Esses três amigos do meu marido já vieram na nossa casa algumas vezes. Mais nos aniversários do meu marido ou no meu. Mas separados. Nunca estiveram os três ao mesmo tempo.
O Antonio é muito respeitoso comigo. Mas percebi que ele também olha pra minha bunda. Ele já veio algumas vezes aqui em casa. No meu aniversário ou no do meu marido. E quando a gente dança, ele só fala que eu sou muito gostosa. Eu só respondo: obrigada. Nunca me faltou com respeito.
O Luís é mais folgado. Ele fala pro meu marido: Marcello, a Teresinha tá muito linda, você tem que cuidar bem dela. Meu marido responde: claro que sim. Principalmente tenho que cuidar dela de você. E os dois riem. Mas ele também nunca me desrespeitou. Embora olhe pra minha bunda com mais cara de pau.
Seu Pepe é um vizinho nosso, mora do lado da nossa casa. Quase todo dia a gente vê ele quando sai pro trabalho dele. Ele é muito respeitoso e muito educado comigo. É divorciado, e os filhos dele estão estudando no exterior. Sempre me chama de "Teresinha". Eu também tinha muito respeito por ele por causa da idade e da educação dele.
Meu marido foi falar com cada um deles pra pedir um empréstimo de cinco mil dólares pra cada um. E de quebra convidar eles pro aniversário dele, que a gente ia comemorar daqui a quatro dias. Quando ele voltou, me disse que os três falaram que iam pensar. E que no dia do aniversário dele iam dar a resposta.
De noite a gente ficou conversando com meu marido, e a dúvida batia se eles iam emprestar ou não o dinheiro. Aí ele me disse: olha, no dia do meu aniversário, a gente tem que convencer os três a nos emprestar o dinheiro. Eu perguntei: mas como? Ele disse: a gente só vai convidar eles. E mais ninguém. Você e eu sabemos que você agrada eles. Então você vai se vestir com a roupa mais provocante que tiver, e vai falar do empréstimo toda vez que eles te tirarem pra dançar.
Eu fiquei puta com meu marido e falei: você é louco? Não vou fazer isso. O que vão pensar de mim. Meu marido disse: essa é a nossa chance. de ganhar uma grana boa. não vai te acontecer nada. só vai dar uma flertadinha. eu vou ficar de olho pra eles não passarem do limite.
depois de tanto discutir com meu marido, no fim eu aceitei. já que eu conhecia ele. ele é bem resistente à bebida, e nunca vi ele dormir bêbado. sempre os outros ficavam embriagados, e meu marido tava lúcido.
chegou o dia do aniversário dele. pedimos comida por delivery. meu marido comprou bebidas. vinhos e cerveja. eu vesti uma minissaia justa que marcava bem minha bunda, e mostrava boa parte das minhas pernas. coloquei uma blusa com um decote que deixava ver um pedaço dos meus peitos. me senti bem desconfortável. mas tudo era pra conseguir o maldito empréstimo.
quando bateram na porta, eu corri pro meu quarto. tava com vergonha de me verem assim. meu marido abriu e eu ouvi as vozes dos três. achei estranho terem vindo os três juntos. parecia que combinaram de chegar na mesma hora. parei de pensar nisso e fiquei ouvindo o que falavam. perguntaram pro meu marido por mim, e ele disse: já já sai, tá se arrumando pra ficar gostosa. o Luís falou: mais gostosa do que já é? todos riram. ouvi eles servindo bebida e tomando copos de vinho. gritando: saúde pro aniversariante.
a gente tinha colocado o som na frente dos sofás onde íamos sentar. de um jeito que quando eu andasse pra colocar ou trocar a música, os três vissem minha bunda e minhas pernas.
depois de um tempo, saí pra sala e os três levantaram de repente. nunca tinham me visto vestida assim. meu marido disse: não falei que ela tava ficando gostosa? os três falaram: cê tem razão, Marcello. os três me cumprimentaram com beijo na bochecha. eu falei: primeiro vamos comer, depois vocês podem continuar brindando. sentamos na mesa e eu servi a comida. depois de comer e tomar vinho, meu marido disse: vamos sentar na sala. fomos pra sala, e eles se espalharam em dois sofás grandes, dois em cada sofá.
eu sentei na frente Dois deles. Numa poltrona de uma pessoa só. Assim não dava chance de ninguém sentar do meu lado. Mas fiquei bem na frente do seu Pepe e do Luís. Se eu abrisse um pouco as pernas, eles veriam minha calcinha fio dental — mas isso não ia rolar. Agora, minhas pernas, sim, apareciam, porque quando sentei, a saia subiu bem pra cima.
Meu marido falou: "Vou pegar mais cerveja na geladeira. Por favor, troca a música." E foi pra sala de jantar. Eu me levantei e fui trocar a música. Caminhei rebolando, balançando a bunda de um lado pro outro. Sabia que os três estavam de olho na minha rabeta. Aí me curvei um pouco pra mexer nos botões do som, certa de que iam ver a calcinha fio dental.

Quando me virei, os três se fizeram de desentendidos, olhando pra outro lado.
Eu tava fazendo tudo que meu marido mandou pra enganar eles e fazer com que aceitassem nos dar o empréstimo. Mas me sentia muito desconfortável. Parecia que eu tava me vendendo. Embora, às vezes, eu gostasse de me sentir desejada por aqueles homens de idades diferentes.
Coloquei a música, entre salsa e baladas, pra dançar. O primeiro que me chamou pra dançar foi o Luís. Ele perguntou pro meu marido: "Marcello, posso dançar com a Teresita?" Meu marido respondeu: "Claro que sim. Tamo aqui pra nos divertir, todos dancem com ela, porque hoje não tem mais mulher."
O Luís me apertava contra ele e dizia: "Você tá muito gostosa, Teresita. Como eu invejo o Marcello."
Depois, o Antônio me chamou pra dançar. Ele se mostrava mais respeitoso, mas não parava de olhar pras minhas tetas que balançavam a cada passo. Seu Pepe não me chamava pra dançar. Só o Luís e o Antônio, várias vezes. Até que meu marido falou: "Seu Pepe, só falta o senhor dançar. Ou já não consegue mais mexer o esqueleto?" Seu Pepe se levantou e me chamou pra dançar, dizendo: "Como não. Ainda me mexo muito bem."
Assim, fiquei dançando com um e com outro. Já tava todo mundo um pouco mais animado por causa da bebida. Eu bebia muito pouco, mas sentia que também me afetava um pouquinho. Quase nada. Meu marido tava super tranquilo. Então ele me chamou na sala e disse: "Agora pressiona eles pra se comprometerem com o empréstimo." Eu respondi: "Tá bom. Mas quero que você saiba que não gosto nada de estar vestida assim. E muito menos de ficar paquerando seus amigos. Mas faço tudo por você. Espero que valha a pena." Ele disse: "Sim, meu amor. Eu te entendo. E vou te recompensar de algum jeito. Tenho certeza que vai valer a pena. Até agora você tá indo muito bem, só falta o toque final."
Primeiro fui até seu Pepe, porque ele parecia mais sério. E falei: "Vamos dançar, seu Pepe." Ele se levantou na hora e começamos a dançar. Tava tocando uma balada. Eu coloquei minhas mãos no ombro dele e ele colocou as dele na minha cintura. Cintura. Assim, dançando bem devagar, falei: seu Pepe. Quero agradecer de antemão pelo empréstimo que o senhor vai fazer pro meu marido. O senhor é um homem bom. Além disso, é muito gato. Eu não sei por que o senhor não casou de novo. Ele me disse: olha, Teresinha. O empréstimo da minha parte já é certo. E só quero encontrar uma mulher como você pra casar de novo. Eu falei: como eu? A que o senhor se refere? Ele disse: não se faz de sonsa, Teresinha. Com o corpo que você tem. Eu falei: ai, seu Pepe. Muitas mulheres gostosas iam querer ficar com o senhor. Mas obrigada pelo que me toca.
Depois, o Luís me chamou pra dançar. E eu falei: obrigada, Luís, pelo empréstimo que você vai nos dar. Vai nos ajudar pra caralho. Ele disse: como negar um empréstimo pra uma mulher tão gostosa como você? Eu falei: obrigada. A gente vai retribuir de algum jeito. Ele disse: espero que sim. Principalmente você. Eu falei: vai ser eu e meu marido.
Depois, quando tava dançando com o Antônio, falei: Antônio, espero que você nos empreste o dinheiro que meu marido pediu. Ele disse: pode dar como certo. Amanhã mesmo te trago a grana. Eu falei: ai, Antônio, você é um amor de pessoa, obrigada. Nunca vamos esquecer esse favor. Ele disse: tomara que você nunca se esqueça de mim. Eu falei: como amigos, nunca vou te esquecer.
Assim, as horas foram passando, e eu já tava segura dos empréstimos. Embora meu marido ficasse dizendo que a gente tinha que continuar motivando eles. De repente, vi meu marido meio tonto. E ele começou a cochilar sentado. Isso me surpreendeu, porque ele sempre aguentava até o dia seguinte bebendo e sem piscar. O Luís acordava ele e falava: vamos, Marcello, que isso, não dorme. Meu marido acordava, mas só por um momento. E depois dormia de novo. Eu também acordava ele. Mas só um pouquinho. Ele dormia de novo.
Então o Luís me disse: Teresinha. Vamos deixar ele descansar. Mesmo que ele durma, aqui tem nós. Que viemos nos divertir. Não acho que você vai nos mandar embora. Eu não podia mandar eles embora depois do que já tinha conseguido. Então fiquei com eles. Eu disse: "Tá bom, vamos continuar nos divertindo." Mesmo a festa sendo pro Marcello.
O Luis me puxou pra dançar, e me agarrou pelas cadeiras enquanto tocava uma salsa. Eu tentava me soltar, mas ele não deixava. Me apertava contra ele com força. O Antônio e o Dom Pepe faziam a torcida e gritavam: "Isso aí, Luis! Mostra como se dança." De repente, o Luis baixou as mãos e colocou nas minhas nádegas, e me disse: "Que bunda gostosa você tem, Teresita."
Eu falei: "Não seja sem-vergonha, Luis. Meu marido vai acordar daqui a pouco." Ele respondeu: "Acho que não vai acordar, não. Tá bêbado e dormindo que nem uma pedra. Mas não se preocupa, a gente vai te fazer passar uns momentos bem agradáveis." Dizendo isso, ele soltou minhas nádegas, e eu fui me sentar.
Eu tava numa situação embaraçosa. Não podia mandar eles embora porque senão não iam nos dar o empréstimo. E também não dava pra acordar meu marido. Parecia que tinham dado algum sonífero pra ele. E depois de tudo que eu provoquei, eu mesma, só me restava me defender como podia.
Por enquanto, só me incomodavam quando a gente dançava. Eu falava: "Rapaziada, já tá na hora de descansar." Mas eles me ignoravam e continuavam bebendo. De repente, o Antônio me puxou pra dançar. E fez a mesma coisa que o Luis. Ou seja, me agarrou as nádegas com as duas mãos. Eu falei: "Você também me falta com o respeito, Antônio?" Ele respondeu: "É que a gente tá de pau duro olhando sua bunda e suas pernas." A música acabou e o Antônio me soltou.
Eu pensava: "O Dom Pepe, acho que não vai me faltar com o respeito." Mas naquela hora, o Luis disse: "Vai, Pepe. Não me diga que você também não gosta da Teresita. Puxa ela pra dançar." O Dom Pepe se levantou e me disse: "Vamos dançar, Teresita." Eu fui e falei: "Dom Pepe, pelo amor de Deus, leva os rapazes pra casa. Eles tão passando da conta e me faltando com o respeito." Ele respondeu: "Eu levo os rapazes, mas antes você tem que tomar dois copos de vinho comigo." Eu falei: "Dom Pepe, eu não bebo muito." Ele disse: "Escolhe: você toma dois copos de vinho? Ou aguenta os rapazes?" Eu falei: "Tá bom, vou tomar o vinho." Então ele serviu dois copos e me fez beber. Encarar ele. Enquanto Luis e Antonio riam e me diziam: "Vai, Teresita, você consegue!".
Peguei os dois copos de vinho e por um momento fiquei sentada. Depois me senti um pouco tonta. E Dom Pepe me disse antes de irmos: "Vamos dançar um pouco. Vem, Teresita, que eu te ensino como se dança." Eu me levantei e começamos a dançar. Dom Pepe levantou minha saia e agarrou minhas nádegas nuas com as duas mãos. Tentei me soltar, mas ele me impediu. Disse: "Assim se dança mais gostoso." Antonio e Luis gritavam: "Bravo, Pepe, é assim que se faz."
Luis se levantou e puxou minha calcinha até o chão. Tirou e jogou num canto da sala. Dom Pepe agarrava minhas nádegas nuas com suas mãos enormes. Amassava, apalpava, sempre dançando. Eu já não podia fazer nada. Sozinha diante de três homens excitados, olhando minha bunda e minhas pernas nuas. De repente, Luis e Antonio também se levantaram ao meu lado e, dançando, tiraram minha saia, minha blusa e o sutiã. Fiquei totalmente nua diante do olhar lascivo daqueles três homens bêbados, excitados e tarados.
Eu disse a eles: "Não quero mais dançar, estou cansada." Dom Pepe me disse: "Teresita, nós queremos continuar dançando, você tem que dançar com a gente." E pegou minhas mãos e colocou nos ombros dele, e agarrou minhas nádegas de novo. Dessa vez, começou a enfiar o dedo na minha buceta. A verdade é que, a essa altura, eu já estava excitada, mas ainda resistia em ser fodida por aqueles homens. Gritava para meu marido: "Marcello, oi!" E ele não acordava.
Então Luis disse: "Já chega de dança, Pepe. Vamos para o sofá." Me puxaram para o sofá e eu me sentei determinada a não me deixar foder. Antonio agarrava meus peitos e apertava. Luis me puxou pelos pés e fiquei deitada no sofá. Depois Dom Pepe me disse: "Olha, Teresita, você é nossa mulher esta noite. Deixa foder tranquila que você vai gostar." Eu disse: "Não, Dom Pepe, o senhor é como um pai pra mim, não faça isso." Enquanto isso, meu marido estava sentado no sofá onde eu me sentei no começo. Sentado e... adormecida, sem conseguir reagir.
Então os três se desp iram, ficando totalmente nus. Luís pegou a toalha da mesa e amarrou minhas mãos. Dom Pepê disse: amarra ele na perna do sofá. Foi o que Luís fez. Fiquei com as mãos imobilizadas. Aí Dom Pepê disse pro Luís: agora segura uma perna. E você, Antônio, segura a outra. Os dois seguraram minhas pernas e as abriram de uma vez. E Dom Pepê ficou no meio das minhas pernas, olhou pra minha buceta e disse: que delícia, sua puta de merda. Dizendo isso, enfiou o pau dele até o fundo. Eu quis me defender, mas era impossível.
Dom Pepê começou a bombar com raiva e dizia: que buceta gostosa. Ele agarrava meus peitos e apertava. Depois puxava meus peitos como se fossem rédeas de um cavalo e, segurando minhas tetas, me comia com toda força. Luís dizia: Pepê, só deixei você ser o primeiro porque é mais velho. Ha, ha, ha. Depois é a minha vez. Dom Pepê respondia: cala a boca, otário, todo mundo vai comer. Deixa eu alargar o buraco dela pra você entrar.
De repente, Dom Pepê parou e me disse: Teresinha. Não queremos te machucar. Vamos te soltar se você aceitar não se defender e colaborar com a gente. Eu disse: tá bom, Dom Pepê. Não vou mais me defender. Ele disse: assim que eu gosto, mamacita. Agora a gente vai te comer os três, e você vai aproveitar. Soltaram minhas mãos e Dom Pepê disse: abre bem as pernas, mamacita, que agora é a vez do Luís. Eu abri minhas pernas e Luís enfiou um pau enorme que me fez gritar: aaaaiii. Antônio colocou o pau dele na minha boca, agarrou minha cabeça e puxava com força pro pau dele. Dom Pepê começou a colocar o dedo no meu cu, o que me assustou.
Aí Antônio disse: já, Luís, agora é minha vez. Luís levantou e Antônio se deitou no sofá e me disse: vai, Teresinha. Monta no meu pau. Eu montei no Antônio, peguei o pau dele e enfiei na minha buceta. Já tava adorando tudo aquilo. O licor que eu tinha tomado fez efeito em mim, e me senti totalmente sem vergonha. E tava gostando do que tava rolando. Adorava olhar pra aqueles homens com seus Olhos cheios de luxúria. Desesperados pra enfiar os paus em mim. Me senti uma garota desejada. Eu, uma simples mulher, como podia deixar três homens juntos nesse estado? Olhava pro meu marido e via ele dormindo, sem imaginar o que estavam fazendo com a mulherzinha dele.
Seu Pepe olhava pra minha bunda que se mexia e tremia quando eu sentava no pau do Antônio. Luís colocou o pau na minha boca e começou a foder minha boca. De repente, Seu Pepe disse: "Que rabo gostoso essa puta tem." Começou a enfiar o dedo no meu cu. Eu me soltei do pau do Luís e falei: "Seu Pepe, não vai meter aí não. Nunca fiz pelo cu. Por favor, não, Seu Pepe." Ele me disse: "Ah, você não sabe o que tá perdendo. Agora vai ver o que é bom." Dizendo isso, cuspiu no pau dele e colocou na entrada do meu cu. E falou: "Para um pouco, Antônio. Até meu pau entrar no cu dessa puta."
Antônio parou. E Seu Pepe deu um empurrão forte e cravou o pau no meu cu. Eu senti como se estivessem abrindo meu cu com um ferro. E gritei: "Aaaaiii!" Seu Pepe me disse: "Aguenta, puta de merda. Já tá atravessada. Agora mexe essa bunda enorme e aproveita gostoso com dois paus." Eu continuei gritando: "Aaaaiii, aaaaiii, aaaaiii." Seu Pepe era o único que falava. Antônio e Luís estavam mais concentrados em enfiar os paus em mim. Eles só gemiam: "Aaaah, aaaah, aaaah."
Seu Pepe me dizia: "Tá gostando, puta de merda?" Eu respondia: "Siiim, Seu Pepe." Ele me dizia: "O corno do seu marido não te dava pelo cu?" Eu respondia: "Não, Seu Pepinho." Ele me dizia: "Amanhã quando seu marido te examinar, você vai estar com o cu arrombado." Eu respondia: "Siiim, Pepinho." Ele me dizia: "Agora você é uma verdadeira puta. Tá comendo três homens ao mesmo tempo." Eu respondia: "Siiim, Pepinho. Que gostoso você me dá no cu. Sou uma puta. Arromba meu cu. Antônio, Luís e Pepe, comam esse cu que tanto olhavam quando meu marido tava acordado." Antônio e Luís disseram: "Jááá, mamãe, dá pra ver que você tá gozando gostoso. Como você gosta de pau." Eu falei: "Siiim, Luís. Eu gosto do seu Pau. Você tem um pauzão.
De repente, seu Pepe disse: Luis, vem por trás e enfia teu pau no cu dessa puta. Pra ela aguentar dois paus no cu. Enfia de um lado do meu pau. Não sei como, mas Luis ficou atrás do seu Pepe. E eu sentia ele tentando enfiar o pau no meu cu, que já tava cheio com o pau do seu Pepe. Escorregava. Mas de repente o pau dele entrou no meu cu. Senti uma dor aguda. Mas passou rápido. Eu tava com dois paus no cu e um pau na minha buceta. Nunca imaginei que estaria nessa situação. E eu que era tão recatada, com meus valores morais e meus medos.
Olhei pro meu marido e gritei: Marcelloooooo acorda. Tão arrombando o cu da tua mulher. Sou uma putaaa. Mas ele continuou dormindo como nunca. Me senti uma puta completa, com três homens enfiando os paus em mim na frente do meu marido. Depois, Luis tirou o pau do meu cu, mas fiquei com o pau do seu Pepe enfiado na minha bunda dolorida. Seu Pepe começou a se mover mais forte e começou a gritar: que cu gostoso, que cu gostoso. Aaaiii caralho. E ficou por cima do meu cu. Senti o esperma quente dele enchendo meu cu. Depois de um tempo, seu Pepe tirou o pau do meu cu e, imediatamente, Luis enfiou o pau dele no meu cu, e disse: agora vou arrombar teu cu, puta gostosa. Eu disse: faz o que quiser comigo, Luis. Meu cu é teu. Ele também começou a se mover mais rápido e gozou. E gritou: que puta gostosa. E derramou a porra dele no meu cu, que começou a escorrer pelas minhas pernas. Antonio já tava com o pau quase mole, de não sei quantas gozadas que tinha dado. Sem tirar o pau da minha buceta.
Depois, os três se levantaram. Eu trouxe papel higiênico pra eles se limparem. Eu também me limpei, tirei toda a porra dos meus três buracos. Boca, buceta e cu. Seu Pepe me disse: Teresinha: espero que não conte nada pro Marcello. Sobre teu empréstimo, já tá garantido. Não é, rapaziada?. Luis e Antonio disseram: sim, claro. Eu disse: não vou contar nada pro Marcello. Eles se vestiram e Foram embora.
Eu troquei um olhar com meu marido e fui dormir. No dia seguinte, só lá pelo meio-dia meu marido acordou. Eu ainda estava na cama também. Ele me perguntou a que horas a gente tinha dormido. Disse que não lembrava de nada. Me perguntou: "O que aconteceu?". Eu contei pela metade. Falei que o empréstimo já estava garantido e que seu Pepe, Antônio e Luís foram embora quando viram ele dormindo. Ele me disse: "Viu só? Nossa estratégia deu certo." Eu respondi: "É, deu certo."
Depois daquele dia, seu Pepe continua me cumprimentando como antes. E me trata com respeito na frente do meu marido. Mas quando a gente se vê a sós, ele me chama de Lu. Diz que toda noite sonha com a minha bunda. Pergunta quando a gente vai fazer de novo. Eu respondo: "Nunca, seu Pepe." Mas, no fundo, eu quero estar com dois ou três homens de novo. Só que dessa vez com meu marido acordado. Pra ele ver como enfiam a pica no cu da própria mulher.
Acho que deram um sonífero pro meu marido. Porque ele nunca dorme em festas. E o responsável por isso, ou seja, quem planejou tudo, foi seu Pepe. É o que eu penso. Já fechamos o negócio dos computadores. Ganhamos uma boa grana e pagamos seu Pepe, o Luís e o Antônio. Por outro lado, queria repetir aquela experiência com vários homens. E tô num dilema. Se eu contar tudo pro meu marido, não sei como ele vai reagir. Embora, no fim das contas, ele seja o culpado pelo que aconteceu. Ou se eu fizer escondido com seu Pepe, Luís e Antônio, não me sentiria bem. Estaria sendo infiel ao Marcello.
O Antonio é muito respeitoso comigo. Mas percebi que ele também olha pra minha bunda. Ele já veio algumas vezes aqui em casa. No meu aniversário ou no do meu marido. E quando a gente dança, ele só fala que eu sou muito gostosa. Eu só respondo: obrigada. Nunca me faltou com respeito.
O Luís é mais folgado. Ele fala pro meu marido: Marcello, a Teresinha tá muito linda, você tem que cuidar bem dela. Meu marido responde: claro que sim. Principalmente tenho que cuidar dela de você. E os dois riem. Mas ele também nunca me desrespeitou. Embora olhe pra minha bunda com mais cara de pau.
Seu Pepe é um vizinho nosso, mora do lado da nossa casa. Quase todo dia a gente vê ele quando sai pro trabalho dele. Ele é muito respeitoso e muito educado comigo. É divorciado, e os filhos dele estão estudando no exterior. Sempre me chama de "Teresinha". Eu também tinha muito respeito por ele por causa da idade e da educação dele.
Meu marido foi falar com cada um deles pra pedir um empréstimo de cinco mil dólares pra cada um. E de quebra convidar eles pro aniversário dele, que a gente ia comemorar daqui a quatro dias. Quando ele voltou, me disse que os três falaram que iam pensar. E que no dia do aniversário dele iam dar a resposta.
De noite a gente ficou conversando com meu marido, e a dúvida batia se eles iam emprestar ou não o dinheiro. Aí ele me disse: olha, no dia do meu aniversário, a gente tem que convencer os três a nos emprestar o dinheiro. Eu perguntei: mas como? Ele disse: a gente só vai convidar eles. E mais ninguém. Você e eu sabemos que você agrada eles. Então você vai se vestir com a roupa mais provocante que tiver, e vai falar do empréstimo toda vez que eles te tirarem pra dançar.
Eu fiquei puta com meu marido e falei: você é louco? Não vou fazer isso. O que vão pensar de mim. Meu marido disse: essa é a nossa chance. de ganhar uma grana boa. não vai te acontecer nada. só vai dar uma flertadinha. eu vou ficar de olho pra eles não passarem do limite.
depois de tanto discutir com meu marido, no fim eu aceitei. já que eu conhecia ele. ele é bem resistente à bebida, e nunca vi ele dormir bêbado. sempre os outros ficavam embriagados, e meu marido tava lúcido.
chegou o dia do aniversário dele. pedimos comida por delivery. meu marido comprou bebidas. vinhos e cerveja. eu vesti uma minissaia justa que marcava bem minha bunda, e mostrava boa parte das minhas pernas. coloquei uma blusa com um decote que deixava ver um pedaço dos meus peitos. me senti bem desconfortável. mas tudo era pra conseguir o maldito empréstimo.
quando bateram na porta, eu corri pro meu quarto. tava com vergonha de me verem assim. meu marido abriu e eu ouvi as vozes dos três. achei estranho terem vindo os três juntos. parecia que combinaram de chegar na mesma hora. parei de pensar nisso e fiquei ouvindo o que falavam. perguntaram pro meu marido por mim, e ele disse: já já sai, tá se arrumando pra ficar gostosa. o Luís falou: mais gostosa do que já é? todos riram. ouvi eles servindo bebida e tomando copos de vinho. gritando: saúde pro aniversariante.
a gente tinha colocado o som na frente dos sofás onde íamos sentar. de um jeito que quando eu andasse pra colocar ou trocar a música, os três vissem minha bunda e minhas pernas.
depois de um tempo, saí pra sala e os três levantaram de repente. nunca tinham me visto vestida assim. meu marido disse: não falei que ela tava ficando gostosa? os três falaram: cê tem razão, Marcello. os três me cumprimentaram com beijo na bochecha. eu falei: primeiro vamos comer, depois vocês podem continuar brindando. sentamos na mesa e eu servi a comida. depois de comer e tomar vinho, meu marido disse: vamos sentar na sala. fomos pra sala, e eles se espalharam em dois sofás grandes, dois em cada sofá.
eu sentei na frente Dois deles. Numa poltrona de uma pessoa só. Assim não dava chance de ninguém sentar do meu lado. Mas fiquei bem na frente do seu Pepe e do Luís. Se eu abrisse um pouco as pernas, eles veriam minha calcinha fio dental — mas isso não ia rolar. Agora, minhas pernas, sim, apareciam, porque quando sentei, a saia subiu bem pra cima.
Meu marido falou: "Vou pegar mais cerveja na geladeira. Por favor, troca a música." E foi pra sala de jantar. Eu me levantei e fui trocar a música. Caminhei rebolando, balançando a bunda de um lado pro outro. Sabia que os três estavam de olho na minha rabeta. Aí me curvei um pouco pra mexer nos botões do som, certa de que iam ver a calcinha fio dental.

Quando me virei, os três se fizeram de desentendidos, olhando pra outro lado.
Eu tava fazendo tudo que meu marido mandou pra enganar eles e fazer com que aceitassem nos dar o empréstimo. Mas me sentia muito desconfortável. Parecia que eu tava me vendendo. Embora, às vezes, eu gostasse de me sentir desejada por aqueles homens de idades diferentes.
Coloquei a música, entre salsa e baladas, pra dançar. O primeiro que me chamou pra dançar foi o Luís. Ele perguntou pro meu marido: "Marcello, posso dançar com a Teresita?" Meu marido respondeu: "Claro que sim. Tamo aqui pra nos divertir, todos dancem com ela, porque hoje não tem mais mulher."
O Luís me apertava contra ele e dizia: "Você tá muito gostosa, Teresita. Como eu invejo o Marcello."
Depois, o Antônio me chamou pra dançar. Ele se mostrava mais respeitoso, mas não parava de olhar pras minhas tetas que balançavam a cada passo. Seu Pepe não me chamava pra dançar. Só o Luís e o Antônio, várias vezes. Até que meu marido falou: "Seu Pepe, só falta o senhor dançar. Ou já não consegue mais mexer o esqueleto?" Seu Pepe se levantou e me chamou pra dançar, dizendo: "Como não. Ainda me mexo muito bem."
Assim, fiquei dançando com um e com outro. Já tava todo mundo um pouco mais animado por causa da bebida. Eu bebia muito pouco, mas sentia que também me afetava um pouquinho. Quase nada. Meu marido tava super tranquilo. Então ele me chamou na sala e disse: "Agora pressiona eles pra se comprometerem com o empréstimo." Eu respondi: "Tá bom. Mas quero que você saiba que não gosto nada de estar vestida assim. E muito menos de ficar paquerando seus amigos. Mas faço tudo por você. Espero que valha a pena." Ele disse: "Sim, meu amor. Eu te entendo. E vou te recompensar de algum jeito. Tenho certeza que vai valer a pena. Até agora você tá indo muito bem, só falta o toque final."
Primeiro fui até seu Pepe, porque ele parecia mais sério. E falei: "Vamos dançar, seu Pepe." Ele se levantou na hora e começamos a dançar. Tava tocando uma balada. Eu coloquei minhas mãos no ombro dele e ele colocou as dele na minha cintura. Cintura. Assim, dançando bem devagar, falei: seu Pepe. Quero agradecer de antemão pelo empréstimo que o senhor vai fazer pro meu marido. O senhor é um homem bom. Além disso, é muito gato. Eu não sei por que o senhor não casou de novo. Ele me disse: olha, Teresinha. O empréstimo da minha parte já é certo. E só quero encontrar uma mulher como você pra casar de novo. Eu falei: como eu? A que o senhor se refere? Ele disse: não se faz de sonsa, Teresinha. Com o corpo que você tem. Eu falei: ai, seu Pepe. Muitas mulheres gostosas iam querer ficar com o senhor. Mas obrigada pelo que me toca.
Depois, o Luís me chamou pra dançar. E eu falei: obrigada, Luís, pelo empréstimo que você vai nos dar. Vai nos ajudar pra caralho. Ele disse: como negar um empréstimo pra uma mulher tão gostosa como você? Eu falei: obrigada. A gente vai retribuir de algum jeito. Ele disse: espero que sim. Principalmente você. Eu falei: vai ser eu e meu marido.
Depois, quando tava dançando com o Antônio, falei: Antônio, espero que você nos empreste o dinheiro que meu marido pediu. Ele disse: pode dar como certo. Amanhã mesmo te trago a grana. Eu falei: ai, Antônio, você é um amor de pessoa, obrigada. Nunca vamos esquecer esse favor. Ele disse: tomara que você nunca se esqueça de mim. Eu falei: como amigos, nunca vou te esquecer.
Assim, as horas foram passando, e eu já tava segura dos empréstimos. Embora meu marido ficasse dizendo que a gente tinha que continuar motivando eles. De repente, vi meu marido meio tonto. E ele começou a cochilar sentado. Isso me surpreendeu, porque ele sempre aguentava até o dia seguinte bebendo e sem piscar. O Luís acordava ele e falava: vamos, Marcello, que isso, não dorme. Meu marido acordava, mas só por um momento. E depois dormia de novo. Eu também acordava ele. Mas só um pouquinho. Ele dormia de novo.
Então o Luís me disse: Teresinha. Vamos deixar ele descansar. Mesmo que ele durma, aqui tem nós. Que viemos nos divertir. Não acho que você vai nos mandar embora. Eu não podia mandar eles embora depois do que já tinha conseguido. Então fiquei com eles. Eu disse: "Tá bom, vamos continuar nos divertindo." Mesmo a festa sendo pro Marcello.
O Luis me puxou pra dançar, e me agarrou pelas cadeiras enquanto tocava uma salsa. Eu tentava me soltar, mas ele não deixava. Me apertava contra ele com força. O Antônio e o Dom Pepe faziam a torcida e gritavam: "Isso aí, Luis! Mostra como se dança." De repente, o Luis baixou as mãos e colocou nas minhas nádegas, e me disse: "Que bunda gostosa você tem, Teresita."
Eu falei: "Não seja sem-vergonha, Luis. Meu marido vai acordar daqui a pouco." Ele respondeu: "Acho que não vai acordar, não. Tá bêbado e dormindo que nem uma pedra. Mas não se preocupa, a gente vai te fazer passar uns momentos bem agradáveis." Dizendo isso, ele soltou minhas nádegas, e eu fui me sentar.
Eu tava numa situação embaraçosa. Não podia mandar eles embora porque senão não iam nos dar o empréstimo. E também não dava pra acordar meu marido. Parecia que tinham dado algum sonífero pra ele. E depois de tudo que eu provoquei, eu mesma, só me restava me defender como podia.
Por enquanto, só me incomodavam quando a gente dançava. Eu falava: "Rapaziada, já tá na hora de descansar." Mas eles me ignoravam e continuavam bebendo. De repente, o Antônio me puxou pra dançar. E fez a mesma coisa que o Luis. Ou seja, me agarrou as nádegas com as duas mãos. Eu falei: "Você também me falta com o respeito, Antônio?" Ele respondeu: "É que a gente tá de pau duro olhando sua bunda e suas pernas." A música acabou e o Antônio me soltou.
Eu pensava: "O Dom Pepe, acho que não vai me faltar com o respeito." Mas naquela hora, o Luis disse: "Vai, Pepe. Não me diga que você também não gosta da Teresita. Puxa ela pra dançar." O Dom Pepe se levantou e me disse: "Vamos dançar, Teresita." Eu fui e falei: "Dom Pepe, pelo amor de Deus, leva os rapazes pra casa. Eles tão passando da conta e me faltando com o respeito." Ele respondeu: "Eu levo os rapazes, mas antes você tem que tomar dois copos de vinho comigo." Eu falei: "Dom Pepe, eu não bebo muito." Ele disse: "Escolhe: você toma dois copos de vinho? Ou aguenta os rapazes?" Eu falei: "Tá bom, vou tomar o vinho." Então ele serviu dois copos e me fez beber. Encarar ele. Enquanto Luis e Antonio riam e me diziam: "Vai, Teresita, você consegue!".
Peguei os dois copos de vinho e por um momento fiquei sentada. Depois me senti um pouco tonta. E Dom Pepe me disse antes de irmos: "Vamos dançar um pouco. Vem, Teresita, que eu te ensino como se dança." Eu me levantei e começamos a dançar. Dom Pepe levantou minha saia e agarrou minhas nádegas nuas com as duas mãos. Tentei me soltar, mas ele me impediu. Disse: "Assim se dança mais gostoso." Antonio e Luis gritavam: "Bravo, Pepe, é assim que se faz."
Luis se levantou e puxou minha calcinha até o chão. Tirou e jogou num canto da sala. Dom Pepe agarrava minhas nádegas nuas com suas mãos enormes. Amassava, apalpava, sempre dançando. Eu já não podia fazer nada. Sozinha diante de três homens excitados, olhando minha bunda e minhas pernas nuas. De repente, Luis e Antonio também se levantaram ao meu lado e, dançando, tiraram minha saia, minha blusa e o sutiã. Fiquei totalmente nua diante do olhar lascivo daqueles três homens bêbados, excitados e tarados.
Eu disse a eles: "Não quero mais dançar, estou cansada." Dom Pepe me disse: "Teresita, nós queremos continuar dançando, você tem que dançar com a gente." E pegou minhas mãos e colocou nos ombros dele, e agarrou minhas nádegas de novo. Dessa vez, começou a enfiar o dedo na minha buceta. A verdade é que, a essa altura, eu já estava excitada, mas ainda resistia em ser fodida por aqueles homens. Gritava para meu marido: "Marcello, oi!" E ele não acordava.
Então Luis disse: "Já chega de dança, Pepe. Vamos para o sofá." Me puxaram para o sofá e eu me sentei determinada a não me deixar foder. Antonio agarrava meus peitos e apertava. Luis me puxou pelos pés e fiquei deitada no sofá. Depois Dom Pepe me disse: "Olha, Teresita, você é nossa mulher esta noite. Deixa foder tranquila que você vai gostar." Eu disse: "Não, Dom Pepe, o senhor é como um pai pra mim, não faça isso." Enquanto isso, meu marido estava sentado no sofá onde eu me sentei no começo. Sentado e... adormecida, sem conseguir reagir.
Então os três se desp iram, ficando totalmente nus. Luís pegou a toalha da mesa e amarrou minhas mãos. Dom Pepê disse: amarra ele na perna do sofá. Foi o que Luís fez. Fiquei com as mãos imobilizadas. Aí Dom Pepê disse pro Luís: agora segura uma perna. E você, Antônio, segura a outra. Os dois seguraram minhas pernas e as abriram de uma vez. E Dom Pepê ficou no meio das minhas pernas, olhou pra minha buceta e disse: que delícia, sua puta de merda. Dizendo isso, enfiou o pau dele até o fundo. Eu quis me defender, mas era impossível.
Dom Pepê começou a bombar com raiva e dizia: que buceta gostosa. Ele agarrava meus peitos e apertava. Depois puxava meus peitos como se fossem rédeas de um cavalo e, segurando minhas tetas, me comia com toda força. Luís dizia: Pepê, só deixei você ser o primeiro porque é mais velho. Ha, ha, ha. Depois é a minha vez. Dom Pepê respondia: cala a boca, otário, todo mundo vai comer. Deixa eu alargar o buraco dela pra você entrar.
De repente, Dom Pepê parou e me disse: Teresinha. Não queremos te machucar. Vamos te soltar se você aceitar não se defender e colaborar com a gente. Eu disse: tá bom, Dom Pepê. Não vou mais me defender. Ele disse: assim que eu gosto, mamacita. Agora a gente vai te comer os três, e você vai aproveitar. Soltaram minhas mãos e Dom Pepê disse: abre bem as pernas, mamacita, que agora é a vez do Luís. Eu abri minhas pernas e Luís enfiou um pau enorme que me fez gritar: aaaaiii. Antônio colocou o pau dele na minha boca, agarrou minha cabeça e puxava com força pro pau dele. Dom Pepê começou a colocar o dedo no meu cu, o que me assustou.
Aí Antônio disse: já, Luís, agora é minha vez. Luís levantou e Antônio se deitou no sofá e me disse: vai, Teresinha. Monta no meu pau. Eu montei no Antônio, peguei o pau dele e enfiei na minha buceta. Já tava adorando tudo aquilo. O licor que eu tinha tomado fez efeito em mim, e me senti totalmente sem vergonha. E tava gostando do que tava rolando. Adorava olhar pra aqueles homens com seus Olhos cheios de luxúria. Desesperados pra enfiar os paus em mim. Me senti uma garota desejada. Eu, uma simples mulher, como podia deixar três homens juntos nesse estado? Olhava pro meu marido e via ele dormindo, sem imaginar o que estavam fazendo com a mulherzinha dele.
Seu Pepe olhava pra minha bunda que se mexia e tremia quando eu sentava no pau do Antônio. Luís colocou o pau na minha boca e começou a foder minha boca. De repente, Seu Pepe disse: "Que rabo gostoso essa puta tem." Começou a enfiar o dedo no meu cu. Eu me soltei do pau do Luís e falei: "Seu Pepe, não vai meter aí não. Nunca fiz pelo cu. Por favor, não, Seu Pepe." Ele me disse: "Ah, você não sabe o que tá perdendo. Agora vai ver o que é bom." Dizendo isso, cuspiu no pau dele e colocou na entrada do meu cu. E falou: "Para um pouco, Antônio. Até meu pau entrar no cu dessa puta."
Antônio parou. E Seu Pepe deu um empurrão forte e cravou o pau no meu cu. Eu senti como se estivessem abrindo meu cu com um ferro. E gritei: "Aaaaiii!" Seu Pepe me disse: "Aguenta, puta de merda. Já tá atravessada. Agora mexe essa bunda enorme e aproveita gostoso com dois paus." Eu continuei gritando: "Aaaaiii, aaaaiii, aaaaiii." Seu Pepe era o único que falava. Antônio e Luís estavam mais concentrados em enfiar os paus em mim. Eles só gemiam: "Aaaah, aaaah, aaaah."
Seu Pepe me dizia: "Tá gostando, puta de merda?" Eu respondia: "Siiim, Seu Pepe." Ele me dizia: "O corno do seu marido não te dava pelo cu?" Eu respondia: "Não, Seu Pepinho." Ele me dizia: "Amanhã quando seu marido te examinar, você vai estar com o cu arrombado." Eu respondia: "Siiim, Pepinho." Ele me dizia: "Agora você é uma verdadeira puta. Tá comendo três homens ao mesmo tempo." Eu respondia: "Siiim, Pepinho. Que gostoso você me dá no cu. Sou uma puta. Arromba meu cu. Antônio, Luís e Pepe, comam esse cu que tanto olhavam quando meu marido tava acordado." Antônio e Luís disseram: "Jááá, mamãe, dá pra ver que você tá gozando gostoso. Como você gosta de pau." Eu falei: "Siiim, Luís. Eu gosto do seu Pau. Você tem um pauzão.
De repente, seu Pepe disse: Luis, vem por trás e enfia teu pau no cu dessa puta. Pra ela aguentar dois paus no cu. Enfia de um lado do meu pau. Não sei como, mas Luis ficou atrás do seu Pepe. E eu sentia ele tentando enfiar o pau no meu cu, que já tava cheio com o pau do seu Pepe. Escorregava. Mas de repente o pau dele entrou no meu cu. Senti uma dor aguda. Mas passou rápido. Eu tava com dois paus no cu e um pau na minha buceta. Nunca imaginei que estaria nessa situação. E eu que era tão recatada, com meus valores morais e meus medos.
Olhei pro meu marido e gritei: Marcelloooooo acorda. Tão arrombando o cu da tua mulher. Sou uma putaaa. Mas ele continuou dormindo como nunca. Me senti uma puta completa, com três homens enfiando os paus em mim na frente do meu marido. Depois, Luis tirou o pau do meu cu, mas fiquei com o pau do seu Pepe enfiado na minha bunda dolorida. Seu Pepe começou a se mover mais forte e começou a gritar: que cu gostoso, que cu gostoso. Aaaiii caralho. E ficou por cima do meu cu. Senti o esperma quente dele enchendo meu cu. Depois de um tempo, seu Pepe tirou o pau do meu cu e, imediatamente, Luis enfiou o pau dele no meu cu, e disse: agora vou arrombar teu cu, puta gostosa. Eu disse: faz o que quiser comigo, Luis. Meu cu é teu. Ele também começou a se mover mais rápido e gozou. E gritou: que puta gostosa. E derramou a porra dele no meu cu, que começou a escorrer pelas minhas pernas. Antonio já tava com o pau quase mole, de não sei quantas gozadas que tinha dado. Sem tirar o pau da minha buceta.
Depois, os três se levantaram. Eu trouxe papel higiênico pra eles se limparem. Eu também me limpei, tirei toda a porra dos meus três buracos. Boca, buceta e cu. Seu Pepe me disse: Teresinha: espero que não conte nada pro Marcello. Sobre teu empréstimo, já tá garantido. Não é, rapaziada?. Luis e Antonio disseram: sim, claro. Eu disse: não vou contar nada pro Marcello. Eles se vestiram e Foram embora.
Eu troquei um olhar com meu marido e fui dormir. No dia seguinte, só lá pelo meio-dia meu marido acordou. Eu ainda estava na cama também. Ele me perguntou a que horas a gente tinha dormido. Disse que não lembrava de nada. Me perguntou: "O que aconteceu?". Eu contei pela metade. Falei que o empréstimo já estava garantido e que seu Pepe, Antônio e Luís foram embora quando viram ele dormindo. Ele me disse: "Viu só? Nossa estratégia deu certo." Eu respondi: "É, deu certo."
Depois daquele dia, seu Pepe continua me cumprimentando como antes. E me trata com respeito na frente do meu marido. Mas quando a gente se vê a sós, ele me chama de Lu. Diz que toda noite sonha com a minha bunda. Pergunta quando a gente vai fazer de novo. Eu respondo: "Nunca, seu Pepe." Mas, no fundo, eu quero estar com dois ou três homens de novo. Só que dessa vez com meu marido acordado. Pra ele ver como enfiam a pica no cu da própria mulher.
Acho que deram um sonífero pro meu marido. Porque ele nunca dorme em festas. E o responsável por isso, ou seja, quem planejou tudo, foi seu Pepe. É o que eu penso. Já fechamos o negócio dos computadores. Ganhamos uma boa grana e pagamos seu Pepe, o Luís e o Antônio. Por outro lado, queria repetir aquela experiência com vários homens. E tô num dilema. Se eu contar tudo pro meu marido, não sei como ele vai reagir. Embora, no fim das contas, ele seja o culpado pelo que aconteceu. Ou se eu fizer escondido com seu Pepe, Luís e Antônio, não me sentiria bem. Estaria sendo infiel ao Marcello.
1 comentários - Meu marido me entrega e eu adorei