Olá, amigos e amigas do poringa.net. Como sempre, agradeço a todos os meus leitores pela boa energia.
Assim como no conto anterior, hoje trago outra história das minhas leitoras, que é imperdível.
Pra continuar melhorando, só peço que comentem.
Como sempre digo.
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Sem mais enrolação, vamos começar.Olá a todos e agradeço esse espaço ao Maury-solo-yo. Por me ajudar a contar minha história.
Me apresento, sou Camila, mas todo mundo me chama de Cami.
Sou magrinha, com uma bunda boa e peitos médios, cabelo castanho claro. Tenho 1,50m e me considero gostosa.
Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Minha história se chamaria "Dando boas-vindas ao meu irmãozinho".Minha história começa quando meu pai trouxe o filho dele pra minha casa.
Era um filho que ele teve antes de conhecer minha mãe.
Ela sabia, mas eu não.
A notícia inesperada caiu como um balde de água fria em mim.
Não só eu não era filha única, como ainda tinha um irmão mais velho.
Só por isso já odiava ele.
Foi um baita choque.
A porra da pandemia me fodeu demais com a falta de sexo.
Terminei com meu namorado bem antes disso.
Aí me enfiei em ver pornô e me masturbar.
Como toda adolescente, descobri meu corpo e o sexo bem novinha.
Estreei com meu primeiro namorado e no sexo descobri os prazeres que meu corpo podia me dar.
Sou uma jovem bem ativa sexualmente.
A notícia do meu meio-irmão foi a gota d'água
Um ano que tava pedindo pra ser esquecido.
Uma tarde de primavera, o pai decidiu trazer o filho dele pra passar uns dias em casa.
Eu não podia me opor.
Quando ele chegou, meu pai me chamou na sala.
Pai: Filha, ele é o Manuel, seu meio-irmão.
Tá tão nervoso quanto você e morrendo de vontade de te conhecer.
Quase caí de bunda de susto.
Meu irmãozinho era dois anos e meio mais velho que eu na época. Uns 18 anos.
Cabelo castanho escuro, olhos verdes.
Uns 1,70m de altura. Costas largas e um corpaço.
Parecia um professor de educação física.
Ele se aproximou, apertou minha mão, deu um beijo no meu rosto e falou:
Manu: Prazer em te conhecer, Camila.
Meu pai falou muito de você.
Espero que minha visita não te incomode.
Cami: O prazer é meu.
Bem-vindo à família.
Não, de jeito nenhum, é legal te conhecer.
Não imaginava ele assim.
Não sabia o que fazer.
Mãe e pai me olhavam felizes.
Vendo que não me incomodei dele estar em casa.
O que posso dizer? Ele era um amor com meus pais e comigo.
Parecia com o que minhas amigas contavam sobre irmãos mais velhos.
Aquela inveja que eu sentia. Fui conhecendo ele mais.
O corpo dele me encantava, grandão e forte.
Claro, eu acariciava ele e falava alto que dava pra ver. Sempre tentando ser respeitosa com ele.
Digamos, como irmãos.
Como ele ia ficar uns dias, meu pai fez um quarto pra ele no porão.
Ele também me olhava, enquanto fazia coisas e me elogiava.
Era um baita elogio pra mim, ainda mais eu sempre pelada.
Não deixava ele imaginar muito.
Nós dois gostávamos de passar tempo juntos. Passávamos horas na sala ou no quarto dele ouvindo música e conversando.
Típico de irmão.
Eu me sentia tão bem que até falávamos sobre sexo.
Pra surpresa do meu irmão, que achava que eu era uma virgenzinha bobinha.
Uma manhã, papai e mamãe nos convidaram pra ir pra casa em Tigre.
Mas ele trabalhava e eu tinha que estudar com uma amiga.
Como a gente se dava bem, eles foram e nós ficamos.
Quando ele chegou do trabalho, minha amiga já estava indo embora.
Ele entrou no banho e eu fiquei arrumando a sala.
Depois fui tomar banho enquanto ele pedia umas pizzas.
Manu: Que tal a gente ver um filme no meu quarto enquanto come, ou prefere aqui na sala?
Esqueci que a Ester não estava. (minha mãe)
Pedi umas pizzas, topa?
Cami: Claro, boa ideia. Vamos ver no quarto, é mais confortável.
Comemos no quarto e vimos TV, sem perceber a gente acabou dormindo.
Já acordada, fiquei do lado dela curtindo um despertar tão gostoso. Nunca tinha dormido com ninguém e ao mesmo tempo era tão prazeroso.
Os braços fortes dela me abraçavam e aquele perfume que eu amava. Parecia um sonho.
O volume dela encostado na minha bunda era demais pra mim.
Claro que curti um tempinho aproveitando que ele tava dormindo. Me mexi um pouco e era tão gostoso. Tava uma delícia e decidi levantar antes de me excitar mais.
Não queria criar expectativas ou pensar besteira.
Sabia que ele dormiu assim porque a cama era pequena demais pra nós dois.
Mas adorei dormir com ele.
Vesti uma camiseta dele que ficava enorme em mim.
Fui pra cozinha e enquanto lavava uns pratos e outras coisas.
Ele levantou.
Quando entrou na cozinha, me viu lavando a louça e fazendo café.
Manu: Mmmm... Que cheiro gostoso de café.
Bom dia, irmãzinha, tem um pra mim?
Cami: Oi, irmãozinho, espero não ter te acordado.
Claro que ia fazer um pra você e levar na cama.
Me surpreendeu quando me abraçou por trás e me apertou forte contra o corpo dele, me beijou na bochecha.
Senti o beijo dele e os braços me envolvendo, e o volume dele no meu booty.
Meu corpo reagiu empinando a bunda, deixando bem levantada pra ele e eu fiquei meio fora de mim. Claro que adorei.
E ele ficou abraçado em mim.
Manu: Pena que não sabia. Se não, eu não levantava.
Mas já levantei, tô dolorida toda. hahaha
Você dormiu bem?
Cami: Sim hahaha dormimos apertados.
Mas gostei, nunca dormi com ninguém hahaha.
Experiência legal, mas dormi muito bem.
Manu: Eu também gostei. Tá convidada quando quiser.
Foi uma experiência boa mesmo.
Quando ele me soltou, me virei e foi automático.
De frente um pro outro, não consegui evitar e me deixei levar.
Fiquei na ponta dos pés e enrolei os braços no pescoço dele, me esticando o máximo que dava.
Compensando a diferença de altura e beijei ele na boca.
Ele me agarrou pelas minhas nádegas e com a força dele me subiu na bancada e me beijou também. O beijo dele era muito gostoso, muita boca e língua bem apaixonado.
Ele me beijava e me apalpava a bunda.
Eu tava nas nuvens, ele beijava muito bem, mas de repente ele se afastou e com as mãos na cabeça foi se distanciando.
Lembro assim.
O pau dele totalmente duro inchava a calça dele.: Manu: Não espera, o que a gente tá fazendo? Você é minha irmã.
Não posso fazer isso com o pai.
Mil desculpas, juro.
Cami: Nossa, que pedaço de pau você tem.
Senti ele hoje, mas não imaginava que fosse assim.
O que foi, não gostou?
Manu: Não, nada a ver, mas...
Cami: Vai, nunca vi um tão grande, posso?
Eu me aproximei devagar, pulando da bancada.
Fui até ele.
Passei a mão por cima da calça, ele me olhava sem dizer nada.
Manu: Não seja idiota, garota.
Isso vai dar merda.
Claro que você me atrai, é linda e gostosa pra caralho.
Não é só você que tá na seca, eu também...
Cami: Não tem problema... Vai...
Só vou dar uma olhada... e se você sofre igual a mim, vai me entender.
Sem muita enrolação, abaixei a calça dele. E, como um braço de barreira, caiu, exibindo todo aquele comprimento magnífico.
Minha surpresa ao ver aquele cacete descomunal.
Meus olhos se arregalaram como nunca, e minha boca se abriu, soltando um grito de espanto.
Não podia acreditar que estava vendo algo tão imenso, descomunal, como só tinha visto em filmes. Com um pau desse dava pra fabricar duas rolas como a do meu namorado.
Uma descoberta incrível pra caralho.
Cami: Uau.... Incrível....
Desculpa, maninho, mas tu é um burro.....
Isso sim que é grande....
Não sei o que ele me disse.
Mas não consegui resistir à tentação enquanto ele falava.
Fiquei passando a mão naquilo. Tava toda empolgada com essa surpresa.
Não só o pau dele era tão comprido quanto minha cara. As bolas dele, totalmente depiladas, me encantaram.
Desci bem pra ver esse poste de baixo.
Estiquei a língua, lambi e chupei as bolas dele.
Ele relaxou, as cartas já estavam na mesa. Começou a gemer, curtindo minha língua e boca.
Com a língua o mais larga possível, fui subindo, deixando rastros de saliva de baixo pra cima, uma e outra vez.
Tive que abrir bem a boca pra ele poder enfiar em mim.
Segundo meu ex-namorado, eu era boa chupando pau e é algo que eu curto e gosto de fazer. Mas com um pau desse tamanho, era como começar de novo.
Pelos comentários do meu irmãozinho, parecia que eu tava indo bem.
Manu: Ah... Que delícia que tu chupa... Maninha... Nossa... Deus, que boquinha gostosa que tu tem...
Ninguém chupou tão bem igual você, garota...
Cami: Mmmm... amo teu pau, maninho...
O tamanho, o cheiro, o gosto, mmm...
Fico feliz que tu gosta, mas pra mim, com ele é sempre como a primeira vez.
Viu como não era tão ruim se comportar mal?
Manu: Enquanto papai não souber, não tem nada de errado.
Peguei ele pelo pau e levei pro quarto dos meus pais.
Fiquei na dúvida se entrava, mas a sacanagem daquela cama grande era o melhor pra esse momento.
Ele me beijou enquanto tirava minha roupa.
Depois de nua, só de calcinha fio dental, ele me deitou na cama.
Beijou meu pescoço e chupou meus peitos.
Meus peitinhos pequenos entravam quase inteiros na boca dele.
Nunca tinham chupado assim, isso me fez ficar mais molhada do que já estava.
Ele me fazia delirar de prazer. Só conseguia gemer, e aos poucos ele foi descendo.
Meu coração batia forte. Minha mente voava e pensei se ele teria coragem de fazer o que meu namorado não faz.
O melhor é que ele não tinha pressa, me curtia e me fazia sentir desejada. Beijou minha pélvis, meus quadris e por cima da calcinha fio dental.
Relaxei e levantei minha bunda pra ele tirar com cuidado a única peça que ainda me restava.
Ele tirou e fiquei completamente nua.
Na minha cabeça, a pergunta não parava: será que ele vai se animar?
Será que vai me chupar?
Será que vou ter essa experiência?
Abri minhas pernas o máximo que pude e senti a respiração dele se aproximando devagar da minha bucetinha quente.
Uma sensação única percorreu meu corpo ao sentir a língua dele deslizando por ela.
Senti os lábios dele apertando meu clitóris, minha buceta.
Era uma experiência única e das mais quentes.
Não demorei muito, só me deixei levar e ele conseguiu ouvir meus gemidos. Até que tive meu primeiro orgasmo.
Cami: Nossa, por deus, que gostoso... Mmmm...
Você é o primeiro a me chupar mmm...
Sempre quis saber como era, mas é melhor do que eu imaginava.
Já tô com vontade de foder, irmãozinho...
Ele colocou uns travesseiros e ficou meio sentado.
Segurando minha mão, me ajudou a subir em cima dele.
Subi nele e olhei pra baixo. O canhão enorme dele me esperava.
Minha buceta escorria meus sucos e a saliva dele.
A grande dúvida estava prestes a ser revelada.
Vai entrar?
Vai doer?
Vou dar conta do pauzão do meu irmãozinho?
Desci devagar até sentir ele.
Não vou mentir, senti uma dor que nunca senti antes.
Era tipo aquela dor que contam as que perderam a virgindade com sofrimento.
Foi como ser desvirgada de novo.
Doía, mas ao mesmo tempo eu gostava.
Manu: Tá bem, gata?
Uff, que apertadinha você é...
Tá gostando?
Cami: Ai... Sim... Tô bem, irmãozinho... Ai...
Dói, mas eu gosto... Uff... Acho que... não vai entrar tudo... ai...
Enfiei quase até a metade e comecei a me mexer devagar, aproveitando aquela porra de pau.
Quando minha buceta se acostumou e se abriu pra ele, comecei a cavalgar.
Foi incrível. Pela sensação de dor e prazer que me dava, eu gozei uma vez e depois outra quase em seguida. Minha bucetinha molhava o tronco longo e grosso dele, ficava todo encharcado.
Os dois em transe, curtimos o momento.
Ele chupava meus peitos e acariciava meu corpo todo.
Isso me deixava louca e eu gostava cada vez mais.
Mudamos de posição.
Pra eu descansar e deixar ele me foder. Quando ele se posicionou atrás de mim, eu vi o pau dele brilhando com a luz, bem lubrificado pelos meus fluidos.
O pau dele quase chegava no meu umbigo.
Não acreditei que tinha engolido metade daquilo.
Ele não teve pena e começou a me comer.
Primeiro devagar e depois bem forte.
Meus gritos eram de dor e prazer, misturados com os orgasmos que ele me arrancava. Nunca na minha vida passei por algo assim e era incrível.
Manu: mmm... Que delícia que você é, irmãzinha, adoro te foder...
Não quero que isso acabe... mmmm...
Quero que você seja minha putinha...
Minha irmãzinha mimada pra sempre...
Cami: Ai... Mmmm... Sim... Mais... Sim... Ai...
Bem-vindo à família, irmãozinho...
Seu pau me agrada muito... ui... e como você me fode...
Sou o que você quiser, mas me fode...
Eu flutuava num mar de luxúria, prazer e tesão.
Aproveitando o prazer e os beijos do meu doce irmão.
Ele era dono do meu corpo, da minha mente. Fazia o que queria comigo, me dominava na cama com maestria.
Me colocou de quatro e me comeu sem piedade.
O pau enorme dele roubava meus orgasmos como queria. Eu estava entregue a ele e ao prazer dele.
Minha buceta se ajustou ao tamanho lindo dele.
Relaxada, só me dediquei a aproveitar.
Cami: Mmmm... Meu Deus... Não paro de gozar... Nunca imaginei isso.
Manu: Mmmm... Tá entrando bem justinho...
Vou te aproveitar muito...
Quem tá mais surpreso sou eu, irmãzinha.
Cami: Mmmm... o quê?
De entrar tudo ou de eu gostar de sexo?
Manu: Mmmm... As duas coisas, e ainda mais pela sua idade, você não ter o cu virgem.
Cê gosta de sexo anal, irmãzinha?
Cami: Mmmm... sim... uff...
Fiz muito pouco, mas acho que não vou aguentar o seu, é grande demais...
Mas se você lubrificar bem...
O pau dele tava bem molhado dos meus sucos,
senti quando a saliva dele escorria da boca, descia pela minha fenda e inundava meu cu.
O pau dele espalhava a baba dele no meu buraquinho.
A cabeça dele entrou um pouquinho. O primeiro anel anal se abriu. Mas a dor foi insuportável.
Tentei aguentar, mas com metade da cabeça já não suportei.
Cami: Ai... Não consigo...
Desculpa, não aguento...
Dói muito, maninho.
Falta muito pra dilatar... Ai...
Manu: Mmmm... Que pena...
Tá muito gostosa...
Talvez com mais lubrificação...
Deixa eu ver o que arrumo.
Ele revistou a gaveta do pai e depois a da mãe.
Eureca, gritei de alegria puxando uma garrafa vermelha.
Eu olhava ele enquanto lia.
Manu: Lubrificante íntimo... Mmmm...
É nosso dia de sorte.
Sua mamãe também gosta de ficar bem lubrificadinha igual você...
Cami: Olha só... Papai vai ser que nem você? hahaha
Não sei se isso é bom ou ruim...
Depois te conto, pode ser sorte ou desgraça hahaha
Assim de quatro como uma putinha, esperei meu macho.
Ele me comia pela buceta enquanto lubrificava meu cuzinho dolorido.
Tirei da minha buceta e passei o óleo nele. Com cuidado e bem devagar, fui entrando aos poucos.
Dava pra sentir a dor, mas mais ainda sentia meu canal anal inchando, cheio da pica do meu irmão.
Cada músculo do cu eu sentia com o avanço dele.
Sentia que ia morrer, mas mesmo assim aguentava.
Aguenta firme e espera o milagre da dor passar pra poder aproveitar. Finalmente chegou depois de tanta dor.
Ele me deu o melhor sexo anal da minha vida.
Na real, o melhor sexo da minha vida.
Cami: Uhh... Meu Deus... Mmmm...
Amo sua pica... Mmmm...
Enche minha buceta de leite, irmãozinho.
Mmmm.
Manu: Uhh... Sim, irmãzinha, já tô quase...
Senti como o ritmo dele aumentou, junto com os gemidos.
Logo meu irmãozinho descarregou todo o leite dentro de mim.
Era tanto e meu cu tão aberto que não consegui segurar.
Nós dois nos beijamos e prometemos guardar segredo. Assim nos tornamos muito unidos e inseparáveis.
Até hoje, continuamos transando e curtindo o sexo.
Nossos pais não desconfiam de nada e ficam felizes em nos ver o quanto nos amamos e o quão unidos somos.
Mas eles não fazem ideia do quanto.
-----FIM-----P.S.: Espero que vocês gostem, esperem pelo novo conto.
Não esqueçam de deixar seus comentários pra continuar melhorando.
Até a próxima.
Maury-só-eu.
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