Ainda estava me recuperando das ânsias causadas pelas investidas da pica do Urso, quando Juan Pablo diz:
JP: — pra não tirar a venda... falta uma coisa... e aí??
Eu: — e aí o quê, falo intrigado
JP: — e quem mais, de quem era a outra pica?, pergunta com naturalidade
Eu: — eh? como duas?, mais intrigado ainda e continuo falando, a aposta não era pra um só
JP: — sim, mas como você não adivinhou, intensificou
Eu: — ou seja, chupei duas, respondo ainda vendado, embora lá no fundo eu tivesse certeza de que cada "minuto" que parecia "10 minutos" era de uma pica diferente e de algum jeito me deixava com mais tesão, mas tentando soar incrédulo
enquanto todo mundo vibrava e ria, e fazia comentários sarcásticos, Juan Pablo continua:
JP: — também não é como se você tivesse chupado de verdade, chupar mesmo, você só teve as picas na boca por uns minutinhos, todo mundo já passou por uma prova assim em algum momento, falando num tom o mais casual e natural possível
como eu fico meio em silêncio enquanto processava a situação, ele continua:
JP: — então de quem era?
Eu: — ahn não, sei lá, sua?, respondo, embora tivesse a impressão de que qualquer resposta que desse ia estar errada
JP: — Nãão, responde
e a galera começa a gritar de novo
JP: — e então... dessa vez repetimos a prova, mas se levarem sua cabeça até o tronco da pica ou até as bolas, você não pode recusar... ah e capricha, a língua não pode ficar parada nunca, então mãos na nuca.
e enquanto ele me ajusta, tento falar:
Eu: — mas contem por que.... não consigo terminar a reclamação porque já tô com a pica encostada nos lábios, quando ele enfia na minha boca e segura minhas mãos na nuca, percebo que era a pica do Urso
A primeira coisa que penso rápido é, "mas essa eu já tinha adivinhado", embora já fosse tarde, ele tava comendo minha boca com bastante brutalidade, enfiava o máximo que conseguia, eu sentia que por baixo da venda meus olhos estavam saindo das órbitas e as lágrimas brotavam enquanto minha testa batia na barriga dele por causa disso Colocava minha cabeça meio de lado, as ânsias eram quase constantes e nem disfarçava quem era, repetindo sem parar "isso, bebe", "que gostoso", "assim, engasga que eu adoro". Enquanto todo mundo ria e gritava "o urso, o urso" uma e outra vez.
Perdi a conta, na verdade nunca tive noção do tempo que fiquei chupando ele, mas pela câimbra na mandíbula, devia ter sido um bom tempo. Num momento, ele tira o pau da minha boca e coloca os ovos peludos na minha frente com a ordem "chupa, chupa eles bem". Enquanto eu chupava os ovos dele, com uma mão ele pressionava minha nuca e eu sentia ele batendo uma o mais forte e rápido possível com a outra, até que depois de um tempo ele fala:
Urso:- abre bem essa boquinha! enquanto me afasta dos ovos dele
Eu:- não vai gozar na minha... mas não terminei a frase porque ele enfiou o pau na minha boca, prendendo minhas mãos na nuca com as dele
Urso:- cala a boca e chupa!
Ele meteu umas duas vezes e enfiou o mais fundo possível, despejando uma cachoeira de porra em mim, que cuspi pra todo lado. Foram um, dois, três jatos, a porra saiu até pelo meu nariz. Ele continuou metendo por mais um tempo e tirou com um resfôlego forte de satisfação enquanto todo mundo ria e comemorava. João Paulo comenta:
JP:- essa você já conhecia, agora tem que adivinhar a outra, tudo num tom casual, como se o que tinha acabado de acontecer fosse super normal e cotidiano.
Entre tosses e cuspindo porra, e antes que eu conseguisse formar uma frase, já tinha outro pau semi-duro na minha boca. Enquanto começava a bombar, o urso comenta:
Urso:- pra você ver que não sou só eu, aqui, segura pra mim. ele fala num tom sarcástico e debochado.
Enquanto pega minha mão direita e leva até o pau dele, que ele batia uma suavemente, um pau meio dormindo que queria acordar de novo.
Como se o fato de estar chupando um pau e batendo uma pra outro fosse me deixar relaxado e tranquilo. Enquanto o pau ia e vinha na minha boca, o urso continua:
Urso:- balança a cabeça você, mete vontade, e você senta. ele fala pro dono do pau que eu tava chupando.
Eu faço. caso e vou chupando a rola o melhor que posso, me apoiando nas pernas, e o urso fala de novo
Urso:- não, não, sem mãos, as mãos na nuca, como uma ordem, e continua, para um pouco, como viu que eu parei de chupar, ele segue falando, não para de chupar até eu mandar, e começa a tirar minha camiseta
aí ele fala levanta um pouco a cabeça e com minha camiseta amarra minhas mãos na nuca e diz
Urso:- agora sim, continua chupando assim
ele tinha uma mão apoiada na nuca, marcando o ritmo, mas era eu quem subia e descia enquanto só ouvia os suspiros e as risadas e os gritos do resto.
depois de uns minutos, ele me levanta e leva meus lábios pro tronco da rola e depois pras bolas, enquanto começa a se masturbar, eu sabia o que vinha. enquanto ele falava "vem, vem" com um tom que eu não reconhecia de quem era
tento me ajeitar mas era tarde, ele jogou todo o jato de porra na minha cara, antes de enfiar na minha boca pra eu terminar de chupar, a falta de costume do gosto da porra me dava ânsia, mas isso parecia agradar eles. quase ele não termina de tirar a rola da minha boca, e me levantam, e acho que era o Gustavo que fala
Gustavo:- é minha vez
esquecendo já toda a parada das "prendas", eu já era uma presa, ia reclamar mas ia ser inútil.
ele meio sentado na mesa abaixa minha cabeça e começo a chupar sem discutir, ficando em posição de L. e quase na hora sinto que batem na minha bunda e começam a apalpar enquanto a voz do Juan Pablo fala
JP:- acho que se não adivinhar... ele fala com tom pervertido e cúmplice mas não termina a frase, porque chupa os dedos e mete a mão por baixo procurando o cu direto
eu começo a me contorcer e tentar soltar as mãos mexendo o quadril já que ainda tava com as mãos amarradas na nuca. e ele continuou enfiando e tirando a pontinha do dedo e comentava
JP:- mas isso aqui é virgem, virgem! com tom animado
Urso:- epa! eu quero brincar aí também
enquanto eu continuava chupando a terceira rola, eles se revezavam, pra Meter os dedos na minha boca e deixar eles babarem tudo, mas levar eles pro meu cu, enquanto riam, porque enfiavam o dedo de um deles e doía, mas quando o Urso enfiou o dedo, eu me contorcia de dor, com o pau ainda na boca, tendo que parar de chupar porque não aguentava, e todo mundo se cagando de rir.
O terceiro pau não gozou, mas quase na hora que tiraram da minha boca, me arrastaram pro sofá de dois lugares. Comecei a chupar o quarto pau, e percebi porque não estava babado, mas bem duro. Eu chupando ele por cima do encosto, com a bunda pra fora, já pelada total. Enquanto continuavam enfiando e tirando dedos do meu cu, que ainda estava fechado, e Juan Pablo comenta:
JP: "Eu tenho uma coisa pra facilitar", ele fala com um tom triunfante.
E depois de uns segundos de silêncio, sinto ele enfiar o dedo com algo molhado, frio e pegajoso, mas que fez o dedo entrar inteiro fácil, e quase na hora começaram a brincar com dois e três dedos.
Todo mundo ria de como eu me contorcia e reclamava da dor, mas não podia falar quando tava gostando no fundo.
Até que uma voz fala: "Vou primeiro", e sinto como se três ou quatro dedos entrassem de uma vez, mas como se estivessem dentro de alguma coisa, entraram devagar até irem até o fundo. A dor e a intensidade foram muito fortes, mas sinto me agarrarem a cintura com as duas mãos e entendi que o que tinha entrado era o pau com camisinha até o talo. Começou a meter e bombar, cada vez mais rápido.
Eu tentava continuar chupando, mas levantavam minha cabeça e colocavam um pau diferente. O único que eu identificava era o do Urso, mas ficava só 10 ou 15 segundos em cada pau até me puxarem pela nuca pra outro. Todos queriam ter o pau duro pra meter no meu cu.
Depois de um bom tempo, quem tava me comendo gozou. E enquanto discutiam quem era o próximo, escorreu a porra da camisinha no pau e enfiou na minha boca com a ordem: "Limpa e engole tudo". Eu tentando cumprir enquanto sentia outro. O pau entrou no meu cu. A estocada e a dor eram enormes, cada uma que passava me batia com mais força, como se soubessem que o cu ia se acostumando. O segundo tirou a camisinha e gozou no meu cu, e o terceiro fez o mesmo. Depois de me comer com força, ele limpou a camisinha no pau pra eu chupar até deixar limpinho, e eu cuspi toda a porra. Minhas pernas tremiam e meu cu pulsava como um segundo coração.
Ele me levanta e me leva pra mesa da sala, me coloca de barriga pra cima e põe minhas pernas no ombro dele. Sinto ele encostar o pau entre as bandas do cu, e aquele pau não era só do urso — dava pra ouvir os outros oferecendo camisinha, mas ele queria desvirginar o cu no pelo.
A mesa parecia feita na altura dele, encaixava certinho e confortável pra me comer sem cerimônia. Ele começou a meter a cabeça e fazia força pra eu sentir bem forte. Enquanto ia entrando, colocava dois dedos na minha boca pra eu chupar enquanto falava:
Urso: — Vou arrebentar tanto essa bunda pequena que você vai ser uma puta pra sempre, com um tom excitado e começando a ofegar.
Quando enfiou o pau inteiro, eu gemia e gritava, e ele imitava meus gritos pra me provocar, repetindo:
Urso: — Quanto mais você grita, mais me excita, bebê. Então vou te comer e você vai gritar que nem uma puta.
Enquanto começava a bombar com força, ele dava 3 ou 4 bombadas e depois tirava quase tudo pra meter com força até o fundo, me fazendo soltar um grito enorme, que se afogava nas risadas e nos gritos dos outros. Depois, ele abaixava uma perna, depois colocava as duas pro lado pra apertar mais meu cu, e ia aumentando o ritmo até soltar um berro, que deixava ele eufórico.
Enquanto me virava de posição em posição, só repetia:
Urso: — "De quem é essa bunda?" "De quem... do papai." "Diz que essa bunda é minha."
Depois de um tempo que pareceu eterno, ele tirou o pau do meu cu e me virou na mesa com maior facilidade, deixando minha cara bem na frente do pau. E aí ele me diz enquanto tira a venda e solta minhas mãos amarradas, e começa a se masturbar com força e rapidez
Urso: — Agora vou gozar em você e você vai engolir até a última gota do meu leite. O desses otários aí você cospe, mas o meu você engole e curte, porque eu sempre gozo muito, nada de ânsia — com um tom muito ofegante e excitado, mas com muita autoridade e sem parar — abre a boquinha e nada de engolir rápido, você curte, saboreia e depois engole.
Ele enfiou a rola e começou a gozar, eu tentava engolir rápido, mas ele gozou pra caralho, mesmo tendo gozado um tempo atrás, e repetiu de novo
Urso: — Não engole de uma vez, curte, faz bochecho, segura na boca e depois engole
Eu tentava obedecer e segurar a ânsia, enquanto ele continuava
Urso: — Então, a partir de agora, sua namorada é a minha rola, até eu me cansar. Chega de cuties pra você, e as amantes são as rolas desses três. — comenta como se já fosse algo decidido e continua — Então semana que vem vem com o rabo bem depilado, da cintura pra baixo bem lisinho. Homem tem pelo, putinho não.
Enquanto eu terminava de chupar a rola inteira dele de cima a baixo e deixar ela impecável, ele continuava
Urso: — Agora vamos comer pizza, mas você não. Quando eu tiver aqui, sua única comida é leite de rola. Então enquanto a gente come, se alguém quiser que você continue chupando ou te comer, você deixa. E se não, você chupa a minha, porque eu adoro ter alguém chupando minha rola a noite inteira, mesmo que eu goze de novo ou não.
Continua...
JP: — pra não tirar a venda... falta uma coisa... e aí??
Eu: — e aí o quê, falo intrigado
JP: — e quem mais, de quem era a outra pica?, pergunta com naturalidade
Eu: — eh? como duas?, mais intrigado ainda e continuo falando, a aposta não era pra um só
JP: — sim, mas como você não adivinhou, intensificou
Eu: — ou seja, chupei duas, respondo ainda vendado, embora lá no fundo eu tivesse certeza de que cada "minuto" que parecia "10 minutos" era de uma pica diferente e de algum jeito me deixava com mais tesão, mas tentando soar incrédulo
enquanto todo mundo vibrava e ria, e fazia comentários sarcásticos, Juan Pablo continua:
JP: — também não é como se você tivesse chupado de verdade, chupar mesmo, você só teve as picas na boca por uns minutinhos, todo mundo já passou por uma prova assim em algum momento, falando num tom o mais casual e natural possível
como eu fico meio em silêncio enquanto processava a situação, ele continua:
JP: — então de quem era?
Eu: — ahn não, sei lá, sua?, respondo, embora tivesse a impressão de que qualquer resposta que desse ia estar errada
JP: — Nãão, responde
e a galera começa a gritar de novo
JP: — e então... dessa vez repetimos a prova, mas se levarem sua cabeça até o tronco da pica ou até as bolas, você não pode recusar... ah e capricha, a língua não pode ficar parada nunca, então mãos na nuca.
e enquanto ele me ajusta, tento falar:
Eu: — mas contem por que.... não consigo terminar a reclamação porque já tô com a pica encostada nos lábios, quando ele enfia na minha boca e segura minhas mãos na nuca, percebo que era a pica do Urso
A primeira coisa que penso rápido é, "mas essa eu já tinha adivinhado", embora já fosse tarde, ele tava comendo minha boca com bastante brutalidade, enfiava o máximo que conseguia, eu sentia que por baixo da venda meus olhos estavam saindo das órbitas e as lágrimas brotavam enquanto minha testa batia na barriga dele por causa disso Colocava minha cabeça meio de lado, as ânsias eram quase constantes e nem disfarçava quem era, repetindo sem parar "isso, bebe", "que gostoso", "assim, engasga que eu adoro". Enquanto todo mundo ria e gritava "o urso, o urso" uma e outra vez.
Perdi a conta, na verdade nunca tive noção do tempo que fiquei chupando ele, mas pela câimbra na mandíbula, devia ter sido um bom tempo. Num momento, ele tira o pau da minha boca e coloca os ovos peludos na minha frente com a ordem "chupa, chupa eles bem". Enquanto eu chupava os ovos dele, com uma mão ele pressionava minha nuca e eu sentia ele batendo uma o mais forte e rápido possível com a outra, até que depois de um tempo ele fala:
Urso:- abre bem essa boquinha! enquanto me afasta dos ovos dele
Eu:- não vai gozar na minha... mas não terminei a frase porque ele enfiou o pau na minha boca, prendendo minhas mãos na nuca com as dele
Urso:- cala a boca e chupa!
Ele meteu umas duas vezes e enfiou o mais fundo possível, despejando uma cachoeira de porra em mim, que cuspi pra todo lado. Foram um, dois, três jatos, a porra saiu até pelo meu nariz. Ele continuou metendo por mais um tempo e tirou com um resfôlego forte de satisfação enquanto todo mundo ria e comemorava. João Paulo comenta:
JP:- essa você já conhecia, agora tem que adivinhar a outra, tudo num tom casual, como se o que tinha acabado de acontecer fosse super normal e cotidiano.
Entre tosses e cuspindo porra, e antes que eu conseguisse formar uma frase, já tinha outro pau semi-duro na minha boca. Enquanto começava a bombar, o urso comenta:
Urso:- pra você ver que não sou só eu, aqui, segura pra mim. ele fala num tom sarcástico e debochado.
Enquanto pega minha mão direita e leva até o pau dele, que ele batia uma suavemente, um pau meio dormindo que queria acordar de novo.
Como se o fato de estar chupando um pau e batendo uma pra outro fosse me deixar relaxado e tranquilo. Enquanto o pau ia e vinha na minha boca, o urso continua:
Urso:- balança a cabeça você, mete vontade, e você senta. ele fala pro dono do pau que eu tava chupando.
Eu faço. caso e vou chupando a rola o melhor que posso, me apoiando nas pernas, e o urso fala de novo
Urso:- não, não, sem mãos, as mãos na nuca, como uma ordem, e continua, para um pouco, como viu que eu parei de chupar, ele segue falando, não para de chupar até eu mandar, e começa a tirar minha camiseta
aí ele fala levanta um pouco a cabeça e com minha camiseta amarra minhas mãos na nuca e diz
Urso:- agora sim, continua chupando assim
ele tinha uma mão apoiada na nuca, marcando o ritmo, mas era eu quem subia e descia enquanto só ouvia os suspiros e as risadas e os gritos do resto.
depois de uns minutos, ele me levanta e leva meus lábios pro tronco da rola e depois pras bolas, enquanto começa a se masturbar, eu sabia o que vinha. enquanto ele falava "vem, vem" com um tom que eu não reconhecia de quem era
tento me ajeitar mas era tarde, ele jogou todo o jato de porra na minha cara, antes de enfiar na minha boca pra eu terminar de chupar, a falta de costume do gosto da porra me dava ânsia, mas isso parecia agradar eles. quase ele não termina de tirar a rola da minha boca, e me levantam, e acho que era o Gustavo que fala
Gustavo:- é minha vez
esquecendo já toda a parada das "prendas", eu já era uma presa, ia reclamar mas ia ser inútil.
ele meio sentado na mesa abaixa minha cabeça e começo a chupar sem discutir, ficando em posição de L. e quase na hora sinto que batem na minha bunda e começam a apalpar enquanto a voz do Juan Pablo fala
JP:- acho que se não adivinhar... ele fala com tom pervertido e cúmplice mas não termina a frase, porque chupa os dedos e mete a mão por baixo procurando o cu direto
eu começo a me contorcer e tentar soltar as mãos mexendo o quadril já que ainda tava com as mãos amarradas na nuca. e ele continuou enfiando e tirando a pontinha do dedo e comentava
JP:- mas isso aqui é virgem, virgem! com tom animado
Urso:- epa! eu quero brincar aí também
enquanto eu continuava chupando a terceira rola, eles se revezavam, pra Meter os dedos na minha boca e deixar eles babarem tudo, mas levar eles pro meu cu, enquanto riam, porque enfiavam o dedo de um deles e doía, mas quando o Urso enfiou o dedo, eu me contorcia de dor, com o pau ainda na boca, tendo que parar de chupar porque não aguentava, e todo mundo se cagando de rir.
O terceiro pau não gozou, mas quase na hora que tiraram da minha boca, me arrastaram pro sofá de dois lugares. Comecei a chupar o quarto pau, e percebi porque não estava babado, mas bem duro. Eu chupando ele por cima do encosto, com a bunda pra fora, já pelada total. Enquanto continuavam enfiando e tirando dedos do meu cu, que ainda estava fechado, e Juan Pablo comenta:
JP: "Eu tenho uma coisa pra facilitar", ele fala com um tom triunfante.
E depois de uns segundos de silêncio, sinto ele enfiar o dedo com algo molhado, frio e pegajoso, mas que fez o dedo entrar inteiro fácil, e quase na hora começaram a brincar com dois e três dedos.
Todo mundo ria de como eu me contorcia e reclamava da dor, mas não podia falar quando tava gostando no fundo.
Até que uma voz fala: "Vou primeiro", e sinto como se três ou quatro dedos entrassem de uma vez, mas como se estivessem dentro de alguma coisa, entraram devagar até irem até o fundo. A dor e a intensidade foram muito fortes, mas sinto me agarrarem a cintura com as duas mãos e entendi que o que tinha entrado era o pau com camisinha até o talo. Começou a meter e bombar, cada vez mais rápido.
Eu tentava continuar chupando, mas levantavam minha cabeça e colocavam um pau diferente. O único que eu identificava era o do Urso, mas ficava só 10 ou 15 segundos em cada pau até me puxarem pela nuca pra outro. Todos queriam ter o pau duro pra meter no meu cu.
Depois de um bom tempo, quem tava me comendo gozou. E enquanto discutiam quem era o próximo, escorreu a porra da camisinha no pau e enfiou na minha boca com a ordem: "Limpa e engole tudo". Eu tentando cumprir enquanto sentia outro. O pau entrou no meu cu. A estocada e a dor eram enormes, cada uma que passava me batia com mais força, como se soubessem que o cu ia se acostumando. O segundo tirou a camisinha e gozou no meu cu, e o terceiro fez o mesmo. Depois de me comer com força, ele limpou a camisinha no pau pra eu chupar até deixar limpinho, e eu cuspi toda a porra. Minhas pernas tremiam e meu cu pulsava como um segundo coração.
Ele me levanta e me leva pra mesa da sala, me coloca de barriga pra cima e põe minhas pernas no ombro dele. Sinto ele encostar o pau entre as bandas do cu, e aquele pau não era só do urso — dava pra ouvir os outros oferecendo camisinha, mas ele queria desvirginar o cu no pelo.
A mesa parecia feita na altura dele, encaixava certinho e confortável pra me comer sem cerimônia. Ele começou a meter a cabeça e fazia força pra eu sentir bem forte. Enquanto ia entrando, colocava dois dedos na minha boca pra eu chupar enquanto falava:
Urso: — Vou arrebentar tanto essa bunda pequena que você vai ser uma puta pra sempre, com um tom excitado e começando a ofegar.
Quando enfiou o pau inteiro, eu gemia e gritava, e ele imitava meus gritos pra me provocar, repetindo:
Urso: — Quanto mais você grita, mais me excita, bebê. Então vou te comer e você vai gritar que nem uma puta.
Enquanto começava a bombar com força, ele dava 3 ou 4 bombadas e depois tirava quase tudo pra meter com força até o fundo, me fazendo soltar um grito enorme, que se afogava nas risadas e nos gritos dos outros. Depois, ele abaixava uma perna, depois colocava as duas pro lado pra apertar mais meu cu, e ia aumentando o ritmo até soltar um berro, que deixava ele eufórico.
Enquanto me virava de posição em posição, só repetia:
Urso: — "De quem é essa bunda?" "De quem... do papai." "Diz que essa bunda é minha."
Depois de um tempo que pareceu eterno, ele tirou o pau do meu cu e me virou na mesa com maior facilidade, deixando minha cara bem na frente do pau. E aí ele me diz enquanto tira a venda e solta minhas mãos amarradas, e começa a se masturbar com força e rapidez
Urso: — Agora vou gozar em você e você vai engolir até a última gota do meu leite. O desses otários aí você cospe, mas o meu você engole e curte, porque eu sempre gozo muito, nada de ânsia — com um tom muito ofegante e excitado, mas com muita autoridade e sem parar — abre a boquinha e nada de engolir rápido, você curte, saboreia e depois engole.
Ele enfiou a rola e começou a gozar, eu tentava engolir rápido, mas ele gozou pra caralho, mesmo tendo gozado um tempo atrás, e repetiu de novo
Urso: — Não engole de uma vez, curte, faz bochecho, segura na boca e depois engole
Eu tentava obedecer e segurar a ânsia, enquanto ele continuava
Urso: — Então, a partir de agora, sua namorada é a minha rola, até eu me cansar. Chega de cuties pra você, e as amantes são as rolas desses três. — comenta como se já fosse algo decidido e continua — Então semana que vem vem com o rabo bem depilado, da cintura pra baixo bem lisinho. Homem tem pelo, putinho não.
Enquanto eu terminava de chupar a rola inteira dele de cima a baixo e deixar ela impecável, ele continuava
Urso: — Agora vamos comer pizza, mas você não. Quando eu tiver aqui, sua única comida é leite de rola. Então enquanto a gente come, se alguém quiser que você continue chupando ou te comer, você deixa. E se não, você chupa a minha, porque eu adoro ter alguém chupando minha rola a noite inteira, mesmo que eu goze de novo ou não.
Continua...
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