Bom, essa história até hoje me deixa com muito tesão quando lembro. Laura, minha irmã, sempre foi muito gostosa, era a mais bonita do bairro, mas desde crianças a gente já tinha uma puta curiosidade sobre sexo, mesmo que de um jeito inocente, claro. Antes da adolescência, a gente já pensava no sexo oposto. Na verdade, por volta dos 10 anos dela e 9 meus, e até um ou dois anos antes, nossos pais tinham umas revistas pornô, e às vezes esqueciam de guardar. A gente via junto, e minha irmã sempre se fazia de sonsa — já viu, né? Ela gostava que eu a incentivasse a fazer umas coisas. Então a gente via aquelas revistas e ela ficava com umas risadas sem graça, essas coisas.
Antes disso, a gente já tinha brincado de "namorados" algumas vezes. Claro que de um jeito inocente, mas no fundo a gente sabia bem o que tava fazendo, porque mantinha tudo em segredo. Tanto que até hoje só nós dois sabemos. Nunca tive coragem de contar pra ninguém, só de forma anônima como aqui, o tesão enorme que eu sentia e ainda sinto pela Laura. Então chegamos naquela idade de 10 anos, pré-adolescentes, e conforme a gente crescia, mais sabia sobre sexo. Aí, lembro muito bem da última vez que brincamos de namorados.
A gente tava num plantação onde sempre brincava, adorava entrar lá porque dentro do milharal ninguém via nada. E num momento, a gente parou o jogo, concordou que tava entediado e queria brincar de outra coisa. Lembro que começamos a usar o alfabeto pra escolher um jogo — cada letra que a gente avançava, propunha brincadeiras com aquela inicial. E, sem muita enrolação, chegou na letra N. A gente ficou um tempão tipo "ah, não me vem nada na cabeça com N", e bem antes de continuar, Laura me disse assim, meio que: "Então, tem certeza que não lembra de nenhum com N?" E aí eu senti que era a hora, e falei: "Até que tem, sim." E perguntei: "Lembra quando a gente brincava de namorados?" Ela confirmou, e assim a gente começou a se apalpar. nos beijar e planejar o que viria a seguir, qual seria nosso próximo passo. Foi daí que começou nosso último ciclo de jogos proibidos. Naquele dia, Laura deixou eu colocar minha mão na calcinha dela, ainda lembro da maciez da buceta dela, e eu, por minha vez, pedia pra ela tocar no meu pau, mesmo que a gente ainda fosse muito novo e não tivesse ideia de como o sexo funcionava, a gente sabia que envolvia nossas partes mais íntimas e beijos. Foi assim que naquele dia mamãe nos chamou e a gente parou. E assim os dias foram passando, e sem ser diretos, sempre que a gente brincava, parecia que continuávamos com aquela brincadeira, como algo combinado sem nunca ter sido dito. A gente via revistas e, nas seções de adultos ou onde falavam de sexo, prestávamos muita atenção nas imagens, uma em particular que era dois anjos (homem e mulher) pelados se abraçando, e a gente dizia: é assim que a gente quer ficar, pelados e sozinhos. E essas histórias se repetiram por mais uns dois anos, até que, já entrando na adolescência, tudo começou a mudar. A gente foi a geração que teve celular com 13 ou 14 anos. Nós dois víamos pornô e, bom, nessa altura já tínhamos mais ideia do que era o sexo. A gente continuava tendo uma interação muito quente, dividíamos o quarto, então muitas vezes ficávamos até tarde brincando ou fazendo tarefa, e cada um do seu jeito se saboreava o outro. Eu já tinha começado a me masturbar, mas, por outro lado, via minha Laurita muito inocente, muito focada na escola, a única coisa que me fazia pensar que ela também pensava em transar era o jeito dela se vestir, e que de vez em quando me deixava ver demais o corpo dela. Eu comecei a ficar obcecado por ela, adorava olhar pra ela, então comecei a dar um jeito de vê-la mais e mais. Foi assim que uma noite, quando cheguei em casa, Laura ia tomar banho, e aproveitando o tempo que ela foi pegar a roupa, entrei no banheiro e fiz uma fresta perto do chuveiro pra poder espiar ela enquanto tomava banho. A casa ainda não estava terminada, então isso foi uma tarefa bem fácil. Eu fiz o meu e saí, esperei ela entrar e quando já ouvi a água caindo, saí correndo, só de imaginar o que estava prestes a testemunhar, eu tremia e meu pau tava tão duro que sentia que ia explodir, cheio de líquido pré-gozo. Finalmente coloquei meu olho na fresta, e oh, meus irmãos e irmãs. Fazia muito tempo desde a última vez que a vi pelada. Ao dar aquela olhada, a primeira coisa que vi foi a Laura de pé fora da banheira tirando o que ainda cobria o corpo dela. Ainda de costas, e quando ela virou, minha impressão foi enorme: os peitos dela tinham crescido tanto, e já na buceta dela, tinha uma camada fina de pelinhos que escurecia o clitóris e deixava os lábios mais rosados, tipo aveludados e bem certinhos. Dava pra ver que ela tava excitada porque tava inchada, e mesmo que não tivesse se masturbado ali, parecia que o próximo passo era ir pra cama. Eu tava louco, por um momento esqueci que tava fazendo algo que ninguém podia saber, me aproximei mais da fresta e enquanto ela tomava banho, eu esfregava meu pau com os dedos, tremendo de prazer ao ver aquela gostosa pelada e saber que tava tão perto de mim. E num momento, vi que ela tava se roçando com os dedos e abrindo os lábios da buceta devagar. Foi numa dessas que, de algum jeito, ela virou bem na direção da fresta e a gente se olhou nos olhos por uns segundos. Ela se aproximou sem parar de me encarar e pegou algo pra tampar a fresta, mas deixou um espacinho pra ver. Eu me assustei, pensei que ia me dedurar, mas pra minha sorte não foi assim. Ela terminou o que tava fazendo, não sem antes eu fugir pra cama antes dela pra terminar de me tocar antes que ela saísse do banheiro, pra que assim ela me encontrasse deitado e, supostamente, pensasse que foi outra pessoa que a espiou, embora, honestamente, fosse óbvio que fui eu. E depois daquele dia, eu fazia isso sempre que podia, assediava ela cada vez mais, adorava esperar ela tomar banho pra ir ver ela e, além disso, ao sair de lá, ia direto pegar as calcinhas dela pra cheirar e encher de porra, era tão deliciosa, eu cheirava os sutiãs e calcinhas e saias dela e ainda lembro daquele doce aroma, tão gostoso e inesquecível que pra mim foi ontem. Ela continuava sendo muito reservada nos estudos, embora ainda me desse uns tapinhas, usava decotes, leggings e saias curtas pra mostrar as pernas, o que me deixava louco, porque, sério, tô falando de uma mina loirinha, girl, mas com uma bundinha bem empinada, peitos médios e firmes, linda de rosto, enfim, minha irmãzinha era a raba do bairro. E eu, e só eu, tinha ela todos os dias pra mim, só eu conhecia o cheiro daquela bucetinha, o aroma delicioso e doce dos peitinhos dela, era tanto desejo que eu me masturbava na cama dela, com as calcinhas dela, e deixava elas cheias de porra pra ela usar assim. Sei que ela percebia, já tinha me pego espiando ela e, algumas vezes, chegou a me ouvir gemer nas noites em que eu me masturbava, inclusive uma vez foi ao contrário, eu ia entrar no banho, lembro bem porque naquele dia ela tinha se vestido bem putinha, tinha uma saia rosa de corações e uma blusa sem sutiã, passei a manhã toda vendo a calcinha dela e os biquinhos marcados na blusa, então, no começo, ela ia tomar banho primeiro, mas por uma coisa ou outra, trocamos os turnos. Pra isso, eu já tinha preparado uma fresta do vaso sanitário pro chuveiro, por causa da troca de turno não consegui mexer e ficou assim, e qual foi minha surpresa que, ao ouvir que eu ia tomar banho, ela entrou no banheiro supostamente pra fazer suas necessidades. Isso me deixou mega mega excitado, mal entrei no banheiro e meu pau já tava estourando. E assim entrei na banheira, com o rifle duríssimo e até comecei a me masturbar sabendo que ela tava me observando, então queria deixar ela com mais vontade possível. Eu terminei minha bronha e saí, mesmo demorando, ela continuou e ficou no banheiro (imagino que tava se masturbando pelo que tinha visto). Depois que ela saiu, eu quis ir verificar o que ela tinha feito, se a fresta ainda tava aberta e sim, obviamente, me eu tinha espionado e, quando fui até onde ela tinha deixado a calcinha, ela estava cheia de um líquido viscoso e transparente que tinha o cheiro dela. Eu tava ficando louco, minha irmã sentia desejo por mim e também estava excitada com isso. E assim começou nossa última fase juntos, essa eu vou contar mais pra frente, no próximo capítulo. Mas já adianto que ainda não cheguei no ápice de quando peguei ela se masturbando. Reage e comenta pra ter mais e pra continuar! Viva o sexo, galera!! É a coisa mais gostosa que pode existir nessa 💛 vida
Antes disso, a gente já tinha brincado de "namorados" algumas vezes. Claro que de um jeito inocente, mas no fundo a gente sabia bem o que tava fazendo, porque mantinha tudo em segredo. Tanto que até hoje só nós dois sabemos. Nunca tive coragem de contar pra ninguém, só de forma anônima como aqui, o tesão enorme que eu sentia e ainda sinto pela Laura. Então chegamos naquela idade de 10 anos, pré-adolescentes, e conforme a gente crescia, mais sabia sobre sexo. Aí, lembro muito bem da última vez que brincamos de namorados.
A gente tava num plantação onde sempre brincava, adorava entrar lá porque dentro do milharal ninguém via nada. E num momento, a gente parou o jogo, concordou que tava entediado e queria brincar de outra coisa. Lembro que começamos a usar o alfabeto pra escolher um jogo — cada letra que a gente avançava, propunha brincadeiras com aquela inicial. E, sem muita enrolação, chegou na letra N. A gente ficou um tempão tipo "ah, não me vem nada na cabeça com N", e bem antes de continuar, Laura me disse assim, meio que: "Então, tem certeza que não lembra de nenhum com N?" E aí eu senti que era a hora, e falei: "Até que tem, sim." E perguntei: "Lembra quando a gente brincava de namorados?" Ela confirmou, e assim a gente começou a se apalpar. nos beijar e planejar o que viria a seguir, qual seria nosso próximo passo. Foi daí que começou nosso último ciclo de jogos proibidos. Naquele dia, Laura deixou eu colocar minha mão na calcinha dela, ainda lembro da maciez da buceta dela, e eu, por minha vez, pedia pra ela tocar no meu pau, mesmo que a gente ainda fosse muito novo e não tivesse ideia de como o sexo funcionava, a gente sabia que envolvia nossas partes mais íntimas e beijos. Foi assim que naquele dia mamãe nos chamou e a gente parou. E assim os dias foram passando, e sem ser diretos, sempre que a gente brincava, parecia que continuávamos com aquela brincadeira, como algo combinado sem nunca ter sido dito. A gente via revistas e, nas seções de adultos ou onde falavam de sexo, prestávamos muita atenção nas imagens, uma em particular que era dois anjos (homem e mulher) pelados se abraçando, e a gente dizia: é assim que a gente quer ficar, pelados e sozinhos. E essas histórias se repetiram por mais uns dois anos, até que, já entrando na adolescência, tudo começou a mudar. A gente foi a geração que teve celular com 13 ou 14 anos. Nós dois víamos pornô e, bom, nessa altura já tínhamos mais ideia do que era o sexo. A gente continuava tendo uma interação muito quente, dividíamos o quarto, então muitas vezes ficávamos até tarde brincando ou fazendo tarefa, e cada um do seu jeito se saboreava o outro. Eu já tinha começado a me masturbar, mas, por outro lado, via minha Laurita muito inocente, muito focada na escola, a única coisa que me fazia pensar que ela também pensava em transar era o jeito dela se vestir, e que de vez em quando me deixava ver demais o corpo dela. Eu comecei a ficar obcecado por ela, adorava olhar pra ela, então comecei a dar um jeito de vê-la mais e mais. Foi assim que uma noite, quando cheguei em casa, Laura ia tomar banho, e aproveitando o tempo que ela foi pegar a roupa, entrei no banheiro e fiz uma fresta perto do chuveiro pra poder espiar ela enquanto tomava banho. A casa ainda não estava terminada, então isso foi uma tarefa bem fácil. Eu fiz o meu e saí, esperei ela entrar e quando já ouvi a água caindo, saí correndo, só de imaginar o que estava prestes a testemunhar, eu tremia e meu pau tava tão duro que sentia que ia explodir, cheio de líquido pré-gozo. Finalmente coloquei meu olho na fresta, e oh, meus irmãos e irmãs. Fazia muito tempo desde a última vez que a vi pelada. Ao dar aquela olhada, a primeira coisa que vi foi a Laura de pé fora da banheira tirando o que ainda cobria o corpo dela. Ainda de costas, e quando ela virou, minha impressão foi enorme: os peitos dela tinham crescido tanto, e já na buceta dela, tinha uma camada fina de pelinhos que escurecia o clitóris e deixava os lábios mais rosados, tipo aveludados e bem certinhos. Dava pra ver que ela tava excitada porque tava inchada, e mesmo que não tivesse se masturbado ali, parecia que o próximo passo era ir pra cama. Eu tava louco, por um momento esqueci que tava fazendo algo que ninguém podia saber, me aproximei mais da fresta e enquanto ela tomava banho, eu esfregava meu pau com os dedos, tremendo de prazer ao ver aquela gostosa pelada e saber que tava tão perto de mim. E num momento, vi que ela tava se roçando com os dedos e abrindo os lábios da buceta devagar. Foi numa dessas que, de algum jeito, ela virou bem na direção da fresta e a gente se olhou nos olhos por uns segundos. Ela se aproximou sem parar de me encarar e pegou algo pra tampar a fresta, mas deixou um espacinho pra ver. Eu me assustei, pensei que ia me dedurar, mas pra minha sorte não foi assim. Ela terminou o que tava fazendo, não sem antes eu fugir pra cama antes dela pra terminar de me tocar antes que ela saísse do banheiro, pra que assim ela me encontrasse deitado e, supostamente, pensasse que foi outra pessoa que a espiou, embora, honestamente, fosse óbvio que fui eu. E depois daquele dia, eu fazia isso sempre que podia, assediava ela cada vez mais, adorava esperar ela tomar banho pra ir ver ela e, além disso, ao sair de lá, ia direto pegar as calcinhas dela pra cheirar e encher de porra, era tão deliciosa, eu cheirava os sutiãs e calcinhas e saias dela e ainda lembro daquele doce aroma, tão gostoso e inesquecível que pra mim foi ontem. Ela continuava sendo muito reservada nos estudos, embora ainda me desse uns tapinhas, usava decotes, leggings e saias curtas pra mostrar as pernas, o que me deixava louco, porque, sério, tô falando de uma mina loirinha, girl, mas com uma bundinha bem empinada, peitos médios e firmes, linda de rosto, enfim, minha irmãzinha era a raba do bairro. E eu, e só eu, tinha ela todos os dias pra mim, só eu conhecia o cheiro daquela bucetinha, o aroma delicioso e doce dos peitinhos dela, era tanto desejo que eu me masturbava na cama dela, com as calcinhas dela, e deixava elas cheias de porra pra ela usar assim. Sei que ela percebia, já tinha me pego espiando ela e, algumas vezes, chegou a me ouvir gemer nas noites em que eu me masturbava, inclusive uma vez foi ao contrário, eu ia entrar no banho, lembro bem porque naquele dia ela tinha se vestido bem putinha, tinha uma saia rosa de corações e uma blusa sem sutiã, passei a manhã toda vendo a calcinha dela e os biquinhos marcados na blusa, então, no começo, ela ia tomar banho primeiro, mas por uma coisa ou outra, trocamos os turnos. Pra isso, eu já tinha preparado uma fresta do vaso sanitário pro chuveiro, por causa da troca de turno não consegui mexer e ficou assim, e qual foi minha surpresa que, ao ouvir que eu ia tomar banho, ela entrou no banheiro supostamente pra fazer suas necessidades. Isso me deixou mega mega excitado, mal entrei no banheiro e meu pau já tava estourando. E assim entrei na banheira, com o rifle duríssimo e até comecei a me masturbar sabendo que ela tava me observando, então queria deixar ela com mais vontade possível. Eu terminei minha bronha e saí, mesmo demorando, ela continuou e ficou no banheiro (imagino que tava se masturbando pelo que tinha visto). Depois que ela saiu, eu quis ir verificar o que ela tinha feito, se a fresta ainda tava aberta e sim, obviamente, me eu tinha espionado e, quando fui até onde ela tinha deixado a calcinha, ela estava cheia de um líquido viscoso e transparente que tinha o cheiro dela. Eu tava ficando louco, minha irmã sentia desejo por mim e também estava excitada com isso. E assim começou nossa última fase juntos, essa eu vou contar mais pra frente, no próximo capítulo. Mas já adianto que ainda não cheguei no ápice de quando peguei ela se masturbando. Reage e comenta pra ter mais e pra continuar! Viva o sexo, galera!! É a coisa mais gostosa que pode existir nessa 💛 vida
2 comentários - Quando descobri minha irmã se masturbando