Não conseguia dormir e tava excitado. Do meu lado, minha mulher dormindo, tranquila, relaxada, de lado, a bunda apontada pra mim, via a fio dental sumindo naquele rabão. Fiquei acariciando ela de leve por um tempão, tentei dormir mas foi foda, fiquei virando pra lá e pra cá até de manhã cedo, quando finalmente apaguei.
Acordei lá pras 11, a Débora brincando com a nenê na sala. Cheguei perto, dei um beijo nela bem gostoso, e ela falou que de tarde dava pra ir na praça. Tava um dia lindo, solzão, começo de primavera, a época que ela mais ama. Então comemos de boa, ela foi se trocar, vestiu uma saia justa tubinho, uma fio dental bem pequenininha, e com o sol aquela saia fica transparente. Ela virou pra mim:
—Tô gostosa...?
-Linda... gostosa...
—Parece que fica bem transparente, né...? Tipo... quando o sol bate...
-Ai, amor... vamos dar um rolê com a gatinha, não tem problema...
Já tava excitado de novo. Saímos pra rua, ela caminhava empurrando o carrinho da menina, parecia que a bunda dela marcava mais do jeito que mexia. A cadência da bunda dela quando vai empurrando o carrinho. De vez em quando eu ficava um pouquinho pra trás, olhava ela andar e ficava com o pau duro, que rabo, meu Deus, a calça jeans ajudava a esconder minha ereção violenta. Eu levava o kit do mate, uns biscoitinhos. Quando entramos no parquinho, sentei, ela sentou do meu lado, depois foi com a menina pro balanço. Me distraí olhando as outras crianças brincando, quando olhei pros balanços, tinha um rapaz jovem. Conversavam animadamente com a Débora, que se mexia exageradamente sensual enquanto balançava a Jasmim, ele não perdia um detalhe. Eu olhava ela de longe, em outra época teria saído correndo, teria me aproximado, mas dessa vez fiquei na distância observando ela. Num momento ela olhou pra onde eu tava e eu simplesmente levantei a mão acenando pra ela, e naquele gesto, senti que tava dizendo pra os dois que tava tudo bem, tava dizendo "sou o marido que olha de longe e não vou me meter em nada do que tá rolando". A situação toda me excitava, minha atitude submissa, permissiva. De novo tava com uma ereção que ia rasgar minha calça a qualquer momento. Precisava parar, pensar em outra coisa, então comecei a preparar o mate, olhando pra outro lado. Daí a pouco senti a Débora sentar do meu lado, comecei a servir o mate. Tomamos conversando sobre tudo um pouco, ela me contou uns problemas do trabalho dela. Voltamos pra casa, ela ia cuidar de dar banho na menina. Eu cuidei de começar a preparar a comida. Depois do banho, a Jasmim ficou profundamente dormindo. A Débora veio pra cozinha e me abraçou por trás. Começou a brincar com a mão direita apertando meu volume, com a esquerda acariciava meu peito. Ela se ajoelhou, me virou pra ela, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou tudo junto, a calça e a cueca.
-Mmmm... o que temos aqui? como você tá durinho ultimamente... parece que tá quentinho, meu amor... tudo isso é pra mim?
-Sim, é todo seu, meu amor...
-Que bom...
Não falei mais nada, comecei a brincar com a língua dela, aquelas mamadas de campeonato que ela costuma dar, continuou. Pedi pra ela parar porque não queria gozar, mas ela não teve pena, continuou chupando e chupando, quando sentiu que eu tava perto de gozar, tirou da boca, começou a bater uma pra mim e jorrei porra pela cozinha toda, ela sorriu satisfeita, se levantou. Foi se despindo sensualmente enquanto caminhava pro banheiro, me disse vou tomar um banho, meu amor, mesmo sem acreditar, eu ainda tava excitado. Nesses dias a gente tinha transado mais do que nos últimos dois meses. Abri a geladeira, destampei uma cerveja, servi um copo, sentei pra descansar um pouco. Fui pro banheiro, me despi e entrei na banheira com ela. Na hora ela viu minha ereção e sorriu.
— O que que o Senhor tem, que anda tão tarado ultimamente...? — ela riu de novo. Levantei uma perna dela, coloquei na borda da banheira e meti, enquanto beijava a boca dela e amassava os peitos.
-Que lindo, papai, que gostoso que você tá...
- Você gosta de puta...?
—Você me atrai...
-Eu e o Jorge também...
Sim!!! Esse cara me encanta!!! Ele tem uma rola deliciosa... e como me preenche... é bem grossa... mas você é muito fofo, meu amor..." - disse me provocando.
Filha da puta, que tesão, pelo amor de Deus, vadia. Depois continuamos em silêncio. Ela saiu e ficou de costas pra mim. Ensaboei ela um pouco e depois fui chupar a bunda dela, ajoelhado atrás dela com a água batendo na minha cara. Separei as bandas do rabão e comecei a chupar. Como eu adoro chupar a bunda dela, que delícia, pelo amor de Deus. Ela abria bem as nádegas e eu enfiava a língua o mais fundo que podia. Débora começou a se masturbar a bucetinha enquanto eu chupava, e começou a gemer.
—É... que língua habilidosa você tem...
Parei de chupar e falei que tava afim de meter na bunda dela.
-Não, você é muito bruto... sempre me faz doer... e depois eu não curto nada... me come pela buceta se quiser...
Fiquei de pé e meti devagar, agarrei ela forte por trás e comi ela bem gostoso.
Toma, sua puta de rabão gostosa...!!!!
—Sou uma puta sim... O Jorge tava falando a mesma coisa no meu ouvido outro dia...
Fiquei ainda mais tesudo, continuei bombando bem forte, não aguentava mais, então acelerei a foda e num instante senti que me esvaziava, achei que ia enlouquecer, gozei igual um desesperado. Ela virou a cabeça e me beijou. Fomos nos acalmando, ela se virou, nos acariciamos, nos secamos um ao outro nos beijando e fomos para a cama dormir. Na segunda-feira não teve novidade, os dois estavam muito cansados, então dormimos cedo. Terça-feira costumo ir jogar futebol com meus amigos, como sempre ficamos pra comer alguma coisa depois do jogo. Antes de começar a partida, meu celular tocou, era uma fotinha da Débora com uma tanga nova, mostrando a raba, uma selfie, e dizia.
- Adoraria estrear ela hoje à noite com você, senão fica pra jantar que tem sobremesa em casa... se não vier, posso estrear com outra pessoa...
Fiquei nervoso, agitado o jogo inteiro. Na hora do almoço, me desculpei com os caras, falei que tava me esperando em casa, que a pequena tava com um pouquinho de febre e que não queria deixar a Débora sozinha. Zoaram pra caralho, me chamando de dominado, pau-mandado e tal. Saí voando com o carro, parecia um maluco dirigindo, nem tinha tomado banho, entrei todo sujo assim mesmo, passei no quarto da menina que tava dormindo tranquilona. Fui pro nosso quarto, na cama tava a Débora, bum pra cima, a calcinha fio dental nova bem enfiada na raba, era branca, ficava uma delícia nela. Com as mãos, ela começou a se acariciar a buceta, rebolando enquanto se punhetava.
—Você não ficou pra comer com a galera... que pena!!! — disse ela virando o rosto, o cabelo ruivo caía sobre ele, ela estava uma delícia me olhando com cara de safada, aqueles lábios gostosos que ela tem. Me despi e me joguei na cama, puxei a tanga dela pro lado, meti e comecei a comer ela gostoso, puxei ela pelos cabelos, virei a cabeça dela e beijei a boca dela, a gente se beijou, brincando com línguas e dentes. A gente tava tipo desesperado, como se não transasse há meses.
-Que lindo, papai... me fode assim... que tesão que você tá ultimamente... parece que te fez bem eu ter ficado com um gurizinho...
-Cala a boca, puta...
Peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, comecei a meter bem forte, senti que ia aguentar um tempão, que não ia gozar tão cedo, então fui me acalmando e brincando, tirava deixando só a cabeça e de novo até o fundo, bem devagar, aproveitando, até a cabeça e de novo até o fundo, ela acompanhava rebolando a bunda. Comecei a dar uns tapas na rabeta dela.
—Mexe essa bunda, putinha... putinha... mexe essa bunda, vai... gostou de ter dado pra aquele moleque?
—Sim... ele me comeu tão gostoso, tem uma rola deliciosa...
—Que puta que tu é...
Continuamos fodendo em silêncio, senti que ela estava chegando lá, gozou bem fundo. Comecei a brincar com o dedão no buraquinho da bunda dela, cuspi e enfiei o dedão, o orgasmo dela parecia não ter fim. Eu sentia que agora sim estava perto de gozar, meti mais forte, tirei o dedo da bunda dela, ouvi um gemido, um incômodo, como se ela não quisesse que eu tirasse o dedo dali, mas eu estava descontrolado, precisava agarrar ela pelos quadris e meter bem forte, cravar bem fundo.
—Sua putinha... vou te encher de porra...
Segurei ela firme pela cintura, apertei contra mim gozando fundo na buceta dela, depois dormimos abraçados.
Na quarta-feira ela chegou tarde do inglês, faz um curso que a empresa paga. Quando chegou, eu já tava deitado cochilando, morto de cansado, e ela veio exausta. Levantei pra acompanhar ela enquanto esquentava algo pra comer. Depois fomos dormir, ela me deu um beijo bem suave, bem doce, falou que me amava e a gente dormiu abraçado.
Na quinta-feira, cada um no seu trampo. Lá pelo meio da manhã, tava numa reunião com o chefe e um grupo de trabalho. Nessa hora, meu celular tocou, a gente tinha acabado de fazer uma apresentação, um trampo que eu tinha preparado. Comecei a ler a mensagem.
-Oi, meu amor. O Jorge entrou em contato. Ele copiou a conversa que a gente teve???? Automaticamente respondi que sim. Na hora ele me mandou a conversa, meu chefe ficou me encarando, eu tava vidrado no celular.
-Acontece alguma coisa, Raúl?
-Desculpa, senhor, parece que minha filha tá com umas linhas de febre, vou ali um minutinho e já volto.
Claro, Raul, fica tranquilo.
Fui pro banheiro, nervoso e excitado.
Abri a mensagem da Débora, quem começou falando foi ele:
J-Oi, como você tá?
D-Bem, e você?
Sinto sua falta, louco pra te ver.
D- Que bom, porque eu também tô morrendo de vontade de te ver...
Apertei a rola na calça.
J-Tem vontade de repetir?
D-Não de repetir, não... de ir fazendo umas coisinhas novas...
Entrei num dos banheiros, fechei a porta, tirei minha pica e fiquei acariciando um pouco, continuei lendo
J- Que bom que você tá afim, justo esse sábado eu não tô trabalhando, então a gente pode se encontrar mais cedo se quiser...
D-Lo tenho que consultar com meu marido...
J-Y e se teu marido não te deixa?
D-Por enquanto a gente decide as coisas entre nós dois...
Voltei a me tocar, esse aí por enquanto me matava de ciúmes e tesão.
J-Y, se ele não quer que a gente se veja...
D-Y, por enquanto a gente não pode se ver se ele não quiser...
J-O que quer dizer "por enquanto"?
D-Bom, quando a gente aprofundar um pouco mais a relação, talvez eu não ligue pro que meu marido diz...
Parei de ler e terminei de me masturbar... talvez eu não me importe com o que meu marido diz, repetia a frase enquanto gozava igual uma porca. Guardei o celular, lavei as mãos e voltei pra reunião. Deixei o celular de lado até sair do trabalho. Olhei de novo enquanto esperava o metrô.
Jorge dizia:
J-Bom, consulta com ele então pra ver se ele te dá permissão...
D-Não preciso de permissão, idiota... só não quero enganar ele... quero que ele saiba bem o que tá rolando...
De novo eu tava com tesão, me sentia desconfortável, excitado, cercado de gente.
Continue lendo.
J-Bom, olha só e me avisa... se eu tiver o sábado inteiro à tarde pra você, sabe como vai ser gostoso... todas as coisas que te prometi, vou cumprir tudinho...
D-Não me fala assim que minha buceta fica molhada...
J- Que vontade de te comer todinha...
Chega de papo, guardei e tocou de novo, era a Débora, áudio do zap:
- Minha irmã vem cuidar da Jaz, vamos jantar pra ajeitar as coisas... beijos.
Quando cheguei em casa, as duas batiam papo animado na cozinha enquanto tomavam chimarrão, era umas 20:30, falei pra Débora que ia tomar um banho pra depois sairmos pra jantar.
Foi se trocar, quando vi, ela estava uma delícia, tinha umas meias arrastão até o meio da coxa, um vestido preto decotado, mostrando seus encantos. Comecei a ficar excitado de novo, mesmo tendo me masturbado à tarde. Não podia acreditar, cada vez mais ciumento e mais tesudo. No restaurante, sentamos, a Débora chamou o garçom e começou a provocar, falando de um jeito sensual, o garçom não perdia detalhe do que o decote oferecia, eu me sentia entregue, seduzido pela beleza e sensualidade dela. Débora pegou minhas mãos nas dela, começou a me acariciar e olhou nos meus olhos:
-Bom, amor... acho que a gente precisa conversar, né? esclarecer as coisas... -engoli seco e falei.
—É… a gente precisa conversar…
- Você gostou da conversa que te mandei?
- Se fiquei muito excitada... - não sabia se devia contar a verdade ou não, mas acabei falando. - Fui ler no banheiro e acabei batendo uma punheta...
-Epa, isso não tá certo, como é que você tá desperdiçando seus suquinhos... em vez de compartilhar comigo... não gosto disso...
-Bom, love, tava muito tesuda...
—E o que te deixou tão excitada...
—Sei lá, fiquei com ciúme, nervoso...
-Vamos falar sobre isso...
-No outro dia, quando vocês estavam... não esperava que ele te beijasse... que você devolvesse os beijos... daquele jeito tão quente... isso realmente me deixou mal... nervoso... com ciúmes... não conseguia lidar com aquilo...
- E aí, amor... se eu tô dando uma trepada com um cara... com um gatinho novo, vou dar uns beijos... eu adoro dar beijos... acho muito sensual... muito sexy... me deixa com muito tesão quando um homem, enquanto me fode, enfia a língua na minha boca...
Eu tava de pau duro ouvindo ela, não sabia o que falar.
-Não pensei que você fosse ter um relacionamento com outra pessoa, tipo algo sério, e os beijos...
- Ai, amor... vamos falar na lata... eu não vou ficar pulando de um cara pra outro... é um moleque novinho, muito tarado... pauzão... não é burro... lembra da primeira vez que a gente transou? demorou um tempo pra gente achar o ritmo, se conhecer... com ele eu transei outro dia pela primeira vez e senti que a gente se conhecia desde sempre...
Ela fez uma longa pausa, percebendo minha excitação. Me olhou com cara de puta.
- A verdade é que soma muito você estar ali olhando e consentindo tudo... pra mim soma 100 de tesão... mas nós dois nos conectamos na hora... tivemos uma química impressionante... então quero aproveitar isso, aprofundar essa química.
Fiquei quieto por um tempo, não sabia o que dizer pra ela. Ela tava sorrindo, radiante, toda iluminada.
—Eu pensei que as coisas iam ser diferentes... — falei.
—Isso porque você tava nas suas fantasias... mas se somos três pessoas, são três desejos que se misturam... ele tá morrendo de vontade de me ver... falou umas coisas que me esquentaram pra caralho enquanto me comia... e eu tô louca pra ele me comer de novo... pra me encher bem com essa piroca grossa e dura que ele tem... — ela disse, falando cada vez mais baixo, mas olhando fixo nos meus olhos. Fez uma pausa. Ela continuou.
—Você vai me deixar, Rolly...?
Me fez rir, sabe que odeio quando me chamam assim, arrancou um sorriso de mim.
- E se eu não deixar?
-Prefiro pensar ao contrário, se você me deixar... a gente leva a neném pra casa dos seus pais... passa pra buscar o Jorge... e vamos pra casa pra você me arregaçar... me excita pra caralho você me comer na nossa cama...
O garçom chegou com os pratos, interrompendo um papo tão profundo. Ela me olhava divertida.
—Você não me respondeu o que faria se eu não deixasse... — ela me olhou sorrindo.
—Nem considero isso, você tá tão gostosa que isso é o que mais importa pra você... te tenho comendo na minha mão feito um cachorrinho... — colocou uma batata frita na palma da mão, eu peguei com a boca e nós dois rimos. Ela me olhou de novo nos olhos.
—Uma hora vou comer ele... sozinha com ele... pra poder gritar o que sinto... pra pedir pra ele fazer mais coisas... porque com você ainda me seguro um pouco... mas talvez também consiga me soltar na sua frente... mas mesmo assim quero fazer isso a sós com ele... isso se o relacionamento for bem... ou se a gente se entender... senão, claro que não...
Pausa longa, levantei meu copo e brindei pelo nosso love.
Quando saímos do restaurante, eu a segurava pela cintura, descendo a mão e acariciando a bunda dela. Chegamos no carro, ela apertou meu volume.
—Que gostosa você tá... quando a gente chegar em casa, vou esvaziar minhas bolas em você... se você se comportar... o que você vai fazer no sábado?
-No sábado, vamos levar a menina na casa dos meus pais e depois ir buscar o Jorge...
- Muito bem, meu amor!!!! E depois, quando ela quiser ir fuder sozinha com o Jorge... o que você vai fazer...?
—Vou ficar em casa cuidando da gatinha...
—Me deixa com tesão te ouvir assim... muito bem, meu amor... — ela se aproximou de mim, comeu minha boca, chegou perto do meu ouvido, mordiscou minha orelha — que foda que vou te dar, vagabundo...
Chegamos em casa, demos uma acalmada pra se despedir da irmã da Débora. Quando ela foi embora, nos jogamos na cama, nos despimos quase que selvagemente. Meti com violência, com fúria, comia ela bem gostoso e ela curtia cada vez mais.
—Isso!!! Me fode bem... sente como você enche... que depois o Jorge vai me deixar mais aberta... não sei se você vai me sentir tanto...
, que tesão a bombava mais forte, mais fundo.
—Se aproveita agora... antes que o Jorge termine de me abrir toda... com essa piroca grossa que ele tem...
Comecei a gozar igual um porco. Ela gozou também, a gente se mordia na boca, felizes, sorrindo. Depois dormimos abraçados.
Acordei lá pras 11, a Débora brincando com a nenê na sala. Cheguei perto, dei um beijo nela bem gostoso, e ela falou que de tarde dava pra ir na praça. Tava um dia lindo, solzão, começo de primavera, a época que ela mais ama. Então comemos de boa, ela foi se trocar, vestiu uma saia justa tubinho, uma fio dental bem pequenininha, e com o sol aquela saia fica transparente. Ela virou pra mim:
—Tô gostosa...?
-Linda... gostosa...
—Parece que fica bem transparente, né...? Tipo... quando o sol bate...
-Ai, amor... vamos dar um rolê com a gatinha, não tem problema...
Já tava excitado de novo. Saímos pra rua, ela caminhava empurrando o carrinho da menina, parecia que a bunda dela marcava mais do jeito que mexia. A cadência da bunda dela quando vai empurrando o carrinho. De vez em quando eu ficava um pouquinho pra trás, olhava ela andar e ficava com o pau duro, que rabo, meu Deus, a calça jeans ajudava a esconder minha ereção violenta. Eu levava o kit do mate, uns biscoitinhos. Quando entramos no parquinho, sentei, ela sentou do meu lado, depois foi com a menina pro balanço. Me distraí olhando as outras crianças brincando, quando olhei pros balanços, tinha um rapaz jovem. Conversavam animadamente com a Débora, que se mexia exageradamente sensual enquanto balançava a Jasmim, ele não perdia um detalhe. Eu olhava ela de longe, em outra época teria saído correndo, teria me aproximado, mas dessa vez fiquei na distância observando ela. Num momento ela olhou pra onde eu tava e eu simplesmente levantei a mão acenando pra ela, e naquele gesto, senti que tava dizendo pra os dois que tava tudo bem, tava dizendo "sou o marido que olha de longe e não vou me meter em nada do que tá rolando". A situação toda me excitava, minha atitude submissa, permissiva. De novo tava com uma ereção que ia rasgar minha calça a qualquer momento. Precisava parar, pensar em outra coisa, então comecei a preparar o mate, olhando pra outro lado. Daí a pouco senti a Débora sentar do meu lado, comecei a servir o mate. Tomamos conversando sobre tudo um pouco, ela me contou uns problemas do trabalho dela. Voltamos pra casa, ela ia cuidar de dar banho na menina. Eu cuidei de começar a preparar a comida. Depois do banho, a Jasmim ficou profundamente dormindo. A Débora veio pra cozinha e me abraçou por trás. Começou a brincar com a mão direita apertando meu volume, com a esquerda acariciava meu peito. Ela se ajoelhou, me virou pra ela, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou tudo junto, a calça e a cueca.
-Mmmm... o que temos aqui? como você tá durinho ultimamente... parece que tá quentinho, meu amor... tudo isso é pra mim?
-Sim, é todo seu, meu amor...
-Que bom...
Não falei mais nada, comecei a brincar com a língua dela, aquelas mamadas de campeonato que ela costuma dar, continuou. Pedi pra ela parar porque não queria gozar, mas ela não teve pena, continuou chupando e chupando, quando sentiu que eu tava perto de gozar, tirou da boca, começou a bater uma pra mim e jorrei porra pela cozinha toda, ela sorriu satisfeita, se levantou. Foi se despindo sensualmente enquanto caminhava pro banheiro, me disse vou tomar um banho, meu amor, mesmo sem acreditar, eu ainda tava excitado. Nesses dias a gente tinha transado mais do que nos últimos dois meses. Abri a geladeira, destampei uma cerveja, servi um copo, sentei pra descansar um pouco. Fui pro banheiro, me despi e entrei na banheira com ela. Na hora ela viu minha ereção e sorriu.
— O que que o Senhor tem, que anda tão tarado ultimamente...? — ela riu de novo. Levantei uma perna dela, coloquei na borda da banheira e meti, enquanto beijava a boca dela e amassava os peitos.
-Que lindo, papai, que gostoso que você tá...
- Você gosta de puta...?
—Você me atrai...
-Eu e o Jorge também...
Sim!!! Esse cara me encanta!!! Ele tem uma rola deliciosa... e como me preenche... é bem grossa... mas você é muito fofo, meu amor..." - disse me provocando.
Filha da puta, que tesão, pelo amor de Deus, vadia. Depois continuamos em silêncio. Ela saiu e ficou de costas pra mim. Ensaboei ela um pouco e depois fui chupar a bunda dela, ajoelhado atrás dela com a água batendo na minha cara. Separei as bandas do rabão e comecei a chupar. Como eu adoro chupar a bunda dela, que delícia, pelo amor de Deus. Ela abria bem as nádegas e eu enfiava a língua o mais fundo que podia. Débora começou a se masturbar a bucetinha enquanto eu chupava, e começou a gemer.
—É... que língua habilidosa você tem...
Parei de chupar e falei que tava afim de meter na bunda dela.
-Não, você é muito bruto... sempre me faz doer... e depois eu não curto nada... me come pela buceta se quiser...
Fiquei de pé e meti devagar, agarrei ela forte por trás e comi ela bem gostoso.
Toma, sua puta de rabão gostosa...!!!!
—Sou uma puta sim... O Jorge tava falando a mesma coisa no meu ouvido outro dia...
Fiquei ainda mais tesudo, continuei bombando bem forte, não aguentava mais, então acelerei a foda e num instante senti que me esvaziava, achei que ia enlouquecer, gozei igual um desesperado. Ela virou a cabeça e me beijou. Fomos nos acalmando, ela se virou, nos acariciamos, nos secamos um ao outro nos beijando e fomos para a cama dormir. Na segunda-feira não teve novidade, os dois estavam muito cansados, então dormimos cedo. Terça-feira costumo ir jogar futebol com meus amigos, como sempre ficamos pra comer alguma coisa depois do jogo. Antes de começar a partida, meu celular tocou, era uma fotinha da Débora com uma tanga nova, mostrando a raba, uma selfie, e dizia.
- Adoraria estrear ela hoje à noite com você, senão fica pra jantar que tem sobremesa em casa... se não vier, posso estrear com outra pessoa...
Fiquei nervoso, agitado o jogo inteiro. Na hora do almoço, me desculpei com os caras, falei que tava me esperando em casa, que a pequena tava com um pouquinho de febre e que não queria deixar a Débora sozinha. Zoaram pra caralho, me chamando de dominado, pau-mandado e tal. Saí voando com o carro, parecia um maluco dirigindo, nem tinha tomado banho, entrei todo sujo assim mesmo, passei no quarto da menina que tava dormindo tranquilona. Fui pro nosso quarto, na cama tava a Débora, bum pra cima, a calcinha fio dental nova bem enfiada na raba, era branca, ficava uma delícia nela. Com as mãos, ela começou a se acariciar a buceta, rebolando enquanto se punhetava.
—Você não ficou pra comer com a galera... que pena!!! — disse ela virando o rosto, o cabelo ruivo caía sobre ele, ela estava uma delícia me olhando com cara de safada, aqueles lábios gostosos que ela tem. Me despi e me joguei na cama, puxei a tanga dela pro lado, meti e comecei a comer ela gostoso, puxei ela pelos cabelos, virei a cabeça dela e beijei a boca dela, a gente se beijou, brincando com línguas e dentes. A gente tava tipo desesperado, como se não transasse há meses.
-Que lindo, papai... me fode assim... que tesão que você tá ultimamente... parece que te fez bem eu ter ficado com um gurizinho...
-Cala a boca, puta...
Peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, comecei a meter bem forte, senti que ia aguentar um tempão, que não ia gozar tão cedo, então fui me acalmando e brincando, tirava deixando só a cabeça e de novo até o fundo, bem devagar, aproveitando, até a cabeça e de novo até o fundo, ela acompanhava rebolando a bunda. Comecei a dar uns tapas na rabeta dela.
—Mexe essa bunda, putinha... putinha... mexe essa bunda, vai... gostou de ter dado pra aquele moleque?
—Sim... ele me comeu tão gostoso, tem uma rola deliciosa...
—Que puta que tu é...
Continuamos fodendo em silêncio, senti que ela estava chegando lá, gozou bem fundo. Comecei a brincar com o dedão no buraquinho da bunda dela, cuspi e enfiei o dedão, o orgasmo dela parecia não ter fim. Eu sentia que agora sim estava perto de gozar, meti mais forte, tirei o dedo da bunda dela, ouvi um gemido, um incômodo, como se ela não quisesse que eu tirasse o dedo dali, mas eu estava descontrolado, precisava agarrar ela pelos quadris e meter bem forte, cravar bem fundo.
—Sua putinha... vou te encher de porra...
Segurei ela firme pela cintura, apertei contra mim gozando fundo na buceta dela, depois dormimos abraçados.
Na quarta-feira ela chegou tarde do inglês, faz um curso que a empresa paga. Quando chegou, eu já tava deitado cochilando, morto de cansado, e ela veio exausta. Levantei pra acompanhar ela enquanto esquentava algo pra comer. Depois fomos dormir, ela me deu um beijo bem suave, bem doce, falou que me amava e a gente dormiu abraçado.
Na quinta-feira, cada um no seu trampo. Lá pelo meio da manhã, tava numa reunião com o chefe e um grupo de trabalho. Nessa hora, meu celular tocou, a gente tinha acabado de fazer uma apresentação, um trampo que eu tinha preparado. Comecei a ler a mensagem.
-Oi, meu amor. O Jorge entrou em contato. Ele copiou a conversa que a gente teve???? Automaticamente respondi que sim. Na hora ele me mandou a conversa, meu chefe ficou me encarando, eu tava vidrado no celular.
-Acontece alguma coisa, Raúl?
-Desculpa, senhor, parece que minha filha tá com umas linhas de febre, vou ali um minutinho e já volto.
Claro, Raul, fica tranquilo.
Fui pro banheiro, nervoso e excitado.
Abri a mensagem da Débora, quem começou falando foi ele:
J-Oi, como você tá?
D-Bem, e você?
Sinto sua falta, louco pra te ver.
D- Que bom, porque eu também tô morrendo de vontade de te ver...
Apertei a rola na calça.
J-Tem vontade de repetir?
D-Não de repetir, não... de ir fazendo umas coisinhas novas...
Entrei num dos banheiros, fechei a porta, tirei minha pica e fiquei acariciando um pouco, continuei lendo
J- Que bom que você tá afim, justo esse sábado eu não tô trabalhando, então a gente pode se encontrar mais cedo se quiser...
D-Lo tenho que consultar com meu marido...
J-Y e se teu marido não te deixa?
D-Por enquanto a gente decide as coisas entre nós dois...
Voltei a me tocar, esse aí por enquanto me matava de ciúmes e tesão.
J-Y, se ele não quer que a gente se veja...
D-Y, por enquanto a gente não pode se ver se ele não quiser...
J-O que quer dizer "por enquanto"?
D-Bom, quando a gente aprofundar um pouco mais a relação, talvez eu não ligue pro que meu marido diz...
Parei de ler e terminei de me masturbar... talvez eu não me importe com o que meu marido diz, repetia a frase enquanto gozava igual uma porca. Guardei o celular, lavei as mãos e voltei pra reunião. Deixei o celular de lado até sair do trabalho. Olhei de novo enquanto esperava o metrô.
Jorge dizia:
J-Bom, consulta com ele então pra ver se ele te dá permissão...
D-Não preciso de permissão, idiota... só não quero enganar ele... quero que ele saiba bem o que tá rolando...
De novo eu tava com tesão, me sentia desconfortável, excitado, cercado de gente.
Continue lendo.
J-Bom, olha só e me avisa... se eu tiver o sábado inteiro à tarde pra você, sabe como vai ser gostoso... todas as coisas que te prometi, vou cumprir tudinho...
D-Não me fala assim que minha buceta fica molhada...
J- Que vontade de te comer todinha...
Chega de papo, guardei e tocou de novo, era a Débora, áudio do zap:
- Minha irmã vem cuidar da Jaz, vamos jantar pra ajeitar as coisas... beijos.
Quando cheguei em casa, as duas batiam papo animado na cozinha enquanto tomavam chimarrão, era umas 20:30, falei pra Débora que ia tomar um banho pra depois sairmos pra jantar.
Foi se trocar, quando vi, ela estava uma delícia, tinha umas meias arrastão até o meio da coxa, um vestido preto decotado, mostrando seus encantos. Comecei a ficar excitado de novo, mesmo tendo me masturbado à tarde. Não podia acreditar, cada vez mais ciumento e mais tesudo. No restaurante, sentamos, a Débora chamou o garçom e começou a provocar, falando de um jeito sensual, o garçom não perdia detalhe do que o decote oferecia, eu me sentia entregue, seduzido pela beleza e sensualidade dela. Débora pegou minhas mãos nas dela, começou a me acariciar e olhou nos meus olhos:
-Bom, amor... acho que a gente precisa conversar, né? esclarecer as coisas... -engoli seco e falei.
—É… a gente precisa conversar…
- Você gostou da conversa que te mandei?
- Se fiquei muito excitada... - não sabia se devia contar a verdade ou não, mas acabei falando. - Fui ler no banheiro e acabei batendo uma punheta...
-Epa, isso não tá certo, como é que você tá desperdiçando seus suquinhos... em vez de compartilhar comigo... não gosto disso...
-Bom, love, tava muito tesuda...
—E o que te deixou tão excitada...
—Sei lá, fiquei com ciúme, nervoso...
-Vamos falar sobre isso...
-No outro dia, quando vocês estavam... não esperava que ele te beijasse... que você devolvesse os beijos... daquele jeito tão quente... isso realmente me deixou mal... nervoso... com ciúmes... não conseguia lidar com aquilo...
- E aí, amor... se eu tô dando uma trepada com um cara... com um gatinho novo, vou dar uns beijos... eu adoro dar beijos... acho muito sensual... muito sexy... me deixa com muito tesão quando um homem, enquanto me fode, enfia a língua na minha boca...
Eu tava de pau duro ouvindo ela, não sabia o que falar.
-Não pensei que você fosse ter um relacionamento com outra pessoa, tipo algo sério, e os beijos...
- Ai, amor... vamos falar na lata... eu não vou ficar pulando de um cara pra outro... é um moleque novinho, muito tarado... pauzão... não é burro... lembra da primeira vez que a gente transou? demorou um tempo pra gente achar o ritmo, se conhecer... com ele eu transei outro dia pela primeira vez e senti que a gente se conhecia desde sempre...
Ela fez uma longa pausa, percebendo minha excitação. Me olhou com cara de puta.
- A verdade é que soma muito você estar ali olhando e consentindo tudo... pra mim soma 100 de tesão... mas nós dois nos conectamos na hora... tivemos uma química impressionante... então quero aproveitar isso, aprofundar essa química.
Fiquei quieto por um tempo, não sabia o que dizer pra ela. Ela tava sorrindo, radiante, toda iluminada.
—Eu pensei que as coisas iam ser diferentes... — falei.
—Isso porque você tava nas suas fantasias... mas se somos três pessoas, são três desejos que se misturam... ele tá morrendo de vontade de me ver... falou umas coisas que me esquentaram pra caralho enquanto me comia... e eu tô louca pra ele me comer de novo... pra me encher bem com essa piroca grossa e dura que ele tem... — ela disse, falando cada vez mais baixo, mas olhando fixo nos meus olhos. Fez uma pausa. Ela continuou.
—Você vai me deixar, Rolly...?
Me fez rir, sabe que odeio quando me chamam assim, arrancou um sorriso de mim.
- E se eu não deixar?
-Prefiro pensar ao contrário, se você me deixar... a gente leva a neném pra casa dos seus pais... passa pra buscar o Jorge... e vamos pra casa pra você me arregaçar... me excita pra caralho você me comer na nossa cama...
O garçom chegou com os pratos, interrompendo um papo tão profundo. Ela me olhava divertida.
—Você não me respondeu o que faria se eu não deixasse... — ela me olhou sorrindo.
—Nem considero isso, você tá tão gostosa que isso é o que mais importa pra você... te tenho comendo na minha mão feito um cachorrinho... — colocou uma batata frita na palma da mão, eu peguei com a boca e nós dois rimos. Ela me olhou de novo nos olhos.
—Uma hora vou comer ele... sozinha com ele... pra poder gritar o que sinto... pra pedir pra ele fazer mais coisas... porque com você ainda me seguro um pouco... mas talvez também consiga me soltar na sua frente... mas mesmo assim quero fazer isso a sós com ele... isso se o relacionamento for bem... ou se a gente se entender... senão, claro que não...
Pausa longa, levantei meu copo e brindei pelo nosso love.
Quando saímos do restaurante, eu a segurava pela cintura, descendo a mão e acariciando a bunda dela. Chegamos no carro, ela apertou meu volume.
—Que gostosa você tá... quando a gente chegar em casa, vou esvaziar minhas bolas em você... se você se comportar... o que você vai fazer no sábado?
-No sábado, vamos levar a menina na casa dos meus pais e depois ir buscar o Jorge...
- Muito bem, meu amor!!!! E depois, quando ela quiser ir fuder sozinha com o Jorge... o que você vai fazer...?
—Vou ficar em casa cuidando da gatinha...
—Me deixa com tesão te ouvir assim... muito bem, meu amor... — ela se aproximou de mim, comeu minha boca, chegou perto do meu ouvido, mordiscou minha orelha — que foda que vou te dar, vagabundo...
Chegamos em casa, demos uma acalmada pra se despedir da irmã da Débora. Quando ela foi embora, nos jogamos na cama, nos despimos quase que selvagemente. Meti com violência, com fúria, comia ela bem gostoso e ela curtia cada vez mais.
—Isso!!! Me fode bem... sente como você enche... que depois o Jorge vai me deixar mais aberta... não sei se você vai me sentir tanto...
, que tesão a bombava mais forte, mais fundo.
—Se aproveita agora... antes que o Jorge termine de me abrir toda... com essa piroca grossa que ele tem...
Comecei a gozar igual um porco. Ela gozou também, a gente se mordia na boca, felizes, sorrindo. Depois dormimos abraçados.
3 comentários - como me calienta mi mujer