Cada día más Sissy. Cada día más putita.

Pra ficar mais claro, vou deixar o anterior aqui pra vocês acompanharem a história.http://www.poringa.net/posts/relatos/5653905/Desde-el-inicio-fui-sissy.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/5655197/Decime-Anto-tu-sissy.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/5680907/Me-dejaron-doliendo-la-colita.htmlA mensagem me pegou de surpresa. O filho da puta aproveitou o momento em que eu tava exausta depois da foda que ele me deu pra tirar umas fotos minhas. Será que era a única que ele tinha?

De qualquer forma, a situação me seduzia, me deixava com tesão. Era como uma mina animada porque tinha recebido uma mensagem um tempinho depois de terminar o encontro com o cara que ela tava afim. Só que eu sabia que isso era outra parada. Eu não tava apaixonando esse galã. Esse cara queria me usar como um buraco qualquer, como um depósito de porra, como ele mesmo tinha dito.

Mas fazer o quê, eu não sou uma mina com muita dignidade. Então, não só ia deixar ele me usar do jeito que quisesse, como ia fazer de tudo pra ele fazer isso cada vez mais.

Fingi surpresa e indignação, e perguntei que foto era aquela, e por que ele tinha ela. Ele respondeu que era a Anto, a nova putinha que ele tava comendo, que tava deixando ele com muito tesão, e que no sábado queria arrebentar a buceta dela de novo.

No exato momento em que li que eu tava deixando ele com muito tesão, esqueci qualquer medo que pudesse ter e mudei o tom da conversa pra ficar totalmente disponível pro que ele quisesse.

Ele me contou que a esposa e as filhas iam viajar pra casa de praia, aproveitando o feriadão. Disse que tinha planejado um jantar com os amigos na sexta, mas que no sábado ia ficar sozinho, e que adoraria que eu fosse lá. Adorei a proposta, claro que aceitei na hora. Ele disse que eu era uma putinha gostosa, e me obrigou a mandar umas fotos da minha raba pra relembrar a tarde.

Sem perder tempo, tirei voando a roupa de moleque que eu tava usando, vesti um corpete preto tomara-que-caia, uma meia de rede com liga, e coloquei uma tanga bem justa na cintura, bem pra cima, que fazia ela entrar toda na minha raba. Tava com medo de mostrar o rosto nas fotos, mas queria fazer carinhas pra câmera pra mandar pro Juan, então coloquei uma balaclava. vermelho que eu guardava pra essas ocasiões. Sexy, né. Fiquei na frente do espelho e tirei umas fotos fazendo pose de putinha inocente, fazendo biquinho, mordendo o lábio, tocando na boca. Também fiz umas com um close up enorme da minha bunda nua, em primeiro plano, bem grandona.

- Espero que você goste, papai - mandei na mensagem com cinco fotos anexadas -.

Ele demorou uns minutos pra me responder. Eu morria de ansiedade por aquela resposta.
Até que aconteceu.

- Você é toda uma mulher, Anto. Nasceu pra ser puta. Boa noite. - sentenciou, deixando claro que a conversa terminava ali -.

Meu peito se inflou do jeito mais incrível da minha vida. Me senti realizada. Deusa.
Fiquei um pouco triste por ele não me deixar continuar conversando. Eu tava muito excitada e queria continuar brincando.
Tinha que me masturbar. Não aguentava mais, e já tava um pouco mais liberada do que o Juan tinha me dito.

Vestidinha de puta, e com a balaclava vermelha ainda, fui pegar um brinquedo na minha mesinha de cabeceira, e fui direto me jogar de barriga pra cima na cama. Abri minhas pernas e levantei uma pra clarear o caminho. Fechei os olhos e passei o brinquedo pelo final da minha perna, chegando no meu buraquinho e brincando ao redor.
Pensava no Juan. No meu papai. Em como ele tinha me feito de puta dele hoje, todo aquele tempo. Em como eu tinha me entregado completamente ao prazer dele. Como ele me usou, como me humilhou, como dispôs de mim.

Comecei a enfiar, pressionando com força pra dentro. Imaginava a pica do Juan. Aquela vara enorme dele me preenchendo.
Com a outra mão, abri minhas nádegas pra facilitar a entrada. Quando entrou toda, soltei minha bunda e comecei a me acariciar no clitóris.
Na minha mente, o Juan me deu mais uma trepada daquelas. Me beijou, me xingou, me humilhou, me usou. Eu gozei. A gozada da minha vida.

Não soube mais do Juan até a noite de sexta-feira. Eu, mesmo morrendo de vontade, nunca incomodava ele até ele decidir que podia.
O zorro esperei a família dele ir embora e ficar sozinho pra me escrever.
- Amanhã te fodo toda, sua puta. Traz aquela porra da máscara divina. - ele mandou, como quem já tava começando a conversa - .
- Ai sim! Que gostoso! Se fosse por mim, você me comia hoje e amanhã também haha - respondi sem vergonha - .
- Impossível. Hoje os caras vêm aqui pra um churrasco. - ele respondeu - .
- E daí. Vou de sobremesa. - respondi dobrando a aposta - .
- Gata. Se esses caras te pegarem, não deixam um pedaço são - ele falou me avisando, ameaçador - .
- Hahahaha. Bom, melhor eu ficar quietinha então haha - respondi recuando - .
Ele não me respondeu por um tempo.
Eu tava em casa, completamente vidrada no celular. Tava passando um filme na TV, mas não fazia ideia do que tava rolando.
Até que o celular tocou.
- Os caras amaram sua máscara, Anto - o filho da puta me escreveu - .
Ele tinha mostrado as fotos que eu mandei ontem!
- Cê mostrou as fotos?! - falei cuspindo de surpresa.
- Todos ficaram loucos com você. Dizem que não é possível que você seja tão sem vergonha e me mande essas fotos, e eu mostre pra eles. - ele respondeu, e não me respondeu mais a noite toda.

Imediatamente, senti como se um tsunami me sacudisse com fúria por dentro. Fiquei ansiosa por me ver tão exposta pra pessoas que eu nem conhecia. Podiam pensar qualquer merda de mim. Não tinha controle nenhum da situação e aquilo me descontrolava.
Me senti infinitamente humilhada, e isso me causava uma mistura de angústia e tesão que eu não conseguia explicar. Eu tava doente, era óbvio.
A ansiedade tava me matando, então decidi encerrar a noite pra não sofrer mais. Tomei um negócio, fiz uma punhetinha gostosa e fui dormir.

No sábado acordei louca. A primeira coisa que fiz foi pegar o celular e ver se o Juan não tinha me escrito. Pra minha decepção, não. Nem um único mensagem dele.
Meu dia passou comigo completamente pirada por causa daquele homem e Minhas fotos poderiam ter acabado a noite. Quase me arrependi de seguir com os planos umas cinco vezes, e isso só de manhã.

Juan continuou sem me escrever durante quase toda a tarde, me deixando mais louca ainda, cheguei até a pensar que ele tinha esquecido e que nada ia rolar.

Até que finalmente, lá pelas seis da tarde, ele me escreveu dizendo que em um par de horas já estaria pronto pra me buscar. Meu coração batia que nem motor de Fórmula 1.

Saí correndo e me arrumei toda apressada. Me senti uma idiota, apressada, tudo caía da minha mão. Tomei banho e me depilei pra ficar prontinha e do jeito que meu macho merecia.

Vesti a roupinha que tinha escolhido pra essa noite. Meia-calça preta de rede com ligas, sutiã e uma calcinha fio-dental bem pequena combinando, e um cinta-liga pra completar. Por cima, coloquei todo meu disfarce de menino pra sair na rua camuflada. Levei, como da outra vez, minha mochila com tudo que faltava do meu preparo pra noite. Além disso, adicionei outras opções de roupa íntima que incluíam uma fantasia de coelhinha e uma de empregadinha.

Chamei um táxi e esperei ele com a maior ansiedade do lado da porta. Por sorte, chegou super rápido e pude estar a caminho de ficar toda fodida num instante.

**

Cheguei na casa e Juan me recebeu com a já familiar galanteria dele, me fazendo sentir muito à vontade, como se eu não fosse embora com a bucetinha arrombada depois daquela noite.

Ele me convidou pra ir ao banheiro pra eu ficar confortável e me arrumar sossegada. Tinha um banheiro lindo, perfumado, sóbrio. Não tinha nada fora do lugar.

Movida pela minha ansiedade, me arrumei o mais rápido que pude. Coloquei uma calcinha fio-dental preta pequenininha, um sutiãzinho combinando e umas meias de rede. Um vestido preto justo e uns saltos que eu tinha conseguido coroavam o visual. Decidi sair pra devorar aquele macho. Tinha a noite toda pela frente.

Quando saí do banheiro e entrei de novo na sala, senti que o coração parou.

Em vez de estar o Juan... Esperando por mim, sentado no sofá, todo pra mim, tinha outro cara sentado do lado dele, que me via chegar com uma cara completamente safada. Esse cara não se parecia muito com o Juan, embora talvez tivesse mais ou menos a mesma idade. Diferente dele, que tem um físico de veterano bem cuidado, esse era um pouco mais gordo, mas não obeso, com um aspecto um pouco mais desleixado, embora não sujo.

Juan, ao me ver, fez uma cara simpática, passando uma sensação de tranquilidade e normalidade que me assustava um pouco.

- Anto! Te apresento o Mario, meu grande amigo. - disse ele, mantendo aquele ar normal da situação -.
- Oi Anto! Muito prazer - disse Mario em seguida, levantando do sofá.
- Oi Mario - falei por educação - Que história é essa, Juan?! A gente não tinha combinado nada disso - reclamei pro meu macho desesperadamente -.
- Anto, calma. - me acalmou Juan - O Marito viu suas fotos ontem, e não consegui tirar ele de casa. Ficou fascinado! Qual é, não gostou? - disse ele se levantando e vindo na minha direção -.
- Não, não é isso! Mas podia ter me avisado! - falei meio desnorteada -.
- Bom, não deu tempo. Se não quiser, tá no seu direito. Quer que te leve pra casa? - disse com uma calma que me desesperava ainda mais -.

Eu fiquei paralisada. Em silêncio. Minha mente ia a mil. Tava ali na sala da casa do meu macho, com a possibilidade de ser comida por dois caras sem escrúpulos. Minhas emoções começaram a virar no ar.

- Desculpa, Mario. Não é com você. Mas me pegou de surpresa - falei me desculpando -.
- Relaxa, princesa. Super entendo. Muita informação de uma vez -.
- Quer que te leve, Anto? - perguntou Juan tentando confirmar -.
- (Pensei um pouco, ou fingi pensar) Não, calma. Fico um tempo. Mas, cê me leva quando eu quiser ir? - falei fazendo biquinho.
- Tem certeza? - perguntaram os dois ao mesmo tempo -.
- Sim - respondi baixinho, timidamente -.
- Eu sabia - respondeu Juan - Vamos tomar um? um vinho? - ele perguntou e todos respondemos que sim -

E assim começava a noite, cheia de histórias que, espero, só fiquem nas nossas mentes. Começou com uma conversa que, como da primeira vez no carro, Juan tratou de levar até me fazer esquecer que eu estava vestido de putinha no sofá com dois homens maduros, que eu quase nem conhecia.
Até que um tempo depois...

- Ué! Acabou o vinho - disse Mario apontando para o copo dele -.
- Não pode ser! - falei eu, já completamente no papel feminino da mesa -.
- Isso é inadmissível - disse Juan, já um pouco alterado - Vou buscar mais! - ele se levantou de repente - Vocês me aguentam? - perguntou olhando diretamente para mim -.

Eu olhei para Mario como que sondando minhas possibilidades.

- Sim, claro. Vai tranquilo, Juan. Eu fico aqui batendo papo com o Mario - falei animada, me fazendo de descolada -.

Juan se levantou e tropeçou enquanto começava a andar. Todos rimos, inclusive ele. Pegou o casaco e saiu pela porta gritando “Volto já”.
Aí ficamos Mario e eu, sozinhos.

- Então e você, como começou com isso? - ele me perguntou, quebrando um pouco o gelo -.
- Contei minha história para ele. Ele me ouvia super interessado.

Repassei toda minha trajetória, desde as primeiras vezes que vestia calcinha quando era pequeno, até quando voltei a fazer isso de novo quando cresci. Depois, contei como conheci o Juan e como a gente tinha combinado nossa primeira vez. Eu contava tudo tagarelando como uma campeã, e via como o cara ia ficando com o tesão subindo. Me senti um pouco no controle da situação, pela primeira vez. E não era ruim.

- Pô, dá uma segurada na história que eu tô ficando excitado - ele disse, esfregando um pouco a rola -.
- Nossa! Sério? - falei me fazendo de bobinha - Desculpa! Vou me acalmar - completei -.
- Não precisa se acalmar, não. Se quiser, a gente pode mudar de assunto - e ele se levantou, indo direto para onde eu estava sentada -.
- Como assim, mudar de assunto? - falei me fazendo de sonsa -. — Sim. Podemos falar de algo mais interessante. Tipo sua bunda, por exemplo. E como fica linda de fio dental.
— Ai! Como é que o senhor sabe? — perguntei com um ar de inocência — Não me diga que o João anda me mostrando como troféu.
— E se você me mostrar você mesma? — ele perguntou, já com uma cara de velho safado que me deixou com tesão.
— O senhor acha que tá certo? E se o João chegar? — tava preocupada de a coisa complicar.
— Eu e o João dividimos tudo. Ele não vai ficar bravo — respondeu seco.
— Se o senhor diz — respondi, e na hora levantei do sofá, virei de costas pro senhor, e fui levantando o vestido devagarinho.

Senti minha bunda quicar quando se soltou da pressão do vestido justo que eu tava usando.

— Ai, bebê! Olha o que é essa raba! Não pode ser tão gostosa assim! — ele disse quase gritando.

Eu não sabia o que fazer. Por um segundo, o jeito que ele me apalpou e forçou me assustou. Tentei afastá-lo, mas foi inútil, minha força já não dava pra nada. Por um instante, quis que tudo acabasse o mais rápido possível.

Mário ficou atrás de mim. Apertava o pau dele, já duro, contra minha bunda, fazendo círculos fundos com o quadril, como se estivesse se esfregando em mim. Do nada, como num sopro de instinto de sobrevivência, minha bunda se abriu como por mágica. Senti a dureza do pau dele roçando no meu buraquinho. E fiquei com um tesão danado.

Perdi o controle do meu quadril, que ia pra trás e acompanhava os movimentos do gordo nojento atrás de mim, pressionando meu buraquinho contra o obelisco dele.

— Aaahh. Como você fica, pu-ta! — Mário disse, sussurrando a última parte, como se tivesse vergonha.
— Siiiim, cê gosta? — saíram palavras da minha boca num tom de gata no cio.
— Adoro — Mário falou de novo baixinho, quase sem fôlego.

Continuamos assim por uns bons minutos. Eu parava a bunda e me deixava sentir todo aquele pau duro na porta da minha feminilidade. Enquanto isso, Mário parecia querer atravessar a bóxer, o fiozinho da minha calcinha preta e meu corpo inteiro. Coitadinha de mim, queriam rasgar minha calcinha.

- Ajoelha - ele ordenou com uma confiança avassaladora -.

Eu obedeci na hora. Ele ainda estava de bermuda, mas tinha aberto o zíper, e dava pra ver o volume enorme dele por trás do tecido branco da cueca. Não resisti à tentação e dei uma mordidinha só com os lábios, virando a cabeça de leve. Deixei a marca da minha saliva na cueca dele, contornando o tronco coberto daquela pica enorme.

- Você não pode tocar nela ainda. - ele disse com a voz dura.
- Por que não, papai? - perguntei com a voz mais de puta que consegui naquela noite -.
- Porque não. - respondeu seco, enquanto me pegava pela nuca e enfiava minha cara na virilha dele.

As mãos dele empurravam minha cabeça como se fossem intervalos. Ele empurrava, soltava. Empurrava, soltava. Assim ele se divertia com a minha cara, se esfregando em mim. Como se eu fosse um brinquedo.

Já tava muito excitada, mordi o tecido da cueca dele e deixei a cabeça do pau dele aparecendo. Calculei exatamente o momento em que ele ia empurrar de novo contra mim, e aproveitando o impulso, me joguei naquela massa de carne com a boca toda, fazendo contato finalmente. Deixando minha marca de baba.

- Ahh, puta. Que boca, puta! - ele disse, reconhecendo meu esforço -.

Com o pau dele na minha boca, consegui deixar ele na posição horizontal, perpendicular ao meu rosto, abrindo a boca o máximo que pude, abraçando ele com meus lábios, chupando tudo. Essa minha atitude desarmou o meu macho da vez, que não conseguiu manter a postura dura e proibitiva, ficando super disposto a realizar meus caprichos.

Eu arredondava meus lábios pra envolver o pau quente do Mario, que batia nos cantos da minha boca cada vez que entrava. A mão do Mario passou de segurar pra agarrar minha cabeça, e mexer pra ele se masturbar melhor. O cara tava comendo minha boca.

- Que foda que o Juan é! Sempre acha as melhores putas - ele disse quase rindo. de mim - .
¡Gmmmmphh! ¡Mmpfh! ¡Glummff! - era só o que eu conseguia soltar, nem eu sabia o que tava dizendo. Tava num semi-transe - .
¡Cala a boca e chupa minha pica! - ordenou o Mario, sem se importar com o que eu tava tentando falar - .

Coloquei minhas mãos nas coxas dele e empurrei minha boca direto contra a pélvis dele, enfiando a pica inteira na minha boca. O Mario soltou minha cabeça, surpreso, mas não parou de mexer o quadril, agora metendo fundo na minha garganta, devagar, com movimentos curtinhos.

- Glup, glup, glup - fazia o barulho da minha garganta, engolindo pica - .

Livre da pressão das mãos do Mario, me soltei da pica por um instante, pra olhar nos olhos do meu novo macho. Me afastei uns centímetros pra trás e agarrei com as duas mãos o tronco, só a cabecinha de fora. Comecei a dar uns chupões, e a lamber aquela glande com a pontinha da língua, deixando o cara louco.

O Mario bufava de tesão. Parecia ter perdido a consciência por um tempo. Quando voltou a si, soltou a pica das minhas garras, me pegou pelo cabelo, e me guiou de quatro pela sala, até sentar numa das poltronas, e me deixou de frente pra pica dele.

- Chupa bem minhas bolas, Anto - disse afastando a pica com uma mão pra liberar o caminho - .

Eu me lambi, ajustei a carinha, e fui direto alcançar com meus lábios as duas bolas dele, alternando o jogo com a língua entre uma e outra a cada pouco. Elas eram mais ou menos do tamanho de uma mexerica bem pequena, mas mesmo tentando enfiar as duas na boca, não conseguia e enchia elas de baba nas minhas tentativas falhas.

Fiquei um tempão chupando as bolas dele, exatamente como ele tinha mandado, até que ele soltou a pica e ela caiu direto na minha cara, fazendo eu não resistir à tentação de percorrer aquela carne quente com a língua.

Encarei ele direto nos olhos e fiz a cara de puta mais sem vergonha do mundo, enquanto devorava a pica inteira dele, subindo e descendo com minha boca e uma das minhas mãos. Tava batendo uma punheta gostosa nele, o velho nunca tinha se sentido assim.

- Devagar, filha da puta. Você vai me fazer gozar - ele me avisou enquanto segurava minha cabeça pra frear um pouco -.

Segurando o olhar, ignorei o aviso dele e continuei chupando o pau do mesmo jeito que tava fazendo. Mais que isso, resolvi aumentar o ritmo da minha chupada.
Bom, vou gozar, putinha. Abre a boca e engole tudo - ele disse com uma calma impressionante pro estado de tesão que tava -.

Senti o corpo dele tenso por completo e o pau pulsando. De repente, minha boca encheu de um líquido grosso e ácido que me fez dar uns ânsios, fazendo vazar pelos meus lábios, caindo um pouco na perna dele. Fiquei assim por um tempão, enquanto ele segurava minha cabeça contra o pau dele e bufava. Engoli tudo que consegui, mas escapou um pouco da boca de novo.

- Aaaaaahhhhhhh, que gostoso. Vem cá, mostra a boquinha -.

Soltando o pau dele, abri a boca na direção dele.

- Muito bem. Mas escapou um pouco aqui. Você me sujou. Agora limpa, Anto - ele falou apontando pra porra que tinha ficado na perna dele -.

Eu, já totalmente no papel de putinha de merda, olhei nos olhos dele de novo com minha cara de gata, e esticando a língua toda, limpei cada mililitro de porra que tinha derramado.

- Que bem treinadinha que te têm, putinha! - ele me elogiou - Agora limpa a boca que o Juan deve estar chegando - ele disse se levantando e se vestindo rápido -.

Corri pro banheiro pra me limpar. Pensei que talvez o Juan fosse ficar puto com o que eu tinha feito. Fiquei meio nervosa. Me ajeitei e fui pra sala. O Mario já tava sentado de novo, tomando o que restava do vinho. Sentei na sala esperando o Juan não demorar muito.

1 comentários - Cada día más Sissy. Cada día más putita.

Ufff que puta infernal!! Que ganas de tenerte así gatita, lamiendo leche 🥛