novo e a levou até uma mesa. Abriu as pernas dela e a penetrou, com força, enquanto ela gritava de prazer. Ele mordia os lábios dela, o pescoço, falava safadeza no ouvido:
— Essa buceta é minha. Só minha. Entendeu?
— Sim! — ela gritava —. Toda sua! Me come mais!
Ele comeu ela de pé, chupando os peitos dela, virou ela de costas, com uma mão no pescoço e a outra na cintura. Cada estocada fazia ela bater contra a mesa. Depois jogou ela no chão, entre as ferramentas, e comeu ela no piso, como um animal, com a pica batendo na buceta dela, ofegando.
Depois do sexo, sempre vinha o silêncio doce. Se abraçavam, se beijavam demorado. Leo acariciava o cabelo dela, dizia coisas que nunca tinha dito antes.
— Não pensei que isso ia acontecer comigo — confessou uma noite —. Tô apaixonado por você.
Paula olhou pra ele com os olhos brilhando.
— Eu também, Leo. Desde o primeiro dia, mesmo não querendo aceitar.
Ela se mudou pra casa dele. Começaram a dormir juntos toda noite. Faziam amor devagar, às vezes rápido, às vezes safado, às vezes carinhoso. Se conheciam em todos os cantos: no chuveiro, na bancada de trabalho, na cama velha, na cozinha.sexoUma madrugada, depois de uma sessão longa e molhada, com as pernas ainda tremendo, Paula olhou pra ele e disse:
— Quero ter uma família com você.
Leo sorriu. Abraçou ela com força.
— Vamos construir algo lindo, gata. De verdade.
Meses depois, Paula continuava com o café e Leo expandiu a oficina. Tinham reformado a casa, pintado as paredes, comprado uma cama nova.
Um dia, ao voltar do mercado, ela o encontrou na entrada, com uma caixa de veludo na mão.
— Não preciso de mais nada além disso — disse ele, se ajoelhando—. Quer casar comigo?
Ela chorou. Beijou ele. Abraçou com força.
— Sim. Sim, mil vezes sim.
E naquela noite, eles se amaram como na primeira vez… e como se fosse a última.
Só que dessa vez, o orgasmo veio com lágrimas, promessas, e um amor que ardia além do corpo.gostosa

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