Depois que casamos, começamos a fazer umas brincadeiras, como muitos casais, claro. Experimentamos nos amarrar e percebemos que, por personalidade, caráter e prazer que sentíamos, os dois gostávamos que a Debora fosse a dominante. Num certo momento, ela foi promovida na empresa e, entre as obrigações dela, estava demitir funcionários. Muitos dos dias em que ela demitia alguém, eu notava que transávamos mais quente que nos outros dias, mas achava que era coisa da minha cabeça. A Debora comprou um par de algemas pra brincar, me amarava nas grades da cama e brincava comigo à vontade, a chave das algemas pendurada entre os peitos dela também me excitava. Um dia ela me perguntou sobre minhas fantasias, eu relutava em contar qualquer coisa, tinha medo de falar sobre isso. Uma noite fomos jantar e bebemos bastante, ela me provocou a noite toda, me acariciava sempre que podia, mostrava os peitos, dizia que ia me pegar. Quando eu estava algemado na cama, ela se ajeitou, colocou os lábios da buceta nas laterais do meu pau e se movia como se estivesse me comendo, apertando meu pau com os lábios dela na minha barriga.
—Você gostaria de meter...?
-Óbvio...
- E aí... quando você me contar sua fantasia, você mete em mim...
—Não... não sei... a verdade...
-Dá uma segurada, amor... é só uma fantasia... só isso... não precisa realizar... só brincar... -e pegou no meu pau, começando a brincar na portinha da buceta dela. -por que não deixa ela entrar?
—Às vezes acho que adoraria ver você fazendo isso com outra... — ela enfiou a pica de uma vez.
-Ahhh... siiiim... queee delícia.... me conta mais...
-Isso...
—Mas como seria...
-Alguém que te dê uma boa foda... por puta que esquenta paus... -minha língua começava a se soltar-
Você por aí... sempre esquentando os paus... alguém tem que te ensinar a não ser tão puta... - A Débora tava no fogo, nem sabia com qual fantasia dela tava se misturando, mas tava a mil, nem sei quantos orgasmos ela teve, parecia que não conseguia parar, ela comeu minha boca pra eu calar a boca, e a gente seguiu em silêncio até ela chegar.
Mais pra frente, perguntei de novo pra ela sobre as fantasias dela, mas ela se recusava a falar. Depois de quase seis meses que eu tinha contado a minha, ela mesma veio falar, por conta própria. A gente tava jantando num daqueles restaurantes chiques que ela adora, a janta regada a um bom vinho.
- Hoje eu tô afim de te contar uma fantasia que tenho... cê quer...
-Mas é claro... adoro...
— Não queria te contar porque me sinto meio doente... não acho certo... — interrompi tentando acalmá-la, mas ela não deixou. — Não, eu sei que faço coisas que não são certas... mas não consigo evitar...
-Bom, me conta então...
—Você sabe que às vezes sou muito arrogante... e bom... no trabalho... quando tenho que demitir algum rapaz... como dizer... gato... bonitão... que me dá tesão... fico muito excitada... trato eles com arrogância... e fico o dia inteiro super excitada... tenho a fantasia de que um dia algum deles se irrite e me dê o que mereço... que me castigue por agir feito uma puta... e isso me leva às alturas da excitação...
—E você gostaria de concretizar isso...?
—Não sei do que você tá falando... não depende de mim... além disso, não curto violência... por isso é uma fantasia...
-E se eu convidasse um desses caras...
-Não seja bobo... é impossível...
O jantar foi tranquilo, minha cabeça tava cheia de dúvidas, mas principalmente quente, eu tinha que dar um jeito de fazer aquilo, mas o que ia acontecer quando ela realmente estivesse com outro, será que eu aguentaria? Nós dois ficamos com muito tesão, a gente transava quase duas vezes por dia, quando acordava e à noite. Quando eu tava dirigindo, não conseguia tirar esse assunto da cabeça. Um dia, tive uma ideia. Como eu trabalho como autônomo, alguns dias, quando tô em casa, e a Débora trabalha daqui, ela me pede pra ligar pra secretária dela, pra pedir que mande alguns dados por e-mail. Um dia, criei coragem, liguei pra secretária e falei que a Débora não tava bem, que eu precisava fazer um trabalho pra ela, se ela conseguia me arrumar os dados das pessoas que foram demitidas nos últimos dois anos. Falei que precisava fazer um trabalho sobre isso, mas que por favor mandasse pro meu e-mail. Ela hesitou, não sabia se podia mandar aquela informação. Falei que era muito importante, que minha esposa ia valorizar muito, mas que por enquanto ela não podia saber de nada. Enfatizei a importância do assunto e no fim ela topou.
Depois de revisar as informações, descobri que tinha dez caras de uns trinta anos, mandados embora nos últimos dois anos. Mandei mensagem pra cada um, dizendo que tava fazendo um pedido de relatório sobre a Chefe dona Débora... e o sobrenome, que queria saber como ela tinha tratado eles na hora de dar a notícia da demissão.
Cinco deles não me responderam o e-mail, três responderam com evasivas e dizendo que no final não lembravam muito do evento. Os outros dois, Thiago e Martín.
Thiago me respondeu, essa é uma puta ruim, tomara que um dia encontre quem dê o que ela merece, maldita puta...
Martim dizia... dia inesquecível pra mim... mas a chefe tava tão gostosa... as vezes que tive fantasias com ela, no dia que me mandou embora ela parecia excitada, como eu queria ensinar modos pra ela...
Thiago se isolava, Martín queria ensinar boas maneiras pra ele. Depois de muita dúvida e vai e vem, marquei de encontrar com ele, parecia ser gente boa, comemos uns hambúrgueres com cerveja e contei quem eu era, a fantasia da minha esposa, os olhos dele brilhavam.
—Tá me zoando... é tua esposa, mano...!
-Me excita a ideia de ver ela com outro cara...
-Mas olha só como aquela puta me fez ficar com raiva... ui, desculpa...
-Não, tá de boa... te entendo... -e na real tava me excitando que ele falasse dela assim, mesmo não querendo que ele percebesse.
Minha ideia é levar ela pra jantar... aí você aparece no jantar pra comer com a gente e a gente vê no que dá... eu te aviso quando chegar... assim a gente toma uns aperitivos antes... combinado.
Naquele sábado, escolhi o vestido pra ela, a calcinha sem sutiã, os sapatos, falei que era um jantar especial, que por favor se vestisse assim pra mim.
— Mas, amor... sem sutiã... esse vestido até dá... mas vai dar pra ver meus peitos... — e ela tava toda feliz, óbvio. Fomos comer num restaurante de um hotel, tínhamos um quarto reservado, a Débora tava toda empolgada, jantar romântico, disse ela. No restaurante, reservei uma daquelas mesas que têm um banco inteiro, em semicírculo, uma espécie de camarote. Quando entramos, os garçons olhavam pra ela, alguns clientes também, ela tava uma delícia, o canal dos peitos dela, aff, impressionante. Tomamos uns drinques, e eu fui ao banheiro, mandei uma mensagem pro Martín pra ele chegar em dez minutos. Quando voltei pra mesa, falei pra Débora.
—Daqui a pouco vai chegar mais um cliente... — ela me olhou estranha e divertida. — Se chama Martín... falei o sobrenome também, ele não pareceu lembrar. Trabalhava numa empresa multinacional... e parece que a chefe não tratou ele bem na hora de mandar embora... ele tá meio... quente... eu diria...
O rosto da Debora se transformou.
—Tá me zoando...
- Porra, usam isso na Espanha... e acho que sim... que ela tá doida pra te comer...
O rosto dela era um poema, a respiração acelerava, os peitos subiam e desciam cada vez mais rápido...
—Mas... como... quem...?
Naquele momento, Martín estava parado do lado da mesa, quando ela viu ele, ficou toda vermelha, só disse um tímido "oi".
—Senta, Martín, fica à vontade. Tava contando pra minha esposa, ela não sabia de nada, não lembrava do teu nome, parece que agora te reconheceu...
-É, ela costumava desfilar entre as mesas andando de um jeito sensual, balançando aquela rabuda e, se precisava de algo, chamava a gente de neguinho... hoje espero que me chame de Sr. Martin...
Débora me pediu permissão, precisava ir ao banheiro, tava surpresa, com tesão, acho que também.
—Vai rebolando essa rabuda sensual... igual fazia na empresa, gostosa... —disse Martín. Me pareceu que ela andava mais sensual que o normal, mas eu não sabia como aquilo ia continuar, se a Débora ia querer ir embora ou entrar na brincadeira. Aqueles minutos pareceram uma eternidade. Martín parecia confiante.
Quando voltou pra mesa, em vez de entrar pelo meu lado, disse
-Com licença, seu Martin... me deixa passar...
Ele se levantou e deixou espaço pra ela se esfregar ao passar, ela sentou de novo no meio.
—Vem mais perto de mim... —disse Martín, e ela obedeceu na hora.
Tá cada dia mais gostosa... não acredito nisso... teu marido é um campeão...
-Mais que campeão... pra mim parece um perdedor...
Ela puxou o vestido pra cima porque ele tava descendo um pouco e os peitos dela tavam bem à mostra.
- Deixa o vestido quieto... se você tá com tesão e respirando ofegante, ele vai descer... eu gosto da vista dos seus peitos...
E foi assim, Martín chamou o garçom, Debora não levantou o vestido, quase dava pra ver o começo dos bicos dos peitos dela, Martín demorou pra pedir, o garçom tentava disfarçar o olhar, quando o garçom foi embora, Martín enfiou a mão entre as pernas de Debora.
—Você deve estar toda molhada já... hein, putinha...
Ele enfiou a mão um pouco mais, tentando disfarçar.
Essa puta tá gostosa...
No jantar, a gente falou de outras coisas pra relaxar, falei pro Martín que a gente tinha reservado um quarto no hotel. Quando levantamos da mesa, o Martín pegou ela pela cintura, e quando a gente se afastou um pouco, começou a acariciar a bunda dela.
—Se eu já sonhei em te acariciar assim... sua putinha...
—Débora abaixava um pouco a cabeça, mas os olhos dela entregavam o nível de tesão que tava sentindo. No elevador, ele subiu primeiro, puxou a Débora de costas pra ele e a apoiou.
Senti o que você vai comer hoje...
Descemos do elevador e ele passou a mão na bunda dela de novo enquanto a gente andava. Um casal jovem que passou por nós olhou e deu risada.A excitação da Debora era imensa, assim que entramos no quarto do hotel, dava pra sentir a respiração ofegante dela. Eu reconheço na hora quando ela tá no pique, e esse era o momento.—Não tira nada... fica de quatro em cima da cama... —disse Martín
Débora obedeceu na hora, se movia feito uma gata andando de quatro pela cama. Martín tirou os tênis e a calça, dava pra ver um volume grande dentro da cueca. Puxou ela pra perto, segurou a cabeça dela e passou o rosto dela no pau dele, fez ela brincar um pouco com a boca, mas ainda por cima da cueca. Baixou a cueca e mandou ela chupar.
—Puta merda, como você chupa bem... quantas vezes eu já imaginei você me chupando assim quando passava entre as mesas rebolando essa raba e esses melões de puta que você tem... —Débora gemia e continuava chupando.
Vira agora... - A Débora se virou, ainda estava com o vestido. Ele levantou o vestido dela, ela ainda estava de fio dental. - Que gostosa você é... puxou a calcinha pro lado e meteu o pau de uma vez, era uma rola bem comprida e grossa, eu via os sucos da Débora.
—Que gostosa que você tá, putinha... isso que você imagina que fazem contigo quando você desfila entre as mesas, hein... — Débora só gemia e não respondia. — Você se vestia especialmente gostosa quando ia demitir um funcionário, hein... putinha...?
-É, não sei por que, mas me excitava muito... às vezes eu me toco um pouco antes de fazer, no banheiro...
—Porque você estava esperando este momento... hein, puta...?
—Sim, senhor Martín... —Débora começou com um orgasmo profundo, Martín agarrou firme seus quadris, puxando-a para perto. Débora se acariciava a bucetinha enquanto gozava. Ele começou a meter bem forte agora, sem camisinha em nenhum momento. Só naquela hora percebi a situação, a excitação tinha me cegado. Em cinco anos de relacionamento, nunca tínhamos ficado com outra pessoa, pelo menos eu não, e Débora, que eu soubesse, também não. E agora, do nada, Martín metia sem capa e Débora adorando. Martín continuou por um bom tempo sem falar, Débora não parava de gemer. Num momento, Martín enfiou fundo, vi o pulsar do pau dele e as bolas se contraindo, ele estava enchendo ela. Débora se masturbava e gozava de novo. Martín tirou devagar, e a imagem ficou gravada pra sempre em mim: gotas de porra escorrendo pelos lábios da buceta da minha mulher, algumas escorrendo pela calcinha azul que ela ainda vestia. Ele continuava bem duro, agora sim tirou o vestido e a calcinha dela. Ela apoiou a cabeça no travesseiro, totalmente inclinada e oferecida. Martín enfiou de novo, a gozada dele escorria pela lateral do pau. Ele pegou um pouco e com o dedão brincava com o cuzinho de Débora, dava duas ou três bombadas, tirava da buceta dela e, juntando as nádegas, passava pelo canalzinho que formavam. Ficou assim por um bom tempo. Agora só metia e brincava com o dedão no cu dela. Depois, tirou o pau algumas vezes e brincava na portinha do cu dela. Débora se mexia como se quisesse enfiar. Eu estava excitadíssimo. Em cinco anos de relação, só tentamos algumas vezes por trás, e ela dizia que eu era bruto, que doía e tal. Mas agora estava super excitada.
— Abre bem essa buceta... — ela, com as mãos, separava os glúteos, mostrando bem o cuzinho. Ele continuava metendo forte na buceta dela, brincando com o dedo no cu. Grossa, deixou cair uma cusparada grossa, que Débora tratou de espalhar pelo próprio rabo. — Esse é teu sonho... hein... que um ex-funcionário puto volte e te coma bem esse cu... hein? — Débora gemia cada vez mais alto. Seguiu por um bom tempo metendo na buceta dela e brincando com o dedo, preparando o cuzinho dela. — Adoro como isso fica... — deixou a ponta da pica na entrada do cu. Débora tentava rebolar pra provocar a penetração, mas não conseguia. — Espera... não seja gulosa... — aí sim, ele enfiou só a cabeça. Débora se acariciava a bucetinha, gozando de novo. Devagar, foi enfiando tudo, e depois meteu bem forte. Débora gemia e Martin bufava. Ficou um tempão nessa, depois tirou a pica e me mandou chegar perto.
— Vem cá, vê como ficou a buceta dessa puta... — tava um pouco dilatada, nada demais — não tem muito uso, né...?
— Ela não gosta pela buceta...
—Não parece... —disse ele, sorrindo pra mim. Agora ele pegou ela de novo, sempre na mesma posição, enfiando na buceta. Não tinham se beijado a noite toda, o que, sei lá por que, me aliviava. Martín não voltou pra bunda dela, continuou firme na buceta até encher ela de novo. Os dois ficaram largados na cama, um do lado do outro. Eu fui entre as pernas da minha esposa, toquei na coisinha dela, e tava super sensível, os fluidos do Martín começando a escorrer. Ficaram um tempão em silêncio.
— Vamos tomar banho —disse Martín.
Débora caminou sensual na frente dele, balançando aquela rabuda, entraram juntos no chuveiro, e agora, de frente, se beijaram na boca como desesperados, pareciam dois animais selvagens. Ele chupou os peitos dela e ela bateu uma pra ele, que já tava durasso de novo. Virou ela de costas e meteu de novo no cu dela, enquanto apertava o corpo dela contra a parede e amassava os peitos dela, quase sem jeito. Débora virava a boca pra beijar ele.
—Vou te comer mil vezes, sabia... sua puta soberba... vou te botar no teu lugar, sua puta de chefe que se acha...
- Se eu preciso ser sua putinha... você tinha razão antes com sua pergunta... quando eu bato uma no banheiro do trampo... antes de mandar alguém como você embora, eu penso... em como ela fica brava... e me faz bem a bunda... igual você agora...
-Coitado do teu marido...
—Parece que já bateu duas punhetas... pelo menos... não sei por que não prestei atenção...
-Agora sim vou encher essa buceta todinha...
—Se eu quero sentir você explodir... espera um pouquinho... — disse se masturbando de novo... — me enche, seu Martin...!!!!
Pego ela bem firme pela cintura e encho ela agora por trás, o pau dele ficou um tempão ainda. Dava pra ver que ele ainda tava muito excitado, tirou umas duas vezes e meteu de novo.
Saíram do chuveiro, a Débora me beijou.
—Você passou dos limites, amor... mas a partir de hoje... — e me beijou de novo, indo pro quarto se trocar.
O Martín trocou de roupa, a gente levou ele pra casa, eu tava dirigindo, a Débora do meu lado e ele sentado atrás. Num momento da viagem, ele falou.
—Vem aqui, puta... passa pra trás... assim tu toma o pouco que me deixou... — e ele tirou o pau da calça, eu parei o carro e a Debora passou pra trás, e começou a dar um dos boquetes dela até ele gozar na boca dela.
—Que delícia... —disse ele com cara de satisfação enquanto gozava.
Assim que deixamos o Martín, a Debora me beijou, eu sentia o gosto amargo na boca dela, ela ainda tava muito excitada.
—Essa foi a noite mais quente da minha vida... e acho que é só o começo... que bom que você topou... mas cê tá ligada no que você começou, né? — disse ela.
—Não pensei que ia ser tão intenso...
—Acho que você escolheu bem demais... mas já que abriu a porta... tenho mais uns quatro ou cinco candidatos... que sei que estavam de olho em mim... aos poucos vamos conhecendo eles, hein...? — disse apertando minha rola. — Gozou duas vezes, né...? feito um punheteiro voyeur...
-Se meu amor...
-Que bom... adoro que isso te excite... me faz aproveitar muito mais... Assim que entrarmos em casa, você tira a roupa e se deita na cama, coloca as algemas sozinho... vai levar uma bela trepada... embora não saiba onde... talvez só na sua barriguinha... - e ela riu com malícia.
Num segundo que a gente entrou, ele tava pelado e com as mãos nas algemas, a gente colocava elas em volta de uma das barras da cama e eu só conseguia colocá-las. Quando a gente brincava, a Debora colocava uma correntinha com a chave pendurada no pescoço, caindo entre os peitos dela. A Debora entrou depois, só de fio dental e salto alto, cantarolando. Eu tentava fazer ela ver minha excitação e notar como meu pau dava pulinhos.
—Que noite intensa e diferente, amor... é o começo de outra vida... graças a você... o que você mais gostou... e o que menos... me conta... —disse ela sentando ao meu lado na cama.
Me excitou tudo pra caralho... além de ser educado... é mandão... sabe o que quer... e tem um bom pau, né...
—Uma boa pica, você quer dizer... sim... mas ele é respeitoso demais com você... tenho certeza que algum dos outros funcionários que eu falo... não te trataria tão bem... você gostaria disso...? — ele disse e acariciou um pouco minha pica. — porque me excitaria muito mais... que não te tratassem tão bem...
—Que puta sem-vergonha você é... — ela sorriu.
—Você sabe que eu gosto de ser safada... e ainda mais quando sei que isso te deixa com muito tesão... né...?
-Olha como você me deixou...
—Rendido... vejo um corno rendido... pra esposa eu enchi a buceta duas vezes um quase desconhecido... meti no cu dela duas vezes e numa eu gozei dentro... e o marido todo excitado... e no carro me fez engolir...
Chupou minha pica umas duas vezes.
-Tá uma delícia... mas a do Martín é melhor... você não me disse que eu te irrito mais...
-Quando te beijo no banheiro... minhas pernas tremiam... morria de ciúmes... tinha medo de te perder... parecia mais romântico...
—E talvez... de um garoto como esse eu possa me apaixonar... claro... esse é o problema quando a gente brinca com fogo... — eu me masturbava devagar — a gente pode se queimar... você ia gostar de enfiar um pouquinho...?
—Por favor... adoraria...
Ela se levantou e foi pegar uma camisinha, colocou em mim com a boca, me olhando com aqueles olhões azuis que me matam. Depois montou em mim, os peitos dela balançavam e me deixavam louco, ela me cavalgava no tempo dela, curtindo o momento.
—Não ouse gozar até eu te dar permissão... sua bucetinha não tá tão gostosa agora... eu pensei que era grande... mas vejo que tem outras grandes de verdade...
—Adoraria chupar suas tetas... — ela se aproximou e as deixou na frente da minha boca.
- Se mamar bem... hoje você se formou como corno... é sua festa de boas-vindas, hein...?
—Você me deixa louco...
—E agora você tem que se preparar... nada vai ser igual... não vai mais transar tanto assim agora...
-Por que não...?
Pra você não perder o interesse... pra você se preocupar em me atender bem em todos os sentidos... vamos ver... aproveita agora... enquanto eu te deixo...
-Mas com camisinha...
—Você prefere que eu te masturbe...? —senti que ela estava chegando de novo... pode gozar quando quiser, corno... posso te chamar de corno...
Explode como se fosse o primeiro gozo da noite. Depois, a Débora me beijou pra caralho, comeu minha boca por um tempão.
—Tem razão... a gente beija muito quando ama... será que dá pra amar mais de uma pessoa, não...? —ela riu e saiu em direção ao banheiro, me deixando ainda com as algemas.
—Você gostaria de meter...?
-Óbvio...
- E aí... quando você me contar sua fantasia, você mete em mim...
—Não... não sei... a verdade...
-Dá uma segurada, amor... é só uma fantasia... só isso... não precisa realizar... só brincar... -e pegou no meu pau, começando a brincar na portinha da buceta dela. -por que não deixa ela entrar?
—Às vezes acho que adoraria ver você fazendo isso com outra... — ela enfiou a pica de uma vez.
-Ahhh... siiiim... queee delícia.... me conta mais...
-Isso...
—Mas como seria...
-Alguém que te dê uma boa foda... por puta que esquenta paus... -minha língua começava a se soltar-
Você por aí... sempre esquentando os paus... alguém tem que te ensinar a não ser tão puta... - A Débora tava no fogo, nem sabia com qual fantasia dela tava se misturando, mas tava a mil, nem sei quantos orgasmos ela teve, parecia que não conseguia parar, ela comeu minha boca pra eu calar a boca, e a gente seguiu em silêncio até ela chegar.
Mais pra frente, perguntei de novo pra ela sobre as fantasias dela, mas ela se recusava a falar. Depois de quase seis meses que eu tinha contado a minha, ela mesma veio falar, por conta própria. A gente tava jantando num daqueles restaurantes chiques que ela adora, a janta regada a um bom vinho.
- Hoje eu tô afim de te contar uma fantasia que tenho... cê quer...
-Mas é claro... adoro...
— Não queria te contar porque me sinto meio doente... não acho certo... — interrompi tentando acalmá-la, mas ela não deixou. — Não, eu sei que faço coisas que não são certas... mas não consigo evitar...
-Bom, me conta então...
—Você sabe que às vezes sou muito arrogante... e bom... no trabalho... quando tenho que demitir algum rapaz... como dizer... gato... bonitão... que me dá tesão... fico muito excitada... trato eles com arrogância... e fico o dia inteiro super excitada... tenho a fantasia de que um dia algum deles se irrite e me dê o que mereço... que me castigue por agir feito uma puta... e isso me leva às alturas da excitação...
—E você gostaria de concretizar isso...?
—Não sei do que você tá falando... não depende de mim... além disso, não curto violência... por isso é uma fantasia...
-E se eu convidasse um desses caras...
-Não seja bobo... é impossível...
O jantar foi tranquilo, minha cabeça tava cheia de dúvidas, mas principalmente quente, eu tinha que dar um jeito de fazer aquilo, mas o que ia acontecer quando ela realmente estivesse com outro, será que eu aguentaria? Nós dois ficamos com muito tesão, a gente transava quase duas vezes por dia, quando acordava e à noite. Quando eu tava dirigindo, não conseguia tirar esse assunto da cabeça. Um dia, tive uma ideia. Como eu trabalho como autônomo, alguns dias, quando tô em casa, e a Débora trabalha daqui, ela me pede pra ligar pra secretária dela, pra pedir que mande alguns dados por e-mail. Um dia, criei coragem, liguei pra secretária e falei que a Débora não tava bem, que eu precisava fazer um trabalho pra ela, se ela conseguia me arrumar os dados das pessoas que foram demitidas nos últimos dois anos. Falei que precisava fazer um trabalho sobre isso, mas que por favor mandasse pro meu e-mail. Ela hesitou, não sabia se podia mandar aquela informação. Falei que era muito importante, que minha esposa ia valorizar muito, mas que por enquanto ela não podia saber de nada. Enfatizei a importância do assunto e no fim ela topou.
Depois de revisar as informações, descobri que tinha dez caras de uns trinta anos, mandados embora nos últimos dois anos. Mandei mensagem pra cada um, dizendo que tava fazendo um pedido de relatório sobre a Chefe dona Débora... e o sobrenome, que queria saber como ela tinha tratado eles na hora de dar a notícia da demissão.
Cinco deles não me responderam o e-mail, três responderam com evasivas e dizendo que no final não lembravam muito do evento. Os outros dois, Thiago e Martín.
Thiago me respondeu, essa é uma puta ruim, tomara que um dia encontre quem dê o que ela merece, maldita puta...
Martim dizia... dia inesquecível pra mim... mas a chefe tava tão gostosa... as vezes que tive fantasias com ela, no dia que me mandou embora ela parecia excitada, como eu queria ensinar modos pra ela...
Thiago se isolava, Martín queria ensinar boas maneiras pra ele. Depois de muita dúvida e vai e vem, marquei de encontrar com ele, parecia ser gente boa, comemos uns hambúrgueres com cerveja e contei quem eu era, a fantasia da minha esposa, os olhos dele brilhavam.
—Tá me zoando... é tua esposa, mano...!
-Me excita a ideia de ver ela com outro cara...
-Mas olha só como aquela puta me fez ficar com raiva... ui, desculpa...
-Não, tá de boa... te entendo... -e na real tava me excitando que ele falasse dela assim, mesmo não querendo que ele percebesse.
Minha ideia é levar ela pra jantar... aí você aparece no jantar pra comer com a gente e a gente vê no que dá... eu te aviso quando chegar... assim a gente toma uns aperitivos antes... combinado.
Naquele sábado, escolhi o vestido pra ela, a calcinha sem sutiã, os sapatos, falei que era um jantar especial, que por favor se vestisse assim pra mim.
— Mas, amor... sem sutiã... esse vestido até dá... mas vai dar pra ver meus peitos... — e ela tava toda feliz, óbvio. Fomos comer num restaurante de um hotel, tínhamos um quarto reservado, a Débora tava toda empolgada, jantar romântico, disse ela. No restaurante, reservei uma daquelas mesas que têm um banco inteiro, em semicírculo, uma espécie de camarote. Quando entramos, os garçons olhavam pra ela, alguns clientes também, ela tava uma delícia, o canal dos peitos dela, aff, impressionante. Tomamos uns drinques, e eu fui ao banheiro, mandei uma mensagem pro Martín pra ele chegar em dez minutos. Quando voltei pra mesa, falei pra Débora.
—Daqui a pouco vai chegar mais um cliente... — ela me olhou estranha e divertida. — Se chama Martín... falei o sobrenome também, ele não pareceu lembrar. Trabalhava numa empresa multinacional... e parece que a chefe não tratou ele bem na hora de mandar embora... ele tá meio... quente... eu diria...
O rosto da Debora se transformou.
—Tá me zoando...
- Porra, usam isso na Espanha... e acho que sim... que ela tá doida pra te comer...
O rosto dela era um poema, a respiração acelerava, os peitos subiam e desciam cada vez mais rápido...
—Mas... como... quem...?
Naquele momento, Martín estava parado do lado da mesa, quando ela viu ele, ficou toda vermelha, só disse um tímido "oi".
—Senta, Martín, fica à vontade. Tava contando pra minha esposa, ela não sabia de nada, não lembrava do teu nome, parece que agora te reconheceu...
-É, ela costumava desfilar entre as mesas andando de um jeito sensual, balançando aquela rabuda e, se precisava de algo, chamava a gente de neguinho... hoje espero que me chame de Sr. Martin...
Débora me pediu permissão, precisava ir ao banheiro, tava surpresa, com tesão, acho que também.
—Vai rebolando essa rabuda sensual... igual fazia na empresa, gostosa... —disse Martín. Me pareceu que ela andava mais sensual que o normal, mas eu não sabia como aquilo ia continuar, se a Débora ia querer ir embora ou entrar na brincadeira. Aqueles minutos pareceram uma eternidade. Martín parecia confiante.
Quando voltou pra mesa, em vez de entrar pelo meu lado, disse
-Com licença, seu Martin... me deixa passar...
Ele se levantou e deixou espaço pra ela se esfregar ao passar, ela sentou de novo no meio.
—Vem mais perto de mim... —disse Martín, e ela obedeceu na hora.
Tá cada dia mais gostosa... não acredito nisso... teu marido é um campeão...
-Mais que campeão... pra mim parece um perdedor...
Ela puxou o vestido pra cima porque ele tava descendo um pouco e os peitos dela tavam bem à mostra.
- Deixa o vestido quieto... se você tá com tesão e respirando ofegante, ele vai descer... eu gosto da vista dos seus peitos...
E foi assim, Martín chamou o garçom, Debora não levantou o vestido, quase dava pra ver o começo dos bicos dos peitos dela, Martín demorou pra pedir, o garçom tentava disfarçar o olhar, quando o garçom foi embora, Martín enfiou a mão entre as pernas de Debora.
—Você deve estar toda molhada já... hein, putinha...
Ele enfiou a mão um pouco mais, tentando disfarçar.
Essa puta tá gostosa...
No jantar, a gente falou de outras coisas pra relaxar, falei pro Martín que a gente tinha reservado um quarto no hotel. Quando levantamos da mesa, o Martín pegou ela pela cintura, e quando a gente se afastou um pouco, começou a acariciar a bunda dela.
—Se eu já sonhei em te acariciar assim... sua putinha...
—Débora abaixava um pouco a cabeça, mas os olhos dela entregavam o nível de tesão que tava sentindo. No elevador, ele subiu primeiro, puxou a Débora de costas pra ele e a apoiou.
Senti o que você vai comer hoje...
Descemos do elevador e ele passou a mão na bunda dela de novo enquanto a gente andava. Um casal jovem que passou por nós olhou e deu risada.A excitação da Debora era imensa, assim que entramos no quarto do hotel, dava pra sentir a respiração ofegante dela. Eu reconheço na hora quando ela tá no pique, e esse era o momento.—Não tira nada... fica de quatro em cima da cama... —disse Martín
Débora obedeceu na hora, se movia feito uma gata andando de quatro pela cama. Martín tirou os tênis e a calça, dava pra ver um volume grande dentro da cueca. Puxou ela pra perto, segurou a cabeça dela e passou o rosto dela no pau dele, fez ela brincar um pouco com a boca, mas ainda por cima da cueca. Baixou a cueca e mandou ela chupar.
—Puta merda, como você chupa bem... quantas vezes eu já imaginei você me chupando assim quando passava entre as mesas rebolando essa raba e esses melões de puta que você tem... —Débora gemia e continuava chupando.
Vira agora... - A Débora se virou, ainda estava com o vestido. Ele levantou o vestido dela, ela ainda estava de fio dental. - Que gostosa você é... puxou a calcinha pro lado e meteu o pau de uma vez, era uma rola bem comprida e grossa, eu via os sucos da Débora.
—Que gostosa que você tá, putinha... isso que você imagina que fazem contigo quando você desfila entre as mesas, hein... — Débora só gemia e não respondia. — Você se vestia especialmente gostosa quando ia demitir um funcionário, hein... putinha...?
-É, não sei por que, mas me excitava muito... às vezes eu me toco um pouco antes de fazer, no banheiro...
—Porque você estava esperando este momento... hein, puta...?
—Sim, senhor Martín... —Débora começou com um orgasmo profundo, Martín agarrou firme seus quadris, puxando-a para perto. Débora se acariciava a bucetinha enquanto gozava. Ele começou a meter bem forte agora, sem camisinha em nenhum momento. Só naquela hora percebi a situação, a excitação tinha me cegado. Em cinco anos de relacionamento, nunca tínhamos ficado com outra pessoa, pelo menos eu não, e Débora, que eu soubesse, também não. E agora, do nada, Martín metia sem capa e Débora adorando. Martín continuou por um bom tempo sem falar, Débora não parava de gemer. Num momento, Martín enfiou fundo, vi o pulsar do pau dele e as bolas se contraindo, ele estava enchendo ela. Débora se masturbava e gozava de novo. Martín tirou devagar, e a imagem ficou gravada pra sempre em mim: gotas de porra escorrendo pelos lábios da buceta da minha mulher, algumas escorrendo pela calcinha azul que ela ainda vestia. Ele continuava bem duro, agora sim tirou o vestido e a calcinha dela. Ela apoiou a cabeça no travesseiro, totalmente inclinada e oferecida. Martín enfiou de novo, a gozada dele escorria pela lateral do pau. Ele pegou um pouco e com o dedão brincava com o cuzinho de Débora, dava duas ou três bombadas, tirava da buceta dela e, juntando as nádegas, passava pelo canalzinho que formavam. Ficou assim por um bom tempo. Agora só metia e brincava com o dedão no cu dela. Depois, tirou o pau algumas vezes e brincava na portinha do cu dela. Débora se mexia como se quisesse enfiar. Eu estava excitadíssimo. Em cinco anos de relação, só tentamos algumas vezes por trás, e ela dizia que eu era bruto, que doía e tal. Mas agora estava super excitada.
— Abre bem essa buceta... — ela, com as mãos, separava os glúteos, mostrando bem o cuzinho. Ele continuava metendo forte na buceta dela, brincando com o dedo no cu. Grossa, deixou cair uma cusparada grossa, que Débora tratou de espalhar pelo próprio rabo. — Esse é teu sonho... hein... que um ex-funcionário puto volte e te coma bem esse cu... hein? — Débora gemia cada vez mais alto. Seguiu por um bom tempo metendo na buceta dela e brincando com o dedo, preparando o cuzinho dela. — Adoro como isso fica... — deixou a ponta da pica na entrada do cu. Débora tentava rebolar pra provocar a penetração, mas não conseguia. — Espera... não seja gulosa... — aí sim, ele enfiou só a cabeça. Débora se acariciava a bucetinha, gozando de novo. Devagar, foi enfiando tudo, e depois meteu bem forte. Débora gemia e Martin bufava. Ficou um tempão nessa, depois tirou a pica e me mandou chegar perto.
— Vem cá, vê como ficou a buceta dessa puta... — tava um pouco dilatada, nada demais — não tem muito uso, né...?
— Ela não gosta pela buceta...
—Não parece... —disse ele, sorrindo pra mim. Agora ele pegou ela de novo, sempre na mesma posição, enfiando na buceta. Não tinham se beijado a noite toda, o que, sei lá por que, me aliviava. Martín não voltou pra bunda dela, continuou firme na buceta até encher ela de novo. Os dois ficaram largados na cama, um do lado do outro. Eu fui entre as pernas da minha esposa, toquei na coisinha dela, e tava super sensível, os fluidos do Martín começando a escorrer. Ficaram um tempão em silêncio.
— Vamos tomar banho —disse Martín.
Débora caminou sensual na frente dele, balançando aquela rabuda, entraram juntos no chuveiro, e agora, de frente, se beijaram na boca como desesperados, pareciam dois animais selvagens. Ele chupou os peitos dela e ela bateu uma pra ele, que já tava durasso de novo. Virou ela de costas e meteu de novo no cu dela, enquanto apertava o corpo dela contra a parede e amassava os peitos dela, quase sem jeito. Débora virava a boca pra beijar ele.
—Vou te comer mil vezes, sabia... sua puta soberba... vou te botar no teu lugar, sua puta de chefe que se acha...
- Se eu preciso ser sua putinha... você tinha razão antes com sua pergunta... quando eu bato uma no banheiro do trampo... antes de mandar alguém como você embora, eu penso... em como ela fica brava... e me faz bem a bunda... igual você agora...
-Coitado do teu marido...
—Parece que já bateu duas punhetas... pelo menos... não sei por que não prestei atenção...
-Agora sim vou encher essa buceta todinha...
—Se eu quero sentir você explodir... espera um pouquinho... — disse se masturbando de novo... — me enche, seu Martin...!!!!
Pego ela bem firme pela cintura e encho ela agora por trás, o pau dele ficou um tempão ainda. Dava pra ver que ele ainda tava muito excitado, tirou umas duas vezes e meteu de novo.
Saíram do chuveiro, a Débora me beijou.
—Você passou dos limites, amor... mas a partir de hoje... — e me beijou de novo, indo pro quarto se trocar.
O Martín trocou de roupa, a gente levou ele pra casa, eu tava dirigindo, a Débora do meu lado e ele sentado atrás. Num momento da viagem, ele falou.
—Vem aqui, puta... passa pra trás... assim tu toma o pouco que me deixou... — e ele tirou o pau da calça, eu parei o carro e a Debora passou pra trás, e começou a dar um dos boquetes dela até ele gozar na boca dela.
—Que delícia... —disse ele com cara de satisfação enquanto gozava.
Assim que deixamos o Martín, a Debora me beijou, eu sentia o gosto amargo na boca dela, ela ainda tava muito excitada.
—Essa foi a noite mais quente da minha vida... e acho que é só o começo... que bom que você topou... mas cê tá ligada no que você começou, né? — disse ela.
—Não pensei que ia ser tão intenso...
—Acho que você escolheu bem demais... mas já que abriu a porta... tenho mais uns quatro ou cinco candidatos... que sei que estavam de olho em mim... aos poucos vamos conhecendo eles, hein...? — disse apertando minha rola. — Gozou duas vezes, né...? feito um punheteiro voyeur...
-Se meu amor...
-Que bom... adoro que isso te excite... me faz aproveitar muito mais... Assim que entrarmos em casa, você tira a roupa e se deita na cama, coloca as algemas sozinho... vai levar uma bela trepada... embora não saiba onde... talvez só na sua barriguinha... - e ela riu com malícia.
Num segundo que a gente entrou, ele tava pelado e com as mãos nas algemas, a gente colocava elas em volta de uma das barras da cama e eu só conseguia colocá-las. Quando a gente brincava, a Debora colocava uma correntinha com a chave pendurada no pescoço, caindo entre os peitos dela. A Debora entrou depois, só de fio dental e salto alto, cantarolando. Eu tentava fazer ela ver minha excitação e notar como meu pau dava pulinhos.
—Que noite intensa e diferente, amor... é o começo de outra vida... graças a você... o que você mais gostou... e o que menos... me conta... —disse ela sentando ao meu lado na cama.
Me excitou tudo pra caralho... além de ser educado... é mandão... sabe o que quer... e tem um bom pau, né...
—Uma boa pica, você quer dizer... sim... mas ele é respeitoso demais com você... tenho certeza que algum dos outros funcionários que eu falo... não te trataria tão bem... você gostaria disso...? — ele disse e acariciou um pouco minha pica. — porque me excitaria muito mais... que não te tratassem tão bem...
—Que puta sem-vergonha você é... — ela sorriu.
—Você sabe que eu gosto de ser safada... e ainda mais quando sei que isso te deixa com muito tesão... né...?
-Olha como você me deixou...
—Rendido... vejo um corno rendido... pra esposa eu enchi a buceta duas vezes um quase desconhecido... meti no cu dela duas vezes e numa eu gozei dentro... e o marido todo excitado... e no carro me fez engolir...
Chupou minha pica umas duas vezes.
-Tá uma delícia... mas a do Martín é melhor... você não me disse que eu te irrito mais...
-Quando te beijo no banheiro... minhas pernas tremiam... morria de ciúmes... tinha medo de te perder... parecia mais romântico...
—E talvez... de um garoto como esse eu possa me apaixonar... claro... esse é o problema quando a gente brinca com fogo... — eu me masturbava devagar — a gente pode se queimar... você ia gostar de enfiar um pouquinho...?
—Por favor... adoraria...
Ela se levantou e foi pegar uma camisinha, colocou em mim com a boca, me olhando com aqueles olhões azuis que me matam. Depois montou em mim, os peitos dela balançavam e me deixavam louco, ela me cavalgava no tempo dela, curtindo o momento.
—Não ouse gozar até eu te dar permissão... sua bucetinha não tá tão gostosa agora... eu pensei que era grande... mas vejo que tem outras grandes de verdade...
—Adoraria chupar suas tetas... — ela se aproximou e as deixou na frente da minha boca.
- Se mamar bem... hoje você se formou como corno... é sua festa de boas-vindas, hein...?
—Você me deixa louco...
—E agora você tem que se preparar... nada vai ser igual... não vai mais transar tanto assim agora...
-Por que não...?
Pra você não perder o interesse... pra você se preocupar em me atender bem em todos os sentidos... vamos ver... aproveita agora... enquanto eu te deixo...
-Mas com camisinha...
—Você prefere que eu te masturbe...? —senti que ela estava chegando de novo... pode gozar quando quiser, corno... posso te chamar de corno...
Explode como se fosse o primeiro gozo da noite. Depois, a Débora me beijou pra caralho, comeu minha boca por um tempão.
—Tem razão... a gente beija muito quando ama... será que dá pra amar mais de uma pessoa, não...? —ela riu e saiu em direção ao banheiro, me deixando ainda com as algemas.
1 comentários - Minha esposa puta safada