Acordei de manhã e chequei meu celular imediatamente. Ela não tinha lido minha mensagem. Lembro que à noite esperei algumas horas por uma resposta, mandei algumas mensagens e liguei, mas não tive retorno. Olhei as horas: 10:33 da manhã. Decidi que ia visitá-la. Não dava mais para esperar. Antes de sair, precisava tomar um banho. Ainda tinha restos de porra seca na lateral da minha coxa, da punheta que fiz enquanto ouvia o relato da minha namorada. Enquanto a água fria caía sobre minha cabeça, comecei a lembrar do que tinha ouvido da boca dela poucas horas atrás. Imediatamente, senti uma ereção dolorosa voltar ao imaginar minha namorada com outro homem. O fato de ele ser tão velho e horrível dava um tesão ainda maior. Mesmo assim, queria manter o controle sobre o que Nicole fazia. Saí de casa enquanto mandava uma última mensagem avisando que estava indo pra casa dela. Peguei o ônibus e, depois de uma hora de viagem, desci e caminhei as poucas ruas que separavam o ponto do ônibus da casa da minha namorada. Quando me aproximava, consegui vê-la. Ela estava saindo de casa e não pude evitar notar a roupa que usava. Umas botas pretas que adornavam suas pernas, com meias de rede que eu adorava. Elas subiam e a vista terminava bem perto da sua virilha, onde ela exibia uma saia de couro curta que mal cobria o início das coxas. Notei também que ela usava um top preto que deixava à mostra seu ventre sensual. Não usava sutiã e seus mamilos duros marcavam aquele tecido fino. Seus peitos inflavam aquele top minúsculo. Pareciam maiores do que nunca e o decote estava uma delícia. Ela carregava uma bolsinha e estava maquiada. Estava linda com aquele visual estilo gótico, e imaginei levá-la de volta pra minha casa para continuar ouvindo aquele áudio e depois poder foder o dia todo. — Nicole! — gritei, enquanto... Eu me aproximei dela. Ela me olhou com uma cara de surpresa. Imagino que não esperava minha companhia. —Oi... oi, meu amor — murmurou. Não parecia feliz em me ver e não vi nenhum esforço nela para esconder isso. —Não estava pensando em responder minhas mensagens? Eu te escrevi desde ontem à noite, até avisei que viria e você nem sequer leu — eu disse, um pouco irritado. —Sinto muito, querido. Eu estava muito cansada e agora vou ficar ocupada. Te escrevo quando voltar para casa — ela respondeu. Eu não conseguia acreditar. Era a primeira vez que minha namorada me dava um gelo. Estávamos juntos há quase um ano e até hoje tudo tinha sido perfeito. Comecei a pensar se o que aconteceu ontem tinha sido um erro. Será que eu tinha cagado tudo? Pensei. Enquanto eu refletia, minha namorada simplesmente começou a se afastar. Ela estava caminhando na direção de onde eu tinha vindo, então estava indo para o ponto de ônibus. Olhei novamente para a roupa dela. Ela estava espetacular. A bunda dela balançava de um lado para o outro a cada passo. Não chamava mais atenção que o peito, mas, para o meu gosto, era perfeito. Comecei a segui-la enquanto pensava para onde ela poderia estar indo. Eu precisava saber, então me aproximei para perguntar. —Para onde você vai? — eu disse, enquanto segurava seu braço. —Me solta — ela falou. Eu não entendia, mas ela estava agindo como outra pessoa. —Se você ouviu a mensagem de voz que te enviei, já deveria saber para onde estou indo — ela soltou de forma muito fria. —Não ouvi até o fim. Queria terminar de ouvir com você ao meu lado — eu disse enquanto acariciava sua bochecha. Ela pegou minha mão com a dela e notei que uma lágrima escura escorreu de um de seus olhos. —Sinto muito, meu amor. Eu realmente preciso ir e não quero estragar a maquiagem do meu rosto. Termina de ouvir o áudio e você vai entender — fiquei parado olhando enquanto ela se afastava novamente. Eu teria tentado detê-la de novo, mas naquele momento só conseguia pensar no que ela tinha dito. Eu precisava terminar de ouvir aquele áudio, então voltei para minha casa. Precisava continuar ouvindo em um lugar privado. Já estava na minha cama pronto para continuar ouvindo quando notei que recebi uma mensagem da minha namorada. Era uma selfie. Abri a foto em tela cheia e percebi que ela sorria para a câmera enquanto fazia um sinal de paz com os dedos. A foto mostrava seu rosto e seios. Ela tinha levantado o top para tirar a foto e abri meus olhos tentando entender o que estava vendo. Pareceu-me ver uma marca avermelhada que imitava a forma de uma mão em volta de um dos seios, como se alguém tivesse apertado de tal forma que marcou sua pele. Tentei olhar para o lugar que aparecia atrás dela. Era perto do local onde no dia anterior ela tinha descido com aquele velho. Meu coração começou a acelerar e senti ciúmes. "Ela tinha ido com ele?" Pensei. Se não me enganava, então ela tinha me traído. Sim, eu incitei ela a cometer aquele ato com um velho desagradável. Mas uma coisa era um jogo entre nós, e algo muito diferente era fazer isso às minhas costas. Não pude evitar me sentir irritado e tinha que decidir. Ou ficar em casa ou ir até onde ela estava. Pensei por um momento e sem realmente ter decidido, me vi pegando meus fones e saindo de casa. Peguei o ônibus e fui para o último assento para poder ouvir o áudio enquanto me dirigia àquele lugar. Infelizmente o ponto de ônibus onde minha namorada tinha descido com o velho ficava ainda mais longe que a casa da minha namorada. Levaria mais de uma hora para chegar lá, mas teria tempo suficiente para terminar aquele maldito áudio. Não hesitei e apertei play: ... Ter um dedo dentro de mim me parecia muito excitante, mas quando comecei a sentir que um segundo dedo se abria caminho pelo meu buraco foi quando minhas dúvidas se dissiparam e entendi as intenções daquele velho... ele queria me foder analmente. Aquele velho não me deu tempo para pensar e começou a foder meu buraco anal com os dois dedos. Instintivamente comecei a gemer enquanto levava uma das minhas mãos para minha virilha. Me doía, mas lá no fundo eu sentia uma sensação nova e prazerosa. Comecei a mover meus dedos em volta do meu clitóris. Conforme os segundos passavam, meus gemidos ficavam cada vez mais altos. O velho percebeu isso, e por isso não diminuiu o ritmo em nenhum momento. O orgasmo não demorou a chegar, era o segundo do dia, e ambos com aquele velho horrendo. O pior (ou melhor) de tudo era que parte disso tinha vindo da foda anal que aquele velho tinha me dado com os dedos. Gemi de forma óbvia na frente dele e caí com o peito naquele sofá, apoiando uma das minhas bochechas no tecido do assento. Sentia que não tinha mais forças e a posição em que estava não era a mais confortável. Pensei em descansar por um momento. Bastante ingênuo da minha parte, já que, assim como o velho tinha feito antes, ele não me daria tempo para respirar e recuperar as energias. Senti que ele se levantava atrás de mim. Tirou a camiseta e colocou uma barriga nojenta e suada por cima da minha bunda... e aí aconteceu o inevitável. Senti a cabeça do pau dele se movendo em círculos no meu buraco traseiro. Senti que aquele velho miserável começou a pressionar o pau para abrir caminho e tirar aquela virgindade que eu tanto tinha guardado para você. Ele tentou algumas vezes, mas não conseguiu. Estava muito apertado, mesmo tendo me aberto com dois dos seus dedos gordos apenas alguns segundos antes. Eu me sentia tensa. Sabia que aquele pau era monstruoso e, sem dúvida, ia doer. Pensei em você e no fato de que aquele velho ia roubar minha virgindade? Sim, pensei. Mas não tive forças para evitar nada do que aconteceu depois daquele segundo orgasmo. Pensava nisso quando aquele velho, sem avisar, começou a introduzir o pau na minha buceta. Já tinha transado muitas vezes, mas mesmo assim notei que era largo demais para eu aguentar. Ele enfiou com força. Senti aquela cabeça enorme abrindo caminho pelas paredes da minha vagina. Ele tinha introduzido cada centímetro do pau de uma só vez. Eu não tinha conseguido entender o que estava acontecendo quando, de repente, ele puxou completamente para fora e então empurrou de volta com força. Senti meus olhos arregalados e minha boca ficou aberta enquanto eu gemia abafada. Aquele velho tinha me dado um terceiro e novo orgasmo com apenas 2 empurrões do seu pau. Era uma sensação totalmente diferente de qualquer coisa que eu tivesse sentido em qualquer relação sexual passada. Dessa vez, o velho retirou lentamente seu membro das minhas entranhas, para então levá-lo novamente àquele outro orifício virginal. Ali eu entendi que ele simplesmente tinha usado minha buceta como lubrificante anal. Parece que o plano dele tinha funcionado, porque comecei a sentir uma dor extrema enquanto sentia sua enorme cabeça exercer pressão e começar a abrir caminho na minha estreiteza. -Aqui vou eu, putinha - ele sussurrou. Eu sentia que estava me rasgando e não consegui evitar gritar. Tentei empurrá-lo para trás, mas minhas forças eram nulas. Aquele velho era forte e tinha uma mulher sensual e enfraquecida de 19 anos à sua inteira disposição. Aquele velho não ia me dar trégua e, assim como tinha feito antes na minha buceta, ele segurou meus quadris e empurrou seu membro até entrar completamente, me fazendo sentir cheia de carne viril enquanto sentia uma dor penetrante. Senti um gemido rouco bater na minha nuca. Aquele velho estava gostando... e isso me excitou. Imaginei toda a situação. Um velho 40 anos mais velho que eu me empalando analmente, levando o que meu namorado tinha querido desde que começamos a ter relações sexuais. Gostei da ideia de fazê-lo aproveitar com meu corpo. Queria me sentir usada. -Por favor, vá com cuidado. É minha primeira vez por aí- eu disse de maneira muito suave, mas ele conseguiu ouvir. Queria senti-lo de forma suave. Queria aproveitar aquele momento, mas aquele velho tinha outros planos para mim. Certamente ouvir que era minha primeira vez por trás o deixou ainda mais excitado, porque depois de segurar meus peitos enquanto ele voltava a pressionar seu pau que estava completamente inserido em mim, começou a retirá-lo lentamente e movia suas mãos dos meus peitos até voltar à minha cintura. Senti que ele me agarrou de maneira violenta. Suas unhas se cravaram na minha pele e, com um único empurrão, ele voltou a meter cada centímetro do seu pau no meu cu para então começar um vai-e-vem brutal que já não pude resistir. Simplesmente me deixei fazer enquanto abafava meus gritos mordendo o tecido do sofá. Sentia minha cabeça se mover para trás e para frente. Sentia minha testa raspar no sofá enquanto saliva escorria pelo lado da minha boca, que estava totalmente concentrada em manter meus dentes apertados. Apesar da dor, cada vez que o velho retirava seu pau e voltava a introduzi-lo violentamente, isso me produzia uma sensação que percorria minha espinha dorsal e envolvia cada parte do meu corpo. Sentia uma ardência enquanto o velho continuava aquela foda brutal. E, como se não bastasse, aquele velho começou a colocar seu corpo em cima do meu, me esmagando contra o sofá e acelerando ainda mais seus movimentos. Sua barriga encharcava de suor minhas costas enquanto ele começava a lamber a pele dos meus ombros e pescoço para então morder minha orelha e lambê-la por dentro. Aquela mistura entre ser perfurada naquele lugar apertado e ser abraçada por braços tão gordos, além de sentir uma língua percorrendo meu corpo, fez com que eu quisesse beijá-lo na boca enquanto ele me comia. Tentei beijá-lo, mas pelo tamanho do seu corpo era impossível. Sua língua não alcançava meu rosto e eu tentava inutilmente alcançá-la enquanto levantava minha cabeça. Certamente a imagem não podia ser mais patética. Uma garota de 19 anos tentando beijar um velho obeso e peludo enquanto ele penetrava violentamente seu cu. Ele continuou cavalgando e notei o som que nossas peles faziam ao colidir. Ele com seu corpo gordo contra minha bunda apertada. Tentava me concentrar em algo, mas a única coisa em que pensava era no seu grande pau perfurando meu interior. Senti em um no momento em que os movimentos começavam a cessar, até que uma última e violenta estocada chegou ao fundo do meu reto, enquanto eu sentia jatos e mais jatos de sêmen começarem a sair de sua glande inchada. Mais uma vez, aquele velho me enchia por dentro. Se antes ele tinha feito isso na minha garganta, desta vez era meu esfíncter que sofria uma inundação de porra. O velho ficou por um minuto dentro de mim, mantendo seu corpo suado colado ao meu. Ele beijava meu pescoço e amassava meus peitos, que a essa altura pendiam pela borda daquela poltrona que se tornara o lugar onde perdi minha virgindade anal.
Ao começar a retirar seu pau enorme, comecei a sentir uma grande quantidade de sêmen sair do fundo do meu cu. À medida que esse líquido escorria, começava a sentir um vazio dentro de mim. Aquele velho tinha moldado meu reto à sua medida, e não haveria volta atrás. Ele começou a se levantar e a contornar meu corpo. Senti sua mão percorrer minhas costas e chegar ao meu cabelo. Ele o agarrou violentamente de novo e me levantou para dar espaço e se sentar na minha frente. Ele simplesmente me encarava com seu sorriso perverso e começou a esfregar seu membro no meu rosto. Olhei para aquele falo imenso e notei que estava coberto por uma mistura de seu próprio sêmen, sangue e vestígios de matéria fecal. Ele passava a ponta da glande pelos meus lábios e nariz. Aquela mistura começou a se espalhar pela minha pele, e o cheiro era insuportável, mas não tive tempo de digerir o que estava acontecendo, pois aquele velho me fez abrir a boca e envolver seus lábios em volta de seu pau enorme. Entendi as intenções daquele velho. Ele queria que eu limpasse seu membro usando minha boca, o que me excitou, apesar do nojo do gosto que inundava minhas papilas gustativas. Ele tinha ejaculado duas vezes: tanto na minha garganta, quando abusou da minha boca, quanto quando me deu uma cavalgada anal. Mesmo assim, eu sentia a dureza de sua carne enquanto ele começava a foder minha boca de novo. Ele continuou assim por alguns minutos, até parar e se levantar, segurando... meu cabelo com uma violência que me fez gritar de dor. Ele começou a me arrastar pelo chão em direção a um cômodo que depois entendi ser seu quarto. Se a entrada da casa dele era imunda, esse novo lugar era ainda pior. Mal dava para andar lá dentro e, enquanto aquele velho desviava de restos de comida, latas de cerveja, cigarros e sabe-se lá o que mais, meus joelhos batiam e se sujavam com os detritos enquanto ele continuava me arrastando até chegar à cama dele. Ele me levantou e me jogou em cima de um colchão velho. Comecei a sentir um cheiro forte de suor e porra seca. Com certeza ele batia uma todo dia e agora tinha alguém mais para fazer isso por ele. Não sabia o que aconteceria a seguir exatamente, só tinha certeza de que não ia descansar. Aquele velho me colocou de barriga para cima, levantando minhas pernas para os lados, rodeando seu corpo gordo e aproximando sua ferramenta dos meus orifícios vulneráveis. Ele levantou minha pélvis para se acomodar e notei como, com um único empurrão, ele penetrou meu cu de novo. Percebi que ele deu algumas estocadas para depois sacar o pau e levá-lo na direção da minha buceta. Fiquei na dúvida se era uma boa ideia, já que sempre ouvi dizer que há risco de infecção se levar o membro do buraco de trás direto para a vagina. Não tive opção a não ser me entregar. Não havia nada que eu pudesse fazer para detê-lo. A única escolha que me restava era tentar aproveitar, já que ele me mantinha presa com seus mais de 100 quilos esmagando meu corpo. Não sabia quanto tempo aquele velho poderia durar depois de ter gozado duas vezes dentro de mim, mas seu pau estava mais duro que nunca. Começamos a nos beijar exatamente no momento em que o pau dele entrava até o fundo da minha buceta. Me surpreendeu a facilidade com que entrou e o fato de ele fazer isso enquanto estava concentrado em devorar minha boca. Nos beijávamos de um jeito muito intenso enquanto ele me enchiam com sua saliva. O vai-e-vem não demorou e eu sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas enquanto, Apoiando todo o peso do corpo com apenas uma mão, com a outra ele amassou com força um dos meus seios, deixando uma marca que até agora, me olhando no espelho, ainda tenho. Aquele movimento me causou dor, mas a essa altura não era nada comparado a tudo que eu estava sentindo. Eu adorava sentir o tronco do pau dele raspando as paredes da minha buceta enquanto ele chupava minha língua e mordia levemente meus lábios. Agradeci por ele não ter deixado nenhuma marca no meu rosto. Parecia que nossos corpos se encaixavam perfeitamente, porque eu já tinha sentido antes que ele ia gozar dentro de mim de novo. Era como se a gente já transasse há meses, já que até cheguei a pensar: "Lá vem a gozada dele" — e sorri. Me surpreendeu sentir apenas um jato de porra; eu tinha me mal-acostumado com as descargas massivas de sêmen que ele tinha me dado antes. Mas entendi que aquilo era o final e quis aproveitar. Apertei minhas pernas em volta do torso dele, convidando-o a me encher por dentro. Não me importei que houvesse risco de engravidar, mesmo que a gente sempre usasse preservativos. Aquele velho me fez dele desde o momento em que desci do ônibus. Senti um último gemido rouco enquanto a boca dele inundava a minha de saliva, antes de ele retirar o membro molhado e me deixar de novo com uma sensação de vazio. Ele desabou ao meu lado e nós dormimos abraçados, com minha perna sobre o corpo dele e minha mão envolvendo seu peito. Ele, enquanto isso, manteve uma mão na minha bunda até que as horas passaram e eu acordei. Olhei meu celular e várias horas tinham se passado. Eram 19h40, então calculei que entre a melhor transa da minha vida e aquele cochilo com aquele velho, não fazíamos mais de 6 horas que nos conhecíamos e ele já me tinha marcado por dentro. Tentei sair sem acordá-lo. Por alguma razão, achei que aquele velho parecia fofo enquanto dormia, mesmo que a visão fosse desagradável. Manchas de porra seca nos cercavam, e a barriga dele estava enfeitada com sangue que pertencia à minha bunda. Aproximei-me para dar um beijinho, mas aquele velho estava acordado e me pegou de surpresa, fazendo com que caísse em cima dele. Ainda estávamos nus e senti o pau dele pressionando minha barriga. Não havia dúvida, fiquei excitada de novo imaginando que aquele velho teria mais para mim naquele momento. No entanto, aquele velho horrível e fedorento tinha outros planos para mim. —Se quiser mais, terá que me visitar amanhã— ele disse. Fiquei surpresa, pois lembrei dos nossos joguinhos por mensagem no ônibus, o fato de ter ido com aquele velho e, mesmo que ele tivesse me feito sentir coisas inimagináveis, tinha sido algo de uma tarde. —Tenho namorado— disse secamente. —HAHAHA você gemeu como uma puta e só agora se lembra do viadinho do seu namorado— ele respondeu. Fiz cara de irritada, mas o velho continuou falando. —HAHAHA vocês, jovens, são tão inocentes. Desde o momento em que você entrou no ônibus, reparei na sua figura. Aquele viado que entrou com você no ônibus e que depois ficou te apalpando do banco de trás é um cara muito sortudo, mas sei que para vadias como você, pouco não basta. E desde que notei seus joguinhos com seu namorado, tive certeza de que você seria minha presa. —Seu namorado é um corno e, mesmo que eu tenha fingido ser bobo no início, nunca pensei em nada além de sair daquele ônibus com você, puta— ele acrescentou. Suas palavras me deixaram perplexa, mas gostei da forma como ele falou comigo. Não sabia o que responder nem o que fazer, mesmo pensando que aquele velho tinha notado nossos joguinhos enquanto conversávamos no ônibus. A única coisa que me dignei a fazer foi mexer meus quadris para fazer contato com o pau dele. —Volte amanhã e me surpreenda com uma roupinha gostosa— ele disse. —Ok— respondi simplesmente. Não tinha outra opção, principalmente porque aquele velho me virou e meteu duas vezes de forma violenta, para depois se levantar e me mandar embora. Dirigi-me ao banheiro sem ter certeza do meu estado e se conseguiria me lavar. Ao me olhar Diante do espelho, finalmente pude ver o quão destruída aquele velho me deixara. Tinha toda a maquiagem borrada, minhas bochechas adornadas com sêmen seco e restos de lágrimas negras que certamente escorreram enquanto aquele velho violentava minha boca com seu membro, oferecendo-me o deep throat mais brutal. Pelo menos havia uma toalha para me secar, então tomei um banho. Depois disso, me vesti na frente daquele velho. Beijei-o e saí. Lá fora estava muito frio. Apesar do calor da manhã, agora fazia um frio que me surpreendeu e, obviamente, eu não estava vestida para aquele clima. Aproximei-me do ponto de ônibus e sentei. Havia outra pessoa, mas não dei atenção a esse detalhe. Peguei meu celular e reli a notificação da sua mensagem. Iria abri-la quando uma voz soou muito perto de mim. — Tão tarde e tão sozinha — Virei o rosto e vi a pessoa que, até pouco tempo, estava sentada na outra extremidade do ponto de ônibus. Olhei para ele e notei que era um senhor de uns 40 anos. — De novo me deparo com um velho tarado! — pensei. Não sei se foi pela experiência que tive antes com aquele velho horrível, mas não fiz nada quando esse novo maduro colocou uma mão na minha coxa nua. Por estar sentada, o vestido novamente subira e não faltava muito para mostrar minha calcinha. — Você está muito gostosa — ele disse, enquanto me olhava dos pés à cabeça. — Quanto cobra, minha menina? — perguntou, ao mesmo tempo que movia a mão até meus joelhos e voltava ao início das minhas coxas. Entendi que, pela hora e pelo lugar onde estava, com um vestido tão curto e um decote tão descarado... me tomaram por uma prostituta. Ainda estava excitada pelas duas enfiadas de pau que o velho me dera em sua casa antes de sair, então quis tentar minha sorte e respondi. — Faça o que quiser — respondi, olhando para o lado, aproveitando para ver se havia alguém que pudesse nos ver. — Posso tocar seus peitos? — de repente, aquela pessoa disse. Fiquei surpresa ao ouvir uma pergunta tão descarada, mas fiquei ainda mais surpresa quando levei meus braços até meus peitos, levantando-os e oferecendo uma vista linda. De forma bem sensual, saiu um "Sim" da minha boca. Como você pode imaginar, aquele senhor não se fez de rogado e levou as duas mãos aos meus peitos, apertando-os como um possesso, como um mendigo que volta a provar comida caseira. Infelizmente para mim, o ônibus não demorou e apareceu na esquina da rua. Aquele senhor sem vergonha estava prestes a puxar minhas tetas para fora do meu decote, mas eu o detive, já que não queria mais problemas. Estávamos sozinhos, mas três senhoras desceram daquele ônibus e, ao me ver, simplesmente me lançaram olhares de reprovação, também assumindo que eu não passava de uma prostituta. O senhor subiu comigo no ônibus, mas pensei que não seria uma boa ideia continuar flertando com estranhos, então me sentei no primeiro banco enquanto via aquele homem ir emburrado até o fundo do ônibus e descer imediatamente. Depois de viajar até meu ponto de ônibus, fui para casa e fui direto ao banheiro. Me arrumei antes de tirar algumas fotos para você e depois enviei o resto das mensagens que você já viu, amor. Agora não tenho mais nada para fazer além de dormir. Apesar de ter tirado uma soneca, ainda estou muito cansada e, como já te contei antes, amanhã vou novamente até aquele velho. Espero que você me perdoe, por favor. Já vamos conversar sobre isso. Mas não consigo parar de pensar naquele velho me penetrando e me humilhando. -------------------------------- Finalmente tinha terminado aquela mensagem de voz. Eu tinha sentimentos conflitantes, mas sabia que, se tivesse sabido antes, não teria permitido que minha namorada fosse novamente visitar aquele velho. Agora estava certo de que o jogo tinha saído do meu controle, e o pior de tudo é que eu já não tinha mais controle sobre as ações da minha namorada. Depois de ficar distraído nos meus pensamentos por um tempo, olhei pela janela do ônibus e notei que já estava chegando naquela maldita ponto de ônibus onde eu deveria ter descido no dia anterior. Não, nem isso. Eu deveria ter aceitado quando minha namorada quis trocar de lugar e vir para perto de mim. Naquele momento eu tinha tudo. Uma mulher sensual e perfeita... e podia fazer o que quisesse com ela. Agora eu não sabia qual era a minha situação. Será que a perdi? Era difícil saber depois de ter ouvido o relato dela. Aquele velho tinha dado a ela sensações que eu nunca lhe fiz sentir, e mesmo que o nosso sexo fosse fogoso, havia algo dentro da minha namorada que eu não conhecia. Um lado safado que eu não tinha conseguido encontrar, e aquele velho tinha sido a minha ruína. Finalmente o ônibus parou. Me preparei para descer quando as portas se abriram, não sem antes olhar para baixo e notar a ereção dura que marcava minha calça. FIM.
Ao começar a retirar seu pau enorme, comecei a sentir uma grande quantidade de sêmen sair do fundo do meu cu. À medida que esse líquido escorria, começava a sentir um vazio dentro de mim. Aquele velho tinha moldado meu reto à sua medida, e não haveria volta atrás. Ele começou a se levantar e a contornar meu corpo. Senti sua mão percorrer minhas costas e chegar ao meu cabelo. Ele o agarrou violentamente de novo e me levantou para dar espaço e se sentar na minha frente. Ele simplesmente me encarava com seu sorriso perverso e começou a esfregar seu membro no meu rosto. Olhei para aquele falo imenso e notei que estava coberto por uma mistura de seu próprio sêmen, sangue e vestígios de matéria fecal. Ele passava a ponta da glande pelos meus lábios e nariz. Aquela mistura começou a se espalhar pela minha pele, e o cheiro era insuportável, mas não tive tempo de digerir o que estava acontecendo, pois aquele velho me fez abrir a boca e envolver seus lábios em volta de seu pau enorme. Entendi as intenções daquele velho. Ele queria que eu limpasse seu membro usando minha boca, o que me excitou, apesar do nojo do gosto que inundava minhas papilas gustativas. Ele tinha ejaculado duas vezes: tanto na minha garganta, quando abusou da minha boca, quanto quando me deu uma cavalgada anal. Mesmo assim, eu sentia a dureza de sua carne enquanto ele começava a foder minha boca de novo. Ele continuou assim por alguns minutos, até parar e se levantar, segurando... meu cabelo com uma violência que me fez gritar de dor. Ele começou a me arrastar pelo chão em direção a um cômodo que depois entendi ser seu quarto. Se a entrada da casa dele era imunda, esse novo lugar era ainda pior. Mal dava para andar lá dentro e, enquanto aquele velho desviava de restos de comida, latas de cerveja, cigarros e sabe-se lá o que mais, meus joelhos batiam e se sujavam com os detritos enquanto ele continuava me arrastando até chegar à cama dele. Ele me levantou e me jogou em cima de um colchão velho. Comecei a sentir um cheiro forte de suor e porra seca. Com certeza ele batia uma todo dia e agora tinha alguém mais para fazer isso por ele. Não sabia o que aconteceria a seguir exatamente, só tinha certeza de que não ia descansar. Aquele velho me colocou de barriga para cima, levantando minhas pernas para os lados, rodeando seu corpo gordo e aproximando sua ferramenta dos meus orifícios vulneráveis. Ele levantou minha pélvis para se acomodar e notei como, com um único empurrão, ele penetrou meu cu de novo. Percebi que ele deu algumas estocadas para depois sacar o pau e levá-lo na direção da minha buceta. Fiquei na dúvida se era uma boa ideia, já que sempre ouvi dizer que há risco de infecção se levar o membro do buraco de trás direto para a vagina. Não tive opção a não ser me entregar. Não havia nada que eu pudesse fazer para detê-lo. A única escolha que me restava era tentar aproveitar, já que ele me mantinha presa com seus mais de 100 quilos esmagando meu corpo. Não sabia quanto tempo aquele velho poderia durar depois de ter gozado duas vezes dentro de mim, mas seu pau estava mais duro que nunca. Começamos a nos beijar exatamente no momento em que o pau dele entrava até o fundo da minha buceta. Me surpreendeu a facilidade com que entrou e o fato de ele fazer isso enquanto estava concentrado em devorar minha boca. Nos beijávamos de um jeito muito intenso enquanto ele me enchiam com sua saliva. O vai-e-vem não demorou e eu sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas enquanto, Apoiando todo o peso do corpo com apenas uma mão, com a outra ele amassou com força um dos meus seios, deixando uma marca que até agora, me olhando no espelho, ainda tenho. Aquele movimento me causou dor, mas a essa altura não era nada comparado a tudo que eu estava sentindo. Eu adorava sentir o tronco do pau dele raspando as paredes da minha buceta enquanto ele chupava minha língua e mordia levemente meus lábios. Agradeci por ele não ter deixado nenhuma marca no meu rosto. Parecia que nossos corpos se encaixavam perfeitamente, porque eu já tinha sentido antes que ele ia gozar dentro de mim de novo. Era como se a gente já transasse há meses, já que até cheguei a pensar: "Lá vem a gozada dele" — e sorri. Me surpreendeu sentir apenas um jato de porra; eu tinha me mal-acostumado com as descargas massivas de sêmen que ele tinha me dado antes. Mas entendi que aquilo era o final e quis aproveitar. Apertei minhas pernas em volta do torso dele, convidando-o a me encher por dentro. Não me importei que houvesse risco de engravidar, mesmo que a gente sempre usasse preservativos. Aquele velho me fez dele desde o momento em que desci do ônibus. Senti um último gemido rouco enquanto a boca dele inundava a minha de saliva, antes de ele retirar o membro molhado e me deixar de novo com uma sensação de vazio. Ele desabou ao meu lado e nós dormimos abraçados, com minha perna sobre o corpo dele e minha mão envolvendo seu peito. Ele, enquanto isso, manteve uma mão na minha bunda até que as horas passaram e eu acordei. Olhei meu celular e várias horas tinham se passado. Eram 19h40, então calculei que entre a melhor transa da minha vida e aquele cochilo com aquele velho, não fazíamos mais de 6 horas que nos conhecíamos e ele já me tinha marcado por dentro. Tentei sair sem acordá-lo. Por alguma razão, achei que aquele velho parecia fofo enquanto dormia, mesmo que a visão fosse desagradável. Manchas de porra seca nos cercavam, e a barriga dele estava enfeitada com sangue que pertencia à minha bunda. Aproximei-me para dar um beijinho, mas aquele velho estava acordado e me pegou de surpresa, fazendo com que caísse em cima dele. Ainda estávamos nus e senti o pau dele pressionando minha barriga. Não havia dúvida, fiquei excitada de novo imaginando que aquele velho teria mais para mim naquele momento. No entanto, aquele velho horrível e fedorento tinha outros planos para mim. —Se quiser mais, terá que me visitar amanhã— ele disse. Fiquei surpresa, pois lembrei dos nossos joguinhos por mensagem no ônibus, o fato de ter ido com aquele velho e, mesmo que ele tivesse me feito sentir coisas inimagináveis, tinha sido algo de uma tarde. —Tenho namorado— disse secamente. —HAHAHA você gemeu como uma puta e só agora se lembra do viadinho do seu namorado— ele respondeu. Fiz cara de irritada, mas o velho continuou falando. —HAHAHA vocês, jovens, são tão inocentes. Desde o momento em que você entrou no ônibus, reparei na sua figura. Aquele viado que entrou com você no ônibus e que depois ficou te apalpando do banco de trás é um cara muito sortudo, mas sei que para vadias como você, pouco não basta. E desde que notei seus joguinhos com seu namorado, tive certeza de que você seria minha presa. —Seu namorado é um corno e, mesmo que eu tenha fingido ser bobo no início, nunca pensei em nada além de sair daquele ônibus com você, puta— ele acrescentou. Suas palavras me deixaram perplexa, mas gostei da forma como ele falou comigo. Não sabia o que responder nem o que fazer, mesmo pensando que aquele velho tinha notado nossos joguinhos enquanto conversávamos no ônibus. A única coisa que me dignei a fazer foi mexer meus quadris para fazer contato com o pau dele. —Volte amanhã e me surpreenda com uma roupinha gostosa— ele disse. —Ok— respondi simplesmente. Não tinha outra opção, principalmente porque aquele velho me virou e meteu duas vezes de forma violenta, para depois se levantar e me mandar embora. Dirigi-me ao banheiro sem ter certeza do meu estado e se conseguiria me lavar. Ao me olhar Diante do espelho, finalmente pude ver o quão destruída aquele velho me deixara. Tinha toda a maquiagem borrada, minhas bochechas adornadas com sêmen seco e restos de lágrimas negras que certamente escorreram enquanto aquele velho violentava minha boca com seu membro, oferecendo-me o deep throat mais brutal. Pelo menos havia uma toalha para me secar, então tomei um banho. Depois disso, me vesti na frente daquele velho. Beijei-o e saí. Lá fora estava muito frio. Apesar do calor da manhã, agora fazia um frio que me surpreendeu e, obviamente, eu não estava vestida para aquele clima. Aproximei-me do ponto de ônibus e sentei. Havia outra pessoa, mas não dei atenção a esse detalhe. Peguei meu celular e reli a notificação da sua mensagem. Iria abri-la quando uma voz soou muito perto de mim. — Tão tarde e tão sozinha — Virei o rosto e vi a pessoa que, até pouco tempo, estava sentada na outra extremidade do ponto de ônibus. Olhei para ele e notei que era um senhor de uns 40 anos. — De novo me deparo com um velho tarado! — pensei. Não sei se foi pela experiência que tive antes com aquele velho horrível, mas não fiz nada quando esse novo maduro colocou uma mão na minha coxa nua. Por estar sentada, o vestido novamente subira e não faltava muito para mostrar minha calcinha. — Você está muito gostosa — ele disse, enquanto me olhava dos pés à cabeça. — Quanto cobra, minha menina? — perguntou, ao mesmo tempo que movia a mão até meus joelhos e voltava ao início das minhas coxas. Entendi que, pela hora e pelo lugar onde estava, com um vestido tão curto e um decote tão descarado... me tomaram por uma prostituta. Ainda estava excitada pelas duas enfiadas de pau que o velho me dera em sua casa antes de sair, então quis tentar minha sorte e respondi. — Faça o que quiser — respondi, olhando para o lado, aproveitando para ver se havia alguém que pudesse nos ver. — Posso tocar seus peitos? — de repente, aquela pessoa disse. Fiquei surpresa ao ouvir uma pergunta tão descarada, mas fiquei ainda mais surpresa quando levei meus braços até meus peitos, levantando-os e oferecendo uma vista linda. De forma bem sensual, saiu um "Sim" da minha boca. Como você pode imaginar, aquele senhor não se fez de rogado e levou as duas mãos aos meus peitos, apertando-os como um possesso, como um mendigo que volta a provar comida caseira. Infelizmente para mim, o ônibus não demorou e apareceu na esquina da rua. Aquele senhor sem vergonha estava prestes a puxar minhas tetas para fora do meu decote, mas eu o detive, já que não queria mais problemas. Estávamos sozinhos, mas três senhoras desceram daquele ônibus e, ao me ver, simplesmente me lançaram olhares de reprovação, também assumindo que eu não passava de uma prostituta. O senhor subiu comigo no ônibus, mas pensei que não seria uma boa ideia continuar flertando com estranhos, então me sentei no primeiro banco enquanto via aquele homem ir emburrado até o fundo do ônibus e descer imediatamente. Depois de viajar até meu ponto de ônibus, fui para casa e fui direto ao banheiro. Me arrumei antes de tirar algumas fotos para você e depois enviei o resto das mensagens que você já viu, amor. Agora não tenho mais nada para fazer além de dormir. Apesar de ter tirado uma soneca, ainda estou muito cansada e, como já te contei antes, amanhã vou novamente até aquele velho. Espero que você me perdoe, por favor. Já vamos conversar sobre isso. Mas não consigo parar de pensar naquele velho me penetrando e me humilhando. -------------------------------- Finalmente tinha terminado aquela mensagem de voz. Eu tinha sentimentos conflitantes, mas sabia que, se tivesse sabido antes, não teria permitido que minha namorada fosse novamente visitar aquele velho. Agora estava certo de que o jogo tinha saído do meu controle, e o pior de tudo é que eu já não tinha mais controle sobre as ações da minha namorada. Depois de ficar distraído nos meus pensamentos por um tempo, olhei pela janela do ônibus e notei que já estava chegando naquela maldita ponto de ônibus onde eu deveria ter descido no dia anterior. Não, nem isso. Eu deveria ter aceitado quando minha namorada quis trocar de lugar e vir para perto de mim. Naquele momento eu tinha tudo. Uma mulher sensual e perfeita... e podia fazer o que quisesse com ela. Agora eu não sabia qual era a minha situação. Será que a perdi? Era difícil saber depois de ter ouvido o relato dela. Aquele velho tinha dado a ela sensações que eu nunca lhe fiz sentir, e mesmo que o nosso sexo fosse fogoso, havia algo dentro da minha namorada que eu não conhecia. Um lado safado que eu não tinha conseguido encontrar, e aquele velho tinha sido a minha ruína. Finalmente o ônibus parou. Me preparei para descer quando as portas se abriram, não sem antes olhar para baixo e notar a ereção dura que marcava minha calça. FIM.
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