J.L.O e o mendigo capítulo 7 A tranca do preto mal cabia na boquinha da Jennifer.
Jennifer, que não estava nem um pouco com os cinco sentidos no lugar e perdida nas névoas do orgasmo recente, ainda assim percebeu que uma tranca daquelas, por mais tentadora que parecesse por causa do volume grotesco, nunca ia caber inteira. Então imaginou que, se aquele preto mendigo tivesse a insana intenção de cruzar com ela, o mais certo era que a arrebentasse na tentativa. E bem quando ia dizer que tinha pensado melhor e que a melhor opção era cada um dormir virado pro seu lado, como tinham combinado no começo, sentiu a língua do preto violar a boquinha dela de novo, avisando que, da parte dele, não tinha muito o que conversar e que ia comer ela de qualquer jeito — ou pelo menos era o que a linda cantora entendia. E o que dizer quando ele subiu em cima dela, deixando cair o torpedo enorme de carne na barriga lisa dela, onde ela, só de sentir o poderio, pensou que na hora que metesse, ia simplesmente rasgar ela da buceta pra fora.
— Cê tá bem quente e molhada, branquela. Agora sim vai curtir muito uma pica preta e mendiga quando eu enfiar no seu corpinho de puta... Vou te comer em todos os seus buracos, jijiji, vou deixar eles bem abertos pra você sempre lembrar de mim, se é que sai viva das putarias que vou te aplicar no cu e na buceta, jijiji.
A Diva, que já tinha voltado meio que à realidade, já não tava tão convencida como antes de querer tentar.
— Por favor, seu Tobias, não vai fazer isso comigo...! Não vai caber inteiro... a sua coisa... é... é... desumanamente grande...!!! — Jennifer, já tendo aproveitado um orgasmo delicioso, agora só pensava nela mesma e, de forma egoísta, queria não cumprir a parte dela do trato, por causa do medo genuíno que sentia só de imaginar aquela ferramenta gigantesca. abrindo-a pela buceta, pensava que suas carnes não aguentariam e que simplesmente se partiriam.
— Não, mamãe... recém-gozou igual uma porca de verdade e, pelo que vi, também não fez muito charme pra eu lamber sua pussy, então agora é minha vez, putinha...!!! Daqui você não sai até ficar bem comida e bem perfurada nos seus buracos...!!!
— Tá bom...! Ok...!, tá bom...!, — A exuberante latina não estava nada convencida do que dizia, mas não tinha outra alternativa. — Só peço que, quando for meter, faça com muito cuidado, e quando o senhor ver que não cabe mais, por favor pare. Seu pau é muito grande... e sei que nunca vai caber em mim...
— Valeu, gostosa..., mas primeiro chupa ele um pouco com essa boquinha, quero sentir esses lábios doces de morango se enrolando na minha tranca de cavalo. Sabe? Nunca na minha vida uma mulher quis fazer isso comigo, com medo de eu rasgar ela por dentro e porque sou extremamente feio, reconheço, hehehehe. Você é a primeira mulher que topa na boa com esse pobre velho preto e mendigo. Além disso, vai ser a primeira mulher na minha vida a chupar ele — nisso, o vagabundo já mais envalentado a pegou de forma prepotente pelos cabelos loiros para que ela ficasse de quatro com a cara na frente do seu alongado e grosso monstro masculino, enquanto puxava e dizia: — Fica igual às cachorras e mete na boca...!!! Vai... seja bonitinha...!!! Chupa...!!! Chupaaaa...!!!!
Incrivelmente para todos nós, mas principalmente para o ansioso e enardecido velho indigente, foi que Jennifer, depois de se posicionar como ele mandou, fez o resto do trabalho sozinha. Ao se sentir aliviada por adiar o momento da penetração, e estranhamente se sentindo também a mais sortuda por ser a primeira a aproveitar oralmente aquele atraente e rijo falo masculino cheio de veias, com ânsia e desespero, agarrou-se nele, notando além disso, aquela grossa pica preta superava de longe em tamanho e poder as que ela tinha conhecido ultimamente, e rapidamente, como uma verdadeira desesperada, começou a inspecioná-la e cheirá-la. aquela intimidadora tranca de carne masculina, além de assustá-la, também a deixava tão seduzida quanto encantada.
até que finalmente nossa curvilínea latina, sempre de quatro naquela imunda e apertada casinha retangular feita de paus e lixo, encarou a ponta da colossal pica preta, segurando-a com uma de suas mãozinhas brancas desde a base do tronco.
com uma das mãozinhas, ela ajeitou parte de seus cabelos loiros atrás da orelha e, lentamente, foi puxando sua língua imaculada e fresca de mulher milionária para começar a dar, ela mesma, o primeiro e feminino banho de pica naquele pobre e desvalido indigente que beirava o nojento.
a bela Jennifer, antes de tudo, posou seus lábios vermelhos no centímetro 15 daquela descomunal e inflamada tranca preta para, depois, com muito cuidado, ir percorrendo-a em direção à glande com sua linguinha, que funcionava como uma retroescavadeira. quando chegou à glande oleosa, que vomitava sem parar grandes quantidades de melecas mornas e semitransparentes, ela voltou pelo outro lado da pica e começou a limpar aquela imundície leitosa do mesmo jeito que tinha feito antes. e assim fez uma vez e outra, encarregando-se de lamber o que ela considerava um lindo membro masculino que, novamente, já sentia o dever de cuidar.
o preto e velho Tobias, que foi o nu e feliz espectador da forma tão feminina como literalmente lavaram sua pica e, depois de vê-la engolir toda aquela imundície que ele tinha guardado por anos entre o tronco e a pele da sua virilidade suja, ficou ainda mais contente quando viu que a mulher foi abrindo o máximo que pôde seus lábios vermelhos. Lábios de caramelo pra simplesmente enfiar na boca oralmente, conseguindo engolir só ¼ disso, pra depois ver como a putinha começava a chupar com muito cuidado e de forma concentrada.
O boquete era difícil pra Diva, porque por mais que tentasse enfiar na boca outro pedaço daquela carne preta, não conseguia. Sentia como se, a qualquer momento, os cantos dos lábios fossem rasgar, ou as mandíbulas fossem deslocar. Decidiu que aquele membro inchado e duro era grande demais pra ela, já que nem conseguia engolir metade dele no máximo. Então teve que se contentar em só chupar a glande preta e brilhosa e um pouco mais daquela monstruosidade, alternando às vezes com lambidas deliciosas no tronco e nos testículos brilhantes do sortudo vagabundo, enquanto ele, de forma libidinosa, dizia:
—Assim, mamacita...!!! Assim... por baixo também!!! É toda sua...!!! Toca ela...!!! Chupa assim…!!! Aahhh... que delíciaaaa…!!! Você gosta de chupar, né…!!??Mas o que ele ouviu de resposta da Jennifer foi que ela ficou por vários minutos vidrada só na tarefa de chupar, lamber, sugar e voltar a passar a língua em toda a extensão da vara dele, sem contar as grandes quantidades que engolia daquele néctar transparente e bem salgado que se formava nos colhões dele e saía pela ponta do pau comprido e grosso que ela tão bem estava chupando. O vagabundo, enquanto isso, só se entregava ao melhor dos festins visuais, olhando aquela Deusa de quatro chupando a rola dele tão animadamente, ao mesmo tempo que, com uma das mãos negras enfiada nos cabelos loiros da nuca da Jennifer, sentia os movimentos de vai e vem que ela fazia com a cabeça, enquanto com a outra mão ele se ocupava em profanar como um desesperado as costas dela, os quadris, passava também por cada uma das nádegas macias e torneadas, dando umas palmadas vibrantes nelas, depois pela cintura e também pelos dois peitos pendurados e durinhos que balançavam devagar no ritmo do boquete. O mendigo fazia isso uma e outra vez, estava no paraíso.
Na mente da Diva, enquanto se dedicava a esse trabalho tão quente de chupar, ela já se imaginava sendo penetrada até o fundo do cu por aquela rola preta de burro que ela mesma enfiava na boca uma e outra vez de forma rítmica, enquanto pela boca já escorriam grossos fios dos líquidos masculinos que escapavam e que ela não conseguia engolir, assim como pelas coxas fortes e bem torneadas corriam novamente muitos fios de sucos vaginais. Foi aí que o negro mendigo, já se dando por satisfeito, decidiu que já estava na hora de aquela mulher bonita de corpo espetacular e inalcançável passaria a ser completamente, e como ditam as leis naturais… sua mulher.
— Já, mamacita… já para de chupar meu pau, senão vai fazer eu gozar na sua boquinha de mel, e se isso acontecer, não vou mais poder meter ele em você…!!! — disse o vagabundo no momento em que, com esforço, teve que arrancar sua ferramenta das mãozinhas e da boca dela. A famosa cantante estava tão obstinada na ação de chupar que, instintivamente, se recusava a se separar oralmente de um membro masculino tão grande.
— Ehhh… queee…? O que tá rolando…!? — ia dizendo a Diva com sua boquinha de rosas escorrendo líquidos pré-seminais que o velho tinha expelido do pau no momento da mamada, enquanto o mendigo a deitava novamente de costas em seus sacos imundos e enterrados, para depois avisar:
— Agora sim, putinha…! Agora sim vou meter ele todinho na minha gostosa que chupa bem a vara…!! — o velho dizia tudo isso massageando a pica e olhando pra ela com olhos de degenerado, enquanto Jennifer, deitada de costas, só podia continuar ouvindo todas as putarias que ele estava gritando. — Vou te comer, puta…!! Vou te dar uma fodida do caralho…!! Vai ser a melhor trepada da sua vida…!!! Kkkk…!!! Vou ficar metendo até rasgar sua buceta branca e aristocrática na base da porrada de pau…!!! E é melhor você não começar a gritar quando eu abrir ela, porque se te ouvirem, vão vir te buscar e te botar pra dar o cu com qualquer cara que cruzar seu caminho, kkkk…!!! Então fecha seus olhinhos e aguenta o pau preto que vou enfiar na sua puta branca…!!! Porque você vai ter que engolir ele inteirinho…!!! Kkkk…!!!
CONTINUARÁ…
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