Aluna gostosa da faculdade (6)

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Aluna gostosa da faculdade (6)

vadiaA Fenda" O aeroporto cheirava a café morno e desodorante de ambiente. Marcos caminava com a mala da filha, enquanto ela e Luciana iam alguns passos à frente, conversando. Rindo. —Vou sentir sua falta, mãe — disse ela, abraçando-a forte — Mas não se preocupem, em cinco semanas já volto. Luciana segurou o rosto dela entre as mãos como se tivesse cinco anos. Marcos, atrás, observava. Sentia-se velho. Estranho. Deslocado. Quando a abraçou, a filha apertou ele com força. —Valeu pela festa — disse ela. —Valeu você por ter vindo — respondeu ele, acariciando o cabelo dela. —E valeu por não ter cagado o pau... — brincou. Ele riu, com o desconforto de quem sente que não estão falando tão na brincadeira assim. Se despediram na porta do embarque. Quando ela se afastou, com a mochila nas costas, Luciana ajustou o casaco e esfregou os braços. —Bom... vamos voltar. —É. Nada mais. Nem um beijo. Nem um olhar. Voltaram em silêncio. E ali começou tudo. A reunião seguinte com Josefina foi no escritório dela. Tentaram manter distância. Ele tinha impresso uns artigos, ela trazia ideias novas sobre a noção de gozo em Lacan. Tudo foi limpo. Acadêmico. Mas o ar estava pesado. —Não sei se tô desenvolvendo bem essa parte — disse ela, com a voz levemente baixa, sentando-se mais perto do que o normal. —Tá, sim, tá bem — respondeu Marcos, sem olhar pra ela. Silêncio. —Você tá bem? — perguntou Josefina. Ele demorou pra responder. —Tô tentando ficar. —Tá pesando? —Sim. Mas isso não muda nada. Ela olhou pra ele. Acariciou a mão dele. Ele afastou. —A gente precisa continuar trabalhando. —Sim, claro — disse ela, sorrindo. Mas os olhos diziam outra coisa. Desde então, se viram três, quatro vezes mais. Primeiro na faculdade. Depois num café. Finalmente na casa dela. A tese ficou em segundo plano. Marcos já não corrigia rascunhos. Lia ela. Josefina abria a porta com um sorriso cúmplice, vestida com roupa larga ou com nada por baixo. Marcos chegava com uma desculpa. Com uma mochila. Com uma sacola de Medialunas pra disfarçar. Se beijavam sem falar. Transavam como se o tempo fosse acabar. Ele amava ela em silêncio. Com o corpo. Com a culpa. Com cada centímetro da língua. Ela guiava ele, deixava ele fazer, devolvia ele à juventude. Acendia ele até ele perder a noção do que era permitido. Às vezes, depois do sexo, conversavam. De livros. De pais. De segredos. Ela contava que o namorado insistia em voltar. Que continuava ligando. Que ela não atendia. — Não consigo voltar pra isso depois de você — ela disse uma vez. E ele não soube o que responder. Em casa, Luciana ia se apagando. Não de repente. Não com drama. Pequenos gestos. Mensagens sem resposta. Silêncios no jantar. Olhares que não chegavam. Marcos começou a mexer no celular dela de novo. Não tinha muita coisa. Mas também não tinha pouca. Gonzalo continuava aparecendo. Uma história respondida com foguinhos. Uma frase elogiosa. Um comentário que pros outros pareceria inocente: "Tô com saudade de você no escritório, as segundas são chatas sem você." Ele não ousava confrontar ela. Porque no fundo… queria que fosse verdade. Que ela traísse ele. Que desse permissão. Na faculdade, começaram os sussurros. Um aluno de outra matéria disse ter visto ele e Josefina saindo do mesmo prédio. Uma secretária murmurou algo na sala dos professores. O reitor comentou uma vez que os vínculos entre professores e alunas deviam ser tratados "com responsabilidade". Marcos começou a dormir mal. Suava de noite. Tomava mais café do que devia. Voltou a fumar escondido. E, mesmo assim, não conseguia largar ela. Josefina era o único lugar onde ele não duvidava. Na pele, tudo era certeza. Naquele dia se encontraram no apartamentinho de estudante dela, como já era de costume.colegialaEla abriu a porta com um vestido azul, curto, sem sutiã. — Tava te esperando — disse. Ele beijou ela sem dizer nada. Tiraram a roupa no corredor. Ela levou ele pra cama. Beijou ele devagar. Não era um beijo apressado, nem mesmo era o começo de algo. Era o centro. Uma trégua no meio do fogo. Josefina segurou o rosto dele com as duas mãos, com força, como se precisasse dele perto, como se beijar a boca dele fosse tão urgente quanto respirar. Marcos segurou ela pela cintura, sentindo o tremor quase imperceptível que nascia na pele dela. Beijava ela com a língua, com os dentes, com o corpo inteiro. Desejava ela antes mesmo de tocar. E agora tinha ela, molhada, entregue na cama dele. Ele beijou ela mais uma vez com ternura. Mas não foi uma ternura casta. Foi uma ternura suja. Carregada. Daquelas que nascem não por amor, mas pelo desejo de fazer durar o inevitável. Josefina beijou ele de volta com os lábios entreabertos, os olhos úmidos, a pele em chamas. Acariciava a nuca dele enquanto os corpos já nus se roçavam como fogo lento. Josefina sentou em cima dele, de pernas abertas, com o cabelo bagunçado e os peitos durinhos, acesos. A pele dela era uma superfície de calor, suja de desejo. Ela roçou a buceta na ponta da pica dele, que tava completamente dura, pulsando. Provocou ele sem pressa, com ritmo, esfregando devagar o clitóris na base do tronco. Um vai e vem suave que fazia ela gemer com os lábios fechados. — Cê vai me deixar louca — murmurou, sem parar de se mexer. Marcos segurou ela firme pelos quadris, mas não pra dominar: pra se segurar. Era perfeita. Jovem, ardente, mestre na arte de gozar. Josefina enfiou. Devagar. Com a cabeça baixa e os olhos semicerrados. Sentia cada centímetro, recebia com devoção, com prazer, com necessidade. Apoiou as mãos no peito dele e começou a cavalgar com movimentos ondulantes, circulares. Não buscava gozar: buscava se derreter. Fazer durar. Fazer eterno. — Cê me preenche toda — ofegou—. Que Caralho, que buceta gostosa que você tem. Marcos não disse nada. Acariciou os peitos dela com as duas mãos. Lambeu. Chupou os mamilos como se fossem uma fruta deliciosa. Josefina se inclinou pra ele, beijou ele de novo, mordeu o lábio inferior dele. — Quero te falar uma coisa — sussurrou, com a voz trêmula —. Mas você tem que me prometer que vai fazer direito. — Fala. — Quero que você me coma no cu. Marcos piscou. O coração disparou. — Tem certeza? — Nunca ninguém entrou aí. Nunca. Tenho medo… mas com você não. Com você eu quero. Quero que você seja o primeiro. Ela parou, encostou a testa na dele. — Quero que você estreie ele pra mim. E que faça do jeito que você sabe fazer. A frase partiu o estômago dele. Não pelo explícito, mas pela intimidade. Ela disse como se fosse um presente. Como um segredo. Marcos se levantou. Beijou ela de novo. Desceu pelo pescoço. Pelo peito. Pela barriga. Beijou a pélvis dela, lambeu a buceta com fome, com técnica, com desejo. Josefina se arqueava, se abria, as coxas tremiam. Ela respirava pesado, as pernas entreabertas, os quadris já se mexendo em busca de mais. Depois, ele sem tirar os olhos dela, pegou o pote de lubrificante na gaveta do criado-mudo. Ela virou de costas, tremendo, com a bunda pra cima, exposta, vulnerável e poderosa ao mesmo tempo. O corpo era uma escultura viva. As costas arqueadas, a cintura fina, as nádegas altas, macias, perfeitas. — Devagar — ela pediu. Marcos beijou as nádegas dela, abriu com cuidado. Cuspiu de leve no meio. Espalhou os fluidos no buraco com a língua. O cu tenso. Fechado. Virgem. Josefina ofegou, não de prazer. De vertigem. Fechou os olhos. Se deixou levar. Ele usou o dedo, primeiro um, com cuidado. Girou, massageou, preparou ela com uma dedicação paciente. Josefina respirava pesado. Não gemia: respirava como se estivesse se purgando. — Tá tudo bem? — Tá — ela disse —. Tamo indo bem. Ele enfiou o dedo inteiro. Ela estremeceu. Depois dois. E então, quando sentiu que o corpo dela tinha se Rendido, apoiou a ponta quente do pau, já banhada em lubrificante, bem onde começava o proibido. Empurrou devagar. Ela apertou os dentes. A cabeça entrou. Lenta. Precisa. Josefina soltou um grito curto. Se agarrou aos lençóis. —Para… —ofegou—. Espera. Marcos parou. Acariciou ela. —Respira. Ela respirou. Fundo. Devagar. —Agora sim —disse. E empurrou ela mesma pra trás. A glande entrou. Envolveu ela. Abriu ela. Ela gemeu. Não de dor. De impacto. De entrega. Marcos mordeu o lábio. Era um calor novo. Uma pressão diferente. Apertada. Deliciosa. Foi entrando aos poucos. Centímetro por centímetro. Josefina tremia. —Aí… aí… ai, Deus… sim, sim, continua. Quando ficou inteiro dentro, parou. Não se mexeu. Acariciou as costas dela. Beijou o ombro dela. —Assim, assim —ofegou— todo dentro tá. E então começou a comer ela. Devagar. Com precisão. Com um ritmo calmo, sensual, quase reverente. Ela gemia. Se contorcia. Se entregava. —Nunca senti isso… —disse com a voz trêmula—. Tá arrombando meu cu, filho da puta. Ele continuava comendo aquele cu devagar, com pausas, com ritmo. Josefina se transformava a cada estocada. Gritava o nome dele, pedia mais, chamava ele de “professor” com uma perversidade linda. Marcos tinha a respiração descontrolada, o corpo tenso, os dedos marcando os quadris dela. —Tá doendo? —Tô adorando. Mais. Abre tudo. Ele obedeceu. Mais fundo. Mais firme. Mais sujo. Enchia ela. Abria ela. Tornava ela dele. Ele acelerou só um pouco. Metia sem violência, mas com poder. Josefina apoiava a testa no colchão. Mordia o travesseiro. Se derretia. —Vou gozar! —gritou de repente—. Ai, tô gozando toda! Ahhh! Gozou com espasmos doces. Com lágrimas nos olhos. E não pediu pra parar. —Continua. Marcos obedeceu. Cravou o olhar na nuca dela. O corpo inteiro tenso. O cheiro dela enlouquecia ele. O suor jovem dela. O tremor das pernas dela. Josefina tinha gozado sem se tocar. Gozou só pelo cu, pela intensidade, pelo desejo. descontrolado. Pelo tesão. Pelo passo que deu. Pelo cu arrombado. Marcos sentiu que não aguentava mais. Gozou dentro. Com um gemido grave. Longo. Partido. Dentro. Com um espasmo furioso. Com uma descarga que o deixou vazio. Ela sentiu. Recebeu. Sorriu pra ele por cima do ombro, com lágrimas nos olhos. —Ninguém me comeu assim na vida. Te desejo como nunca imaginei. —E você é tudo que eu não deveria desejar —respondeu ele. Ela sorriu. —E daí? —E daí que não consigo parar. Marcos abraçou ela por trás, com o pau ainda dentro. Os dois encharcados de suor. De porra. De algo que não dá pra nomear. Ficaram assim. Respirando. Vivendo o que não se ensina. O que se sente. E quando finalmente se separaram, com a pele ainda vibrando, foi Marcos quem olhou o celular. Uma mensagem. Da Luciana. “Precisamos conversar.” Parte final.http://m.poringa.net/posts/relatos/5974543/Con-la-alumna-de-la-facu-final.htmlBELEZA. SE COM ESTE CAPÍTULO A GENTE NÃO CHEGAR NO PRIMEIRO LUGAR DO TOP, EU MUDE DE PROFISSÃO. APROVEITEM, DÊEM NOTA, COMENTEM.

6 comentários - Aluna gostosa da faculdade (6)

kokiCD
con lo lindo que es desvirgar un culito miedoso ...
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