Juan Carlos era colega de trabalho no hospital.
37 anos (eu tinha 22 na época).
Era um cara legal, mas não era nada bonito. Na verdade, era feio pra caralho e, pra piorar, tinha uma sequela no lábio que dificultava ele falar direito.
Trabalhávamos juntos no turno da noite na emergência geral.
Numa dessas noites em que não tinha nada de serviço, estávamos tomando uns mates.
Deviam ser umas 2 da madrugada e o Juan foi pro vestiário "buscar uma coisa", ele disse.
Passou um tempo e ele não voltava. Fui perguntar se ele ia continuar tomando mate e, quando entrei no vestiário, vejo ele sentado numa cadeira com a calça e a cueca nos tornozelos, se masturbando!!!
"Uhhh" escapou de mim e fiquei paralisada de susto. Olhei nos olhos dele e ele tentou esconder a pica com as mãos.
Foi um instante, mas consegui ver uma pica bem grossa, completamente dura, que aparecia mais da metade da mão que segurava ela.
A cabeça toda babada e os ovos médios pendurados.
Me virei e saí do lugar. Voltei pra sala e continuei com o mate, mas não conseguia parar de pensar naquela pica que ficou gravada na minha mente, e meu cu pulsando pra caralho!!!
Cinco minutos depois, o Juan veio e, muito envergonhado, tentou dar uma desculpa pelo que aconteceu.
Cortei ele de uma vez e, com muita calma, falei que não precisava se desculpar nem ter vergonha, porque bater punheta era algo que todo mundo fazia. Só disse pra ele tentar fazer no banheiro pra não ser visto.
Envergonhado, o Juan me contou que não conseguia parar de se masturbar porque fazia muito tempo que não transava e, quando transava, era com putas que ele pagava porque, ele disse, nenhuma mulher dá bola pra mim.
Fiquei comovida com o que ele disse e, ao mesmo tempo, não parava de pensar naquela pica linda que ficou gravada na minha mente.
Você gozou? perguntei.
Ele disse que não, por causa da vergonha de ter sido visto.
Não faz isso, Juan, falei. Eu te cortei a "inspiração" sem querer, mas você não pode ficar com o tesão, pros homens faz mal. Mal no chegar a gozar, eu adicionei com voz de putinha e ri.
Se você quiser, eu te ajudo, falei, e vi ele abrir os olhos como dois pastéis.
"Como assim me ajuda?" ele perguntou e, sem perceber, tocou no volume que dava pra ver que tava crescendo de novo.
Posso fazer uma punheta pra você, se quiser, falei, e sem deixar ele falar nada, adicionei que, como enfermeiro, já tinha pegado em muitos paus e não tinha nojo, e como colega e amigo, me oferecia pra "dar uma mão" kkkk.
Juan só disse "mas..." e sem deixar ele falar mais, peguei na mão dele e levei pro banheiro.
Vamos aproveitar que não tem serviço agora, falei, e já no banheiro, entramos no chuveiro onde tinha mais espaço.
Mandei ele abaixar a calça e a cueca e se apoiar na parede. Me ajoelhei e agarrei a rola com a mão toda (ainda sobrava quase metade!!!), falei pra ele fechar os olhos e deixar comigo.
Comecei a bater uma pra ele, e a baba da cabeça caía no chão.
Não podia desperdiçar aquele caldo tão gostoso, então de uma vez coloquei a rola na boca e com a língua acariciei a cabeçona e saboreei o caldo dele.
Juan gemia muito. Falei pra ele não fazer isso porque podiam acordar nossos colegas que dormiam no fundo.
Voltei a colocar a rola na boca e a chupar com muita vontade.
Não passaram nem 5 minutos e o safado, com o atraso que tava, descarregou uma cachoeira de porra que inundou minha boca e não chegou a transbordar porque comecei a engolir desde o primeiro dos 6 ou 7 jatos que ele soltou.
Continuei chupando a rola do Juan por mais um tempo depois que ele terminou de gozar, e enquanto ele segurava e acariciava minha cabeça num gesto de carinho/agradecimento pelo prazer que eu tinha dado a ele.
Quando me levantei, a rola do Juan já tava mole e brilhosa.
Minha intenção era beijar ele por pura tesão, mas de verdade não consegui. Ele era muito feio, apesar do sorrisão depois de ter comido minha boca.
Gostou? perguntei, muito excitado.
Siiiiiiim foi a resposta dele, voltando a tocar na rola.
Deu pra ver que fazia muito tempo que ele não comia nem uma boca, porque O pau dele começou a endurecer de novo!!!
Uhh, seu turro, tá de pau duro de novo!!! — falei, realmente surpreso.
"Sim, mami (foi assim que ele me chamou, kkkk), você chupa ele de novo?"
Não aguentei a vontade, tava tão tesuda que falei: Não, já chupei seu pau, se quer mais, faz a minha bunda que eu tô muito tarada!!
Juan não acreditava no que tava ouvindo!! Ele não tava acostumado a receber uma oferta assim, kkkkkk
Não deixei ele pensar. Tirei a calça e a cueca. Virei de frente pra parede, empinei a bunda e abri as pernas, peguei o pau dele e apoiei direto no meu cu.
"Coloca devagar, Juan", falei. "Não me faz gritar."
Meu pedido foi inútil. O cara tava tão tarado e atrasado que, assim que eu abri as nádegas e a cabeça do pau encostou no meu cu, ele me segurou pela cintura e deu uma enfiada bruta, fazendo a cabeça entrar no meu reto e dilatar meu esfíncter de uma vez, na marra.
Mordi o lábio inferior, mas não consegui evitar um gemido que com certeza deu pra ouvir lá no fundo.
Com a bunda doendo e eu tentando relaxar, o filho da puta empurrou de novo e enfiou o pau inteiro no meu reto.
Não esperou nem um segundo pro meu pobre cu se acostumar com o pau dele; já começou a meter, entrando e saindo, enquanto me beijava e chupava o pescoço, me segurando pela cintura e me movendo pra frente e pra trás pra me comer gostoso.
Quando eu tava começando a gostar e a dor tava passando, o turro gozou.
O turro devia ter um depósito de porra sem esvaziar há meses, porque de novo (e dessa vez eu contei as batidas do pau), foram 7 jatos que ele soltou dentro de mim, com os ovos bem colados na minha bunda.
Ele não parava de me beijar e falar como eu tinha uma bunda linda e como adorava arrombar meu cu.
Eu nem tinha tentado me masturbar enquanto Juan me comia.
Sou mais de um ritmo lento pra transar, por isso gosto dos mais velhos, mas Juan e seu atraso crônico era um Speedy González, kkkkkk.
Em poucos segundos, o pau dele amoleceu e saiu sozinho da minha bunda.
Como sempre gosto de fazer, eu Toquei o cu dele pra sentir aberto e inflamado, e juntei um pouco da porra que escorria pra saborear de novo.
Juan se acariciava o pau, que na cabeça tinha uma pequena mancha marrom.
Ele quis ir se lavar, mas eu segurei. "Eu limpo você", falei, e me ajoelhando chupei o pau dele até sumir minha cagada e os restos de porra.
Juan ficou encantado com minha atitude e me prometeu que quando eu quisesse, ele ia me comer. "Você me excita muito, gostosa", completou, e naquele momento, e pela única vez, com o gosto da minha merda e da porra dele, beijei Juan (fechei meus olhos e confesso que pensei no Jorge, outro macho que me enlouquecia e que demorou, mas finalmente consegui aproveitar — já vou contar), e a língua dele invadiu e percorreu minha boca, compartilhando a mistura dos nossos sabores.
Juan saiu primeiro do banheiro, e eu fiquei pra terminar de bater uma pensando no Jorge, mas com o cu dilatado e cheio de leite do Juan.
37 anos (eu tinha 22 na época).
Era um cara legal, mas não era nada bonito. Na verdade, era feio pra caralho e, pra piorar, tinha uma sequela no lábio que dificultava ele falar direito.
Trabalhávamos juntos no turno da noite na emergência geral.
Numa dessas noites em que não tinha nada de serviço, estávamos tomando uns mates.
Deviam ser umas 2 da madrugada e o Juan foi pro vestiário "buscar uma coisa", ele disse.
Passou um tempo e ele não voltava. Fui perguntar se ele ia continuar tomando mate e, quando entrei no vestiário, vejo ele sentado numa cadeira com a calça e a cueca nos tornozelos, se masturbando!!!
"Uhhh" escapou de mim e fiquei paralisada de susto. Olhei nos olhos dele e ele tentou esconder a pica com as mãos.
Foi um instante, mas consegui ver uma pica bem grossa, completamente dura, que aparecia mais da metade da mão que segurava ela.
A cabeça toda babada e os ovos médios pendurados.
Me virei e saí do lugar. Voltei pra sala e continuei com o mate, mas não conseguia parar de pensar naquela pica que ficou gravada na minha mente, e meu cu pulsando pra caralho!!!
Cinco minutos depois, o Juan veio e, muito envergonhado, tentou dar uma desculpa pelo que aconteceu.
Cortei ele de uma vez e, com muita calma, falei que não precisava se desculpar nem ter vergonha, porque bater punheta era algo que todo mundo fazia. Só disse pra ele tentar fazer no banheiro pra não ser visto.
Envergonhado, o Juan me contou que não conseguia parar de se masturbar porque fazia muito tempo que não transava e, quando transava, era com putas que ele pagava porque, ele disse, nenhuma mulher dá bola pra mim.
Fiquei comovida com o que ele disse e, ao mesmo tempo, não parava de pensar naquela pica linda que ficou gravada na minha mente.
Você gozou? perguntei.
Ele disse que não, por causa da vergonha de ter sido visto.
Não faz isso, Juan, falei. Eu te cortei a "inspiração" sem querer, mas você não pode ficar com o tesão, pros homens faz mal. Mal no chegar a gozar, eu adicionei com voz de putinha e ri.
Se você quiser, eu te ajudo, falei, e vi ele abrir os olhos como dois pastéis.
"Como assim me ajuda?" ele perguntou e, sem perceber, tocou no volume que dava pra ver que tava crescendo de novo.
Posso fazer uma punheta pra você, se quiser, falei, e sem deixar ele falar nada, adicionei que, como enfermeiro, já tinha pegado em muitos paus e não tinha nojo, e como colega e amigo, me oferecia pra "dar uma mão" kkkk.
Juan só disse "mas..." e sem deixar ele falar mais, peguei na mão dele e levei pro banheiro.
Vamos aproveitar que não tem serviço agora, falei, e já no banheiro, entramos no chuveiro onde tinha mais espaço.
Mandei ele abaixar a calça e a cueca e se apoiar na parede. Me ajoelhei e agarrei a rola com a mão toda (ainda sobrava quase metade!!!), falei pra ele fechar os olhos e deixar comigo.
Comecei a bater uma pra ele, e a baba da cabeça caía no chão.
Não podia desperdiçar aquele caldo tão gostoso, então de uma vez coloquei a rola na boca e com a língua acariciei a cabeçona e saboreei o caldo dele.
Juan gemia muito. Falei pra ele não fazer isso porque podiam acordar nossos colegas que dormiam no fundo.
Voltei a colocar a rola na boca e a chupar com muita vontade.
Não passaram nem 5 minutos e o safado, com o atraso que tava, descarregou uma cachoeira de porra que inundou minha boca e não chegou a transbordar porque comecei a engolir desde o primeiro dos 6 ou 7 jatos que ele soltou.
Continuei chupando a rola do Juan por mais um tempo depois que ele terminou de gozar, e enquanto ele segurava e acariciava minha cabeça num gesto de carinho/agradecimento pelo prazer que eu tinha dado a ele.
Quando me levantei, a rola do Juan já tava mole e brilhosa.
Minha intenção era beijar ele por pura tesão, mas de verdade não consegui. Ele era muito feio, apesar do sorrisão depois de ter comido minha boca.
Gostou? perguntei, muito excitado.
Siiiiiiim foi a resposta dele, voltando a tocar na rola.
Deu pra ver que fazia muito tempo que ele não comia nem uma boca, porque O pau dele começou a endurecer de novo!!!
Uhh, seu turro, tá de pau duro de novo!!! — falei, realmente surpreso.
"Sim, mami (foi assim que ele me chamou, kkkk), você chupa ele de novo?"
Não aguentei a vontade, tava tão tesuda que falei: Não, já chupei seu pau, se quer mais, faz a minha bunda que eu tô muito tarada!!
Juan não acreditava no que tava ouvindo!! Ele não tava acostumado a receber uma oferta assim, kkkkkk
Não deixei ele pensar. Tirei a calça e a cueca. Virei de frente pra parede, empinei a bunda e abri as pernas, peguei o pau dele e apoiei direto no meu cu.
"Coloca devagar, Juan", falei. "Não me faz gritar."
Meu pedido foi inútil. O cara tava tão tarado e atrasado que, assim que eu abri as nádegas e a cabeça do pau encostou no meu cu, ele me segurou pela cintura e deu uma enfiada bruta, fazendo a cabeça entrar no meu reto e dilatar meu esfíncter de uma vez, na marra.
Mordi o lábio inferior, mas não consegui evitar um gemido que com certeza deu pra ouvir lá no fundo.
Com a bunda doendo e eu tentando relaxar, o filho da puta empurrou de novo e enfiou o pau inteiro no meu reto.
Não esperou nem um segundo pro meu pobre cu se acostumar com o pau dele; já começou a meter, entrando e saindo, enquanto me beijava e chupava o pescoço, me segurando pela cintura e me movendo pra frente e pra trás pra me comer gostoso.
Quando eu tava começando a gostar e a dor tava passando, o turro gozou.
O turro devia ter um depósito de porra sem esvaziar há meses, porque de novo (e dessa vez eu contei as batidas do pau), foram 7 jatos que ele soltou dentro de mim, com os ovos bem colados na minha bunda.
Ele não parava de me beijar e falar como eu tinha uma bunda linda e como adorava arrombar meu cu.
Eu nem tinha tentado me masturbar enquanto Juan me comia.
Sou mais de um ritmo lento pra transar, por isso gosto dos mais velhos, mas Juan e seu atraso crônico era um Speedy González, kkkkkk.
Em poucos segundos, o pau dele amoleceu e saiu sozinho da minha bunda.
Como sempre gosto de fazer, eu Toquei o cu dele pra sentir aberto e inflamado, e juntei um pouco da porra que escorria pra saborear de novo.
Juan se acariciava o pau, que na cabeça tinha uma pequena mancha marrom.
Ele quis ir se lavar, mas eu segurei. "Eu limpo você", falei, e me ajoelhando chupei o pau dele até sumir minha cagada e os restos de porra.
Juan ficou encantado com minha atitude e me prometeu que quando eu quisesse, ele ia me comer. "Você me excita muito, gostosa", completou, e naquele momento, e pela única vez, com o gosto da minha merda e da porra dele, beijei Juan (fechei meus olhos e confesso que pensei no Jorge, outro macho que me enlouquecia e que demorou, mas finalmente consegui aproveitar — já vou contar), e a língua dele invadiu e percorreu minha boca, compartilhando a mistura dos nossos sabores.
Juan saiu primeiro do banheiro, e eu fiquei pra terminar de bater uma pensando no Jorge, mas com o cu dilatado e cheio de leite do Juan.
2 comentários - Juan. No final, beijei ele.