este morbo , que no para entre nosotros

Aquela noite ele chegou do trabalho, eu tinha preparado o jantar, peguei o vinho e coloquei um vestido cinza que ficava solto e era decotado na frente, bem sugestivo, que permitia meus peitos se moverem à vontade, para que no final da noite, no meio dos drinks e da tesão, ele pudesse me contar sua fantasia. Estávamos quase terminando a garrafa e eu ainda não sentia que ele fosse me contar, mas pouco a pouco o álcool começou a fazer efeito, ele começou a se aproximar, a me dizer como eu estava linda, o quanto ele gostava, começou a me tocar e quando ele estava pronto para tirar meu vestido, eu perguntei se eu era a mulher que poderia realizar todas as fantasias dele. No meio da excitação e dos drinks, ele me dizia que sim.

Assim chegamos ao assunto de falar sobre fantasias. Para que ele se sentisse um pouco mais confiante, comecei falando sobre a minha, disse que adoraria fazer onde alguém pudesse nos ver, mas que tinha medo das consequências que isso poderia trazer, pois não queria acabar protagonizando um vídeo nas redes sociais onde qualquer um pudesse me identificar ou sermos detidos pela polícia. Depois foi a vez dele, ele me falou das típicas fantasias de um homem: sexo anal, estar com duas mulheres, a mulher de uniforme, enfim, mas nenhuma delas era muito estranha a ponto de ele não ter conseguido me contar. Continuei investigando até que finalmente ele começou a ficar vermelho, a gaguejar e a desviar o olhar enquanto me dizia que tinha sonhado que eu fazia sexo com outro homem, mas que longe de ter ficado bravo, sentiu tesão, ficou excitado e a partir daí várias vezes passou pela cabeça dele a imagem de me ver sendo comida por alguém mais, inclusive, ele já tinha se masturbado no chuveiro enquanto imaginava.

A verdade é que isso me deixou confusa, pois nós como casal nunca tínhamos tido problemas, alguma pequena aventura que eu tinha tido, mas que ele nunca soube, além disso, éramos um casal jovem, não sentia que precisávamos recorrer a isso para... sair da monotonia. Espantada, perguntei se ele estava falando sério, se ele realmente seria capaz de ver a mulher que ele dizia ser o amor da vida dele com outro homem, que nem eu mesma tinha a fantasia de estar com outro alguém (já tinha realizado). Ele, muito envergonhado, pedia para eu não fazer uma imagem ruim dele, que me amava e que tinha certeza que eu era a mulher com quem queria ficar, só que essa ideia tinha entrado na cabeça dele e não conseguia tirar. Mas não era tudo, a fantasia dele era um pouco mais concreta: não importava que o homem me colocasse na posição que quisesse e me comesse como fosse, mas especificamente queria ver como ele disparava toda a porra entre meus peitos enquanto eu os usava para masturbá-lo.

Eu não conseguia acreditar, e essa confissão me deixou com tesão. Estávamos bêbados e já um pouco excitados, íamos transar, como normalmente faríamos, ou pelo menos era o que eu pensava. Ele se levantou, foi ao banheiro e trouxe um frasco de um creme que eu uso para remover maquiagem, que tem a tampa parecida com a cabeça de um pênis, com a diferença de ser um pouco menor e mais fina. Ele começou a me beijar e a me tocar, começamos a esquentar e eu sentia minha buceta bem molhada, nos despimos, fizemos a preliminar normal de sexo oral e de nos masturbar mutuamente.

Ele se deitou na cama e pediu para fazermos 69, algo que eu adoro, então me posicionei sobre ele, abri minhas pernas e coloquei minha vagina como um lanche que ele ia saborear. Comecei a masturbá-lo enquanto lentamente passava a língua no pau dele, beijava, brincava sem enfiar totalmente na boca. Ficamos assim por alguns segundos, eu estava curtindo tanto o momento até que de repente comecei a sentir o frio do frasco de creme na entrada da minha buceta. Com o tesão que eu estava, não ia pará-lo. Ele começou a meter e tirar o frasco em mim, no começo suave e parecia que estava sincronizado com os movimentos da língua dele, mas depois fazia cada vez mais rápido e violentamente à medida que Meus gemidos o animavam. A sensação de estar recebendo sexo oral enquanto era penetrada, somada ao pau que estava chupando, me deixou a mil. Cheguei a um orgasmo tão prazeroso que ficaria gravado na memória. Aquela noite, com um orgasmo incrível, marcou o início de experimentar coisas novas.

Algumas noites depois, durante o jantar, ele disse que tinha uma surpresa para mim. Abriu o armário e tirou uma caixa embrulhada em papel de presente com um laço. Ao abri-la, vi que o presente era um dildo, e na caixa até dizia "sensação real". Fiquei surpresa porque nunca havíamos falado em usar algo assim. Perguntei, mas ele só disse que era para variar de vez em quando. Obviamente, iríamos estreá-lo naquela noite.

Começou com as preliminares. Passou o nariz pela minha nuca, bem de leve, como sabe que eu adoro. Começou a me beijar ternamente na orelha e, devagar, desceu para o pescoço. Em poucos minutos, conseguiu me deixar com tesão, pronta para o sexo. Organizou tudo de um jeito especial. Dessa vez, me levou para a sala. O dildo podia grudar em algumas superfícies, então ele o prendeu na lateral de uma mesa, na altura certa para eu ficar de quatro.

Passou lubrificante no dildo, pediu que eu ficasse de quatro e o colocasse na minha buceta. Posicionou uma cadeira na minha frente, esperando que eu fizesse sexo oral nele. Comecei a inserir aquele objeto dentro de mim, devagar, porque era bem maior do que o pau do meu marido. Mesmo assim, a sensação de estar completamente cheia estava me deixando louca. Comecei a me mover para frente e para trás no ritmo que eu queria, no ritmo perfeito que eu sabia que precisava para aproveitar aquele poder dentro de mim. Meu marido, sentado na minha frente, curtia as chupadas que eu estava dando. Comecei a me sentir uma puta. Até aquele momento, não tinha percebido que eu era mais um objeto sexual, mas aquela sensação de me sentir uma puta estava me excitando. Não... eu só pensava em aproveitar e chupar o pau do meu marido, nunca me passou pela cabeça que ele quisesse continuar naquela posição. Eu estava tão excitada que não me importei de fazê-lo gozar rápido.

Quando meus gemidos ficaram mais intensos, meu marido tirou o pau da minha boca e simplesmente se afastou um pouco. Ele me pediu para continuar me mexendo com o dildo dentro de mim. Eu estava prestes a ter outro orgasmo e achei que logo ele me pediria para fazermos outra posição, mas ele só se sentou e ficou me olhando por alguns segundos. Ele se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido: "Imagina que é outro homem quem está te comendo agora. Imagina o homem que você quiser. Acredite ou não, eu estou adorando te ver assim." No começo, eu fiz isso: comecei a imaginar que tinha outro homem me possuindo, um homem bem dotado, que estava me levando ao céu. Mas no momento em que olhei para meu marido, sentado calmamente, claramente excitado...este morbo , que no para entre nosotrosA partir daí, meu marido aproveitava qualquer momento durante nossas relações para incluir nosso novo brinquedo na ação. E cada vez que ele fazia isso, cada vez que eu o tinha na boca ou na buceta, ele se afastava um pouco e ficava só olhando. Foi ficando normal ele ficar observando como eu me dava prazer sozinha e, depois, como eu o masturbava com meus peitos até ele gozar. Em mim também começou a crescer a ideia de ter outro homem me comendo com tudo. Mas eu não podia imaginar só "um homem" qualquer — precisava criar uma imagem o mais próxima possível da realidade para fazer sentido. O protagonista imaginário dessas transas começou a ser um colega de trabalho que, desde que chegou, vinha dando em cima de mim e tentando ir além da amizade. O nome dele: Nicolas (que vou trazer em outro relato depois).

Numa ocasião, estávamos eu, meu marido e o dildo numa sessão no chuveiro. Já tínhamos nos masturbado, feito sexo oral, ele já tinha me penetrado um pouco, e de repente aquele brinquedo entrou na jogada — algo cada vez mais comum nos nossos encontros e, acho que em algum momento, até necessário para o prazer do meu marido. Ele grudou o dildo na parede, me colocou de costas para ele e fez ele entrar de novo na minha buceta. Como isso já estava ficando normal, cada vez que ele ficava só me olhando, eu sentia menos vergonha. Meu marido tinha começado a deixar de me satisfazer, e eu só tinha aquele pau de brinquedo. Então, dessa vez, agarrei os suportes que tinham nas laterais do box e aproveitei 100% daquele brinquedo. Fiquei pensando no Nicolas enquanto, em pé, eu empurrava a bunda pra trás e pra frente, batendo com as nádegas na parede a cada movimento. Dessa vez continuei até gozar e não me importei que meu marido estivesse me vendo — no fim das contas, era isso que ele queria. Quando terminei, ele disse que adorava ver minha cara de prazer enquanto era espectador.

Naquela noite, voltavam a mim as lembranças do chuveiro, do dildo, do Nicolas, do meu marido... do prazer que havia acendido em mim, sem depender dele e sem preparar a situação nem nada, fiz a pergunta novamente: “Você seria capaz de ver sua esposa sendo comida por outro homem?”

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