Esse encontro tão malditamente quente começa primeiro com a minha vida tão fodida até aquele momento.
Aconteceu há cinco anos, e naquela época eu já tava na casa dos quarenta, pouco antes de chegar aos cinquenta.
Eu era felizmente casado nos primeiros anos, mas tudo foi pro caralho quando minha esposa penhorou meu salário e tomou mais da metade dele.
Até então, eu tinha três filhos com ela. Duas mulheres e um homem. Todos eles começaram a me odiar quando aquela desgraçada começou a enfiar na cabeça deles que eu era um pai horrível.
Admito que fui infiel umas duas vezes, mas ela também me deixava na mão, sem sexo por meses.
Sete malditos meses!
Que merda de homem aguenta sete porra de meses sem transar sabendo que é casado?
Os mais experientes sabem do que eu tô falando, mas isso já é outra história.
Vamos ao que interessa, a história da minha filha e eu.
Minha filha se chama Kimberly (Muito parecida comDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Era uma doçura e, acredite, eu não podia ser mais feliz quando ela me admirava como pai, mas, como eu tô dizendo, minha maldita ex se encarregou de virar ela contra mim.

Depois disso, não falava mais comigo e vivia me enchendo o saco com todas as putas que ele tinha e que traía a mãe dele.
Pois é, filha, se sua mãe não dava nada, o que mais eu podia fazer. A questão é que ela era a pior das piores e me odiava.
Mas foi então que, um dia na casa que eu alugava, que era pequena pra caralho, mas se eu não tivesse o salário completo, não dava pra fazer nada.
Bateram na porta e quando abri, lá estava minha filha Kim na frente de casa. Naquela época, ela já tava bem grandinha. Eu tinha 46 anos e ela, 25.
Ela tava vestindo o uniforme do trabalho como secretária num escritório perto da cidade. Devo dizer que esse uniforme ficava bem apertado nela e destacava muito os peitos, as pernas e a bunda dela.
Me surpreendia que ela tivesse vindo pra um bairro tão fudido como esse aqui. Com aquela roupa, era perigoso demais.
Bateu um ciúme e eu deixei ela entrar na minha casa.
Ela me olhava com uns olhos de ódio profundo, que sinceramente eu nem sabia o que fazer. Não sei pra que caralhos ela tinha vindo. E agora vou contar a conversa pra vocês.
Ela me disse: Vim pra vigiar pra tu não trazer tuas putas aqui.
Buceta, mas que coragem que ele/ela teve de vir na minha casa e me encarar desse jeito.
Eu falei pra ela: se veio só pra falar besteira.
Com isso, finalmente ela me contou o motivo: Sabemos que você está prestes a se aposentar e a maior parte do que foi penhorado vai voltar pra você.
Pensar que minha filha tinha vindo só por causa da porra do dinheiro, não era muito diferente daquelas putas de rua que deixavam você fazer de tudo só por grana.
Ela continuou dizendo: Até agora quero acreditar que você não engravidou nenhuma das suas putas, e por isso vim aqui pra você não vir foder com uma parada dessas. Esse dinheiro é da minha mãe e ela não tem que dividir com outras das suas vadias que queiram ficar prenhas de você.
Repito pra vocês, que puta gostosa eu tinha virado. Se eu quisesse gastar meu dinheiro com o que me desse na telha, podia fazer isso. Tinham sido muitos anos da porra trabalhando igual um burro pra ficar nessa merda.
No fim, ela sentou na cama que tava bem perto da porta, juro pra vocês, era um cubo de merda de casa.
Ela tirou um suco da bolsa dela e me disse que tava me dando pra pagar a estadia dela essa noite. Fez de má vontade, mas eu aceitei.
Ela cruzou as pernas e não vou mentir pra vocês, tava uma delícia com aquelas meias pretas subindo até as coxas. Umas pernas enormes que ela tinha.
Eu tava putasso naquele momento, mas o corpo dela era muito gostoso em todos os sentidos. Não consegui controlar minha ereção e ficou na mostra na minha calça.
Pra minha má sorte, Kim percebeu e começou com as merdas dela de novo: "Você é um maldito doente. Como você pode ficar assim com a sua própria filha?
Ela me disse isso toda indignada e eu mandei ela vazar pela porta se sentia tanto nojo assim. Ela encheu o saco e só me deu a notícia de que ia ficar aqui essa noite porque, estando assim tão excitado, eu era capaz de chamar uma puta pra vir aqui e me aliviar.
Eu não entendia por que ela vivia falando tanto das putas e vadias, parecia que tinha uma obsessão por elas. Mas, melhor ela fazer o que quisesse. Bem puto, tomei todo o maldito suco porque não tinha bebido nada desde que cheguei, e o gosto era horrível.
Pra não prolongar mais, ela me disse que ia tomar banho pra ficar aqui essa noite. O banheiro ficava a menos de um metro da cama.
Consegui ouvir ela entrando e me ameaçou que se eu ficasse espiando, ia me dedurar pra mãe dela.
Ouvi a chave virando e sabia que minha filha tava completamente pelada na minha casa.
A tentação era grande demais. Ver ela naquele uniforme tão apertado já era uma bênção, nem queria imaginar como ia ficar peladinha, do jeito que Deus a trouxe ao mundo.
Por um momento pensei em abrir a porta devagar pra ela não me ouvir, mas aí percebi que a porta já tava aberta, só um pouquinho.
Me perguntei se ela tinha esquecido de fechar completamente, mas não tava nem aí. A culpa era dela por ter deixado assim.
Cheguei perto e fiquei porra de impressionado.
Magra, mas com um corpo bem equilibrado nas proporções. Com uns peitos naturais e uma bunda tão gostosa que brilhava quando tirava o sabão com a água.
Não vou ficar de mentiroso, das minhas bolas tinha se formado um protótipo de puta tão perfeita que meu pau ficou duro igual aço.
Tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma enquanto ela não percebia. O jeito que ela massageava os peitões enormes, quando se abaixava pra limpar as pernas, dava pra ver uma bucetinha depilada tão gostosa.
Parecia que ela até estava fazendo um show pra mim. Minha filha era bem gostosa.
E, embora a punheta tivesse ficado boa, percebi que ela fechou a torneira. Fui pra minha cama rapidinho, fingindo que nada tinha acontecido.
Ela saiu com aquela cara de ódio, já de blusa e um shortinho que ficava apertado nela.
Ele me disse: "Nem pense que vou dormir na sua cama de calcinha, seu tarado.
Ela me perguntou se eu ia tomar banho e eu falei que não, tava cansado de ter voltado do trampo. Aí ela disse: "Além de doente, um porco." A parte boa é que nenhuma gostosa vai te chupar desse jeito.
Isso eu dizia e ficava puto, mas ela era minha filha acima de tudo. Mas a verdade é que ela não deixava nada pra imaginação com aquela roupa. Sério, ia dormir comigo, o pai que ela tanto odiava, na mesma cama.
Apaguei a luz e nós dois deitamos. Ela, pelo visto, queria que eu mantivesse distância.
Mas depois de vários minutos, ela virou de costas e colocou a bunda perto de onde eu estava. Não sei se era assim que ela dormia, mas a única coisa que fazia era me provocar ainda mais.
Desculpa, princesinha, mas sua bunda marcava tanto que eu já não aguentava mais.
Com muito cuidado, coloquei minha mão nelas e comecei a apalpar devagar pra não acordar ela. Eram tão macias e grandes, muito mais gostosas do que as de qualquer puta da cidade.
Meu pau ficava tão duro só de lembrar de ver aquela rabuda enorme em todo seu esplendor enquanto ela tomava banho.
Comecei a apertar com vontade e, já que tava desesperado, puxei o short dela pra baixo e vi que ela tava de calcinha rosa. Sério, parceiros, a calcinha dela tava enfiada no meio da bunda, de tão grande que era.

Porra, tavam batendo uma pra minha filha que tanto me chamava de doente, e talvez ela tivesse razão.
Mas ela tinha culpa por ter deixado a porta do banheiro aberta. Dava pra sentir ela se molhando aos poucos e ouvir os sons de prazer que ela fazia, mesmo dormindo.
Acordei, mas não dei bola pra ela. Tava decidido a me apossar daquela buceta tão gostosa que ela tinha. Ela me disse;
Que porra você tá fazendo, seu velho filho da puta. Para de ficar me apalpando.
Pela primeira vez, ouvi um tom bem submisso. Mesmo ela dizendo que não, não tava resistindo. Aí eu continuei tocando ela até deixar ela ainda mais molhada.

Ela só gemia de prazer e eu tirei a benga pra bater uma. Ela ficou olhando pra ela com um olhar de safada que, quando menos percebi, já tinha se ajeitado quase no meio das minhas pernas.
Depois ela me disse: A pica do papai, exatamente como eu lembrava.
Esse comentário me surpreendeu, não sabia do que ela tava falando, mas tudo isso foi pro caralho quando ela começou a lamber meu pau.
Eu tava devorando ele, quase como se fosse um picolé, e me masturbava com a mão direita dele.
Pensava que me odiava e que sentia nojo de mim, mas agora tinha minha filha chupando aquele pau que ele disse que nenhuma puta ia ousar dar um boquete.

Então, enquanto dava umas boas chupadas na cabeça da minha pica, ela começou a me contar.
Anos atrás, depois que saí de casa, ela me procurou e acabou vindo até essa mesma casa. O que ela encontrou primeiro foi uma puta que eu tinha contratado me dando um boquete dos bons.
Ela acabou nos espiando pela janela enquanto se masturbava e gozava. Eu nunca tinha ficado sabendo disso. Depois ela me disse:
Achou que eu tinha esquecido de fechar a porta do banheiro? E nem vamos falar do suco, porque eu sei que como adulto você tem seus probleminhas, então, como boa filha, coloquei um comprimidinho azul triturado.
Não é à toa que eu tinha ficado com uma ereção descomunal e uma vontade danada. Ela fez tudo de propósito. Me olhava com aqueles olhos cheios de luxúria e eu ficava mais duro ainda.
Terminou dizendo: Meu pai é só meu e não dessas putas. Então, buceta, deixa eu meter essa rola tão grande e abusa da minha boquinha.









Sem perder tempo, enfiou meu pau inteiro na boca e enrolou ele com a língua enquanto mantinha lá dentro. Ela era boa demais, talvez não tivesse a experiência de uma puta, mas com certeza tinha um puta potencial.
Eu podia ver e sentir ela engolindo toda a minha pica até o talo, e até teve vezes que ela engasgava, mas continuava firme, babando toda no meu pau. Ela até esfregava a cara na minha rola, como se fosse um tesouro.
Uma relação entre pai e filha, do mesmo sangue, parecia tão errado e proibido, mas por isso mesmo, era gostoso pra caralho.
Eu via ela me dando uns boquetes e levantando a bunda. Tava bem desenhada e não resisti, dei um tapa de tão gostosa que tava. Ela ficava excitada e me falava.


Esfregava meu pau na buceta dela e chupava aqueles peitões enormes que ela tinha. Ela gemia de prazer e eu também já precisava aliviar essa tesão toda.
Enfiei meu pau e penetrei bem fundo. A buceta da minha filha tava tão molhada que parecia muito gostosa. Não lembro como aconteceu, mas só metia e tirava enquanto continuava chupando os peitos dela sem parar.
Tava tão excitado que deu vontade de gozar e eu queria tirar, mas ela me prendeu com as pernas e não me deu chance.
Não se limite, papai, a partir de agora você pode encher minha bucetinha com seu leite o quanto quiser.
E foi assim que fiz, acabei enchendo a buceta da minha filha de porra e nós dois estamos ofegantes. Estávamos bem suados, mas pelo jeito que ela me olhava, ainda não tinha o suficiente.


Ela se virou e me deixou ver a bunda toda dela. Ficou de quatro e disse: Essa raba ainda quer que você meta. Tô cuidando dela direitinho pra você.
Ela estava tão incrivelmente gostosa. Literalmente, ela tava me entregando a bunda dela e eu também não perdi tempo.
Tava bem apertado e nós dois gemendo de prazer, pai e filha.
Minha filha, aquela que sempre foi uma aluna exemplar e vivia me enchendo o saco por causa das traições com a mãe dela, agora tava me entregando aquele rabo gostoso demais.



Minha filha, aquela que sempre foi uma aluna exemplar e vivia me enchendo o saco por causa das traições com a mãe dela, agora tava me entregando aquele rabo gostoso demais.
Talvez eu tivesse me enganado, e na real minha filha era mais puta do que eu pensava. Todo esse tempo que ela ficava brava, era ciúme porque o pai dela tava comendo outras mulheres e não ela.
Eu disse pra ela que pra ser minha filha ela era uma foxy gostosa pra caralho, e isso a excitava ainda mais. Ela me falava coisas tipo:
Sim, papai. Sou sua putinha e a única putinha que você vai comer todo dia.
Eu dava umas palmadas enormes na bunda dela e os gemidos eram tão altos que até os vizinhos conseguiam ouvir. Falei pra ela ficar quieta pra ninguém escutar, mas ela não deu a mínima.
Assim, papai. Continua me comendo assim gostosa pra todo mundo saber que sua bebê é a sua única putinha.
Não se enganava. Minha filha tinha se tornado minha putinha e eu já tinha penetrado os três buracos mais importantes dela.
e um dos melhores foi quando ela me disse: Papai, eu sou sua putinha Kim, sou seu saco de porra e quando você mandar engolir tudo, sua filha putinha Kim vai fazer o que você ordenar, só eu, sua putinha.

Acabei gozando e enchi ela de porra de novo. Agora sim ela tinha ficado satisfeita. Da bunda dela saía toda aquela porra que eu tinha deixado dentro dela.
Ela só me sorriu e, desde aquele momento, eu ia buscá-la toda noite quando saía do trampo e a gente dava uma santa trepada de pai e filha.











é a história de um seguidor.
Se eu te agradei, por favor, dá uns corações e comenta.
Aconteceu há cinco anos, e naquela época eu já tava na casa dos quarenta, pouco antes de chegar aos cinquenta.
Eu era felizmente casado nos primeiros anos, mas tudo foi pro caralho quando minha esposa penhorou meu salário e tomou mais da metade dele.
Até então, eu tinha três filhos com ela. Duas mulheres e um homem. Todos eles começaram a me odiar quando aquela desgraçada começou a enfiar na cabeça deles que eu era um pai horrível.
Admito que fui infiel umas duas vezes, mas ela também me deixava na mão, sem sexo por meses.
Sete malditos meses!
Que merda de homem aguenta sete porra de meses sem transar sabendo que é casado?
Os mais experientes sabem do que eu tô falando, mas isso já é outra história.
Vamos ao que interessa, a história da minha filha e eu.
Minha filha se chama Kimberly (Muito parecida comDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Era uma doçura e, acredite, eu não podia ser mais feliz quando ela me admirava como pai, mas, como eu tô dizendo, minha maldita ex se encarregou de virar ela contra mim.

Depois disso, não falava mais comigo e vivia me enchendo o saco com todas as putas que ele tinha e que traía a mãe dele.
Pois é, filha, se sua mãe não dava nada, o que mais eu podia fazer. A questão é que ela era a pior das piores e me odiava.
Mas foi então que, um dia na casa que eu alugava, que era pequena pra caralho, mas se eu não tivesse o salário completo, não dava pra fazer nada.
Bateram na porta e quando abri, lá estava minha filha Kim na frente de casa. Naquela época, ela já tava bem grandinha. Eu tinha 46 anos e ela, 25.
Ela tava vestindo o uniforme do trabalho como secretária num escritório perto da cidade. Devo dizer que esse uniforme ficava bem apertado nela e destacava muito os peitos, as pernas e a bunda dela.
Me surpreendia que ela tivesse vindo pra um bairro tão fudido como esse aqui. Com aquela roupa, era perigoso demais.
Bateu um ciúme e eu deixei ela entrar na minha casa.
Ela me olhava com uns olhos de ódio profundo, que sinceramente eu nem sabia o que fazer. Não sei pra que caralhos ela tinha vindo. E agora vou contar a conversa pra vocês.
Ela me disse: Vim pra vigiar pra tu não trazer tuas putas aqui.
Buceta, mas que coragem que ele/ela teve de vir na minha casa e me encarar desse jeito.
Eu falei pra ela: se veio só pra falar besteira.
Com isso, finalmente ela me contou o motivo: Sabemos que você está prestes a se aposentar e a maior parte do que foi penhorado vai voltar pra você.
Pensar que minha filha tinha vindo só por causa da porra do dinheiro, não era muito diferente daquelas putas de rua que deixavam você fazer de tudo só por grana.
Ela continuou dizendo: Até agora quero acreditar que você não engravidou nenhuma das suas putas, e por isso vim aqui pra você não vir foder com uma parada dessas. Esse dinheiro é da minha mãe e ela não tem que dividir com outras das suas vadias que queiram ficar prenhas de você.
Repito pra vocês, que puta gostosa eu tinha virado. Se eu quisesse gastar meu dinheiro com o que me desse na telha, podia fazer isso. Tinham sido muitos anos da porra trabalhando igual um burro pra ficar nessa merda.
No fim, ela sentou na cama que tava bem perto da porta, juro pra vocês, era um cubo de merda de casa.
Ela tirou um suco da bolsa dela e me disse que tava me dando pra pagar a estadia dela essa noite. Fez de má vontade, mas eu aceitei.
Ela cruzou as pernas e não vou mentir pra vocês, tava uma delícia com aquelas meias pretas subindo até as coxas. Umas pernas enormes que ela tinha.
Eu tava putasso naquele momento, mas o corpo dela era muito gostoso em todos os sentidos. Não consegui controlar minha ereção e ficou na mostra na minha calça.
Pra minha má sorte, Kim percebeu e começou com as merdas dela de novo: "Você é um maldito doente. Como você pode ficar assim com a sua própria filha?
Ela me disse isso toda indignada e eu mandei ela vazar pela porta se sentia tanto nojo assim. Ela encheu o saco e só me deu a notícia de que ia ficar aqui essa noite porque, estando assim tão excitado, eu era capaz de chamar uma puta pra vir aqui e me aliviar.
Eu não entendia por que ela vivia falando tanto das putas e vadias, parecia que tinha uma obsessão por elas. Mas, melhor ela fazer o que quisesse. Bem puto, tomei todo o maldito suco porque não tinha bebido nada desde que cheguei, e o gosto era horrível.
Pra não prolongar mais, ela me disse que ia tomar banho pra ficar aqui essa noite. O banheiro ficava a menos de um metro da cama.
Consegui ouvir ela entrando e me ameaçou que se eu ficasse espiando, ia me dedurar pra mãe dela.
Ouvi a chave virando e sabia que minha filha tava completamente pelada na minha casa.
A tentação era grande demais. Ver ela naquele uniforme tão apertado já era uma bênção, nem queria imaginar como ia ficar peladinha, do jeito que Deus a trouxe ao mundo.
Por um momento pensei em abrir a porta devagar pra ela não me ouvir, mas aí percebi que a porta já tava aberta, só um pouquinho.
Me perguntei se ela tinha esquecido de fechar completamente, mas não tava nem aí. A culpa era dela por ter deixado assim.
Cheguei perto e fiquei porra de impressionado.
Magra, mas com um corpo bem equilibrado nas proporções. Com uns peitos naturais e uma bunda tão gostosa que brilhava quando tirava o sabão com a água.
Não vou ficar de mentiroso, das minhas bolas tinha se formado um protótipo de puta tão perfeita que meu pau ficou duro igual aço.
Tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma enquanto ela não percebia. O jeito que ela massageava os peitões enormes, quando se abaixava pra limpar as pernas, dava pra ver uma bucetinha depilada tão gostosa.
Parecia que ela até estava fazendo um show pra mim. Minha filha era bem gostosa.
E, embora a punheta tivesse ficado boa, percebi que ela fechou a torneira. Fui pra minha cama rapidinho, fingindo que nada tinha acontecido.
Ela saiu com aquela cara de ódio, já de blusa e um shortinho que ficava apertado nela.
Ele me disse: "Nem pense que vou dormir na sua cama de calcinha, seu tarado.
Ela me perguntou se eu ia tomar banho e eu falei que não, tava cansado de ter voltado do trampo. Aí ela disse: "Além de doente, um porco." A parte boa é que nenhuma gostosa vai te chupar desse jeito.
Isso eu dizia e ficava puto, mas ela era minha filha acima de tudo. Mas a verdade é que ela não deixava nada pra imaginação com aquela roupa. Sério, ia dormir comigo, o pai que ela tanto odiava, na mesma cama.
Apaguei a luz e nós dois deitamos. Ela, pelo visto, queria que eu mantivesse distância.
Mas depois de vários minutos, ela virou de costas e colocou a bunda perto de onde eu estava. Não sei se era assim que ela dormia, mas a única coisa que fazia era me provocar ainda mais.
Desculpa, princesinha, mas sua bunda marcava tanto que eu já não aguentava mais.
Com muito cuidado, coloquei minha mão nelas e comecei a apalpar devagar pra não acordar ela. Eram tão macias e grandes, muito mais gostosas do que as de qualquer puta da cidade.
Meu pau ficava tão duro só de lembrar de ver aquela rabuda enorme em todo seu esplendor enquanto ela tomava banho.
Comecei a apertar com vontade e, já que tava desesperado, puxei o short dela pra baixo e vi que ela tava de calcinha rosa. Sério, parceiros, a calcinha dela tava enfiada no meio da bunda, de tão grande que era.
Porra, tavam batendo uma pra minha filha que tanto me chamava de doente, e talvez ela tivesse razão.
Mas ela tinha culpa por ter deixado a porta do banheiro aberta. Dava pra sentir ela se molhando aos poucos e ouvir os sons de prazer que ela fazia, mesmo dormindo.
Acordei, mas não dei bola pra ela. Tava decidido a me apossar daquela buceta tão gostosa que ela tinha. Ela me disse;
Que porra você tá fazendo, seu velho filho da puta. Para de ficar me apalpando.
Pela primeira vez, ouvi um tom bem submisso. Mesmo ela dizendo que não, não tava resistindo. Aí eu continuei tocando ela até deixar ela ainda mais molhada.
Ela só gemia de prazer e eu tirei a benga pra bater uma. Ela ficou olhando pra ela com um olhar de safada que, quando menos percebi, já tinha se ajeitado quase no meio das minhas pernas.
Depois ela me disse: A pica do papai, exatamente como eu lembrava.
Esse comentário me surpreendeu, não sabia do que ela tava falando, mas tudo isso foi pro caralho quando ela começou a lamber meu pau.
Eu tava devorando ele, quase como se fosse um picolé, e me masturbava com a mão direita dele.
Pensava que me odiava e que sentia nojo de mim, mas agora tinha minha filha chupando aquele pau que ele disse que nenhuma puta ia ousar dar um boquete.

Então, enquanto dava umas boas chupadas na cabeça da minha pica, ela começou a me contar.
Anos atrás, depois que saí de casa, ela me procurou e acabou vindo até essa mesma casa. O que ela encontrou primeiro foi uma puta que eu tinha contratado me dando um boquete dos bons.
Ela acabou nos espiando pela janela enquanto se masturbava e gozava. Eu nunca tinha ficado sabendo disso. Depois ela me disse:
Achou que eu tinha esquecido de fechar a porta do banheiro? E nem vamos falar do suco, porque eu sei que como adulto você tem seus probleminhas, então, como boa filha, coloquei um comprimidinho azul triturado.
Não é à toa que eu tinha ficado com uma ereção descomunal e uma vontade danada. Ela fez tudo de propósito. Me olhava com aqueles olhos cheios de luxúria e eu ficava mais duro ainda.
Terminou dizendo: Meu pai é só meu e não dessas putas. Então, buceta, deixa eu meter essa rola tão grande e abusa da minha boquinha.









Sem perder tempo, enfiou meu pau inteiro na boca e enrolou ele com a língua enquanto mantinha lá dentro. Ela era boa demais, talvez não tivesse a experiência de uma puta, mas com certeza tinha um puta potencial.
Eu podia ver e sentir ela engolindo toda a minha pica até o talo, e até teve vezes que ela engasgava, mas continuava firme, babando toda no meu pau. Ela até esfregava a cara na minha rola, como se fosse um tesouro.
Uma relação entre pai e filha, do mesmo sangue, parecia tão errado e proibido, mas por isso mesmo, era gostoso pra caralho.
Eu via ela me dando uns boquetes e levantando a bunda. Tava bem desenhada e não resisti, dei um tapa de tão gostosa que tava. Ela ficava excitada e me falava.


Esfregava meu pau na buceta dela e chupava aqueles peitões enormes que ela tinha. Ela gemia de prazer e eu também já precisava aliviar essa tesão toda.
Enfiei meu pau e penetrei bem fundo. A buceta da minha filha tava tão molhada que parecia muito gostosa. Não lembro como aconteceu, mas só metia e tirava enquanto continuava chupando os peitos dela sem parar.
Tava tão excitado que deu vontade de gozar e eu queria tirar, mas ela me prendeu com as pernas e não me deu chance.
Não se limite, papai, a partir de agora você pode encher minha bucetinha com seu leite o quanto quiser.
E foi assim que fiz, acabei enchendo a buceta da minha filha de porra e nós dois estamos ofegantes. Estávamos bem suados, mas pelo jeito que ela me olhava, ainda não tinha o suficiente.


Ela se virou e me deixou ver a bunda toda dela. Ficou de quatro e disse: Essa raba ainda quer que você meta. Tô cuidando dela direitinho pra você.
Ela estava tão incrivelmente gostosa. Literalmente, ela tava me entregando a bunda dela e eu também não perdi tempo.
Tava bem apertado e nós dois gemendo de prazer, pai e filha.
Minha filha, aquela que sempre foi uma aluna exemplar e vivia me enchendo o saco por causa das traições com a mãe dela, agora tava me entregando aquele rabo gostoso demais.



Minha filha, aquela que sempre foi uma aluna exemplar e vivia me enchendo o saco por causa das traições com a mãe dela, agora tava me entregando aquele rabo gostoso demais.
Talvez eu tivesse me enganado, e na real minha filha era mais puta do que eu pensava. Todo esse tempo que ela ficava brava, era ciúme porque o pai dela tava comendo outras mulheres e não ela.
Eu disse pra ela que pra ser minha filha ela era uma foxy gostosa pra caralho, e isso a excitava ainda mais. Ela me falava coisas tipo:
Sim, papai. Sou sua putinha e a única putinha que você vai comer todo dia.
Eu dava umas palmadas enormes na bunda dela e os gemidos eram tão altos que até os vizinhos conseguiam ouvir. Falei pra ela ficar quieta pra ninguém escutar, mas ela não deu a mínima.
Assim, papai. Continua me comendo assim gostosa pra todo mundo saber que sua bebê é a sua única putinha.
Não se enganava. Minha filha tinha se tornado minha putinha e eu já tinha penetrado os três buracos mais importantes dela.
e um dos melhores foi quando ela me disse: Papai, eu sou sua putinha Kim, sou seu saco de porra e quando você mandar engolir tudo, sua filha putinha Kim vai fazer o que você ordenar, só eu, sua putinha.

Acabei gozando e enchi ela de porra de novo. Agora sim ela tinha ficado satisfeita. Da bunda dela saía toda aquela porra que eu tinha deixado dentro dela.
Ela só me sorriu e, desde aquele momento, eu ia buscá-la toda noite quando saía do trampo e a gente dava uma santa trepada de pai e filha.











é a história de um seguidor.
Se eu te agradei, por favor, dá uns corações e comenta.
1 comentários - Do ódio a ser minha putinha (minha filha)