Uns anos depois da pandemia, arrumei um trampo num depósito. Tive que ir na reunião pra saber como era o serviço e conheci minhas colegas. Rapidão dei uma geral nas minas que iam ser minhas parceiras de trampo. Era uma galera, umas oito, entre turno da manhã e da tarde. A parada é que dei uma olhada na carne e fiquei de olho numa baixinha bem gostosa e do lado dela uma gorda mórbida chamada Miriam. Nunca pensei em comer ela, mas foi só preconceito meu. A aparência dela não era sensual pra mim, mas com o passar dos dias isso ia mudar.
Chegou a inauguração do depósito e eu não falava muito com meus colegas, mas aos poucos fomos soltando e conheci todas as minhas colegas, entre elas uma mina chamada Ivana. Ela era daquelas mulheres que te tratam mal pra te seduzir. Lembro que ela gritava comigo e me desrespeitava. Um dia fiquei puto e mandei ela pastar, botei ela no lugar dela. Depois disso ela começou a me respeitar e dava pra ver que queria algo mais comigo, mas eu não achava ela muito atraente e ela tinha um namorado. Podia ter levado ela pro motel, na real esse era meu pensamento, já que a poucas quadras tinha um albergue transitório. Na minha cabeça, essa ideia rolava com o resto das minas também.
A baixinha não tava no meu turno e descobri que ela era totalmente antissocial. Mas tinha a Fany, com uma raba enorme. Ela era muito novinha, eu tinha 29 e ela 18. Não consegui falar muito com ela, mas sempre que a gente trabalhava perto, eu soltava umas putarias e dava uns palpites. Era gostoso trampar no depósito rodeado de bucetas.
Miriam e eu ficamos muito amigos. Ela era uma grande mulher, com uns ovários enormes, sempre defendendo nossos direitos no trampo, já que a chefe era uma cuzona. Nosso turno da tarde odiava ela e a gente falava mal dela direto. Um dia, a Shirley, a chefe, colocou câmera em tudo quanto é canto pra gente trabalhar mais, já que ela ficava vigiando a gente pelo celular quando não tava. Eu odiava ela.
Com a Miriam, fomos ganhando confiança. Ela tinha um filho e o marido dela, que às vezes aparecia no trampo. Uma vez, a gente tava... Fazendo um trampo, Fany e Miriam foram comigo e a gente conversou na moral. Eu claramente falava de sexo pra elas, e elas riam ou ficavam com vergonha. A gente falou de coisas tipo: por que alguém volta com o ex? E eu dizia que era pra transar 🤣 Elas riam, e entre risadas eu ia impondo minha ditadura, que era sexo, só isso que eu queria. Aí mirei na Fany, pena que ela ficava muito nervosa ou envergonhada. Já a Miriam respondia tudo e entrava no jogo, me dizia que não se depilava no inverno. Ela ia esquentando a situação aos poucos. A gente era muito unido, já tinham passado 2 meses quando a coisa foi longe. Um dia ela me disse que não sente pinto pequeno e ria. Eu falei que o meu era normal, falei: "certeza que você vai sentir", e ela ria, mas era claro que queria transar comigo. Ela me disse que o marido dela era super vigilante. Eu falei que ia convidar ela pra um hotel, mas que o marido ia pegar a gente. Ela riu, mas disse: "isso dá pra resolver". Falou que podia ser num domingo. Eu disse que tava beleza. Passaram os dias e ela não conseguia nos domingos. Eu tava de boa, mas um dia, enquanto a gente trabalhava no depósito, eu fiquei a mil com a Miriam. Conversando, perguntei se ela transava sem camisinha. Ela disse que sim, que gostava mais assim. A gente tava super tarado. Eu toquei num peito dela de repente e ela disse: "Não!!" Falei: "A gente tem uma química boa". Ela disse: "Tem as câmeras". Falei: "Vamos atrás daqueles muros", que era o único lugar pra se esconder. Falei que eu ia arrumar as caixas em meia hora e que ela aparecesse pra ajudar. Ela disse: "Beleza". Depois de meia hora, fui pro lugar onde as caixas estavam bagunçadas, mandei mensagem pra ela e ela veio. A situação me excitou pra caralho. Assim que vi ela, enfiei um beijo e a gente se agarrou na hora. Tirei a camisa e o sutiã dela e comecei a chupar os peitos e beijar o pescoço. Aí ela esquentou, era uma gulosa. Já tava me tocando a pica, que tava dura pra caralho. Abaixei a calça e falei pra ela me chupar. Na hora ela se agachou e começou a chupar. Os sucos e o requeijão, ela lambeu tudo. comi, eu segurava o cabelo dela e puxava, dava pra sentir cheiro de queimado. depois de um tempo, baixei a calça dela e tava toda raspada, aquela buceta com lábios pretos, fedida e carnuda. coloquei ela de quatro e ali mesmo, de pé, comecei a meter. quando entrei, ela gemeu mmmm. dei um tapa naquelas nádegas gigantes, aquele rabão aparecendo no horizonte. meti e meti enquanto segurava o cabelo dela, ela gemia e suspirava. depois de um tempo assim, já queria gozar, então mandei ela ajoelhar. enfiei a pica de uma vez na boca dela e comecei a comer ela, até gozar dentro. ela engoliu tudo, dava pra ver que gostava de leite, aproveitou como uma porquinha. uns dias depois, finalmente fomos pro hotel, mas não se compara com a adrenalina de transar no meio do expediente.
Aqui é o depósito embaixo, onde eu comi ela.
Chegou a inauguração do depósito e eu não falava muito com meus colegas, mas aos poucos fomos soltando e conheci todas as minhas colegas, entre elas uma mina chamada Ivana. Ela era daquelas mulheres que te tratam mal pra te seduzir. Lembro que ela gritava comigo e me desrespeitava. Um dia fiquei puto e mandei ela pastar, botei ela no lugar dela. Depois disso ela começou a me respeitar e dava pra ver que queria algo mais comigo, mas eu não achava ela muito atraente e ela tinha um namorado. Podia ter levado ela pro motel, na real esse era meu pensamento, já que a poucas quadras tinha um albergue transitório. Na minha cabeça, essa ideia rolava com o resto das minas também.
A baixinha não tava no meu turno e descobri que ela era totalmente antissocial. Mas tinha a Fany, com uma raba enorme. Ela era muito novinha, eu tinha 29 e ela 18. Não consegui falar muito com ela, mas sempre que a gente trabalhava perto, eu soltava umas putarias e dava uns palpites. Era gostoso trampar no depósito rodeado de bucetas.
Miriam e eu ficamos muito amigos. Ela era uma grande mulher, com uns ovários enormes, sempre defendendo nossos direitos no trampo, já que a chefe era uma cuzona. Nosso turno da tarde odiava ela e a gente falava mal dela direto. Um dia, a Shirley, a chefe, colocou câmera em tudo quanto é canto pra gente trabalhar mais, já que ela ficava vigiando a gente pelo celular quando não tava. Eu odiava ela.
Com a Miriam, fomos ganhando confiança. Ela tinha um filho e o marido dela, que às vezes aparecia no trampo. Uma vez, a gente tava... Fazendo um trampo, Fany e Miriam foram comigo e a gente conversou na moral. Eu claramente falava de sexo pra elas, e elas riam ou ficavam com vergonha. A gente falou de coisas tipo: por que alguém volta com o ex? E eu dizia que era pra transar 🤣 Elas riam, e entre risadas eu ia impondo minha ditadura, que era sexo, só isso que eu queria. Aí mirei na Fany, pena que ela ficava muito nervosa ou envergonhada. Já a Miriam respondia tudo e entrava no jogo, me dizia que não se depilava no inverno. Ela ia esquentando a situação aos poucos. A gente era muito unido, já tinham passado 2 meses quando a coisa foi longe. Um dia ela me disse que não sente pinto pequeno e ria. Eu falei que o meu era normal, falei: "certeza que você vai sentir", e ela ria, mas era claro que queria transar comigo. Ela me disse que o marido dela era super vigilante. Eu falei que ia convidar ela pra um hotel, mas que o marido ia pegar a gente. Ela riu, mas disse: "isso dá pra resolver". Falou que podia ser num domingo. Eu disse que tava beleza. Passaram os dias e ela não conseguia nos domingos. Eu tava de boa, mas um dia, enquanto a gente trabalhava no depósito, eu fiquei a mil com a Miriam. Conversando, perguntei se ela transava sem camisinha. Ela disse que sim, que gostava mais assim. A gente tava super tarado. Eu toquei num peito dela de repente e ela disse: "Não!!" Falei: "A gente tem uma química boa". Ela disse: "Tem as câmeras". Falei: "Vamos atrás daqueles muros", que era o único lugar pra se esconder. Falei que eu ia arrumar as caixas em meia hora e que ela aparecesse pra ajudar. Ela disse: "Beleza". Depois de meia hora, fui pro lugar onde as caixas estavam bagunçadas, mandei mensagem pra ela e ela veio. A situação me excitou pra caralho. Assim que vi ela, enfiei um beijo e a gente se agarrou na hora. Tirei a camisa e o sutiã dela e comecei a chupar os peitos e beijar o pescoço. Aí ela esquentou, era uma gulosa. Já tava me tocando a pica, que tava dura pra caralho. Abaixei a calça e falei pra ela me chupar. Na hora ela se agachou e começou a chupar. Os sucos e o requeijão, ela lambeu tudo. comi, eu segurava o cabelo dela e puxava, dava pra sentir cheiro de queimado. depois de um tempo, baixei a calça dela e tava toda raspada, aquela buceta com lábios pretos, fedida e carnuda. coloquei ela de quatro e ali mesmo, de pé, comecei a meter. quando entrei, ela gemeu mmmm. dei um tapa naquelas nádegas gigantes, aquele rabão aparecendo no horizonte. meti e meti enquanto segurava o cabelo dela, ela gemia e suspirava. depois de um tempo assim, já queria gozar, então mandei ela ajoelhar. enfiei a pica de uma vez na boca dela e comecei a comer ela, até gozar dentro. ela engoliu tudo, dava pra ver que gostava de leite, aproveitou como uma porquinha. uns dias depois, finalmente fomos pro hotel, mas não se compara com a adrenalina de transar no meio do expediente.

Aqui é o depósito embaixo, onde eu comi ela.
1 comentários - Comendo a gorda no trampo