11📑O matinal

O sol mal tava aparecendo por entre as cortinas. O quarto ainda cheirava a sexo da noite anterior, e o corpo da Sofia tava quentinho, todo enroscado nos lençóis e no do namorado dela, o Leo. Ela abriu os olhos devagar, com um sorrisinho safado. A mão dela, quase sem pensar, deslizou por baixo do lençol… e sentiu: a pica dele dura, grossa, pulsando, pronta. A Sofia mordeu o lábio. Ela se ajeitou, baixou o lençol devagar, e ali estava: aquela pica grande e grossa que ela tanto amava, dura, chamando ela.11📑O matinalEla se inclinou devagar sobre ele. Deu um beijo suave na ponta, segurou com uma mão e colocou na boca. Começou a chupar bem devagarinho, com a língua quente e a boca molhada. Léo abriu os olhos pela metade, gemendo baixo.
—Mmm… assim eu quero acordar todo dia —murmurou.
Ela continuou chupando, fundo, engolindo cada centímetro, até fazer ele tremer. Bateu uma punheta com as duas mãos. Depois subiu em cima, guiando o pau até a buceta molhada.
Enfiou devagar, com um gemido longo.
Cavalgou lento, sensual, os peitos balançando enquanto o sol iluminava o corpo nu dela. Depois mais rápido, com as mãos nos peitos, gemendo forte.vadiaLeo segurou ela pela cintura, se levantou e começou a meter forte por baixo, fazendo ela gozar de novo.
—Dá teu gozo, porra! —gritou ela, quase chegando lá.
Ele não aguentou mais. Acelerou as metidas.
Gozou dentro, quente, fundo. Ficaram abraçados, respirando ofegantes.
Sofia apoiou a cabeça no peito dele e sorriu.
—Nem café me acorda assim.

Depois de trepar como uns selvagens, Sofia se espreguiçou preguiçosa no peito de Leo. O corpo ainda tremia, mas uma ideia a excitou de novo.
—Vamos pro chuveiro? —sussurrou, olhando com safadeza.
Leo concordou, já sabendo que não ia ser só pra lavar.

Entraram no banheiro, e o vapor começou a encher o ambiente. A água morna escorria pelos corpos nus. Sofia se virou, apoiou as mãos na parede e empinou a bunda molhada pra trás, provocadora.
—Vai me sujar de novo… ou só vai olhar?

Leo não precisou de convite. Se ajoelhou atrás e abriu as nádegas dela com as mãos. Passou a língua por toda a buceta, escorrendo entre as pernas, e depois subiu até o cu, lambendo sem vergonha.
Sofia gemia com a testa no azulejo, tremendo.
—Mete logo!

Ele se levantou e enfiou o pau no cu dela. A água escorria pelos corpos enquanto ele comia de quatro, batendo na bunda molhada a cada estocada.
Ela se tocava no clitóris, pedindo mais. Leo a levantou, e com ela abraçada de frente, continuou metendo, enfiando a pica até o fundo.

Os gemidos se perdiam no vapor. Sofia gozou de novo, apertando as pernas em volta dele, e Leo não aguentou mais: gozou dentro pela segunda vez, ofegante, enquanto a água continuava caindo.

Ficaram abraçados debaixo do chuveiro, com os corpos exaustos e sorrisos safados.
—Agora sim… estamos limpos —disse ela, rindo.
—Por enquanto —respondeu ele, beijando o pescoço dela—. Porque essa noite… quero repetir tudo.

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