Entrei com minha esposa no supermercado, ela está tão gostosa, com nossa filha de dois anos no colo. Ela está usando um vestido florido na altura das coxas que fica lindo nela, dá pra ver as pernas torneadas e no vestido dá pra adivinhar o cuzão que ela tem. Eu ando um pouco atrás delas, adoro vê-la andar, como ela balança os quadris de um jeito tão sensual.
Eu me aproximo dela e seguro sua cintura.
Eu te via andando de costas e você é de matar...
Já sei que você quer me fazer sentir bem...
Muitas vezes eu fantasiei em ver minha mulher com outros, sei que sou doente e muitas vezes brincamos na cama com essa fantasia, o fato desse rapaz ter aparecido do nada me excita de um jeito incrível. Sinto que estou começando a perder o controle, quero que algo aconteça e também sei que uma coisa é fantasiar e outra é a realidade, estou em dúvida, minha mulher está toda corada, fazendo jogo com a nova cor do cabelo dela.
Desculpa, senhora... não quis ofendê-la... mas não vejo mulheres tão gostosas com tanta frequência... e que pernas... - ao se levantar, nota-se um volume considerável em sua calça, minha mulher baixa o olhar depois de ter observado seu volume por uma fração de segundo, o rapaz sorri, é óbvio que ele percebeu.
Agradeço o comentário... obrigada por querer me deixar feliz...
Adoro que ela esteja se sentindo bem... e faria qualquer coisa para ela se sentir ainda melhor...
Eu tô numa vibe estranha, é sábado de manhã e a última coisa que eu esperava era uma situação dessas, ainda mais com minha esposa segurando nossa filhinha no colo. Mas tem algo mais forte que eu me empurrando.
Minha esposa se sente feia... depois de ter nossa filha, ela não gosta de como ficou a barriguinha... - minha mulher me olha com uma fúria que me atravessa, o garoto sorri encantado com como o jogo está rolando.
-Não deve ser pra tanto... por favor...
Os três ficamos em silêncio, ninguém sabe como continuar depois de tudo aquilo, desejamos bom dia e seguimos caminhando. Essa pequena situação despertou todas as fantasias que estavam adormecidas em mim. Naquela noite em casa, depois de colocar a pequena para dormir, vamos jantar. Eu preparei a janta e me encarrego de encher o copo de vinho da minha esposa. Quero ela brincalhona, mais solta, e o vinho sempre a deixa alegre. Terminamos de comer, ela levanta os pratos e os coloca na pia. Rapidamente a pego por trás e a apoio suavemente. Ela joga a cabeça para trás apoiando no meu ombro, eu acaricio seus seios por cima do vestido enquanto vou desabotoando. Ouço seus gemidos e desço minha mão direita que se mete entre suas pernas. Brinco com minha mão sobre sua calcinha por um bom tempo, a masturbo devagar, com calma, os dois em silêncio, mas ela ofegante, quente.
-Parece que você agradou o garoto do mercado... -ela não responde, mas seus gemidos aumentam, eu puxo de lado a calcinha fio-dental e agora sim brinco com meus dedos direto na sua bucetinha.
Era grande o volume, hein... será por sua causa...?
-Que decis...? -diz, gemendo mais forte.
-Ele também percebeu que você olhou o volume dele...
Ela só geme cada vez mais, se vira e enfia a mão no meu volume, acaricia por cima da calça e vai descendo o zíper.
Me come...
Ficou toda molhadinha...
Chega, porque você vai me deixar irritada e vai acabar ficando com tesão...
Estou avaliando se aumento a aposta ou não, tenho minhas próprias dúvidas sobre até onde quero ir e o perigo de estragar a situação.
Parece que você vai ficar mais quente que eu... depois do jeito que você olhou o volume daquele pobre rapaz, deixou ele excitado também. Ela me empurra na cadeira, tira meu pau do confinamento e, desviando sua calcinha de lado, enfia de uma vez, está pegando fogo.
-Não estou usando camisinha... lembra que é perigoso...
Me come um pouco... depois você tira...
Gostou do magrelo, hein...
Você gosta quando eu te olho...
Adoro quando te olham... você é uma gostosa...
Sinto que uma barreira se quebrou, ela tá com mais vontade de brincar, percebo isso.
E você gosta que me olhem e fiquem de pau duro...?
Como o garoto do mercado disse...?
Ele devia ter um pauzão... não consegui não olhar... me perdoa...?
Por que...?
Por ter olhado para o pau de outro homem...
-É assim que começa, olhando...
E assim também termina...
-Não teria gostado de ver ele... pelado... devia ser importante...
Ele enfia a pélvis contra a minha, tá ficando cada vez mais quente.
Eu adoraria ter tocado e chupado ela bem... ahhh... siim... e que ela enfiasse bem fundo... ahhh... -ela está entrando em um daqueles orgasmos que parecem não ter fim, eu estou pensando em outras coisas tentando não gozar mas estou muito excitado, tiro ela de cima de mim, não queremos que ela engravide de novo, meu pau cospe toda a porra no ar, não sei quantos jatos saem mas meu orgasmo é tão potente que sinto uma fisgada na bunda.
Como você ficou excitado, porquinho... te espero no quarto para o segundo round... - diz, saindo nua da cozinha, deixando seu vestido cair sensualmente no chão.
O outro é no nosso quarto, totalmente pelados, com uma camisinha posta para poder gozar dentro dessa buceta preciosa que ela tem, dessa vez é em silêncio, longo, sem falar, mordendo nossas bocas, os dois ainda quentes por ter encontrado fantasias antigas que havíamos guardado.
A semana passada foi só trabalho, rotina, muito estresse, a situação econômica, a nenê, tudo junto. No sábado de manhã vamos levar a nenê na casa da minha sogra. Enquanto preparamos o café da manhã, olho pra Deborah, que é o nome da minha esposa, ela está só de calcinha, está uma delícia, fico vendo a bunda dela balançando enquanto ela anda. Na semana toda não transamos, os dois estamos com tesão. Ela me conta que voltou a tomar a pílula anticoncepcional, não gosta de fazer com camisinha. Sentamos pra tomar café, estou excitado e começo a fantasiar, de novo fico na dúvida, mas tem algo mais forte que me empurra de volta.
- A gente não precisa de nada do mercado?
Fomos no sábado passado...
Mas a gente pode dar uma passada... por ali a gente acha o que tá faltando...
-Bom, então eu me troco e vamos... levamos a menina primeiro... -pelo jeito que você fala não sei se realmente entendeu o que eu proponho ou não, mas tudo bem, não importa, penso.
Quando ela entra vestida, não dá pra acreditar, está com um vestido novo, mais curto que ajusta a bunda e marca de um jeito delicioso, uns sapatos de salto alto que estilizam ainda mais as pernas.
Você gosta de love... comprei essa semana... mas é demais pra ir no mercado, né...?
Se algum garoto te ver, ele vai ficar feliz e com tesão...
E você...?
Eu que...?
- O que vai acontecer com você...?
Vou ficar com ciúmes...
-E tá com tesão...? -ela diz com um sorriso, abrindo o jogo de um jeito que me surprende, fico meio atordoado.
- Você não me respondeu... você gosta que eu esquente o garoto...
Sim... fico com ciúmes, mas eu gosto...
E depois que eu esquentar ele... o que eu faço... deixo ele quente...?
Realmente não esperava que ela fosse aumentar tanto a aposta, fico em dúvida de novo, não sei o que responder.
-Não sei o que você gostaria de fazer...
-E aí... -faz uma longa pausa- convidar ele pra casa pra tomar alguma coisa... essa ferramenta deve ser digna de ser vista... mas é demais, né...? -diz com voz de putinha. Não bebemos álcool, não entendo como ela está tão desinibida, ou se está só me testando, preciso tirar essa dúvida.
-Bom, vamos ao mercado e vemos... -digo me fazendo de descolado. Deixamos a menina na casa dos meus sogros e seguimos para o mercado, sinto uma mistura de excitação e nervosismo, são os primeiros dias da primavera, Deborah olha pela janela sorridente, os dois mergulhados em nossos pensamentos, ao entrar no mercado alguns homens a olham, damos algumas voltas por lá e o rapaz não está à vista, depois de um tempo circulando pelo mercado o vemos entrar por uma área que vem dos depósitos, Debora me pede para deixá-la sozinha e se aproxima de onde ele está. Ele a cumprimenta sorrindo, ela se posiciona de um jeito muito sensual, conversam um bom tempo enquanto ela olha alguns produtos e ele começa a trabalhar para evitar que falem algo, não sei quanto tempo passa mas para mim é uma eternidade, ele se levanta e dá dois beijos nela, ela se afasta caminhando para o lado oposto ao que eu estou balançando sua bunda exageradamente, vejo como o rapaz ajusta o volume na calça e eu ajusto o meu também. Dou a volta pelo outro lado e a encontro, está sorrindo, parece feliz.
- E aí?
- Então, amor...? - olho sério para ela - ah... com o Jorge... convidei ele pra tomar umas cervejas artesanais à tarde... com você, claro... falei que a gente achou ele muito gente boa...
Eu realmente não sabia o que dizer, era verdade?, ele estava me medindo?, isso me tirou das minhas reflexões.
-Saio às cinco... falei pra ele que a gente busca ele de carro... você prefere ir num bar ou vamos pra casa melhor... seria mais íntimo... -tô sentindo meu pau a ponto de explodir, duro que nem ferro, ele tá falando sério comigo? - de novo você não responde amor... prefere que eu vá sozinho... assim todo mundo fica mais tranquilo...
-Não não... de jeito nenhum... vamos comer alguma coisa...
Fomos a um restaurante que costumamos frequentar, não quero perguntar nada, se ele está me testando, não vou cair na armadilha. Ele me olha sorridente.
E aí, qual você prefere... Bar ou casa...?
Mas você acha que ele sabe onde a gente mora...
- É que ir direto pra um hotel me dá uma sensação estranha... - ela diz rindo, me olha, percebe que estou nervoso. - Prefere que eu ligue pra cancelar... - ela fala pegando o celular, eu nem tinha percebido que tinha passado meu número pra ela em nenhum momento -
- Não, amor... tá tudo bem... vamos pra casa... aí a gente conversa tranquilo... - digo e acho que minha voz saiu um pouco fininha, perto da hora ela me fala pra irmos. Ela entra no carro, fico esperando que ela diga que é brincadeira, mas a gente vai ficando cada vez mais perto do mercado, são quase cinco horas. Por uma porta lateral eu vejo ele saindo, se aproxima do carro, senta atrás.
-Oi Raul... como você está? -ele estende a mão. Ele também disse meu nome.
Oi Jorge... a gente prefere ir pra casa, se não te incomodar...
-Não estou amando... assim a gente fica de boa...
A Deborah me contou que vocês estão curtindo muito juntos...
Se a gente tá muito feliz...
Com uma mulher dessas, qualquer um seria feliz...

A conversa passa para empregos, horários, famílias, ele mora com os pais, sem namorada, sem compromissos. Ele adora as garotas bem branquinhas, tipo a Deborah, ele diz e meu pau dá um pulo na calça.
Entramos em casa, a Debora vai servir umas cervejas, ele se senta na poltrona grande, eu na que fica de frente. A Deborah serve a taça dele, me dá a minha, e com a dela na mão, se senta ao lado dele. Continuamos conversando sobre cada coisa e a Debora apoia a mão na coxa dele, nenhum de nós três deixa passar o detalhe, o volume dele é notório sob a calça. A Deborah, sem dizer nada, se ajoelha no chão ao lado da poltrona, e começa a desabotoar a calça dele, que se deixa fazer.
Isso está muito apertado... deve estar te incomodando... - sem querer, pega também a cueca dele e fica à mostra um pau grosso, longo, com uma cabeça grande, realmente impressionante, liberado. - uau... olha isso, amor... é impressionante... e já está chupando com deleite, observei seu lindo cabelo tingido de ruivo subindo e descendo, ele afasta o cabelo dela, tem uma cara de êxtase, aproveitando o quão boa a Deborah é no boquete. Eu observo como com a mão ela acaricia suavemente aqueles ovos grandes, perfeitamente depilados, combinando com o tamanho do seu cacete, me impressiona seu membro, com as veias marcadas, o rosto da minha esposa parece extasiado, ela se delicia chupando aquele pau, às vezes brinca só com a cabecinha e depois enfia mais fundo, vejo a baba saindo da sua boca, ela realmente está curtindo, também vejo como com a mão que acaricia os ovos do rapaz, ela desliza de vez em quando um dos seus dedos com aquelas lindas unhas pintadas e brinca com a entrada do ânus do nosso amigo, que tem como uma descarga cada vez que minha esposa toca ali, ele avisa que está muito perto, que se não parar não vai aguentar muito mais, minha esposa para, fica como se estivesse acordando de um sonho, olha para ele, olha para mim, me parece que estava voltando à realidade, se acomoda agora no sofá, coloca todo o seu corpo sobre o sofá, está totalmente vestida, sua bunda fica oferecida em pompa, me pede para levar uma camisinha ao rapaz, ao nosso amigo Jorge, diz sensual, depois me pede para me aproximar, para mostrar ao nosso amigo sua bunda, que levante devagarinho a parte de baixo do vestido, que não puxe a calcinha para baixo, que simplesmente a afaste para o lado.
Enquanto isso, Jorge está colocando a camisinha, olhando extasiado para a cena, se deliciando com o que vê, mal pode acreditar. Eu, de vez em quando, também olho para a dureza do seu membro. Finalmente, eu gozo. Minha esposa vira a cabeça para o lado e olha para ele, morde o lábio inferior, seu rosto é um poema, está ardendo e esperando que ele ocupe o seu lugar. E ele ocupa, se posiciona atrás dela, mas sua atitude é diferente. Sente-se um vencedor, como se percebesse que algo importante está acontecendo, que é ele, neste momento, o protagonista daquilo que se passa, e ao mesmo tempo mal pode acreditar.
Começa a brincar com o pau dele, passando na entrada da buceta da minha mulher,
Enfia logo... por favor...
Vejo ele sorrir enquanto vai enfiando devagar, até o fundo, minha mulher geme alto, observo como os lábios dela envolvem o pau dele e acompanham cada vez que ele sai, porque já está metendo com força, segurando a cintura dela.
- Que delícia você é... eu não pararia nunca de te comer...
-E não para... -diz ela gemendo agora mais forte- e como você me enche... é tão grossa... nunca senti assim...
Eu adoraria te encher... mas de porra...
Ela não responde, mas geme mais alto. Eu continuo parado ao lado deles, sem perceber que estou apertando o volume por cima da calça. Jorge parece notar minha presença de novo, me olha sorridente e diz: "Tira o pacote tranquilo, maluco". Eu sinto que ele está me humilhando, me colocando num lugar diferente. Ele está comendo minha mulher e eu vou me masturbar enquanto ele fode ela.
Minha mulher vira a cabeça e quando me vê estou pelado batendo uma, ela fala com ele.
Parece que meu marido fica mais excitado vendo você me comer do que quando ele mesmo me come...
Vamos dar o prazer então... - ele diz - por que você não pergunta?
amor... você gosta de ver como o Jorge me fode...?
Paro de bater punheta porque sinto que vou gozar e depois vou me arrepender, cheio de dúvidas e remorso.
Se eu gostar...
E o que você gosta mais? Me comer ou ver como eu fodo o Jorge?
Não sei o que responder e fico calado. Jorge intervém:
-Não precisa responder... olha só o lugar que ela escolheu...
Agora ele se apoia nas costas dela, puxa seu cabelo girando a cabeça e a beija, ela o beija apaixonadamente também. Sinto que meu coração vai explodir, isso me parece muito mais íntimo do que quando ele a beijou, como se a tornasse mais parte dele. Realmente não esperava que se beijassem e isso me desconcerta. Ao mesmo tempo, me sinto cada vez mais excitado, mais perto de gozar, por isso saio da sala e vou para a cozinha. Quando volto, ele está falando no ouvido dela enquanto continua metendo. Ela continua como uma putinha sobre o sofá e ela responde sim a tudo, sim sim, a ouvi gemer. Sim sim, ela sempre diz que sim. Ele fala suave no ouvido dela, eu quero ouvir e de novo fico muito excitado. A intimidade que se estabelece entre eles me enlouquece, decido sair mais uma vez para a cozinha. Quando volto, ele está sentado no sofá e ela está cavalgando nele, ainda com o vestido, tem vergonha de tirar e deixar ele ver sua barriguinha. Ele insiste, mas ela diz: não, não, a barriguinha, não. Diz com uma voz muito sexy, muito sensual. Ele insiste, mas ela não quer, então ele libera seus peitos e os chupa com atenção. Ela está tendo um orgasmo, ele volta a falar no ouvido dela, sussurra novamente. Ela diz que sim de novo, sim sim sim sim, só se eu ouvir. Saio de novo para a cozinha, não aguento e realmente não quero gozar. Quando volto, ele continua sussurrando no ouvido e ela continua dizendo que sim, que sim. Se eu sair de novo, pego um copo de água fria, minhas mãos tremem, tento pensar em outra coisa. Quando volto para a sala, ela está de joelhos na frente dele, ele não está de camisinha e ela está chupando seu pau com prazer enquanto acaricia sua bolsa. Ele vai dar tudo o que tem, segura sua nuca suavemente acompanhando o movimento da cabeça da minha mulher, até que em um momento ele se tensiona, segura mais forte sua nuca, percebo que ele está gozando. Minha mulher engole tudo o que ele dá, penso nas vezes que ela me diz que não gosta que... gozei na boca e eu também estou gozando, cheio de angústia, jatos saltando no chão e depois tudo é voltar aos poucos. Voltar à situação cotidiana, todos vamos ficando mais tranquilos, eles se beijam, minha mulher se levanta e ele acaricia sua bunda linda e a beija. Se beijam sensual, parecem dois apaixonados, ele volta a sussurrar algo no ouvido dela e ela sorri. Me sinto cada vez mais tenso, apesar do orgasmo não perdi minha ereção. Ele se troca, conversamos um pouco, eles combinam de se ver de novo, que é preciso repetir, estou cheio de dúvidas, espero que ele vá embora e me aproximo da minha mulher, nos beijamos apaixonadamente e vamos para a cama, jogo ela na cama e assim a monto de frente na posição do missionário.
- Que puta você é... - digo a ela.
Você gostou que eu seja tão puta... podemos repetir quando quiser... porque parece que você gosta mais de ver outro me comendo do que você mesmo me comer...
-Não sei se quero...
- A dureza do seu pau me diz outra coisa... - ela diz me olhando e nos beijamos, agora sem falar, eu meto furiosamente, com raiva, mordo seus lábios, quando ela abre a boca eu cuspo dentro, quero enchê-la, lembro que ela está tomando pílulas então continuo metendo cada vez mais forte até gozar profundamente dentro dela. Ficamos assim, largados na cama, cochilando um pouco, nos trocamos para ir buscar a menina. E sinto que uma vida nova começa e Jorge vai fazer parte dela.
Eu me aproximo dela e seguro sua cintura.
Eu te via andando de costas e você é de matar...
Já sei que você quer me fazer sentir bem...
Muitas vezes eu fantasiei em ver minha mulher com outros, sei que sou doente e muitas vezes brincamos na cama com essa fantasia, o fato desse rapaz ter aparecido do nada me excita de um jeito incrível. Sinto que estou começando a perder o controle, quero que algo aconteça e também sei que uma coisa é fantasiar e outra é a realidade, estou em dúvida, minha mulher está toda corada, fazendo jogo com a nova cor do cabelo dela.
Desculpa, senhora... não quis ofendê-la... mas não vejo mulheres tão gostosas com tanta frequência... e que pernas... - ao se levantar, nota-se um volume considerável em sua calça, minha mulher baixa o olhar depois de ter observado seu volume por uma fração de segundo, o rapaz sorri, é óbvio que ele percebeu.
Agradeço o comentário... obrigada por querer me deixar feliz...
Adoro que ela esteja se sentindo bem... e faria qualquer coisa para ela se sentir ainda melhor...
Eu tô numa vibe estranha, é sábado de manhã e a última coisa que eu esperava era uma situação dessas, ainda mais com minha esposa segurando nossa filhinha no colo. Mas tem algo mais forte que eu me empurrando.
Minha esposa se sente feia... depois de ter nossa filha, ela não gosta de como ficou a barriguinha... - minha mulher me olha com uma fúria que me atravessa, o garoto sorri encantado com como o jogo está rolando.
-Não deve ser pra tanto... por favor...
Os três ficamos em silêncio, ninguém sabe como continuar depois de tudo aquilo, desejamos bom dia e seguimos caminhando. Essa pequena situação despertou todas as fantasias que estavam adormecidas em mim. Naquela noite em casa, depois de colocar a pequena para dormir, vamos jantar. Eu preparei a janta e me encarrego de encher o copo de vinho da minha esposa. Quero ela brincalhona, mais solta, e o vinho sempre a deixa alegre. Terminamos de comer, ela levanta os pratos e os coloca na pia. Rapidamente a pego por trás e a apoio suavemente. Ela joga a cabeça para trás apoiando no meu ombro, eu acaricio seus seios por cima do vestido enquanto vou desabotoando. Ouço seus gemidos e desço minha mão direita que se mete entre suas pernas. Brinco com minha mão sobre sua calcinha por um bom tempo, a masturbo devagar, com calma, os dois em silêncio, mas ela ofegante, quente.
-Parece que você agradou o garoto do mercado... -ela não responde, mas seus gemidos aumentam, eu puxo de lado a calcinha fio-dental e agora sim brinco com meus dedos direto na sua bucetinha.
Era grande o volume, hein... será por sua causa...?
-Que decis...? -diz, gemendo mais forte.
-Ele também percebeu que você olhou o volume dele...
Ela só geme cada vez mais, se vira e enfia a mão no meu volume, acaricia por cima da calça e vai descendo o zíper.
Me come...
Ficou toda molhadinha...
Chega, porque você vai me deixar irritada e vai acabar ficando com tesão...
Estou avaliando se aumento a aposta ou não, tenho minhas próprias dúvidas sobre até onde quero ir e o perigo de estragar a situação.
Parece que você vai ficar mais quente que eu... depois do jeito que você olhou o volume daquele pobre rapaz, deixou ele excitado também. Ela me empurra na cadeira, tira meu pau do confinamento e, desviando sua calcinha de lado, enfia de uma vez, está pegando fogo.
-Não estou usando camisinha... lembra que é perigoso...
Me come um pouco... depois você tira...
Gostou do magrelo, hein...
Você gosta quando eu te olho...
Adoro quando te olham... você é uma gostosa...
Sinto que uma barreira se quebrou, ela tá com mais vontade de brincar, percebo isso.
E você gosta que me olhem e fiquem de pau duro...?
Como o garoto do mercado disse...?
Ele devia ter um pauzão... não consegui não olhar... me perdoa...?
Por que...?
Por ter olhado para o pau de outro homem...
-É assim que começa, olhando...
E assim também termina...
-Não teria gostado de ver ele... pelado... devia ser importante...
Ele enfia a pélvis contra a minha, tá ficando cada vez mais quente.
Eu adoraria ter tocado e chupado ela bem... ahhh... siim... e que ela enfiasse bem fundo... ahhh... -ela está entrando em um daqueles orgasmos que parecem não ter fim, eu estou pensando em outras coisas tentando não gozar mas estou muito excitado, tiro ela de cima de mim, não queremos que ela engravide de novo, meu pau cospe toda a porra no ar, não sei quantos jatos saem mas meu orgasmo é tão potente que sinto uma fisgada na bunda.
Como você ficou excitado, porquinho... te espero no quarto para o segundo round... - diz, saindo nua da cozinha, deixando seu vestido cair sensualmente no chão.
O outro é no nosso quarto, totalmente pelados, com uma camisinha posta para poder gozar dentro dessa buceta preciosa que ela tem, dessa vez é em silêncio, longo, sem falar, mordendo nossas bocas, os dois ainda quentes por ter encontrado fantasias antigas que havíamos guardado.
A semana passada foi só trabalho, rotina, muito estresse, a situação econômica, a nenê, tudo junto. No sábado de manhã vamos levar a nenê na casa da minha sogra. Enquanto preparamos o café da manhã, olho pra Deborah, que é o nome da minha esposa, ela está só de calcinha, está uma delícia, fico vendo a bunda dela balançando enquanto ela anda. Na semana toda não transamos, os dois estamos com tesão. Ela me conta que voltou a tomar a pílula anticoncepcional, não gosta de fazer com camisinha. Sentamos pra tomar café, estou excitado e começo a fantasiar, de novo fico na dúvida, mas tem algo mais forte que me empurra de volta.
- A gente não precisa de nada do mercado?
Fomos no sábado passado...
Mas a gente pode dar uma passada... por ali a gente acha o que tá faltando...
-Bom, então eu me troco e vamos... levamos a menina primeiro... -pelo jeito que você fala não sei se realmente entendeu o que eu proponho ou não, mas tudo bem, não importa, penso.
Quando ela entra vestida, não dá pra acreditar, está com um vestido novo, mais curto que ajusta a bunda e marca de um jeito delicioso, uns sapatos de salto alto que estilizam ainda mais as pernas.
Você gosta de love... comprei essa semana... mas é demais pra ir no mercado, né...?
Se algum garoto te ver, ele vai ficar feliz e com tesão...
E você...?
Eu que...?
- O que vai acontecer com você...?
Vou ficar com ciúmes...
-E tá com tesão...? -ela diz com um sorriso, abrindo o jogo de um jeito que me surprende, fico meio atordoado.
- Você não me respondeu... você gosta que eu esquente o garoto...
Sim... fico com ciúmes, mas eu gosto...
E depois que eu esquentar ele... o que eu faço... deixo ele quente...?
Realmente não esperava que ela fosse aumentar tanto a aposta, fico em dúvida de novo, não sei o que responder.
-Não sei o que você gostaria de fazer...
-E aí... -faz uma longa pausa- convidar ele pra casa pra tomar alguma coisa... essa ferramenta deve ser digna de ser vista... mas é demais, né...? -diz com voz de putinha. Não bebemos álcool, não entendo como ela está tão desinibida, ou se está só me testando, preciso tirar essa dúvida.
-Bom, vamos ao mercado e vemos... -digo me fazendo de descolado. Deixamos a menina na casa dos meus sogros e seguimos para o mercado, sinto uma mistura de excitação e nervosismo, são os primeiros dias da primavera, Deborah olha pela janela sorridente, os dois mergulhados em nossos pensamentos, ao entrar no mercado alguns homens a olham, damos algumas voltas por lá e o rapaz não está à vista, depois de um tempo circulando pelo mercado o vemos entrar por uma área que vem dos depósitos, Debora me pede para deixá-la sozinha e se aproxima de onde ele está. Ele a cumprimenta sorrindo, ela se posiciona de um jeito muito sensual, conversam um bom tempo enquanto ela olha alguns produtos e ele começa a trabalhar para evitar que falem algo, não sei quanto tempo passa mas para mim é uma eternidade, ele se levanta e dá dois beijos nela, ela se afasta caminhando para o lado oposto ao que eu estou balançando sua bunda exageradamente, vejo como o rapaz ajusta o volume na calça e eu ajusto o meu também. Dou a volta pelo outro lado e a encontro, está sorrindo, parece feliz.
- E aí?
- Então, amor...? - olho sério para ela - ah... com o Jorge... convidei ele pra tomar umas cervejas artesanais à tarde... com você, claro... falei que a gente achou ele muito gente boa...
Eu realmente não sabia o que dizer, era verdade?, ele estava me medindo?, isso me tirou das minhas reflexões.
-Saio às cinco... falei pra ele que a gente busca ele de carro... você prefere ir num bar ou vamos pra casa melhor... seria mais íntimo... -tô sentindo meu pau a ponto de explodir, duro que nem ferro, ele tá falando sério comigo? - de novo você não responde amor... prefere que eu vá sozinho... assim todo mundo fica mais tranquilo...
-Não não... de jeito nenhum... vamos comer alguma coisa...
Fomos a um restaurante que costumamos frequentar, não quero perguntar nada, se ele está me testando, não vou cair na armadilha. Ele me olha sorridente.
E aí, qual você prefere... Bar ou casa...?
Mas você acha que ele sabe onde a gente mora...
- É que ir direto pra um hotel me dá uma sensação estranha... - ela diz rindo, me olha, percebe que estou nervoso. - Prefere que eu ligue pra cancelar... - ela fala pegando o celular, eu nem tinha percebido que tinha passado meu número pra ela em nenhum momento -
- Não, amor... tá tudo bem... vamos pra casa... aí a gente conversa tranquilo... - digo e acho que minha voz saiu um pouco fininha, perto da hora ela me fala pra irmos. Ela entra no carro, fico esperando que ela diga que é brincadeira, mas a gente vai ficando cada vez mais perto do mercado, são quase cinco horas. Por uma porta lateral eu vejo ele saindo, se aproxima do carro, senta atrás.
-Oi Raul... como você está? -ele estende a mão. Ele também disse meu nome.
Oi Jorge... a gente prefere ir pra casa, se não te incomodar...
-Não estou amando... assim a gente fica de boa...
A Deborah me contou que vocês estão curtindo muito juntos...
Se a gente tá muito feliz...
Com uma mulher dessas, qualquer um seria feliz...

A conversa passa para empregos, horários, famílias, ele mora com os pais, sem namorada, sem compromissos. Ele adora as garotas bem branquinhas, tipo a Deborah, ele diz e meu pau dá um pulo na calça.
Entramos em casa, a Debora vai servir umas cervejas, ele se senta na poltrona grande, eu na que fica de frente. A Deborah serve a taça dele, me dá a minha, e com a dela na mão, se senta ao lado dele. Continuamos conversando sobre cada coisa e a Debora apoia a mão na coxa dele, nenhum de nós três deixa passar o detalhe, o volume dele é notório sob a calça. A Deborah, sem dizer nada, se ajoelha no chão ao lado da poltrona, e começa a desabotoar a calça dele, que se deixa fazer.
Isso está muito apertado... deve estar te incomodando... - sem querer, pega também a cueca dele e fica à mostra um pau grosso, longo, com uma cabeça grande, realmente impressionante, liberado. - uau... olha isso, amor... é impressionante... e já está chupando com deleite, observei seu lindo cabelo tingido de ruivo subindo e descendo, ele afasta o cabelo dela, tem uma cara de êxtase, aproveitando o quão boa a Deborah é no boquete. Eu observo como com a mão ela acaricia suavemente aqueles ovos grandes, perfeitamente depilados, combinando com o tamanho do seu cacete, me impressiona seu membro, com as veias marcadas, o rosto da minha esposa parece extasiado, ela se delicia chupando aquele pau, às vezes brinca só com a cabecinha e depois enfia mais fundo, vejo a baba saindo da sua boca, ela realmente está curtindo, também vejo como com a mão que acaricia os ovos do rapaz, ela desliza de vez em quando um dos seus dedos com aquelas lindas unhas pintadas e brinca com a entrada do ânus do nosso amigo, que tem como uma descarga cada vez que minha esposa toca ali, ele avisa que está muito perto, que se não parar não vai aguentar muito mais, minha esposa para, fica como se estivesse acordando de um sonho, olha para ele, olha para mim, me parece que estava voltando à realidade, se acomoda agora no sofá, coloca todo o seu corpo sobre o sofá, está totalmente vestida, sua bunda fica oferecida em pompa, me pede para levar uma camisinha ao rapaz, ao nosso amigo Jorge, diz sensual, depois me pede para me aproximar, para mostrar ao nosso amigo sua bunda, que levante devagarinho a parte de baixo do vestido, que não puxe a calcinha para baixo, que simplesmente a afaste para o lado.
Enquanto isso, Jorge está colocando a camisinha, olhando extasiado para a cena, se deliciando com o que vê, mal pode acreditar. Eu, de vez em quando, também olho para a dureza do seu membro. Finalmente, eu gozo. Minha esposa vira a cabeça para o lado e olha para ele, morde o lábio inferior, seu rosto é um poema, está ardendo e esperando que ele ocupe o seu lugar. E ele ocupa, se posiciona atrás dela, mas sua atitude é diferente. Sente-se um vencedor, como se percebesse que algo importante está acontecendo, que é ele, neste momento, o protagonista daquilo que se passa, e ao mesmo tempo mal pode acreditar.
Começa a brincar com o pau dele, passando na entrada da buceta da minha mulher,
Enfia logo... por favor...
Vejo ele sorrir enquanto vai enfiando devagar, até o fundo, minha mulher geme alto, observo como os lábios dela envolvem o pau dele e acompanham cada vez que ele sai, porque já está metendo com força, segurando a cintura dela.
- Que delícia você é... eu não pararia nunca de te comer...
-E não para... -diz ela gemendo agora mais forte- e como você me enche... é tão grossa... nunca senti assim...
Eu adoraria te encher... mas de porra...
Ela não responde, mas geme mais alto. Eu continuo parado ao lado deles, sem perceber que estou apertando o volume por cima da calça. Jorge parece notar minha presença de novo, me olha sorridente e diz: "Tira o pacote tranquilo, maluco". Eu sinto que ele está me humilhando, me colocando num lugar diferente. Ele está comendo minha mulher e eu vou me masturbar enquanto ele fode ela.
Minha mulher vira a cabeça e quando me vê estou pelado batendo uma, ela fala com ele.
Parece que meu marido fica mais excitado vendo você me comer do que quando ele mesmo me come...
Vamos dar o prazer então... - ele diz - por que você não pergunta?
amor... você gosta de ver como o Jorge me fode...?
Paro de bater punheta porque sinto que vou gozar e depois vou me arrepender, cheio de dúvidas e remorso.
Se eu gostar...
E o que você gosta mais? Me comer ou ver como eu fodo o Jorge?
Não sei o que responder e fico calado. Jorge intervém:
-Não precisa responder... olha só o lugar que ela escolheu...
Agora ele se apoia nas costas dela, puxa seu cabelo girando a cabeça e a beija, ela o beija apaixonadamente também. Sinto que meu coração vai explodir, isso me parece muito mais íntimo do que quando ele a beijou, como se a tornasse mais parte dele. Realmente não esperava que se beijassem e isso me desconcerta. Ao mesmo tempo, me sinto cada vez mais excitado, mais perto de gozar, por isso saio da sala e vou para a cozinha. Quando volto, ele está falando no ouvido dela enquanto continua metendo. Ela continua como uma putinha sobre o sofá e ela responde sim a tudo, sim sim, a ouvi gemer. Sim sim, ela sempre diz que sim. Ele fala suave no ouvido dela, eu quero ouvir e de novo fico muito excitado. A intimidade que se estabelece entre eles me enlouquece, decido sair mais uma vez para a cozinha. Quando volto, ele está sentado no sofá e ela está cavalgando nele, ainda com o vestido, tem vergonha de tirar e deixar ele ver sua barriguinha. Ele insiste, mas ela diz: não, não, a barriguinha, não. Diz com uma voz muito sexy, muito sensual. Ele insiste, mas ela não quer, então ele libera seus peitos e os chupa com atenção. Ela está tendo um orgasmo, ele volta a falar no ouvido dela, sussurra novamente. Ela diz que sim de novo, sim sim sim sim, só se eu ouvir. Saio de novo para a cozinha, não aguento e realmente não quero gozar. Quando volto, ele continua sussurrando no ouvido e ela continua dizendo que sim, que sim. Se eu sair de novo, pego um copo de água fria, minhas mãos tremem, tento pensar em outra coisa. Quando volto para a sala, ela está de joelhos na frente dele, ele não está de camisinha e ela está chupando seu pau com prazer enquanto acaricia sua bolsa. Ele vai dar tudo o que tem, segura sua nuca suavemente acompanhando o movimento da cabeça da minha mulher, até que em um momento ele se tensiona, segura mais forte sua nuca, percebo que ele está gozando. Minha mulher engole tudo o que ele dá, penso nas vezes que ela me diz que não gosta que... gozei na boca e eu também estou gozando, cheio de angústia, jatos saltando no chão e depois tudo é voltar aos poucos. Voltar à situação cotidiana, todos vamos ficando mais tranquilos, eles se beijam, minha mulher se levanta e ele acaricia sua bunda linda e a beija. Se beijam sensual, parecem dois apaixonados, ele volta a sussurrar algo no ouvido dela e ela sorri. Me sinto cada vez mais tenso, apesar do orgasmo não perdi minha ereção. Ele se troca, conversamos um pouco, eles combinam de se ver de novo, que é preciso repetir, estou cheio de dúvidas, espero que ele vá embora e me aproximo da minha mulher, nos beijamos apaixonadamente e vamos para a cama, jogo ela na cama e assim a monto de frente na posição do missionário.
- Que puta você é... - digo a ela.
Você gostou que eu seja tão puta... podemos repetir quando quiser... porque parece que você gosta mais de ver outro me comendo do que você mesmo me comer...
-Não sei se quero...
- A dureza do seu pau me diz outra coisa... - ela diz me olhando e nos beijamos, agora sem falar, eu meto furiosamente, com raiva, mordo seus lábios, quando ela abre a boca eu cuspo dentro, quero enchê-la, lembro que ela está tomando pílulas então continuo metendo cada vez mais forte até gozar profundamente dentro dela. Ficamos assim, largados na cama, cochilando um pouco, nos trocamos para ir buscar a menina. E sinto que uma vida nova começa e Jorge vai fazer parte dela.
2 comentários - el despertar caliente de mi mujer