Festa à fantasia. Conto pt1

Olá de novo! Voltei mais uma vez. Dessa vez, trago meu segundo relato. Se você teve a chance de ler meu relato anterior, sabe que os colegas do meu marido me iniciaram nesse mundo de putaria e luxúria. Se não, vou me apresentar do mesmo jeito. Meu nome é Sofia, todo mundo me chama de Sofma, tenho 33 anos, sou branquela e tenho um corpinho cheinho... Sou casada com um homem mais velho que eu e, embora no começo eu achasse que minha vida sexual era boa, mesmo sendo esporádica, tudo mudou quando percebi que meu marido é um corno manso e adora me ver gozar. Depois do que aconteceu no relato anterior, quando um dos colegas dele me comeu como uma puta enquanto os outros e ele batiam punheta, a gente não repetiu a situação, porque ele conseguiu uma promoção no trabalho e tivemos que mudar de cidade. O sexo aumentou um pouco depois disso, porque enquanto me comia, ele pedia pra eu trocar o nome dele ou contar como foi gostoso ser comida pelos outros. Até pedia pra eu inventar histórias como se eu tivesse traído ele outras vezes. Tudo estava normal, as propostas pra repetir eram constantes, mas eu não me sentia segura, porque, mesmo estando numa cidade onde ninguém me conhecia, não queria criar essa fama logo de cara e arrumar problema pro futuro. Numa quinta-feira à tarde, quando cheguei do trabalho, meu marido disse: — Olha o que achei na internet. Era uma imagem promocional de uma festa à fantasia numa balada famosa, que dizia: "Prêmio para as fantasias mais sexys". Eu ri, com certeza não ia participar, mas me imaginei com alguma roupa provocante, perto de vários homens dançando no escuro, com meu marido corno manso consentindo. Isso fez mil histórias passarem na minha cabeça... A festa era naquele sábado mesmo, eu tinha dois dias pra arrumar nossas fantasias. Então fomos atrás disso. Meu marido, como era de se esperar, procurou algo que tapasse o rosto inteiro dele e, entre brincadeiras, disse: — Caso algum conhecido do trabalho apareça, não vai ver que eu te empresto... Eu, por minha vez, escolhi umas meias de rede, adoro o sexy e sensual que minhas pernas ficam com elas, uma bota cano alto, um shortinho bem abaixo da bunda e um top de policial... Chegou sábado, meio-dia, e meu marido chegou cedo em casa, todo animado preparando tudo que íamos usar à noite, até me disse: — Pra gente se divertir, vamos fumar um pouco pra entrar no clima. Me surpreendeu bastante, porque nunca tínhamos tentado isso pra sair, às vezes era só pra transar, mas nunca na rua assim... Óbvio que não ia perder a chance de experimentar, então topei. Nos arrumamos, coloquei uma calcinha fio dental de renda preta, as meias, o top e fui modelar pra ele... Parece que foi tão excitante que ele se jogou em mim e me abraçou por trás, esfregando o pau duro ainda com a cueca entre minha bunda, com uma mão me apertava os peitos e com a outra me segurava pelos quadris, parecia um bicho no cio... Me jogou na cama de bruços e disse: — Empina... Viro pra ver o que ele tava fazendo e ele tinha o celular na mão, tava tirando fotos de mim... Longe de ficar brava, fiquei excitada e empinei mais a bunda pra ele não perder nenhum detalhe, ele se abaixou e puxou minha calcinha pro lado e enfiou a cara entre minhas nádegas, tão extasiada que eu tava, nem percebi quando a língua dele começou a percorrer meu cu, enquanto dava pequenas mordidas e lambidas, o dedo dele entrava selvagem na minha buceta, que tava escorrendo de suco... Entre gemidos, só falei: — Me fode logo, "mete teu pau em mim, papai". Ele se levantou enquanto eu abria minha bunda com as mãos pra ele me penetrar, mas como demorou, virei de lado e ele já tava se vestindo. Enquanto me dizia: — Pronto, quero te deixar com tesão pra você curtir sua noite... Fiquei puta da vida, tava tão excitada que não ligava de sair, só queria pau e minha gozada... Então, num tom ameaçador, falei: — Tá bom, então se prepara que se me deixou bem cachorra e louca. Enquanto ele se preparava pra dirigir, e dentro de... a responsabilidade decidimos viajar de taxi por aplicativo, enquanto esperávamos, continuamos fumando e zoando um pouco. O taxi chegou e meu marido subiu primeiro no banco de trás. Aí eu falei "nossa, que cavalheiro" e ele, num tom de brincadeira, respondeu -Nossa, nem parece que a gente é o quê... No começo não entendi, mas pensei, bom, melhor pra mim, vou na frente... Quando abri a porta e entrei, o motorista não perdia um detalhe das minhas pernas naquelas meia arrastão... Peguei meu celular e tinha uma mensagem do meu marido dizendo: "Vamos curtir a noite como amigos". Aí entendi. Ele queria se passar por amigos pra, se algo rolasse, não ter que explicar que era um corno... No caminho, tudo seguia normal, às vezes o motorista dava umas olhadas de canto, mas a conversa era bem agradável e normal, clima, trânsito, etc. Meu marido perguntou pro motorista se ele conhecia algum lugar que fechasse tarde, porque "a amiga dele" tava bem animada e ele não achava que ela fosse querer parar cedo, e como eram 9 da noite, tinha muita noite pela frente pra curtir. O motorista riu e passou o telefone dele -se quiserem, quando saírem, me avisam que passo pra buscar vocês, enquanto isso vou dar uma pesquisada onde vocês podem continuar. Continua... Vou mandar a parte 2 na sequência, não gosto de postar tudo de uma vez pra não cansar vocês. Me mandem mensagem se estiverem gostando e também deixem seus comentários, leio tudo com prazer.

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