Acordei de manhã e já fui ver meu celular. Ela não tinha lido minha mensagem. Lembro que à noite esperei umas duas horas por uma resposta, mandei umas mensagens e até liguei, mas nada. Olhei a hora e eram 10:33 da manhã. Decidi que ia visitar ela. Não dava mais pra esperar. Antes de sair, precisava tomar um banho. Ainda tinha resto de porra seca num lado da coxa, da punheta que bati enquanto ouvia o relato da minha mina. Enquanto a água fria caía na minha cabeça, comecei a lembrar do que tinha ouvido dela poucas horas antes. Na hora senti uma ereção dolorosa voltar só de imaginar minha namorada com outro cara. O fato de ele ser tão velho e feio deixava tudo ainda mais bizarro e excitante. Mas eu queria continuar no controle do que a Nicole fazia. Saí de casa mandando uma última mensagem avisando que tava indo pra casa dela. Peguei o busão e, depois de uma hora de viagem, desci e caminhei as poucas ruas que separavam o ponto da casa da minha mina. Quando tava chegando perto, vi ela. Ela tava saindo de casa e não consegui evitar de reparar na roupa que tava usando. Umas botas pretas que valorizavam as pernas dela, com umas meias de rede que eu amo. Elas subiam e a vista delas terminava bem perto da buceta dela, onde tinha uma saia curta de couro que mal cobria o começo das coxas. Também notei que ela tava com um top preto que deixava a barriga gostosa dela de fora. Ela não tava de sutiã e dava pra ver os biquinhos duros marcando aquele pano. Os peitos dela enchiam aquele top pequeno. Pareciam maiores do que nunca, e o decote tava uma delícia. Ela tava com uma bolsinha e maquiada. Tava linda com aquele visual gótico, e eu já imaginava levando ela de volta pra minha casa pra ouvir aquele áudio de novo e depois foder ela o dia inteiro. — Nicole! — gritei, enquanto Eu me aproximei dela. Ela me olhou com cara de surpresa. Imagino que não esperava minha companhia. — Oi... oi, meu amor — murmurou. Não parecia feliz em me ver e não vi esforço nenhum da parte dela em esconder isso. — Você não ia responder minhas mensagens? Te escrevi desde ontem à noite, até avisei que ia vir e você nem olhou — falei meio bolado. — Desculpa, querido. Tava muito cansada e agora vou estar ocupada. Te escrevo quando chegar em casa — respondeu. Não podia acreditar. Era a primeira vez que minha mina me dava um gelo. A gente tava junto fazia quase um ano e até hoje tudo ia perfeito. Comecei a pensar se o que rolou ontem tinha sido um erro. Será que eu tinha cagado com tudo? Pensei nisso enquanto minha namorada simplesmente começou a se afastar. Ela andava na direção de onde eu vim, então tava indo pro ponto de ônibus. Reparei de novo na roupa dela. Tava uma gostosa. A bunda dela balançava de um lado pro outro a cada passo. Não chamava mais atenção que os peitos, mas pra mim o corpo dela é perfeito. Comecei a seguir ela enquanto pensava pra onde ela podia estar indo. Precisava saber, então me aproximei pra perguntar. — Cê vai pra onde? — falei, segurando o braço dela. — Me solta — ela disse. Não entendia nada, mas ela tava agindo como outra pessoa. — Se você ouviu o áudio que te mandei, já devia saber pra onde tô indo — falou de um jeito bem frio. — Não escutei até o fim. Queria continuar ouvindo com você do meu lado — falei enquanto passava a mão na bochecha dela. Ela pegou minha mão na dela e notei que uma lágrima escura escorria de um dos olhos dela. — Desculpa, meu amor. É sério, eu tenho que ir e não quero borrar a maquiagem. Termina de ouvir o áudio e você vai entender — Fiquei parado olhando ela enquanto ela se afastava de novo. Ia tentar segurar ela outra vez, mas naquele momento só conseguia pensar no que ela tinha dito. Precisava terminar de ouvir aquele áudio, então voltei pra minha casa. Tinha que continuar escutando num lugar privado. Já estava na minha cama, pronto pra continuar ouvindo ele, quando notei que recebi uma mensagem da minha namorada. Era uma selfie. Abri a foto em tela cheia e vi que ela tava sorrindo pra câmera enquanto fazia um sinal de paz com os dedos. A foto mostrava o rosto dela e os peitos. Ela tinha levantado o top pra tirar a foto, e eu arregalei os olhos tentando entender o que tava vendo. Me pareceu ver uma marca avermelhada que imitava o formato de uma mão rodeando um dos peitos dela, como se alguém tivesse apertado de um jeito que marcou a pele. Tentei reparar no lugar que aparecia atrás dela. Era perto do local onde no dia anterior ela tinha descido com aquele velho. Meu coração começou a acelerar e senti ciúmes. — Será que ela foi com ele? — pensei. Se eu não tivesse enganado, então ela tinha me traído. Sim, eu incentivei ela a fazer aquilo com um velho nojento. Mas uma coisa era uma brincadeira entre nós, e outra bem diferente era fazer isso pelas minhas costas. Não consegui evitar ficar bolado e tinha que decidir. Ou ficar em casa ou ir pra onde ela tava. Pensei por um momento e, sem realmente ter decidido, me vi pegando meus fones e saindo de casa. Peguei o ônibus e fui pro último banco pra poder ouvir o áudio enquanto ia pra aquele lugar. Infelizmente, o ponto de ônibus onde minha namorada tinha descido com o velho ficava ainda mais longe que a casa dela. Ia demorar mais de uma hora pra chegar lá, mas teria tempo suficiente pra terminar aquele maldito áudio. Não hesitei e apertei o play: ... Ter um dedo dentro de mim parecia muito excitante, mas quando comecei a sentir que um segundo dedo tava se abrindo caminho pelo meu buraco foi que minhas dúvidas sumiram e entendi as intenções daquele velho... ele queria me foder analmente. Aquele velho não me deu tempo de pensar e começou a meter os dois dedos no meu orifício anal. Instintivamente, comecei a gemer enquanto levava uma das minhas mãos pra minha entreperna. Me Doía, mas no fundo eu sentia uma sensação nova e gostosa. Comecei a passar meus dedos ao redor do meu clitóris. Conforme os segundos passavam, meus gemidos ficavam cada vez mais altos. O velho percebia isso, então em nenhum momento diminuiu o ritmo. O orgasmo não demorou a chegar, era o segundo do dia e os dois com aquele velho nojento. O pior (ou melhor) de tudo é que parte dele veio da fodida anal que aquele velho tinha me dado com os dedos. Gemi na cara dele e caí com o peito naquele sofá, apoiando uma das bochechas no tecido do assento. Sentia que não tinha mais forças e a posição em que eu estava não era nada confortável. Pensei em descansar um pouco. Bem inocente da minha parte, porque, assim como o velho tinha feito antes, ele não ia me dar tempo de respirar e recuperar as forças. Senti ele se levantar atrás de mim. Tirou a camiseta e colocou aquela barriga nojenta e suada em cima da minha bunda... e aí aconteceu o inevitável. Senti a cabeça do pau dele fazendo círculos no meu cu. Senti aquele velho miserável começar a pressionar o pau dele pra entrar e roubar aquela virgindade que eu guardei tanto pra você. Ele tentou umas duas vezes, mas não conseguiu. Tava muito apertado, mesmo depois de eu ter aberto com dois dos dedos gordos dele só alguns segundos atrás. Eu tava tensa. Sabia que aquele pau era monstruoso e que ia doer pra caralho. Pensei em você e no fato de que aquele velho ia roubar minha virgindade? Sim, pensei. Mas não tive forças pra evitar nada do que aconteceu depois daquele segundo orgasmo. Tava pensando nisso quando aquele velho, sem avisar, começou a enfiar o pau dele na minha buceta. Já tinha transado muitas vezes, mas mesmo assim senti que era largo demais pra eu aguentar. Ele enfiou com força. Senti aquela cabeça enorme abrindo caminho pelas paredes da minha buceta. Ele enfiou cada centímetro do pau dele. de um só empurrão. Eu não tinha conseguido entender o que estava acontecendo quando, de repente, ele tirou completamente e depois voltou a enfiar com um empurrão. Senti meus olhos quase saltarem das órbitas e minha boca ficou aberta enquanto eu gemia abafado. Aquele velho tinha me dado um terceiro e novo orgasmo com apenas 2 empurrões da pica dele. Era uma sensação totalmente diferente de qualquer coisa que eu tivesse sentido em qualquer relação sexual passada. Dessa vez, o velho removeu lentamente o membro das minhas entranhas, para novamente levá-lo àquele outro orifício virgem. Aí eu entendi que ele simplesmente tinha usado minha buceta como lubrificante anal. Parece que o plano dele tinha funcionado, já que comecei a sentir uma dor extrema enquanto sentia a glande enorme dele fazer pressão e começar a abrir caminho na minha apertura. —Aí vem, vagabunda— ele sussurrou. Senti que estava me rasgando e não consegui evitar gritar. Tentei dar um tapa para trás, mas minhas forças eram nulas. Aquele velho era forte e tinha uma mulher fraca e gostosa de 19 anos à disposição dele. Aquele velho não ia me dar trégua e, assim como tinha feito antes na minha buceta, ele firmou meus quadris e empurrou o membro até entrar completamente, me fazendo sentir cheia de carne viril enquanto sentia uma dor penetrante. Senti um gemido rouco bater na minha nuca. Aquele velho estava gostando... e eu gostei disso. Imaginei toda a situação. Um velho 40 anos mais velho que eu me empalando analmente, levando o que meu namorado queria desde que começamos a transar. Gostei da ideia de fazer ele gozar com meu corpo. Queria me sentir usada. —Por favor, vai com calma. É minha primeira vez por aí— falei bem suave, mas ele conseguiu ouvir. Queria sentir ele devagar. Queria aproveitar aquele momento, mas aquele velho tinha outros planos para mim. Com certeza, ouvir que era minha primeira vez por trás deixou ele ainda mais tarado, já que depois de agarrar meus peitos enquanto eu voltava a pressionar o pau dele, que estava completamente enfiado em mim. Ele começou a tirar devagar e passou as mãos dos meus peitos até minha cintura de novo. Senti ele me agarrar com violência. As unhas dele se cravavam na minha pele e, com um único empurrão, ele enfiou cada centímetro do pau dele no meu cu de novo, começando uma metida e tirada brutal que eu já não aguentava mais. Simplesmente me deixei levar enquanto abafava meus gritos mordendo o tecido do sofá. Sentia minha cabeça balançar pra frente e pra trás. Sentia minha testa raspar no sofá enquanto saliva escorria pelo canto da minha boca, que estava totalmente focada em manter os dentes apertados. Apesar da dor, toda vez que o velho tirava o pau e enfiava de novo violentamente, me dava uma sensação que percorria minha espinha e envolvia cada parte do meu corpo. Sentia uma queimação enquanto o velho continuava aquela foda brutal. E pra piorar, aquele velho começou a colocar o corpo dele em cima do meu, me esmagando contra o sofá e acelerando ainda mais os movimentos. A barriga dele suava nas minhas costas enquanto ele começava a lamber a pele dos meus ombros e pescoço, depois mordia minha orelha e lambia por dentro. Aquela mistura de ser perfurada por aquele lugar apertado e ser abraçada por aqueles braços gordos, além de sentir uma língua me percorrendo, fez eu querer beijar ele na boca enquanto me comia. Tentei beijar ele, mas pelo tamanho do corpo dele era impossível. A língua dele não alcançava meu rosto, e eu tentava idiotamente alcançá-la enquanto levantava a cabeça. Com certeza a imagem não podia ser mais patética. Uma garota de 19 anos tentando beijar um velho obeso e peludo enquanto ele penetrava violentamente meu cu. Ele continuava me cavalgando, e eu ouvia o som das nossas peles batendo. Ele com o corpo gordo dele contra minha bunda apertada. Tentava me concentrar em algo, mas a única coisa em que pensava era no pauzão dele perfurando meu interior. Senti num momento em que os movimentos começavam a cessar até que uma última e violenta estocada chegou ao fundo do meu reto enquanto sentia como da sua glande inchada começavam a sair jatos e jatos de porra. De novo aquele velho me enchia por dentro. Se antes tinha feito na minha garganta, dessa vez era meu esfíncter que sofria uma enxurrada de cum. O velho ficou por um minuto dentro de mim enquanto mantinha seu corpo suado colado ao meu. Beijava meu pescoço e amassava meus peitos que a essa altura pendiam na borda daquela poltrona que tinha se tornado o lugar onde perdi minha virgindade anal. Ao começar a tirar seu pau enorme comecei a sentir uma grande quantidade de porra saindo do fundo do meu cu. Conforme aquele líquido ia saindo, começava a sentir um vazio dentro de mim. Aquele velho tinha moldado meu reto do jeito dele e não tinha volta. O velho começou a se levantar e a rodear meu corpo. Senti a mão dele percorrer minhas costas e chegar no meu cabelo. Agarrou de novo violentamente e me levantou para se dar espaço e sentar na minha frente. Simplesmente me olhava com seu sorriso perverso e começou a passar o pau no meu rosto. Olhei praquele falo imenso e notei que estava coberto por uma mistura da própria porra dele, sangue e restos de merda. Passava a ponta da glande nos meus lábios e nariz. Aquela mistura começou a se espalhar na minha pele e o cheiro era insuportável, embora não tivesse tempo de digerir o que rolava já que aquele velho fez eu abrir a boca e envolver o pau enorme dele com meus lábios. Entendi as intenções daquele velho. Queria que eu limpasse o pau dele usando minha boca, o que me excitou apesar do nojo do gosto que inundava minhas papilas gustativas. Ele tinha gozado 2 vezes. Tanto na minha garganta quando abusou da minha boca quanto quando me deu uma cavalgada anal. Mas ainda assim sentia a dureza da carne dele enquanto começava de novo a foder minha boca. Ficou assim por uns minutos até que parou e se levantou pegando Meu cabelo com uma violência que me fez gritar de dor. Ele começou a me arrastar pelo chão em direção a um quarto que depois entendi ser o dele. Se a entrada da casa dele já era imunda, esse novo lugar era ainda pior. Mal dava pra andar lá dentro e, enquanto aquele velho desviava de restos de comida, latas de cerveja, cigarros e sei lá mais o quê, meus joelhos batiam e se sujavam com os restos enquanto ele continuava me arrastando até chegar na cama dele. Ele me levantou e me jogou em cima de um colchão velho. Comecei a sentir um cheiro forte de suor e de porra seca. Com certeza ele se punhetava todo dia e agora tinha alguém pra fazer isso por ele. Eu não sabia exatamente o que ia acontecer em seguida, só tinha certeza de que não ia poder descansar. Aquele velho me colocou de barriga pra cima, levantou minhas pernas pros lados, rodeando o corpo gordo dele, e aproximou a ferramenta dele dos meus buracos vulneráveis. Ele levantou minha pélvis pra se ajustar e eu senti que, com um único empurrão, ele enfiou de novo no meu cu. Notei que ele deu umas estocadas e depois tirou o pau pra levar em direção à minha buceta. Hesitei se era uma boa ideia, porque sempre ouvi falar que tem risco de infecção se levar o pau do cu direto pra buceta. Não tive escolha a não ser me entregar. Não tinha nada que eu pudesse fazer pra parar ele. A única opção que eu tinha era aproveitar, já que ele me mantinha presa com mais de 100 quilos esmagando meu corpo. Não sabia quanto tempo aquele velho ia aguentar depois de ter gozado duas vezes dentro de mim, mas o pau dele estava mais duro do que nunca. Começamos a nos beijar no exato momento em que o pau dele entrava até o fundo da minha buceta. Me surpreendi como entrou fácil e o fato de ele fazer isso enquanto tava concentrado em comer minha boca. A gente se beijava de um jeito muito intenso enquanto ele me enchia de saliva. O vai-e-vem não demorou e eu sentia o choque das bolas dele na minha bunda enquanto apoiando todo o peso do corpo com apenas uma mão, com a outra ele amassava com força um dos meus peitos, deixando uma marca que até agora, me olhando no espelho, ainda tenho. Aquele movimento me causou dor, mas nessa altura não era nada comparado com tudo que eu estava sentindo. Adorava sentir o tronco da pica dele raspar as paredes da minha buceta enquanto ele chupava minha língua e mordia de leve meus lábios. Agradeci que ele não deixasse marca nenhuma no meu rosto. Parecia que nossos corpos se encaixavam perfeitamente, já que senti desde antes que ele ia gozar dentro de mim de novo. Era como se estivéssemos transando há meses, tanto que cheguei a pensar comigo mesma: —Aí vem a gozada dele— e sorri. Me surpreendi ao sentir apenas uma descarga de sêmen, tinha me acostumado mal com as descargas enormes de porra que ele tinha me dado antes. Mas entendi que já era a última e quis aproveitar. Apertei minhas pernas em volta do torso dele, convidando ele a me encher por dentro. Não me importei que houvesse risco de engravidar, mesmo a gente sempre usando camisinha. Aquele velho me fez dele desde o momento em que desci do ônibus. Senti um último gemido rouco enquanto a boca dele inundava a minha de saliva, pra depois ele retirar o membro molhado e me deixar de novo com uma sensação de vazio. Ali mesmo ele desabou ao meu lado e a gente dormiu abraçado, eu colocando minha perna por cima do corpo dele e minha mão rodeando o peito dele. Ele, enquanto isso, manteve uma mão na minha bunda até que as horas passaram e eu acordei. Olhei meu celular e já tinham passado várias horas. Eram 7:40 da noite, então calculei que entre a melhor foda da minha vida e depois aquela soneca junto com aquele velho, a gente não se conhecia há mais de 6 horas e ele já tinha me marcado por dentro. Tentei me afastar sem acordar ele. Por algum motivo, achei que aquele velho parecia fofo enquanto dormia, mesmo que a vista fosse desagradável. Manchas de porra seca nos rodeavam, e a barriga dele estava enfeitada com sangue que pertencia à minha bunda. Me aproximei pra dar um beijinho, mas aquele velho estava acordado e me pegou de surpresa, fazendo eu cair em cima dele. Ainda estávamos pelados e senti o pau dele fazendo pressão na minha barriga. Não tinha dúvida nenhuma, fiquei excitada de novo imaginando que aquele velho teria mais pra mim naquele momento. Porém, aquele velho horrível e fedorento tinha outros planos pra mim. — Se quiser mais, vai ter que me visitar amanhã — ele disse. Fiquei surpresa, já que lembrei das nossas brincadeiras por mensagem no ônibus, do fato de ter ido com aquele velho e, apesar de ele ter me feito sentir coisas inimagináveis pra mim, tinha sido algo de uma tarde. — Tenho namorado — falei secamente. — HAHAHA você gemeu igual uma puta e agora lembra do viadinho do seu namorado — ele respondeu. Fiz cara de brava, mas o velho continuou falando. — HAHAHA vocês, jovens, são tão inocentes. Desde o momento em que você entrou no ônibus, reparei na sua figura. Aquele viadinho que entrou com você no ônibus e depois te apalpava do banco de trás é um cara muito sortudo, mas eu sei que putinhas como você não se contentam com tão pouco. E desde que notei suas brincadeirinhas com seu namorado, tive certeza de que ia fazer de você minha presa. — Seu namorado é um corno manso e, apesar de ter feito o bobo no começo, nunca pensei em outra coisa senão sair daquele ônibus com você, puta — ele completou. As palavras dele me deixaram perplexa, mas eu gostava daquele jeito que ele falava comigo. Não sabia o que responder nem o que fazer, mesmo pensando que aquele velho tinha notado nossas brincadeiras enquanto a gente trocava mensagem no ônibus. A única coisa que me dignei a fazer foi mexer minha cintura pra fazer contato com o pau dele. — Volta amanhã e me surpreende com uma roupinha gostosa — ele disse. — Ok — respondi simplesmente. Não tinha outra opção, principalmente porque aquele velho me virou e meteu duas vezes de um jeito violento, pra depois se levantar e mandar eu ir embora. Fui pro banheiro sem ter certeza do meu estado e se conseguiria me lavar. Quando me olhei... Diante do espelho, finalmente pude ver o estrago que aquele velho tinha feito em mim. A maquiagem estava toda borrada, minhas bochechas enfeitadas com esperma seco e restos de lágrimas pretas que certamente escorreram enquanto aquele velho violava minha boca com o pau dele, me dando a garganta profunda mais brutal. Pelo menos tinha uma toalha pra me secar, então tomei um banho. Depois disso, me vesti na frente daquele velho. Beijei ele e fui embora. Lá fora estava um frio do caralho. Mesmo tendo feito calor de manhã, agora tava um frio que me surpreendeu, e obviamente eu não estava vestida pra aquele clima. Fui até o ponto de ônibus e sentei. Tinha outra pessoa, mas não dei bola pra esse detalhe. Peguei meu celular e reli a notificação da sua mensagem. Ia abrir quando uma voz soou bem perto de mim. — Tão tarde e tão sozinha — Virei o rosto e vi a pessoa que até pouco tempo tava sentada no outro lado do ponto de ônibus. Olhei pra ele e reparei que era um senhor de uns 40 anos. — De novo trombo com um velho tarado! — pensei. Não sei se foi pela experiência que tive antes com aquele velho nojento, mas não fiz nada quando esse novo coroa colocou a mão na minha coxa nua. Sentada, o vestido tinha subido de novo e não faltava muito pra mostrar minha calcinha. — Você é muito gostosa — ele disse, me olhando dos pés à cabeça. — Quanto você cobra, minha filha? — perguntou, enquanto passava a mão até meus joelhos e voltava pro começo das minhas coxas. Entendi que, pela hora e pelo lugar onde eu tava, com um vestido tão curto e um decote tão descarado... me confundiram com uma puta. Eu ainda tava com tesão por causa das duas metidas de pau que o velho tinha me dado na casa dele antes de sair, então resolvi arriscar e respondi. — Faz o que quiser — respondi, olhando pro lado, aproveitando pra ver se tinha alguém que pudesse nos ver. — Posso tocar nos seus peitos? — de repente ele disse. Fiquei surpresa ao Ouvir uma pergunta tão descarada, mas fiquei ainda mais surpresa quando levei minhas mãos aos meus peitos, levantando-os e oferecendo uma vista linda. De um jeito bem sensual, um "sim" saiu da minha boca. Como você pode imaginar, aquele senhor não perdeu tempo e levou as duas mãos aos meus peitos, apalpando-os como um possesso, como um mendigo que volta a provar comida caseira. Infelizmente para mim, o ônibus não demorou e apareceu na esquina da rua. Aquele senhor descarado estava prestes a puxar meus peitos para fora do decote, mas eu o parei, já que não queria mais problemas. Estávamos sozinhos, mas três senhoras desceram daquele ônibus e, ao me verem, simplesmente me lançaram olhares de desaprovação, também assumindo que eu não passava de uma puta. O senhor subiu comigo no ônibus, mas pensei que não seria uma boa ideia continuar brincando com estranhos, então me sentei no primeiro banco enquanto via aquele homem ir embora, puto da vida, para o fundo do ônibus e descer na hora. Depois de viajar até meu ponto de ônibus, fui para casa e fui direto para o banheiro. Me arrumei antes de tirar umas fotos para você e depois te mandar o resto das mensagens que você já viu, amor. Agora não tenho mais nada para fazer além de dormir. Mesmo tendo tirado um cochilo, ainda estou muito cansada e, como já te contei antes, amanhã vou de novo na casa daquele velho. Espero que você me perdoe, por favor. Já vamos conversar sobre isso. Mas não consigo parar de pensar naquele velho me penetrando e me humilhando. -------------------------------- Finalmente tinha terminado aquela mensagem de voz. Eu estava com sentimentos confusos, mas sabia que, se tivesse sabido antes, não teria permitido que minha namorada fosse de novo visitar aquele velho. Agora tinha certeza de que o jogo tinha saído do meu controle, e o pior de tudo é que eu já não tinha mais controle sobre as ações da minha namorada. Depois de ficar distraído nos meus pensamentos por um tempo, olhei pela janela do ônibus e notei que já estava chegando naquela maldita... Ponto de ônibus onde eu deveria ter descido no dia anterior. Não, nem isso. Eu deveria ter aceitado quando minha namorada quis trocar de lugar e vir pra perto de mim. Naquele momento, eu tinha tudo. Uma mulher sensual e perfeita... e podia fazer o que quisesse com ela. Agora, não sabia como estava minha situação. Será que a perdi? Era difícil saber depois de ter ouvido o relato dela. Aquele velho tinha dado sensações que eu nunca fiz ela sentir, e apesar do nosso sexo ser intenso, tinha algo dentro da minha namorada que eu não conhecia. Um lado sujo que eu não tinha conseguido encontrar, e aquele velho tinha sido minha perdição. Finalmente, o ônibus parou. Me preparei pra descer quando as portas se abriram, não sem antes olhar pra baixo e notar a dura ereção que empurrava minha calça. FIM.
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