22/2📑Turismo Quente - Parte 2

- A Noite do Duplo Metelão
Aquela tarde no calçadão, Carol estava com o bumbum mais apertado que o normal. Andava com passos de diaba feliz, porque sabia que aquela noite seria de guerra.
— Hoje não vou sozinha — ela mandou por mensagem para Julián. — Tenho um presente pra você. Uma amiga minha. Chama Daniela. Bunduda, gostosa e com uma língua que te deixa de perna bamba.
Julián, que já estava de pau meio duro só de pensar em repetir com Carol, respondeu:
— Traz ela. Eu também tenho companhia. Martín quer provar carne cubana de novo.
E assim, naquela noite, na suíte do cruzeiro, com música suave e rum bom, as quatro almas se encontraram.
Carol e Daniela chegaram vestidas para pecar: vestidos curtos sem calcinha, peitos balançando livres, lábios pintados para a guerra. Os dois homens já estavam com os copos na mão e os paus querendo sair da calça.
— Prontos pra suar, papais? — disse Carol.
Os beijos começaram. Daniela se ajoelhou na frente de Martín, baixou a calça dele e enfiou o pau na boca de uma vez. Chupava com fome, como se a porra a salvasse do calor.
Enquanto isso, Carol subiu em cima de Julián, esfregando sua buceta molhada naquele pau duro, ainda sem penetração.
— Vou te partir em dois, papi — ela gemeu. — Hoje você não vai ficar com as bolas cheias.
Ele a agarrou pela cintura, baixou o vestido e começou a lamber seus peitões. Depois a deitou e abriu suas pernas. A buceta de Carol estava tão molhada que escorria na cama. Julián enfiou dois dedos, depois três, e ela se contorceu como uma gata no cio.22/2📑Turismo Quente - Parte 2—Ai, buceta! Mete logo, não me tortura! Enquanto isso, Daniela já estava nua, mostrando sua bunda redonda e firme. Martín a fodia de pé, segurando-a pelas tranças, metendo com força, enquanto ela esfregava o clitóris e gemía no ouvido dele:vadia—Enfia mais fundo! Arrebenta essa buceta! Na cama, Julián sentou e Carol montou em cima dele. Ela rebatia com força, a bunda pulando, fazendo suas pernas tremerem. Depois, ele meteu no cu dela, com ajuda de um pouco de saliva. Ele ofegava, suando, enquanto ela apertava por dentro como uma deusa do inferno.

De repente, mudaram de posição. Carol ficou de quatro, Daniela se aproximou pela frente, e começaram a comer a xota uma da outra enquanto os homens as penetravam por trás. Quatro corpos. Oito mãos. Línguas, dedos, gemidos, carne e suor.

Uma orgia caribenha com gosto de mar, de sexo e de pecado.

Terminou com os quatro pelados na cama, cheios de suor, porra, baba e risadas. As garotas fumavam um cigarro, com as pernas abertas e suas bocetas ainda pulsando.

—E se a gente fizer isso sempre que o cruzeiro parar aqui? —disse Daniela, rindo.

—Não sei vocês —disse Carol, acariciando o clitóris de novo—, mas eu fiquei com vontade de um round dois…

E os caras, ainda recuperando o fôlego, só conseguiram sorrir.quentes- Fuck do Adeus
O cruzeiro zarparia ao amanhecer. As luzes do porto já estavam distantes, mas Julián não podia ir embora sem uma última foda. Não com qualquer mulher… mas com Carol, a diabólica cubana que tinha espremido até sua alma.

Ficaram em segredo. À meia-noite. Em uma praia escondida, onde o mar sussurrava baixinho e a brisa cheirava a sexo.

Ela chegou sozinha, descalça, com um pareo solto e os mamilos marcados sob o tecido. Olhos brilhantes. O cabelo solto. Uma bomba carnal pronta para explotar.

— Você veio — disse ele, com voz rouca.

— Para me despedir do seu pau — respondeu ela, tirando o pareo —. Porque essa bunda não vai embora sem outra enfiada.

Beijaram-se selvagemente, como animais. Ele agarrou sua bunda com força, sentindo-a quente, redonda, perfeita. Ela se ajoelhou na areia, puxou o pau dele e enfiou na boca sem hesitar. Chupava como se quisesse devorá-lo vivo. Engolia tudo, gemendo, com baba escorrendo pelo queixo.usa a palavra buceta—Assim, gata! Engole tudo! Carol lambeu os lábios, deitou-se de costas sobre uma toalha e abriu as pernas, a buceta brilhando sob o luar. —Me dá tudo, Julián! Me fode até não aguentar pela última vez!

Ele enfiou o pau de uma vez, molhada, quente, pronta. Ele a pegou com fúria, como se quisesse marcá-la por dentro. As ondas quebravam perto, o vento agitava seus corpos, mas eles só gemiam, suavam, batiam pau com buceta sem piedade.

Depois ela ficou de quatro, com a bunda empinada. Julián cuspiu nela, abriu com as mãos, e enfiou o pau no cu. —AI, FILHO DA PUTA! Isso! Arrebenta esse cu! Despede-se como se despedem os males!

Ele enfiou até as bolas, dando duro, com as nádegas quicando. Carol gritava, se tocava, gozava uma e outra vez. Ele a encheu por trás, acabando com um rugido, seu sêmen quente escorrendo do seu cu.

Ficaram jogados na areia, exaustos, cobertos de estrelas e pecado. —Você nunca vai me esquecer, né? —disse Carol, com voz rouca. —Nem se eu comer mais cem mulheres… —respondeu ele—. Sua bunda vai viver na minha memória como uma tatuagem.

Ela riu baixinho, e pela primeira vez, deu um beijo suave. —Agora vaza, antes que eu tenha vontade de te amarrar e não te deixar sair de Cuba nunca.

Ele foi andando em direção ao píer, ainda com o gosto dela na pele. E ela… ficou nua, olhando o mar, com a buceta ainda quente, e a alma cheia de fogo.cogida

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