David entrou com a alma despedaçada. Fazia semanas que carregava um vazio que nenhum gole, nem nenhuma mão casual, conseguia preencher. Naquela noite, molhado pela chuva e pela tristeza, empurrou uma porta discreta com luzes vermelhas que vibravam como batidas. Não procurava amor, só carne, consolo… um corpo quente pra esquecer a solidão.
A madame o levou pra uma sala de espelhos onde as mulheres se exibiam como joias em vitrine. E entre todas, ele a viu.
— Clara?
Ela piscou, surpresa. Reconheceu ele na hora. A melhor amiga de infância. A garota com quem dividiu brincadeiras, segredos e um desejo juvenil que nunca teve coragem de explorar.
— David… — sussurrou, como se o nome dele fosse um feitiço.
Não houve palavras depois. Só uma tensão elétrica que percorreu o corpo dos dois. A madame entendeu na hora e deixou eles sozinhos.
No quarto, Clara olhou pra ele com uma mistura de vergonha e desejo. Ele não julgou. Não podia. Queria ela mais do que nunca.
— Não quero que me veja como uma puta — disse, baixando o olhar.
David se aproximou e levantou o queixo dela.
— E eu não quero que me veja como um pobre coitado quebrado. Mas tô.
Ela sorriu com uma doçura perversa e se ajoelhou na frente dele.
— Então deixa eu te ajudar… do meu jeito.
Desabotoou a calça dele com dedos ágeis. Puxou o pau duro, tenso pelos anos de solidão e desejo reprimido. Olhou pra ele por um segundo, *que pinto lindo você tem* — disse — antes de lamber da base até a cabeça, devagar, com uma devoção que não parecia fingida. David estremeceu.
— Nossa, Clara…
Ela enfiou ele inteiro na boca, fundo, com vontade. Segurou os quadris dele e começou a chupar com força, com ritmo, engolindo cada centímetro, como se fosse um prêmio que esperava desde a adolescência. Os olhos úmidos dela se cruzaram com os dele, e não tinha vergonha no olhar, só fogo.
Ele segurou o cabelo dela, sem segurar os gemidos. Era como uma confissão feita de carne.
— Porra… assim… não para…
Mas ela parou bem quando ele ia gozar. lambeu os lábios e empurrou ele pra cama. —Ainda não, David. Não vai gozar assim tão fácil. Hoje… você vai encher minha buceta com toda a sua tristeza.
Ela puxou a tanga pra baixo e subiu em cima dele, com uma mão, guiou o pau dela até a buceta quente e molhada. Olhou nos olhos dele enquanto enfiava tudo, sentada na solidão dela, cavalgando ele com a raiva dos anos perdidos. —Assim… assim que eu quero… bem dentro de mim — ela gemeu, subindo e descendo com força, com ritmo, com fome. David segurou ela pelos quadris, metendo de baixo pra cima, sentindo como os corpos deles se encaixavam como se tivessem sido feitos pra se encontrar assim, tarde mas intensamente. Ela gritava a cada sentada, enquanto os peitos dela balançavam no ritmo da paixão. —Me toca… — ele pediu—. Me faz esquecer de tudo. E ela fez. A cada sentada, a cada gemido, a cada beijo abafado entre gemidos. Ela cavalgou ele até ele não aguentar mais e gozar dentro dela com um rugido, enquanto ela também tremia em cima do pau dele, se derramando junto com ele. Ficaram em silêncio, ofegantes, com o suor colado no corpo e a história marcada na pele. —Você se sente menos sozinho? — ela perguntou, ainda em cima dele. —Não… Me sinto completo. Ela sorriu. —Então, da próxima vez, não vem por putas. Vem por mim. Passaram três dias desde aquela noite. David não conseguia tirar ela da cabeça: a boca faminta dela, o corpo selvagem, as palavras doces misturadas com gemidos crus. Ele não sabia se tinha sido um sonho ou um milagre em forma de mulher. Ele estava largado no sofá do apartamento dele, com uma cerveja morna e a alma ainda pela metade, quando alguém bateu na porta. Ele abriu sem pensar muito. Era ela. Clara, de jeans justo, uma jaqueta de couro e o olhar decidido. —Oi — ela disse, sem mais—. Não dava pra esperar uma semana pra te ver de novo. Antes que ele pudesse responder, ela empurrou ele pra dentro, fechou a porta com o pé e beijou ele como se a vida dependesse daquilo. —Senti sua falta — ela sussurrou, enquanto puxava a calça dele com urgência. David ofegou, sem entender direito, mas rendido. —Clara, o que cê tá fazendo… Ela se ajoelhou sem responder, puxou o pau dele duro, já pulsando de ansiedade, e começou a chupar ele como se fosse viciada. Sem cerimônia. Com saliva escorrendo, com gemidos entre a sucção e a garganta profunda. Segurou as nádegas dele, obrigando ele a enfiar o tronco inteiro.
—Porra… —gemeu ele— Você ficou mais puta desde a última vez.
Ela riu, com o pau entre os lábios.
—Só pra você.
Engoliu ele até o fundo, mexendo a língua com técnica suja, brincando com as bolas dele, enquanto ele se contorcia entre prazer e espanto. Bem antes de ele gozar, ela parou de novo.
—Agora sim. Pra cama. Você vai me arrebentar.
Se despiu na frente dele. Não restava nada da garotinha inocente que um dia foi. Era uma mulher feita de desejo. Se jogou de bruços na cama, mas depois se ajoelhou, se oferecendo. Mostrando a bunda pra ele.
—Primeiro quero sentir você de novo… montar em você como uma gostosa no cio.
Subiu em cima dele, pegou o pau dele e enfiou na buceta com um movimento só. Gemeu forte, e começou a cavalgar ele com fúria. Cada sentada soava molhada, brutal, deliciosa.
—Assim, Clara… não para —ofegou David, agarrando os peitos dela, apertando os bicos, enquanto ela pulava no pau dele de pernas abertas.
—Me dá tudo —gritava ela—. Goza dentro de mim de novo, mas antes me come pelo cu…
Desceu, olhou pra ele com safadeza, e se colocou de quatro. Abriu as nádegas com as duas mãos, deixando à vista aquele cu apertado.
—Quero que meta no meu cu, David… assim vou saber que me quer só pra você.
Ele cuspiu na mão, lubrificou a cabeça e começou a empurrar devagar. O gemido dela virou um gemido profundo, mistura de dor e prazer.
—Sim… mais… mais forte… me arrebenta se quiser.
Ele meteu com força no cu dela, segurando pelos quadris, até ouvir ela gemer que nem uma puta feliz, molhando os lençóis sem nem se tocar. Comeu ela assim até gozar dentro, fundo, tremendo, enquanto ela gemia com o rosto no travesseiro e o cu aberto.
Depois, Clara se virou, exausta, satisfeita.
—Gozei por você, David. Não quero mais que você fique sozinho. E também não vou deixar você ir.
Ele beijou ela, dessa vez sem palavras sujas. Só amor.
—Então fica. Essa casa não vai mais ser de um homem triste.
Clara apareceu no dia seguinte com uma mochila no ombro e um olhar decidido.
—Tem certeza? —perguntou na porta, com meio sorriso—. Uma vez que eu entrar, não saio mais.
David não hesitou. Abraçou ela pela cintura e beijou.
—Faz amor comigo como ontem à noite… e essa vai ser sua casa.
Ela sorriu, deixou a mochila cair no chão e se despiu ali mesmo, na entrada. Sem dizer mais nada, ajoelhou na frente dele, abaixou a calça, pegou o pau dele e chupou com fome, como um ritual de boas-vindas.
—Assim que gosto de te receber, amor —murmurou com o pau entre os lábios—. Duro, quente… meu.
Depois arrastou ele pra cama, montou em cima e enfiou o pau na buceta dela de costas, esfregando o clitóris enquanto cavalgava devagar, molhada, delirante.
Os dias passavam num ritmo de gemidos e corpos nus. A convivência era um jogo selvagem: sexo no chuveiro, boquetes antes do café da manhã, fodas na cozinha enquanto o café passava. Uma noite, enquanto David via TV, Clara apareceu nua, só com uma camiseta dele e sem calcinha. Subiu no colo dele e sussurrou:
— Hoje quero que você me use como sua… que me ponha de quatro e não pare até me deixar tremendo.
Ele obedeceu sem dizer nada. Jogou ela no sofá, abriu as nádegas dela e enfiou o pau na buceta dela de uma só vez. Ela gritou, toda arrepiada.
— Assim… Me fode como uma puta, amor… quero que esse prédio inteiro saiba que sou sua.
Ele agarrou o cabelo dela, deu tapas na bunda dela, gozou dentro dela enquanto ela gozava duas vezes, escorrendo pelas pernas.
Mas também teve ternura. Depois do sexo, ela abraçava ele como se estivesse remendando todas as rachaduras da alma dele.
— Tá percebendo? — dizia enquanto caíam no sono pelados, enroscados — Você não tá mais sozinho. E eu… também não.
David beijava a testa dela e acariciava as costas dela.
— Essa casa já não é mais dos holofotes vermelhos… agora é nossa.
E enquanto Clara dormia abraçada nele, com o corpo quentinho e o cheiro dela nos lençóis, David soube que não tinha só encontrado uma mulher que chupava a alma dele pelo pau… tinha encontrado a única que queria pra sempre.
A madame o levou pra uma sala de espelhos onde as mulheres se exibiam como joias em vitrine. E entre todas, ele a viu.
— Clara?
Ela piscou, surpresa. Reconheceu ele na hora. A melhor amiga de infância. A garota com quem dividiu brincadeiras, segredos e um desejo juvenil que nunca teve coragem de explorar.
— David… — sussurrou, como se o nome dele fosse um feitiço.
Não houve palavras depois. Só uma tensão elétrica que percorreu o corpo dos dois. A madame entendeu na hora e deixou eles sozinhos.
No quarto, Clara olhou pra ele com uma mistura de vergonha e desejo. Ele não julgou. Não podia. Queria ela mais do que nunca.
— Não quero que me veja como uma puta — disse, baixando o olhar.
David se aproximou e levantou o queixo dela.
— E eu não quero que me veja como um pobre coitado quebrado. Mas tô.
Ela sorriu com uma doçura perversa e se ajoelhou na frente dele.
— Então deixa eu te ajudar… do meu jeito.
Desabotoou a calça dele com dedos ágeis. Puxou o pau duro, tenso pelos anos de solidão e desejo reprimido. Olhou pra ele por um segundo, *que pinto lindo você tem* — disse — antes de lamber da base até a cabeça, devagar, com uma devoção que não parecia fingida. David estremeceu.
— Nossa, Clara…
Ela enfiou ele inteiro na boca, fundo, com vontade. Segurou os quadris dele e começou a chupar com força, com ritmo, engolindo cada centímetro, como se fosse um prêmio que esperava desde a adolescência. Os olhos úmidos dela se cruzaram com os dele, e não tinha vergonha no olhar, só fogo.
Ele segurou o cabelo dela, sem segurar os gemidos. Era como uma confissão feita de carne.
— Porra… assim… não para…
Mas ela parou bem quando ele ia gozar. lambeu os lábios e empurrou ele pra cama. —Ainda não, David. Não vai gozar assim tão fácil. Hoje… você vai encher minha buceta com toda a sua tristeza.
Ela puxou a tanga pra baixo e subiu em cima dele, com uma mão, guiou o pau dela até a buceta quente e molhada. Olhou nos olhos dele enquanto enfiava tudo, sentada na solidão dela, cavalgando ele com a raiva dos anos perdidos. —Assim… assim que eu quero… bem dentro de mim — ela gemeu, subindo e descendo com força, com ritmo, com fome. David segurou ela pelos quadris, metendo de baixo pra cima, sentindo como os corpos deles se encaixavam como se tivessem sido feitos pra se encontrar assim, tarde mas intensamente. Ela gritava a cada sentada, enquanto os peitos dela balançavam no ritmo da paixão. —Me toca… — ele pediu—. Me faz esquecer de tudo. E ela fez. A cada sentada, a cada gemido, a cada beijo abafado entre gemidos. Ela cavalgou ele até ele não aguentar mais e gozar dentro dela com um rugido, enquanto ela também tremia em cima do pau dele, se derramando junto com ele. Ficaram em silêncio, ofegantes, com o suor colado no corpo e a história marcada na pele. —Você se sente menos sozinho? — ela perguntou, ainda em cima dele. —Não… Me sinto completo. Ela sorriu. —Então, da próxima vez, não vem por putas. Vem por mim. Passaram três dias desde aquela noite. David não conseguia tirar ela da cabeça: a boca faminta dela, o corpo selvagem, as palavras doces misturadas com gemidos crus. Ele não sabia se tinha sido um sonho ou um milagre em forma de mulher. Ele estava largado no sofá do apartamento dele, com uma cerveja morna e a alma ainda pela metade, quando alguém bateu na porta. Ele abriu sem pensar muito. Era ela. Clara, de jeans justo, uma jaqueta de couro e o olhar decidido. —Oi — ela disse, sem mais—. Não dava pra esperar uma semana pra te ver de novo. Antes que ele pudesse responder, ela empurrou ele pra dentro, fechou a porta com o pé e beijou ele como se a vida dependesse daquilo. —Senti sua falta — ela sussurrou, enquanto puxava a calça dele com urgência. David ofegou, sem entender direito, mas rendido. —Clara, o que cê tá fazendo… Ela se ajoelhou sem responder, puxou o pau dele duro, já pulsando de ansiedade, e começou a chupar ele como se fosse viciada. Sem cerimônia. Com saliva escorrendo, com gemidos entre a sucção e a garganta profunda. Segurou as nádegas dele, obrigando ele a enfiar o tronco inteiro. —Porra… —gemeu ele— Você ficou mais puta desde a última vez.
Ela riu, com o pau entre os lábios.
—Só pra você.
Engoliu ele até o fundo, mexendo a língua com técnica suja, brincando com as bolas dele, enquanto ele se contorcia entre prazer e espanto. Bem antes de ele gozar, ela parou de novo.
—Agora sim. Pra cama. Você vai me arrebentar.
Se despiu na frente dele. Não restava nada da garotinha inocente que um dia foi. Era uma mulher feita de desejo. Se jogou de bruços na cama, mas depois se ajoelhou, se oferecendo. Mostrando a bunda pra ele.
—Primeiro quero sentir você de novo… montar em você como uma gostosa no cio.
Subiu em cima dele, pegou o pau dele e enfiou na buceta com um movimento só. Gemeu forte, e começou a cavalgar ele com fúria. Cada sentada soava molhada, brutal, deliciosa.
—Assim, Clara… não para —ofegou David, agarrando os peitos dela, apertando os bicos, enquanto ela pulava no pau dele de pernas abertas.
—Me dá tudo —gritava ela—. Goza dentro de mim de novo, mas antes me come pelo cu…
Desceu, olhou pra ele com safadeza, e se colocou de quatro. Abriu as nádegas com as duas mãos, deixando à vista aquele cu apertado.
—Quero que meta no meu cu, David… assim vou saber que me quer só pra você. Ele cuspiu na mão, lubrificou a cabeça e começou a empurrar devagar. O gemido dela virou um gemido profundo, mistura de dor e prazer.
—Sim… mais… mais forte… me arrebenta se quiser.
Ele meteu com força no cu dela, segurando pelos quadris, até ouvir ela gemer que nem uma puta feliz, molhando os lençóis sem nem se tocar. Comeu ela assim até gozar dentro, fundo, tremendo, enquanto ela gemia com o rosto no travesseiro e o cu aberto.
Depois, Clara se virou, exausta, satisfeita.
—Gozei por você, David. Não quero mais que você fique sozinho. E também não vou deixar você ir.
Ele beijou ela, dessa vez sem palavras sujas. Só amor.
—Então fica. Essa casa não vai mais ser de um homem triste.
Clara apareceu no dia seguinte com uma mochila no ombro e um olhar decidido.
—Tem certeza? —perguntou na porta, com meio sorriso—. Uma vez que eu entrar, não saio mais.
David não hesitou. Abraçou ela pela cintura e beijou.
—Faz amor comigo como ontem à noite… e essa vai ser sua casa.
Ela sorriu, deixou a mochila cair no chão e se despiu ali mesmo, na entrada. Sem dizer mais nada, ajoelhou na frente dele, abaixou a calça, pegou o pau dele e chupou com fome, como um ritual de boas-vindas.
—Assim que gosto de te receber, amor —murmurou com o pau entre os lábios—. Duro, quente… meu.
Depois arrastou ele pra cama, montou em cima e enfiou o pau na buceta dela de costas, esfregando o clitóris enquanto cavalgava devagar, molhada, delirante.
Os dias passavam num ritmo de gemidos e corpos nus. A convivência era um jogo selvagem: sexo no chuveiro, boquetes antes do café da manhã, fodas na cozinha enquanto o café passava. Uma noite, enquanto David via TV, Clara apareceu nua, só com uma camiseta dele e sem calcinha. Subiu no colo dele e sussurrou:— Hoje quero que você me use como sua… que me ponha de quatro e não pare até me deixar tremendo.
Ele obedeceu sem dizer nada. Jogou ela no sofá, abriu as nádegas dela e enfiou o pau na buceta dela de uma só vez. Ela gritou, toda arrepiada.
— Assim… Me fode como uma puta, amor… quero que esse prédio inteiro saiba que sou sua.
Ele agarrou o cabelo dela, deu tapas na bunda dela, gozou dentro dela enquanto ela gozava duas vezes, escorrendo pelas pernas.
Mas também teve ternura. Depois do sexo, ela abraçava ele como se estivesse remendando todas as rachaduras da alma dele.
— Tá percebendo? — dizia enquanto caíam no sono pelados, enroscados — Você não tá mais sozinho. E eu… também não.
David beijava a testa dela e acariciava as costas dela.
— Essa casa já não é mais dos holofotes vermelhos… agora é nossa.
E enquanto Clara dormia abraçada nele, com o corpo quentinho e o cheiro dela nos lençóis, David soube que não tinha só encontrado uma mulher que chupava a alma dele pelo pau… tinha encontrado a única que queria pra sempre.
2 comentários - 16📑A Gostosa do Bordel